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Mensagem por Isabelle Duchanne em Dom 5 Jun 2016 - 16:37

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Re: Sala de Jantar

Mensagem por Sebastian V. Woljöden em Ter 20 Mar 2018 - 21:33

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Sentia o beijo da brisa noturna frígido contra a epiderme branca, agitando de maneira deveras suave os cabelos castanhos metricamente arrumados. Do porte físico avantajado, exalava ao ambiente o aroma amadeirado de seu perfume, que disputava com os odores aprazíveis advindos das flores nos vasos que enfeitavam os cantos da ambientação. Por si só, tratou de utilizar um único fósforo para compartilhar a chama entre as demais velas dispostas no castiçal dourado, reduzindo a iluminação para que restasse um clima cálido e agradável, tangenciando um clima sereno à luz de velas.

Alonso, um dos mordomos à sua disposição no château, limitou-se a informar que o carro enviado para buscar o convidado da noite estava próximo e, consequentemente, restavam-lhe escassos minutos para checar tudo novamente — pela milésima vez, tratando-se de um espécime autêntico da deusa da beleza, perfeccionista até o último fio de cabelo. Observou a garrafa de vinho tinto caro sobre a mesa, com duas taças preparadas. Tal qual uma dupla de pratos, um de frente ao outro, tal qual talheres prateados. Sua aposta se dera sobre a premissa de algo informal e, ao mesmo tempo, requintado. Todavia, uma insegurança jamais sentida apoderava-se do psicólogo aparentemente inabalável do homem.

Certifique-se que Aleksander tenha uma chegada agradável ao château; espero que a viagem não tenha sido cansativa para ele. Trate de que meu convidado esteja bem. — murmurou a Alonso que, mudo feito um espectro, limitou-se a assentir e apressar-se. A eficácia dos funcionários de Isabelle fê-lo abrir um sorriso pequeno no canto dos lábios, coçando a barba feita e olhando no relógio do pulso em seguida. Embora aquele não fosse seu próprio lar, era hóspede na casa de Isabelle e, sob o aval dela, pudera promover aquela noite. Sinalizando que o convidado especial era Aleksander, não encontrara qualquer resistência por parte da Duchanne.

— Senhor, aconteceu um problema com os mariscos.

A ligação de última hora ao restaurante italiano alavancara numa gama de produtos daquela culinária, os quais já estavam dispostos nos pratos de porcelana branca. Macarrão fumegante, molho avermelhado, almôndegas — esperava que Aleksander fosse chegado àquele cardápio improvisado.

Sebastian sentou-se em uma das cadeiras, afagando os pelos dos braços enquanto checava uma última vez os ponteiros agitados do relógio.




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Re: Sala de Jantar

Mensagem por Aleksander S. Kierkegaard em Qui 10 Maio 2018 - 5:23

My reputation's never been worse, so...

Aleksander não parava de olhar, preocupado, o horário em seu celular. Mesmo que um veículo tenha sido mandado especialmente para levá-lo ao Château Duchanne, a paranoia continuava a persegui-lo, afinal, não desejava causar alguma má impressão ao invitante. Céus, ele não costumava ficar tão nervoso assim, talvez fosse a ansiedade padrão ou, de maneira mais simplista, o estar prestes a ter um encontro com o mais gato dos filhos de Afrodite, ao menos em sua opinião.
Muito prestativo, o motorista alertou o garoto assim que o destino foi alcançado. Incrédulo, o herdeiro da boa morte pôs-se a admirar a vista em completa paralisia. Zeus, essa garota devia ter no mínimo umas vinte vezes mais grana que seu avô, de certo ele precisava agradecer Isabelle o quanto antes, era uma mansão e tanto. Entretanto, todo o empenho de Sebastian em criar a situação perfeita só o deixava ainda mais nervoso, isso porque Alek não havia tocado ainda a campainha.
— Senhor? Está tudo bem? — Indagou o chofer, acordando o garoto de seu devaneio exagerado.
— Ah, sim. Sinto muito. Muito obrigado. Tenha uma boa noite! — Seu coração voltou a bater mais forte, tratou de abrir a porta do veículo e despedir-se. Essa não era a primeira vez e não seria a última vez que isso aconteceria, mas com muita sorte não travaria no meio do jantar.
Ajeitou seu melhor terno para não evidenciar um amassado sequer. Talvez ele estivesse pecando pelo excesso, mas quem iria contrariá-lo diante da mais genuína intenção de impressionar? Violett podia até imaginar que Alek estava a exagerar, porém, dessa vez, ela apenas escolheu um perfume de seu agrado e deixou o resto por sua conta. Sua irmãzinha de consideração nunca falhava, pelo menos não para essas coisas, correto? "Vamos lá... ele não vai te morder, confie em Vio" — Era o que tentava colocar em sua cabeça, ao passo que subia as escadarias do jardim à entrada principal.
Fechou os olhos antes de tocar a campainha, respirando fundo e colocando toda a autorepreensão longe do seu plano de ideias, maravilhou como nunca o quanto aquilo tudo seria mais fácil se ele fosse descendente de Psiquê, todavia, não era momento para reclamar de detalhes pequenos. Ele estava perfeito, ao menos precisava acreditar nisso, sorrir e acenar.
"Vamos lá... você consegue" — Depois de dois minutos de enrolação, apertou a campainha para nunca mais se arrepender.
Prestativos do jeito que os funcionários d'Ali eram, em um sopro do vento alguém atenderia a porta. Sim, ele estava atrasado de certo e, céus, como ele se culpava.
"Por favor, se for para me matar do coração, que seja de uma vez" — Murmurando pro vazio em alguma língua que nem o mesmo conhecia, manteve os olhos fechados, concentrando-se para esvair o nervosismo de uma vez.

[...]

É em sua mão esquerda, um poema
Curto de versos fáceis tão gentis
Cujo coração fraco lhe maldiz
E então, o afoga em eterno Dilema

Não posso evitar seus olhos floris,
Apaixonar-me com um só fonema
Ou um suave perfume de alfazema
Que me envolveu com versos tão sutis

[...]


Notas gerais:

NADA do que eu diga vai ser o bastante para compensar toda sua paciência hercúlea, eu realmente sinto muito, mesmo. Assim como em On, tenho paranoia e uma ansiedade de outro mundo em off, odeio fazer com que os outros se sintam mal por algo, principalmente quando fui eu que causei e isso tudo poderia ser evitado.
Não nego que passei um tempo grande disponível e, boa parte do tempo, fui puro empurrar com a barriga me dando desculpas imaginárias. Mas, dessa vez, prometo que nada disso vai se repetir, tens a minha completa palavra. Estamos para completar dois meses desde que eu deveria ter colocado esse post em prática, mas sempre achava um erro, algo insuficiente, os templates que gostei não funcionavam bem com o fórum, etc. Enfim, achei mais que necessário parar de enrolar-te e colocá-lo mesmo que não fosse o ideal. Sinto muitíssimo se faltei com a perfeição contigo (nesse primeiro post), porque é o mínimo que você merece depois de tanta espera.
Não hesite em me contatar, sabes todas minhas formas de contato (s2). E, se em menos de 48h eu não responder, pode cobrar as nudes porque te devo meu corpo e alma (seriously).

Sobre o poema: ah, nada de demais, eu só gosto bastante de escrever, então pode até ter ficado muito água com açúcar, então desculpas novamente, mas viajo bastante. E, com certeza, tem algum erro de digitação espalhado pelo post, a ansiedade de poder ver sua reação o mais breve possível me consumiu mais que tudo.

Novamente, sinto muito. Estou aqui para o que precisar. Você é incrível!
- Alek
Off: Sim, o título foi inspirado nesse atraso -q.
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Re: Sala de Jantar

Mensagem por Sebastian V. Woljöden em Qua 16 Maio 2018 - 6:48

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— Senhor, o carro acabou de alcançar o limite da propriedade...

Mas já não restava alguém para ouvir, apenas viu-se a silhueta do maior percorrendo a sala de jantar com passos apressados. Enquanto caminhava, deu-se a pensar em como o outro estaria vestido. Ou seu aroma. Estaria ele tão ansioso quanto o jovem Vettra? Afastou aqueles pensamentos bobos da mente.

Já tinha visto Aleksander pouquíssimas vezes pelo acampamento e o encanto sobre ele não viera de imediato. Contudo, o jeito aprazível e tranquilo, o olhar inteligente e bravo, o sorriso cheio de meiguice o preenchera com a vontade de desbravar mais sobre aquele rapaz de corpo escultural e rosto belo. A surpresa de que fora aceito o convite para aquele singelo jantar fora um alívio para Sebastian. E ficara ainda mais instigado mediante o filho de Macária.

Pessoalmente abriu a porta, deparando-se com uma lufada gélida de ar que perturbou o ambiente caloroso do interior. Próximo a si, Aleksander. As vestimentas elegantes fizeram com que um novo rubor assumisse a expressão do britânico, uma vez que seus trajes sofisticados não atingiam o máximo de beleza imposta por outrem. Mas ele estava muito bem! Digo, fora o suficiente para fazer Sebastian calar-se ao perder as palavras que viera ensaiando o dia inteiro.
Sorriu.

— Fico feliz que você veio! — proclamou, abraçando-o de imediato, trincando os músculos dos braços ao revestir Alek entre eles. Seguidamente, beijou-o na face sem qualquer malícia, tentando expressar a alegria trazida naquele momento. — Aviso de prontidão que devemos agradecimentos à Isabelle, uma vez que a propriedade de minha família está longe demais. — e o trouxe para dentro.

— Você gosta de comida italiana? — arriscou, coçando a nuca e, algumas vezes, girando o anel da família em seu dedo apenas por distração. — Os cozinheiros tiveram um problema com os mariscos... — desistiu de tentar explicar o fato, ruborizado.

Sebastian o abraçou. Num singelo contato, não duradouro como ele pensara, apenas o suficiente para inalar a fragrância advinda da pele suave do rapaz. Distanciou-se apenas alguns centímetros, os quais configuravam a medida exata para que pudesse ficar as íris nos orbes alheios: — Se me permite acompanhá-lo... — fingiu, risonho, uma falsa formalidade. — Uma noite, que eu espero que seja emblemática, o aguarda.




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Re: Sala de Jantar

Mensagem por Aleksander S. Kierkegaard em Sex 18 Maio 2018 - 5:23

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De seus muitos devaneios, esse com certeza era o mais belo de todos. Sebastian trazia-lhe o ingrediente que faltava para que a receita daquela ocasião desse certo: a sensação de calma de si emanada. Ora essas, um filho de Macária ansioso? Quem é que não ficaria diante daquela beldade? Mas há de se admitir: os finos traços do senhor Vettra, criança de Afrodite, conseguiam ser ofuscados por todas suas outras qualidades: gentileza, resiliência, paciência e brandura.
Respirou aliviado.

— Posso dizer o mesmo. — brincou, abrindo um sorriso amarelo de imeditado. Em um gesto rápido, mal teve oportunidade para demonstrar seu nervosismo, afinal, Sebastian havia o suprimido com um abraço apertado. Com um beijo terno selado em seu rosto, Alek sentiu as nuances da fragrância delicada entre suas madeixas e pescoço. Como sempre viu na sinestesia, condição de nascença, uma nova oportunidade para enxergar o mundo, traduziu a sensação em um misto de bondade e proteção em seu paladar.

O mais alto levou-o para dentro da residência de senhorita Isabelle. De fato, tudo aquilo lhe soava muito perfeito. Entretanto, Sebastian conseguiu arrumar um jeito misterioso de fazê-lo se sentir confortável, mesmo diante de tamanha doçura. Aquela casa, por razão alguma, ressoava bastante com as memórias de seu avô, quem sabe não fosse o aconchego da lareira? Expirou. Sentiu-se acolhido pela primeira vez em muito tempo.

"Você gosta de comida italiana? [...] Os cozinheiros tiveram um problema com os mariscos..." — Aleksander não prestou muita atenção de imediato, estava maravilhado com aquele cômodo, teria ele preparado tudo aquilo? Contudo, a voz rouca de Sebastian chamou-lhe a atenção, melodicamente. — É a minha favorita, como sabia? — indagou incrédulo. — Sem problemas, não me importaria de passar um tempo a mais esperando com você, seja lá qual for o problema. — Ainda sem jeito, ajeitou o cabelo e alegrou-se, encantado da mesma maneira que um cão a observar o peru de natal.

Mais uma vez, antes que pudesse se dar conta, o mais novo dos Kierkegaard foi recebido com outro abraço do britânico, ainda mais terapêutico que o anterior. Se não fosse cauteloso, iria ficar inebriado sem tomar uma taça de vinho, apenas com o perfume do anfitrião. O pequeno afastar após o gesto retirou Alek de sua dissociação relâmpago. Íris alinhada com íris, faltou-lhe coragem para beijar o rapaz, mas de certo não lhe faltariam oportunidades.

"Se me permite acompanhá-lo" — Era incrível como uma curta sequência de palavras tinha tanto poder para instigar alguém, já provocado, Aleksander retrucou: — Claro, senhor, você é quem manda. — riu baixinho, acompanhando seu jogo. O êxtase preenchia cada veia do seu corpo com doses inconsequentes de dopamina; estava contente por estar ali; feliz por saber que não sentiria nada menos do que a perfeita imperfeição mortal vinda do senhor Woljöden.

Notas:

O trecho envolvendo a sinestesia provavelmente ficou confuso, sinto muito. Acho melhor esclarecer, não? Trouxe isso inspirado em uma característica minha (a própria sinestesia), são como sentidos que se entrelaçam em uma memória permanente que só faz sentido na cabeça do portador. É como dizer que o número oito tem cheiro de grama do campo.
//E quem foi suprimido foi o nervosismo~~ (Sou péssimo com palavras, sinto muito).\\
Não sei como agradecer a paciência, s2. Muitíssimo obrigado, não exagerei nos adjetivos no post, sério. Fico contente em saber que não lhe chateei a um ponto severo.
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Re: Sala de Jantar

Mensagem por Sebastian V. Woljöden em Sex 18 Maio 2018 - 19:26

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A graciosidade transbordada por outrem fê-lo sorrir com ternura. A priori, pensou estar inadequado àquela situação uma vez que os trajes impecáveis do outro moreno fizeram seu visual simplista parecer inapropriado. O nobre inglês pegou o visitante pela mão, recobrindo-a entre as suas antes de postar um beijo ali. Embora tal cenário pedisse uma maior atenção, ainda imperava em si os dotes de um conquistador ávido e cavalheiro.

— Não me chame de senhor! — protestou, embora mantivesse um sorriso pequeno no canto dos lábios. Tal nomenclatura o levava de volta para a sede dos Woljöden em Richmond, mas tudo o que queria era esquecer a Grã-Bretanha por algum tempo. — Faz com que pareça mais velho muitos anos. — fez um biquinho, levando a mão de Alek ao peitoral, pousando-a sobre a camisa de seda fina e deixando que a palma alheia se estabelecesse sobre o coração. — E a velhice ainda não combina comigo; se estiver comparando-me a um “senhor” por causa desse jantar, saiba que pode ferir meu miocárdio. — brincou.

Por Afrodite...

Pensou unicamente nesta sentença ao admirar os traços tão harmônicos que pareciam a obra escultural feira pela deusa da beleza — sua mãe. Os gestos simples, porém suaves, faziam daquele perante si uma imagem digna de relatos futuros. Digo, não saberia Vettra dizer porquê danou-se tão profundamente nas íris elegantes, tampouco o motivo que o levava a empenhar-se tanto para agradar ao outro quando, durante toda sua vida, fora o contrário. Aquela sensação alegrou-o. É válido relembrar que tocara a pele de Aleksander há poucos segundos, tendo as pontas dos dígitos experimentado a epiderme cálida, perfeita, a mais pura e requintada seda.

O caminhar conciso, o sorriso estonteante e que por vezes parecia recluso, as rosáceas quentes de pétalas rubras que abriam-se na face em detrimento da timidez de Alek. Eram estes alguns dos inomináveis fatores que faziam daquele uma figura quase santificada para Woljöden — mas ao mesmo tempo, deveras próxima ao mundo natural, onde inseria-se aquele filho do amor. A posição em que guardava os sorrisos faziam-no aparentar castidade sob a visão, a delicadeza feroz de quem já fora inserido nas artes de combate. Homem, santo, um pedaço de mal caminho.

Para Sebastian, a definição carnal de Deus.

— Eu encomendei algumas coisas de um conceituado restaurante italiano da cidade; infelizmente não tive outra alternativa. — murmurou amuado, ligeiramente envergonhado pelo imprevisto na cozinha. Calmamente, como um lobo silencioso em meio à caça, rodeou-o até postar-se atrás do rapaz. Segurou-lhe os ombros cuidadosamente, como toques de algodão. Aproximou-se, sussurrando-lhe ao pé do ouvido: — Espero que isso não o faça desistir dessa noite comigo... — deixou a barba em perfeito estado resvalar contra a pele alheia. Conduziu-o ao interior.



•••



Posterior ao fato de que o perfume das flores que ornamentavam a sala de jantar havia exalado pelo mesmo ambiente, a fragrância orgânica advinda da comida italiana o fazia também, sobrepujando os demais sentidos e dando vazão ao paladar. — Sente-se, “senhor”. — disse, zombeteiro, ao puxar a cadeira designada a Aleksander para que o mesmo a assumisse. Rodeou a mesa, ocupando o lugar oposto, estando em paralelo ao moreno.

Apanhou a garrafa de vinho, servindo-o antes de derramar o conteúdo em sua taça. Isabelle era detentora de uma gama inimaginável de bebidas alcoólicas (isso o surpreendeu), fazendo jus ao título de seguidora de Dionísio. Entretanto, para regar aquela noite, Vettra escolhera um vinho tinto bem fermentado, supondo que esse casaria melhor em conjunto à culinária da italiana.

— Um brinde a um belíssimo rapaz, que teve a coragem e um coração aberto em aceitar meu convite para esse divino jantar! — falou, erguendo o recipiente cristalino.

Ingeriu um gole, confirmando positivamente a escolha para aquela bebida. Era capaz de sentir no paladar o sumo doce das uvas, misturado ao álcool que parecia clarear sua mente. Desviou, de forma momentânea, o olhar à massa forrada com inúmeros temperos em seu prato. Parecia apetitoso, afinal.

— Então, Aleksander. — ergueu-lhe uma sobrancelha. — Vai me contar mais sobre você, ou eu terei que usar meus métodos para descobrir? Seria bom conhecê-lo a fundo. Aliás, gostaria de ouvir você falando. Gosto da sua voz.


Obs:
És um príncipe.




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Re: Sala de Jantar

Mensagem por Aleksander S. Kierkegaard em Sex 13 Jul 2018 - 5:31

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A face gélida de Aleksander, chicoteada pelo frio do exterior, aos poucos se aquecia com a tertura nas palavras de Sebastian. O garoto não desejava ficar mal acostumado, mas ser mimado de vez em quando lhe faria mal algum, não? O odor amadeirado do ambiente confundia-se com o perfume do outro, ainda a penetrar suas narinas. "Senhor, que homem. Por favor, Aleksander, pare de pensar coisas pervertidas".

Correndo tão depressa quanto um velocino, o tempo fez-se um pouco cruel em não tornar aqueles momentos eternos. Quando deu-se conta, o inglês beijava sua mão em um gesto carinhoso e receptivo. O costarricense se controlou para não ter um ataque do coração. Apesar de muito apreciar contato físico e demonstrações de afeto, algo mantinha-o preso e o impedia de se entregar a situação sem delirar.

"Que droga... eu quase desejei feliz aniversário para ele. Isso não faz nem sentido."

— Desculpe... — Teve a mão levada até o peitoral do filho de Afrodite. — Foi o costume. — Concluiu, pondo-se a fitá-lo profundamente nos olhos, dedilhando timidamente sobre o local, ainda que sua expressão facial dissesse outra coisa.

Deixou escapar uma pequena risada, abafada pelo seu sorriso de lábios cerrados, então retirando por si mesmo a mão do corpo do mais velho. Suas bochechas já transicionaram para um arroseado quase febril. Embora a vergonha não fosse mais sentimento presente, outro tipo de sensação igualmente forte tomava conta de seu sangue, um coquetel de hormônios regado a adrenalina e outras mais.

— Não vejo problema. Na verdade, é muito gentil. Não me lembro da última vez que comi algo do tipo. — olhou para cima, com o rosto a indicar um Aleksander mais desinibido, tranquilo por fora e explodindo por dentro. Seus olhos azuis-nébula só tornavam a mistura mais empolgante e, somados a sua voz grave, deixavam claro para Aleksander de barriga cheia e a pedir por mais, afinal, pelo perrdão da palavra do próprio, mas o garoto não parava de comê-lo com olhos.

"Por que essa barba tinha que me tocar?" — Levou o punho direito à boca como alguém que teve um tipo de refluxo, intencionado em esconder seu arrepio. — "Eu não sei se saio vivo dessa noite". — Ao menos estava seguro em seus pensamentos, porém, ficava cada vez mais difícil manter sanidade e decência diante daquele que, até então, Alek só teve oportunidades de admirar à distância.

[...]

— Obrigado. — disse firme e atencioso, sentando-se à cadeira.

Já posicionado no assento, encheu os olhos com a mesa que ele e os ciados haviam preparado. O cheiro de massa da melhor qualidade talvez fosse o suficiente para mantê-lo lúcido por alguns minutos mais. Enquanto isso, Sebastian despejava, como um gentleman, algum vinho do qual Kierkegaard era incapaz de ler o rótulo, devia ser da adega da Srta. Duchanne, correto? Infelizmente, nunca foi muito ligado a álcool e pouco entendia de vinhos, mas se daria a oportunidade. Seu único receio era falar demais.

— Está tudo divino, não sei nem o que dizer. — De imediato, Alek tateou o braço esquerdo após corresponder com o brinde proposto por Vettra, sem jeito. — Quero retribuir na primeira oportunidade. — Levou a taça à boca, ingerindo o líquido como um conta gotas, como uma desculpa para dar pausa na própria fala.

O gesto continuou quando Sebastian o confrontou para falar mais sobre si. De longe, a coisa mais fofa que havia ouvido nos últimos tempos. Por outro lado, falar sobre sua vida lhe soava um pouco constrangedor. Na hora, segurou mais firme o recipiente cristalino e bebeu uma poção muito maior do vinho que provavelmente já havia tido de álcool em toda a vida, evidenciando seu desajeito em desviar da pergunta.

— Ahn... Eu sou Aleksander, eu acho. Tenho dezenove, sou da Costa Rica. Minha vida toda foi uma bagunça, nunca fui bom com flerte. Sou apaixonado por um cara há um tempo, mas eu não teria chances com ele, então nem tentei. E... deixa eu ver. Ah, sim, ele me chamou para um jantar com boa macarronada, é alto que nem uma parede, tem um sorriso sexy pra caralho e eu acho que sou muito fraco para bebida. — Conforme o fim de seu raciocínio se aproximava, as palavras eram soltas automaticamente de sua boca, progressivamente em maior velocidade, chegando ao ponto de soar como espanhol nativo. Nesse momento, o garoto não sabia se era de fato MUITO suscetível e fraco ao álcool, se tratava do nervosismo ou se era então tanto cinismo que nem o próprio se dava conta. — Desculpe, eu... Acho que pensei alto.
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Re: Sala de Jantar

Mensagem por Sebastian V. Woljöden em Sab 14 Jul 2018 - 15:59

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Contemplar o rosto alheio parecia uma diversão da qual Woljöden usufruía de prontidão. Não conseguia imaginar ser mais gracioso que aquele perante si, de maneiras tão gentis, dono de olhos compadecidos e lábios que, tocados pelo vinho, pareciam deveras apetitosos do que outrora. As falácias fizeram-no sorrir, com a convicção lupina transbordando os olhos azulados, os quais destinavam-se ao físico de outrem, que tanto o atraía.

— Bom, esse homem pelo qual você prefere deve ser alguém bem sortudo. — sussurrou, com um gole na taça cristalina, acomodando-a suavemente sobre a toalha de renda da mesa. Calmamente, levantou-se. O caminhar decidido, remetendo à pose dominadora que sempre denotava no semblante tranquilo, indicava que não tinha pressa. Rodeou o móvel, estendendo o braço até a mão recair sobre o ombro do interlocutor e, conforme caminhava ao seu entorno, deixava que os dígitos avançassem até a curva do pescoço, subindo pelos cabelos pretos e perfumados.

Ao final, colocava-se atrás do convidado. Massageou-o nos ombros por segundos escassos, com a força dos músculos desenvolvidos agindo naquela zona, sem qualquer intuito em machucá-lo. — Sabe, Aleksander. — começou, pausadamente, calculando o peso das palavras na língua que carregava aquele pesado sotaque londrino. — Eu realmente aprecio um bom vinho e, com a massa, acho que ficou ideal, sim?

Desceu a face gentilmente, de modo a enterrar o nariz no pescoço alvo, cuja maciez inebriante da pele fê-lo ser acometido por indizíveis pensamentos obscuros. Ali, após cheirar o aroma leitoso da fragrância do outro homem, fechou os olhos como se tomado pela sede da carne — agora os lábios comprimiam-se contra aquela anatomia, beijando demorada e sensualmente, antes de friccionar uma mordida inofensiva como um ato vampírico.

— Diga-me, Aleksander. — sussurrou, no timbre veludoso pela qual era feita a fama daquele homem. As íris bucólicas, celestiais, como um céu a ser desbravado, imploravam o contato visual alheio, num conclave de sedução cuja morada se fazia naqueles atos singelos. Tocou o queixo do menor, fazendo-o delicadamente olhá-lo. — Gostou do vinho que separei pra essa noite?

Mordeu o lábio inferior do feiticeiro, tão suavemente que era impossível feri-lo. O fizera unicamente para sentir o sabor remanescente do vinho naquela carne macia, como um registro dos goles operados por Alek, vestígios tintos que potencializavam a cor dos lábios volumosos, que agora pareciam sobrenaturalmente rubros, sedutores, convidativos. A mão livre, aquela que não dominava a face harmônica, agora recaía num abraço quase terno, espalmando-se sobre o peitoral do moreno, afagando-o numa carícia velada.

Rostos perigosamente próximos...

— Eu achei... — deu um selinho naquela boca que lhe parecia inocente e intocável, ainda imaculada pela volúpia, mas que era a precursora do erotismo de Sebastian. — Delicioso.




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Re: Sala de Jantar

Mensagem por Aleksander S. Kierkegaard em Seg 16 Jul 2018 - 2:02

My reputation's never been worse, so...

De imediato, Aleksander largou a taça de vinho na mesa e pôs-se a observar a reação do britânico com suas palavras. Não havia confusão num modo geral, Alek era bom em sentir sentimentos (mas não em expressá-los) e, definitivamente, Sebastian carregava pequenos requintes de sadismo no semblante. Era momento de se observar o estrago ser feito e engolir o leite derramado agindo como se tudo estivesse bem. Droga, Aleksander, você é mesmo uma decepção.

— Talvez ele seja. Não tenho como saber. — Retornou ao ato de se embebedar, posicionando vagaroso o objeto cristalino na mesa, com apenas pequena porção do volume de líquido original.

O inglês não estremeceu diante do quilo de verde jogado, pelo contrário. Levantou-se com toda a paciência do mundo e rumou em direção ao assento do latino. Na mente do costarriquenho inúmeros praguejos em negação contrastavam com sua ansiedade e palpitares. Sístoles que não pareciam vir acompanhadas de diástoles encharcavam a boca do mais novo. Tudo em uma fração de segundo.

Aleksander manteve-se calado. Era o melhor que poderia fazer, ver até onde o outro chegaria com seus avanços. No instante que um de seus ombros foram tocados pela delicadeza de suas "mãos pesadas", soube que talvez não fosse possível manter-se são. Desde pequeno Alek apresentava um comportamento peculiar: não gostava de ser tocado, mesmo pelos mais próximos. Tal ação lhe trazia estranheza e o fazia se encolher.

Ainda que já havia tido o máximo de intimidade com outras pessoas, o sentimento era frio e, por vezes, o garoto não sabia diferenciar suas parceiras e namorados de estátuas de sal. Não havia presente vontade de entrega, pois tinha para si que só causava problemas e eventualmente ia se decepcionar. Desde muito cedo esse era um ato proibido. Mas Sebastian era doce demais para ser um fora da lei.

Eufórico e talvez carregado de seus pré-conceitos, não pôde deixar de imaginar que se sentiria mal por supostamente trazer problemas ao filho de Afrodite. Não bastasse isso, seu corpo respondia com gemidos em inspirações interrompidas por breve falta de ar. Sebastian conseguira fazê-lo abrir a boca para logo depois calá-la novamente.

— Idiota... eu que deveria fazer você gemer assim. — Entregou caminhos para abrir sorriso uma vez mais, contente pela gentileza do rapaz mas estranho por não poder lhe entregar retribuição por tamanha cortesia.

De fato não demoraria para seus lábios fechassem novamente. Alek até que relutou com seus dentes, mordiscando-os para fechar a passagem de ar. No entanto, seus esforços não foram suficientes diante do mergulho do interesse-amoroso em seu pescoço, acariciado pelo outro segundos atrás. Aquela pequena mordida apaixonada era a prova de que Kierkegaard era louco. Sim, louco. Não poderia haver alguém que o deixasse daquela forma e o fizesse questionar seus mais cegos dogmas, afinal, ele não era digno de ser amado.

Prestes a protestar, Alek é surpreendido novamente, com lábios selados com os do outro. Só poderia se tratar de um delírio. Mal era capaz de olha fixo em seu rosto sem pensar que estava prestes a dissociar. Boa parte de seu passado estava em branco na memória, mas aquela era uma noite que precisava ser guardada a todos os custos. Diante da invasão do rapaz de olhos azuis em sua camisa, não enxergava mais uma ameaça. Talvez Circe ou Afrodite ouviram suas preces.

— Eu... gostei... — Admitiu com uma pausa curta seguida de suspiro. — Me promete que posso ficar sempre com você? — Com os movimentos dos braços um pouco restritos pelo abraço de Sebastian, manteve-se um pouco encolhido e embasbacado com seus modos invasivos. Para ele, essa pergunta era até mais ousada do que a que tinha o deixado tão alerta. "Que ódio. Eu estou demonstrando emoções", pensaria ele.

Sentiu que sua mão direita tocou em algo que não devia enquanto tentava identificar a cintura do garoto, uma falha crítica com centímetros de distância. — Sinto muito. — abaixou a cabeça em suspiro. — Só me prometa que não vou te causar problemas. Pelo menos não tão grandes quan... Deixa pra lá. — Abriu outro sorriso, rindo de desespero com a falta de jeito do próprio.
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Re: Sala de Jantar

Mensagem por Sebastian V. Woljöden em Ter 17 Jul 2018 - 21:55

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A receptividade, ainda que resignada, de Aleksander fê-lo libertar seus ânimos. Era deveras simples perder-se naqueles olhos plácidos, que pareciam sugá-lo ao íntimo de outrem, revelando caminhos secretos que acessavam a alma. A proximidade, a atmosfera eletrizante como uma tempestade particular existente no ar entre aqueles dois corpos, a luxúria; fatores que impulsionavam o rapaz de Afrodite nas investidas.

A vermelhidão que apoderou-se das bochechas fora momentânea, acompanhada de um soerguer da sobrancelha esquerda, amparando a face do menor na palma cálida de sua mão. — Não se preocupe com isso, Aleksander. — murmurou, dando um selinho desavisado nos lábios sedutores perante sua visão. — Você ainda vai me fazer gemer bastante, se essa for a sua vontade. Contudo, não é o momento.

O britânico suspirou. Algo no jeito recluso o fazia encantar-se, como se esperasse desbravar Alek, conhecê-lo aos poucos, descobrir seus mistérios. Ah, sensualmente misterioso. A forma como as íris percorriam qualquer ambiente, ou como portava o corpo helenístico, a maneira como os lábios róseos com delineado perfeito moviam-se quando articulava uma frase — os mais simples fatores faziam dele mais feiticeiro do que já era, assimilado à beleza indescritível por parte do Vettra. Estonteante, mas nem mesmo essa palavra adequa-se ao Kierkegaard.

Apenas não há palavras.

— Que pergunta, Alek! É claro que pode ficar sempre comigo. Se dependesse de mim, eu ocuparia metade da sua cama. — abriu um sorriso, o qual antecedeu o cheiro carinhoso na pele perfumada do bruxo. Quando o toque do mesmo instigou-o em um território perigoso, o sorriso envergonhado fora inevitável. — Pode deixar a mão aí, finjo que não estou vendo.

Beijou-o na bochecha, deixando estalar aquele contato propositalmente, carinhoso como sempre. Acariciou as melenas negras daqueles cabelos macios como a mais pura seda, antes de puxar a cadeira ao lado e sentar. — Vem cá. — chamou, manhoso como sempre, puxando o parceiro para o seu colo, dando duas palmadas leves na própria coxa para sinalizar onde queria que ele sentasse. — Você não vai me causar problemas, Aleksander. Talvez eu cause... É que eu não me controlo perto de você, fico com uma vontade surreal de te beijar.




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Re: Sala de Jantar

Mensagem por Aleksander S. Kierkegaard em Ter 24 Jul 2018 - 2:13

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"Thou cannot hast peace withoute a war"
[...]
Algo mais além de seu coração pulsava em seu corpo latente. Não conseguia concentrar sua mente em outra coisa mais senão a visão divina do turvo sonho lúcido que a sorte havia lhe contemplado. Se tinha uma forma de comparar como se sentia, seria recebendo o toque de sua foice, veneno e camomila. O filho de Afrodite não precisava recorrer a qualquer artifício para enebriá-lo daquela maneira.

Talvez fosse idealista demais por fazê-lo. Kierkegaard não gostava racionalmente disso, entretanto, seu peito clamava por um pouco mais desse melodrama. Ainda que a inquietação permanecesse ali, Alek estava decidido a abaixar um pouco a guarda para a chance do amor. Quiçá não seria problema interpretar advogado do diabo se seus olhos fossem azuis como o de Vettra.

— O jantar estava ótimo e tudo. Não tenho do que reclamar, perfeito novamente... Mas... sinceramente, não posso perder a cabeça agora. — Sorriu, tratando de subir a mão direita para sua cintura, pressionando uma zona de tensão muscular do rapaz. — Quem sabe a gente possa até ver um filme depois e... — A fala do garoto alongou, enquanto Sebastian retirava-se de sua posição atual.

Puxando uma cadeira próxima, o inglês deu outra prova que era possível ser um desgraçado fofo e adoravelmente charmoso ao mesmo tempo. Em seu rosto permaneceu uma cara de bobo, ainda batalhando sem pressa contra a ansiedade. Seus beijos surpresa ainda deixavam-no sem jeito. Não se recordava da última vez que sentiu algo tão terno assim, se é que já havia acontecido. Inferno.... Essa já era uma guerra perdida para Alek.

— Por favor, Sebastian. Se você acha que eu vou me render a você porque é gentil, alto, carinhoso e tem uma barba que me deixa excitado de todas as formas possíveis, acho melhor pensar de novo porque está completamente certo. — Preparou com grande fôlego uma respirada inteira para um falso sermão. Próximo de seu fim, levantou-se de seu assento a estalar suas falanges.

No fundo, preocupava-se se isso havia o deixado para baixo por algum momento, algo de se questionar, mesmo diante do ego dos filhos de Afrodite. Mesmo assim, vagaroso, Alek se aproximou e levou a mão esquerda para perto do pescoço do companheiro, sem pressioná-la, paulatinamente subindo à parte mais "meridional" da mandíbula. — Eu gosto de você. E quero fazer você se arrepender por isso. — Enfim pondo-se a sentar, talvez tomando mais espaço que Sebastian imaginava inicialmente.

Sentado em seu colo, de frente para sua face, afrouxou um pouco, espanando a parte traseira de sua cabeça em sinal de timidez (quase um surto de puritanismo). Estando praticamente colado com o outro, hesitou diante de sua confiança. — E então... o que mais planejou?
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Re: Sala de Jantar

Mensagem por Sebastian V. Woljöden em Qui 26 Jul 2018 - 19:28

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Respirou fundo quando a coxa grossa sustentou o corpo cuidadoso de outrem, sedutor, que o fitava tão próximo que era praticamente impossível controlar as pulsações ali. Não as do coração. Envolveu-o com seus braços, deixando uma mão repousar sobre uma das nádegas fartas, as falanges iniciando um aperto voluptuoso naquela carne consistente. A mão livre acariciou a bochecha do estrangeiro com ternura, sentindo o deslizar tranquilo das costas dos dígitos por aquela pele macia e imaculada.

— Podemos assistir filmes, claro. — assentiu, falando em sussurros suaves em detrimento daquela proximidade. Beijou por repetidas vezes o pescoço perfumado do companheiro, os lábios rosados desbravando a epiderme sensível, veludosa. — Tem uma cama espaçosa lá em cima, uma banheira confortável, uma jockstrap. — sorriu.

Com naturalidade, afastou a mão outrora cheia de carinho de Aleksander, deixando de acariciar sua face para mergulhar a ponta do indicador na taça de vinho sobre a mesa. Ao trazê-lo, passou a digital sobre o lábio inferior do moreno, adicionando naquela anatomia uma nova camada adocicada e rubra. Mordeu-o brevemente, antes de beijá-lo com avidez.

— Agora que estamos juntos... — avaliou a situação com um sorriso. — Posso me considerar seu namorado, ou tenho que provar outras qualidades? Mais um pouco e você pode sentar em cima de uma delas...

O controle de Sebastian perante aquela beldade em seu colo era quase nulo. O olhar celestial com o qual Aleksander o contemplava o deixava absorto — como se nada houvesse além daqueles belíssimos olhos, puros como Deus.

— Eu posso te fazer uma massagem, o que acha? — mordeu a orelha do parceiro carinhosamente, a voz grave e rouca soando próxima ao seu ouvido. — Também gosto de você. Muito mesmo. E não vou me arrepender.




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