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Mensagem por Hylla K. Werstonem em Sab 30 Mar 2019 - 22:32


Run




“Encontrem-me na arena”.

A urgência daquele recado parecia anteceder o próprio apocalipse, conforme as nuvens cinzentas e pesadas fechavam-se ao redor do vale onde se assenta o acampamento. Eram tenebrosas e carregadas, trocando umas com as outras raios azulados de eletricidade. Naquele clima perfeito — na eminência de uma poderosa tempestade — fora marcado um compromisso com os residentes de determinadas moradias no acampamento. Seis linhagens de semideuses haveriam de se preparar para o que viria e, a julgar pelo semblante que dominava o rosto da moça que organizara os fatos, aquilo seria interessante.

No ponto marcado, onde a grama das trilhas entre as árvores dava lugar ao chão de terra batida que ganhava o piso por muitos metros, eram aguardados todos os convocados. Expressões de confusão eram comuns em suas faces, afinal aquilo parecia um tanto atípico. Até mesmo a formulação da frase no bilhete tornara-se efêmera e vaga, todavia a mensagem fora transmitida com êxito. Estavam ali.

Era chegado o momento do treinamento.

Bem vindos, semideuses. Queria rememorar que nossas vidas são dádivas, lutar por elas é essencial. E com grandes tempestades imprevisíveis se aproximando constantemente, estarmos cem por cento em alerta significa a linha tênue entre perecer ou sobreviver. Hoje, quero que me mostrem seu afinco pelas suas vidas e pelos seus próprios corpos. Muitos de nós fugíamos no mundo mortal, sempre na mira de nossos inimigos. Então, relembrarão as raízes.

Naquele instante, um portal se abriu. Obscuro como um buraco negro, feito de poeira preta e grossa feito tinta, numa espiral hipnótica como a Via Láctea. Dali, saíram os primeiros monstros rosnando, as presas expostas e os olhos vermelhos reluzentes ansiosos pela carne dos meio-sangues. Quando o portal se fechou e havia um número mais do que suficiente de cães infernais ali, a semideusa apontou para o extremo oposto da arena. Muitos metros além de todos eles, pequeninas bandeiras vermelhas estavam fincadas no chão de terra — uma equivalente a cada semideus.

Seu treino é simples: corram o mais rápido que conseguirem. Peguem uma bandeira do chão, sacudam-na. Os cães foram ordenados a não atacar aqueles que estejam com suas bandeiras em mãos! Ah, e cuidado com o percurso... Não vão querer cair em armadilhas escondidas, não é mesmo? — sorriu, balançando uma pequena bandeirola vermelha como aquelas que os semideuses deveriam pegar. Virou para a matilha de cães sedentos: — Ataquem!



RUN BITCH, RUN!:

• Oi, queridos. Sintetizando a proposta, vocês deverão correr pela arena em uma prova totalmente modificada. O que seria uma corrida comum virou uma corrida pela sua integridade física; os que não forem rápidos o suficiente vão voltar com sérios problemas. Enfim, seu objetivo é muito simples — correr até o outro lado da arena, perseguidos por uma matilha de cães infernais, e pegar uma bandeira vermelha. Simples, não? Ah, cuidado. Todo o percurso até lá está *lotado* de armadilhas. Desde pisos falsos até explosivos e minas terrestres, fogo grego e armadilhas de urso camufladas. Sejam criativos, evitem pelo menos três desses obstáculos diversos antes de alcançarem seus objetivos.

• Nesse treino, não usarão armas, tampouco terão ajuda de mascotes. Isso dependerá exclusivamente do seu esforço físico e da sua criatividade quanto ao texto. Quem postar, parabéns. Quem não postar, ficará sujeito às punições estipuladas pela staff. Sejam coerentes e cuidem da estética dos seus textos, isso vai pesar na hora da avaliação.

• 20 dias para a postagem. Ademais, sabem onde me encontrar (MP ou Chatbox!)

• Beijos e... Tentem não perder, sei lá, uma perna.




A witch ought never be frightened in the darkest forest because she should be sure in her soul that the most terrifying thing in the forest was her. ︽✵︽the fucking supreme

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Mensagem por Justine H. Beaumont em Dom 31 Mar 2019 - 15:07




Heroine

The show must go on.




.  
O início do mês sempre era conturbado no acampamento, era a época em que os monitores pegavam os semideuses de surpresa com treinos inusitados. Era óbvio que eram necessários: na vida real era totalmente preciso estar com os reflexos em dia, e, principalmente esperar que o pior pudesse acontecer. Mas também não dava para negar que se comprometer todo mês com um treino era demasiadamente cansativo. Tanto aos monitores quanto aos semideuses, que precisavam estar presentes ali. Se não estivessem? Bom, algo bem ruim aconteceria. Algo pior que a perca de privilégios. Isso era algo que Just não queria nem pensar. Hylla, sua irmã, deixou um bilhete ao lado de sua cama. E quando leu já sabia que não havia sido convidada para uma confraternização de irmãs, se bem que a ideia seria bem tentadora.

Ela suspirou e logo pegou suas armas indo em direção a arena. Viu alguns de seus irmãos também indo para lá, sabia que eles estavam indo para o mesmo desafio. Outros, porém, apenas leram o bilhete e deram de ombros, não se importando muito com o que aconteceria se não fossem. Just apenas suspirou e continuou sua caminhada. A morena aguardava no ponto onde a grama dava lugar a terra batida, seu semblante era impassível: não dava para ler o que estava pensando ou o que tinha em mente.


— Bem vindos, semideuses. Queria rememorar que nossas vidas são dádivas, lutar por elas é essencial. E com grandes tempestades imprevisíveis se aproximando constantemente, estarmos cem por cento em alerta significa a linha tênue entre perecer ou sobreviver. Hoje, quero que me mostrem seu afinco pelas suas vidas e pelos seus próprios corpos. Muitos de nós fugíamos no mundo mortal, sempre na mira de nossos inimigos. Então, relembrarão as raízes.

Foi só ela falar que um mau agouro se apoderou de Just, ela bem sabia que boa coisa não vinha dali. Engoliu em seco e decidiu que prestaria atenção no que a irmã iria falar em seguida.


— Seu treino é simples: corram o mais rápido que conseguirem. Peguem uma bandeira do chão, sacudam-na. Os cães foram ordenados a não atacar aqueles que estejam com suas bandeiras em mãos! Ah, e cuidado com o percurso... Não vão querer cair em armadilhas escondidas, não é mesmo?

Após o seu comando, a orda de cães infernais, vinda diretamente de um lugar muito distante no meio das galáxias, praticamente no universo de Star Wars, atacou. Armas? Nem pensar, Hylla havia deixado bem claro, e, por isso, Just foi obrigada a deixá-las na arquibancada da arena. Viu o primeiro cão se aproximando e uniu as mãos se concentrando para, ao menos, tentar jogá-lo para longe.

Merda!

Nada de poderes também. Aquela seria uma noite bem interessante. Suspirou e fechou os olhos, conseguindo ficar inteiramente invisível. Com um salto, se afastou do cão infernal e correu em direção às bandeiras. Sabia que a arena estava cheia de armadilhas, portanto, começou a olhar para o chão em busca delas, quando, de repente, ouviu uma explosão ao seu lado. Just se jogou no chão, rolando, para se proteger do fogo, o que, infelizmente, lhe deixou na linha de frente de outra armadilha. Várias correntes surgiram do chão e começaram a se enroscar em suas pernas. Porra, porra, porra!

Com as pernas amarras, Just olha para o mecanismo: composto de roldanas. Uma ideia, de repente, surge em sua mente.Ela, então, pega a corrente e enrosca nas roldanas, que, continuam a rodar. Conforme rodam, pressionam o metal e se rompem, liberando sua perna. Faz a mesma coisa do outro lado, e, a outra perna também acaba ficando livre. Sorri e se levanta, observando as bandeiras. As correntes jazem presas em seus tornozelos, sabia que aquilo a prejudicaria de alguma maneira, mas, o que mais poderia fazer?


Continuou correndo com as correntes penduradas, via, pela visão periférica, as armadilhas estourando e explodindo atrás de si, e, engolindo seco, tentou se focar no seu objetivo. Foi aí que um cão infernal saltou em sua frente, ficando no meio do seu caminho. Ela suspirou profundamente tentando manter a calma e a compostura, mas às vezes, só às vezes, realmente não dava. O cão babava uma gosma viscosa e mostrava suas presas amareladas. Justine estava sem nenhuma arma, sem nenhum poder, sem energia e sem graça para aquela piada de mau gosto. Só não descontava tudo em Hylla porque, com um espirro, ela seria desintegrada igual o homem aranha. Engoliu em seco e tentou recuar, deveria ter uma outra forma de fugir… Mas o cão foi mais rápido e correu em sua direção. Como num reflexo rápido, e, não tendo muito o que fazer, Justine saltou para as costas do cão infernal, parecendo uma garota montada num touro mecânico, porém, canino e vivo. O monstro se sacudiu para um lado e para o outro, tentando derrubá-la. Ela se segurou de forma firme em sua couraça grossa, mas, já sabia que não aguentaria por muito tempo ficar ali, naquela situação.

Foi então que ela se lembrou das correntes em seus tornozelos e uma ideia meio maluca passou por sua mente. Virou-se de forma rápida nas costas do cão e ficou bem próxima ao seu pescoço, ainda se segurando enquanto o cão saltitava pela arena ativando diversas armadilhas atrás de si. Fechou os olhos, contou até três e pegou a corrente de seu tornozelo, passando-o através do pescoço do cão em uma mistura de mata leão e enforcador.

Como esperado, o cão começou a saltitar mais ainda e a fazer movimentos mais bruscos, tentando se livrar da garota que estava em suas costa. Justine teve de se segurar com todas as suas forças para não ser arremessada, porém, sentiu que, aos poucos, o cão começava a perder suas forças, saltar mais devagar e sacolejar menos. Ele começou a cambalear, e, por fim, cair pesadamente no chão, sem fôlego. Suspirando aliviada, a prole de Melinoe saltou de suas costas e continuou indo em direção da bandeira.

Mas, então, quando achou que fosse conseguir, pisou em falso num ladrilho que afundou, ativando mais uma armadilha. Da floresta, próxima a arena, começaram a surgir projéteis, todos na direção de Just. Ela se abaixou, desviou e continuou a correr enquanto eles ainda a perseguiam. Porra!

Um dos dardos atingiu o braço dela de raspão, fazendo com que um filete de sangue escorresse dali, mas, por sorte, pareceram diminuir a intensidade, ou seja, uma quantidade limitada. Ela suspirou aliviada e continuou correndo. Foi então que a merda aconteceu: pisou em uma mina. A princípio não foi nada, continuou correndo, mas, assim que tirou o pé de cima da bomba, ela explodiu, lançando-a para frente a toda velocidade.

Justine caiu em uma mistura disforme de cinzas e corpo mas conseguiu pegar a bandeira e terminar o treino. Observou os danos: sua pele estava queimada, suas roupas em frangalhos e seu braço estava dormente, porém, viva. Cansada para um senhor caralho? Sim! Porém, viva. E era isso que importava.


PODERES:
▪️ Invisibilidade III: O filho de Melinoe pode tornar-se 100% invisível, podendo falhar. (Agora dura três rodadas)




You don't know me

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Mensagem por Terry Fabre em Dom 31 Mar 2019 - 20:20

so fast that sometimes you lose it


Sentiu o doce milkshake descer azedo em sua garganta quando recebeu o comunicado de que deveria se apressar para ir à arena.
Até o presente momento, então, Terry estava deitado em sua cama, aconchegado, com um dos braços sob a nuca servindo de apoio junto ao travesseiro e o outro erguido, com a palma da mão sustentando, ao mesmo tempo, a bebida doce e o comunicado em letras curvas e delicadas. Os olhos estavam fixos na frase. Eu voltei em um mau momento, não? O pensamento surgiu em sua cabeça assim que sentiu o frio percorrer a espinha. Teria, logo de cara, ter de fazer esforço em sua volta ao acampamento.
Desceu do segundo andar do beliche em um único salto. Pousando com os pés firmes ao chão de madeira, ajeitando a calça jeans e, junto, a vestimenta alaranjada cobrindo o tronco e que servia como uniforme do acampamento. O banheiro continha um grande espelho e ali Terry se arrumou. Ou fez o que deu para fazer, já que ao olhar pela pequena janela, notou que o tempo não estava dos melhores. Estampou um bico torto na face e aproveitou para pegar um segundo milkshake, após cruzar todo o quarto. Deu uma rápida conferida em seu visual e, para garantir que estava tudo bem junto, mexeu o anel em seu dedo anelar direito, assegurando de que portaria sua arma para qualquer que fosse o tão temido – pelo menos ouvira dizer algumas vezes – treino mensal.
Terry Fabre socou a mão esquerda para dentro de um dos bolsos da veste jeans. Tomou a bebida na outra, levou até os lábios e em passos despreocupados caminhou em direção à arena.

Trocar o semblante despreocupado por uma expressão de surpresa e incerteza foi um movimento tão automático que fez com que todo o resto das coordenações de Terry se atrapalhasse, inclusive o ato de sugar o conteúdo doce que passava pelo canudo e adocicava os lábios. Praticamente cuspiu a bebida de sua boca e limpou a boca rapidamente com o dorso de sua mão.
O local indicado estava até que bem preenchido por outros semideuses. Era impossível dizer quem era quem ou quem era filho de quem. Por passar tanto tempo fora, Terry não tinha capacidade alguma de reconhecer os outros. Só podia dizer algo a respeito de Hylla, a menina que estava à frente de todos os outros. E mesmo sobre ela tinha pouco ou quase nada a comentar.
Hylla Werstonem fez grande anunciação. Em silencio Terry, ainda tomando da bebida, prestava atenção em cada frase e, claro, na ação da garota ao, repentinamente, trazer aquelas malditas bestas para o campo. Ora, aquilo não era algo bom. Ficou ainda pior quando soube que não poderia usar sua arma. Logo, tudo aquilo resumia em...
CORRER!

Exercitar fisicamente nunca esteve em lista sobre prioridades, e no instante em que deu o primeiro impulso, deixando o resto de o doce cair ao chão e impondo velocidade nas pontas de ambos os pés, Terry teve a consciência de que seria melhor começar a mudar os hábitos.
Não tinha qualquer tempo para analisar quantos cães infernais ali havia. O treino estritamente consistia em correr, atravessar todo o lugar, esquivando-se das armadilhas e tendo que constantemente superar a própria velocidade para que conseguisse sair com vida. O que, primeiramente, parecia sair era o coração. E este não tinha certeza se rasgaria o peito ou pularia através da garganta.
De repente, em meio ao caos, sua mente encontrou um clarão de esperança. Era como se pudesse ouvir mais. Ver mais. Sentir mais. Não era sensível, mas era agudo. Terry não estava acostumado a algo assim, por isso, assustou-se quando, de repente, conseguiu de primeira instância uma flecha que passou raspando entre a parte externa de sua coxa esquerda, esquivando o corpo para a direita e seguindo em direção ao local onde se avistava as bandeiras.
E qual não foi o susto quando ouviu um latido alto próximo das orelhas, mesmo o animal não estando tão colado assim?
Essa confusão momentânea o deixou desnorteado. Terry tentou correr em linha reta. Não conseguiu. O caos junto aos outros corredores o impedia de seguir qualquer linha e, junto ao conflito de não acostumar-se com o aguço dos sentidos, o fez cortar por outro caminho. Levou a mão direita até a orelha de mesmo lado, fechou os olhos e, sem que percebesse, acabou pisando em um ladrilho falso. BOOM! Fogo serviu de adorno para o pé esquerdo de seu tênis.
Abençoada Macária — bradou Terry, entre os dentes, enquanto tentava correr com apenas um dos pés, erguendo o outro para começar a retirar o tênis. Quando conseguiu pensou em joga-lo para longe, entretanto, aproveitou que o cadarço ainda estava inteiro e o rodou para, então, arremessar contra a besta que vinha atrás. Não foi de lá grande efeito.

O desconforto atingiu a lateral de seu peito e respirar agora parecia algo doloroso a se fazer.
Terry continuou em busca da linha de chegada, mas o cansaço o afetava. Era como se de repente estivesse ainda mais longe do que de quando partiu. Teria alguma chance de sair dali vivo?
O pensamento tirou um riso irônico. Em um olhar rápido, aleatoriamente para um dos lados, conseguiu ver alguém fazendo uma montaria com a fera. Bem, aquilo era legal, mas não tinha agora chance alguma de conseguir montar em um cão infernal. Se pudesse, seria a última coisa a se fazer.
E no momento algo o agarrou pela barra da camisa laranja. Maldita camisa com o número duas vezes maior.
A garra saiu do chão por meio de um chão falso e o agarrou pela camisa, pegando a barra e interrompendo a passada. Terry sentiu o gole de ar fechar em sua garganta e os olhos claros, por um momento, viram um céu estrelado em sua mente. Precisou de determinada força para manter em pé. A meia exposta do tênis queimado já tinha por quase toda destruída. Sentiu a sola arder quando o forçou ao chão, flexionando os joelhos e brigando com a máquina para que mantivesse o corpo ainda em movimento.
E conseguiu.
Mesmo que sua blusa fosse completamente arrancada do corpo. E mesmo que o corpo fosse arremessado ao chão. A ação, pelo menos, serviu para que a besta passasse como um arpão por cima, ao tentar atacar de lado e, segundos depois, uma saraivada de flechas cruzasse acima.
A pele do torso exposta era uma mescla de terra, grama, sujeira, tatuagens e suor. Terry não teve sequer de pensar em o que faria a respeito. Só queria correr. Precisava correr.
Ao fundo, então, viu a primeira pessoa a chegar às bandeiras. Como Hylla havia dito os cães infernais realmente não atacaram. Faltava pouco. Não era bom dizer “quase nada”, mas mantinha em sua mente que faltava pouco. Mesmo assim, ainda tinha muito esforço.
Correu, e em algum momento, apenas avistando o campo à frente, sentiu um raspão tocar o calcanhar do pé que ainda continha o tênis. Tropeçou. E foi catando cavaco até determinado momento. Agora tinha um pé com meia, outro sem meia uma parte da calça rasgada até acima da coxa direita e outra ainda intacta.
Infelizmente não podia dizer o mesmo de seu corpo quando, por fim, alcançou a bandeira.
Terry só conseguiu pensar em dar um mergulho que o salvasse de tudo e todos. Flexionou os joelhos e tomou impulso nos pés, sentindo todo o corpo gritar em dor, mas conseguiu trazer ao corpo, ainda rolando, a bandeira vermelha. Não se levantou. Ficou ali, ao chão, jogado, arfando e arfando. Trouxe a bandeira até o peito e cobriu toda  a nudez de sua carne.
Santa... M-Macária — gemeu, enquanto misturava risos doloridos com golfadas que buscavam retomar o ar. — Nem eu sei o que aconteceu.

Poderes:
Sentidos aguçados - A maioria dos sentidos dos filhos de Macária são bastante aguçados, mas conseguem ser ampliados principalmente durante a esfera noturna.


still wanna be
CORRUPTED

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Mensagem por Aspen Birdy Allër em Ter 2 Abr 2019 - 9:45




Acredite se quiser, mas viver sem metade de uma perna é bem estranho. Digo, é um pouco desconcertante? Óbvio. Vocês não fazem ideia de como é difícil treinar com uma perna só, eu daria “treix dracmaix” para obter uma prótese nova, a que tinha recebido quando chegara foi estragada, ou melhor, destroçada por uma harpia. Os filhos de Hefesto se recusam a fazer uma nova por hora, dizem que não fui responsável suficiente com a criação deles então não devo ser digno de pena.

Como se eu estivesse vestindo uma roupa de ração de harpia no dia que fui atacado.

Pelo menos Hebe concedeu uma anulação da maldição de Hera enquanto estivesse dentro do acampamento. Será que ela não poderia fazer o mesmo pela minha perna?!

Estava tranquilo em minha cama, balançando a única perna que me resta de acordo com o ápice da estória da revista em quadrinhos, mas do nada a fala da Ravena mudou para “Encontrem-me na arena”. Eu nunca vou me acostumar com algumas coisas dentro deste acampamento, ou talvez esteja sendo muito hardcore, afinal estou me acostumando a ter apenas uma perna.

Levantei da cama e peguei uma muleta improvisada para andar até o acampamento. Será que Quíron aceitaria ser meu companheiro da hora do chá aos finais da tarde?!

Cheguei na arena observando alguns outros semideuses que já estavam lá. - É bem mais fácil quando se tem duas… - Falei baixinho, mas então minha atenção fora direcionada para Hylla que começava a falar naquele momento. Primeiro uma breve introdução dela sobre as nossas vidas e fiquei me questionando o porquê de não ter sido agraciado com a dádiva de ser um semideus no exato momento que olhei para baixo: Estava faltando uma perna. Depois ela nos contou o que de fato faríamos ali naquela tarde e minha garganta ficou seca. Levantei a mão e notei o olhar dela sobre mim. - Como eu faço para voltar a receber bullying na escola? As brincadeiras deles eram mais leves do que esta… - Franzi o cenho e notei um sorrisinho estranho na face da filha de Melinoe e então preferi ficar quieto e vestir minha roupa de sapo. Por quê? Porque eu teria que pular a arena toda que igual a um.

E é verdade que eu deveria ser um tanto quanto depressivo e ou ter alguns outros problemas sociais, mas os outros semideuses não eram tão malvados assim, alguns deles até são meus amigos.
Meu olhar voltou para os cães infernais e ri baixinho. - Eu tenho algum tipo de vantagem para preferencial?! - Questionei uma última vez antes que ouvir Hylla falar ataquem. É meus amigos, 0 privilégios.

Felizmente ser filho de Hebe tem suas vantagens, tendo uma juventude reforçada e uma força considerável, meus “pulos” junto com a ajuda da muleta improvisada até que ajudava ajudava a dar avanços maiores e nossa, eu ia alcançar a bandeira até ouvir uma explosão atrás de mim, fazendo-me perder o foco por um breve momento e não prestar atenção no percurso e quase caí quando o meu suporte, um pedaço de madeira fino, alocou-se em um piso falso e partiu ao meio. Ah, ótimo. Agora sim vou ter que ir pulando. Poderiam ao menos entregar um saco de batatas? Causaria uma aceitação visual maior.

Mas não era tempo de ficar pensando em gracinhas, estava muito, mas muito perto mesmo de ser alcançado por um dos cães. De imediato comecei a pular com pressa, focando a força na hora impulso para que os saltos fossem maiores, até que levei uma cabeçada de um dos cães, e porra, será que eles não sabiam que o lance da cabeçada era só um meme?! E o pior, agora estava pelos ares, uns dois metros acima do solo, pois o filho de um Hades havia me jogado em cima de uma mina. Eu nunca havia pensando que a falta de uma perna poderia fazer com que voasse um dia.

- Filho da puta… - Falei assim que caí de bunda no chão, sentindo uma dor irradiar, mas precisava levantar com rapidez ou a dor seria bem pior. A vantagem era que com a cabeçada e a mina, o cão infernal havia me jogado para mais perto das bandeiras. - Trouxa… - Sorri de canto e comecei a pular pela arena novamente, e por mais que minha aparência nesse momento fosse contraditória ao poder de minha mãe, havia alcançado a bandeira com êxito enquanto estava atirado no chão, sacudindo-na de maneira frenética de um lado para o outros com os braços após retirá-la do chão. - Eu falei da merda da vantagem preferencial, não falei? -
STEP BY STEP
some words;
with Minas, Cães, Bandeiras;
at ARENA;


Poderes:

Passivos:
♦️ Equilíbrio (lvl 2) - O filho (a) terá grande chance de dificilmente cair.

♦️ Juventude (lvl 3) - A pessoa fica enérgica e fortalecida.

♦️ Força (lvl 5) - Como sua mãe é a deusa da juventude, terá uma grande força, chegando ao dos filhos de Ares.

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Mensagem por Melinda Äderbatch em Qui 4 Abr 2019 - 9:31

Treino Mensal

Era engraçada a maneira que as pessoas socializam com as outras nos dias atuais. Sempre cheios de toques e sentimentos, se esqueciam plenamente do mistério que era capaz de tornar as coisas verdadeiramente interessantes... Bom, todos esqueciam, menos Hylla com seu bilhete discreto e instigante para a curiosidade alheia.

Melinda se encontrava sentada á mesa do chalé de Melinoe quando um pedaço de papel surgira no ar diante de seus olhos. O papel cortando em retângulo tinha tamanho suficiente para caber nas palmas das mãos da semideusa quando a mesma o agarrou como se estivesse matando mosquitos que lhe atazanavam.

Mas que droga é essa? – A morena resmungou apoiando os cotovelos sobre a mesa e o rosto sobre uma das mãos enquanto a livre segurava a folha e seus olhos analisavam seu conteúdo em letras roxas vivas. – O que essa garota quer agora?!

—Sua irmãzinha pretende te matar, querida – Melinda podia sentir o peso das mãos de Maduk envolta de seu pescoço e tinha certeza de que se o espírito pudesse, já teria a enforcado –Me deixe tomar conta disso...

Hylla não quer me matar, pois se ela realmente deseja isso, já teria o feito – A morena retrucou deixando a entidade irritada e com isso a afastando sem dar-lhe qualquer direito de ressalva ou nova tentativa.

A cria de Melinoe respirou aliviada passando uma das mãos sobre o próprio pescoço ao senti-lo livre novamente. Todas as vezes que a entidade “tocava” na jovem era como se uma corrente elétrica lhe atravessasse o corpo procurando qualquer brecha para escapar e se isso um dia viesse acontecer seria pior que Melinda morresse.
Mais uma vez sua respiração viera a ficar pesada enquanto os pensamentos lhe bagunçavam a mente novamente. Por instantes a jovem queria apenas deitar em sua cama e esquecer qualquer coisas, mas ,!aparentemente, agora teria um compromisso “supresa”.

Ela calçou os tênis e vestiu o blusão enquanto passava pela porta do chalé da deusa fantasma. Seus olhos miraram o céu carregado de nuvens prestes a explodir em raios e chuva –“Pelo amor de Zeus..." – Brevemente se questionou se deveria providenciar um guarda-chuva, porém, optou por seguir caminho apenas com o capuz para proteger-lhe dos pingos gelados que caíam lentamente vez e outra.
Melinda caminhou durante quinze minutos em passos lentos com a intenção de atravessar o acampamento sem ser percebida, sabia que a maioria dos outros semideuses viam os filhos de Melinoe com bons olhos e acreditava que quanto menos fosse vista por ai, maior era a chance de não ser incomodada por alguém vivo. Subitamente a moçoila parou ao lado da última árvore antes de colocar os pés na arena onde a terra ainda continuava seca mas em alguns minutos viraria pura lama com a chuva eminente.

Droga, eu devia ter calçado minhas botas... – Ela olhou para os tênis limpos e sentiu penas, mas por fim alcançou os semideus que ali ja haviam chegado e se permitiam encarar a feiticeira sem entender absolutamente nada.

O risinho irônico fora difícil de ser contido pela morena enquanto observava as expressões alheias. Sabia que cada um ali tinha seu próprio fantasma para lidar e que o chamado urgente e nada descritivo de Hylla havia deixado a maioria ali perturbado – “Isso vai ser divertido” – Melinda se endireitou cruzando os braços esperando as instruções da mais velha que se mantinha em sua plenitude a alguns metros de distância dos outros.
Silêncio. Todos os campistas convocados aparentemente já estavam ali reunidos e então a feiticeira decidira finalmente se pronunciar pela primeira vez ali. Sua voz era suave, porém carregada de poder e autoridade que uma líder nata deveria ter. As palavras escolhidas por Hylla eram sensatas e demasiadamente formais combinando plenamente com o próprio estilo da feiticeira.
Melinda mordeu os lábios quando escutara os diversos cochichos vindos dos demais semideuses. Aquele barulho lhe irritava ao ponto de trazer Maduk para suas costas novamente.

Vamos Melinda, vamos fazê-los ficarem quietos! Prometo que não vamos sentir nada – A risada egocêntrica da entidade tomou conta de sua cabeça e por um momento cogitou escuta-lo até que caíra em si.

Não se atreva seu desgr... – A filha de Melinoe interrompeu a frase no meio quando os olhos de alguns semideuses caíram sobre si – Sabem como é, as vozes me pediram por sangue... Prestem atenção naquela outra garota ou vocês vão alimentar a sede delas.

Sem pensar duas vezes os campistas que lhe encaravam recuaram deixado um espaço grande entre eles e Melinda – “Otimo” – A garota respirou fundo e estralou as juntas dos dedos causando-lhe um alívio sem igual enquanto a feiticeira de Circe dava a noticia real do que estavam fazendo ali. Talvez, ao final daquele dia, Melinda possivelmente não teria mais uma perna, um braço, um dedo...
Ela observava as feras que atravessaram o portal. Se tratava de um número grande o suficiente para destroçar todos os campistas ali presentes e se questionava se eles conseguiriam lidar com aquilo sem usar uma arma sequer.

Ei Hylla, e se pegarmos a bandeira e esses bichos não pararem? – A voz da cria de Melinoe se sobressaiu fazendo um questionamento que todos os presentes tinha vontade de dizer, porém, lhes faltava coragem. A mais velha apenas deu de ombros para com a pergunta de Melinda e prosseguiu com as últimas considerações antes dos “jogos começarem”.

A morena suspirou largando o soco inglês e a espada de lado para cumprir com a regra do desafio da irmã. Sabia que não poderia tentar lutar contra aqueles monstros por razões obvias de estar em minoria. Por um momento, Melinda quis ter ignorado totalmente o bilhete, mas já era tarde demais.
Os latidos e grunhidos dos cães se espalhavam por todos os lados, semideuses começavam a correr em disparada mirando as bandeirolas do outro lado do campo de prova como se mais nada fosse tão importante quanto aquele pedaço de tecido vermelho. Ela riu baixo e então se colocou a correr rumando o espaço onde os monstros eram em menor número enquanto fica parcialmente invisível deixando penas  os pés parcialmente visíveis –“Droga de invisibilidade parcial” – Melinda corria mais rápido do que estava acostumada enquanto se concentrava em manter a respiração controlada com a intenção de deixar à fadiga distante pelo menos no começo.

Alguns gritos eram escutados pela arena, explosões de minas e os latidos ainda mais altos quando a matilha conseguia atacar alguém. A filha de Melinoe subitamente parou ao escutar um pedido de ajuda vindo do seu lado direito. Fora um erro. No momento em que a moçoila viera a parar e se virar para encontrar quem lhe suplicara fora o suficiente para um dos cães saltar sobre si fazendo com que caísse a alguns metros com o monstro sobre si.
O monstro rosnava ferozmente enquanto tentava abocanhar a cabeça da garota que aos poucos voltava a ser visível a todos –“Maduk!” – Ela suplicara mentalmente pela ajuda da entidade que, diferente do que ela imaginava, não se manifestou por própria conta.

Me convide da forma correta, criança – Mais uma vez a entidade deixou sua risada ecoar pela cabeça da morena antes de se silenciar novamente.

Melinda estava em apuros. Caso concordasse em ceder seus corpo para manifestação de livre e espontânea vontade temia nunca mais poder assumir o controle, porém, caso não apelasse para isso, teria sua cabeça arrancada pelo monstro.
Ela tentou manter a mandíbula do animal o mais longe possível, mesmo que isso ocasionalmente ter os dedos mordidos vez ou outra até que uma ideia lhe veio em mente. Hylla havia informado com o campo estava cheio de armadilhas, portanto, a garota imagino que alguma deveria ser acionada próximo de onde se encontrava caída. encolhendo ad pernas e forçando os pés contra a barriga do monstro, Melinda o arremessou por cima de sua cabeça. Sorte era a palavra certa para definir o que acontecera naquele momento. Ao tocar o chão, um buraco de três metros de largura se abrira no chão levando o cão infernal ao seu fundo sem fim onde conseguia escutar seu grunhindo enquanto caia –“É, não foi dessa vez...”– A jovem respirou fundo apoiando as mãos no joelho antes de voltar a correr recuperando o fôlego e nesse meio tempo fora o suficiente para ver alguns campistas alcançarem suas bandeiras, entre eles uma irmã desconhecida e um garoto que aparentemente não tinha uma perna o que arrancara um riso da garota que balançara a cabeça correndo o mais rápido que poda no momento em que escutara os latidos em seu calço.
Ela não iria olhar pra trás, tinha certeza que desequilibraria caso assim fizesse. Sábia escolha fora a da semideusa, pois momentos depois pisara em falsa ativando mais uma das armadilhas da arena. De fronte de si era projetado do chão uma barreira de madeira de sua altura com um espaço vago pequeno por baixo que daria para se arrastar ou escorregar por ele. Ela mão poderia desviar, corria o risco de ativar outra armadilha ou tropeçar, portanto, optou por correr o mais rápido que conseguia e escorreu por debaixo do obstáculo quando lhe alcançou. Sucesso.

As roupas da morena estavam totalmente sujas, o tênis tinha terra mais por dentro do que por fora, mas pelo menos ainda estava inteira apesar dos dedos sangrando. Faltava pouco, ela podia escutar os latidos se afastando o que lhe sugeria que haviam escolhido outra vitima. Um sorriso lhe surgiu nos lábios, já conseguia ver bem a sua bandeira tremular no ar e então, enquanto corria em direção a ela, ergueu a mão apontando para mesma fazendo-a levitar lentamente soltando-se do chão -“Isso!”

Mais alguns metros ela chegaria inteira, mas por descuido mais uma armadilha fora ativada, do chão um obstáculo que aparentemente serviria para ser pulado acabou pôr arremessar a garota com se tivesse lhe dado um soco, felizmente a mesma voara para a frente ficando a alguns poucos centímetros da bandeira.
Melinda se arrastou e agarrou a bandeira balançando a mesma no ar enquanto mantinha a face encontro no chão arfando, Ela havia conseguido.

Não confie nas vozes, elas não são duas amigas



Poderes:

Invisibilidade II: O filho de Melinoe pode tornar-se 90% invisível, podendo falhar. (Agora dura duas rodadas)

Caminho Livre Inicial: Os fantasmas têm uma habilidade curiosa, a de ultrapassar coisas sólidas. Os filhos de Melinoe herdam esta habilidade também, podendo ultrapassar coisas não muito grossas. Mas cuidado, você pode ficar preso!

Telecinese Básica: São os fenômenos que os fantasmas provocam. Sendo proles da deusa dos fantasmas, herdam este poder. [ Podendo, agora, levantar coisas mais pesadas que 2 kg. Até 7kg.]


linda

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Mensagem por Xayah Lhothlan em Qui 4 Abr 2019 - 12:46

Treino Mensal


Xayah estava deitada no chalé de Quione, atualmente vazio. Muitos de seus irmãos já nem apareciam no Acampamento Meio Sangue, outros haviam partido sabe-se lá para onde e agora o lar dos filhos da ninfa das neves estava muito mais frio do que aparentava ser. Apesar de ter passado anos na caçada e ter saído da mesma com a autorização da deusa Ártemis, a vastaya se sentia culpada por abandonar quem lhe acolheu, mas ao mesmo tempo sabia que a deusa entendia suas urgências com relação àqueles que procurava.

Soltou um suspiro e virou o corpo para o lado, encolhendo-se em posição fetal e encarando o colar de penas que ganhara outrora de sua madrasta, antes da mesma desaparecer junto a todo seu clã. No ar, do nada, enquanto a vastaya estava caçando na floresta aos arredores de Ionia. Lembrava-se de ir até Noxus, afinal o exército do grande imperador havia passado por ali, segundo as fontes de lady Karma. Irelia havia dito que iria junto, mas a garota se recusou: ocultando suas orelhas púrpuras como seu cabelo (naquela época ela não via problemas em deixá-los dessa cor), Xayah infiltrou-se no império para obter respostas - e quase foi morta, por sinal.

No fim, Katarina Du Couteau a encontrou, ferida e sangrando, e em um ato misericordioso - ou é isso que eles dizem - o grande imperador Jerocho Swain pediu para que lhe curassem e enviassem de volta para Ionia. Misericórdia era o caralho.

Mordeu o lábio inferior ao lembrar-se disso: a dor do machado de Darius em suas costas, o olhar superior de Du Couteau e a clara provocação de Swain contra Irelia - a garota que havia arrancado o braço do homem, por sinal. Aquilo tudo havia sido demais para Xayah, e então ela resolveu sair de Runeterra em um barco que viria para o mundo desconhecido por ela: o mundo que está hoje. Rolou para o outro lado e soltou um suspiro, alisando sua capa feita de penas púrpuras. Ela era uma vastaya, uma filha de Ionia, e voltaria para lá quando o momento fosse necessário para derrubar o tirânico exército de Swain.

Noxus não seria vitoriosa na guerra.

Enquanto pensava a esmo, a menina não percebeu quando uma ninfa adentrou seu quarto e parou ao lado de sua cama, dando-se conta apenas quando ouviu um pigarrear envergonhado. Sentou-se rapidamente no susto, suavizando a expressão ao ver a face levemente ruborizada da ninfa. Ela trazia um papel em mãos, que foi rapidamente entregue para a prole da neve e, tão rápido quanto a menina verde surgiu ela sumiu pela porta.

Xayah ergueu uma sobrancelha e deu de ombros, agradecendo mentalmente à ninfa, e então leu o conteúdo.

Encontrem-me na arena.

Encontrar quem na arena? Lhothlan pensou em ignorar o bilhete e simplesmente voltar a dormir, mas suas íris logo ficaram amareladas pelo seu sangue vastaya que parecia pressentir um desafio. Bem, então por que não?

❆❆❆❆❆❆❆❆❆❆

Assim que pisou na arena a loira conseguiu adivinhar quem havia lhe chamado. Posando em uma aura imponente muito semelhante à de Zoey, uma grande amiga sua, aquela garota que estava à frente de todos ainda lhe era desconhecida, mas como logo ela começou a falar com propriedade, imaginou que fosse alguma monitora de chalé: haviam outros semideuses, filhos de outros deuses que não fossem sua "adorada" mãe. Aparentemente era a única filha de Quione por ali.

Ouviu as instruções atentamente, e então viu a moça abrir um portal e logo cães infernais apareceram. Ok, Xayah havia entendido o negócio: fugir de cães infernais sem cair nas armadilhas pela arena e pegar a bandeirinha. Fácil, simples e prático.

Só que não.

Havia aprendido muito em sobrevivência com a caçada, mas bem... Não precisaria tanto daquilo, afinal era apenas alguns metros até a bandeira. As íris amareladas vagaram pela arena, o cérebro processando uma rota segura para ir até seu destino final. E então foi dada a largada.

Com movimentos rápidos, a filha de Quione começou a correr como se sua vida dependesse daquilo - e por que não estava a fim de levar uma mordida de cão infernal. Viu quando um semideus pisou em uma mina terrestre e foi arremessado pelos ares, e então engoliu em seco. Não queria virar um passarinho voador, por mais que tivesse sangue de vastaya e fosse meio quimera por árvore sanguínea.

E, com esses pensamentos, ela pisou na primeira armadilha: chão falso. Sentiu o pé afundar pelo menos 50cm no chão antes de tropeçar e bater as canelas na borda. Aquilo doeu.

— Ai! — o gemido de dor que escapou por entre os lábios fartos fez com que ela se desse conta de muitas coisas. Obviamente, de todas as dores que já sentiu, aquela de longe foi a mais leve, mas mais leve não queria dizer menos doída. Se recompôs o mais rápido que conseguiu e então voltou a correr, saltando por cima de um montinho que havia à frente.

Não queria voar.

A linha de chegada estava perto, mas ao mesmo tempo longe. Olhou momentaneamente para trás antes de enroscar os pés em uma fina linha, jogando-se ao chão quando uma placa saiu do chão, erguida por dois cabos de madeira separados, e quase acertou-a na cara. Rolou por entre as madeiras e conseguiu, por um milagre, parar próxima a um montinho no chão. Um mina, talvez. Respirou fundo pelo nariz e soltou pela boca mas, antes que pudesse se levantar, ela sentiu uma fungada em seu pescoço.

— Ah pronto.

Um dos cães infernais daquela maluca estava em sua cola, o focinho próximo à sua cara. O animal abriu a boca para morder Xayah, mas a vastaya conseguiu ser mais rápida: utilizando-se de sua criocinese, ela tocou a ponta do nariz do cão e o fez congelar, criando uma fina camada de neve em volta da fuça do animal. Ele se afasta balançando a cabeça, e então a semideusa aproveita esse momento para colocar-se de pé e voltar a correr como nunca. Infelizmente, o animal continuou atrás de si.

E, felizmente, ela avistou as bandeirinhas vermelhas. Forçou suas pernas a irem mais rápido, cada vez mais rápido, e então se lançou ao chão, dando uma cambalhota e pegando uma das bandeiras, balançando-a diante do focinho daquele cachorro, um sorriso triunfante nos lábios. O animal soltou um rosnado, mas virou-se para ir embora logo em seguida.

— Bye, bye, totó. Não é hoje que essa passarinha vai virar comida de cachorro. — falou enquanto deixava as pernas fraquejarem e então se sentou. Fora um exercício nice. Talvez faça novamente.

Observações importantes:

1. A Xayah era caçadora. Por mais que ela tenha saído da caçada, o que ela aprendeu ela não vai desaprender, e o preparo físico é uma delas, o que explica o fato de ela não se sentir cansada;
2. Não quis me delongar no texto, afinal não vi necessidade para isso;
3. Usei apenas um poder dos filhos de Quione, que será colocado abaixo.

Acho que é isso, valeu ai q

Poder utilizado:
Criocinese iniciante. Ativo. Nível 5. Você pode congelar pequenas coisas e não consegue dar forma ao seu gelo. Se for congelar algo pode congelar apenas uma parte do corpo, como por exemplo, um braço ou uma perna. O gelo é quebrado depois de um tempo.

(C) Ross


The Young Vastaya
 Daughter of Quione × Hunter x The Rebel Xayah

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Mensagem por Hylla K. Werstonem em Sex 3 Maio 2019 - 11:09

TREINO FECHADO.
Obrigada aos que postaram. Avaliações em breve.


A witch ought never be frightened in the darkest forest because she should be sure in her soul that the most terrifying thing in the forest was her. ︽✵︽the fucking supreme

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Mensagem por Hylla K. Werstonem em Sex 3 Maio 2019 - 12:34


Run



Ao fim, a tempestade começara. Alguns conseguiram recuperar suas bandeiras enquanto outros prestariam de cuidados urgentes na enfermaria. A mandante do treinamento sorriu, caminhando àqueles que saíram vitoriosos da corrida. Parabenizou-os, abrindo um guarda-chuva antes de deixá-los.

AVALIAÇÃO GERAL


Obrigada aos que postaram, fiquei muito feliz em tê-los aqui! Primeiramente, vamos conversar sobre seu desempenho como um todo. Agradou-me bastante em inúmeros pontos como vocês usaram a situação criada para, até mesmo, arrancar humor de sua avaliadora. Funcionou muito bem, estou orgulhosa dos seus resultados. Infelizmente, o maior ponto negativo disso tudo foi a falta de coerência em algumas postagens e a subversão a alguns atributos do cenário, seja nas escolhas dos seus desafios ou a forma como lidaram com os quais. Assim, segue abaixo suas avaliações individuais. Mesmo com tudo isso, o resultado foi incrível.


DESTAQUE DO MÊS:

Terry! O comeback foi incrível, coeso com o personagem que você criou. Seu treino me encantou do início ao fim, nos quais os erros — se é que há erros, pois não os detectei — sequer interferem na leitura. Conciliou seu humor específico ao que foi proposto, realizando tudo com perfeição. Parabéns!

Ganhos: + 4 níveis, + 3000 dracmas e 40XP em Agilidade.

Perdas: - 10 EP.


Melinda:

Hey, Mel. O que comentar desse belo treino? Você, certamente, ganhou um destaque na postagem e deixou-me bastante satisfeita com seu trabalho. Sua narração simples, as agregações sensoriais da personagem, o ritmo do texto — tudo culminou para deixá-lo nos eixos.

Ganhos: + 4 níveis, + 2000 dracmas e 35XP em Agilidade.

Perdas: - 15 EP.

Xayah:

Moça, devo dizer que adorei sua narrativa. Mostrou-se leve, sem complicações na leitura e ações bem delimitadas — com detalhes comedidos — que propiciaram uma leitura clara, fácil de ser construída ao leitor. Continue assim!

Ganhos: + 4 níveis, + 2000 dracmas e 35XP em Agilidade.

Perdas: - 15 EP.

Aspen:

Então, Aspen, vamos conversar. Seu texto não foi ruim, eu gostei bastante da forma da sua narrativa e de como levou o desafio com um toque de humor, dada as características de seu personagem. Infelizmente, contudo, você pecou na coerência em um de seus desafios. Você caiu, reitero, totalmente sobre uma mina terrestre. Uma mina, Aspen. Uma mina terrestre. Eu pesquisei bastante para fazer essa avaliação e em nenhuma das minhas buscas sobre minas terrestres de guerra, não encontrei alguém que tenha sobrevivido ao contato direto com uma como foi o seu; os sobreviventes perderam quase todos os seus membros. Da forma como você caiu, eu deveria matá-lo. MAS, como esse não era o propósito do treino e graças ao bom texto que você criou (e também não sou permitida), não ocorrerá uma baixa.

Ganhos: + 1 nível, + 500 dracmas e 20XP em Agilidade.

Perdas: - 100 HP, - 100 EP.

Justine:

Então, Just. O que aconteceu? Você geralmente apresenta postagens que fazem sentido, têm um aspecto incrível, e não encontrei isso nesse treino. Pelo contrário, algumas de suas ações foram contestáveis e totalmente sem sentido: você foi pra cima do cão infernal, montou-o, sufocou-o... Muitas informações fora do que foi proposto, entende? Além do mais, você pisou em uma mina terrestre. Pisou, literalmente. A falta de coerência em você, basicamente, não ter morrido (ou perdido uma perna, como seria o normal) fê-la cair nesse mês.

Ganhos: + 1 nível, + 500 dracmas e 20XP em Agilidade.

Perdas: - 80 HP, - 80 EP.


• Atualizado por Eros.


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Mensagem por Zeus em Qui 8 Ago 2019 - 18:18


Avaliação

Hylla. K Werstonem
3 Níveis, 20XPzinhos em Agilidade.

Atualizado

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Treino Mensal - Abril 2019 [Melinoe, Éolo, Hebe, Quione, Hermes, Macária] Empty Re: Treino Mensal - Abril 2019 [Melinoe, Éolo, Hebe, Quione, Hermes, Macária]

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