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Enfermaria Central

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Enfermaria Central

Mensagem por Nyx em Seg 15 Jun 2015 - 17:19

br>
Enfermaria Central
A enfermaria é um amplo espaço, com cerca de 60 leitos: 30 na parede norte, que dá vista para os campos de morango, e 30 na parede leste, que dá vista para a floresta. As paredes são brancas, assim como as cortinas e os lençóis e cobertas. Alguns quadros com pinturas de Asclépio, ou Apolo, encontram-se pendurados na parede sul. 
   Em um canto há prateleiras com várias poções, medicamentos, ingredientes e afins, utilizados por Elizabeth Sulivan, a curandeira-mestre, filha de Hermes e seguidora de Asclépio; Louis Pettershmith, um filho de Apolo; Lola Knight, uma filha de Quione e, assim como Elizabeth, seguidora do deus da medicina. 



Sobre os NPC's:

     - Elizabeth Sulivan
     Filha de Hermes
     19 anos
     Curandeira Geral da Enfermaria Central
     Personalidade: Elizabeth, ou Lizzie para os mais íntimos, é uma jovem de personalidade forte. Desde os cinco anos está no acampamento, e desde os dez atua na arte da cura. É a melhor curandeira do acampamento inteiro. Costuma estar sempre de cenho franzido, e é completamente cega sem seus óculos. Emana sempre uma aura de paz e tranquilidade, e costuma ser eficiente no trabalho que faz. Não é fã de piadinhas e brincadeirinhas bobas, mas não nega um sorriso ou dois. Por mais que não admita, é apegada à Louis e Lola, e cuida de ambos com carinho.



   - Louis Pettershmith
     Filho de Apolo
     15 anos
     Personalidade: Bobalhão ao extremo, como todo filho de Apolo. Talentoso na arte da cura, o jovem abandonou os campos de batalha para salvar vidas. Consegue ser sério e divertido ao mesmo tempo, e sempre leva tudo na esportiva. É um rapaz alto e magro, com madeixas cor de areia e penetrantes olhos azuis. Costuma usar roupas claras, jeans e tênis, além de gostar de tocar lira para os pacientes do lugar.



    - Lola Knight
    Filha de Quione
    17 anos
    Personalidade: Lola era uma garota sombria. Foi abandonada pelo pai, e cresceu nas ruas até ser atacada por um ciclope, mas foi salva por Elizabeth. Desde então, seu mundo virou de pernas para o ar ao descobrir que era uma semideusa, e descobriu no acampamento meio-sangue o que é um verdadeiro lar. Assim como descobriu em Lizzie o amor de um irmão, uma vez que nunca o teve. Acompanhando sempre a enfermeira-chefe, Lola abriu mão dos campos de batalha para auxiliar a mais nova amiga na arte da cura, virando assim seguidora do deus da medicina. Ainda é uma garota fechada, mas bem carinhosa e superprotetora com relação à Lizzie.


   - Regras:
   1. Vamos lá: enfermaria é um local de descanso, então nada de badernas, brigas e etc. Aqueles que o fizerem serão punidos.
   2. Ao entrar aqui deixe sempre bem claro em seu post o que sente, ou onde está ferido. Use os NPC's a vontade.
   3. Por favor, evitem usar templates com cores cegantes. Eles dificultam a leitura dos demais.
   4. O mínimo a se recuperar é 5 HP/MP.



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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Leonard Domaschesky em Qua 16 Mar 2016 - 2:33






Ela é uma moça de poses delicadas,

sorrisos discretos e olhar misterioso. Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista. Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -




Já há algum tempo eu não vinha me sentindo bem. A indisposição parecia constante, as dores de cabeça, o cansaço muscular... Tudo parecia vir de uma vez só numa tentativa de derrubar-me permanentemente. Resisti o quanto pude, acredite, mas no fundo tinha a impressão de que não era uma batalha que eu poderia vencer sozinha. A cada noite dormia menos e quanto menos dormis pior ficava. Os sintomas pareciam infinitos e persistentes, meus contra-ataques cada vez piores. Tentei alguns chás e ervas que os filhos de Apolo me sugeriram, contudo não teve efeito algum. Cansada de brigar, decidi ir a enfermaria, que naquela noite em especial estava sendo atendida por Elizabeth.

Eliza – ou Lizzie -, é considerada a enfermeira chefe por aqui. Está no acampamento desde os cinco anos e desde sempre se dedicou na cura dos campistas. É filha de Hermes e seguidora de Asclépio e geralmente tem uma bondade fora do comum. Confesso que foi muito satisfatório vê-la ali logo na noite em que estava precisando, então fiz questão de que fosse ela a me atender.

Sentei-me em uma das macas, balançado os pés no ar, e esperei que a menina terminasse de atender o atual paciente. O problema dele parecia ser mais emocional, pois ele não recebeu qualquer remédio. Ela apenas lhe deu algumas indicações, sorriu-lhe fraco e o abraçou, deixando-o partir de modo que a loira ficasse livre para me atender.

Acenei com a cabeça ao vê-la se aproximando, sorri abertamente e mantive imóvel. Lizzie nada perguntou, checou minha pulsação e ouviu meus batimentos, avaliou os olhos e os ouvidos com uma pequena luz. Pareceu se fixar por breves momentos em minhas olheiras, mas logo também relaxou. Fitou-me, esperando alguma explicação, e depois de alguns segundos apenas a encarando, finalmente entendi.

- Bom, Lizzie... Faz algum tempo que não ando dormindo bem e sofrendo com fortes dores de cabeça, meu corpo pesa mais do que o normal e estou sempre muito cansada para fazer qualquer coisa... Ando me sentindo bem inútil, se quer mesmo saber. - Explico, gesticulando com as mãos de modo ansioso.

- Olha, você não parece ter nada com esses primeiros exames... Vou te dar um pouco de néctar e ambrosia, um remédio para ansiedade e um pequeno sedativo para ajudá-la a dormir. Ao que tudo indica isso é apenas seu corpo manifestando exaustão, então não há muito modo de 'curar' - Devolveu a menina pouco mais velha, sorrindo para mim de modo encorajador.

Ela se afastou, voltando pouco depois com um copo e dois comprimidos, mandando-me tomar os dois remédios e beber tudo o que havia no copo. Conversamos por mais um pouco, mas a medicação começou a dar sinal de funcionamento e o sono me obrigou a partir.

Talvez amanha eu esteja boa. Talvez tenha sido apenas o sedativo.

valeu @ cács!


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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Nyx em Seg 21 Mar 2016 - 12:44

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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Zoey Montgomery em Qua 23 Mar 2016 - 13:00



Zoey sabia que estava por um fio. 

Sua energia estava acabando, a loira estava no limite da exaustão. Por isso deixou a festa por algum tempo e, cambaleante, foi até a enfermaria central. Precisava de ajuda, e rezava para que Lizzie se encontrasse ali.

E suspirou de alívio assim que adentrou o lugar e avistou os três curandeiros ali, conversando. Louis foi o primeiro a se posicionar a respeito da feiticeira que adentrara o lugar em um notável estado de exaustão.

— Maninha! — ele exclamou, indo amparar uma cansada Zoey que quase deu com a cara no chão quando sentiu os joelhos cederem. — Caramba, você está horrível!

— Não sou sua maninha, sou mais velha que você pirralho. — a arcana sussurrou em tom bem humorado, fazendo Louis rir. 

— Certo, certo. Mas hoje eu sou o responsável por você, e quero que fique quietinha enquanto Lizzie te examina. — o garoto ajudou Zoey a se deitar na maca, enquanto Elizabeth se aproximava e analisava cuidadosamente o estado de sua paciente.

Alguns cortes aqui e ali. Hematomas e visível sinal de cansaço — notado graças à expressão abatida da garota e às olheiras em um tom doentio de roxo sob seus olhos. 

— Vocês, campistas... — Lizzie balançou a cabeça negativamente, enquanto tocava com o indicador a testa da garota. Zoey sentiu seu corpo começar a aquecer de uma maneira confortável. 

Seus músculos pararam de doer, e sentia que tudo estava voltando ao seu devido lugar. Fechou os olhos e deixou que os curandeiros fizessem o trabalho deles.

Lizzie afastou-se um pouco para averiguar a situação novamente.

— Louis. As poções. Aumente em 10% a dose, para que seja mais eficaz. Lola, você me ajuda aqui.

Lola aproximou-se, e Elizabeth lhe indicou um pote branco, com uma substância de cor terrosa dentro. De maneira cuidadosa, a curandeira mestre levantou a blusa do cosplay de Zoey e pediu para que sua ajudante aplicasse a pasta ali.

Obedientemente Lola o fez.

Lizzie recitou um cântico em grego antigo, pedindo a ajuda e orientação de Asclépio. Então colocou as duas mãos no corpo da arcana, que sentiu como se um choque estivesse percorrendo seu ser. Não era desconfortável, mas também não era a melhor sensação do mundo.

Rapidamente Louis voltou com dois copos com duas poções de cores diferentes: uma vermelha e uma verde. 

— Beba as duas, Z. — Louis falou, passando um copo de cada vez para Zoey, que as bebeu sem discutir. 

— Agora descanse um pouco antes de voltar para a festa. — Lizzie ordenou. — Daqui meia hora eu volto para ver se você pode ser liberado ou não. — a garota sorriu e se retirou. 

Zoey deu de ombros e deitou-se. Descansar faria bem.

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 — Cure [Nível 21]: Por conhecer os mistérios da vida agora as Feiticeiras podem recuperar sua energia e vida absorvendo a mesma de outro ser, em pequenas quantidades. Pode absorver até 30 de HP e Energia.

roubado de


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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Chaos em Qua 23 Mar 2016 - 20:23

FULL HP E 450 EP
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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Quinn Raimann em Qui 24 Mar 2016 - 2:13

Infirmary
Mais uma noite havia se passado e mais uma noite eu havia conseguido escapar de ser descoberto sobre o que fazia em meu tempo livre. Mas hoje tinha ocorrido algo diferente, a coisa tinha resistido e agora aqui estou eu, tendo que me sujeitar a ser curado pela enfermaria do acampamento.

Já tinha me limpado o máximo que conseguira antes de correr para lá, já que poderiam estranhar um semideus coberto de sangue. Então eu só estava sujo do meu sangue, que teimava em escorrer para o tecido escuro da camiseta escura e deixando-a ainda mais preta. E por cortes profundos nos braços e cortes mais leves na região do pescoço.

Ao adentrar no local um rapaz correu para me ajudar e me guiou para sentar em uma das macas. — Nossa cara, passou pelo moedor de carne? - perguntou ele de maneira bricalhona logo depois de mandar eu tirar a camiseta e verificar a extensão dos meus ferimentos. — Só me cure. - resmunguei entredentes, irritado e sem paciência para brincadeirinhas.

Ele ergueu as mãos num sinal de rendição e me deu um copo grande de néctar, que para mim tinha gosto de sangue, antes de ir atrás de outra pessoa. Pessoa essa que chegou logo depois com uma poção para curar meus ferimentos mais profundos que não tinham sido resolvidos com o néctar. Depois de me entregar a poção ela arqueou uma sobrancelha e me lançou um olhar desconfiado para mim e para minhas cicatrizes.

Eles saíram e conversaram por alguns instantes antes de voltar para o lado da maca onde estava. — Já posso ir para o meu chalé? - perguntei, recebendo um aceno afirmativo da garota. — Só tente não fazer nada muito agitado e durma uma noite inteira. - disse ela.

Não me fiz de rogado e colocando minha camiseta, mesmo que suja de sangue e caminhando para o meu chalé para ter uma boa noite de sono.


I'm gonna make you…
a fucking pyscho.

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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Nyx em Dom 27 Mar 2016 - 19:47

Full HP/MP, querido sz
Já atualizado <3


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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Bree Wolffenbuetell em Seg 11 Abr 2016 - 12:45




Let the
light in
I could be your escape Take you to a place Where there's no time, no space
O que eu poderia dizer? Eu estava feliz de ter conseguido voltar para casa basicamente inteira e conseguindo respirar sem ajuda de qualquer encanto ou aparelho que pudessem inventar de colocar em mim, tudo que eu tinha eram pequenos ferimentos, uma dor de cabeça imensa e meu estômago doíam muito, assim como minhas costelas, talvez, por causa do baque que acabei levando quando o minotauro da outra dimensão me acertou em cheio com o punho cerrado. Suspirei tentando manter a calma novamente e não esforçar muito.

Brandon estava ao meu lado, uma equipe de 4 semideuses se mobilizaram para me levar até a enfermaria com a ajuda de uma maca que em mesmo eu sabia de onde havia surgido, Ivy ainda se mantinha próxima e Emma agora se ocupava em ajudar Rory a se lembrar de quem era, suspirei novamente, minha cabeça deu voltas ao relembrar tudo que havia passado só para tirar a cria de Ares de um mundo onde o mesmo não devia ficar. Olhe de relance para Brand que pegou em minha mão com um pequeno sorriso torto no canto dos lábios.

- Querida, você vai ficar legal rápido, vai ver só – Ele tirou os cabelos que caíam em meu rosto com a mão livre quando se voltou para a pequena equipe – Andem logo e levem ela até os curandeiros!


[...]

Antes que eu pudesse contar até cinquenta já estava sendo colocada em um dos leitos livres da enfermaria, meu pulmão se encheu rápido com o cheiro do álcool que era usado para esterilizar as coisas ali misturado com alguma poção que no momento não conseguia identificar, meus olhos miraram o local fazendo com que eu me perguntasse quantas vezes acabara parando naquele lugar desde o primeiro ia que havia colocado os pés no acampamento, sorri de canto com a ideia de que no meu primeiro ano havia morado mais na enfermaria do que em meu próprio chalé. Tudo bem, eu realmente me perdia rapidamente em meus pensamentos e isso me ajudava a desligar um pouco da dor até que a cria de Hades teve de ir dando-me um beijo na testa e deu espaço suficiente para que Louis se aproximasse de mim com aquele mesmo sorriso que sempre tinha no rosto em todas as outras vezes que estive por ali, porém, dessa vez, o jovem filho de Apolo parecia mais velho... Bem, o que é que eu espera não é mesmo? As pessoas mudam, envelhecem.

- Olha só que esta de volta e parece estar um tanto arrebentada – O riso da criança de Apolo se fez presente e fora contagiosa, meus lábios se abriram em um sorriso seguido de uma breve gargalhada – Tudo bem, como vai Bree? Como foi que acabou ficando assim?

- Ah, realmente acho que estou um pouco mais destruída do que nas ultimas vezes que estive aqui a uns 2 anos atrás – Meus lábios se contorceram rapidamente antes que ele me desse a língua rindo novamente – Bem, digamos que alguém me mandou para um outro mundo para salvar um zé de Ares e eu acabei quase sendo esmagada por um Minotauro , rasgada por uma Empousa e devorada por um bando de Harpias.

Os olhos de Louis se arregalaram um pouco e em seguida um suspiro breve escapou pelos seus lábios antes que o mesmo se aproximasse mais agora analisando realmente qual era minha situação e foram os danos reais.


[...]


Depois de pouco mais de uma hora e meia de avaliação, usos de poderes, alguns gritos meus e de enrolarem minhas costelas em faixas, parecia quer agora estava tudo em seu devido lugar e a dor passaria em poucos dias, provavelmente eu passaria mais dois ou três dias na enfermaria me recuperando da costela quebrada, mas logo seria liberada e graças a minha querida “mãezinha” eu podia me recuperar mais rápido.  
Agora, o que eu podia fazer? Esperar melhorar, ficando deitada olhando para os campos de morango ou teimar com Louis e voltar para o chalé me preparando para voltar à ativa?


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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Nyx em Seg 11 Abr 2016 - 12:52

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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Christopher Hwang em Qua 1 Jun 2016 - 23:19

"Look . I 'm not the good boy . Pisa like the others. They seem to have a true idea of ​​what is to act against me . "

- Vou precisar de ser costurado, Liz? - Perguntava Chiel sentado sob o leito observando a jovem filha de Hermes de costas. Era a primeira vez que o rapaz parava ali. Ao que indicava, as mordidas de Shin  eram perigosas com capacidades de feri-lo mesmo sem intenções em alguns momentos :

- Está ardendo. - Suspirou fundo aguentando a dor que sentia na mão ao mesmo tempo em que acariciava angustiadamente a bermuda preta que deixavam ambos seus joelhos expostos.

Tratando-se disto, os dois estavam vermelhos de sangue e mais dois palmos abaixo, visavam pequenas marcas de dedos. Foi reparando nisso, que Louis colocando os equipamentos sob a mesa que ficava de frente da prole de Hades, comentou :

- Parece que alguém andou cutucando a ferida, não é mesmo rapazinho? - Uma risadinha baixa era ouvida enquanto a prole de Apolo analisava cuidadosamente cada perímetro do joelho machucado.

Chiel coloca um dos braços atrás do corpo observando a expressão facial risonha e debochada do outro semideus. Como tinha coragem de falar daquela forma se ele era o mais velho? - Se perguntava com os olhos cerrados :

-  Louis, vamos usar a pinça. Tem algumas pedrinhas nos joelhos dele. - Declarava a prole de Hermes indo de encontro do coreano com duas tarjas, uma linha preta e a velha agulha :

- Chiel, o que diabos fez aqui? Precisarei que não mexa a mão por um bom tempo. - O timbre dela era de um espanto evidente, enquanto mergulhava uma pequena bola de algodão sob a água morna.

Eis que uma mão intrusa onde o semideus não conseguiu se defender, fechou-se ao lado de  suas duas bochechas com força virando a face para a fenda entre os tecidos que encobriam o pavilhão :

- Chiel, olhe o campo. Por favor, não tire os olhos deste maldito campo. - Aconselhava a mesma. Elizabeth apressadamente aparava a linha negra próxima ao feixe da agulha metálica para iniciar a costura. Parecia só enxergar faixas.

Seong por outro lado, via uma paisagem diferente : Os campos verdejantes que cultivavam as pequenas especiarias vermelhas realmente tinham a sua beleza.
De longe, dava-se para ver as proles de Démeter realizando a colheita e muito além disso, os Sátiros provando do sumo doce das frutas. Contudo, a admiração não permaneceu por muito tempo. Assim que a ponta afiada da agulha entrou em contato com a sua pele branca e frágil, seus lábios se abriram comprimindo em um alto e extensivo “Ah”. Louis gargalhou revestindo as mãos com as duas luvas brancas :

- Aguente firme campeão. A costura é rápida, não é mesmo Eliza? - Um tom paternal parecia vivenciar no enfermeiro, como se deixasse de lado o seu constante lado alegre. As lentes do óculos de Lizzie, brilharam e os olhos puxados do filho de Hades, ficavam ainda menores nas tentativas de se desvencilhar  das mãos gélidas de Lola, uma filha de Quione que sempre parecia viver em dias nublados.

Em poucos minutos que iam e vinham palavrões e reclamações, a jovem moça passava a mão contra a própria testa retirando o excesso de suor recebido pela pressão do maior.

O morno acalmou o corpo do paciente que relaxava sob a cama aliviado. Descendo a vista para com que o filho do deus da medicina, nunca em sua vida havia visto uma pinça tão fina e comprida. Engoliu a seco ao assisti-la sendo higienizada logo, percebendo a aproximação dramática por parte do curandeiro.

O barulho das duas pontas se chocando, fez com que o peito do menino se estufasse :

- Louis, eu vou me vingar. - Dizia Chiel com o corpo reprimido. Liz parecia borrifar o néctar pelo ferimento onde Louis já tomava a frente puxando as pequenas porções sujas, organizando-as paralelamente em cima de uma prancheta de madeira. Durante o procedimento, o joelho parecia tomar vida própria ao tentar se esquivar das investidas da limpeza. Era claro a face enrubescida do filho da divindade infernal.

Os dentes a cada retirada, crispavam firmes para que não deferisse um tapa contra eles. A princípio, era óbvio que o tatuado descarregava as dores na violência e por este motivo mesmo, Lola brincava com a sua temperatura arterial a todo momento pousando a mão fria na cabeça para vê-lo ter calafrios e outras o aquecendo com uma a manta.

A carne ainda viva, estava sendo revestida com cuidado. Os dois seguidores de Asclépio, enfaixavam e empacotavam dois pequenos frascos de néctar pousando sutilmente entre as grandes mãos lisas do garoto auxiliando-o até a saída.

Quando assim foi abrir os medicamentos, notou pequenas rasuras e cálculos para um reforço diário e por fim, descendo a face era visível um “AH” garrafal. Louis não perdia oportunidades para tirar sarro.
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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Nyx em Qui 2 Jun 2016 - 14:58

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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Hylla K. Werstonem em Qui 24 Nov 2016 - 0:41




medicine




enfermaria



A luz adentrava pelas janelas nas paredes de madeira, enquanto a cortina de tecido fino impedia uma visão detalhada do resto do ambiente. Os dedos dourados a tocavam aqui e ali, quentes, e ela nunca estivera tão feliz por ter o excesso de sol contra a pele pálida – o retorno da missão angustiante cobrava seu preço.

Bem podia ver encarando o pedaço de vidro preso contra a parede. Retirou o casaco meio rasgado, enquanto a blusa por baixo ainda tinha uma mancha escura e lateral de sangue agora seco. Tocou levemente os golpes meio cicatrizados, enquanto os mínimos esforços no lado esquerdo faziam a dor percorrer a epiderme.

Castanhos, os cabelos agora haviam sido presos para trás, revelando um machucado roxo no pescoço. O lábio inferior agora estava com uma linha vermelha em sua carne, meio dolorosa e ardente.

Não se importou em despir-se da blusa ficando somente com o sutiã vermelho, lançando a mesma contra a lata de lixo até o momento vazia. Com os olhos azuis focados em sua própria imagem, sequer viu a aproximação da voluntária – o som da cortina se movendo a alertou da nova presença.

-Esteve ocupada? – a desconhecida indagou enquanto colocava luvas próprias para o serviço. Os cabelos loiros presos para trás, os olhos doces contra a visão dos machucados múltiplos. Hylla sorriu de canto ao perceber os dizeres, enquanto sentava na beirada do leito.

Saboreou com o tato a textura do lençol branco, do travesseiro com penas fofas.

-Me suicidando por deuses e imortais. – explicou. Os olhos alheios se arregalaram como se ela entendesse tudo. A curandeira pegou uma caixa e a abriu, de modo que Werstonem baixou os olhos para as agulhas, gazes e outros utensílios médicos. – Eu penso que ter morrido naquela terra sem sol seria algo bom. Mas lembrei desse lugar. Da minha casa.

A loira apanhou o algodão embebido no líquido incolor de dentro de um frasco. Com delicados movimentos, deixou que a superfície macia como uma nuvem percorresse primeiro os machucados maiores; a ardência veio em seguida, enquanto o soro feito à partir de ervas agia sob qualquer tipo de infecção.

Sua possível careta de dor tirou da outra moça um riso baixo, enquanto a limpeza daqueles feios cortes realizados por garras de monstro era delicada e natural.

-Empousa, Manticore. – o timbre doce de Hylla voltou a ressoar entre as vigas de madeira do teto alto da enfermaria, enquanto ao longe os sons de algum semideus machucado preenchia o ambiente. – Dois Lestrigões em uma caverna. E o pior: um livro que poderia me dar poderes que eu sempre sonhei. O que fiz? Fui sensata.

-Isso é bom ou ruim? – a resposta veio rápida quando houve a troca de algodão. Notou que o primeiro estava rubro em função do sangue seco, enquanto o novo já começava a ser maculado.

-Ambos. – Hylla suspirou. Só então notou o quão cansada estava. Há quanto tempo estava de pé? A enfermaria fora sua primeira opção, mas somente agora outros pensamentos afloravam. Devia explicações para Isabelle. – Cuidado!

Werstonem protestou quando as mãos femininas tocaram de mal jeito na área roxa em seu pescoço, causando uma pontada irregular de dor. Neste ferimento, sendo apenas algo comum, a garota decidiu que o néctar e a ambrósia dariam conta.

Ainda assim, fez questão de passar um novo algodão banhado em uma substância que aliviou a dor; agradeceu mentalmente pelo incômodo parar. Ao comando da curandeira, deitou contra o lençol alvo da cama apertada, a cabeça repousando no travesseiro.

-Beba. – indicou a loira ao aproximar o canudinho branco dos lábios fartos da semideusa. Os olhos da feiticeira se estreitaram para espiar o líquido dourado como suco de laranja, e bebeu com rapidez o conteúdo.

Era doce, mas em nada era semelhante ao suco de laranja exceto pela aparência. Tinha um toque cítrico, sim, mas era bem mais azedo. O paladar aprovou, e logo não havia mais nada para servi-la. Limonada.

-E agora? – perguntou para a menina que já se apressava em sair; tinha outros para ajudar naquele lugar. O sorriso da loira ganhou vida.

-Tire uma soneca. – disse antes de sair pelo mesmo caminho que viera, empurrando a cortina azul para o lado. Hylla ficou atenta ao som de seus passos antes de perdê-lo, então buscou a posição mais confortável para não agredir os ferimentos na lateral de seu corpo magro ou o pescoço roxo.

Mordeu o lábio com força, sentindo o machucado que ainda ardia ali de forma irritante. Perdida olhando para as vigas meio empoeiradas no teto, não percebeu quanto a bênção de Hipnos se assentou sobre ela.

Alguns remédios como o sono também eram um bálsamo para as dores.






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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Poseidon em Qui 24 Nov 2016 - 8:17

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Re: Enfermaria Central

Mensagem por September C. Daskov em Sab 26 Nov 2016 - 10:22

ENFERMARIA


A prole de Thanatos estava caída na lama no meio da floresta havia um certo tempo, tentava acumular energia para erguer-se e ir até a enfermaria. Seus braços e pernas ardiam como se estivessem em chamas, não sabia o que Érebo fizera com ele mas tinha certeza de que não se livraria de tal com facilidade.

Cambaleante, o garoto foi apoiando-se nas árvores da floresta até alcançar o descampado em que os chalés se situavam. Conseguiu alcançar as costas do chalé de Thanatos mas não conseguiria andar mais, estava muito debilitado e o suor frio escorria por sua espinha. Foi então que um sátiro surgiu e o viu daquela maneira.

— Pelos deuses, September! Quem fez isso com você? — O sátiro perguntara-lhe, abismado.

— Érebo. Enfermaria. — E então apagou.

***

O corpo do espectro ainda estava completamente dolorido, não conseguia levantar-se e muito menos mover-se. Estava deitado em uma maca com lençóis brancos em um cubículo com alguns equipamentos hospitalares. Em seu braço encontrava-se uma agulha que conduzia um líquido dourado diretamente para sua corrente sanguínea.

Uma garota estava ao lado dele, provavelmente uma das semideusas responsável pela enfermaria. Quando percebeu que a prole de Thanatos acordara a garota levantou-se e se aproximou do mesmo, exalando uma corrente de ar gélido que fez o maxilar do garoto tremer involuntariamente.

— Olá, September, não é? — Ela perguntou, anotando algo em sua ficha médica. — Pelo que o sátiro que o trouxe aqui falou, foi Érebo que o deixou assim, certo? Bom, pelo que eu entendi ao examiná-lo, essas marcas em seus braços são uma espécie muito rara de maldição. Não sei o que a fará causar-lhe dor ou algo do gênero e aconselho a procurar saber o mais depressa possível.

O jovem apenas assentiu o que a outra falara. Não conseguia mexer o maxilar e sua boca parecia seca.

— Bom, seus ferimentos já foram tratados, você tinha uma fratura na perna e uma leve torção no braço, acho que foram causados pelo recebimento dessa maldição. Seu corpo também está queimado por dentro então eu tive que hidratá-lo. Agora estou lhe dando um pouco de néctar pois não vai conseguir comer nem tão cedo, sentirá muitos enjoos. Descanse e se precisar de algo é só mandar me chamar, meu nome é Lola.

O jovem fez um movimento sutil com a cabeça parecido com um sim mas não poderia-se ter certeza. Lola apagou as luzes e fechou a cortina ao sair, September apagou antes mesmo de conseguir pensar em como se livrar da maldição.

LONELY



September
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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Zeus em Ter 29 Nov 2016 - 18:28

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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Kyle V. Herondale em Dom 4 Dez 2016 - 18:34


Heal
And I don't have the heart that you think I do. And you give me so much, it's too much to lose. I can't show you my love that you showed to me. When it isn't enough, I won't make-believe. You know I'm not the one, baby, leave love alone. Let it heal

Assim que a luta acabara, o peso do golpe no ombro atingiu o corpo de Kyle. Toda a convicção gerada por Thanatos desaparecera, deixando o semideus ofegante com a dor excruciante da estocada. O sangue corria pelo ombro, peito e costas do jovem, a cor vermelha se espalhando rapidamente na camisa branca usada como pijama e também no casaco que pegara. Eu preciso chegar na enfermaria..., pensou. Começou a rastejar e, em alguns momentos de vigor, andar lentamente até cambalear e precisar rastejar novamente. A luz da Lua, a noite e as sombras ao redor melhoravam o estado do meio-sangue, restaurando sua magia e sua saúde. Porém não era suficiente ele precisava de ajuda médica especial. O furo no ombro não fecharia com tão pouco. Conseguira chegar na entrada da Casa Grande, mas já estava no limite. Conseguia dar um único soco na porta da frente antes de desmaiar, torcendo para que alguém tivesse ouvido.

...

Kyle não soube ao certo quanto tempo ficou ali, jogado entre os degraus e a porta da casa grande, mas, pôde ouvir uns múrmuros, provavelmente vindos da pessoa - ou ser - que o encontrara ali. Em pouco tempo sentiu seu corpo ser erguido e posto em uma espécie de pano esticado. Uma maca, deduziu.

O balanço da maca fazia o ombro do garoto arder como em brasa e ele não oube ao certo se chegou a falar algo, mas, um dos garotos lhe falou algo como não se preocupe, estamos chegando. E isso deixou o semideus mais confortável.

...

Um líquido gélido adentrava sua corrente sanguínea, podia sentir que o mesmo o revigorava. Toda a dor antes sentida saía de seu corpo como se descesse por um ralo. Conseguiu abrir os olhos, prejudicados pela claridade, e observar uma garota - provavelmente prole de Apolo, pela aparência - cuidando de seus ferimentos. A semideusa passava um tecido branco manchado de vermelho por seus ferimentos, principalmente seu ombro, e aquilo deixava o jovem com um leve incômodo. Foi então que ela o encarou e percebeu que estava desperto.

- Oi, não percebi que você tinha acordado. - Sorriu. - Não se preocupe, já cuidei dos seus ferimentos, estava só higienizando. Em pouco tempo poderá ir para seu chalé, mas, por hora, descanse.

Ela foi até uma gaveta, próxima a cama, e retirou, de uma caixinha verde, um comprimido branco. Pegou um copo d'água e foi até o semideus novamente.

- Pegue, tome isto. Vai ajudar com as dores e com o sono. - Ela sorriu e saiu do cubículo, fechando a cortina branca ao passar.

Assim que a garota saiu, Kyle relaxou completamente o corpo e a mente. Os acontecimentos da noite explodiam sua cabeça, a dor subindo de um jeito exaustivo. Thanatos deixara bem claro, ele poderia ajudá-lo com o seu pai, mas ele devia fazer um serviço antes. E para esse serviço, ele teria que sair do acampamento. E provavelmente não seria permitido que ele voltasse depois. Então, em uma semana, ele devia sair dali e partir para algum lugar, o deus daria as coordenadas depois. Mas, por enquanto, ele devia ser curado e deixar que a filha de Apolo cuidasse dele. Com o último pensamento de que a vida estava prestes a complicar demais, ele engoliu o comprimido amargo.

Poderes utilizados:
Passivos:

† Nivel 4 † Cura das Sombras I † Ao entrar em contato com as sombras pode se curar. (10HP/10MP)

Lvl 15 – Regeneração noturna II: A noite torna-se sua principal aliada, curando-o 10 de hp e mp por post.





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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Scott Lehner em Ter 6 Dez 2016 - 22:13

enfermaria
Scott --------

O cansaço fazia os ombros pesarem, igualmente como acontecia com as pálpebras. O som consecutivo de seus passos no piso de madeira indicou sua aproximação, enquanto sentava na beirada do colchão. Era tão macio e convidativo um sono que ele ficou levemente tentado a simplesmente dormir, entretanto não queria ocupar um leito à toa.

Tinha cortes tanto na camisa quanto no casaco – droga, era seu casaco favorito. Scott suspirou, avaliando a seriedade dos ferimentos. No geral, nada que pudesse representar um perigo para sua vida. Porém estava cansado, e os ferimentos abertos eram a única razão de estar ali ao invés de sua cama.

A garota loira chegou em seguida, enquanto as mãos enluvadas vinham na direção do moreno. Viu o sorriso ganhar forma nos lábios alheios, enquanto ela o ajudava a remover as peças de roupa danificadas. Deitou-o, de modo que ver os cortes em seu peito, costelas e abdômen ficou mais fácil.

-Vocês rapazes sempre se metendo em problemas. – ela disse, mas Lehner não prestou muita atenção. Preparou-se em seu íntimo para a agulha que em breve viria.

Sentiu a pontada, enquanto o objeto metálico e afiado agora fazia um caminho em ziguezague pelo ferimento que aparentava ser o mais sério dali; e Lehner apenas manteve os olhos fixos nas vigas do teto escuro.

Ouviu um som metálico como o de uma maleta sendo aberta, e logo depois sentiu o algodão embebido em alguma estranha substância passear pelos ferimentos. Ardeu, de fato, e o moreno xingou mentalmente por isso.

Lhe foi dado em seguida um copo contendo néctar, a bebida divina. Desta ele bebeu apenas um pouco graças à recomendação da curandeira ali presente, enquanto o sabor adocicado de morangos recém colhidos pareciam apaziguar a dor por ele sentida.

-Agora descanse. – ouviu a voz aveludada uma última vez antes de atendê-la, permitindo-se adormecer.








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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Zeus em Qua 7 Dez 2016 - 9:27

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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Giulia L. Matarazzo em Qui 5 Jan 2017 - 10:41




Enfermaria




'É mais fácil encontrar homens que se oferecerão para morrer, do que
encontrar aqueles que desejam suportar a dor com paciência.



Depois da festa


Giulia não tinha percebido, mas havia um corte em seu braço devido à briga que teve na noite passada. O corte era fundo, mas quando bebia vinho chegava a quase fechar. No entanto o ferimento sempre voltava a se abrir depois de uma hora ou duas. Julgou que ainda não era habilidosa o bastante para se curar por completo somente com suas habilidades, então decidiu ir até a enfermaria, onde algum outro campista poderia ajuda-la com aquilo.

O local não estava cheio, tinha apenas três feridos que já estavam sendo tratados. A mênade entrou e logo deu de cara com um rapaz alto de magro, que usava roupas claras que entravam em harmonia com o ambiente.

-Opa!-Disse ele ao ver a garota- Não te vi ai!-Giu sorriu sentindo um fio de sangue correr pelo seu braço.

-Pode me ajudar com isso?- O garoto chegou mais perto e examinou melhor o corte.

-Posso!- Ele indicou um leito- Sente-se. Vou buscar o material.

Giulia se obedeceu o garoto. O leito era mais macio e confortável do que a menina julgou ser. Ela reparou em alguns quadros nas paredes que mostravam pessoas que ela não conhecia, porém imaginou que eram pessoas importantes para a medicina já que estavam ali.  

Ela usava uma camisa vermelha regata, para evitar que o sangue tocasse o tecido, porém ele escorria pelo seu ombro e pingava em sua calça jeans e na cama. O corte já tinha voltado a se abrir três vezes na última noite e tinha molhado a cama branca de Giulia. Ela não se lembrava de ter se machucado tão feio na briga, mas achava que tinha acontecido em algum momento depois que jogou Ellia no buffet do camarim de Justin.

O garoto voltou com ataduras, linha e agulha, alguns frascos cujo Giulia não fazia a menor ideia do que havia dentro e algum algodão. Colocou tudo no criado mudo que havia no lado do leito.

-A propósito, sou Louis!- Falou colocando a linha na agulha.

-Giulia!- Disse a garota, o maldito sotaque italiano sempre saia quando dizia seu nome- O que vai fazer com isso...

-Tenho que dar três pontos nesse corte!- Ele sorriu ao ver a expressão da garota- Você não tem medo de agulhas, tem?

-Eu não!-Mentiu- Mas é que essa é um pouco grande...- Louis votou a rir, como se aquilo fosse realmente muito engraçado. Mas Giu não esboçava nem o mais leve sorriso.

-Você é uma semideusa! Vai ser furada por todo tipo de lâmina! É meio engraçado ter medo de agulhas!

-Eu já disse que não tenho!- Rosnou ela- Tá, anda logo com isso!

Mas ele não começou usando a agulha e sim limpando o corte no braço dela. O liquido ardeu como inferno, mas Giulia manteve a posse. Em seguida Louis passou outro liquido, mas esse não ardeu, apenas causou algumas cocegas. E depois veio a parte feia.

Giulia nunca gostou de agulhas. Lembrava-se de quando seu "pai", que é médico, tentava aplicar alguma injeção nela e ela corria pela casa tentando se esconder. Os "irmãos" caçoavam dela, e só então parava de correr e aceitava a dor, para em seguida correr atrás deles e bater nos dois. Enquanto pensava no passado, Louis terminou o trabalho com a agulha e ela nem notou.

O corte, agora já fechado, foi limpo outra vez, com os mesmos matérias e com um terceiro, que era um pouco pegajoso. Ele cheirava bem, Giu teve vontade de o por na boca e saborear o gosto, mas Louis afastou todos eles e começou a enfaixar o seu braço.

-Pronto!- Disse finalmente- O braço deve estar bom dentro de alguns dias. Dois provavelmente!- Ela se levantou e estava pronta para agradecer, mas o garoto teve de fazer outra gracinha- Doeu, dona chorona?

-Não!- Respondeu levando a brincadeira mais na esportiva- Você tem mãos de garota, muito leves!-Ele também riu da piada, até concordou.

No caminho de volta para o chalé Giulia viu uma das garotas com que tinha brigado noite passado. Ela lhe mandou um olhar fulminante, um que dizia "Vou te matar, sua vaca!". Mas a isso Giu retribuiu um beijo e com uma piscadela, o que fez a garota ficar ainda mais com raiva.








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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Nyx em Seg 9 Jan 2017 - 15:59

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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Pandora Aërsterien em Dom 19 Fev 2017 - 8:06



black is a such happy color


A palidez excessiva da pele havia saído da categoria “comum” aos filhos de Hades rumando a um estado de preocupação. Os graciosos e enormes fios negros encontravam-se espalhados ao redor do rosto como sombras acumulando-se num vórtice, e era visível a escuridão que dela somente agora se dissipava – tudo isso em função de um último salto nas sombras, movimento este que havia abrangido uma distância considerável, e que a levara ao estado de total exaustão.

Os curandeiros do chalé de Apolo levavam o corpo que desfalecera pouco depois, enquanto guiavam-se como podiam à enfermaria. Evitavam como podiam as pessoas no caminho, recebendo uma gama de olhares curiosos conforme levavam aquela semideusa nos braços. Reconheceram-na: a líder do chalé de Hades teria encontrado seu fim? A preocupação circundante se dava ao fato de que a respiração era falha, quase nula, e sabiam que não podiam deixar que outro campista morresse. O leito vazio foi encontrado pouco depois, dono de cobertas limpas e brancas, mas que logo foram tingidas do nauseante tom de vermelho profundo que infiltrava-se na costura dos lençóis e do próprio colchão.

— Santo Apolo... — murmurou aquele que seria o líder no pequeno time de médicos do chalé do deus do sol. Levantaram o casaco, retirando-o da menina machucada, e repetiram o processo na blusa já em farrapos pelas inevitáveis batalhas que haviam sido travadas ao longo de sua viagem de volta. Notaram um trio de cortes no flanco, machucados esses que aos poucos tornavam-se gangrenosos e tingiam a pele ao redor em um tom ruborizado por conta da inflamação. Não tardou para que os trabalhos medicinais começassem, alavancando em alguns espasmos involuntários conforme a semideusa era tocada nas regiões afetadas e, por consequência, sensíveis ao tato.

O primeiro passo foi limpar o ferimento. Detendo de algodões limpos, assim como inúmeros soros mágicos, aplicaram uma solução sobre o trio de lanhos que choravam sangue. Ardeu, fazendo com que o corpo inconsciente se movesse num protesto mudo; limparam da melhor forma possível aquelas contusões causadas por garras curvilíneas como as de um gato.

Os olhares céticos eram constantemente lançados à ela, indagavam-se sobre como poderia estar viva após as batalhas selvagens. Depois de concluía a missão que fora designada, Pandora teria lutado com muitas criaturas antes de fugir em meio ao breu, mas o salto nas sombras havia custado um preço alto. Depois que os cortes foram devidamente tratados, pousaram-na da melhor forma para que pudesse estar confortável. Não haviam deixado Adelaide vê-la, mas quando o chefe dos curandeiros saiu e informou que ela sobreviveria, a outra filha do deus dos mortos pôde comemorar sua vitória em silêncio.


~*~


Movimentando-se vagarosamente, os raios solares que escorriam para dentro tocavam-na. Escalaram os topos das árvores cujas folhas haviam se soltado e em suas raízes amontoavam-se, pálidas, rubras e acobreadas. Fitando-as, não mais podia fazer do que encostar a testa na janela, sentindo o frio na superfície do vidro. Ao afastar-se um pouco, era possível ver seu próprio reflexo misturado à paisagem.

Machucada, era semelhante ao mundo do inverno: um mundo morto ou morrendo.

Sentou na borda do colchão, apanhou o copo de vidro circular e o levou aos lábios. O gosto doce do suco de morango tirou-a do estado de torpor anterior, alavancando numa sensação de prazer contínuo. O néctar, a bebida divina, tinha propriedades curativas aos semideuses. Sabendo disso, fora esse o principal medicamente que ela era obrigada a ingerir uma vez ao dia; caso a dose fosse errada, corria o risco de virar uma pilha de cinzas.

Ainda assim, sendo uma fiel serva de Hades, era necessária sua recuperação para que voltasse à ativa o mais cedo que pretendia, ou que era esperado pelos demais.

Você sabe que isso pode acabar te matando.

A voz soou, mas ela não ligou muito. Encostado na porta, Scott fitava-a com um sorriso presunçoso nos lábios sob o bigode de tom negro, assim como o cavanhaque. Ela olhou para cima, buscando algo interessante no padrão de tábuas do teto que sustentavam o segundo andar, evitando o olhar de outrem.

Eu sei. — admitiu. — Mas é preciso. Li algo uma vez que pode me caber agora.

— O que? — o amigo sentou na cama ao seu lado, e julgando pela bagagem que tinha consigo, mais uma vez partiria. Tal qual ela.

“O poder corrompe. O poder absoluto corrompe absolutamente”.


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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Zeus em Dom 19 Fev 2017 - 13:23

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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Dorian Blenöger em Qua 1 Mar 2017 - 9:27




O rubro celestial que dominava as águas pouco a pouco esmaecia-se, levado pelas ondas que iam e vinham, salobras, e curavam os ferimentos. Ele não entendia a real situação de risco ali, vulnerável, ele encarava a menina que o encarava; os olhos azuis que não eram muito diferentes dos dele mesmo fitavam-no com preocupação, enquanto a adaga de bronze era segurada com afinco.

De joelhos, ignorando as roupas rasgadas, meneou a face branca para encontrar os lábios trêmulos de outrem. Astera, contudo, estava hesitante quanto ao avanço até ele, e com um sinal do próprio Dorian, aproximou-se. Enfraquecido por batalhas consecutivas, perguntava-se o porquê de ter sido resgatado pelo pai – era improvável o afogamento pleno no mar, todavia ele havia renegado Poseidon tal qual o deus o fizera anos atrás, e tendo em mente a possível raiva recíproca por ambos, não queria arriscar-se a perecer em domínios oceânicos.

A loira foi até ele, de passos apressados, com o vestido branco batendo em seu corpo com violência à medida que o vento forte de inverno a empurrava. Caiu sobre um joelho, segurando como podia o peitoral largo, vendo-o buscar a areia num repouso insensato. Tomando-o em seus braços, os olhos glaucos de ambos encontraram-se quando ela colocou a mão em seu coração, sentindo-o pulsar, forte e enraivecido, sob a camisa rasgada aqui e ali.

Ele segurou o braço magro de outrem, as pontas dos dedos deixaram as marcas vermelhas de sangue na manga do vestido imaculado até então, mas nem ele ou ela importavam-se com aquela peça de roupa. O céu cinzento mortificava o cenário em que estavam inseridos, mas a filha do deus do amor não tomaria aquilo como um mau agouro.

Abriu os lábios, ainda segurando-o firmemente para que não caísse de vez; gritou alto, com toda a força existente nela. Um grito demasiadamente estrondoso, dolorido e que carregava um alento de morte.


-x-


Dorian podia sentir as garras que o haviam ferido antes, em seu sonho, queimavam intensamente na pele branca. Desnudo, com o peito agora limpo e livre do sangue que secava, acordou aos poucos no quarto escuro – o alpendre designado a ele fê-lo suspirar. Estava contente pela solidão o abranger no meio material, mas ao mesmo tempo sentia a necessidade de ver um outro alguém.

— Dorian? — o chamamento baixo era assistido da voz melodiosa e aveludada. Olhou ao redor, com as íris azuis encontrando a cabeleira molhada pela chuva que havia caído quando ela o levara até ali com a ajuda de outros campistas. Mesmo que a água na praia o houvesse revitalizado, não havia sido o suficiente. — Pensei que...

— Eu não morri. — respirou fundo, fitando um conjunto de vigas que sustentavam o segundo andar da Casa Grande. Ríspido, reprimiu a si mesmo pela forma como havia falado com a moça que salvara-o; Astera sentou na beirada da cama, tocando o pescoço do moreno com as costas da mão.

— Não há febre. — murmurou a irlandesa, criando um alívio latente dentro dele. — Quando vai parar de comprar brigas?! Parece uma criança.

A represália fê-lo rir, mesmo que a menina estivesse falando sério. Ele apertou a mão dela antes que ela se afastasse, e revirou os olhos.

— O Acampamento tem harpias para cuidarem do local, não atacarem campistas que servem deuses das sombras. — o Espectro resmungou. A culpa não fora inteiramente dele pelo conflito travado com as criaturas aladas, contudo ele havia incitado uma parte. Agora, as três criaturas que o haviam atacado estavam mortas, e ele, quase. — Estou vivo, afinal.

— E se eu não tivesse visto?! — Astera não desistiria tão fácil daquela discussão. — Você teria...

— Morrido. — completou.

— Eu não quero perdê-lo. — a amiga disse, pegando um copo numa mesinha próxima deles dois. Empurrou o canudo contra os lábios secos do rapaz, que bebeu calmamente o néctar divino. O bálsamo dos deuses curou-o, e gradativamente, ele começou a sentir-se melhor.

— Você não vai. — garantiu. — Agora saia, preciso dormir!

Astera riu baixo, recuperando o ânimo. Deixou-o no escuro, e saiu sem fechar a porta – sinal de que retornaria em pouco tempo para vê-lo.

Sinal que não o abandonaria.







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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Pandora Aërsterien em Qui 13 Jul 2017 - 10:22

Heal

Frio. Era a única sensação cabível ao momento, quando os dedos gélidos deslizavam até ela, enroscando-se em seu ser como uma serpente mitológica. Revelando as íris pretas como poços, abriu os olhos delicadamente, e sua primeira visão fora o teto: de madeira, com enormes e pesadas vigas. Confusa no primeiro momento, sabia que estivera por um fio de desmaiar totalmente — agora, em proteção no interior da Casa Grande, recuperava-se de maneira gradativa.

As tarefas exercidas haviam sugado sua energia quase que completamente. A escuridão ainda abandonava sua visão, enquanto os sentidos entorpecidos tentavam uma agitação mínima; limitada a permanecer ali, a cabeça girando e os olhos pesados, desejou estar no chalé. Se pelo menos pudesse levantar, poderia ir até seus irmãos e pedir socorro entre as sombras daquela residência, mas via-se confinada ao leito. Parecia mergulhada num mar de inverno, envolta pelo frio amedrontador que não era usual a ela. “Só interesso aos vermes nesse estado deplorável”, pensou, os punhos cerrados.

— Que bom que acordou. — ouviu a voz feminina ecoar no ambiente silencioso. Focou nos cabelos pretos que estavam presos em um coque, enquanto a menina se aproximava, identificando-se como uma curandeira do acampamento. Sentou ao seu lado, buscando itens em uma caixinha de primeiros socorros. Pandora estava surpresa por permanecer consciente mesmo que de uma forma vaga. — Você esteve dormindo por uns dois dias. Sua irmã a visitou.

Oh, Adelaide. — Pandora sentia que por vezes falhava em seu dever de manter a pequena protegida. Digo, não que a Baudelaire não soubesse se defender. Ao contrário, era independente e tão forte quando a própria Pandora, mas Órion exigia dela total devoção ao trabalho que tinha. Sendo assim, presa a um leito de enfermaria enquanto sua irmã permanecia cuidando dela... Isso era frustrante. Ela não conseguia manter-se em um só lugar; como as sombras, era composta por expansão. — O que é isso?

Ergueu uma sobrancelha para a menina, enquanto o canudo de plástico tocava seus lábios. Sentiu o aroma de um limão, cuja rodela enfeitava a borda do copo como um drink tropical. No interior, o líquido dourado parecia ter uma consistência leve e agradável. Ao sugá-la, o gosto que a tomou era o reconfortante toque de um refrigerante comum — trouxe lembranças de sua vida mundana, onde tudo parecia mais simples de certo modo. Ainda que preferisse a agitação de uma vida sendo metade deusa, aquele inesquecível lado humano mantinha-se ativo.

Néctar. — a própria Pandora disse. O frio parecia não ser um problema, e os lábios secos ganharam mais uma vez sua habitual tonalidade avermelhada. A visão clareou, e ela parecia mais confortável e aquecida. De fato, queria ingerir mais daquele icor, mas valia lembrar que a bebida dos deuses era perigosa para semideuses e mortais. Em prol de sua vida, decidiu deixar que aquela dose regulada de néctar bastasse para recuperá-la.

— Vou deixá-la repousar, senhorita. — disse a curandeira ao levantar. Pandora estava bem melhor naquele momento, e seus olhos pesavam. Imaginou que após aqueles breves dias desacordada, dormir mais seria um pecado. Tinha deveres, responsabilidades... Pensar em tais fatos a levavam gradativamente até o sono.

Aquele poderia ser um ótimo remédio também.





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Re: Enfermaria Central

Mensagem por Zeus em Dom 16 Jul 2017 - 16:08


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Re: Enfermaria Central

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