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Salão de Festas

Mensagem por Isabelle Duchanne em Dom 5 Jun 2016 - 16:29

Relembrando a primeira mensagem :

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Re: Salão de Festas

Mensagem por Poseidon em Seg 27 Ago 2018 - 10:17

IT FEELS LIKE THERE'S OCEANS BETWEEN ME AND YOU ONCE AGAIN
O escritório não possuía espelho, mas Hylla o arrumara antes de sair do cômodo, então ele julgou que pelo menos não estava largado. Saiu a passos lentos do lugar, sentindo novamente o cheiro de álcool e as vozes alegres advindas do salão. Percebeu que sua noiva conversava com um velho amigo e não pôde deixar de sorrir ao perceber o reencontro, isso até ser surpreendido por um garçom oferecendo-o coquetel. O deus deu de ombros e logo pegou a taça agradecendo-o com um gesto de cabeça.

—... er, eu preciso de um pouco de ar...

Ouviu a voz conhecida de Isabelle pouco antes que ela esbarrasse nele. E, sinceramente? Se não fosse o deus dos mares, certeza estar ensopado naquele momento, mas, conteve a bebida no ar e a jogou de volta no copo. Interessante como tudo é composto de água.

— Olá, aniversariante. — Sorriu um pouco sem jeito ao observá-la. — Venha, acho que um ar fresco poderá ajudar.

O deus segurou o ombro da jovem e a conduziu até uma pequena varanda que ali havia. Olhou-a por um momento e ficou orgulhoso dessa versão de Isabelle e do que ela havia se tornado. Deuses sabiam que não deveriam interferir na vida dos mortais, no entanto, Isabelle era imortal, então… Bom, então não ia tanto contra as regras, certo? Zeus certamente o entenderia. (ou não).

De qualquer forma, Poseidon suspirou e tomou mais um gole de sua bebida, observando a noite.




— Devo dizer que o tempo passa rápido, certo? — Ele disse a observando de canto. — Quer dizer, somos imortais, mas mesmo assim gostamos de comemorar coisas como aniversários e etc… Estranho pensar que eu mesmo nasci quando o mundo começava a tomar forma de… bem, de mundo. — Sorriu. — Sei também que sou péssimo com as palavras, ok! Não precisa me olhar assim. — Bagunçou o cabelo dela. — Mas olha, estou feliz de estar presente aqui em um momento tão importante para ti, de verdade. Espero que todos os seus sonhos se realizem e também que tudo o que você mais queira, possa chegar à tuas mãos. Tenho você como uma prole, a qual devemos dar atenção, apoio, e sempre estar presentes. Certo que nessa última parte eu não sou tão bom, certo? Mas você pelo menos sabe que eu tento! — O deus riu e encarou a noite. — Difícil ser julgado pelos outros por ser chegado aos humanos, mas eu prefiro estar próximo de vocês e me sentir vivo, que em meio a imortais completamente sem vida.

Poseidon então virou-se e encarou Isabelle, passando os dedos por seu rosto e retirando sua máscara, assim como a própria.

— Eu sei que você tem uma certa simpatia pelas habilidades de meus filhos, então eu decidi escolher uma a dedo e poder te presentear. — Ele então ergueu a mão e pôs em contato com a testa da jovem, fechando os olhos em seguida e sentindo uma leve camada de água sair de seu corpo e percorrer o dela, começando pela cabeça e descendo até os pés, sem molhá-la. — Isabelle, concedo-lhe o poder de andar sobre as águas e não se molhar, assim como minhas proles. — Sorriu ao fim.

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Re: Salão de Festas

Mensagem por Ramonna Völker Rothschild em Ter 28 Ago 2018 - 13:43

Dance, dear
E
la não tivera tempo de lhe responder ou evitar que fosse levada para a pista de dança, talvez por própria culpa considerando que acabou se distraindo totalmente com o comentário sobre seus lábios que Kael havia feito. Ramonna riu encarando o garoto enquanto se encontrava no ritmo lento daquela dança que com toda certeza servia para o momento.

— Está sugerindo que eu deixe que me leve para longe dos outros, Kael? — A ruiva mordeu o lábio inferior numa lentidão torturante para aquele que lhe observava completando com um sorriso malicioso — É uma pena, pois iria sugerir que nós cantássemos igual aquele casal.

A cria de Hécate mantinha os olhos fixos nos de Kael. De uma forma estranha, ele conseguir deixá-la à vontade mesmo no meio de tanta gente desconhecida.






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Re: Salão de Festas

Mensagem por Elijah B. Montgomery em Ter 28 Ago 2018 - 14:25

Querida, não se esconda

e não fuja de mim

A proximidade entre os dois semideuses era ótima para ajudar Elijah a distinguir o sentimento que venha crescendo dentro de si a respeito da filha de Ares. Inicialmente, pensava que apenas tinha um carinho muito grande pela garota por conta de Zoey, afinal, as duas eram boas amigas e sempre que a irmã precisava de ajuda lá estava Isabelle pronta para o que fosse preciso, mas com o tempo começara a perceber que era algo bem mais que um simples carinho, porém, havia o medo de não ser um sentimento correspondido pela garota.

Ele estava parado observando cada gesto da morena, até mesmo as pequenas coisas lhe chamavam atenção como, por exemplo, a marquinha que a máscara lhe causava no rosto, quando Isabelle desatou a falar tentando responder a pergunta do semideus. As palavras que escapavam de forma desajeitada dos lábios de Isabelle aqueciam o coração do semideus, lhe dando a coragem que precisava para talvez avançar aquele sinal invisível que ele havia criado em sua cabeça.

— Isa, não se preocupe com isso, você não disse nada demais, muito pelo contrário, já faz algum tempo que eu queria falar que e… — Ele estava pronto para falar quando Zoey resolvera dar as caras de vezes com Adam.

Por um momento o filho de Apolo desejou que a irmã não estivesse presente por dois motivos: Ele teria falado de uma vez por todas a verdade para a morena e não teria ficado constrangido com a piadinha óbvia. Ele cruzou os braços observando a cena das duas e apresentação do cunhado, mas de fato estava ansiosa pelo presente que Zoey havia conseguido, afinal de contas aquele também era o seu mesmo que não fizesse a mínima ideia do que seria. Quando finalmente Isabelle abriu a caixa revelando o que era, Elijah suspirou fundo encarando a irmã.

— Mulher, você não disse que iria dar a biblioteca?








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Re: Salão de Festas

Mensagem por Isabelle Duchanne em Ter 28 Ago 2018 - 20:39

My my, how can I resist you?
Sabe aquele trabalho enorme, que você passa horas fazendo, dedica a sua alma, deixa até de comer para que ele fique perfeito, mas aí o seu computador morre e você perde tudo, sabe?

Zoey é o maldito problema que fez você perder o seu trabalho.

A morena exibia seu sorriso, mas no fundo, bem lá no fundo, estava se segurando para não pular em cima de Zoey e arrancar os cabelos loiros da feiticeira. Elijah ia falar algo, Isabelle conseguia ver isso, talvez estivesse se iludindo com a ideia de que poderia ser um “Isa eu gosto de você, vamos casar e criar 3 dragões”. Claro que estava se iludindo. Porém ela ainda queria e precisava desesperadamente saber o que ele ia dizer.

Seu desespero era tanto que quase todos os acontecimentos, que se passaram após a chegada de Zoey, eram apenas pedaços de memórias, como se tivessem contado aquilo para Isabelle. Fisicamente estava presente, agindo no automático enquanto o subconsciente tentava arranjar uma desculpa para levar Elijah para um canto e continuar aquela conversa.

- Romance? – a ideia de que Zoey estava notando aquilo fez a mênade se engasgar com o gole de vinho – Obrigada, principalmente Eros.

A morena riu tentando fingir que era brincadeira, embora estivesse considerando fazer algumas oferendas, talvez assim Eros gostasse dela. Cumprimentou Adam tentando disfarçar o olhar de “Magoe Zoey e eu irei tirar camada por camada, com as unhas, até chegar aos seus ossos”, esperava que dessa vez desse tudo certo para a feiticeira.

A caixa e o ano passado. Isabelle encarou a caixa tentando decidir se abria ou não, mas Zoey parecia estar animada para ver a reação ao descobrir como ela teria se superado no presente. Uma ilha, como se supera uma ilha?

Abriu vagarosamente a caixinha, já conseguia ver que tinha um documento, estava começando a surtar, respirou profundamente e olhou para os três antes de finalmente pegar o documento. Eram muitas emoções, Isabelle estava começando a ficar tonta.

Zoey havia achado algo ainda melhor do que uma ilha, era um presentinho singelo, lembrancinha, só meio planeta. Só.

- Metade... Metade de Marte? – falou um tanto pasma, havia amado o presente.

O subconsciente ainda procurando uma maneira de falar com Elijah, o resto tentando processar aquele presente, as coisas começaram a girar. E foram girando e girando.

- Com licença, acho que preciso de água – saiu andando tentando não cair, felizmente esbarrou em Poseidon.

Só lembrava-se dele falando algo sobre ar fresco e puff, estavam do lado de fora do salão. As coisas começaram a parar de girar, a morena já estava voltando para si, graças ao santo Poseidon que levou ela para fora da confusão. O deus estava fazendo cara de pensador e filosofando sobre o tempo e a forma do mundo, Isabelle tentou ficar séria, era engraçado ter esse tipo de conversa, ainda mais com uma divindade. Estava tentando entender onde ele queria chegar.

- Que olhar? – falou tentando não rir, respirou fundo e tentou ficar séria, aquilo parecia importante.

Tão importante que fez a morena chorar, não muito, claro, tinha que manter a pose, mas as palavras de Poseidon foram comoventes. Principalmente a parte que ele disse que considerava ela como prole, foi a gota d’água. Isabelle não lembrava da última vez que se sentira em família, Joanne era quase pior que Ares, Cody e Elizabeth morreram cedo, assim como Mike e Dems.

- Isso significa que Hylla é minha madrasta/melhor-amiga? – brincou enquanto secava as lágrimas de baixo da máscara.

Aquela noite estava sendo complicada, Hylla havia dado um colar com a alma dos irmãos, Elijah estava lá, Zoey tinha dado metade de Marte e Poseidon, bom, Poseidon tinha dado um superpoder. Isabelle já tinha até planejado quando e como iria usar aquele superpoder pela primeira vez, mas isso era para outro dia. Abraçou o deus e ficou quieta por um tempo.

- Obrigado, muito obrigado, não só pelo presente, por tudo – limpou as lágrimas e olhou para dentro do salão – Nunca vi a Hyll tão feliz, você faz um bem enorme pra ela, obrigado.

A morena ia voltando para o local, mas virou-se rapidamente.

- É bom que vocês dois estejam aqui quando eu for estrear esse presente – Colocou a máscara e retornou para seu lugar junto ao trio de Montgomery’s.

Era bom que Elijah colaborasse com o plano dela, tinha tudo para dar certo e esperava que ninguém estragasse aquilo.

- Desculpem-me, sai para buscar água e fui sequestrada por Poseidon – foi em direção a Zoey e abraçou-a – Eu nunca sei como te agradecer por esses presentes, por favor, ano que vem compra só uma caixa de bombom, okay? – riu abafadamente e se afastou – Agora eu preciso ver se você, Adam, é digno e só há um meio de determinar isso – a morena puxou-os até o meio da pista de dança e lançou um olhar para o pianista – A valsa, por favor.

Lançou um olhar para os dois, eles não tinham como fugir daquilo, estavam apenas eles no meio do salão, a música iria iniciar e metade dos convidados estava ali para assistir e juntar-se a eles.

Isabelle caminhou rapidamente até o lado de Elijah, estava dividida entre querer saber o que ele iria dizer na hora que Zoey chegou, e querer puxa-lo para o meio da pista de dança. A primeira era mais provável.

- Eles formam um belo casal – comentou fitando-o – Então, nossa conversa foi interrompida, você nem conseguiu terminar de falar, o que era mesmo?




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Re: Salão de Festas

Mensagem por Aleksander S. Kierkegaard em Qua 29 Ago 2018 - 4:54

but i won't feel blue
Kierkegaard não fazia de fato questão da sobriedade, ainda que não fosse um dos maiores apreciadores de bebidas alcoólicas, porém a situação lhe trazia a perfeita oportunidade de fingir e esquecer que não sabia dançar. "Que se dane". — Próximo a mesa de refrescos, o feiticeiro virara metade de um copo de vinho, não muito, porém, não sabia ao certo o que esperar da adega de uma mênade, optando por não exagerar. Retornou assim, a parte mais reservada antes da próxima música ser iniciada. Sabia, porém, que era questão de alguns minutos para que se ambientasse e se sentisse confortável (e aderido) ao ambiente.

— Aleksander!

Distraído, nem se deu conta do aproximar de Mrs. Werstonem, de certo em perfeita forma como sempre, até mais que da última vez, não uma das melhores situações para realizar um comparativos. Essa era a primeira ocasião que de fato tinha espaço para conversar com a feiticeira, uma das mais experientes, algo que o deixou atônito em primeira impressão, quase derramando o conteúdo da taça, a segurar em frente ao seu corpo.

— Hylla... — Envergonhado pelos seus maus modos anteriormente, alongou a frase em busca de um cumprimento mais adequado. — Que boa surpresa. — O filho de Macária mexia, sem jeito, no próprio cabelo, pelo mesmo motivo já apresentado.

Podia não ser um dos mais sociáveis do acampamento, mas ficava contente sempre que alguém lhe demonstrava alguma cortesia apesar dos pesares. Hylla era ainda mais diferente do que costumava imaginar e esboçar, de uma positividade vibrante a confrontar a aura mais introvertida do rapaz. Aos poucos, sua feição se alterava, resultado do equilíbrio de forças a pairar, contagiando-o.

— Que Sebastian não me escute, mas... Você está linda, especialmente agora. — Sorriu, então com maior flexão para com quem conversava, graças à receptividade da loira.

— Acompanhava o seu progresso desde aquele infortúnio, no qual me assassinou.

A cena toda percorreu a cabeça do garoto outra vez, recobrando-lhe a memória de pontos até então inconsistentes daquela maluquice toda. Seu tom não era ameaçador exatamente, ou ao menos não demonstrava ser. Aleksander esperava a continuação do raciocínio da outra, todavia, antecipou seu pedido de desculpas.

— Eu... Gostaria de me desculpar. Não acho que estava nos meus melhores dias, ou, dentro de mim mesmo, literalmente. — A musculatura da bochecha direita repuxou para trás, expondo dentes inferiores e superiores tocando-se, fazendo som ao puxar ar pelo mesmo lado.

— Agora, sinto-me na responsabilidade de parabenizá-lo por sua desenvoltura quanto ao seu próprio desenvolvimento. Deixemos as formalidades de lado; acompanhe-me.

Sua voz era sucinta e doce como todo o conjunto, o que transformou de vez a atmosfera do tópico. Sendo conduzido pela moça pelo braço, deu-se conta da força paranormal da garota, em fazê-lo com tão pouco esforço. "Céus... Abençoada seja Macária, para ela não pensar que sou um completo maluco [Pelo menos por ora...]".

Uma música familiar ressoava pelo salão. Não conseguia se recordar exatamente da letra, mas já a escutara em algum lugar no passado. Essa era sua visão confusa, quase alucinógena que o inebriava: Sendo o próprio conduzido por uma Deusa não ascendida aos céus pelo salão de uma festa cheia de gente tão mais interessante que o próprio. Os pensamentos intrusivos de fato o matavam um pouco paulatinamente, mas essa sensação mágica e quase fantasiosa colocou-os em fade-out, ensurdecendo o rapaz com a sinfonia da adolescência que nunca teve. Os olhos de Kierkegaard estariam marejados de felicidade, isso se não estivesse tão cego por aquele vislumbre etéreo.

— Percebo que nós, descendentes da esfera do poder do Submundo, estamos coligados à magia também. Isso eleva nosso patamar, primo.

"Ah, verdade, somos primos também. Não sei porque não lembrei disso ant... Cale-se, Aleksander."

[i]— Eu o quero como meu aprendiz, Aleksander. Veja bem, há benefícios de ambos os lados e, de certo, me identifiquei com você.
— Manteve-o em transe até o momento em que o tocou, fisicamente. A maior parte das pessoas não sabia, nem tem como saber, de sua relação estranha com o contato físico. Na mesma hora arregalou os olhos, mas logo expeliu o ar mais forte, emendando com um riso sincero, mas indiscreto.

— Bem, imagino que sim. — Seguiu com os olhos cerrados, balançando a cabeça com a mesma expressão, aos poucos relaxado.

— Gosto do seu poder, da sua natureza. — Ergueu-a face, fitando-a na espera de como concluiria o pensamento. — Isso me faz querê-lo como meu braço direito, meu aprendiz, meu pupilo. O que me diz?

Hylla era mesmo uma garota cheia de surpresas. Aleksander virou do avesso quando a feiticeira propôs a aliança. De fato uma oportunidade única, além de oferecê-lo um espaço a mais para escapar da insanidade. Passou pela sua cabeça que a outra talvez não se acostumasse com suas manias, mas nem se deu ao trabalho de trabalhar muito na autossabotagem, a alegria já se tornara combustível do ânimo necessário para aproveitar a festa até apagar. Antes de dar a réplica, conduziu o recipiente cristalino à boca em seus últimos goles. Não tinha sede. Odiava álcool. Queria apenas uma desculpa para escapar da imediata resposta.

— Bem, conte comigo. — Assentiu, estendendo a mão para a mentora. — Talvez eu te pague o que devo. — Continuou, como se a convidasse para uma dança, mas pronto para a levar a pista de dança. — Digo que a admiração é mútua, senhorita. — Alegre, esse era seu momento de conduzi-la, sem nem ter uma maneira adequada de retribuir sua paciência. — Eu sei que é cliché, não costumo falar isso com todo mundo... Nem sei porque digo isso logo agora, mas você me dá vontade de voltar a escrever. — Virou para os lados, desviando olhares. — O que eu estou falando? Acho que tenho muito a conversar contigo em detalhes, Hylla. Mas, por ora, vamos aproveitar a festa. — Beijou-lhe na mão que segurava, assentindo em gratidão.

Presente ★:

★ I wuv u/Cãozinho de pelúcia [Cãozinho de pelúcia mediano da raça Corgi, que, apertada a barriga, diz "I love you". Abocanha um coração do mesmo material, com o nome da semideusa. Junto ao mesmo, na caixa de presentes anexa, um cartãozinho escrito a punho por Aleksander em parabenização à sua Não-quinceañera.
[/i]

[...] Cause somewhere in the crowd there's you



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Re: Salão de Festas

Mensagem por Adam Phantomhive em Qua 29 Ago 2018 - 19:03

A gift for a princess

O filho de Quione brincava com um pequeno floco de neve, fazendo-o saltitar na ponta de seus dedos. Um sorriso se formava toda vez que desviava os olhos para sua noiva. Esperava ela terminar de se arrumar, uma vez que já se encontrava preparado para a festa de aniversário da amiga dela.

Seu traje era deveras "simples": Um traje de gala composto por um terno e gravata pretos, calça e sapatos sociais, além de um smoking. Assim como a roupa, sua máscara - requisitada pela anfitriã - também era preta.

A pergunta de sua amada fez ele se desconcentrar, fazendo o floco de neve sumir no ar. O semideus não precisava olhar para ela a fim de saber que ela estava estonteante, mas era sempre surpreendente como ela parecia ficar mais bonita a cada dia.

- O único defeito é que você irá chamar mais atenção que a aniversariante. Fora isso, está perfeita. - Disse enquanto andava em direção a ela, hipnotizado por sua beleza como se a mesma fosse a própria Afrodite. Acariciou sua bochecha antes de tomar seus lábios num beijo que se dependesse do rapaz, jamais acabaria. Após acabar o fôlego, o rapaz se afastou e pegou a máscara dela, recebendo um elogio.

- Eu sei - disse com um leve sorriso no rosto. Entregou a máscara a ela, esperando-a colocar para então dar-lhe o braço. Era a primeira vez que viajaria pela arca e apesar de fazer parte de sua etiqueta dar o braço a sua amada, uma pequena parte de si mesmo temia um pouco se perder no lugar. A semideusa começou a cantar, abrindo um portal em pleno ar, onde ambos adentraram.

Ainda que Zoey já houvesse descrito a Arca, não deixava de ser uma experiência surpreendente. As construções do lugar eram belíssimas, com diversas escadas conectando umas as outras. O rapaz ouvia a noiva falar enquanto observava atentamente os arredores, tentando encontrar um padrão entre os destinos de cada porta (ao menos, as que estavam com etiquetas), sem conseguir encontrar.

- É um lugar lindo, além de impressionante - disse ainda observando os arredores. - Adoraria ouvir você tocar esse piano algum dia.

Finalmente, chegaram na porta desejada, atravessando-a. Em instantes, encontravam-se à frente de um imponente castelo. Após passarem pela recepção, finalmente entraram no castelo. A primeira coisa que fez foi tentar achar um rosto familiar, sem sucesso. Foi guiado por sua noiva até a aniversariante, esperando ela apresentá-lo.

- Adam Phantomhive, ao seu dispor - disse enquanto fazia uma leve reverência.

Zoey entregou o presente e a reação da filha de Ares era exatamente o que Adam esperava. Era a reação que qualquer um teria. Adam sequer teve a audácia de trazer um presente, pois perto daquilo, qualquer coisa seria facilmente esquecível. Quando a anfitriã foi buscar uma água, o rapaz comentou:

- Talvez metade de um planeta tenha sido... demais. Ainda me pergunto como você conseguiu isso - disse ao mesmo tempo que sua mão esquerda ia de encontro a uma taça de vinho oferecida por um garçom. - E como está você, querido cunhado? - perguntou a Elijah. - Há bastante tempo não lhe vejo.

Finalmente, a aniversariante retornou. O rapaz riu de leve com o comentário dela, mas por dentro já imaginava qual seria a dimensão do presente que a noiva daria à amiga - se não fosse uma dimensão em si.

O rapaz achou um pouco divertido o  repentino "teste" de Isabelle. Normalmente não era a aniversariante que dançava primeiro? Não que isso fosse acanhá-lo, muito pelo contrário. Aquela era uma área que ele dominava muito bem. Após serem empurrados até o meio do salão, o rapaz fez um floreio com a mão esquerda e curvou-se levemente.

- Madame, me concederia a honra de uma dança? - E esperou até ela segurar sua mão. Assim que ela o fez, colocou o braço direito na escápula dela e iniciou o movimento. Em pouco tempo, Adam se desprendeu do mundo ao redor enquanto focava unicamente na mulher a sua frente. Ambos dançavam muito bem, com uma sinergia deslumbrante. Quem olhasse diria que os deviam ter praticados juntos por anos, mas se tratava não só da educação e etiqueta que ambos possuíam, mas também o respeito e confiança mútuo que tinham um pelo outro.

Um murmúrio inaudível saiu dos lábios de Zoey. Em questão de segundos, Adam sentiu o cheiro de flores emanando de sua companheira, ao mesmo tempo que pétalas começaram a rodear os dois. Como se não fosse o bastante, pontos de luzes surgiram no ar como pequenos vaga-lumes. Era como se fadas estivessem agraciando o casal com sua presença.

- Sinceramente, eu me pergunto se algum dia irei deixar de me surpreender com você, meu amor.

OBS:
Eu ia dar presente, mas depois desse aí da Zozo, perdi até a vontade ;-;


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Re: Salão de Festas

Mensagem por Elijah B. Montgomery em Seg 3 Set 2018 - 20:50

Querida, não se esconda

e não fuja de mim

Elijah tentava compreender os acontecimentos que se sucederam aquela entrega do presente. Primeiro o “pedaço de Marte”, depois o sumiço repentino de Isabelle que por mais que se esforçasse para encontrar uma justificativa plausível não conseguia se conformar, em sua cabeça, ela usará aquilo como desculpa para deixá-lo - Droga, eu assustei ela ou foi a Zoey?!.
Ele suspirou alto, tomou em mãos outra taça de vinho enquanto ouvia sem dar muita atenção para o cunhado, de fato seus pensamentos não se encontravam no jovem casal.

— Engraçado você falar isso Adam, considerando que moramos no mesmo castelo — A cria de Apolo riu de forma irônica olhando para o rapaz e em seguida para a irmã — Mas vou acreditar que aquele lugar é realmente muito grande e que você mal fica em casa, portanto, estou ótimo. Mas e você? Como é passar a vida ao lado da minha irmã? Admito que é muito melhor vê-la com você...

Elijah se aproximou do rapaz com um olhar maroto certo de que Zoey iria lhe repreender.

— … Me livro do mau humor dela e das conversas de namoricos — Ele sussurrou para o cunhado e riu baixo antes de voltar a sua postura inicial quando seus olhos se encontram com os de Isabelle enquanto a mesma se unia a eles uma segunda vez.

Isa parecia ter voltado de “seja lá onde” decidida, em poucos instantes estava obrigando o casal a se afastarem para uma valsa inesperada. O semideus não conseguira conter o sorriso com cada atitude da garota, o fato dela autoritária daquela forma lhe encantava. Quando a mesma voltou do centro da pista de dança ele devolveu a taça vazia para o primeiro garçom que apareceu.
Elijah tentava se decidir o que fazer, o que responder para a tal pergunta da amada, porém, não tivera sucesso, se deixaria improvisar…

— Não se apresse, temos uma longa noite pela frente — A cria de Apolo deu a ela o seu melhor sorriso enquanto em sua cabeça se repreendia — Enfim, podemos?

Ele estendeu a mão para a garota, torcia para que aceitasse a dança… Ou que o tirasse dali.





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Re: Salão de Festas

Mensagem por Isabelle Duchanne em Ter 4 Set 2018 - 17:26

My my, how can I resist you?
Não podia deixar de admirar o casal, Zoey era o queijo e Adam a massa, separados já eram bons, mas juntos eram muito melhor, eram uma pizza. Para a felicidade de Zoey, Adam também era imortal, o que facilitava muito as coisas. Os dois não envelheceriam, poderiam ficar juntos por toda a eternidade, se Adam chegasse a morrer a feiticeira o traria de volta. Só vantagens. Isabelle uma vez a cada 10 anos se perguntava se chegaria a ter algo parecido com o que a melhor amiga tinha, mas acabava admitindo para si mesma que não teria.

E mais uma vez estava se apaixonando por um semideus que não era imortal, já sabia como aquilo iria acabar, sabia que iria sofrer e mesmo assim estava pronta para se aproximar de Elijah. Segurou a mão dele e, em vez de ir em direção a pista de dança, foi para a sacada. O som da valsa e das conversas diminuiu drasticamente assim que passou pela porta, ela se escorou no parapeito e olhou para o chão.

- Eu não danço, desculpe – suspirou antes de olhar para ele com um sorrisinho discreto – Até danço, mas sabe, como eu disse antes, fico um pouco nervosa... Perto de você.





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Re: Salão de Festas

Mensagem por Kael K. Schmütz em Qua 5 Set 2018 - 9:02



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A encarou por um segundo antes de observar suas mãos juntas naquela coreografia, sorriu de leve para mona antes de erguer a sobrancelha e sussurrar de leve em seu ouvido.

— Bom, não foi o que eu quis dizer, mas, se você quiser nós podemos. Podemos fazer qualquer coisa que você queira. — Sorriu novamente antes de aproximar seu rosto do dela e depositar um leve beijo em sua bochecha, praticamente no canto de sua boca.

A encarou novamente e levou a mão a sua cintura, conduzindo-lhe naquela coreografia.
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Re: Salão de Festas

Mensagem por Elijah B. Montgomery em Qui 6 Set 2018 - 19:56

Querida, não se esconda

e não fuja de mim

A prole de Apolo sorria feito bobo para a morena. Ele de fato não conseguia acreditar nas palavras que a mesma lhe dizia, muito mesmo imaginar que a filha Ares era capaz de se deixar intimidar por alguém como ele, afinal de contas, Isabelle era muito mais forte que ele e em qualquer momento ou em qualquer deslize, ele seria mandado para Marte sem problemas… Bom, com o presente de Zoey essa missão seria mais fácil.
A noite estava linda, se encaixava com a situação da mesma maneira que o vestido da garota se encaixava em seu corpo, ou seja, era perfeita. Ele observava o céu vez ou outra na tentativa de não dar tanto na cara os sentimentos que tinha em si.

— Não diga que lhe deixo nervosa, esse não é o sentimento que quero lhe causa, Isa — Ele sorriu de canto e tomou uma das mão da garota e lhe puxou junto de si com calma e cautela pousando a outra mão em sua cintura. Eles iriam dançar — Tenho certeza que és uma ótima dançarina.

Elijah encarava a morena com um olhar tranquilo, enquanto seu coração batia mais rápido que o normal.





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Re: Salão de Festas

Mensagem por Ramonna Völker Rothschild em Qui 6 Set 2018 - 20:28

Dance, dear
R
amonna arqueou as sobrancelhas observando o filho de Phobos se esforçando para não sair de seu centro e acabar se atrapalhando toda no meio da dança. Ela fica mexida com o falso beijo que o rapaz lhe dera e isso ela não conseguia disfarçar, muito menos queria fazê-lo, sua intenção naquele momento passara de “provocação” para “ataque”.
A filha de Hécate suspirou antes de aproximar o rosto do pescoço de Kael, tombou a cabeça de lado apoiando a mesma em seu ombro e discretamente soprou sobre a pele nua do rapaz. Ela sabia que aquilo costumava causar algumas sensações nos garotos e esperava que ele não fosse diferente.

— Está me dando o direito da escolha? — Monna sussurrou no ouvido do rapaz antes de voltar a manter a postura durante a dança deslizando vez e outra as unhas pelo ombro do mesmo — Não acho confiável que me dê tal liberdade, eu já bebi um pouco.

A ruiva deu de ombros sorrindo.


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Re: Salão de Festas

Mensagem por Isabelle Duchanne em Qui 6 Set 2018 - 20:36

My my, how can I resist you?
A mênade riu abafadamente, segurou a mão dele com a esquerda e segurou-o com a direita, por fim, repousou a cabeça no ombro de Elijah, talvez estivesse passando um pouco dos limites. Conseguia ouvir o coração dele bater e levou um tempo para notar que estava quase tão acelerado quanto o próprio, ele jamais iria notar, mas ela sorriu feito boba.

- Então diga, que sentimento quer me causar? – encarou aqueles olhos castanhos , seu rosto próximo do dele, era complicado tentar entender o que Elijah estava sentindo ou pensando.












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Re: Salão de Festas

Mensagem por Elijah B. Montgomery em Qui 6 Set 2018 - 22:29

Querida, não se esconda

e não fuja de mim

Muito próximo – Pensara Elijah enquanto sentia o rosto quente de Isa lhe tocando o ombro por cima do tecido escuro. Ele observou em silêncio por um tempo aquela cena pois não sabia ao certo se aquilo voltaria a acontecer tão cedo… Por um momento, o rapaz sentiu o peito apertar com a possibilidade daquilo ser apenas um momento e nada mais que isso.

Em um suspiro quase imperceptível, Elijah aproveitou para girá-la antes de juntar seus corpos novamente. Sem pedir licença, o rapaz tirou a máscara da fase da morena.

— Assim você fica muito mais bonita e consigo vê-la por inteiro — Em seguida, tirou a própria máscara podendo olhar melhor para a cria de Ares — Com toda certeza, qualquer coisa fora nervosismo é um sentimento bom de se causar em uma filha de Ares, afinal de contas, não quero levar nenhum golpe.

Ele riu baixo torcendo para que o senso de humor da garota estivesse em dia.





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Re: Salão de Festas

Mensagem por Isabelle Duchanne em Qui 6 Set 2018 - 23:23

My my, how can I resist you?

Não deixou de corar com o comentário, parecia uma adolescente e estava bem longe disso. Elijah ou, era muito sonso, ou estava jogando, cada palavra dele parecia ter sido muito bem pensada para Isabelle imaginar mil e uma possibilidades.

- Sim, com a Zoey ali não posso nem pensar em te agredir que ela já surge aqui - riu imaginando se aconteceria o mesmo se Isa tentasse outra coisa - Não que tenha pensando em te agredir, muito pelo contrário, tenho outros planos pra você - riu tentando fingir que era brincadeira e que ela não havia elaborado inúmeros planos pro caso do A não dar certo, tinha o B e todo o resto do alfabeto.









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Re: Salão de Festas

Mensagem por Hylla K. Werstonem em Sex 7 Set 2018 - 8:08

masquerade
A melodia do riso intercalou-se na atmosfera restrita quando entreabriu os lábios rosados, de uma graça esotérica que coadunava ao momento de gala. Nas dobras dos fótons que recaíam sobre os entalhes preciosos da máscara utilizada, a semelhança a uma auréola criada fazia com que o rosto do estivesse emoldurado em uma estrutura divina, juntamente ao resto da silhueta voluptuosa no vestido longo de seda preta. Tomada pelo indício de felicidade que instalara-se no homem, sequer opusera-se ao ser encaminhada ao âmbito da dança, postando-se coloquialmente próxima ao primo.

Por falar em Sebastian, não o vejo por aqui. — notou, com um incontestável soerguer da sobrancelha esquerda; era incomum aos descendentes de Afrodite perder tamanho evento. Ou, talvez, estivesse atrasado. Dizem que é elegante, se fez lembrar. — E meu noivo... Ah, ali está. Ouça, outrora eu tinha dúvidas quanto ao que eu queria; entretanto, com uma data importante chegando para mim, queria aproveitar esse encontro para convocá-lo a ser um dos meus padrinhos de casamento.

Encarava-o, numa proximidade confortável para uma análise singela do rosto de traços tão singulares — dos quais lhe eram diferentes, por sua ascendência dinamarquesa. Contudo, nunca se sentira tão próxima a alguém como o fazia naquele momento. Ressonância límbica, que atrai as almas conturbadas daqueles cuja esfera maligna do Submundo jaze em seu sangue. Não poderia explicar, a priori, o que lhe acometia quando colocava-se perto ao primo.

Passar tanto tempo distante daquela parte de sua família agora causava um arrepio em seu âmago, incontrolado. A divergência de raízes — enquanto ele era a boa morte e ela, a perturbação do espírito na pós vida — deixava a filha de Melinoe indiscutivelmente reconfortada. Com um aperto torturado, pungente na cavidade torácica, sentiu o doloroso sentimento da falta; a perda de seu irmão mais velho, ainda que fosse um fato não tão recente, era uma ruptura para Hylla. Em Aleksander, todavia, encontrava as mesmas características que via no falecido.

Cameron...

Escreva, Alek. — experimentou a tranquilidade do apelido, reduzido do próprio nome do interlocutor, conforme o tirava para dançar propriamente. Segurou-o, delicada e férrea, iniciando os primeiros movimentos graciosos com os pés, juntamente a um molejo quase imperceptível no quadril. — Talvez, quem sabe, possa ler suas obras para Sebastian: ele é um apreciador nato das artes. Acredite, seria uma situação menos tensa o fazê-lo ao filho do que para a mãe, Afrodite é uma sogra extremamente rigorosa. — disse, com determinado saudosismo nas falácias sobre a deusa, sua segunda patrona.

Amiúde, rodopiou, com a cabeleira de fios dourados sequer decepcionando ao percorrer o ar, exalando o perfume adocicado proveniente dos poros da epiderme alva como porcelana, findando aquele movimento ao unir-se novamente à proximidade do mais velho.

Espero que saiba dançar, meu noivo é um pouco travado.


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Re: Salão de Festas

Mensagem por Aleksander S. Kierkegaard em Sab 8 Set 2018 - 2:07

but i won't feel blue
Aleksander se viu entrelaçado pelo ritmo da música, junto à filha de Melinoe. Em uma de suas mãos, ainda o presente da aniversariante estava bem guardado em sua caixinha. Desprendeu-se de sua atenção por alguns instantes e deu-se conta que Isabelle estava lá, na pista. Não desejava incomodá-la por ora, então, assentiu para Hylla, momentaneamente afastando-se da semideusa de cabelos dourados, colocando o presente em um canto seguro e visível, onde não seria pisoteado. Em questão de poucos segundos retornou, estendendo o braço para a mentora.

— Me desculpe por isso — Sincronizou sues passos, deixando-os análogos aos da mais velha. — Acho que agora temos mais liberdade. — Seu braço direito, de prontidão, levava a mão de Hylla aos seus lábios, beijando-a.

Devia confessar que não era muito fã dessas cerimônias todas, contudo, a situação que a senhorita Werstonem o colocara fê-lo executá-lo, mesmo que carregando um pouco de suave sarcasmo em sua cortesia, afinal, não era algo tido como muito moderno, ao menos em seu país.

— Sebastian? Eu não o vejo desde ontem, para ser sincero. Que pena... Acho que ele vai perder a música lenta...

Mantinha-se a fitar a de lèvres roses, acalentado. Podia tratar-se de sua sinestesia pegando-lhe peças, mas podia jurar que a fragrância floral embriagante, a qual Hylla o remetia, estava espalhada pelo ambiente, em uma espiral ao seu redor, juntamente com a sinfonia vibrando Azul Tóquio, quase que impregnando nas roupas dos convidados.

— Eu me sinto honrado com o convite, Hylla. — Colocou um sorriso bobo no rosto, olhando fixo para baixo. — Que tal me contar os detalhes numa dança? — Estendeu-lhe o outro braço, o esquerdo para a ocasião. No fundo, temia que a garota ainda tivesse outra maneira de surpreendê-lo, deixando-lhe mais sem jeito do que já estava. Não costumava ser bombardeado com tanta gentileza. — Espero que não se importe. Particularmente prefiro tango, mas tentarei me esforçar. — Assentiu, com requintes de timidez, firmando sua aliança com a parceira.

— Quero eu que ainda lembre de seus conselhos quando amanhecer. — Referiu-se à bebida, que desde nunca dispunha com tamanha qualidade. — Então de antemão já adianto que estou honrado. — Assim que concluiu o raciocínio, trouxe a feiticeira mais perto de seu corpo, envolvendo sua cintura para dar maior firmeza nos passos, desvencilhando de todo e qualquer pensamento paralelo, devendo suas atenções apenas a sua nova e ilimitada fonte de inspiração.

"We can burn brighter than the sun <3"

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[...] Cause somewhere in the crowd there's you



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Re: Salão de Festas

Mensagem por Kristhyne B. Meagher em Sab 8 Set 2018 - 19:21



You said everyone you know one day will surely die But everything that dies in some way returns

Se teria uma frase que me definiria agora, seria: "Puta que pariu Kristhyne do caralho, tem que matar uma porra dessas." Quem no mundo confundiria sua namorada com outra mulher morena que era tão linda quanto ela mesmo estando mascarada? Teoricamente eu, né? Sou dessas.

Por um momento minha total reação era de me encolher no poço da vergonha, mas pra ter um poço de vergonha, alguém deve ter vergonha, e isso está bem em falta entre os semideuses daquele grandioso acampamento, não é mesmo, amiguinhos?

Mas os Deuses me amam, tirando a vagabunda da Asteris. Eu já deixei bem claro porque eu odeio ela né? Então vamos focar no tema principal. Já estava me preparando para fugir, quando a morena me puxou pela cintura e me beijou. Seria uma puta traição se eu não descobrisse que ali era Emily. Além de bela era uma ninja, ou eu estava fingindo que não sabia que era ela? Há, fica aí no ar.

- Olha só, a minha é bem ciumenta, se ela me ver com você me mata, sabia? - Brinquei, mas depois lhe correspondi o beijo, aqueles lábios que me enlouqueciam como uma droga que nunca me faria mal. Talvez eu realmente tinha tudo na minha vida, só me faltava pedir ela em casamento. Opa, spoiler.

O beijo foi parando aos poucos, mesmo comigo relutando para não parar de beijá-la. Era incrível como eu, Charlo... Kristhyne, estar tão apaixonada por uma filha de Dionísio que é uma Duchanne e que é tão bonita que poderia atrair qualquer um pra vida dela, mas ela decidiu me querer. Eu sempre me perguntarei porque eu, eu nem sou tão gostosa quanto as outras. Já viu a bunda da Isa? Eu queria. Mas voltando ao assunto total, assim que o beijo parou, sorri de canto e a abracei pela cintura: - Acredita que uma morena muito linda acabou de me beijar e ainda está nos meus braços? Pois eu não acredito que a mais bela das Duchannes namora comigo. - Comentei novamente, e de forma rápida peguei duas taças de bebida, uma pra ela e a outra pra mim, obviamente:  - Mas me diga, Emily, em uma escala de 0 a 10, se hipoteticamente falando eu te fizesse um pedido que mudaria nossas vidas de uma forma muito boa, pois conviver comigo é maravilhoso, e de brinde eu fosse perder a minha maldição? - A injeção de adrenalina com certeza foi me dada após eu beber toda uma taça de alguma bebida lá que eu não reconhecia: - Sabe, você me faz muito bem desde aquela noite fria no Anfiteatro onde a gente se beijou e, para mim, não foi o melhor beijo da minha vida pois todos os beijos que eu dou em você são os melhores de minha vida. Eu era uma pessoa miserável, drogada, vivia com uma criminosa e até cometia crimes em nome de um bem maior que era meu ego inflado e tão frágil quanto a masculinidade dos filhos de Ares. - Soltei sua cintura e fui de joelhos ao chão, ainda encarando-a. Meu coração estava explodindo em nervosismo, e não tinha mais borboletas no estômago pois elas entraram em um conflito gigantesco estilo Jogos Vorazes. Da bolsa pequena que eu segurava, uma caixinha de cor vinho se abriu, e mostrou uma aliança: - Mas o que eu quero realmente dizer, que além de me fazer feliz e me fazer enxergar que o meu mundo não é preto e branco com mortes e muito sangue, você me fez sentir vida, me fez sentir amor. E por esse amor que eu te pergunto, Emily Duchanne Turner, você quer se casar comigo?

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Re: Salão de Festas

Mensagem por Elijah B. Montgomery em Sab 8 Set 2018 - 20:52

Querida, não se esconda

e não fuja de mim

— Quer dizer então, que a senhorita anda fazendo planos com a minha pessoa? — Elijah riu assim como a morena.

A prole de Apolo observava a garota com atenção, agora sabia que a mesma não tinha muito controle dos próprios atos enquanto estava perto dele e como ele mesmo faria, colocava a culpa no nervosismo. Elijah não a culpava, muito pelo contrário, adorava aquilo.

Mais duas voltas, alguns passos para lá e para cá e então ele estava pronto para acabar com aquela dança. Com um sorriso no rosto, ele guiou-a para mais perto de si e acabou a música imaginária a tombando para trás, apoiando firmemente uma mão nas costas da morena garantindo que a mesma não caísse.

— Zoey e mestre em atrapalhar momentos, mas acho que demos um pouco de sorte agora… — O rapaz sorriu de canto antes de erguê-la ficando com seu rosto próximo do de Isabelle — Pelo menos acredito nisso.




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Re: Salão de Festas

Mensagem por Hylla K. Werstonem em Dom 9 Set 2018 - 13:33

apeshit
Tão suaves eram os passos comedidos por Aleksander, que sua interlocutora permitia-se a epifania daquele momento. No decorrer dos toques veludosos, em uma conjectura bordada pela luminosidade provinda do dourado das luminárias e dos ricos lustres, pudera subverter os olhos glaucos rumo às íris plácidas de seu companheiro. Encará-las era reconfortante, trazia uma cuidadosa sensação de bem estar; mas também era possível detectar o que havia por trás daqueles espelhos — a magia em ascensão, que corria pelo sangue e estava intrínseca às mínimas combinações gênicas, enraizadas então na alma do maior.

Depois de anos, o destino o trouxe para mim; faces diferentes de uma mesma moeda. — sua voz pudera reverberar no espaço entre eles, dançando pelas moléculas de oxigênio que eram impregnadas pela energia por ambos irradiada. Mantendo a proximidade, em uma dança que exigia um contorno delicado, deu um rodopio sem soltar a mão alheia, que quase encobria a sua própria, retornando a ele em seguida.

Observava-o, belo e destemido, de traços áureos que faziam-no parecer uma deidade cósmica. Cheio de poder e vitalidade, um diamante a ser lapidado; nada poderia acontecer-lhe. Encontrar aquele semideus e tê-lo assim tão próximo parecia uma prova divina: tinha então um medo repentino de quebrá-lo, mesmo entendendo que o Kierkegaard nem de longe era vulnerável. Ainda assim...

Após anos aprofundando meus conhecimentos ao lado de nossa patrona, entendi que as coisas não acontecem por acaso. — murmurou, com um tímido sorriso a brincar nos lábios rosados. Nasceu suave, delineando-se na boca e alterando o semblante da mais baixa, com uma expressão de deleite a contornar o rosto dinamarquês. — Tenho certeza que você ainda me reserva surpresas, Aleksander. — ergueu uma sobrancelha.

Passava por ali um garçom, do qual ela cuidadosamente pegou uma taça de vinho tinto da bandeja de prata que o mesmo carregava. Levou sua borda à boca, ingerindo o conteúdo púrpura que desceu como seda pela garganta; sob o doce fermentado das uvas, o toque do álcool que apurava seus sentidos. Quando afastou o recipiente de seu rosto, os lábios pareciam ligeiramente avermelhados graças ao toque daquela bebida, fazendo quase desaparecer a tonalidade do batom rosé utilizado outrora.

O chalé de Macária permanece sem alguma liderança. “Terry desaparece sempre, afinal... Como Alasca fazia”. Respirou fundo. — Vejo em você aptidão ao cargo, além do controle necessário para tal.

Era uma boa premissa, pelo menos a ela. Com todos os agentes conflitantes que surgiram nos últimos meses — desde o surgimento de uma nova deusa, bem como o nascimento dos anarquistas —, a segurança das crianças do Mundo Inferior parecia prioridade para Hylla. Pelo menos teria como manter seus irmãos protegidos, mas precisaria de ajuda advinda dos demais conselheiros se quisesse resguardar os descendentes do Submundo. Tendo o apoio sumário da líder do chalé de Hades, pelo menos, já sentia-se dona de um respaldo para convencer o semideus perante si a assumir a magna instância da morada dos filhos de Macária.

Seria perfeito, sim?


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Re: Salão de Festas

Mensagem por Isabelle Duchanne em Dom 9 Set 2018 - 14:22

My my, how can I resist you?

A proximidade dos dois não facilitava nada, só fazia com que Isabelle ficasse mais nervosa, que estava dividida entre prestar atenção no que ele dizia, tentar afastar as ideias que tinha na cabeça e cuidar Zoey de longe. Isabelle estava ficando paranoica, Zoey não iria estar cuidando cada segundo da vida do irmão, ou estaria?

As coisas foram de mal a pior quando Elijah ergueu-a, estavam tão próximos, podia sentir a respiração dele. Esperava não estragar as coisas com o que faria. Acariciou o rosto dele, por um segundo desviou o olhar até os lábios do filho de Apolo, não esperou-o terminar o papinho sobre acreditar na sorte e algo com Zoey (ela não prestara atenção nessa parte).

- Você pode, por favor, ficar calado? – arqueou as sobrancelhas fitando-o, com um sorriso discreto no rosto – Obrigado – segurou-o pelo pescoço e aproximou-se o suficiente, uniu seus lábios com os dele, seguido de um beijo lento, que superou todas as expectativas da morena, que passara noites imaginando como seria.




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Re: Salão de Festas

Mensagem por Pandora Aërsterien em Dom 9 Set 2018 - 17:11

under the shadows
No silêncio lúgubre e gélido, uma única luz reinava soberana. Como uma solitária estrela perdida no vácuo, a chama dourada sequer tremulava no ar parado, mantendo-se ereta no pavio da vela que, aos poucos, derretia-se em um amontoado disforme de cera branca. Entretanto, graças à brisa proveniente da janela entreaberta, logo aquele mínimo foco luminoso se esvaía deixando onde estivera unicamente um filete de fumaça cinzenta, que subia em espirais pelo ambiente. Tão rapidamente desaparecera, outra claridade lhe substituíra: adentrando o âmbito em um retângulo pela janela, escorrendo longeva pelo chão em um prateado fugaz que delimitava a silhueta da mobília do alpendre.

Fez-se brilhar suavemente nas íris obscuras e diáfanas, daquela cujos movimentos tão delicados faziam-na parecer um espectro perdido. Terminava de alojar os brincos de ouro branco nos lóbulos, deixando pender as ametistas egoístas que desejavam sugar para si qualquer atenção de quem olhasse; mas entravam em uma disputa acirrada com a epiderme alva feito porcelana, que de tão gélida parecia emanar certa friagem. Tal qual, os cabelos sedosos como uma cascata castanha, naquele momento sob a baixa luminosidade, pareciam quase negros como piche. E nos trâmites dos contornos dos lábios cobiçados, a vermelhidão do batom escarlate contrastava o visual mórbido da dama.

Da soleira da janela, de onde o vento noturno entrava agitando as cortinas esbranquiçadas — as quais pareciam penosos fantasmas —, o corvo olhou-a por demorados segundos antes de grasnar em afeição. Fizera-se um reluzir metódico nas penas lívidas e pretas, as quais pareciam deveras semelhantes à seda vestida por ela. Aproximou-se dele, acariciando o bico quitinoso com um suave resvalar dos dedos esguios, antes de permiti-lo voar após transmitir sua mensagem a ela: o evento começara. Mais uma vez, dera origem a um riso afiado que ganhou as extensões do quarto escuro, sobrepujando o silêncio sepulcral que outrora comandava por ali.

Ouviu-se o som do suspiro profundo, conforme os olhos abismais fechavam-se. Estava na hora de ir até lá — a noite começara.



[...]



Os primeiros filetes sombrios romperam a atmosfera bem iluminada do ambiente, incoerentes àquela situação. Rodopiaram, atraindo a atenção dos que estavam mais perto, juntando-se em uma esfera negra no ar que exercia sua força nos corpos próximos. Então crescia, expandindo-se com um poder amargo e maligno, conforme o negrume que o compunha se aprofundava ainda mais em trevas puras — as luzes dos lustres cristalinos oscilaram por um único momento, aquele que antecedera o rasgo no tecido do espaço, quando o vórtice preto, agora imenso, abriu-se. Do âmago frio, que fizera a atmosfera tornar-se álgida como o inverno, emergiu o primeiro passo daquela que o invocara: uma perna esbranquiçada que era exposta pela fenda lateral do vestido, com o pé pequeno no interior de um salto revestido em veludo.

Então surgia ela própria, do interior frígido que dançava ao seu entorno e, assim que totalmente desprendida desse, o portal sombrio fechou-se velozmente; evaporando em sombras que sequer puderam ser distinguidas. O ambiente parecia ter voltado ao normal, com as luzes vívidas e aquecido, como se a cena de segundos atrás fosse unicamente um detalhe na noite. Alavancava um estado de curiosidade para quem não a conhecia; a garota pálida e magra que caminhava pelo salão, tão suave e silenciosa que sua presença poderia até mesmo ser contestada. Como um espectro. Meneou o rosto branco aos demais, com um detalhe compatível ao ambiente onde estava inserida.

A máscara preta era pequena, recobrindo unicamente a região dos olhos, realçando o brilho tortuoso de suas íris frias. A mão direita abateu-se sobre uma taça que lhe fora fornecida, com seu conteúdo sendo examinado amiúde pela descendente do abismo. Levou a borda do cristal aos lábios sedentos, entornando cuidadosamente como um sonho, sentindo o paladar ser subjugado pelo sabor presente do vinho púrpura. Antes que pudesse dedicar um meneio singelo para que localizasse a aniversariante, decidiu fazê-lo depois, vide que a organizadora do baile estava em companhia de seu interesse amoroso e, por conseguinte, não era desejo de Pandora comprometer a intimidade da dupla.

Entretanto, uma aura semelhante à sua própria atraíra a atenção da filha de Hades. Os sentidos despertaram, como um magnetismo ressonando entre dois corpos distantes, contudo mesmo agora o afastamento era suprido pelos passos suaves que levavam-na para mais perto. Mais alto que si, com músculos protuberantes no corpo, o porte avantajado de outrem tampouco a intimidava; apenas conseguiu com que fosse mais para perto daquele sujeito conhecido, com os lábios rubros entreabertos em exposição à arcada dentária perfeita. — Brandon. — o nome fora proferido com sabor pelos lábios ofídicos. Sua aproximação sutil como o divagar de um espírito a fizera chegar tranquilamente até ele. — Pelo visto, não perde a oportunidade de uma boa festa. Fico feliz em encontrá-lo aqui após algum tempo sem vê-lo. Não deixaria de vir cumprimentá-lo hoje.sorriu.

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Re: Salão de Festas

Mensagem por Kael K. Schmütz em Seg 10 Set 2018 - 9:17



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Ramonna parecia gostar da proposta feita pelo jovem, pois, no momento seguinte aproximara-se do pescoço do mesmo depositando um leve sopro morno naquela região, de modo que a pele dele se arrepiasse de forma breve e um novo sorriso de canto brotasse em seus lábios.

Ergueu as sobrancelhas ao ouvi-la mencionar que já havia bebido e achou divertida a oportunidade, afinal de contas, bem sabia que o álcool não era nenhum mistério.

— Já ouvi dizer por aí que o álcool nada mais faz que ser um incentivo para aquilo que nós já queríamos fazer, porém, não tínhamos coragem suficiente para tal. — Fez uma leve pausa dramática e a observou novamente, levando sua mão ao queixo alheio e passando o polegar em seu lábio inferior. — Será que estou certo?
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Re: Salão de Festas

Mensagem por Brandon H.Smith em Seg 10 Set 2018 - 10:20

Ω Panda Ω
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O salão de festas da Isa agora estava cheio de gente, a maioria o espectro conhecia, mesmo que de vista. Não era um ambiente que o garoto gostasse de estar, porém ele queria, uma vez mais, se certificar se a pessoa que procurava não iria aparecer... E não apareceu. A máscara temática podia esconder seu real sentimento, porém não tão bem quando aquela que o garoto vestia diariamente. Estava pronto para sair do ambiente quando percebeu uma figura familiar se aproximando.

- Panda! – Falou se levando para poder cumprimentar a irmã – Festas não me agradam tanto, apenas vim parabenizar Isabelle – Um sorriso se fez em seu rosto enquanto observava a irmã. Bran não via a irmã desde a noite de que havia se juntado a Érebo, desde a noite que abandonou o acampamento.

Pandora continuava como ele se lembrava: Bela e com um ótimo gosto para roupas. Ver todas aquelas pessoas ali, principalmente uma de suas irmãs, produzia no garoto uma certa nostalgia, uma saudade dos tempos em que as coisas eram mais simples e tranquilas, quando o mundo fazia mais sentido.

Brandon queria poder voltar para esse tempo, passear pela floresta, conversar com os irmãos no chalé 13, se irritar com Dionísio errando seu nome pela milésima vez. Todavia a flecha do tempo só caminhava em uma direção, e o que aconteceu não pode ser desfeito.

-Você está ótima, irmã! O que tem feito? Quais as novas?





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Re: Salão de Festas

Mensagem por Pandora Aërsterien em Seg 10 Set 2018 - 18:03

under the shadows
A máluca dos olhos profundos voltaram-se ao rosto imberbe do mais alto, contendo um leviano traço de criticidade a romper as fenestras de sua fronte. Opusera um meneio de rosto quando ouviu as falácias de outrem, com um sorriso criando uma ruptura entre os lábios venenosos, os quais deleitavam-se em mais um toque na taça de cristal, ingerindo outra parcela da bebida fermentada. Adocicada. Mesmo com isso, o suspiro arremeteu para além dos pulmões conforme o ouvia prosseguir em seus dizeres; de fato, assemelhava-se com a situação da anarquista.

Os benefícios de sua estadia ali eram reduzidos, intercalando o período noturno com a premissa de uma nascente de caos. Revertia-se o imbróglio no presente não entregue, mas que o faria mais tarde à aniversariante, gotejando a visão nebulosa ao irmão mediante si. — Também não sou familiarizada com esses eventos. — confessava cruzando os braços magros, onde tilintavam nos pulsos preciosos braceletes de ouro amarelado dezoito quilates, condecorados com rubis ou lapidados diamantes, acessórios abastados para alguém cuja ascendência divina era partida a Hades, não só o deus supremo dos mortos como detentor das riquezas terrenas. Empertigou a coluna, postando-a ereta. — Mas passar a noite naquele chalé solitário não parecia uma boa ideia. Pelo menos uma ocasião como esta pode resguardar subsídios aos meus interesses e, veja só, acabei por encontrá-lo. “sobrepondo uma situação degradante”.

Abrandava o rosto lívido, conforme os dedos compridos ajeitavam uma melena rebelde do cabelo castanho, alocando-o atrás da orelha. Digo, esperava-se um posicionamento resignado da filha de Hades naquele convívio, outrora as intenções fossem levar ao festejo um pouco de seu conceito pessoal de diversão. Faz-me rir, contudo, a pose altiva que determinava as ações condizentes às maneiras daquele recinto — entrepunha um riso pérfido que escapou-lhe entre os dentes perfeitos.

Somente então dirigia firmemente os olhos ao do interlocutor. — A coligação com Éris fez-me ainda mais poderosa do que um dia fora. Nosso chalé permanece intacto, como um órgão pessoal à parte do acampamento, nunca foi da vontade alheia incomodar-nos. Depois de sua partida, as mudanças foram mínimas. — protelou as sentenças verdadeiras com uma frieza ímpar, avaliando a expressão álgida do maior conforme uma centelha de pensamento nascia no recuo de sua mente desordeira. “Talvez tenha lançado a verdade rápido demais”, todavia o fato era comprovado. As crias de Hades eram evitadas pela maior parte dos campistas, principalmente aqueles advindos das esferas diurnas de poder, estereotipados e julgados precursores das desgraças e pragas, como maus agouros. A saída de Brandon provocara uma agitação rápida nas psiquês conturbadas dos viventes do chalé treze, mas que logo desaparecera... Talvez tão rápido quanto surgira.

Pois no fim, não eram mais que silenciosos fantasmas vagando por aquelas paredes e corredores escuros. Touché.

Procurava um firmamento, entretanto, em outro polo de diálogo — não queria reprimi-lo por ter partido, ou mesmo fazê-lo sentir-se dispensável. Ainda que o sentimento de traição fosse recente, vide que o novo mestre de Brandon era inimigo declarado de seu pai. — Mas imagino que a vivência na casa em Chicago deva ter seus benefícios, em comunhão aos seus novos irmãos dessa seita da qual fazem parte. — com um giro do pulso, como se abanasse o ar entre ambos os parentes, sentava-se numa poltrona confortável e cruzava as pernas. Terminava ali a primeira taça de vinho tinto, que desceu pela garganta como um bálsamo após o monólogo, mas que ainda não lhe fora suficiente. Ainda assim, não via como concluí-lo ante um desabafo necessário quanto ao que sentia. — Se você acha que essa decisão valeu a pena, não poderei julgá-lo. Sua amada Ivy permanece em segurança; talvez seu afastamento tenha sido bom para ela. como antes citado, fria como gelo.

Não me leve a mal, mas ela precisava de um impulso para libertar-se de seu passado conturbado e seguir em frente. Ou melhor, do passado de ambos. — indicou a cadeira à sua frente como se o instruísse a sentar, na tentativa de acomodá-lo quando um outro garçom, sob o seu chamado, serviu para a Aërsterien mais uma taça vítrea de vinho tinto. — E você? Já conseguiu libertar-se de seus fantasmas pessoais?
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Re: Salão de Festas

Mensagem por Brandon H.Smith em Ter 11 Set 2018 - 17:45

Ω Panda Ω
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A saudade da irmã desaparecera tão rápido quanto surgira. Bran havia esquecido o quão pedante Pandora parecia falando daquele modo, sempre com vocábulos tão formais que beiravam o arcaico. Percebeu então que aquele sentimento nostálgico também desapareceu, e de repente o mundo voltou a fazer sentido outra vez.

Ouviu as palavras da garota com atenção, e se sentiu particularmente irritado ao ouvir a fala sobre Ivy, mas seu rosto não passava nenhuma emoção, era como se fosse o rosto de uma daquelas estatuas que mostram apenas o que seus artistas queriam que todos vissem. Era muita prepotência da outra julgar que Ivy estava melhor longe dele. Com que autoridade ela tomava tal conclusão?

O Espectro ponderou alguns segundos sobre o que responder. Seus olhos fitando os da irmã.

- Não me aliei a Érebo para arranjar novos irmãos, Pandora, tão pouco para me sentir mais poderoso ou por qualquer outro motivo mesquinho e arrogante. Tenho um propósito, e pretendo vê-lo cumprido-
A voz era plácida, ainda que em seu interior ele um turbilhão de emoções se agitassem.

Sentou-se frente a irmã e se arrumou de uma forma confortável, cruzou as pernas e demorou mais alguns segundos para continuar a conversa. Deixou a máscara de plástico de lado enquanto girava a cabeça para observar os arredores. Não achou o que procurava.

-Alegro-me em saber que Ivy está segura- pronunciou sem emoção- Imaginava que ela viria, mas acho que me enganei. –Estalou os dedos como para colocar um espaço entre as falas e depois continuou – Quanto aos meus fantasmas... Bom, digamos que minha aliança com Érebo me elevou em muitos sentidos. O passado é passado, só me importo com o futuro- Mentiu.

Mentir para Bran agora era muito mais natural, era como vestir uma blusa, respirar. No entanto não era nada fácil se desapegar do seu passado, das coisas que o tinham feito firmar o pacto com o senhor do escuro. O espectro aprendeu a controlar seu exterior, mas ainda sentia a raiva explodir em seu interior quando irritado ou contrariado.

-Mas e sobre seus fantasmas, Panda? Acho que você tinha alguma desavença com Hades, não? – Redirecionou o olhar para longe, pensativo- Será que era você? – Deu de ombros.





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