Fóruns Irmãos
0 de 5
Créditos
» Skin obtida de Captain Knows Best criado por Neeve, graças às contribuições e tutoriais de Hardrock, Glintz e Asistencia Foroactivo.
» Com gráficos e modificações por Hades e Zeus.
Elite
0 de 9
Comum
0 de 33
Últimos assuntos
» Flood 4.0
Hoje à(s) 11:21 por Astera C. Morgenstern

» Pego - Namoro - Passo - Caso - Morre Diablo!
Sex 21 Jul 2017 - 11:26 por Hylla K. Werstonem

» Pedidos de Missões
Sex 21 Jul 2017 - 8:53 por Nyx

» Chalé dos Filhos de Hécate
Qui 20 Jul 2017 - 14:28 por Freya Magnum

» Cozinha do Apartamento
Qua 19 Jul 2017 - 18:25 por Isabelle Duchanne

» Reclamação Divina
Ter 18 Jul 2017 - 19:27 por Hécate

» Pra mim você é
Ter 18 Jul 2017 - 14:48 por Tay Branwell Carstairs

» Playlist qq
Seg 17 Jul 2017 - 22:06 por Ivy La Faye

» Templates, Sign e whatever
Seg 17 Jul 2017 - 18:24 por Zoey Montgomery

» O que faria se acordasse ao lado da pessoa acima?
Dom 16 Jul 2017 - 17:40 por Tay Branwell Carstairs


Reclamação Divina

Página 2 de 5 Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Dom 14 Jun 2015 - 13:40

Relembrando a primeira mensagem :


Reclamação Divina
Assim que chega ao Acampamento, a reclamação de um indefinido é feita em volta da fogueira, todas as noites. Quando o mesmo é reclamado, aparece-lhe sobre a cabeça um holograma - muitas vezes caracterizado com o símbolo divino de seu pai ou mãe-. Daí, ele é levado até o chalé respectivo e pode conhecer seus irmãos e irmãs, iniciando assim a sua vida de meio-sangue. Entretanto, nem todos são agraciados com um chalé só para si após à fogueira, podendo ficar indeterminado durante semanas, meses ou anos. Os Deuses possuem responsabilidades, afinal, e dependendo do tempo que demoram para cumpri-las, acabam esquecendo-se de certos indivíduos em sua numerosa prole.



Deuses disponíveis para fazer a ficha neste tópico:
Athena;
Deméter;
Dionísio;
Ares;
Afrodite;
Hécate;
Apolo;
Hefesto;
Hebe;
Lissa;
Hermes;
Íris;
Éolo;
Éris;
Macária;
Melinoe;
Quione;
Thanatos;
Phobos;
Deimos;
Selene;
Nêmesis;
Eros.


Para saber quem é o seu pai ou mãe basta preencher a ficha abaixo e esperar que um Deus atualize. Lembrando que para reclamação dos Três Grandes e Grupos Extras, há tópicos específicos!




Nome: Nome completo do personagem, sem abreviações.
Idade: Idade do personagem.
Deus(a) Escolhido(a): Especifique.
Porque quer ser reclamado por esse Deus:
História: mínimo de quinze linhas completas
Habilidades: (Conforme a lista daqui)
Presentes de reclamação: poste aqui os presentes que deseja ganhar de seu pai/mãe, juntamente com as descrições dos mesmos. Lembre-se de consultar o tópico aqui.




Última edição por Zeus em Dom 29 Maio 2016 - 23:40, editado 2 vez(es)
avatar
Deuses
$D :
19380

Idade :
21

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: Reclamação Divina

Mensagem por Ayah Al-Malik Yusuf em Sab 19 Mar 2016 - 14:16


Teste para filhos de Éris

Nome Completo: Ayah Al-Malik Yusuf
Idade: 17 anos
Deus(a) Escolhido(a): Éris

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Éris é uma Deusa bem interessante, gosto, principalmente, da hipótese de ela ter causado a guerra de Troia. Além do mais, vejo Ayah com uma personalidade provocativa, então a ser filha de tal Deusa se encaixaria perfeitamente na trama de Ayah, que sempre gostou de causar a discórdia.
História: Nasci em 24 de Dezembro de 2002 em Damasco, Síria. Era um período muito difícil. Meu pai, Sayyd Yusuf, era um militante pela Al-Qaeda e era um dos membros mais fervorosos, por isso odiava os EUA e tudo que lembra-se ser Americano. Ele nunca me contou sobre a minha mãe, apenas se limitava a dizer que era uma mulher muito bela, mas que desapareceu logo depois de meu nascimento. Aprendi a não fazer perguntas sobre ela.

No ano seguinte do meu nascimento, os EUA atacam o Iraque, e como meu pai era um dos lideres, apesar de não ser muito importante, ele liderou um grupo de militantes da Al-Qaeda para a guerra, para defender a nossa terra. Fiquei com minha avó, Nadja, uma senhora de 70 anos muito doce e pacifista, mas não desaprovava o filho. Ali passei três anos, e nesse tampo nunca vi meu pai, a não ser por fotos. As vezes ele ligava, mas eram raras a ocasiões. Quando fiz cinco anos, ele volta para casa, muito ferido e quase morto, pois uma bomba havia explodido ao seu lado. Ele nunca mais pode liderar um frente de batalha, ficou paralitico, o que para ele era uma vergonha.

A partir dali ele focou nos meus estudos, sonhava que eu fosse uma das primeiras mulheres a líder na Al-Qaeda, mesmo com vovó dizendo que era impossível. Ensinou-me inglês e desde cedo me ensinou o ódio, mas eu não odiava de verdade os EUA. Quando fiz 8 anos, ele se casou de novo. Aquilo me encheu de ciúmes, pois até aquele momento nunca tive que dividi-lo com mais ninguém. Minha madrasta não gostava de mim, dizia que não se sentia bem perto de mim, como se eu a fizesse ficar mal.

Um ano depois eles separaram, ou melhor meu pai deixou ela. Eles brigavam bastante, na maioria das vezes eu era o centro da discussão, algo que eu tinha feito e ela não tinha gostado ou o modo que ela se vestia e ele não gostava... O fato era que eles se odiavam tanto que não tinha mais como continuarem juntos. Então meu pai se casou mais duas vezes, e de novo não deu certo, era como se eu causa-se alguma intriga entre eles apesar de nunca fazer nada.

Foi nesta época que comecei a notar que algumas cobras e repteis se abrigavam no meu quarto. Quando minha avó descobria, sempre matava os animais à pauladas, mesmo comigo implorando para que não o fizesse.  Noticias vinham de todos os lados que os ocidentais estavam invadindo o oriente médio e aquilo fazia meu pai ficar agitado. Por volta desta época ele se casou novamente, só para se separar meses depois. Ele não era burro, sabia que tinha alguma coisa comigo que fazia com que ele e as esposas, esposas que eu sempre odiava, brigassem.

Foi quando eu fiz 13 anos que as coisas mudaram de vez. A Al-Qaeda já não era tão poderosa, agora outra facção islâmica se levantava. Havia boatos que estavam nos caçando, que os EUA estavam nos caçando, então nunca ficávamos muito tempo no mesmo lugar. Mas era inevitável... Era noite quando eles chegaram. Estávamos todos dormindo: Eu, meu pai, minha avó e minha tia, Lilith. De repente, a porta da frente se abre com um estrondo e nós nos levantamos de pressa, sem termos para onde correr, pois era um prédio de quatro andares e nós estávamos no quarto andar. Segundos depois os soldados americanos nos encontraram.

-Parados! Parados!- Gritou um deles apontando as armas. Eu estava tão assustada.

-Sayyd Yusuf!- Começou a dizer um homem alto de cabelos grisalhos. Seus olhos eram frios- Você está preso e condenado a morte pelo ato de terrorismo!- Ele olhou para o resto de nós- Sua família também será executada por ajuda-lo!

-Não!- Falou meu pai- Minha filha não, deixem ela ir! Ela nunca fez mal nenhum!- Seu sotaque ainda era mais evidente com a voz de choro.

-Ela é uma extremista que nem o pai! Deve pagar por isso!- Ele fez um gesto para os soldados- Homens, peguem todos, não vamos executa-los aqui!

Então eles ficaram parados, como se tivessem medo de fazerem o ordenado. O homem grisalho ficou irritado e começou a gritar que eles eram inúteis, gritou isso até eles se mexerem. Mas então duas cobras pularam do escuro e morderam dois deles, envenenando-os. Foi nesse meio tempo que minha tia me puxou para o banheiro, que tinha duas portas, e nós saímos na sala, que estava vazia.

-Para onde vamos!- Perguntei enquanto corríamos até o carro que estávamos usando.

-Precisamos sair daqui!-Então, depois de uma breve perseguição, nós saímos da cidade, do país e do oriente médio em si.

Semanas depois estávamos na Grécia. Nossas identidades falsas e nosso passaporte falso vieram bem a calhar. Minha tia falava que tínhamos que ir para a America, que tínhamos que entrar no país para não desconfiarem de nós. Mas não foi fácil, nossa aparência e nosso sotaque era evidente e todos eram muito cautelosos quando se tratava de Árabes. Eu agora me chamava Sophia Mahafara, filha de mãe Italiana e de pai Israelense, que ficaram para trás, pois não tinham dinheiro.

Depois de muitas e muitas horas na sala da imigração, eles nos deixaram entrar. Alugamos um quarto de hotel em Nova Iorque, em algum bairro meia boca que não me lembro o nome, mas o fato é que foi ali que tive uma das piores sensações de todas: A duvida de quem eu era e a sensação de está vivendo sendo enganada.

Minha tia me contou que meu pai tinha conhecido uma ocidental a muitos anos atrás, que ele logo ficou apaixonado por ela. Porém, depois da primeira noite juntos, ela simplesmente desapareceu, somente surgindo nove meses depois para me entregar. Ela ainda disse que minha mãe não estava sozinha. Uma águia pousou atrás dela e se transformou em um homem, esse homem insistia em separar eu e meu pai, que tudo aquilo tinha sido um grande erro, mas meu pai não aceitou, ele queria me criar, e ainda exigiu saber quem eram eles. E foi ai que ele soube: Minha mãe era uma Deusa grega, assim como o homem que queria nos separar. O homem fez questão de rir quando disse que o Deus islâmico, Judeu e cristão não existia, fazendo meu pai ficar muito irritado.

Atendes de irem embora, minha mãe disse que caso tivessem problemas, meu pai podia me deixar em um tipo de acampamento para crianças como eu, coisa que ele nunca fez e nem pretendia fazer. Porém minha tia achava que eu tinha que ir para esse tal acampamento, que as pessoas morriam de medo de mim e só não me contavam porque eu era a filha de um dos lideres de uma facção terrorista.

Eu me recusei a acreditar, era difícil de eu acreditar. Como você abandona algo que você cresceu acreditando? Como você aceita que o Deus que você tanto reverenciou e obedeceu na verdade é uma mentira? Eu fiz birra e teimei que não ia para esse tal acampamento, mas minha tia simplesmente me colocou no carro e seguiu para o lugar que estava escrito no papel.

...

O primeiro mês foi difícil, devo admitir, mesmo vendo tudo e todos ao meu redor, eu me recusava a abandonar minha religião. As pessoas me olhavam estanho naquela época, e eu tinha certeza que era por causa da minha nacionalidade, até puxei uma briga com duas garotas.

Foi somente com 17 anos que as coisas mudaram de vez pra mim. Eu já era aceita no acampamento, já tinha aceitado que os Deuses gregos eram reis e que eu era a filha de algum deles. Também foi nesta época que finalmente descobrir que minha mãe era Éris, a Deusa da discórdia, então descobri quem eu finalmente podia odiar.


Presentes de Reclamação:
× Pomo de Ouro - Um colar de ouro com um pingente de uma maçã. Quando retirado, o colar transforma-se em uma maçã de ouro celestial similar ao real Pomo de Ouro, e pode assumir a forma da arma que o semideus escolher. O Pomo transforma-se na primeira vez na arma escolhida, depois passa a sempre virar esta arma.
× Garras Envenenadas - Desativada é uma luva de couro negra, porém quando ativa transforma-se numa luva de ouro celestial com garras resistentes onde ficam as unhas, cujas possuem um veneno. O veneno não mata, porém causa grande dor no oponente e vai consumindo a HP deste no decorrer dos turnos.
× Chave Dimensional - Uma chave de ouro que pode abrir uma espécie de vórtice pequeno no ar, o qual serve para o semi-deus colocar objetos e armas, como uma bolsa ou armário portátil. O pequeno portal pode ser aberto em qualquer lugar no ar, além disso pode abrir qualquer fechadura na qual ela é colocada.
Let the Madness in.
avatar
Filhos de Éris
$D :
49520

Idade :
18

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Joseph Gebhardt em Sab 19 Mar 2016 - 23:59

Nome: Joseph Gebhardt
Idade: 18 anos
Deus(a) Escolhido(a): Dionísio, o gostoso do vinho.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Bem... Não sei ao certo. Eu acho que me identifiquei com ele, devido a bebida. Já tinha a ideia de fazer um personagem c* de cana e saber que tinha um deus que bebida e não ficava bêbado foi meio fascinante. Apesar de os poderes serem meio chatos.

História:

Antes de tudo quero deixar claro que eu sou nordestino. \O/

Família do Joseph
Sandrinha Burlovisc: Amante de papai e governanta da casa. Ela e painho acham que eu nunca percebi as trocas de olhares durante o jantar, o encontro dos dois no escrito na tarde de terça e quinta com desculpa de arrumar o lugar. O fato de quase sempre os dois ficarem sozinhos em casa. Eles se agarravam o tempo todo, uma safadeza só! Enfim, ele pelo menos tratava bem a mim e meus dois irmãos menores: Paola e Bernard, além de cuidar perfeitamente bem da casa. Ela também é uma ninfomaníaca e uma pedófila - sempre desconfiei nas noites que ela se oferecia para trocar minhas roupas e ficava acariciando meu corpo, mas eu não sou bobo não! Sempre cortei as investidas dela, não tinha idade para ficar de saliências com a empregada. Entre suas qualidades, descobri também através de fontes ocultas (telefone sem fio com o filho do vizinho) que ela já foi uma viciada e uma ladra, realmente uma mulher perigosa...

Alexys: minha mamãe híper-mega-ultraconservadora, ela faz de tudo pelo bem da família, até tolerar as sem-vergonhices de papai com Sandrinha. Ela bate em nós quase todos os dias, diz que quer ver os filhos dela em melhores universidade, não quer que a gente se torne um bando de vagabundo.  Quando meus irmãos tiram notas boas, ela dá sorvete, mas no meu caso eu sempre tiro notas baixas de proposito, assim ela bate em mim e esquece que meus irmãos também aprontam das deles. Eu amo meus irmãos e por isso sempre assumo a culpa quando eles fazem traquinagem, ou eles vão acabar apanhando até quase morrer. Pode parecer que não, mas eu sou duro na queda.
Mamãe nem sempre foi assim, soube que a muito tempo ela foi uma ex-top-model que estampara a marca Dior. Quando sua carreira entrou em declínio ela foi parar nas ruas e não tinha nem mesmo o que comer. A única solução foi casar com meu pai – um bonitão rico – para se sustentar. Fez logo um filho e deu um golpe do baú, eta mulher atrevida! Devido as dificuldades que ela enfrentou, ela acabou adquirindo sérios problemas mentais, ela bate em mim mas diz que é por amor.

Tom: meu papai, ele nasceu em uma família nobre e rica do estado de Ohio. Nunca teve dificuldade alguma na vida e é dono de uma das maiores indústrias de perfume. Quando tomamos banho juntos diversas vezes, eu percebi que ele tinha um volume anormal em suas partes de baixo e provavelmente foi isso – além do dinheiro – que dispertou o interesse de Sandrinha nele, a tarada sexual.  
Não sei muito sobre a vida de painho, ele nunca nos conta nada. Não tem nem mesmo fotos de quando era pequeno ou fotos de família, tudo parece bastante doloroso para ele. Por este motivo, decido sempre não perguntar mais nada.

Bernard: meu irmãozin mais novo. Eu cuido bem dele, é praticamente meu xodó. A gente se diverte junto e joga vídeo game – apesar de ele não gostar muito de coisa de menino -, o foco de Bernard é outro! Ele acha que eu num vi, com esses olhinhos que a terra há de comer. Quase todos os dias, quando Paola não está em casa. Ele entra escondido no quarto dela e se veste com os vestidos cor de rosa dela, além de passar o batom de mainha e dançar na frente do espelho. Eu mantenho isso em segredo, mas se eu paizinho descobrisse, ele matava o viadinho do Bernard.

Paola: minha irmãzinha mais fofa e arretada de todo o mundo! Ela é bastante fofa, as vezes bruta e malcomportada, mesmo assim - fofa. Ela tem uma coleção inteira de bonecas, mas não gosta de brincar com elas. Ela é igual ao Bernadinho, só um pouco diferente. É sapata! Gosta de brincar com coisas de homem e olha de forma estranha para outras meninas. Ela acha que eu não sei de nada, mas eu sempre vejo ela experimentando as roupas de Bernard quando ele sai de casa. Fora isso ela é uma santa.

Joseph Gebhardt: eu, o retardado da família. Sempre fico de olho em tudo o que acontece dentro de casa pra fofocar depois com os vizinho. Quando criança, fui adotado – não sei bem ao certo os detalhes disso – descobri revirando os documentos de mamãe em cima do guarda-roupa. Ela me pegou no flaga e eu fiquei uma semana sem sentar direito. Diferente de meus irmãos, eu tenho a mente mais aberta, em vez de gostar só de homem ou mulher, eu decidi gostar dos dois. Pois é, nois filhos é tudo gay e complicado, se painho descobrir isso vai acabar tendo um infarto e caindo durin no chão. “
--
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Diferente da maioria das crianças, minha infância foi bastante complicada. Sempre tentei ser uma criança decente, protetora dos mais fracos e os oprimidos, além de possuir um grande senso de justiça.
Dinheiro e fartura sempre me acompanharam. Era filho de uma das famílias mais ricas da cidade e mesmo assim sentia que faltava algo para adoçar minha vida. Na escola, era um dos mais inteligentes. Membro de diversos clubes de esportes e conseguia me destacar em todos, chamei até mesmo a atenção das melhores faculdades por causa disto.
Quando completei meus 18 anos, era um homem e tive o prazer de experimentar algo que nunca havia bebido antes, o vinho! Era algo simplesmente maravilhoso, não conseguia parar ou me controlar. Gastava todo meu dinheiro em bebida. Álcool era algo que não conseguia explicar para ninguém o sabor. As pessoas mais próximas se preocuparam e pensaram que talvez estivesse com problemas. Por este motivo, fui internado em uma clínica para alcoólatras.
A abstinência quase me matou, não conseguia viver sem beber – estranhamente quase nunca ficava bêbado, mesmo bebendo bastante -. Tentei suicido e foi quando tudo mudou. Sandrinha, a governanta, veio até mim e se apresentou como uma ninfa responsável por cuidar de mim. No início, fiquei confuso, imaginei que ela estava maluca. Mas depois que ela me retirou no manicômio e cortando o bla bla bla me levou até um tal de Acampamento Meio Sangue, tudo pareceu se resolver e se explicar aos poucos. Voltei a beber e foi o álcool que me ajudou a suportar as coisas que acabei descobrindo. Abandonei minha família que até hoje deve procurar por mim e tentei recomeçar a da forma que eu gostaria.  
THE END GOSTOSO

Presentes de reclamação: Espada de Cedro Branco - É uma espada feita de madeira que amplia os poderes do filho de Dionísio. Tem 90 cm e é leve com um cabo de couro. Quando quebrada, demora 3 segundos e volta ao normal.
Cantil - Recipiente de 600ml de aço. Contém todo o tipo de bebida não alcoólica e vinho suave. Nunca seca. Vira um escudo de aço inoxidável.
♣ Tirso amaldiçoado - Um tirso com hera em sua ponta. Esta hera causa uma reação alérgica em semideuses, que tem sintomas como dificuldades para respirar e coceira. Em monstros, o efeito é venenoso e desacelera os movimentos dele. Quanto mais forte o golpe, mais intenso o efeito. Quando encoberto pela névoa, transmuta-se em um colar dourado, portando como símbolo um cacho de uvas em cores também douradas.
avatar
Filhos de Dionísio
$D :
46715

Idade :
21

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Dom 20 Mar 2016 - 1:25


Avaliação

Boa noite, abigos sz

Passando para dizer que li suas fichas, e que ambos estão aprovados. Sinceramente eu não esperava ver fichas que, de certa forma, fossem diferentes. Ayah, você é filha de um terrorista q

Por isso, declaro que ambos sejam muito bem vindos ao acampamento ♥♥♥♥♥♥♥♥


Aprovados!




Nyx 
♥Primordial♥Deusa da Noite♥
avatar
Deuses
$D :
10048800

Idade :
23

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Terry Fabre em Dom 20 Mar 2016 - 15:12


suicide season
Nome:
Terry Fabre;
Idade:
Atualmente 20 (na história, 15);
Deus(a) Escolhido(a):
Macária;
Porque quer ser reclamado por esse deus:
Olha, essa é uma pergunta que eu realmente não gosto e tampouco sei responde-la com clareza. Em verdade existem diversos meios de responder porque a escolha de tal progenitora, mas sinceramente escolhi porque Macária, a boa morte, combina bastante com o personagem e seu método de pensar (que será explorado). Poderia escolher Thanatos, mas ele é clichê demais e tem filhos demais. Todos têm algum problema e não é legal seguir o clichê. Eu acredito que seja por isso, se não for, eu não sei porque é.

Habilidades:
Mira/Precisão: [+1];
Resistência: [+1];

Presentes de Reclamação:
Capa escudo;
Espada negra;
Leques Gêmeos Laminados.

História:
Ele estava com frio. De novo. Dezembro era um mês maldito. Não só talvez pelo inverno que gelava até suas entranhas, mas também pela sensação de “família” e de “paz” que parecia passar para as outras pessoas. Menos para ele. Brigas em sua família eram mais do que costumeiras e desta última vez não resistiu ao impulso de escapar e ficar na rua. Levou uma mochila com algumas peças de roupa, bolachas e um pouco de refrigerante. Saudável? Desde quando Terry se importava com algo saudável ou não para sua vida? Se fosse para ser saudável ele não fumaria e tampouco encheria o fígado com álcool. Era uma forma para afogar seus demônios, mas eles sabiam como nadar. Caminhou em passos lentos até a rodoviária da cidade e se sentou no primeiro banco que encontrou.
Por incrível que pareça não estava vazia. Alguém mais estava ali, quieto, soprando uma estranha gaita feita de madeira e batendo os pés repetidamente no chão. O som machucava os ouvidos, mas o que podia fazer? É claro que machucaria. Estavam sozinhos ali e nenhum outro som sobressairia sobre aquela gaita arranhada. Terry se levantou, caminhou e se sentou ao lado do rapaz que estava tocando a gaita. Bateu os dedos por algumas vezes nas pernas e estava para falar algo quando o rapaz falou primeiro.
Viesse apreciar o som de uma gaita solitária?— Quem em sã consciência falava “viesse”? Contudo, não foi a palavra, mas sim o sotaque do rapaz que chamou a atenção de Terry.
Você não é americano, não é? Seu sotaque é forte demais — e o som da gaita era muito ruim, mas talvez não fosse bom traumatizar o rapaz tão cedo assim. Ou será que ele já sabia e apenas tocava por que estava solitário em uma noite fria de dezembro? — Está aqui apenas de passagem ou?
Eu estou aqui esperando por você. E parece que isso te surpreendeu bastante.
E como surpreendeu. Terry estava com a boca aberta e por um momento esqueceu como era falar, respirar e até mesmo piscar. Engoliu em seco. Um estranho calafrio correu pela espinha e ele ficou tentado a se levantar e correr, mas em sua consciência ficou ainda mais tentado em saber sobre aquilo. E se tudo fosse apenas uma brincadeira? Qual é? Não tinha como ser verdade e aquele ser estranho nem ao menos sabia o nome. A surpresa passou. Terry se ajeitou melhor e puxou a bolsa para seu colo.
Essas brincadeiras não são engraçadas.
Antes fosse uma brincadeira — e o homem deixou a gaita sobre seu colo. Virou-se para Terry e o pior se mostrou. Ele não tinha exatamente uma face explicável e tampouco física. Não era velho, demasiadamente branco e seus olhos estavam fechados. Cego? Provavelmente não, pois como saberia quem estava exatamente ao seu lado? Ele não sorriu. Continuou a falar sem que Terry pudesse dizer algo. — Eu vim em um mandado especial de sua mãe. Ela sente muito por não poder estar cara a cara com você, Terry, mas espera que você a entenda. Ela tem muito com o que trabalhar e está difícil arrumar um tempo de folga. Deixa-me continuar, rapaz — a fala foi mais forte neste momento e ele levantou a mão para interromper o que viria a ser uma resposta de Terry; o garoto se calou e engoliu em seco. — Sua mãe também pediu para esperar aqui até o amanhecer. Quando o relógio bater sete vezes você deve pegar o primeiro ônibus que sairá direto para Nova Iorque. Quando chegar, espere até o meio-dia e encontrará um rapaz. Ele saberá quem é você, não se preocupe. Aliás, muitos sabem quem é você porque sua mãe conta sobre você desde o dia em que nasceu. Agora preciso ir. Sua mãe pediu para lhe dar essa informação em troca de uma partida pacifica.
E assim se fez. Sem mais nem menos. O homem tornou-se poeira cinza e deixou Terry com uma mão atrás e outra à frente. Apenas a gaita restou jogada no banco. O que podia fazer? Não tinha com quem falar ou o que falar. O estranho homem ainda tocara em um tabu para o garoto: mãe. Uma emenda de pensamentos para tão tarde da noite. Mesmo ali ele adormeceu e acordou quando o cutucaram, indicando que já era sete da manhã.

O ônibus estava quase que lotado e Terry só achou lugar num banco ao fim. Entrou após pagar e lá se sentou. Pensou em pegar o celular e ligar para seu pai, mas a última briga o deixara com tanta raiva que recusou até mesmo a pegar para responder qualquer possível mensagem. Respirou bem fundo e serviu-se de bolachas e refrigerante; este estava quente, mas não se importou. Tomou até sentir a garganta bem molhada e a barriga cheia. Quase três horas de viagem até a cidade e por isso ele voltou a adormecer.
Sonhou. Porém, diferentemente dos outros sonhos que teve, não conseguiu se lembrar de bem o que era. Sabia que tinha morte. E apenas isso. Eram mortes bem calmas e na maioria das vezes as pessoas estavam rindo ao enfrentar o anjo da morte face a face. Estranho? Provavelmente. Terry sempre encarou a morte como uma saída, mas nunca quis rir na cara da morte. Entregar-se-ia de braços abertos, mas não estaria rindo e sim a encarando como um inimigo. O ônibus chegou ao seu destino.
Terry desceu e procurou algo para comprar e comer. Serviu-se de salgados e mais refrigerantes, até chegou a comprar um maço de cigarros e isqueiro, mas em um local público não poderia fumar. Foi para fora. Lá acendeu o seu primeiro e ficou a tragar. Esperava pelo horário. Demorou, mas chegou. Estava para se levantar e procurar pelo homem quando sentiu uma mão fria na altura de seu pescoço.
Terry, eu suponho.
— Não poderia supor melhor, mas antes de tudo eu quero algumas explicações. — Tragou, prendeu e foi liberando a fumaça conforme tentava se explicar. — Eu não sei quem é você e tampouco sei quem era o homem que falou comigo mais cedo, mas eu quero explicações. Por que estou aqui? Qual o motivo de citarem minha mãe? Minha mãe está morta e meu pai me conta isso desde que pergunto. O que realmente vocês querem e por que somente eu posso ver vocês? — A última pergunta não estava na lista, mas ele não pôde ignorar quando uma mulher passou por dentro daquele homem e ele entendeu fantasmas podiam realmente existir – não havia levado o primeiro em consideração por achar que estivesse louco.
Suas perguntas serão respondidas com o tempo, Terry. Agora estou aqui apenas para te guiar até o local que deve ir — ele se aproximou de Terry e passou a explicar o que deveria fazer. Um taxi especifico estaria esperando-o do outro lado da avenida. Teria apenas de pedir para leva-lo até O Acampamento e nada mais do que isso. Segundo o fantasma – e Terry o chamaria apenas assim – o homem do taxi sabia exatamente onde era O Acampamento e por isso guiaria sem qualquer cobrança. O resto seria tudo respondido enquanto estivesse no tal Acampamento e de que lá estaria em local mais seguro.
— E quanto ao meu pai?
Será um caso à parte. Sua mãe disse que terá uma palavra em particular com ele. Agora é melhor você ir, Terry, será interessante estar em um lugar novo e uma nova vida. Talvez algo aconteça para você ou talvez você apenas seja mais um semideus dentre tantos outros.
O desfecho em pó cinza foi igual ao outro. Terry voltou a tragar e soltar a fumaça, mas ainda olhava para o nada como se o nada fosse algo atraente. Complicado. Puxou a mochila para coloca-la em suas costas e atravessou toda a avenida. Era bom que as respostas aparecessem, ou buscaria por sua mãe até mesmo no Inferno.

avatar
Filhos de Macária
$D :
46460

Idade :
23

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Seg 21 Mar 2016 - 12:37

Bom dia Terry!

Por gentileza, antes de tentar uma nova ficha, peça reset da sua, ok?

Agradeço a compreensão <3


Nyx 
♥Primordial♥Deusa da Noite♥
avatar
Deuses
$D :
10048800

Idade :
23

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Sam R. Malkovich em Seg 21 Mar 2016 - 23:21

  Then the crow said, "Nevermore".


Nome: Sammuel Roux Malkovich.
Idade: 17.
Deus(a) Escolhido(a): Ares.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: A guerra está em meu sangue. Eu nasci para tal, me sinto bem com ela. Assim como Ares, tenho um temperamento forte, pode se dizer que um tanto estourado, mais nunca diga que não protejo meus amigos. Porém, nunca fique na minha linha de tiro. Além disso, considero Ares um dos deuses que sempre estão a par do que acontece com seus filhos, tomando decisões ruins ou boas (mais isso não é ser pai?). Além disso, quem não curte aquele personagem badass? Ou aquele badboy que é um lobo solitário, mais sempre salva a pele do protagonista?
História:
Era uma vez... Não, talvez não deva começar com um “Era uma vez” porque essa história ainda não tem final e sinceramente não acredito muito em finais felizes. Acredito em momentos e momentos são únicos e passageiros. Portanto, amigo, espero que não se importe que eu comece a contar sobre mim antes mesmo de que eu tenha nascido, porém no momento em que o destino começou a conspirar para a minha existência. E depois o que destino realizou. Está história é vagamente repetida entre os mortais, semideuses e menor ainda entre os imortais.
Tudo começou com uma jovem médica militar no Afeganistão. Seu nome era Marie Roux, vinte e sete anos, com longos cabelos dourados ondulados, olhos roxos e com um forte dever de ajudar tantos quantos pudessem. Nascida em berço de ouro, por ter o que chamavam de sangue azul na época, ela era filha de uma poderosa família de franco-americanos do mundo do cinema. Durante uma de suas missões, Marie salvou inocentes feridos da guerra de lugares que era proibido para um não combatente ir. Além disso, discutiu com seu comandante pela incapacidade do próprio de não ter um pingo de honra, tendo atacado civis inocentes para cumprir seu objetivo. Isso chamou atenção de um certo homem do campo de batalha. Durante seis meses, se existisse um recorde por vidas salvas em combate, tanto de soldados como de civis, ela teria ganho.
Uma noite em especial, alguns soldados tentaram estuprá-la, uma mulher tão linda chamava atenção de mais em uma guerra, onde todo dia pode ser o último. Durante o ataque, ele foi salva pelo maior militar que ela já vira, ele atirou os homens que atacavam-a como se não tivessem penas. Ela se apaixonou no instante que viu os olhos vermelhos daquele soldado, sua força.
Quando voltou para casa, Marie estava grávida de um filho que ela sabia que não seria como ela, e sim como seu pai. Um belo dia, enquanto escolhia as roupas para o seu filho, Marie viu três senhoras, que pareciam não ter olhos. Elas estavam costurando algo e chamaram Marie para perto. Ela escutou a coisa mais estranha que já ouvira.
"A guerreira que um dia foi médica, carrega o filho com maior semelhança ao pai. Esse que possuí sangue da guerra e dos primeiros guerreiros. Esse que vai liderar um dia, com suas estratégias imbatíveis. Esse que se tornará o melhor dos dois lados.". Ela já sabia do que falavam.
Marie morreu alguns anos depois, durante outro conflito americano em que foi salvar o maior número de vidas que podia. Morreu quando seu pequeno espartano tinha quatro anos.



• • •


Anos se passaram, e eu cresci, minha mãe estava morta a treze anos, morreu pelo que acreditava. Eu fui criado pelo meu padrinho, Dean Malkovich, no mundo em que todo adolescente sonharia em viver, mais não uma criança. Meu padrinho me ensinou tudo que eu considerava mais importante, o resto deixou para a escola. Me ensinou o certo e o errado, me ensinou a ter honra e respeito pelos meus adversários. Me deu livros sobre os maiores generais que ele considerava importante. Me ensinou como atrair garotas, a ganhar sempre no pôquer ou em qualquer jogo de azar, a cozinhar, a sobreviver em qualquer ambiente. Ele me ensinou tudo. Quando eu fiz quinze anos, ele me levou até um senhor que ele tinha muito respeito, Sr. Parker. Esse senhor era um sátiro, que me encaminhou para o acampamento meio sangue onde me encontro até os dias de hoje. Onde treino a ser quem nasci para ser, a cumprir meu destino. A única coisa que nunca vou esquecer foram as ultimas palavras ditas por meu padrinho.
“Você tem um caminho difícil pela frente, mais sempre vença os seus desafios de peito erguido. Sempre tenha em mente que você é um guerreiro formidável por ser descendente dos Dórios, os espartanos, os maiores guerreiros gregos, lembre-se do que aprendeu, disciplina, honra, coragem e respeito. E nunca esqueça as guerras e as batalhas são vencidas aqui – apontou em minha cabeça – e aqui – apontou para o local que ficava meu coração. E lembre-se sempre meu filho, Força e Honra!”

Habilidades: Forca e Agilidade

Presentes de reclamação: ♦ Lamina Mars - Um pedaço de pedra vindo do planeta Marte (cujo nome é uma homenagem ao deus Marte, equivalente romano de Ares) foi moldado nas forjas dos ciclopes, tornando-se assim um metal escuro, extremamente afiado e resistente. Desse metal, é feita uma espada de 90 centímentros, tendo 75 centímetros de lâmina e 15 centímetros de cabo. No sulco da lâmina, uma listra em forma de chamas feita de ouro vai do cabo até a ponta. Seu cabo é feito de magnésio, um material resistente e extremamente leve. Tem tiras de couro de javali enroladas no cabo para um melhor manuseio.

♦ Escudo Áres - Escudo circular feito de titânio e com detalhes em ouro. Assim como o escudo do deus da guerra ele tem esculpido nela as cenas das principais batalhas da história. Em seu interior, possui tiras de couro de javali, para melhor segura-lo. Quando em repouso, transforma-se em um bracelete feito de titânio cravejado com rebites de ouro.

♦ Elmo da Guerra - Elmo de guerra feito de bronze, foi forjado no estilo espartano, com um penacho vermelho sangue. Quando usado em batalhas, espanta todo o medo e faz com que o filho de Ares fique com os olhos vermelhos, cheios de raiva. Quando o filho de Ares usa o elmo e alguém o fita nos olhos, esse alguém fica com uma sensação de temor e receio, tornando-se assim um alvo mais fácil.


Sammuel Roux Malkovich.

▲BY LOONY!

avatar
Filhos de Ares
$D :
46480

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Chaos em Ter 22 Mar 2016 - 4:30

Avaliações
Terry - Aprovado


Sua história foi ok e bem tranquila, não encontrei nada de muito errado com exceção do erro na segunda pessoa do plural. Então só recomendo pega mais leve nas tentativas do uso culto da língua e seguir em frente. Como eu disse sua narrativa foi ok, mas vejo que tem potencial para ir mais além e gostaria de ver isso mais para frente.

Sam - Aprovado


Devo assumir que curti bastante sua honestidade no porque que escolheu Ares como progenitor. Sua história foi bem simples, poderia ter sido melhor se tivesse explorado mais um detalhe ou outro mas nada que atrapalhou o entendimento, mesmo que "corrido".

SEJAM BEM VINDOS SEMIDEUSES

Atenciosamente a Administração









The only geniuses produced by the chaos of society are those who do something about it. Chaos breeds geniuses. It offers a man something to be a genius about.
avatar
Deuses
$D :
10227360

Idade :
26

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Julianne Beauchamp em Qui 24 Mar 2016 - 14:56



FICHA DE RECLAMAÇÃO filha de Eros

Nome: Julianne Beauchamp

Idade: 19 anos

Deus(a) Escolhido(a): Eros

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Julianne sofreu muitas perdas quando criança, mas isso não quebrou sua crença de que o amor era a força mais poderosa do mundo. Para ela, se você amar muito uma coisa/pessoa/objetivo e lutar por ela, você conseguirá. Sua personalidade também é semelhante as características de Eros, sempre feliz, buscando ver o melhor nas pessoas, mas não se rebaixa por nada. E é claro, pelos poderes lindos que vocês fizeram

História: Nascida e criada em Londres, uma das principais características de Julianne é a animação contagiante que sempre teve. Era uma criança adorável, quase nunca chorava, e que tinha os olhos brilhantes de admiração sempre que descobria coisas novas, não importa quão simples elas fossem. Um desenho, uma música, um sorriso verdadeiro. E ela amava sua mãe, Helena, mais do que qualquer coisa. A mulher era uma jovem para ser mãe, pois a teve aos 20 anos, mas deu seu melhor para que sua garotinha fosse feliz. Era professora de artes, a ensinando desde cedo a beleza de uma pintura, o poder de uma canção.

Mas nem tudo foram flores. Helena havia sido uma mãe solteira, pouco sabia sobre o pai da garota, homem com quem ficou por uma semana quando fez uma viagem para sua cidade natal, Paris e quando casou-se fez uma péssima escolha. George também era um professor, mas sua atitude agressiva era ampliada pela bebida. Julianne tinha 8 anos quando ele passou a bater em sua mãe ao ficar bêbado, e não entendia porque a mãe, uma mulher tão bela e jovem, se submetia aquilo. Quatro anos depois, em uma das noites em que voltou bêbado para casa, George tentou avançar na garota, que aos 12 anos já mostrava ser dona de uma beleza invejável. Para Helena, aquela foi a gota d’água. Com uma faca, ela o matou e assustada, Julianne assistiu. Helena foi presa e condenada, porém Julianne sabia o porquê dela ter cometido aquele crime. Foi por amor à ela, sua filha. E ela amou a mãe ainda mais.

Foi levada, então, para França pois sua parente mais próxima era uma tia de sua mãe, Claire. Claire, ao contrário da sobrinha, não era gentil. Era uma mulher rígida, fria pelas tubulações da vida e até invejosa da jovialidade e atitude positiva que a menina levava. Mas Julianne gostava dela mesmo assim; embora nunca tivessem ficado próximas, Claire nunca a maltratou. Ela não deixou que o afastamento da mãe lhe deprimisse, pois ela jurou para si mesma que esperaria os 20 anos que a mãe foi sentenciada e que elas ficariam juntas outra vez.

Julianne era esperta, inteligente. Mas nunca foi esnobe ou popular. Não suportava ver outros adolescentes serem rejeitados por serem diferentes. Afastados por não possuírem o que os outros achavam que eles deviam. Extremamente amigável e companheira, era muito difícil encontrar alguém que não gostasse da garota. Ela era um tanto extrovertida, propensa a ajudar qualquer pessoa que precisasse. E tinha uma facilidade imensa de se apaixonar, embora na maior parte das vezes não fizesse nada a respeito. Ela gostava da sensação agradável que sentia sempre que via alguém que gostava, daquelas borboletas no estômago, a necessidade de se aproximar e satisfazê-los. Mas nunca chegou em um nível carnal. Suas paixonites eram puramente emocionais. Não fazia distinções sobre quem gostar, seja moças, rapazes, ela se encava por eles de mesma forma.

Aos 17 anos, porém, sua mãe se suicidou na prisão. Depois de 5 anos vivendo lá, a alma frágil de Helena não aguentou. Isso a destruiu por dentro, perder a pessoa que mais amava. Mas ela não deixou que sua tristeza destruísse sua alma, aquela parte de si que fazia com que os outros sorrissem quando ela estava por perto. E, agora, que havia sofrido a maior perda que podia, ela sentia que nada mais seria forte o bastante para afastá-la de seu caminho.

Foi encontrada por um sátiro e uma semideusa de Hades que estavam na França em uma missão pouco antes de completar 19 anos, e só quando entrou em fuga com eles descobriu que seu pai era o deus Eros, o Cupido. E com isso, tornou sua missão pessoal distribuir o sentimento que seu pai era símbolo para todos aqueles que cruzassem com ela: o amor era o único caminho verdadeiro para a felicidade.

Habilidades: Força (0-10) 0000
Mira/Precisão (1-10) 0100
Agilidade (0-10) 0000
Defesa (0-10) 0000
Resistência (0-10) 0000
Instinto de Sobrevivência (0-10) 0000
Persuasão (1-10) 0100

Presentes de reclamação: ø Arco do Amor - Longo e de ouro puro, indestrutível.

ø Aljava com flechas do Amor - Com infinitas flecha que podem paralisar o oponente e pode deixar apaixonado se for a intenção do semideus.[Dura 1 turno]

ø Armadura do Amor - Uma armadura completa de Prata Celestial e banhada com o suco do Pomo de Ouro. Sendo assim, tendo uma cor irresistível de Prata com Ouro dos deuses. Quem a tocá-la senão o semideus portador ficará com o corpo revestido com o mesmo material o impossibilitando de se locomover por até 3 rodadas. Usado apenas como poder de defesa, não como ataque.

ø Batom Vermelho - Apesar de por fora aparentar um batom, quando aberto, deixa escapar um raio laser que pode cortar até mesmo uma barra de aço.



’Cause you’re a hard soul to safe
but I’ll get around it
avatar
Filhos de Eros
$D :
46620

Idade :
20

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Sex 25 Mar 2016 - 20:45

Avaliações
Julianne - Aprovada


Sua história foi boa, gostei do jeito que escreve, só cuide com os errinhos, seja bem vinda.

Atenciosamente a Administração
avatar
Deuses
$D :
19380

Idade :
21

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Ravenna M. A. Pryor em Sab 26 Mar 2016 - 15:54


Hey, you!
You live with apes man
Nome: Ravenna Madelyne Allagash Pryor

Idade: 18 anos

Deus(a) Escolhido(a): Ares.

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Ares é divindade da mais bela arte: A Guerra Sangrenta. As lutas, a violência. Resolver qualquer conversa na base da porrada é extremamente vital para uma sociedade aonde se reina a espada, não o escudo. Estaria mentindo ao não dizer que uma das minhas principais escolhas por Hades, era que a sua História de Glórias me encanta, e os seus poderes e armas serem perfeitos. Ares foi a melhor escolha para essa personagem.

História:
Ravenna nasceu na cidade de Rammstein. Ela era filha de Lorel Pryor, uma especialista em balística do Exército Alemão. Ravenna nasceu ruiva, embora a sua mãe tivesse os cabelos loiros, o que causava um enorme desconforto para a alemã. Aos quatro anos de idade, Ravenna já tinha um gênio forte, e era dona de um mal humor grandioso, o que impedia dela ter amizades duradouras. Principalmente na escola. Nessa mesma idade, Lorel decidiu por sua filha em um Colégio Interno, na intenção da garota se acalmar.

Mas não foi bem assim. Ravenna não ficou um mês lá, pois fora expulsa do local por ter arrancado quatro dentes e quebrado dois ossos de dois garotos da mesma idade dela.  Lorel ficou arrasada. A sua filha de quatro anos era violenta, e não tinha nenhuma disciplina em relação a isso. Foi então que ela pensou novamente em ocupar a vida da garota com algo, e assim o fez. Ravenna com seis anos praticava com sua mãe várias artes maciais, dentre elas o karatê e o Kung Fu. Aquilo foi funcionando com Ravenna, que até os nove anos, Ravenna já tinha ganho troféus e medalhas nas competições infantis de luta, porém era também expulsa de escolas por ser briguenta, e sempre estar usando do que aprendeu nas lutas em seus colegas de turma, e até nos professores. Com 13 anos, a vida da Red Mist, como ficou apelidada pelas pessoas que apanhavam dela, começou a afundar. Os ataques começaram, com frequência baixa, mas ainda assim era preocupante a sua mãe, o que contribuiu para a mudança de Lorel e Ravenna para os Estados Unidos, no Estado do Colorado. Lá, Ravenna conheceu um garoto chamado Carlos. Ravenna, mesmo sendo brigona e introvertida, conseguiu fazer uma grande amizade com Carlos.

Mas essa amizade não durou muito. Em uma noite, Ravenna se envolvera em uma briga dentro de uma loja, ocasionando no envio dela para um reformatório localizado no norte de Denver. Ravenna ficou presa ali por quatro anos, se envolvendo em brigas e dormindo vários meses presa na solitária. Até a noite de 30 de janeiro de 2016. Um incêndio causado por um ataque de monstros possibilitou a fuga de várias pessoas, incluindo da semideusa ruiva, que não sabia o porquê de estar sendo atacada.

-Ei, seu nome é Ravenna?

A menina virou-se para trás. Tinha um casal vindo na direção dela, extremamente apressados.

- Sou eu mesma. Quem são vocês? – Ravenna questionou de forma rude, cruzando os braços enquanto manteve contato visual com eles.

- Eu sou Karlie, e esse é o Matt. – Começou a garota loira, se apresentando. A Ruiva arqueou as sobrancelhas e recuou um passo: - Viemos de Long Island para resgatarmos você, a mando de Carlos e de Lorel.

Ravenna sentiu uma leve pontada no peito. Ela sentia saudades de sua mãe, mas a mesma não fora visita-la em momento nenhum. Ravenna virou as costas para eles, e apontou para a criatura com patas de bode e cabelos com fogo que se aproximava deles.

- O que é aquilo ali?

- Aquilo é uma Empousa, e ela veio matar você. – Respondeu Matt, passando na frente da ruiva, que ficou com raiva: - E nós viemos proteger você dela.

- Calado. – Retrucou a Alemã, estralando os dedos: - Não preciso de ajuda, eu sei me virar sozinha.

Ravenna correu na direção do monstro com um pedaço de galho que achou no chão e uma pedra, mas todo o ataque dela foi em vão. A Empousa agarrou Ravenna pelo braço, e a empurrou na direção dos outros, fazendo a menina bater a cabeça e ficar tonta.
Outra explosão no Reformatório. Um pedaço de pedra do muro que cercava a construção voou na direção da ruiva, e a atingiu na testa, desacordando a garota.
Passou horas desde o incidente. Ravenna acordou em uma maca completamente desnorteada e com fortes dores de cabeça. Seu corpo estava coberto por um lençol branco, e ela notou, com dificuldade, que estava em alguma enfermaria.

- Olha só, a garotinha acordou. - Aquela voz era de Karlie, que estava com uma espada nas costas.

- Aonde eu estou? – Perguntou com dificuldade a alemã, piscando os olhos algumas vezes: - E quem é você?

- Eu já disse, eu sou a Karlie. Você está na enfermaria do Acampamento Meio Sangue, e, assim como eu, você é uma semideusa.

Ps: A História está curta, porque ela será bem mais explorada em futuras missões e BMO's envolvendo a mente de Ravenna.

Habilidades: Ares – Força e Agilidade

Presentes de reclamação:

♦ Escudo Áres - Escudo circular feito de titânio e com detalhes em ouro. Assim como o escudo do deus da guerra ele tem esculpido nela as cenas das principais batalhas da história. Em seu interior, possui tiras de couro de javali, para melhor segura-lo. Quando em repouso, transforma-se em um bracelete feito de titânio cravejado com rebites de ouro.

♦ Elmo da Guerra - Elmo de guerra feito de bronze, foi forjado no estilo espartano, com um penacho vermelho sangue. Quando usado em batalhas, espanta todo o medo e faz com que o filho de Ares fique com os olhos vermelhos, cheios de raiva. Quando o filho de Ares usa o elmo e alguém o fita nos olhos, esse alguém fica com uma sensação de temor e receio, tornando-se assim um alvo mais fácil.

♦ Lamina Mars - Um pedaço de pedra vindo do planeta Marte (cujo nome é uma homenagem ao deus Marte, equivalente romano de Ares) foi moldado nas forjas dos ciclopes, tornando-se assim um metal escuro, extremamente afiado e resistente. Desse metal, é feita uma espada de 90 centímentros, tendo 75 centímetros de lâmina e 15 centímetros de cabo. No sulco da lâmina, uma listra em forma de chamas feita de ouro vai do cabo até a ponta. Seu cabo é feito de magnésio, um material resistente e extremamente leve. Tem tiras de couro de javali enroladas no cabo para um melhor manuseio.
avatar
Filhos de Ares
$D :
46440

Idade :
20

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Sab 26 Mar 2016 - 16:13

Avaliações
Ravenna - Aprovada


Você foi razoavelmente bem, encontrei poucos erros e sua história podia ter sido melhor, mas seja bem vinda.

Atenciosamente a Administração
avatar
Deuses
$D :
19380

Idade :
21

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Addy Violett Hood em Ter 29 Mar 2016 - 22:07


" You will ask to forget, will beg to forget, but I will not let. " - Fresno




Nome: Addy Vyolett Hood;

Idade: 20 anos;

Deus(a) Escolhido(a): Thanatos, deus da morte.

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Escolhi tal deus para progenitor porque acredito que a personalidade de tal deus se encaixa perfeitamente ao que planejo para a personagem que virei a desenvolver. Creio também que a morte iguala todos os seres existentes, pois não importa quão grandioso ele seja, a sua mortalidade o torna “normal”. Tendo ele como progenitor a personagem terá maior liberdade para alcançar seus objetivos, além de que fortaleceria o instinto de assassina que ela já possui em si.

História:

Manicomio Bouch - Arquivos Esquecidos - Paciente 1034


Janeiro de 2000


“A ambulância fora encontrada em uma clareira ao fundo do prédio, obviamente desviada do caminho que deveria seguir. Três corpos foram encontrados pelos seguranças, todos em óbito. Cortes profundos na área dos pescoços e costelas. Não existe sinais de luta, levando a conclusão de que fora um ataque surpresa.

A paciente nº Indeterminado estava desmaiada a exatos oito quilômetros de onde o automóvel se localizava. As roupas possuíam manchas frescas de sangue, assim como as mãos e os lábios da criança. Desmaiada, fraca e machucada, ela fora dopada por questões de segurança e levada até Bouch.

Sr. Lino, Segurança.”


Março de 2000

”A paciente 1034 finalmente começara a falar. Inicialmente o dialeto usado fora o antigo grego, dificultando o dialogo entre nós. Foram necessárias sete horas para que a consulta fosse concluída com resultados no minimo satisfatórios.

1034 fora caracterizada com transtorno explosivo intermitente, além de traços de transtorno de Bordeline, Deverá ficar sobre constante observação dos enfermeiros, além de ser mantida na ala do subsolo da clinica.

Dr. Lockwood, Psicológo.”



Fevereiro de 2009

“Quatorze dias completam-se nessa madrugada desde que a referente paciente fora enviada para a ala  de segurança máxima. Essa fora isolada por completo, o acesso fora restringido apenas para os enfermeiros de mais alta confiança.

Há exatos sete dias não é capitado pelas câmeras da cela qualquer movimento reproduzido pela paciente, excluindo apenas os murmúrios intraduzíveis que ela produz. A refeição permanece intocada mesmo sendo renovada a cada hora.

Enfermeiros não informam relutância da parte da garota durante a aplicação das injeções e/ou os remédios orais.

Dr. Hous, Médico Diretor.”


Agosto de 2011

”A paciente apresentou comportamento explosivo durante a recreação realizada na sala central da clinica enquanto os pacientes eram atendidos por doutores que se autodenominavam “Anjos da Alegria”. Desferiu golpe contra dois senhores que moldavam balões, manuseou duas facas com maestria assustadora e golpeou um dos seguranças que encontravam-se na área.

Ao ser levada para sua cela, voltou a urrar as mesmas frases. Minutos mais tarde fora capturada, pelas câmeras de segurança, a imagem da paciente manchando as paredes acolchoadas com sangue, palavras que formavam um único nome: Deimos.

Sr. Hanfred, Enfermeiro Chefe.”



OBS: A história fica em aberto pois pretendo desenvolve-la através de missões, eventos e postagens com outros player.


Habilidades:

Força e Defesa

Presentes de reclamação:


† Daedric Sickles - A foice é a principal arma de uma prole de Thanatos. Logo, o maior presente dado a seus filhos são duas foices de punho, cujos cabos e lâminas são de ferro estígio, com detalhes em algum material vermelho não-identificado. As lâminas medem cerca de quarenta centímetros e nunca perdem o fio. Elas possuem uma corrente de prata no final do cabo, cujo tamanho é definível, para que o filho de Thanatos possa enrolá-las em seus braços e atacar à distância com as foices. Lança uma energia negra, que se fortalece mais a cada nível e faz mais danos aos adversários.

† Colar do Medo - Colar de prata, cujo pingente é um pequeno ônix. Quando ativado, tudo ficará em câmera lenta, sendo que o usuário é o único que não será afetado, podendo se movimentar normalmente. [Se for perdido volta para o bolso do usuário após um turno. Dura dois turnos e o alcance é de 20 metros, pode ser utilizado duas vezes por evento e necessita de um intervalo de um turno para usar novamente]

† Adaga Estígia - Adaga de bronze celestial banhada as margens do Rio Estige. É mais poderosa que o bronze comum e os danos são maiores em não-gregos.









Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Ter 29 Mar 2016 - 22:46

Avaliações
Abby - Aprovada


Embora vaga, a sua história foi boa, uns errinhos básicos, nada gritante, o jeito que escreveu curto, sem muitos detalhes deixou tudo que eu precisava saber claro, com exceção da chegada ao acampamento. Bem vinda prole da morte.

Atenciosamente a Administração
avatar
Deuses
$D :
19380

Idade :
21

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Bea M. Béthune Hesdigneu em Sex 1 Abr 2016 - 12:23

idade. dezoito
grupo. filhos de hécate
data de nascimento/lugar. 17/08/1998, Miami
Nome: Beatrice Morgana Béthune Hesdigneu.
Idade: 18 anos.
Deus(a) Escolhido(a): Hécate, a deusa da magia.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: A magia sempre esteve presente na vida de Beatrice, já que seu pai era wiccano, e esse é um dos motivos principais pela escolha de mãe. Além disso, por ser uma deusa Tríplice combina perfeitamente com a personalidade da garota, que tem mudanças constantes entre três tipos de personalidade.
História:
— Vinte e dois de agosto de 2000, Miami.

A morena tinha apenas cinco dias de vida quando seu pai casou-se novamente. A intenção dele era boa, claro, mas errou na escolha de mulher. Andrea era uma loira alta, professora em uma escola católica. O preconceito que tinha por bruxos era enorme, um fato que dificultava o relacionamento com Eddward, o pai de Bea.

Aos dois anos de idade, a pequena morena já odiava sua madrasta, que fazia questão de dizer que não era mãe da semideusa.  Nesse dia fatídico e ensolarado, Andrea saiu correndo de casa, sendo perseguida por lápis de cores voadores.

Ela nunca mais voltou a morar com a família Hesdigneu.

— Quatorze de julho de 2013, Miami.

Já aos quinze anos, os acontecimentos sobrenaturais na casa já eram comuns e muito aceitos pelo pai da morena. No colégio ela ficava quieta, sem amigos além de um garoto esquisito, com cabelos encaracolados e que usava sempre calças de moletom.

Beatrice tentava com todas as forças afastar o “amigo”, ignorando-o e não respondendo as perguntas que ele fazia, se mostrando mais introvertida ainda.

— Um de janeiro de 2016, Long Island.

— Por que estamos correndo, idiota? — A menina de olhos verdes gritava, ainda seguindo o amigo pela floresta. Ao ver uma grande entrada, rolou os olhos, puxando Matthew pela camisa e dando-lhe um tapa na testa: — Devia ter me contado que... — Foi interrompida por um urro, sendo atingida em cheio por uma garota com asas e penas em seguida. A harpia tentava a todo custo arranhá-la com as garras, mas foi tirada de cima de Tris pelo sátiro e alguns outros campistas, que a carregaram para dentro do acampamento: — Hey, garota! — Uma das meninas que a carregavam chamou: — Bem-vinda ao Acampamento Meio-Sangue. Espero que não seja filha de Hécate, odeio aquelas bruxinhas metidas a besta. — Continuou, arrancando uma risada fraca de Bea.

Depois dos acontecimentos, a semideusa se viu apaixonada pelo acampamento, torcendo para que fosse reclamada logo.

Habilidades: Resistência e Persuasão.
Presentes de reclamação:
— Pantera Negra - Por conta de Hécate ser uma deusa da noite, os filhos da deusa podem ter uma Pantera por opção.

— Kit de livros de feitiços e de preparo de poção drogas e venenos - Grimórios antigos, de aparência surrada que levitam, seguindo o filho de Hécate por onde precisam.

— Cajado de Ouro mágico - Um Cajado de ouro que quando não utilizado vira um anel, é utilizado para fazer feitiços e ataques
beatrice
béthune
played by
nicole


avatar
Astrólogos de Asteris
$D :
62425

Idade :
18

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Oliver A. Scavo em Sex 1 Abr 2016 - 20:25





be afraid.



You should be afraid of what you do not know, and especially, of what you do know.


Nome: Oliver Alexander Scavo.
Idade: 18 anos.
Deus Escolhido: Deimos, deus do pânico.

Porque gostaria de ser reclamado por este Deus: Deimos é um deus que me agrada, sendo ele de notável importância para expressar um sentimento humano tão subestimado e desprezado por muitos. Além de admira-lo, creio que o possível fato de Oliver ser sua prole, irá adicionar uma essência interessante à história de minha personagem.

História:
Vivera na Rússia, Moscou, durante anos junto de seu avô e sua mãe, ambos militares. Os Scavo tinham uma forte linha hereditária de militares.
Ao completar dez anos de idade, Oliver assistira a terrível morte de sua mãe em sua frente. Milena Scavo fora assassinada por um porco comunista, segundo seu avô, mas Oliver vira com seus próprios olhos que era muito mais que isso. O homem que assassinara sua mãe possuia olhos cobertos pela cor vermelho, e sua pele  parecia fumegar, logo após assassinar Milena à sangue frio, o monstro simplesmente desaparecera da vista do pequeno Oliver. Aquela fora a única vez que Oliver sentira o desespero tomar seu coração em sua vida.

Após a morte da filha, o avô de Oliver decidira que a hora estava à chegar. Ambos partiram para os Estados Unidos, para uma casa no subúrbio de Manhattan. Oliver esteve em muitos problemas nas dezenas de escolas que frequentou, tanto em Moscou quanto em Manhattan,  os outros garotos ousavam dizer que o russo era assustador demais e todos colocavam a culpa no garoto quando algo de errado ou assustador acontecia pela escola. Fora expulso de três instituições, culpado por aterrorizar outras crianças e trocara de escola repetidamente.
Aos dezesseis anos, Oliver tinha treinamento básico em defesa pessoal e estudava em casa por conta de seu avô que estava cansado de forçar uma adaptação ao garoto sabendo que isso daria errado. Aliaksandr Scavo, era um veterano de guerra com cerca de 64 anos de idade, ele obrigava rigidamente Oliver a estudar Mitologia Grega e Psicologia do medo em seu tempo livre. Uma das conversas mais estranhas que Oliver já tivera na vida foi quando decidiu perguntar ao seu avô porque todo aquele material didático desnecessário:
- Garoto, este é o legado de sua mãe e seu pai. Não ouse desrespeitá-los se ainda quiser ter um vida. - Seu avô raramente falava sobre o genro, que também havia falecido. - Algum dia, estes livros farão sentido para você. Quero que esteja preparado para todos os desafios que terá que enfrentar em breve.  

~//~

Dois anos se passaram após aquela conversa misteriosa de Oliver e Aliaksandr. No aniversário de 18 anos de Oliver, o russo acordara com um sensação estranha o rondando, como se uma fina estivesse lhe cobrindo, seu avô preparara um simples café da manhã com mexidos e bacon e essa era sua forma de desejar ao neto um feliz aniversário. Ao ver Oliver adentrar a cozinha Aliaksandr apontou para o café na mesa com sua cerveja e disse:
- Depois do café, faça uma mochila com coisas importantes incluindo aqueles velhos livros. Nós vamos sair, tenho um lugar para lhe mostrar. - Oliver assentiu e se sentou para degustar o café da manhã.

Oliver e seu avô saíram de casa cedo, e pegaram uma autoestrada em direção à Long Island. O avô de Oliver dirigia rápido, como se estivesse com medo de algo acontecer e o garoto decidiu não ligar.
Aliaksandr parou no meio da estrada vazia que era cercada por grandes colinas e arvores coníferas.
- Desça do carro. - Disse Aliaksandr para um Oliver hesitante.
- Você tomou seus remédios hoje? Estamos no meio do nada. - Oliver rebateu.
- Apenas desça. - Oliver obedeceu ao mais velho ainda relutante, e depois, Aliaksander desceu. - Aqui foi aonde seus pais se conheceram. No meio desta estrada. Naquela época, sua mãe viajou para os Estados Unidos com amigos, em uma das noites de viagem de carro, eles passaram por aqui e um acidente ocorreu. Sua mãe foi a única sobrevivente de três, ela era forte. Seu pai passava por esta estrada e a encontrou estirada no meio da estrada, ela me disse que nunca havia sentido aquela sensação de pânico passar como um calafrio pelo corpo. Ele a socorreu e sua mãe não via mais motivo para sentir medo, eles se apaixonaram naquela noite e você foi fruto desta relação, mas seu pai não está morto, Ollie.
- Como?? O senhor está louco!
- Seu pai é Deimos, Oliver. É por isso que você é tão resistente as suas emoções! Junte os fragmentos, garoto. Você verá que tudo de encaixa.

Deimos.
Esta palavra ecoou na mente de Oliver como se fosse familiar. Ele sentiu um breve arrepio gelado correr por sua espinha, Oliver definitivamente conhecia aquele nome.
- Não há como! Ele é mitologia, é impossível! - Oliver arregalou os olhos surpreendido pelas palavras de seu avô.
- Acredite em mim, criança. Eu não mentiria pra você, temos que ir ao Acampamento.

Oliver estava atordoado pelas palavras proferidas, ele necessitaria de alguns dias para digerir tamanha informação. Obviamente ele sabia que desde quando era pequeno não era considerado uma criança normal, e a situação apenas piorou após a morte de sua mãe. Todos o achavam assustador demais para uma criança ou até mesmo para um adolescente, toda vez que Oliver lia sobre Mitologia Grega, Phobos e Deimos eram os únicos que prendiam sua atenção, e tanto Phobos quanto Deimos eram citados em Psicologia do Medo. Deimos, um ser imortal e mitológico que Oliver particularmente gostava... Era quase impossível a possibilidade deste ser seu progenitor. Porém, as coincidências eram muitas e Oliver estava ciente disto.

- Certo. Deimos... - Oliver murmurou e colocou as mãos nos bolsos da calça.

Ambos andavam pelo encostamento da autoestrada quando avistaram uma típica placa de acampamento de verão aonde se dizia entalhado na madeira "Acampamento Meio-Sangue" no centro de uma grande colina, haviam dois jovens fazendo uma vigia, ao que parecia.

- Aqui está, garoto. Sua nova casa..

Habilidades:
+1 Força
+1 Defesa
Presente de Reclamação:
Obrigatórios - × Panikós - Um açoite com correntes de bronze. A haste é envolvida com tiras de couro vermelha para melhor aderência nos ataques, na ponta das correntes há uma bola de ferro com espinhos.

× Mamba negra - Uma das cobras mais venenosas do mundo, rápidas, ágeis e só obedecem as proles do pânico.

Opcional - × Mascará do Pesadelo - Uma mascara feita de aço com um desenho de uma caveira, ela faz o filho de Deimos não ser reconhecidos por nenhum semideus, pois quando o adversário olha para o filho de Deimos vê o universo, causando grande pânico ao adversário.


THANK YOU SECRET!


 A TROUBLEMAKER ▲
avatar
Ceifadores de Thanatos
$D :
62470

Idade :
21

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Sab 2 Abr 2016 - 11:53


Avaliação


Bea – Aprovada

Sua ficha poderia ser bem mais descrita, mas do jeito que narrou deixou a história clara e é isso que é o necessário. Encontrei quase nenhum erro.
Seja Bem Vinda!

Oliver - Aprovado

Ficha magnífica, sem palavras, poucos erros, só não gostei do template.




avatar
Deuses
$D :
19380

Idade :
21

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Giulia L. Matarazzo em Dom 3 Abr 2016 - 17:06


Teste
para filhos de Nyx
Nome: Giulia Luna Matarazzo
Idade: 18
Deus(a) Escolhido(a): Nyx, a Deusa personificada da noite.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Nyx é uma Deusa muito antiga e poderosa. Tem seus aspectos misteriosos assim como Guilia. Vejo a italiana (Giulia) como uma garota voltada para ocultismo, feitiçaria, bruxaria, então acho que Nyx seria uma mistura perfeita para ela, meio misteriosa e imersa em atividades ocultas. Apesar de Giulia ter esse aspecto, ela é uma garota bastante amigável.  

História:

Roma, 19 de outubro de 1995.

A garotinha dormia profundamente nos braços de uma jovem encapuzada. Estavam sob o véu da noite, mas nem por isso estavam protegidas de seus perseguidores. A jovem olhava direto para trás e para os lados procurando alguma movimentação estranha naquela área residencial da cidade italiana, no entanto tudo estava muito quieto calmo. “Nos proteja minha senhora!” Orou ela em silêncio.

Minutos depois haviam chegado na casa cuja a cor era meio amarelada. A jovem bateu na porta varias vezes até ouvi de lá de dentro: “ Já estou indo!”. A porta abriu e o homem meio de cabelos negros olhou para elas surpreso, como se tivesse acabado de ver um fantasma.

-Pegue-a, Cesare!- Ela passou a criança para ele.

-Como sabe meu nome?- Ele segurou a criança afastando um pouco as cobertas para ver seu rosto. Ela revirou os olhos.

-Minha senhora pede para que cuide dela... E a sua filha. Dê o nome que desejar à ela!- Cesare ainda estava de boca aberta- Não deixe Nada acontecer a ela! Se mude assim que possível, tome!- Ela deu Euro suficiente para ele comprar uma mansão.

-Espere, eu preciso de algumas respostas!- Mas a jovem já estava correndo no meio da rua...

...

Cesare chamou a garotinha de Giulia e sempre mimou ela. Giulia sempre gostou muito de gatos, as cinco anos todos os gatos da vizinhança iam dormir e comer na casa dela, mesmo que Cesare os espantasse. Aos sete anos ela entra em uma escola de ginástica rítmica, sua flexibilidade era tanta que seu pai começou a chama-la de “Gatinha”.

Giulia começou a participar de alguns torneios e até chegou a entrar em um grupo aos 14 anos, porém teve que sair apedido de seu pai, que achava que ela estava se expondo muito. Aos 15 anos ela começa a se envolver com magia e a frequentar algumas lojas de ciganos. Começou a se interessa por truques de mágicas, inventado até mesmo seus próprios truques.

Aos 16 eles se mudam para uma área pobre de Roma. Giulia não entendia o porque, mas seu pai também não explicava o motivo, apenas dizia para ela confiar nele. Nesse mesmo ano ela conhece uma garota que vem a se tornar sua melhor amiga: Camilla. Camilla tinha a mesma idade que Giulia e gostava das mesmas coisas que ela.

...

Foi em um fim de tarde de inverno que ela percebeu algo de estranho. Camilla estava inquieta quando elas saíram da loja de uma vidente, que parecia prever nada. Giulia só queria chegar em casa, estava morrendo de fome, porém no meio do caminho seu pai ligou. Ela pediu para Camilla esperar.

-Oi pai! Está tudo certo?

-Não venha para casa! Está me ouvindo, Giulia? Saia da cidade, agora! Vou encontrar você em Nápoles.

Ela não teve tempo para ela perguntar. Seu pai havia desligado do nada e de repente Camilla começou a puxar ela pelo braço. Giulia não estava entendendo nada, mas mesmo assim correu com a amiga. Elas esbarraram em algumas pessoas antes de entrarem em um beco meio escuro.

-Temos que sair daqui!- Falava Camilla.

-O que está acontecendo? Meu pai disse a mesma coisa!- Camilla pareceu surpresa.

-Então eles já o pegaram! Temos que ir para o acampamento!

-O que? Não, temos que ir para Nápoles. Meu pai vai me esperar lá!

-Não, Giulia, seu pai provavelmente já está...- Ela foi interrompida.

-Morto? Ainda não! Érebo quer brincar com a mente dele antes!- Um rapaz alto de cabelos loiros estava na estrada do beco. Ele falava de uma forma meio debochada e galanteadora- Foi difícil achar você, sabia? Dizem que levou 18 anos...- Camilla se interpôs entre ela e o rapaz.

-Saia de perto dela, ou irei cortar a sua cabeça!- Ela tirou seu colar, que se transformou em uma alabarda. O rapaz sorriu e atacou.

O que Giulia viu foi inacreditável. Os dois começaram a lutar ali mesmo, no beco estreito, e numa velocidade impressionante. Camilla era com toda a certeza a mais rápida, porém parecia que o jovem era mais forte. Giulia tentou procurar uma saída alternativa, mas não havia como sair, os muros eram muito altos e a única saída estava entre ela a luta.

Camilla pulou para trás, desviando do golpe da espada do garoto, e desferiu um ataque que acertou o ombro dele, fazendo-o soltar a espada. Em seguida ela o pôs de joelhos e segurou a sua arma como se fosse um arpão. Não ouve troca de palavras, o garoto apenas fechou os olhos e recebeu o ataque no peito, morrendo.

A italiana ainda estava parada, no mesmo lugar, quando Camilla foi até ela. As mãos tremiam um pouco e seu coração batia acelerado.

-Temos que ir para os EUA!- Dizia ela.

-Temos que ir para Nápoles!- Teimou Giulia.

-Argh, não temos a dia todo!- Então Camilla levantou a mão, tocando na cabeça de Giulia. Ela desmaiou.

Sonhou que estava voando pelo céu noturno, como um pássaro veloz. A sensação era ótima e dali de cima ela tinha a impressão que podia pegar uma estrela. Estendeu o braço e de fato pegou uma estrela, uma bem pequena e brilhante como se fosse um vagalume... Mas então acordou com o sacolejo de alguma coisa.

Abiu os olhos ainda com sono. Ela estava no braços de alguém no meio de várias arvores. “Ainda estou sonhando?” Se perguntou ela em pensamentos. Então ela voltou a fechar os olhos, tendo certeza que quando voltasse a abri-los iria estar em seu quarto, mas isso não aconteceu, ela acordou em um sofá dentro de uma casa totalmente desconhecida.

-Ah, ela acordou!- Disse a voz de um homem. “Isso é inglês, onde estou?” Pensou ela reconhecendo o idioma.

-Giulia, pode me ouvir? Você me entende?- Ela fez que sim com a cabeça- Ótimo, os poderes da Quere não afetaram a mente dela!

Ela se sentou se sentindo tonta. O lugar girou algumas vezes, mas em seguida ela conseguiu ver perfeitamente onde estava. Na sua frente havia duas figuras: Uma de um homem que bebia coca dite e a outra de um ser metade homem, metade cavalo... metade cavalo? Ela só podia estar sonhando! Então ela fechou os olhos e voltou a dormir.

Os dias que se passaram provarem ser os mais estranhos de toda a sua vida. Ela havia descoberto sobre os Deuses Gregos/Romanos e dos semideuses, que ela era uma semideusa filha de Nyx, que havia reclamado a garota enquanto ela ainda dormia, e todo o resto mitológico.

Não havia como negar aquilo, apesar de ser loucura, ela mesma demorou alguns meses para se acostumar com a ideia de que sua mãe era a Deusa da noite. Porém aquilo aflorou sua curiosidade. Ela passou a procurar mais sobre sua mãe e com o tempo descobriu o porque de ela ser do jeito que era: Só gostar de sair a noite e ser fascinada com magia e feitiçaria. Mas ela também descobriu que tinha que tomar muito cuidado com os seguidores de Érebo, o ex-marido de Nyx que tentava se vingar de Zeus, Hades e Nyx por terem aprisionado ele.


Habilidades: Agilidade e Resistência


Presentes de reclamação:

►Chamado do Mistério - Uma pequena bomba que causa uma névoa sobrenatural, ela permite ao filho de Nyx total domínio do lugar e deixa o adversário do filho da noite quase sem visão, Após ser utilizada ela voltara perto do semideus depois da batalha.

► Alabarda da Noite - é uma arma antiga composta por uma longa haste. A haste é rematada por uma peça pontiaguda, de ferro estígio, que por sua vez é atravessada por uma lâmina em forma de meia-lua, com um gancho ou esporão no outro lado.
avatar
Filhos de Zeus
$D :
62601

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Dom 3 Abr 2016 - 20:09

Querida Giulia

O grupo dos filhos de Nyx não mais existirá. Iremos disponibilizar a lista de deuses que possuem filhos neste mesmo tópico.
Sentimos pelo transtorno.
Atenciosamente,
a diwa do Olimpo Nyx


Nyx 
♥Primordial♥Deusa da Noite♥
avatar
Deuses
$D :
10048800

Idade :
23

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hella L. Dreavous em Sab 9 Abr 2016 - 19:18


TOUCH ME
Take me to the other place
Nome: Liesel Lietchsteiner

Idade: 17 anos

Deus(a) Escolhido(a): Lissa

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Sendo com total sinceridade, a minha escolha por Lissa foi porque eu admiro e muito a sua história e personificação. Além de seus poderes e presentes serem incríveis, e se eu escondesse isso seria uma grande mentira, a sua personificação irá se encaixar muito bem na trama de minha personagem.

História:

Sabe-se que tudo no universo tem uma explicação. Menos para Liesel. A garota teve um nascimento, digamos, perturbador. Seu pai, Vladimir, era um caçador de fenômenos paranormais descrente na Rússia. A mãe de Liesel nunca fora revelada para ningúem. Mas segundo o próprio Vladimir, era uma mulher forte, decidida, e dona de uma personalidade completamente perigosa. O nascimento da menina foi, de fato, perturbador. A mulher na qual se relacionara com Vladimir, era uma Deusa. Lissa deixou a criança na porta do apartamento do Russo, e desapareceu.

Vladimir estava na cozinha, enquanto o bebêzinho de cabelos escuros estava no quarto. Enquanto ele comia, risos baixos e de completa insanidade ecoou por todo o apartamento. A princípio, ele ignorou, pensando que era a TV que estava ligada em algum filme. Contudo, as risadas retornaram, agora mais altas. O Russo largou o seu sanduíche e foi até o seu quarto, mas logo sentiu um desconforto intenso. Sua cabeça pesou, como se ele estivesse mergulhando em um gélido oceano escuro. Com muito esforço, o homem adentrou no quarto, em meio as risadas insanas e altas.

-Liesel? - Falou baixinho para o embrulho de lençóis em cima do berço. As risadas cessaram quando Vladimir sorriu e tocou a mãozinha de sua filha. Os olhinhos vazios e distantes da criança se abriram em contato com o toque do seu pai, e ela voltou a dormir.

Com 2 anos de idade, Liesel ficava sentada em um canto conversando e rindo sozinha. Vladimir estranhava aquilo, pois desde que a menina nasceu, ele não conseguia mais trabalhar, e a pequena vivia falando sobre um tal de Ikurkovac, um garotinho da idade dela. Aos seus 6 anos, Liesel tinha alucinações e se tornava violenta. Ela quebrava partes de seu corpo e se machucava seriamente, mas ambos os seus ferimentos sumiam quando ela acordava. Aquilo assustava Vladimir tanto que o mesmo viajou para os Estados Unidos, mais precisamente para o Estado de Nova York e jogou Liesel em um orfanato e hospital psiquiátrico.

Passou-se 8 anos. Liesel já estava grande e confusamente perturbada. Ela continuava violenta, ela agredia alguns enfermeiros e falava sozinha quase todo o tempo. A solitária era aonde ela mais passava seus dias. Depois de uma longa tortura com choques e preparativos para uma lobotomia, ela estava em sua cela juntamente com seu melhor amigo Tom. Tom era um garoto diferente, dizia Liesel. Ele se vestia como hippie e usava muletas. A garota gostava de conversar com Tom, por que o amigo acalmava para que ela não entrasse em histeria e insanidade de novo.

-Liesel, chegou a hora. - Dizia Tom. Liesel estava lerda pelos remédios tomados e seus olhos ardiam por ele não dormir. A garota olhou para Tom e disse, totalmente aéreo:

-De que? Mais uma sessão de choques?

Tom negou com a cabeça e abriu a porta com dificuldade por segurar as muletas. Liesel seguiu ele sem entender nada pelo longo corredor escuro e doentio. De longe, dava para ouvir os gritos de pavor dos loucos presos e torturados, das loucas presas sendo estupradas, e seus lábios se curvaram em um sorriso largo psicótico, insano. Na ala 45, ela viu pelo vidro da porta uma das pacientes sendo violentada pelos enfermeiros, e começou a rir descontroladamente, se divertindo com o que via.

Tom encarou a garota e a puxou, escondendo o completo desagrado com aquilo: -Consegui achar uma saída daqui. E você precisa saber a verdade. Você é diferente dos outros. Você não devia estar aqui. E sim em um Acampamento.

Liesel não deu muita atenção ao que Tom falava. Estava extasiada com o que via. O St. Mont'Angelo era o local aonde ele jamais colocaria seu pior inimigo para passar uma noite. Era um prédio imenso, cheio de corredores e muito, muito escuro. Tom guiou ele por uma saída subterrânea para outro pavilhão e lá o Liesel começou a entrar em histeria. Ela arranhava as paredes, sussurrando coisas em hebraico que ela aprendeu lendo um livro religioso de um paciente suicida da ala 89. Tom estava completamente abismado com aquilo e Liesel ouviu, bem baixinho, ele sussurrar:

-Tem algo vindo atrás de vocês.

Tom e Liesel olharam para trás e viram um olho brilhando na penumbra do local mal iluminado e sujo. A coisa avançava lentamente e Tom começou a tirar a calça. Ela revirou os olhos enquanto andava:

-Tom! Não é hora de querer fazer um Strip Tease e... QUE ISSO EM SUAS PERNAS? - A garota gritou ao ver as pernas de bode do Tom. A criatura avançava cada vez mais e Tom gritou:

-Liesel! Corre!

Liesel não pensou duas vezes e saiu correndo. Os corredores do subsolo eram familiares, pois ele era trancado várias e várias vezes ali, fora as torturas que passavam. Tom o acompanhava na corrida e em um movimento rápido, o sátiro puxou a garota para o lado para uma porta escondida na penumbra. O garoto estava arfando e assustado. Era tudo confuso para ele. Era, apenas a aquele momento. Tom olhou para Lie e disse, enquanto abria uma portinha para fora do prédio:

-Você é diferente, porque você é uma semideusa, Liesel. Você vai me acompanhar para Long Island, aonde fica o Acampamento Meio Sangue, lar dos semideuses, e meu lar também.

A garota ficou sem compreender as coisas, e cruzou os braços:

-Não vou sair daqui, até você me explicar o que está acontecendo!

Tom abriu a boca para começar o monólogo, mas o Ciclope quebrou parte da parede aonde eles estavam, obrigando eles a correr para fora do Hospício. Enquanto corriam, Lie olhou para o sátiro ao seu lado, e o sorriso largo e doentio tomou forma em seus lábios: -Vamos para o Acampamento.


Habilidades: Lissa – Defesa e Persuasão

Presentes de reclamação:

♦ Gás hilariante (Bracelete com um pingente em forma de sorriso cômico) -  Leva a pessoa de uma alegria extrema para o desespero profundo da loucura em segundos , deixando-a apenas atordoada e seus ataques em batalhas ficam confusos por cinco segundos.

♦ Alabarda – A lâmina é feita puramente de cobre chegando a ser vermelha, assim que entra em contado com a pele do inimigo provoca queimaduras de terceiro grau.

♦ Mascote - Lhama - A lhama é o animal sagrado da deusa da loucura. Pode ser um animal comum aos olhos dos mortais, mas é para os filhos de Lissa que elas mostram seu verdadeiro poder

♦ Fio da loucura – O nome refere-se ao fio da lâmina da espada. Uma espada longa de bronze e ferro Estígio, a cada golpe, retalho ou cortes mínimos o inimigo enta em estado de loucura extrema como se estivesse drogado. Quando o mesmo morre leva sua loucura até o submundo, para onde quer que vá a loucura nunca o deixará.



I can live With or Without you
Lotus Graphics
avatar
Filhos de Zeus
$D :
48380

Idade :
17

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Sab 9 Abr 2016 - 19:35


Avaliação


Liesel – Aprovada
Você tem que revisar suas fichinhas, pois há alguns erros bobos, mas gostei da ficha, seja bem vinda as proles de Lissa q




avatar
Deuses
$D :
19380

Idade :
21

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Asahihime Onmitsu em Qua 18 Maio 2016 - 19:20

Nome:
Asahihime Onmitsu

Idade:
15 anos

Deus(a) Escolhido(a):
Éris

Porque quer ser reclamado por esse Deus:
Não irei dizer que Éris é minha deusa favorita ou por causa dos poderes e/ou, pois por mais que eu goste da deusa ela não é minha preferida e não foram os poderes ou itens que motivaram minha escolha. Os motivos de minha escolha são, simplesmente, a trama da minha personagem e também por eu nunca ter interpretado uma filha da deusa em questão e sentir curiosidade para tal.

História:
Takeshi não tinha certeza se realmente amara a mãe de sua filha ou apenas fora uma aventura fora do casamento, mas sabia que amava o fruto daquela união e sempre cuidara o melhor possível da garota. Havia conhecido a mesma após uma longa reunião na empresa que trabalhava. O homem sabia que o grande problema daquele lugar eram as intrigas e disputas de poder que existiam em larga escala - e ele sabia possuía alguma participação em parte delas. Não era casado e mesmo se fosse era possível que ainda sentisse atração pela bela mulher e, com o passar do tempo, acabasse deitando-se com ela e daquela união nascesse sua pequena princesa do sol nascente¹. Após a noite que a mulher acabara por engravidar do homem, cada vez eles ficavam mais distantes e, após o nascimento da criança, nunca mais se viram. Na mesma noite que a jovem fora entregue ao pai, a mulher também revelara ao homem quem era de verdade e que era aconselhável a criança ir para o Acampamento quando tivesse idade suficiente para tal. Para todos os outros, havia dito que a mãe da jovem havia morrido pouco após dar a luz a criança e ninguém mais fizera perguntas sobre aquilo. Mesmo a jovem Asahihime havia aceito aquela historia e parado de fazer perguntas após certa idade.
O homem casara-se anos depois com uma mulher que acabara por criar a pequena Asahihime como sua filha, mesmo depois de ter suas próprias crianças. Seus pais (biológico e madrasta) nunca deixaram faltar nada para a criança e a mesma teve uma infância relativamente feliz no Japão. Frequentava uma boa escola, possuía amigos e sua casa era confortável e segura. Tinha dificuldade de aprendizado causadas por seus problemas de transtorno de deficit de atenção com hiperatividade combinado com sua dislexia, porém o tratamento que a jovem era submetida desde cedo ajudava a controlar um pouco seu TDAH e tornar aquilo algo menos desagradável para a mesma. Suas habilidades físicas eram "superiores" as de seus coleguinhas nas atividades esportivas na escola, devido aos reflexos aprimorados que a jovem tinha pelo sangue divino. Claro, os reflexos deveriam servir primariamente para combates, mas mesmo assim não deixavam de auxiliar em outras atividades físicas mais simples e que precisassem de reflexos parecidos.
Por volta de seus oito anos, começou a praticar ninjutsu e suas habilidades de meio-sangue começaram lentamente a se manifestar. Os reflexos em combate, que causavam seu TDAH, começaram a servir para alguma coisa e ao iniciar o treino um bom tempo depois com armas inerentes a "profissão" shinobi, a dama não demonstrava muitos problemas para usa-las ou entender como não deveriam ser manejadas. Possuía também certa familiaridade com manipulação, o que facilitava em blefes em combate e também lhe ajudaria futuramente em algumas disciplinas que eram passadas as kunoichis. A jovem descobrira nos treinos uma diversão e algo que poderia ser boa, o que motivava a jovem a constantemente empenhar-se a continuar.
Aos seus treze anos, porém, a jovem acabou sendo atacada por um ciclope junto a um colega de classe de pernas estranhas e, quando fugiam, acabaram sendo salvos por um rapaz mais velho, que derrotou o monstro. Após tal evento, seu pai acabou sendo obrigado a contar a jovem a verdade sobre o que ela era e, se a mesma não tivesse visto com os próprios olhos o que acontecera, dificilmente teria acreditado. Devido as circunstancias, a madrasta foi com a garota e os dois rapazes para os Estados Unidos e a jovem passou a frequentar o Acampamento Meio-Sangue desde então, sendo reclamada por Éris algumas após sua chegada ao lugar.

Habilidades:
Persuasão e Agilidade

Presentes de reclamação:
— Garras Envenenadas [Desativada é uma luva de couro negra, porém quando ativa transforma-se numa luva de ouro celestial com garras resistentes onde ficam as unhas, cujas possuem um veneno. O veneno não mata, porém causa grande dor no oponente e vai consumindo a HP deste no decorrer dos turnos.]
— Chave Dimensional [Uma chave de ouro que pode abrir uma espécie de vórtice pequeno no ar, o qual serve para o semi-deus colocar objetos e armas, como uma bolsa ou armário portátil. O pequeno portal pode ser aberto em qualquer lugar no ar, além disso pode abrir qualquer fechadura na qual ela é colocada.]
— Chaos Armor [Uma armadura negra com o símbolo de uma maçã gravado em seu peito. A armadura é level, porém muito resistente, funcionando como uma espécie de escudo, semi-indestrutível. Quando desativada ela transforma-se em um broche com o símbolo da Deusa.]



¹ Asahihime pode significar tanto "princesa do sol nascente" quanto "princesa do nascer do sol.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Sab 21 Maio 2016 - 19:12


Avaliação


Asahihime – Aprovada
Gostei, curta, direta e interessante, poucos erros. Bem vinda.




avatar
Deuses
$D :
19380

Idade :
21

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Lily K. Sirvan em Qua 25 Maio 2016 - 19:45

Nome: Lily Kwon Sirvan
Idade: 21
Deus(a) Escolhido(a): Macária
Porque quer ser reclamado por esse Deus:

Gosto muito de macária, lembro que meu primeiro forum desse gênero eu fui filho dela. Eu procuro lembrar de como é bom usar os benefícios de ser filho de Macária em missões e contra outros jogadores. Eu também estava pensando eu criar um personagem um pouco mais serio dos que eu costumo montar, fofos, alegres, extremamente mimado e outras coisas que eu fui quando era filho de Macária, então quero fazer um personagem oposto do primeiro.

História:

Era uma tarde calorosa de verão, as crianças brincavam em um terreno baldio, havia uma pequena ''quadra'' de areia onde crianças podiam praticar esportes. As crianças presentes no campo estavam jogando futebol de areia, havia uma pequena plateia sentada no chão, crianças entre 12 a 14 anos comiam pipoca e riam já outras gritavam para que marcassem gol. Eu estava destacado no meio da multidão, meus cabelos negros mexiam com o bater do vento, minha pele em um moreno claro estava meio suja de areia, meu olhos estavam fixados nos garotos correndo atrás da bola, sobre meu colo meu cachorro branco de olhos azuis depositava a cabeça enquanto recebia mimos.

Um dos meninos que vestia camisa azul, que indicava o time rival, começou uma pequena briga, gritos se espalharam por todo o local, não percebi que meu cachorro levantou e correu em direção a rua. Fiquei em pé distraído olhando os meninos brigarem, eu estava em transe. O grito de horror vindo da estrada quebrou o meu transe, virei meu rosto em direção a rua onde havia uma aglomeração de pessoas, percebi a coleira vermelha do meu ''amigão'' no chão, minha garganta formou-se um nó e então corri, corri como se não houvesse o amanhã, caí de joelhos contra o solo de terra diante de meu ''amigão'', sua cabeça estava esmagada, o ator pedia desculpar por ter passado por cima dele. Meus olhos foram tomador por lágrimas, eu soluçava abraçando o corpo flácido dele. Os braços magros, mas definidos de meu padrasto envolveram meu corpo, Robert olhou-me nos olhos e me abraçou levando-me para casa.

Era quase noite quando preparávamos o velório do meu cachorro, Robert, havia feito uma pequena cova e um caixão feito de madeira, ajoelhei diante do buraco e lancei um punhado de terra e a bola favorita dele dentro do buraco, as lágrimas começaram a inundar o meu rosto. Robert mesmo não sendo meu pai biológico me amava como se fosse carne de sua carne. O jantar em família não foi lá um dos melhores da semana, Samuel meu pai biológico, que é casado com Robert, havia trago para mim uma caixa de bombons que não surtiram efeito algum. A noite chegou e meu pai levou-me para a cama, ele sentou-se ao lado da cama e começou a contar uma historia sobre um menino que se apaixonou por algo impossível e que esse algo foi embora, porém, esse algo deixou um presente para o garoto. A história mesmo sendo boba teve um efeito positivo sobre mim, naquela noite eu parei de chorar.

No dia em que meu melhor amigo havia morrido, todas as noites eu tinha o mesmo sonho. Eu estava andando sem rumo no escuro, o lugar era frio e eu podia sentir água correndo em meu pés, ouvia vozes e ruídos assustadores. Acordava aos gritos todas as noites. Samuel me levou a várias consultas medicas em diferentes locais da cidade e todos diziam que o pesadelo era causado por algum trauma ou coisa do gênero. O pesadelo correu por minha cabeça por cerca de 1 mês e meio.

Tinha se passado oito anos, era o inicio das ferias, nessa mesma data iria ocorrer o baile de formatura e estaríamos livres da escola, eu estava ao lado de Rubi. A garota era minha melhor amiga, meu pai acreditava que havia um ''relacionamento'' secreto, mas éramos apenas bons amigos até de mais. Meu pai esperava no carro para levarmos ate a festa que seria realizada em uma manhã escura tomada pelas nuvens cinzentas de chuva, eu podia ver que os olhos dele estavam lacrimejando, Robert havia morrido em um acidente de carro na volta do trabalho á 3 anos, queria que eles estivesse presente também. Rubi vestia um lindo vestido lilás, eu trajava um terno totalmente branco com uma rosa em minha orelha esquerda. Chegamos cedo na festa, havia luzes neon por todos os lados, jovens sorriam e conversavam aos montes.

A musica ao vivo tocava e se espalhava pelo salão. Peguei a mão de Rubi e adentrei pelo salão de festa, o globo de espelho brilhava preso no teto refletindo feixes coloridos contra o piso da quadra. Haviam varias mesas, Rubi acenou para a sua amiga Lillia, eu senti minhas bochechas corarem ao ver que Lillia se aproximava, eu nunca havia trocado nenhuma palavra com a menina, mesmo ela sendo a melhor amiga de Rubi. Para a minha surpresa a menina era muito divertida, nos riamos bastante. As indicações para o rei e rainha do baile estavam ocorrendo e então nos fomos direcionados a sala de votos onde cada um votaríamos.

A musica da cantora Melanie Martinez soava pelo salão, alguns casais dançava na pista, alguns garotos riam de seus amigos dançando de modo estranho, meninas fofocavam sobre os vestidos uma das outras. Segurei de modo gentil a mão de Rubi e a levei para o centro do salão, coloquei minhas mãos na cintura da meninas, enquanto as delas ponderavam sobre os meus ombros, ela sorriu e começou a movimentar seu corpo da esquerda para a direita ao som da batida da musica. O clima estava calmo, pequena pétalas de rosas vermelhas caiam sobre os formados. Rubi sorria como uma menina que acabara de receber um presente, ela olhava intensamente para mim que retribuía o olhar com um belo sorriso, nossos corpos estavam mais próximos. Sakura sem pensar duas vezes me beijou, um embrulho estranho se formou em meu estômago, sorri e me afastei olhando para baixo com o rosto todo vermelho.

Finalmente iriam anunciar quem seria o rei e a rainha, a musica parou e os casais se viraram para um pequeno palco. Um homem trajando terno e uma cartola preta mexia em uma caixa de madeira com detalhes em bolinhas pretas, provavelmente era a caixinha de votos, ele retirou dois papeis e anunciou os nomes. Lillia ganhou o titulo de rainha do baile e adivinha quem ganhou o de rei? sim, eu. Subimos de mãos dadas, eu sabia que Lillia teria adorado o fato de ser titulada ao meu lado mesmo sendo a melhor amiga de Rubi, as duas gostavam de mim e concordaram que aceitariam quem eu escolhesse, mas eu não via elas como premio ou algo do gênero. Fomos coroados, o teto abriu-se e com isso podia-se ver o céu cinzento. O homem que anunciou o evento estava empurrando alguma coisa grande e coberta por um enorme lenço branco com detalhes em roxo. Debaixo da coberta haviam no total 8 gaiolas com varias aves de rapina, o rapaz abriu gaiola por gaiola na intenção dos animais voarem para o céu e serem livres como toda cerimonia de formatura, entretanto, os animais começaram a atacar todas as pessoas presentes. Começou a chover e por conta do teto aberto a chuva adentrava o local, os animais rasgavam a pele das pessoas presentes, o sangue dos corpos misturavam com a água da chuva, meu corpo estava paralisado, minha visão embasou e então eu vi criaturas femininas aladas com seus seios expostos rasgando a carne dos estudantes com suas garras.

Minha cabeça estava confusa e tudo ao meu redor girava. Tentei procurar meu pai, Uma das criaturas pairava com suas garras em minha direção, mas Lillia jogou-se em minha frente. As garras da mulher alada penetraram a pele da menina, Lillia cuspiu sangue em meu rosto, meu olhos cresceram e a criatura alada arrancou a cabeça de Lillia. A chuva não parava de cair, levei minhas mãos ate a boca e sai correndo dali para não ser o próximo a ser devorado. Meus joelhos foram de encontro ao chão banhado de sangue ao ser empurrado por uma daquelas criaturas, senti meus joelhos serem cortados por alguns cacos de vidro, a mulher pássaro vinha novamente em minha direção, segurei um pedaço de vido e desferi um golpe contra a barriga dela fazendo um pequeno corte. Não sei o que houve comigo, mas de algum modo todos os meus sentidos estavam aguçados, corri com dificuldade ate uma mesa e segurei uma lasca de madeira meio pontuda, olhei em volta e vi alguns alunos e formados agonizando, outros abertos ou faltando parte do corpo. A criatura que feri pairou em minha direção, esquivei para o lado com dificuldade, ela voltou e desferi um segundo golpe contra ela, penetrei a ponta pontiaguda da lasca em suas costas e sem pensar duas vez chutei a ponta da lasca para que ela entrasse um pouco mais. A mulher pássaro gritou e se contorceu de dor.

Caminhei a te a criatura que mesmo sentindo dor conseguiu desferir um golpe contra meus joelhos fazendo-me ajoelhar diante dela, por algum motivo olhei para o lado e percebi que as outras criaturas caminhava lentamente em minha direção, ali seria o meu fim. Eu me senti cego, minha visão se foi por completo e ouvi ruídos por todos os lados, devido a chuva a água se juntava aos sangue e aquilo me fez lembrar do pesadelo que eu tinha todas as noites. Gritei e minha visão voltou em uma luz horrível, toda aquela luz me deixou com a mente mais zonza do que estava, quando me dei conta havia uma densa floresta ao meu redor. Meus olhos doíam, minha cabeça parecia que ia explodir, meus joelhos estavam fracos, eu queria saber o que tinha acontecido ou como meu pai estava. O restante de consciência que me restava me fez ver alguém caminhando em minha direção, não aguente e eu cai.

Habilidades: Instinto de Sobrevivência e Persuasão

Presentes de reclamação:

♦ Espada negra - Lança uma energia negra, que de acordo com o nível vai se fortalecendo cada vez mais, podendo fazer mais danos no inimigo.

♦ Capa escudo - Resistente.

♦ Leques Gêmeos Laminados - Os leques são leves e ágeis, entretanto, tem pequenas lâminas afiadíssimas introduzidas no leque que se é capaz de passar-se por despercebido, a pensar que são apenas leques normais. Suas lâminas são tão afiadas que cortam com maior facilidade, estas são liberadas de acordo com o "querer" do filho de Macária. As figuras dos leques mudam de acordo com a vontade do semideus.
avatar
Filhos de Macária
$D :
2325

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Qua 25 Maio 2016 - 20:18


Avaliação


Lily – Aprovado
Tava, tudo, deprimente (com todas essas vírgulas pra da ênfase), ia te reprovar, jogar no fundo do poço, coisas do tipo, até o banho de sangue, simplesmente amei, foi magnífico. Aprovadíssimo, cuidado com os erros, tiveram vários e até a metade da história as coisas não se conectavam, cuide isso.




avatar
Deuses
$D :
19380

Idade :
21

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por William Davenport em Qua 25 Maio 2016 - 21:31



Will

Nome:

William Davenport

Idade:

19 Anos

Deus(a) Escolhido(a):

Hécate


Do you like my cookes?

Porque quer ser reclamado por esse Deus?
Você já ouviu falar de paixão a primeira vista? Provavelmente sim. Hécate para mim foi um amor assim, tão grande que desde 2013 quando a conheci estudando mitologia Grega para os RPGs da vida eu não consegui mais largar de ser seu filho, foi uma deusa que me identifiquei da cabeça aos pés do jeitinho que for. Só sei que a amo, agora te convido: Vamos na lua nova renovar os pactos? De preferencia em uma encruzilhada as três da manhã quando os cães fantasmas correm aos pés de mamãe trazendo a noticia de uma nova vida, que nasce ou que se vai.

História:
Podemos negar que nossos anjos existem, dizer a nós mesmos que eles não podem ser reais. Mas eles aparecem de qualquer maneira. Em lugares estranhos, em tempos estranhos, eles podem ser qualquer personagem que possamos imaginar. Serão verdadeiros demônios se precisarem, nos chamando, nos desafiando a lutar.

As luzes piscavam. O relógio fazia tique, toque, tique, toque. Uma grande massa negra estava diante do menino de olhos frios. Ele lambeu os lábios umedecendo a superfície rugosa. Pigarreando o rapaz respondeu à pergunta anterior.  

– Meu nome é William, William Bartholomeu Davenport. Tenho 17 anos e assassinei meus pais, feliz?

O homem de sobretudo negro ficou de pé e andou de um lado ao outro na sala pequena. Ele jogou uma pasta cheia de fotos sobre a mesa. Voltando a se sentar o homem apoiou as palmas das mãos contra a superfície lisa e analisou a fisionomia do menino. Ele tinha grandes olhos penetrantes, sua pele era branca, mas com alguns tons acobreados, como os surfistas, seus cabelos eram loiros, vestia-se como um rapaz comum, porém, seus olhos lhe denunciava, mostrava que de traz de tudo aquilo ele era um ser doentio.

– Me conte tudo. – Ordenou o homem. – Desde o início. – Ele pegou um gravador de voz e deu Play.  – Não me esconda nada.

O rapaz cruzou os braços na altura do peito e olhou o homem nos olhos, como se tentasse ler seus pensamentos. Por fim deu de ombros e começou a falar.

– Tudo ocorreu em uma quarta-feira, foi meu primeiro dia de aula na nova escola, eu tinha apenas 09 anos de idade. Mamãe me deixou na porta da escola e me deu um beijo no rosto, ainda posso sentir o calor de seus lábios contra minha face rosada. Quando eu era pequeno eu era muito fofo, sabe aqueles anjinhos de coral? Eu era muito parecido com um. Sentei-me na segunda cadeira ao lado da mesa do professor, cochichos se espalharam por todos os lados, olhei para trás e vi um menino alto de cabelos negros me olhando, engoli a seco, ele me olhou como se fosse devorar minha alma.

O homem bufou e bateu com a mão sobre a mesa com violência.

– Eu não quero saber sua vida escolar. Vá para a parte importante.

O menino fechou os olhos, como se estivesse se concentrando e pedindo aos deuses para não esquartejar o homem.
Contudo não recomendado para menos de 18 anos:

– Esta bem... Era verão o dia estava quente, eu tinha apenas nove anos e meio, ia fazer dez anos duas semanas depois, minha mãe estava muito ocupada cuidando do meu irmão mais novo John, ele era um sapeca sempre correndo e derrubando as coisas. Eu estava sem camisa e sentada de frente a tv jogando vídeo game, papai sentou-se no sofá e começou a tomar sua cerveja. Sabe quando você sente que tem alguém lhe observando? Pois é, foi assim que me senti, vez ou outra eu olhava para trás, papai estava usando um calção de dormir azul, chinelos de dedo. Ele era um homem musculoso, seu abdômen completamente trincado, cabelos negros bem cortados, cara de um verdadeiro executivo. Em um momento notei ele tocar seu membro e mexer um pouco, mordi meus lábios inferiores e voltei a prestar atenção ao meu jogo.  O suor escorria em minha testa, pois estava muito quente naquela manhã. Levantei e fui até a cozinha pegar um chá gelado, papai veio logo atrás de mim. Abri a geladeira e peguei a garrafa de chá, quando me virei colidi com a barriga do papai derramando suco sobre sua roupa. Pude notar que ele estava excitado, fiquei corado. Foi nesse momento que ele baixou as calças e seu membro saltou. Seus pelos pubianos eram loiros, loiros como os fios de cabelo de minha cabeça. Engoli a seco, ele me puxou, tentei escapar, mas não consegui. Ele segurou nas minhas bochechas fazendo minha boca abrir, ele enfiou o membro ereto pela minha boca e segurou na minha cabeça.

O homem observava o menino falar, a fita girava dentro do gravador. – Continue. – Disse o homem.

– Meus olhos estavam repletos de lágrimas, pois ele enfiava profundamente na minha garganta. Seu pau era grosso e largo, mais ou menos 18cm, o pau entrava e saia de minha boca como se fosse um picolé, ele me dizia coisas pornográficas como: Isso putinha chupa todinho o papai. Sua mão esquerda movia minha cabeça para chupar o seu membro, enquanto sua mão direita massageava minhas nádegas, ele enfiou seu dedo anelar dentro do meu ânus, eu quase gritei de dor, ele me enforcou e balançou a cabeça negativamente. Eu tentava fugir, mas algo dentro de mim dizia: Chupa esse pau, chupa tudo. E ao mesmo tempo outra voz dizia: Seja forte, você consegue escapar. Eu tentei correr, mas ele me puxou, me jogou no chão e baixou minha bermuda, senti seu pau roçar entre minhas nádegas e então ele me penetrou sem dó. Quando soltei um grito de dor, ele enfiou a mão na minha boca e puxou minha mandíbula para baixo, eu fiquei tentando gritar, mas o som não saia. Ele enfiava seu membro grosso no meu ânus com força, sangue escorria pela minha perna esquerda e caia sobre o chão. Ele deu duas palmadas com força contra minha bunda e puxou meu cabelo para trás, ele deu um longo gemido e seu corpo foi para frente e para trás e eu pude sentir um liquido quente adentra meu reto, ele se levantou ergueu minhas calças e eu fiquei lá deitado no chão, ele chutou minha costela e mandou eu limpar a bagunça e sumir da vista dele. Eu sofri disso por longos quatro anos, sabe o que é você virar a putinha favorita de seu pai? Quando mamãe não satisfazia ele, ele ia em meu quarto e comia meu cu toda noite, uma vez me obrigou a comer ele. Meu irmão mais novo via tudo, mas não dizia nada, ele era apenas um bebê.  Quando fiz 15 anos tomei coragem de contar para minha mãe. Má escolha.

O entrevistador olhou para o menino assustado, depois seu olhar mudou para algo relativo à compaixão, pensando em como o menino havia sido forte aquele tempo todo, sendo estuprado dia e noite pelo próprio pai. – Continue. – Disse o homem.

O menino suspirou, colocou a mão sobre a mesa e olhou para o lado. – Ele vai lhe prender. – Disse com uma voz maligna. – Não, não vai, ele vai te ajudar. – Disse com outra voz olhando para a esquerda. – Eu não tenho culpa, quero deixar logo claro, ele mereceu. Todos mereceram. – Ele então lambeu o lábio inferior.

– Era noite, mais ou menos dez horas. Mamãe estava de plantão no hospital e só chegaria de madrugada, John estava dormindo e papai não havia feito nada comigo aquele dia. Estranho, eu havia passado a tarde toda planejando minha fuga ou como acabar com aquela tormenta. As vozes em minha mente me mandavam cometer suicídio, outra voz me dizia para fugir e a outra me deu uma ótima idéia. – O rapaz deu um sorrisinho de canto de boca, pegou a água sobre a mesa e tomou um gole. – Papai havia ido dormir, eu então me arrastei por debaixo do lençol, desci sua roupa de baixo de dormir e comecei a massagear seu membro, ele no mesmo instante abriu a boca surpreso. Eu como não era bobo abriu um sorriso e disse-lhe: Papai não quer brincar comigo hoje não? Eu fiz aquela carinha típica de cachorrinho caído da mudança e masturbei o membro dele, ele deitou-se de barriga para cima, colocou as mãos por de trás da cabeça e relaxou, minha boca começou a brincar com o pau mole dele, que em minutos estava trincando de duro. Segurei o membro dele e masturbei. O sorriso brilhava em meus olhos quando eu disse: Hoje vamos  brincar de Doutor. Papai abriu o olho e deu um grito ao ver a faca na minha mão, ele não teve tempo de se mover, a lâmina percorreu o músculo ereto de seu membro e o decapitou, um jato de sangue atingiu minha boca, sujando minha roupa de dormir, montei sobre ele e cravei a faca em seu peito diversas vezes, uma sequência continua de golpes. O sangue salpicava contra minha face e eu gargalhava de prazer, pude ver o sangue escorrer pelo canto da boca de papai, seus olhos viraram e ele morreu. Passei a mão na minha boca e lambi o sangue doentiamente esfregando boa parte do liquido na minha língua.

O homem deixou o palito de dente que estava entre seus lábios cair sobre a mesa, piscou três vezes e balançou a cabeça de um lado ao outro, pegou uma caneta e começou a escrever em um bloquinho de papel. – Muito bem. – Disse ele.  William então movimentou a cabeça para o lado e cuspiu. – Não acabei. – Disso sorrindo. O homem por sua vez fitou ele. – Eu sei, muito bem, continue.

– Ela não deveria ter chegado tão cedo. Eles me disseram que iríamos só matar o papai, mamãe estaria no trabalho então daria tempo de fugir, mas não aquela puta teve que chegar, ela me abusou apenas uma vez, mas pediu desculpas. Desculpa é o caralho. Ela entrou na sala e me viu sentado no sofá todo sujo de sangue, correu em minha direção e sentou-se sobre as pernas diante de mim. Perguntou se eu estava ferido, balancei a cabeça negativamente, ela viu na minha mão direita uma faca, recuou, porém, fui mais rápido. A lâmina atravessou da direita para a esquerda fazendo um largo corte em sua garganta, ela levou a mão até o local e começou a engasgar com o sangue. Fiquei de pé e chutei sua face fazendo-a cair de costas contra o chão, com a ponta da faca subi pela sua coxa fazendo um belo corte vertical indo em direção a sua vagina. Mordi os lábios e olhei-a nos olhos e disse: Quer ficar molhadinha mamãe? Vou te deixar. Com a ponta da faca introduzida entre as pernas dela cravei até penetra e rasgar a roupa branca que ela usava, a lâmina subiu por dentro da vagina dela até chegar na altura do umbigo, sangue jorrava no chão, abri um largo sorriso e retirei a lâmina. Meus olhos analisavam a lâmina ensanguentada, com a língua limpei o sangue presente no objeto e disse-lhe: Bem molhadinha, do jeito que eu gosto.  – O menino deu uma gargalhada alta ao lembrar da cena. – Não posso negar, eu amei.

A sala ficou em completo silêncio, pode se dize que não ficou devido ao som do relógio batendo, o horário indicava que eles haviam passado uma hora e meia conversando. O homem abriu o gravador e retirou uma fita totalmente cheia, retirou do bolso uma virgem e colocou no lugar da anterior. Ele bebeu um gole de café.  – Podemos prosseguir. – Disse ele bebendo mais um gole do café.
– Quero saber o porquê de ter matado aqueles policiais.

William se ajeitou na cadeira e inclinou o corpo para frente. Ele sorriu e lambeu os lábios.  Ele então olhou para o homem. Suspirou. O olhar do menino parecia uma cobra pronta para dar o bote. O homem caminhou na direção dele movimentando a caneta entre os dedos, o menino inclinou a face na direção do homem que gritou para que ele respondesse, porém, ele se recusou. Desta vez William não iria abrir a boca, ninguém poderia saber o que ocorreu com os policiais, ninguém...


Naquela mesma tarde, logo após o interrogatório terminar tragicamente em um novo assassinato, William foi recolocado em um local para sua reabilitação, local recluso e com poucos membros, os métodos de tratamento do local podem ser taxados de bárbaros ou até mesmo cruéis. Lobotomia, terapia de choque, trepanação, entre outros tratamentos que já não são mais usados com frequência eram aplicados em seus pacientes. O garoto foi diagnosticado com distúrbio de personalidade, ansiedade compulsiva e hiperatividade. Sua primeira semana no local foi tratada com aplicações de medicamentos intravenosos, que não resultaram muito bem. Os ataques de raiva se tornaram constantes, mais de cinco médicos foram feridos ao longo do tratamento, que passou a ser aplicado terapias de choques na temporã. As descargas eram aplicadas duas vezes ao dia, os médicos ficavam pasmos como o garoto conseguia se recuperar rápido.

Seu penúltimo dia no local foi o mais tenso, pois ele levou a morte de dois internos sendo levado a ficar no quarto branco.

O cômodo estava em completo silêncio, os azulejos brancos eram vistos em todas as partes, desde teto até o chão. No centro um jovem amarrado com camisa de força balançava de um lado ao outro, o silencio foi rompido por um gemido agudo, os olhos do menino se assemelhavam à loucura, seus lábios estavam secos, como se ele tivesse passado dias e dias sem beber água. Seus cabelos estavam longos, até a altura dos ombros e estava desbotados, o loiro havia perdido a vida e dado lugar a uma cor que se assemelhava aos cabelos brancos. Ele dizia alguma coisa alguma coisa inaudível, sua cabeça movimentava da direita pra esquerda olhando para os lados, como se estivesse à procura de algo, seu coração batia rápido, como se estivesse a correr uma maratona. Ele passou lentamente a língua sobre os lábios umedecendo, suspirou fundo e abaixou a cabeça.


– Eu não fiz nada, eu não fiz nada, eles mereceram tudo aquilo, que eles mereceram, eu sei. Não fui eu, não fui eu. Sua culpa! Sua culpa! Não foi minha culpa! – O menino conversava com ele mesmo, olhando para direita olhando para esquerda, sussurrando algo muito baixo. Ele então ergueu a cabeça e soltou um grito. – Calem a porra da suas bocas seus vermes imundos! Calem-se – ele então soltou uma gargalhada e olhou pro lado com a face maligna. – Você fez por merecer tudo isso gatinho, você está colhendo o que você plantou apenas... Você é uma maldição vinda do inferno para tornar a vida das pessoas um inferno não percebeu isso ainda? Nós somos frutos de sua propriamente, nós somos sua maldição. Criança maldita, dizia a puta da minha mãe. – ele então colidiu com seu corpo contra o chão, seus dentes se trincaram, Ele ergueu a cabeça lentamente, dando uma risadinha.  


Então a grande porta se abriu. O menino se arrastou para trás tentando se esquivar como se fosse um rato fugindo de um predador. Seus olhos dilataram, a última coisa que ele pôde ver foi quando a grande agulha penetrou no seu pescoço.



Estática da Luz fez o menino acordar. Em seu braço esquerdo uma agulha daquelas descartáveis penetrava em sua veia, trazia também um tubo branco que levava até uma pequeno saco contém o soro, ao lado direito uma máquina de calcular os batimentos cardíacos fazendo um som de pi, pi, pi.  Ele abriu um largo sorriso, lambeu os lábios e ficou esperando, em silêncio, ouvindo apenas o badalar da máquina. Não demorou muito para o silêncio ser rompido pelo som do gemido da porta, um Doutor adentrou o recinto, olhou o garoto nos olhos e sentou-se numa mesa.  William já estava acostumado com aquele tipo de entrevista, como já ocorreram várias, várias vezes na delegacia e até mesmo no manicômio.


William movimentou a cabeça para o lado esquerdo como se fosse um animal faminto analisando sua presa, ele já havia criado esse hábito de ficar analisando as pessoas. Sorria, apenas isso que fazia, não dizia uma palavra sequer, apenas demonstrar um sorriso cínico, doentio, daqueles que levam as pessoas a loucura, seus olhos demonstravam sabedoria adquirida ao longo do tempo, as várias e várias sessões de tortura que sofreu no manicômio o fizeram forte, também o fizeram descobrir o que ele era.


O homem então abrir uma pequena pasta contendo folhas brancas, a primeira página continha estampado a imagem de William, havia uma pequena foto 3 por 4 o nome do rapaz ao lado, seu tipo sanguíneo, nome da mãe e pai, seus antecedentes, seu estado clínico, entre outras coisas. Então via-se no topo uma pergunta. O homem ficou de pé caminhou até o menino e olho nos olhos.

– O que você tem de único?  Qual é a sua melhor qualidade e qual é o seu Pior defeito?  

O menino apenas sorriu. Ficou lá parada, olhando para o homem com um sorriso estampado no rosto. Ele não me umedeceu lentamente os lábios e voltou a sorrir. O homem novamente perguntou, mas o menino nada respondeu. O homem então se aproximou do rapaz, pegou sobre uma pequena mesinha uma agulha contém um líquido branco, ele deu um sorrisinho de canto de boca e introduziu agulha no braço do rapaz. No mesmo instante o menino começou a se debater sobre a maca convulsionando.


Levaram-se alguns minutos até o menino recobrasse a consciência, quando ele viu que o doutor ainda permanecia no lugar ele começou a gargalhar, como louco.  O doutor fez novamente a mesma pergunta, desta vez mais calmo, sereno, ignorando completamente as risadas sarcásticas do rapaz.  Novamente o menino apenas sorriu.


O médico novamente aproximou-se do menino e da mesinha contendo utensílios médicos, ele pegou um bisturi e passou contra a bochecha do rapaz, que se remexia de um lado ao outro gritando não, porém, o corte foi certeiro. O sangue escorria pela lateral do rosto do rapaz e caia sobre a maca branca. O médico encheu a mão de vermes brancos e esfregou contra o ferimento do menino, no mesmo momento ele gritou tão alto que fez o ouvido do homem zumbir. Refazendo a pergunta o médico voltou a sentar na cadeira diante da mesa e observar o menino sendo devorado pouco a pouco pelos vermes.

– Eu sou nada, apenas isso um verme insignificante. Como estes que estão em meu rosto, apenas isso que eu sou. Qualidade e defeito, nada disso me define. Sou aquilo que restou, aquilo que ninguém quer, sou as sobras, eu sei ser as sobras e você sabe ser o quê?

Por mais uma vez o homem ignorou as atitudes do menino, escreveu no prontuário algumas coisas e olhou para ele com um olhar sínico.

– Por quais motivos acha que veio para cá? O que vai fazer se eu te contar que nunca mais vai poder voltar para casa? O que sabe sobre sua mãe?

O menino ao ouvir as palavras do homem gargalhou alto, mas se calou ao sentir que ainda possuía vermes devorando sua face, comendo cada parte, mas ao mesmo tempo ele sabia que aquilo estava sendo curado. Ele então suspirou e movimentou a cabeça para o lado.

– To querendo também saber isso, mas acho que gostam de maltratar o que não conhecem.  – Ele levantou a cabeça e olhou o homem nos olhos. – Família? Que família o que. – Ele gargalhou alto. – Aqueles vermes que eu matei? Eu nem deveria chamar eles de vermes, pois é uma ofensa aos vermes.  Minha mãe? Aquela puta, ela era uma enfermeira qualquer. Por que me pergunta tais barbaridades?

O homem arqueou a sobrancelha, seu lábio inclinou para a esquerda formando um meio sorriso sinistro, ele andou de um lado para o outro e gesticulou com as mãos.

– Ora, ora, ora. O menino chorão não sabia que era adotado? – O homem deixou escapar uma risada. – Uma pena descobrir de tal modo, mas eu não estou aqui para ser seu terapeuta eu quero respostas.


O homem gritou tão alto que sua voz ecoou entre as paredes da sala como se fossem tiros.


– Qual era a coisa mais importante na sua antiga vida e por que era isso?

Menino movimentou a cabeça de um lado a outro estralando o pescoço, suspirou e tão deu pequeno gemidinho lembrando da dor que estava sentindo e sorriu, ele havia aprendido a ignorar a dor, por isso ele apenas sorria, esta era uma forma de demonstrar que estava sentindo muita dor. Quanto mais ele sorria mais ele sentir dor.

– Qual era a coisa mais importante?  Boa pergunta, boa pergunta. – Ele engoliu Pouco de saliva. – meu irmão! É apenas Ele, eu fiz aquilo por ele! Porque eu não queria que ele fosse o novo eu. Eu queria que ele fosse alguém melhor, com uma família melhor, algo que nunca tive. Isso tudo aqui se trata a respeito das mortes não é?  Responda-me.

Ignorado, apenas isso. William estava sendo ignorado pelo Doutor que se evasivavá de responde-lo.

– Se defina em três palavras.

– Verme insignificante ambulante. Está bom pra você? Ou quer que eu me defina do jeito mais positivo? – Ele abriu um largo sorriso sínico.

– Qual seu maior medo e o que você faz para combate-lo?


– Medo?  Eu não tenho medo.  Eu não tenho medo de nada. – O homem arqueou uma sobrancelha e deu um sorrisinho de canto de boca. – tá bom, tá bom. – resmungou – eu tenho medo de ser insuficiente para as pessoas, apenas isso. O que eu faço para tentar impedir isso? Apenas sorrir é claro. Mas agora me responda que porra esta fazendo comigo? E que diabos é essa história de eu ser adotado? Responda – O menino exigia, contudo, ele não estava em posição para tal.

Os minutos seguintes o homem largou a ficha sobremesa, andou até o rapaz pegou sobre a pequena mesinha um par de luvas de silicone, colocou e pegou uma seringa, dentro da seringa havia um líquido verde, ele pressionou a seringa liberando uma pequena gotículas do líquido verde no ar, para demonstrar que a agulha estava furada.  Segurou o pescoço do menino para o lado direito, que apenas se deixou levar ignorando qualquer senso de dor e aflição, ele sabia que essa era a hora do grande final. O liquido adentrou a veia do pescoço do rapaz, porém, nada ocorreu de imediato. O menino se debatia contra a cadeira tentado se livrar do homem, mas sua visão começou a ficar turva, tudo estava um pouco psicodélico de mais.

O sol brilhava forte na floresta. Sobre o chão William estava com a cabeça apoiada sobre uma mochila cinza do exercito, suas roupas estavam sujas de terra. O rapaz vestia uma cueca Box preta e uma camisa que mais parecia ser um vestido azul e branco típico de hospitais. Ele abriu os olhos lentamente e gemeu de dor, a claridade lhe afetava como se ele estivesse sendo atacado por vespas nos olhos. Ele tossiu livrando-se da garganta seca e obstruída. Não possuía forças para se levantar, mas mesmo assim tentou erguer o tronco. O vento soprava fraco fazendo as folhas passarem pelo chão como se fossem pequenos animais. William respirou fundo e jogou o corpo para frente ficando sentado, ele urrou de dor, parecia que suas costelas estavam quebradas, sua face doía como se tivessem vermes comendo. Nesse momento ele lembrou que havia sim vermes comendo sua face e com horror ele levou a mão até o local sentindo algo úmido e molhado, era uma pomada branca, ele esfregou os dedos um no outro e olhou para os lados a pergunta que não queria calar: Como ele havia parado ali.


Tudo rodava, era como se o menino tivesse sido atingido por um golpe na cabeça. Seu estomago roncava de fome, seus lábios estavam secos, ele suspirou e levou os dedos até a testa e respirou fundo. Quando volto a erguer a cabeça seus olhos foram de encontro com os de uma menina, seus cabelos castanhos estavam soltos, mas uma parte estava presa por pequenas tranças, sua pele era clara, porém, estava suja de terra. Suas roupas estavam desgastadas, uma calça jeans surrada,  na parte superior ela usava uma regata  e nos pés  all star. Na sua mão esquerda ela segurava uma garrafa de água e na outra um pacote de carne seca, ela olhou para o menino e lançou os itens em sua direção. Ele agarrou os pertences antes que chegassem ao chão, abriu a garrafa de água e deu um bom gole na água, a água desceu por sua garganta como se uma navalha estivesse transpassando o local. Ele respirou fundo ao sentir que estava desobstruindo as vias.


Os olhos do menino percorreram toda a extensão do corpo da moça, devorando seu corpo como se ela fosse um pedaço de carne, ele nunca havia desejado alguém assim. William balançou a cabeça de um lado para o outro livrando-se dos pensamentos paranóicos, psicopaticos e assassinos de dominar o corpo da menina, pelo que parecia ela havia lhe salvado e ele devia isso a ela. Ele mastigou até o ultimo pedaço de carne seca e virou a face para a moça, que acabara de se sentar em uma rocha.  O menino começou a sussurrar baixinho, coisas inaudíveis, ele olhava para a menina e depois balbuciava algo, era como se ele estivesse discutindo com ele mesmo.

– Olá.  – Ele disse finalmente. – Onde estou? Quem é você? – Ele disparava as perguntas uma atrás da outra, sua voz era nervosa como um animal hiperativo.

A garota sentada sobre a pedra alisava a pequena lamina da adaga de prata amolando sua lâmina, o vento fazia o cabelo dela balança lentamente, seu rosto marcado e sujo escondia sua beleza. Ela ergueu a face em direção ao menino, como se estivesse saindo de um transe. Ela cravou a lâmina da adaga contra a casca da árvore e ficou de pé. Seu caminhar era lento, mas elegante.

– Olá. – Ela apenas respondeu isso. Quando ficou mais ou menos um metro de distância do menino, ela voltou a falar. – Você deu um baita trabalho moleque. Por sua causa quase fomos pegas. – A menina rosnava, ou era isso que William podia ouvir através de sua voz.

– Deixe de drama Alli. – Uma voz feminina ecoou do outro lado da mata. A morena trazia consigo uma mochila grande, algo parecido com um mapa estava preso em uma alça, em sua cintura uma pistola ficava visível. William engoliu a seco. – Sou Alex. – A menina estendeu a mão na direção do rapaz, que levou alguns segundos para processar a situação.

A garota chamada Alexandra sentou-se ao lado de William e limpou os restos de ferimentos que havia em sua face. O menino de inicio tentou recuar, porém, ela foi um tanto rígida com ele, como se fosse uma mãe talvez. Ele respirou fundo contendo seus pensamentos. Ela então colocou o kit de primeiros socorros no chão e começou a explicar tudo que havia ocorrer nas ultimas 48 horas.

– Estávamos em Nova York, havia três meses que se mudamos para cá. Alli e eu descobrimos uma pista de onde minha mãe morava, seguimos esta pista e acabamos encontrando essa clinica clandestina. Invadimos como fazemos sempre, usamos algumas roupas encontradas na lavanderia e pegamos alguns crachás e nós nos passamos por médicas, Alli estava responsável de me da cobertura enquanto eu analisava o mapa, as coordenadas que tínhamos dava direto em uma das salas, que para sua sorte era a sua. Foi difícil, mas conseguimos lhe salvar daquele medico louco, o que diabos você estava fazendo lá? Estava sendo pago?

O menino balançou a cabeça negativamente e contraiu os lábios, ele colocou os cabelos para trás e fez um sinal para que ela prosseguisse com a história.

– E é só isso, não sei por que lhe resgatamos. Ah é mesmo, Alex que pediu. – Desse Alli com um tom rude na voz.

Alexandra ficou de pé e apoiou à mão no ombro de Alli, ela olhou para o menino dos pés a cabeça, como se estivesse analisando seu perfil, era um olhar enigmático e difícil de se saber o que ela estaria pensando sobre ele.  Alli parecia estar um pouco aborrecida com o fato de Alex estar tratando o desconhecido como se eles fossem melhores amigos há muito tempo. A noite já estava caindo. A morena de regata ajoelhou sobre o solo e acendeu uma fogueira feita de pedras.

– Qual o seu nome? – Perguntou Alex por fim.

O menino parecia um animal selvagem, daqueles que acabara de ser solto em um novo habitat. Ele serrou os punhos e respirou fundo, o saco de carne seca estava sendo esmagado pelos dedos magros da mão. As veias em seu braço estavam saltadas.

– William.

Ele respondeu seco, sua voz soava como farpas sendo lançadas contra um quadro negro. Arranhada.

A menina prendeu os cabelos em um coque e sentou-se próximo a fogueira, de dentro da mochila ela retirou uma caixa de espetos prontos para assar, daqueles que compramos em supermercados.  Ele esticou o palito contra o fogo fazendo o cheiro dos legumes assados tomarem conta do lugar.

– Bem Will, posso te chamar assim? – O menino balançou a cabeça positivamente. – Você tem algum familiar?

O trepidar das labaredas de fogo quebrava o silencio do lugar. William ficou pálido, como se tivesse sido atingido por uma flecha no peito. As vozes em sua cabeça gritavam para ele fugir dali, elas não podiam descobrir que ele era um criminoso, que havia matados seus pais, se elas descobrissem iram entrega-lo a policia e ele voltaria para a  prisão ou na pior das hipóteses voltar para o hospício. Ele suspirou e balançou a cabeça negativamente.

– Sou órfão. – As palavras soaram para ele como uma válvula de escape, essa era a melhor solução, um órfão que não tinha ninguém.  – Não tenho para onde ir, não tenho documentos, não tenho casa. – Ele usava de suas lamentações como um modo de coagir os sentimentos das duas garotas e mudar o foco sobre sua face branca, que provavelmente entregava que ele escondia algo.

– Legal. Eu estou atrás da minha. – Alex usou as pontas dos dedos para retirar uma cenourinha do palito e levou até a boca. Seus olhos agora estavam fixos nas chamas douradas.

– Você pode vim conosco. – A voz de Alli ecoou na clareira. Alex virou na direção da menina com um olhar surpreso. – Você parece ter força, acho que seria útil para nós, mas não nos atrase se não eu arranco seu fígado. – Um sorriso sínico se formou nos lábios da moça. – Você sabe atirar? Lutar?

Mais uma vez a resposta foi negativa. William não tinha conhecimento de nada, luta, manuseio de armas, apenas o que havia aprendido nos filme, mas isso não se comparava a algo real. Ele possuía a capacidade de aprender rápido as coisas, porém, nunca havia tentando aprender a lutar de verdade.

– Então amanhã começaremos seu treinamento. – Alli pegou um dos espetos e entregou ao menino. – coma e descanse amanhã será um dia cheio.

Durante a noite os pesadelos assombraram o rapaz, ele suava frio, os ferimentos em sua face estavam criando pus e cheirava mal. O suor pregava seus cabelos contra sua testa. Seu corpo se mexia de um lado ao outro sobre as folhas. Seu corpo então se chocou contra o chão e ele despertou com um susto. Ele sentia o estomago rodar, a sensação de estar caindo o deixava estranho todas as vezes que isso ocorria. Bocejando e ficando de pé William caminhou até uma das arvores, parecia que havia tomado vários litros de bebidas alcoólicas, pois ele andava cambaleando. Suas mãos envolveram a árvore, sua mão esquerda abriu o zíper da calça e com os dedos ele colocou o membro para fora e começou a urinar. Sua urina era quente e amarelada, tinha um forte cheio acre. Provavelmente derivado da injeção que levou.

Voltando a cambalear o menino ajoelhou-se diante do lago e lavou o rosto com as água, limpou a boca e fitou o horizonte alaranjado. O dia começava a se erguer e ele tinha que se erguer também. Entrelaçou os dedos uns nos outros e esticou os braços o mais alto que pode até ouvir os ossos estralando, inclinou o tronco para a esquerda e logo em seguida para a direita, depois para baixo e respirou fundo. O ar era limpo, bem diferente do ar poluído da cidade grande. Ele se perguntava onde estavam. Da ultima vez que ele teve noção de tempo e localização ele estava no Manicômio em São Francisco.

O aroma de café fresco tomou conta da clareira o vento levava o aroma agridoce do café até as narinas de William e isso o fazia sentir que estava com fome. A floresta de pinheiros se espalhava por longas milhas, a possibilidade de se perder era enorme, porém, o olfato do rapaz era peculiarmente bom, ele seguiu farejando como um cão até encontrar novamente o acampamento. Alex estava sentada sobre suas pernas segurando uma caneca que tinha a forma da cabeça do Darth Vader, Alli estava bem ao lado dela abrindo um pacote de biscoitos de chocolate. William abriu um largo sorriso e seguiu em direção a comida.

– Quem é vivo sempre aparece. – Disse Alex entregando uma caneca branca com café.

– Obrigado. – Will sentou-se e pegou alguns biscoitos. – De onde vocês tiram dinheiro para comprar tudo isso? Por acaso são ricas?

Alli soltou uma gargalhada, parecia que o menino havia contado a piada mais engraçada que já havia escutado na vida. A menina tomou um gole do café e respirou fundo contendo mais uma sequência de risos.

– Beba seu café, seu treino começa logo, logo.

– Hã. – Pigarreou um pouco. – Lembra quando disse que eu era órfão? – Ambas as meninas balançaram as cabeças positivamente.  – Um pouco antes de vocês chegarem aquele homem disse que eu era... – Ele pensou em dizer a palavra “adotado”, mas lembrou que havia dito que era órfão. – Hã... Ele falou que minha mãe pode estar viva.

– Entendo, você sabe algo mais sobre ela? – A moça pegou um dos biscoitos e mastigou.

Com a boca cheia de comida William apenas balançou a cabeça negativamente, engoliu um gole do café quente tentando desengasgar.

– Não, pra mim não sei se vale apena depois de todos esses anos descobrir isso, se ela for pior que as pessoas que eu conheci?

– Nunca vai saber se não a encontrar. Acha que consegue conviver com a duvida de se você tem uma mãe viva, por que ela te abandonou?  – Comentou Alex.

O ar parecia ter saído de seus pulmões, pois William ficou pálido. As vozes em sua cabeça gritavam coisas horríveis, mas ele tinha uma divida com aqueles garotas, elas haviam salvado sua vida, ele nunca havia tido alguém que cuidasse dele. Por um breve momento ele lembrou de John , seu irmão, e se questionou onde ele estaria.  O silencio foi a resposta que William encontrou.

A floresta era perfeita para se esconder, havia três clareiras, mas de modo que ambas ficavam escondidas, parecia que haviam sido feitas para esse propósito: esconder. Pendurada em um tronco o saco vermelho chamou a atenção de William, ele possuía o desenho da cabeça de uma serpente de boca aberta e escrito de preto Venon. O rapaz estava sem camisa, seus músculos estavam visíveis, Alli vestia a mesma camiseta preta, porém, ela havia trocado as calças por uma espécie de cueca Box. Seu corpo era belo, feminino. O menino ficou distraído com tamanha beleza.

O sol penetrava forte na arena, era mais ou menos nove da manhã, os pássaros cantavam, borboletas voavam de um lado para o outro colhendo néctar. William levou o braço esquerdo a frente e entrelaçou com o direito fazendo um alongamento, depois fez o mesmo com o outro braço. Seguindo as instruções de Alli de como se alongar o rapaz terminou sua sequência. A moça então ordenou que ele começasse a correr em volta do lugar em sentido horário, depois ante horário, de lado, de costa, de varias formas possível, depois mandou ele tocar os calcanhares enquanto corria, logo após correr batendo os joelhos contra o peito. Todo o aquecimento levou dez minutos.

O aquecimento não foi nem de longe a coisa mais difícil que William havia feito no dia. Alli deitou no chão e começou a fazer uma sequência de abdominais remedas, ela gritou para que o menino seguisse seus movimentos e assim ele fez. 50 Abdominais remadas, 50 poli chinelos, 50 apoios de frente, 50 agachamentos, o ar estava faltando nos pulmões do menino. Seu abdômen doía, suas panturrilhas, seus braços, tudo, contudo, seu treinamento mal havia começado.

No primeiro dia de treino Alli ensinou como se desferia o golpes Jeb, direto e cruzado. Golpes simples que seriam fundamentais para o treino. Ela ainda acrescentou que seriam usados chutes, joelhadas e é claro cotovelada. O primeiro treino foi simples, alguns socos contra o saco, sequêcias compostas por: Jeb, Jeb. Jeb, direto. Jeb, direto e cruzado. Três sequências bem simples que aplicadas de modo correto surtiria um efeito poderoso contra o adversário, que naquela manhã era o saco de pancadas.

Naquele mesmo dia Alex ensinou como manusear uma arma de fogo. O menino estava completamente atrapalhado com o objeto, se machucou com o primeiro ricocheteio da arma fazendo um pequeno corte na mão. Alex era uma boa tutora, paciente, dedicada, em nenhum momento sentiu vontade de socar a cara do menino, diferente de Alli que quase dava um soco na face dele por ele ficar soltando piadinhas sobre como ela estava vestida.

A semana parecia voar, durante três dias o jovem William aprendeu a lutar, atirar com arma de fogo, arco e flecha e até mesmo manusear espadas e atirar adagas. Ele havia adquirido mais massa muscular devido aos treinos puxados de Allison, também havia ficado mais ágil com os treinamentos de Alexandra. Tudo estava indo conforme elas queriam, ele aprendia muito rápido.

Era quinta feira, William encontrava-se no meio da arena olhando na face de Allison, a jovem de cabelos castanhos analisava o menino como se ele fosse uma presa pronta para ser devorada. O loiro mexia seu corpo para frente e para trás, com a guarda levantada e os olhos fixos em sua adversária. A distância entre os dois diminuía a cada segundo. A garota desferiu um cruzado de esquerda contra a face do rapaz que no mesmo instante esquivou seu corpo fugindo do pendulo, seu corpo foi impulsionado para frente desferindo um direto contra o abdômen livre da menina. Allison deu um pulo para trás e respirou fundo.

A moça por sua vez com sua perna esquerda desferiu um chute circular contra a parte interna da coxa do menino, o osso de sua perna penetrou contra o músculo do menino o fazendo contrair a perna e assim liberar um gemido de dor. Ainda aproveitando o descuido ela aproveitou para dar dois jeb seguidos contra o rosto do rapaz.  William cambaleou para trás, sua visão ficou turva e ele caiu de bunda no chão, com as mãos apoiadas contra o chão ele inclinou a cabeça e cuspiu no chão uma boa quantidade de sangue, sua gengiva havia rompido um pequeno corte, ele passou a língua nos dentes e cuspiu novamente.

Voltando a ficar de pé era hora do segundo round, Allison pulava para frente e para trás sempre mantendo um ritmo constante, ela desferiu alguns jeb e diretos contra o ar, como se estivesse se aquecendo. Willim socou com um UP contra a menina que tapando a guarda se protegeu contra o forte golpe, aproveitando essa defesa e vendo que ela deixou seu tronco livre o loiro usou seu membro inferior e colidiu seu pé contra a barriga da moça, a força da escora lateral fez com que Allison fosse para trás, mais outro chute contra a costela, Allison caiu de joelhos no chão e fez um gesto com a mão para que Will parasse. Ela serrou os punhos, fez cara de brava e voltou a ficar de pé.

O sol queimava a pele nua de ambos, o vento estava fraco, mas era o suficiente para refrescar um pouco. O suor fazia os cabelos castanhos de Allison grudar contra sua face, a pele do menino brilhava como se ele tivesse passado óleo contra o corpo, seu abdômen definido estava evidentemente belo. Um sorriso sinistro surgiu em sua face, seus olhos se estreitaram e ele já não era mais ele. Seus olhos percorriam todo o corpo da moça, analisando cada passo que ela dava, seu modo de respirar, seus movimentos ao atacá-lo. Quando ela atacou novamente ele esquivou dos dois jeb e do direto dela, sua perna foi ágil ao se livrar do chute frontal.

Era como se dois animais selvagens estivessem lutando um contra o outro. William golpeou com dois chutes circulares, um com a perna esquerda contra a costela e outro com a direita contra a parte externa da coxa, contudo, o primeiro golpe foi bloqueado por Allison que puxou a perna do rapaz para junto do seu corpo, com um direto contra o ombro dele ela o desequilibrou o fazendo cair de costas no chão, todavia, ele segurou contra a gola da camisa da moça a puxando contra seu corpo a fazendo cair sobre ele, peito com peito, face com face. William girou e ficou sentado sobre a oponente.

Allison tentou se soltar, porém, a adrenalina que corria nas veias de William o deixava forte. O menino olhava para moça como se ela fosse um pedaço de bolo, então ele a beijou, quando os lábios do rapaz tocaram os dela suas pupilas se dilataram de surpresa , ele soltou os braços dela e ela ficou sem reação, o beijo foi curto e ao mesmo tempo quente. Quando Allison se deu conta de si ela empurrou William e com um pontapé acertou um chute conta a cara do menino, o golpe foi tão forte que o fez cambalear, sangue escorria de sua boca, ele então desabou desmaiado no chão.


Na manhã seguinte nenhum dos dois jovens tocaram no assunto sobre o beijo. William achou melhor ocultar a situação e aparentemente Allison havia feito o mesmo. O menino se sentia envergonhado pela sua atitude vulgar, mas ele havia pagado um preço alto por aquilo sua mandíbula ainda doía, ele mal conseguia mastigar.

As nuvens cobriam a clareia, era um dia sombrio, como se alguém tivesse morrido. O rapaz imaginava que esse alguém deveria ter sido sua conduta ou sua dignidade. Para ele apanhar de uma garota era motivo de cometer haraquiri, contudo, ele tinha prometido a si mesmo a não recordar o dia anterior. O garoto abaixou-se diante do solo e pegou um bastão de madeira, ele girou o objeto ao redor do corpo e analisou sua adversária, desta vez era Alexandra.

A morena estava com o cabelo amarrado em um rabo de cavalo, ela se alongou e pegou o bastão no chão, apoiou a ponta conta o solo e analisou seu oponente, o garoto loiro usava uma bermuda surrada que Allison havia arrumado, onde ninguém sabe, sem camisa, seus cabelos estavam presos em um coque samurai, desde o manicômio ele não havia cortado o cabelo nenhuma vez.

O vento soprou e as garrafas penduradas em uma das arvores fizeram um som tilintante, era o sinal que indicava para começar a luta. O rapaz girou seu bastão 360º sobre sua cabeça e correu na direção da menina e desferiu um golpe transversal a moça por sua vez segurou o bastão horizontalmente bloqueando o golpe, com o pé ela chutou a barriga do menino o empurrando para trás. Ela estralou o pescoço.

Com a ponta do bastão Alex golpeou o rosto de William causando um corte contra sua bochecha, que aproposito já estava quase curada dos vermes. O menino levou a mão até o local recém machucado e sentiu o sangue escorrer entre os dedos, ele trincou os dentes e rosnou como um animal selvagem. Ele respirou fundo e correu na direção da menina se jogou no chão e deslizou pela terra acertando as pernas da garota em uma rasteira, ela tombou para o lado fazendo a poeira subir. William ficou de pé, limpou o sujo das calças e bateu com o bastão contra a costela de Alex, ela rolou no chão, por fim deu uma cambalhota e voltou a ficar de pé.

Com a ponta do bastão a moça arrastou o instrumento contra o solo e lançou um punhado de terra contra a face do adversário, a areia foi direto nos olhos de menino o deixando agoniado, ele coçava os olhos, ela então chutou com a perna esquerda contra o rosto dele acertando o ferimento. William urrou de dor. Alex esboçou um sorriso ela parecia outra pessoa quando estava lutando, alguém feroz, alguém sombrio, alguém infernal.

A menina correu na direção do menino que começou a caminhar para trás tentando fugir, ela girou o bastão e lançou contra as pernas do rapaz que caiu de cara no chão, rolando feito uma bola de neve. Ele se arrastava para trás tentando evitar os golpes da menina, ela abaixou e pegou seu bastão, depois golpeou os dois lados das costelas do menino e por fim bateu com a ponta do bastão contra seu peito. O menino olhava para a garota espantado. Ela não havia demonstrado nem metade do que sabia, apenas com golpes simples havia derrotando-o.

A noite estava chuvosa, os três aventureiros pegaram o metrô indo em direção a Nova Iorque, onde Alexandra e Allison possuíam uma casa, local que serviria de refugio durante alguns dias. A viagem foi tranqüila, William tirou um cochilo, fazia dias que ele não sentia o conforto de bancos de couro. A ultima parada era em Nova Iorque, eles pegaram um taxi e seguiram até a velha casa.

Era manhã, sábado para ser mais exato, fazia frio na grande cidade. Allison como sempre trouxa algo para comer, três cafés expressos com rosquinhas, para Alex ela trouxa um potinho de lanche vegetariano. Durante todo o fim de semana os jovens se focaram em seus treinamentos forçados. Alexandra tentava ensinar mais algumas armas para William assim como Allison tentava ensinar Jiu-Jítsu, porém, a moça havia prometido quebrar o pescoço dele caso ele voltasse a beijá-la.  


A noite caiu rápido. Alexandra estava sentada a mesa, com vários papeis espalhados sobre a mesma, a garota manipulava um objeto dourado e redondo contra as mãos, parecia um relógio. William sentou-se ao seu lado e apoiou as mãos sobre a mesa, seus olhos analisavam papel por papel, cada fragmento de texto que ele conseguia traduzir era formado um quebra cabeça gigante em sua mente. Os dois se entreolharam e Alex entregou o objeto para ele, era uma bússola de ouro. William arqueou uma sobrancelha ao ver o ponteiro negro apontar para a direção oposta ao Norte.

– Esta quebrada? – Questionou.

– Não sei dizer ao certo. Desde que lhe resgatamos e encontramos ela, ela aponta para direções estranhas como se estivesse nos guiando a algo. – A menina calou-se por alguns segundos e pegou um dos papeis amarelados sobre a mesa e abriu. – Nessa carta minha mãe diz que a verdade surge em formas diferentes, ela dizer que meus instintos vai me guiar. – Ela limpou a garganta e tomou posse da bússola novamente. – E meus instintos dizem para eu seguir esse instrumento.

O menino passou uma mão contra a outra aquecendo-se contra o frio, soprou os dedos e apoiou os cotovelos contra a mesa, sua face estava direcionada para a face da menina, seu cabelos loiros caiam sobre sua face. Ele sorriu de modo gentil, como nunca havia sorrido antes.

– Se você acha que pode estar certa então deve seguir. – Ele respirou fundo. –  Desde aquele dia que você me perguntou sobre se eu queria saber mais sobre minha mãe isso martela em minha cabeça, eu quero muito saber quem ela é, isso pode ser as respostas necessárias para vários problemas da minha vida. Talvez possa ser até um novo recomeço.

Alex não expressou nada, apenas pegou no ombro do menino e disse-lhe para descansar, pois partiriam cedo.

As ruas de Nova Iorque sempre movimentadas, taxis amarelos corriam de um lado ao outro. Pedestres caminhavam com seus cafés nas mãos, outros com livros ou pastas. Mulheres bem vestidas e homens bem arrumados, era lindo de se ver de vários aspectos.

Do outro lado da rua Alexandra estendia seu braço em direção da pista dando sinal para um dos taxis, ela e os outros dois entraram no veiculo. William sentou-se no banco da frente e a menina pediu que o motorista seguisse viagem, ela guiava o homem como se estivesse usando um GPS. A viagem parecia durar anos, pois entravam em uma rua e saia em outra, passaram por cantos nunca vistos antes, parecia que a bússola estava fazendo algum tipo de jogo até que seu ponteiro parou de trepidar. O enorme prédio se estendia cortando o céu, o maior arranha céu dos E.U.A  Allison pagou o taxista e os três jovens ficaram frente a frente com o prédio.

– O que vamos fazer agora? – perguntou William. – Não podemos simplesmente entrar, nossas roupas estão horríveis.

Os jovens caminharam até a porta dos fundos, mas não havia porta dos fundos, apenas um estacionamento. Eles subiram a rampa, o local estava escuro. Havia carros por todos os lados, o local era úmido e obscuro. Allison pegou uma lanterna na mochila e a ligou iluminando o lugar. Eles caminharam durante um bom tempo, Alex estancou seus passos e olhou para seus dois companheiros.

– O que foi. – Disse Allison.

– Tem algo errado. A bússola esta nos mandando descer. – A menina arqueou a sobrancelha. – Como vamos descer?

William apontou para um elevador que havia no estacionamento e sorriu.

– Talvez assim.

Sorrateiramente foram em direção ao elevador. Havia dois guardas de branco em pé em um dos pilares. Alexandra arrumou a postura e caminhou como se estivesse apenas  indo ao trabalho, sua sobretudo cinza cobria as roupas inapropriadas para uma empresa, do mesmo modo ocorria com os outros dois. William olhou na direção do guarda como se ele sentisse um peso sobre seu corpo e o menino engoliu a seco ao ver a córnea do homem ficar negra.

– Corra. – Ele disse.

O homem correu na direção dos dois, depois o outro guarda também. O Elevador abriu e todos entraram.

– Vamos, Vamos, fecha! – Disse Alex apertando o botão de fechar diversas vezes.

William chutou o peito de um dos guardas que tentava agarrá-lo a todo custo. Allison socou o rosto do outro e Alexandra correu para fora. Um dos homens pegou um radio comunicador e avisou sobre uma invasão de algo que William não pode entender.

A porta ao norte abriu e vários homens de branco, guardas, correram na direção dos jovens, todos com olhos demoníacos. Allison retirou duas adagas das botas, Alexandra uma pistola e William uma adaga de mão. Eles desciam as escadas em alta velocidade, um dos homens correu tão rápido quanto um vulto e golpeou William na perna, o menino caiu de joelhos no chão e urrou de dor, sua perna havia sido ferida como se tivesse levado uma mordida de um cachorro.

Allison que estava um pouco próxima do rapaz cravou uma das suas adagas no olho do homem e o chutou no peito empurrando-o para longe, ela segurou na mão de William e o arrastou escada a baixo.

– Estamos pertos? – Ele perguntou. Alexandra balbucio algo.

As escadas chegaram ao fim dando lugar a um largo corredor, ao norte podia se ver uma porta larga de madeira grossa, uma luz saia de suas bordas. Os três se entreolharam e correram na direção da porta. Diante deles surgiram três guardas de olhos negros, eles puderam jurar que das costas dos homens brotavam asas como de animais, Alex atirou contra um deles, o tiro acertou contra a perna do ser causando vários furos, porém, não fazia com que ele parasse. Os homens atacavam de todos os jeitos, William usava todas suas habilidades de muay thai para golpear o homem, assim como as duas meninas.

– Eu cuido deles, vão. – Disse Allisson.

– Não, você vai conosco. – Afirmou Alexandra.

– Deixem de gracinha e vamos logo.
William atingiu a costela de um dos seres o fazendo cair no chão e assim abrindo uma brecha, Allison cortou a garganta do outro, mas não surtiu efeito e por fim deu dois jeb contra a face do ser que cambaleou para trás. Alex disparou contra o ser até que a ultima bala do pente saísse. Eles correram como se não houvesse amanhã. Atrás deles vinham dezenas de guardas, eles empurraram a porta de madeira com força e a forte luz tomou conta deles como se estivessem entrando em um portal.

O salão estava lotado, mas ninguém disse nada. Homens e mulheres se entreolhavam, alguém ao fundo sussurrou algo como “como eles entraram aqui”, o silencio foi quebrado com os sons dos passos dos guardas demônios adentrando a sala.

Uma mulher muito bela levantou-se espantada. Olhou para o homem que estava de pé, ele tinha cabelos negros como os delas e uma postura sombria e poderosa.

– Hades. – Disse a mulher olhando nos olhos dele. O homem balançou a cabeça positivamente. E a mulher voltou a falar, mas desta vez em uma língua que poucos conheciam. – Στο όνομα της θεάς του Μαγγίνα έχω εντολή κολαστήρια θηρία : Γύρνα πίσω στα σπίτια τους .

Um forte vento soprou, os guardas gritaram como se queimassem ao fogo. Seus corpos foram atirados para trás. William sentiu seu corpo ser puxado então ele segurou-se em Allison e Alexandra pareceu fazer o mesmo. Seu estomago revirava e por fim o susto ao ouvir o estrondo da porta de madeira se fechar atrás deles.

O homem caminhou de um lado ao outro, passou a mão uma na outra e sorriu para seus convidados.

– Senhoras e senhores peço desculpa, mas teremos que adiar nossa reunião para uma outra hora.

Depois de ter dito isso a maioria dos membros presentes sumiram como se estivessem sendo desintegrados. William olhou para a situação como se estivesse presenciando algum tipo de show de mágica.

– Que incrível. – Disse ele batendo palmas. – Vocês são de mais, serio.
– Cale-se William. – Disse o homem em um tom serio. Ele colocou os dedos nas têmporas e caminho em direção aos invasores.

William olhou para as duas meninas surpreso e ambas olharam para ele com mais surpresa ainda, então ele desferiu um olhar “Não me olha assim não sei nem quem é esse louco.” O menino movimentou as mãos e pediu desculpa por terem invadido, depois explicou que estavam sendo perseguidos. O homem chamado de Hades pediu que o rapaz não dissesse mais nenhuma palavra. A mulher ao fundo olhava para o rapaz como se ele fosse um brinquedo antigo que ela havia reencontrado havia anos. Uma sensação estranha subiu pela barriga de William, os olhos da mulher eram como um raio-x que lia todo seu ser, aqueles olhos eram um tanto assustadores, mas ao mesmo tempo reconfortante, como se fossem um regaço acolhedor.

– Ora, ora, ora, o que temos aqui. Alexandra, que bom revela. – Disse o homem com um pouco de amargura na voz. – Vocês foram muito audaciosos de terem a coragem de virem até aqui sem ser convidados, eles poderiam muito bem ter devorado vocês, mas parece que as Parcas não querem tê-los tão cedo.


Parcas? Que diabos esse louco estava falando. William se sentia confuso, não entendia como aquele desconhecido sabia tanto sobre eles, seus nomes e tudo mais. O menino ouvi as vozes em sua cabeça gritar, ele sentia todos os sentimentos misturados em um só. Ele sentia vontade de matar todos os presentes no local, ele sentia vontade de fugir, sentia vontade de ter as respostas. Ele sentia as veias em sua testa pulsarem, seu coração acelerar, ele sentia a adrenalina correndo em suas veias, ele serrou os punhos e fitou o homem com um olhar doentio.

Então a mulher que outra ora estava no fundo aproximou-se de Hades, colocou a mão no ombro do homem e olhou para William com um olhar estranho, parecia que ela entendia tudo que se passava na mente do rapaz.

– Acalme-se William. – Disse a mulher vendo que ele estava prestes a explodir. – Respire fundo, você não pode explodir assim.

Ele engoliu a seco o que a mulher disse. O espanto tomou conta do menino novamente, como ela conseguia fazer isso. Sua respiração ficou mais compassada, seu olhar mudou e pouco a pouco voltou ao seu estado de sanidade normal, ou quase.
A mulher aproximou-se do menino com uma velocidade extrema, tocou as têmporas dele e ele revirou os olhos, como se estivesse sendo possuído por um demônio, seu corpo se remexia, da mulher emanava uma energia roxa, e seus dedos brilhavam em branco forte. O menino gritou de dor e por fim se calou ao cessar o toque da moça. O corpo do menino caiu ao chão como se ele fosse um saco de batata.

Meia hora depois o rapaz estava sentado em uma cadeira, havia uma tatuagem em seu corpo que queimava, uma serpente engolindo sua própria calda. Ele arqueou a sobrancelha e tudo passou como um flash back em sua mente, ele compreendeu que aquela era sua mãe, Hécate, a deusa da magia, suas paranóias haviam diminuído, mas não acabado. Ele compreendeu também que era hora de ir para o acampamento, como no sonho que teve ao ser tocado sua mãe lhe explicou tudo sobre semideuses e deuses e a importância do acampamento, então ele ficou de pé, olhou para Alexandra que conversava com o homem estranho e por fim voltou a olhar para Hécate, a deusa movimentou as mãos e uma nevoa roxa tomou conta do corpo do rapaz, ele por sua vez apareceu diante de uma enorme pedra de madeira onde havia entalhado de Grego: Acampamento meio sangue. Ele respirou fundo e caminhou para dentro do acampamento, na entrada o alarme soou e dois garotos surgiram fortemente armados, era hora de conversar com Quiron.


Extras:

PSICOLÓGICO.
William basicamente possui uma personalidade doentia, devido os anos que sofreu abusos sexuais feitos pelos seus próprios pais o garoto que sofria de Esquizofrenia, então o mesmo possuía diversos amigos imaginários que eram vozes em sua cabeça que com o passar do tempo começaram a tomar formas físicas, que depois de alguns anos o mesmo atribuiu ao seu nome, esquecendo seu sobrenome antigo. O rapaz adquiriu ao longo do tempo outros transtornos de personalidade como: Sociopatia, que levou a morte de seus pais, ele usou como válvula de escape. Porém, mesmo com todo isso o menino possui um grade coração, ele gosta de fazer amigos, todavia, não suporta mentiras, pessoas que lhe façam mal, essas eles as planta a sete palmos da terra.

FÍSICO:
O rapaz possui um corpo com alguns músculos, seu cabelo é em uns tons claros e escuros, isso varia dependendo da claridade, olhos de cor clara, como os cabelos, varia o ângulo que se vê, podem assemelhar-se a azul outras ao verde, quem sabe? Sua altura é normativa 1,73, pensando 68Kg de pura gostosura. Gosta de se vestir com as melhores roupas que consegue achar, porém, a melhor roupa que gosta de usar é nenhuma roupa, se é que me entende (Aquela carinha).

Presentes de reclamação:

-Kit de livros de feitiços e de preparo de poção drogas e venenos - Grimórios antigos, de aparência surrada que levitam, seguindo o filho de Hécate por onde precisam.

-Cajado de Ouro mágico - Um Cajado de ouro que quando não utilizado vira um anel, é utilizado para fazer feitiços e ataques

- Pantera Negra - Por conta de Hécate ser uma deusa da noite, os filhos da deusa podem ter uma Pantera por opção.


Habilidades: Resistência e Persuasão




A unica coisa que não morre é o mal

Eu sinto algo tão certo
Fazendo a coisa errada
Eu sinto algo tão errado
Fazendo a coisa certa
Eu não poderia mentir,
Tudo que me mata me faz me sentir vivo

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação Divina

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 2 de 5 Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum