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[RP] Sasha Ivanovna

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[RP] Sasha Ivanovna

Mensagem por Sasha Ivanovna em Dom 12 Ago 2018 - 14:20

—Defender of Humanity
Nascida em Londres e criada por druidas que viviam nas próximidades, Sasha é descendente de uma antiga linhagem celta ou pelo menos sua parte não divina é. Filha de William Ivanovna com a deusa da magia, o homem via o bebe como uma recompensa a sua devoção a verdadeira cultura e sua fé na Velha Religião. Todavia jamais poderia ver o que sua filha viria a se tornar quando mais velha. Um trágico acidente de carro acabara roubando-lhe a vida e a jovem semideusa foi criada por seus avós em um apartamento ainda na capital inglesa. Com a busca por augúrios comum entre os praticantes da Velha Religião, os avós da criança buscaram um sacerdote dos deuses antigos para saber o que aguardava a criança. Aquela noite de primavera nunca sairia da mente dos dois.

“Uma criança marcada pela magia, posso sentir”, disse o druida que os recebera, “quem sabe as maravilhas que poderá fazer...”. Por trás da declaração do toque da magia, percebido inicialmente por alguém contanto sangue divino quanto a garota, havia também uma antiga marca que os druidas costumavam procurar. Aquela cor exótica nos olhos, com aquele azul elétrico e incomum as pessoas comuns. Em algumas culturas e civilizações, era sinal que uma criança fora escolhida pelos deuses. Não era o mais comum entre os celtas, mas ainda havia aqueles que acreditavam que cores exóticas era um sinal dos deuses para marcar aqueles que queriam consigo em seus cultos.

Foi um começo para uma vida dedicada aos deuses e a fé, uma vida dedicada aos ensinamentos dos druidas. Uma vida tão dedicada aos deuses e a natureza quanto possível, com uma dura hierarquia e uma estruturação maior do que aquela que os de fora achavam existir ali. Uma aprendiza tinha seu prestigio, é claro, mas ainda estava abaixo dos iniciados e dos druidas de verdade. Desde muito pequena, aprendera a tomar para si apenas o que de fato precisava e a respeitar a natureza.

A principal lição que aprendera junto com aqueles mortais? A natureza era poderosa e soberana, presente em tantas coisas, e os deuses ligados aos aspectos da natureza recrutavam aqueles sábios como seus campeões. Druidas eram sacerdotes quase primitivos, ainda que na cultura celta tivessem um papel fundamental como poetas, juízes e curandeiros, quase sempre reclusos e misteriosos que dominavam e entendiam os mais primordiais aspectos do mundo. Sábio e poderosos, os druidas são os guardiões dos mistérios que a civilização ignora e agora mais do que nunca eram fundamentais para manter a velha religião viva.

Mas havia outras coisas a aprender e os exemplos mais claros eram a realização de rituais e festas de passagem de estações, os costumes antigos, as regras que o povo céltico ainda mantinha... E em meio aquela loucura toda jovem começava aos poucos a testemunhar fatos exóticos, como pequenas coisas levitando quando ela pesou em que algo podia voar para a mão dela, luzes e objetos mudando de cor, pequenas luzinhas surgindo e apagando... Era assustador e ao mesmo tempo encantador e quando a jovem contara ao druida responsável por seu treinamento ele apenas sorrira e dissera para aguardar em seu quarto que logo iriam conversar sobre aquilo. Quando chegou ao guardo instruiu-a a arrumar suas coisas enquanto conversavam, pois o arquidruida havia os liberado por alguns dias para algo importante.

Se não houvesse visto pessoalmente todos aqueles sinais e já acreditasse na existência de deuses, ainda que ser filha de um fosse estranho para ela, não teria aceitado de tão boa vontade viajar para os Estados Unidos da América para conhecer o Acampamento e receber outro tipo de treinamento. Mas, durante a viagem, percebera que fazia mais sentido do que gostaria. Druidas-Filid eram ditos muitas vezes como filhos do cosmo, então tinha alguma lógica que ela tivesse sangue divino correndo em suas veias. Era por isso que se encaixara tão bem naquela função e porque não foi difícil achar para ela um lugar, no fim das contas. Mas não achava que se acostumar a um novo estilo de vida que com certeza viria com mudança em seu lar.

Quando chegara ao Acampamento e fora apresentada a Quíron, a calma e aparente passividade em seu olhar não denunciavam o quão ansiosa e assustada estava. Ouvia com atenção o que o centauro falava, tomando tantas notas mentais quanto podia e assentindo com a cabeça quando adequado. Sua reclamação, como o de costume, ocorrera na fogueira do Acampamento. Hécate, a deusa da magia, lhe assumira como filha. Era um sinal? Quem sabe... Diziam que as antigas sacerdotisas eram dotadas de magia, o que explicava sua ligação com aquela deusa, e também poderia ser por isso os truques estranhos. Agradecendo a mãe por não abandonara, saíra do chalé de Hermes semanas após chegar ao Acampamento e agora podia morar junto de seus irmãos em seu chalé.




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