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[RPF] Treino Mensal/Janeiro de 2017 - Melinoe, Macária, Phobos, Deimos, Nêmesis, Hipnos

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[RPF] Treino Mensal/Janeiro de 2017 - Melinoe, Macária, Phobos, Deimos, Nêmesis, Hipnos

Mensagem por Alasca Moon em Dom 8 Jan 2017 - 13:15




Era dia de treino. Treino coletivo e há algumas semanas Alasca já arquitetava o que faria. Já falara com Melinoe que concordara de bom grado com seu plano, e um dia antes ela avisou a todos os semideuses dos chalés que ficara responsável que deveriam comparecer à arena no dia seguinte uma hora após o almoço

&

Na hora combinada, um a um os semideuses foram aparecendo e Alasca observava cada um com uma expressão indecifrável no rosto. Quando a arena já parecia cheia o suficiente, ela soltou um pigarro e tentou olhar os que se encontravam mais próximos dela nos olhos, e também procurou olhar nos olhos de seus irmãos.

Todos pareciam preparados, com exceção dos filhos de Hipnos que - alguns pelo menos - possuiam uma expressão sonolenta. — Hoje o treino de vocês será simples, — contou ela, os cabelos loiros voaram levemente sobre sua face — mas bem especial. — E se permitiu dar um leve sorriso, ainda tão misterioso quanto sua própria expressão. — Vocês ganharam hoje um fantasminha particular. — Seu sorriso aumentou. — Melinoe me concedeu velhos fantasmas de guerra, os mais fortes e poderosos guerreiros das guerras mais conhecidas da história. Vocês devem lutar contra eles, então façam bom proveitos de suas armas. — Disse, dando um passo em direção ao seu próprio público. — Porém, não os subestimem. São fantasmas, claro, mas lembrem-se do tipo de fantasmas que eles são.

Encaminhou-se para um ponto alto da arena, subindo uma escada até uma espécie de palco que se sustentava próximo ao teto. — Estarei aqui observando cada um de vocês. — Sua expressão se tornou séria mais uma vez. — Boa sorte mais uma vez.

Observações:
— Vocês tem até o dia 31/01 para realizarem suas postagens. Ou seja, é bastante tempo e não há desculpa, a menos nos casos de ausências previamente informadas no tópico específico para tal;

— As regras são simples. Vocês utilizam-se de poderes se assim puderem ou desejarem, e também da ajuda de mascotes, e armas;

— Os fantasmas surgem no ar, a partir do momento que o semideus se sente preparado. Cabe à vocês decidirem o momento;

— Os fantasmas não vão levitar, e podem sofrer danos de armas, mas sejam razoáveis: ainda são fantasmas, logo são intangíveis;

— A não postagem acarreta em punição, então fiquem cientes disso.
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nós que vivemos aqui, não somos mais do que fantasmas ou ligeiras sombras.
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Re: [RPF] Treino Mensal/Janeiro de 2017 - Melinoe, Macária, Phobos, Deimos, Nêmesis, Hipnos

Mensagem por Hylla K. Werstonem em Ter 10 Jan 2017 - 12:14


TREINO



Os olhos fitaram a imagem plena de sua forma nua após o banho, suas tão belas e lapidadas íris que pareciam diamantes reluzindo em contato com a luz que adentrava no recinto através da janela empoeirada, e percebia algumas finas gotículas a escorrerem pelas curvas bem delineadas, desde os longos cabelos até às pernas longas.

O cão infernal estava adormecido nos pés de sua cama juntamente com o filhote de grifo, enquanto ela descia o olhar para a alada criatura mística. Ainda teria de treiná-lo devidamente tal qual fizera com o cão das profundezas, mesmo que já desfrutasse de sua companhia haviam anos.

Porém, naquela tarde, a tarefa caberia a ela mesma.

Ela não estava exatamente nervosa, talvez a palavra “ansiosa” fosse mais adequada para o estado de espírito em que se encontrava. Não havia dormido bem na noite anterior, tampouco havia comparecido ao refeitório em conjunto aos seus irmãos do chalé dezoito. A priori ela queria simplesmente deitar-se e dormir naquela tarde; entretanto tinha um compromisso a ser cumprido com sua irmã mais velha, Alasca.

Teria de treinar naquela manhã. Que assim fosse.

Antes de sair do chalé seus olhos repousaram na caixinha de joias mágicas que, em sua maioria, transmutavam-se em armas. Pegou o anel e o livro de feitiços tendo em mente que o primeiro item se transformaria em um cetro caso houvesse necessidade – prendeu a fiel adaga que havia sido denominada como Absolett no cano da bota, massageou as costas da mão direita lembrando-se da existência de uma de suas principais armas, porém não sabia se o uso do açoite seria necessário. Com o grifo albino, que ainda era filhote, seguindo-a para fora, não demorou-se para dirigir-se à arena.


~*~


O sol, em contato com sua pele, parecia afastar o frio antes causado pelas sombras que assediavam a epiderme amendoada; e por um lado era bom, mesmo que sua mãe não fosse uma deusa diurna, os toques do astro-rei eram reconfortantes.

Ouviu com atenção tais palavras que haviam sido proferidas pela irmã, um sorriso a brincar nos lábios secos quando deu-se iniciada a tarefa. Entre tantos outros semideuses a Werstonem sentia-se deslocada naquele meio, algo que era incomum de acontecer. Nos últimos dias havia dedicado o corpo e a mente aos ensinamentos de sua mentora, mas era vital lembrar-se que ainda era uma guerreira grega. As botas que quase afundavam na terra batida eram propícias ao terreno em questão, e a presença de Mantarys poderia desconcentrá-la. Sendo assim ordenou o afastamento do mascote, visto que precisaria fazer aquilo sozinha.

Ouvir a menção ao nome de sua progenitora fê-la cerrar os punhos. Talvez a raiva instalada em seu corpo fosse fruto da péssima convivência com a mãe, haja visto que a jovem Werstonem tinha todos os motivos para odiá-la. Seus subordinados remetiam à esfera de poder da própria semideusa, e aqueles espectros prometiam uma diversão a mais para ela. Hylla apoderou-se no momento seguinte de Absolett, a adaga cujo poder era ferir almas, visando um melhor desempenho contra os fantasmas invocados. Em um pensamento o anel em seu dedo esquerdo brilhou, expandindo-se em um círculo largo e claro até ganhar forma e consistência como pura matéria: um escudo de ouro branco com propriedades igualmente mágicas.

Conhecedora de suas armas e de tantas técnicas de combate Hylla sabia as vantagens e desvantagens do uso de uma adaga contra o oponente – com um alcance menor e restrito seria viável a aproximação excessiva. Entretanto valia lembrar que a nobre lâmina podia achar mínimos de falhas em armaduras, além de ter um manuseio leve e rápido do qual ela própria era perita. Detentora de uma gama de magias e feitiços destrutivos, decidiu que o uso de suas habilidades como feiticeira seriam usadas em último caso, talvez se fosse subjugada. Duvidada daquilo, e após suspirar, pedindo proteção para sua deusa protetora, abriu os olhos após fechá-los por um período breve em que fez as preces.

O combate fora deflagrado assim que deu um movimento leve, pronta, separando os pés a fim de ganhar maior base durante a atuação de seus ataques. Direita, esquerda e direita – havia sido essa a sequência inicial de golpes rápidos e ágeis desferidos por ela mirando na altura do peitoral do adversário. A ação esperada do êmulo fora recuar para longe do alcance de sua lâmina enquanto os dedos magros apertavam-se contra o cabo revestido. Primeiramente analisou-o; semelhante a um guerreiro espartano, munido tanto de espada, adaga e escudo quanto de uma lança característica aos antigos guerreiros em questão. Os lábios do tal eram roxos, e como todo fantasma, emanava uma aura de melancolia quase apreciada por ela.

Teria de matá-lo uma segunda vez.

Ergueu Nexus quando sentiu a ponta da lança encaminhando-se para ela, de forma que a superfície levemente côncava de seu item fez o metal antigo da arma de outrem deslizar pela superfície clara e reluzente do ouro branco, enquanto ela mesma movia o escudo contra ele. Primeiramente perguntou a si mesma se aquele ataque seria falho ou não, visto que os fantasmas tinham a peculiar habilidade de atravessar coisas sólidas. Entretanto, notando a abrangência do escudo, percebeu que pelo menos poderia afastá-lo com o golpe. Assim o fez.

Para sua surpresa conseguiu empurrá-lo para trás, o impacto causado fazendo-o derrubar a lança que outrora empunhava. Vendo-o sacar a espada percebeu que aquele combate tomaria novas proporções, de maneira que suas ações teriam que ser rápidas. Levou Absolett ao local anterior, para o cano da bota. Numa urgência de outra arma, a serpente que achava-se em sua mão pareceu movimentar-se em uma dança, deslizando para sua palma até modificar-se. No entanto o que antes era uma tatuagem agora modificara-se tomando novas proporções de armamento; com o açoite de três pontas ativado ela sentia uma nova queimação dentro de si própria.

Iria assumir a ofensiva.

Girou o açoite acima da cabeça não uma, mas três vezes, antes de arremessá-lo ao adversário. Deixou que a corrente se prolongasse enrolando-se no escudo do oponente, então elevou uma perna e pisou e cima da corrente de modo que criou um puxão poderoso – assim pôde facilmente retirar o escudo alheio, abrindo uma brecha maior para qualquer ataque seu.

Recolheu o açoite para si mesma, agora os movimentos mais rápidos aflorando durante o duelo. Lançou seu ataque contra ele, deixando que o açoite seguisse um curso único e vertical para baixo, e quando o atingiu criou um trio de lanhos que irradiavam um brilho arroxeado. Guardou a arma, de modo que seu anel de serpente assumiu a forma de um cetro mágico. Pegou o grimório, de modo que as páginas se abriram automaticamente em um encanto.

Estava na hora de finalizar aquilo de uma vez por todas.

Ao redor do inimigo o ar parecia reluzir. Reuniu sua própria energia antes de liberá-la numa rajada negra; longas línguas escuras de fogo se alastraram, todas controladas pela menina, rodeando o espectro antes de incinerar o mesmo. Ainda sendo um ser etéreo ela sabia que aquele ataque especial proporcionava ferimentos graves, e logo estava ativando o açoite novamente. Com um único ataque, dissipou-o.

Recolheu suas armas. Ainda tinha o dever de arrumar o chalé.


Armas:

• Adaga de Bronze Celestial

» ► Ghost Wishp - Um açoite totalmente negro com três pontas. Cada ponta contém uma cabeça de morcego feitas de ferro estígio. O Açoite pode se esticar a quantos metros o seu dono quiser. Ele também pode prender no seu oponente e sugar pedaços da alma dele, o deixando mais lento e morrendo aos poucos. A cada sucção da alma, o açoite fica mais forte. Se transforma em uma tatuagem em forma de serpente nas costas da mão, e quando ativada fica presa ao pulso do seu portador.

» ► Nexus - Feito de platina, banhado em ouro branco, o escudo ajuda a prole a defender-se de ataques mágicos ou de fantasmas, o desenho de um fantasma desaparece e deixa a prole de Melinoe invisível, transmuta-se em um anel com um diamante.

» ► Absolett - Adaga feita de titânio, banhada a ouro branco, encrustada com diamantes, absorve a alma de monstros temporariamente (1h), não fere profundamente o corpo, mas sim a alma.

Cetro mágico: Esse cetro é a fonte do seu poder, ou seja, nada de deixá-lo em casa. Cada cetro pode ser transformado em algo diferente. Vira um anel de serpente enrolada em seu dedo.

Livro de feitiços e poções.

Cartola, Chapéu Magico [Dica da tia Circe para quem entendeu a ironia: sejam espertos, não tirem coelhos da cartola e sim outras coisas]

Poderes e Feitiços:

Circe:

Magia Negra 2 [Nível 17]: Através da magia negra agora pode criar chamas de fogo negro que devastará qualquer coisa pela frente e também provocara graves ferimentos em quem for atingido. Essas chamas não vão se apagar até que toda a matéria ao seu alcance seja destruída. [Gasta 60 de Energia]

Melinoe – Passivos:


▪ Olhos Translúcidos: os olhos dos filhos de Melinoe oscilam entre o “normal” e o translúcido, por terem essa forte ligação com fantasmas.

▪ Perícia com Correntes e Açoites: Os filhos de Melinoe agora podem manusear essas armas com perfeição, como a foice.


She is free in her wildness, she is a wanderess, a drop of free water. 'Time' for her isn’t something to fight against. Her life flows clean, with passion, like fresh water.
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