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[RP] Freya Magnum

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[RP] Freya Magnum

Mensagem por Freya Magnum em Sab 15 Jul 2017 - 18:55

Cria de Hécate
Res. do Acampamento
Sacerdotisa de Nyx
Namorando
Neutra
Kaya Scodelario

Freya Magnum é uma semideusa grega nascida em Lyon, na França, e é filha de Richard Magnum com a deusa Hécate. Tem um temperamento calmo e gentil, o que é refletido em suas habilidades — algo que alguns podem ver como fraqueza. Desde que chegou ao Acampamento, tenta mudar e se tornar mais forte, mesmo que tal mudança seja lenta.

Aparência

Freya sempre fora uma garota de estatura baixa, tendo mais ou menos um metro e meio com seus dezesseis anos. Pesa quarenta e oito quilos, sendo razoavelmente leve. Ao contrario da deusa que dera origem ao seu nome, seus cabelos são de uma cor escura - as vezes parece negro, as vezes castanho. A pele é clara e delicada, macia ao toque. Os olhos são azuis, destacando-se em sua face clara com algumas sardas. Os lábios, rosados, e o nariz arrebitado dão a ela um ar de feminilidade ainda recém adquirida. Os seios parecem ser mais fartos do que realmente são, devido aos ombros estreitos da garota. Sua cintura, fina, termina dando origem a bons quadris que por sua vez dão origem a coxas que ela não se lembra de ter visto crescer.

Geralmente se utiliza de roupas confortáveis, sendo muitas vezes vista com shorts jeans, uma camiseta qualquer (quando vai treinar ou está fazendo as atividades do Acampamento, utiliza a blusa dele) e tênis, sendo os all star os mais comuns. Seus cabelos normalmente são deixados soltos, para emoldurar a face clara e criar um destaque com ela e seus olhos brilhantes. As cores escuras, que ocasionalmente utiliza, criam um bom destaque com sua pele e ajudam a recordar que a jovem é filha da Magia.


Personalidade

Freya é caracterizada como uma garota perspicaz, muito educada e gentil, ainda que um tanto quanto misteriosa. Possui grande sede de conhecimento e tenta sempre ver o lado bom das pessoas, sendo rápida para encontrar nelas alguma coisa que possa ser elogiado. Muito paciente e leal aos amigos que tem, é simpática e divertida com pessoas que ainda está conhecendo. Normalmente, seria descrita como amável, generosa e divertida a menos que a pessoa com quem esteja falando tenha lhe dado um bom motivo para não ser. Pode se mostrar um pouco desconfiada com pessoas que acaba de conhecer, a menos que alguém que confie muito diga-lhe que a pessoa é confiável. As coisas, porém, ficam um pouco diferentes quando se trata de Astaroth ou de seu falecido pai, de quem evidentemente não gosta.

Quando sozinha com seu irmão, Freya é mais carinhosa e gentil que o normal. Também demonstra um lado mais safado quando estão a sós, apesar de ainda soltar comentários maliciosos ou provocações para ele mesmo na frente de outras pessoas. Não se esforça mais para esconder seu relacionamento com o irmão, com quem se preocupa imensamente. Apesar de não dizer isso a ele, acha que é um fardo para seu namorado e deseja se fortalecer para que ele não precise se preocupar tanto com ela.

Porém as coisas tornam-se um pouco complicadas quando lhe perguntam de seu pai. A jovem raramente fala algo sobre o homem, exceto com seus irmãos, e quando o faz muitas das vezes diz apenas que seu pai teve o que mereceu. Ainda se lembra bem de quando o homem tentou lhe violentar e por isso não gosta de tocar em tal assunto.


Plano de Fundo

Freya é a filha mais nova de Hécate e Joshuael Magnum, sendo irmã de Astaroth Magnum. O dia de seu nascimento fora o vigésimo sétimo dia do decimo segundo mês, as exatas três horas da madrugada, a hora do demônio, na cidade de Lyon na França, apesar de sua família ser de origem inglesa. A jovem nascera com cabelos escuros e ondulados, pele alva e olhos azuis brilhantes e cheios de vida. Trazia em suas veias a magia da deusa e havia uma beleza exótica em sua aparência, ambas as coisas compartilhadas com seu irmão mais velho. Mas não fora nenhum sua descendência divina, a magia ou qualquer uma dessas outras coisas mais “banais” que unira os irmãos e lhes dera essa ligação tão forte. Dizem que o sangue une as pessoas, mas as tragédias podem unir ainda mais e melhor duas pessoas, sejam elas quem forem.

Seu nome, retirado da deusa nórdica da guerra e da magia, significa “A Dama” ou mesmo “A Senhora”, porém seu lado inocente e infantil fora roubado de si quando ainda era mais jovem. Durante seus primeiros anos de vida, mal via o pai devido aos estudos dela mesma e ao trabalho do pai. Era criada principalmente pelos avós paternos, que nunca falavam nada sobre quem era a mãe dos jovens ou sobre o trabalho do pai deles, e tinha uma relação próxima com o irmão devido ao tempo juntos. Freya logo aprendera que era melhor não perguntar aos avós sobre seus pais ou como eles haviam nascido, o que intrigava bastante a ela e ao seu irmão. Nas poucas vezes que o homem estava em casa, porém, ele normalmente batia nos filhos com o cuidado de só o fazer em lugares que as roupas fossem cobrir.

A prole de Hécate e seu irmão estudavam em boas escolas e tinham um acompanhamento especial devido à dislexia de ambos. Suas notas eram boas e o comportamento não dava motivos para os professores reclamarem. Os dois tinham Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade, mas nem isso atrapalhava o suficiente para ser digno de reclamações. Os dois possuíam uma vida agradável, com acesso a saúde, lazer e educação, além do convívio e contato com sua família - ao menos a mortal -, o que lhes ajudava bastante.

Em uma belo dia de outono, Freya chegara a casa sozinha, pois o irmão havia combinado de sair com uma garota da sala dele. Sem entender o porquê, a morena havia ficado com raiva dele e havia dias que mal falava com o rapaz ou olhava para ele. Nenhum dos dois entendia o motivo daquela raiva aparentemente repentina dela, afinal era de se esperar que a qualquer momento ele fosse começar a sair com garotas. De algum modo, os irmãos haviam criado um laço não fraternal e sim romântico entre eles. Não é preciso dizer que ela estava magoada e ofendida com a ação do irmão e, por tal motivo, estava se comportando daquela forma.

Astaroth chegou mais ou menos quarenta minutos após a irmã, tendo desistido de sair com a garota. Não encontrando a irmã no primeiro andar, subiu e entrou no quarto de Freya após bater na porta. A irmã estava sentada na cama, abraçando as próprias pernas e chorando, uma cena que feriu o coração do rapaz. Sem jeito, ele se aproximou e abraçou desajeitado a irmã. Sem dizer nada, ambos ficaram abraços enquanto a jovem chorava no ombro dele e o rapaz mexendo em seus cabelos. Então, em meio as lagrimas, os irmãos se olharam nos olhos e, pela primeira vez, viram o interesse um do outro por si. Os lábios dos dois se encontraram, timidamente. A mão destra do rapaz deslizou para a cintura dela e a mão canhota da jovem tocara sua face em uma caricia delicada. Não passara muito de alguns beijos e caricias, por cima das roupas.

A partir daquele dia, os dois passaram a manter um relacionamento romântico secreto, passando ainda mais tempo juntos. Dormiam juntos com frequência e faziam programas como ir ao cinema juntos ou tomar sorvete. As pessoas entendiam aquilo como atividade de irmãos muito próximos, mas ambos sabiam que eram atividades disfarçadas de namorados. Sua relação era o segredo mais bem guardado dos filhos de Hécate e Joshuael. Fora nesse contexto de união que o grande mal acontecera.

Apesar de ainda ser um tanto nova, Freya já começava a desenvolver algumas curvas e se tornar atraente. Seu pai, que agora passava um pouco mais de tempo em casa - e os espancava com mais frequência -, acabara deixando escapar próximo dos filhos que, além do trabalho dele como historiador com campo de pesquisa em religiões pagãs, trabalhava também como agenciador de garotas de programa. Os filhos ficaram com medo, preocupados com aquilo - pois sabiam que o pai poderia até ser preso, mesmo que os dois nem tivessem tanta ligação com o pai assim. O que eles descobriram serviu mais para que eles fossem especialmente cuidadosos para ocultar seu próprio relacionamento do pai, pois sabiam que ele era uma pessoa complicada e perigosa.

Já com seus quase nove anos de idade, porém, a jovem estava doente desde o dia anterior e o médico havia lhe recomendado ficar em casa, descansando. Apesar de toda a preocupação com a irmã e amante, Astaroth havia saído para escola uma vez que não tinha uma desculpa plausível para ficar em casa. A jovem estava deitada na cama, ainda de pijama, olhando para o teto. Ela não sabia precisar bem a hora, mas sabia que estava próximo do meio dia. E fora naquele momento que seu pai entrou no quarto, com um sorriso malicioso.

Como está se sentindo, Freya? — Perguntou, olhando a filha. Com alguma dificuldade, a jovem se sentou na cama. O corpo ainda estava um pouco dolorido e ela tonta quando o fez.

Estou ainda dolorida e tonta, papai. — Respondeu, sem entender o porquê da preocupação repentina do homem. Ele se aproximou da cama e sentou-se na beirada, olhando com atenção o corpo da filha.

Sabe, algumas pessoas pagariam caro por uma pessoa tão jovem e bonita. — Ele começou. A filha não entendeu o que ele queria dizer de inicio, pois a ideia do pai querer prostitui-la era absurda demais para ser ao menos considerada pela jovem. Ele viu a incompreensão no rosto da filha e continuou. — Tem muitos homens com gostos estranhos e alguns deles incluem dormir com garotas jovens.

Foi quando ela entendeu o que ele estava falando e afastou os lençóis, tentando sair da cama e se afastar dele. Sua tontura atrapalhou o gesto e ele segurou-a, apertando seus pulsos. A dor espalhou-se pelo braço dela, mas ela estava imobilizada e impedida de escapar do aperto. Richard jogou-lhe na cama e abriu a calça, abaixando ela e a peça intima. Não bastava querer prostituir a criança, ainda planejava estupra-la. Talvez tivesse conseguido, se o irmão da mesma não tivesse voltado para casa e entrado no quarto na hora. Apesar de ter esperado ficar sozinho em casa com a filha, o homem havia se esquecido de trancar a porta do quarto e, devido a falta de convívio com os filhos, não sabia a hora que eles chegavam da escola.

Em um misto de desespero e ódio, o rapaz pegou um abajur na cômoda próxima a porta e bateu com ele na cabeça do pai, aproximando-se sem ser notado. A adrenalina havia lhe fornecido mais força do que ele achava ter e o abajur quebrou com o choque na cabeça do adulto. Confuso e desequilibrado, foi fácil tira-lo de cima da garota. A raiva pelo que o pai iria fazer e a humilhação antecipada por algo que nunca aconteceria uniram-se e deram a jovem forças para reagir. Talvez se não fosse aqueles sentimentos, nunca tivesse ido a cozinha buscar uma faca enquanto seu irmão batia em seu pai. Por repetidas vezes, liberando os anos de abandono e negligencia do pai somadas ao que ele queria fazer, a jovem o esfaqueara três vezes na barriga. O sangue manchou as roupas de cama e o lençol. Em algum momento, o irmão tomara de sua mão a faca e usou a lamina para cortar a garganta dele, sendo difícil definir o que o matou primeiro. Poderiam ter deixado a faca ali e só fugir, ter pego roupas ou qualquer coisa... Mas eles entendiam que haviam matado uma pessoa.

Freya trocou de roupas e levou o pijama dentro de um saco descartável, tal como todo o dinheiro que eles tinham e encontraram na casa. Antes de sair, porém, eles se deram o trabalho de limpar digitais em portas e, usando luvas, quebraram algumas coisas, bagunçaram outras. Andaram sem rumo por horas, até chegarem a um rio caldoso, onde jogaram a faca, tiraram as roupas do saco e jogaram-nos também no rio. A água levaria as evidencias para longe e as livraria das digitais presentes na faca, tal como o sangue. Não haveria como relacionarem aquela arma ao crime e nem os dois - ou melhor, teria como relacionar eles e notariam a faca sumida, mas não os achariam.

Nos dias seguintes, eles trataram de sair da cidade e, depois, do estado o mais rápido que puderam, pegando caronas e taxis. Era difícil explicar porque um jovem e uma criança estavam andando sozinhos por ai, mas sempre havia um jeito de burlar aquilo e, por fim, saíram do alcance da policia estadual. Como sempre pegavam iam para longe de onde diziam que realmente iam e esperavam o carro de quem lhes deu carona ou taxi sumir antes de procurar para onde ir, era difícil encontrar os dois. Eles comiam mal, sempre preocupados. Compraram roupas novas uma ou duas vezes, trocando-se para confundir as procuras. Ligaram de um aparelho publico para os avós, explicando o que aconteceu após quase um mês de fugas, e, sabendo que o telefone deveria estar grampeado, foram embora dali o mais rápido possível.

Eles não tinham uma vida fácil nas ruas e logo o dinheiro acabara, forçando-os a roubar e fazer pequenos trabalhos por ai para ter o que comer e como se deslocar de um lugar para o outro, sempre com medo e nunca em segurança. E fora assim que ambos viram seu primeiro monstro. Astaroth já possuía treze anos, a idade com que todo semideus deveria ser reclamado por seu pai, e seu cheiro de semideus já era capaz de atrair monstros. Andando pelas ruas, sem destino, os dois certamente atraiam monstros. Dois semideuses juntos nunca era boa coisa.

Duas dracaenae cercaram os semideuses em uma rua sem saída da França. Estavam desarmados e incapazes de se defender, uma vez que não possuíam poderes e, instintivamente, sabiam que briga de rua simplesmente não iria resolver o problema. Estavam assustados, com Astaroth na frente de Freya para defendê-la daquelas criaturas, cuja forma oscilava na frente deles de mulheres meio-serpentes e humanas muito altas. Provavelmente os dois teriam morrido ali se flechas rápidas não tivessem perfurado os monstros, trespassando-os. Um rapaz de cabelos loiros e pele bronzeada se aproximou dos dois, olhando-os curioso. Com ele, havia um outro rapaz que andava estranho e cheirou o ar por um tempo, olhando os dois.

Naquele momento, a verdade do mundo divino lhes fora revelado. Fora difícil convence-los que deuses existiam, que monstros eram reais e que semideuses eram até comuns, apesar de terem visto os monstros e das pernas de bode do rapaz que cheirara o ar. Entretanto, se o que eles haviam dito fosse verdade, agora eles tinham uma casa, um lugar para ficar. Poderiam encontrar um refugio. Hesitantes, os irmãos concordaram em ir com eles. O que mais poderia acontecer? Nada que fosse pior do que o que eles já haviam passado. A viagem fora longa na opinião deles, talvez pela ansiedade. Entretanto, pelo menos os dois chegaram no Acampamento depois de alguns problemas de percurso - leia-se: monstros.

O começo fora como o costumeiro para indefinidos. Chalé de Hermes, treinos, reconhecimento do lugar, um tempo na enfermaria depois de se machucarem treinando, campos de morango... Estavam sem saber quem era sua mãe divina e se eles seriam reclamados por ela, um dia. Porém demorava, as vezes, para o progenitor se revelar. Os dois estavam quase perdendo as esperanças quando Hécate reclamara-lhes como filhos, em um jantar durante a lua nova.

Trama Pessoal

(Em construção)


Relacionamentos

❥ Astaroth Magnum. Irmão mais velho de Freya e protetor da jovem, agindo como seu guardião pessoal. A jovem admira em demasia seu irmão, por quem é apaixonada. A dama vê ele como modelo e tenta, sempre que pode, mimar ele.


Curiosidades

❥ Seu nome pode significar tanto "A dama" quanto "A senhora", onde as fontes que traduzem o nome apresentam ambas as traduções.
❥ A comida preferida de Freya é lasanha e a que menos gosta é Coquelet, pois acha crueldade abater um frango tão jovem - mesmo que ele tenha sido criado para isso.
❥ Apesar de ter nascido e sido criada na França, aprendeu ainda cedo o inglês, já que sua família é britânica, e diz que não gosta do idioma francês.
❥ Apesar de ter sangue inglês, nunca foi a Grã-Bretanha e não demonstra ter vontade de conhecer a mesma.



Freya Magnum
Filha de Hécate Residente no Acampamento Sacerdotisa de Nyx
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