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Reclamação Divina

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Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Dom 14 Jun 2015 - 13:40

Relembrando a primeira mensagem :


Reclamação Divina
Assim que chega ao Acampamento, a reclamação de um indefinido é feita em volta da fogueira, todas as noites. Quando o mesmo é reclamado, aparece-lhe sobre a cabeça um holograma - muitas vezes caracterizado com o símbolo divino de seu pai ou mãe-. Daí, ele é levado até o chalé respectivo e pode conhecer seus irmãos e irmãs, iniciando assim a sua vida de meio-sangue. Entretanto, nem todos são agraciados com um chalé só para si após à fogueira, podendo ficar indeterminado durante semanas, meses ou anos. Os Deuses possuem responsabilidades, afinal, e dependendo do tempo que demoram para cumpri-las, acabam esquecendo-se de certos indivíduos em sua numerosa prole.



Deuses disponíveis para fazer a ficha neste tópico:
Athena;
Deméter;
Dionísio;
Ares;
Afrodite;
Hécate;
Apolo;
Hefesto;
Hebe;
Lissa;
Hermes;
Íris;
Éolo;
Éris;
Macária;
Melinoe;
Quione;
Thanatos;
Phobos;
Deimos;
Selene;
Nêmesis;
Eros.


Para saber quem é o seu pai ou mãe basta preencher a ficha abaixo e esperar que um Deus atualize. Lembrando que para reclamação dos Três Grandes e Grupos Extras, há tópicos específicos!




Nome: Nome completo do personagem, sem abreviações.
Idade: Idade do personagem.
Deus(a) Escolhido(a): Especifique.
Porque quer ser reclamado por esse Deus:
História: mínimo de quinze linhas completas
Habilidades: (Conforme a lista daqui)
Presentes de reclamação: poste aqui os presentes que deseja ganhar de seu pai/mãe, juntamente com as descrições dos mesmos. Lembre-se de consultar o tópico aqui.




Última edição por Zeus em Dom 29 Maio 2016 - 23:40, editado 2 vez(es)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Melinoe em Qua 30 Nov 2016 - 14:56


Avaliação

Nicholas Fiard – Aprovado
Gostei de sua escrita, embora tenha achado a sua história curta. Vou esperar mais de você, principalmente em ver essa sua personalidade tão dita em sua história. Seja bem vindo.

Henry – Aprovado
Sendo bem franca, até agora foi a ficha que eu mais adorei de ler. A história foi direta, não tevem tanta enrolação, e totalmente coerente. Gostei dos motivos, foram bem convincentes. Seja bem vindo, semideus.

Khalil Strauss – Aprovado
Achei a escrita interessante, embora tivesse uns errinhos ortográficos nada gritantes. Esperava algo a mais de sua ficha, mas está razoável para ser aprovado. Seja bem vindo.


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por August D. Daskov em Qua 30 Nov 2016 - 18:43





Reclamação



I'm not spending any time, wasting tonight on you. You know, I've heard it all, so don't you try and change your mind cause I won't be changing too, you know. You can't believe, still can't believe it, you left in peace, left me in pieces, too hard to breathe, I'm on my knees right now.



Nome: August David Daskov

Idade: 23 anos

Progenitor: Ares

Por que escolheu esse deus? Explicando de um modo bem clichê, Ares é um deus forte, sarcástico, temível e imprevisível, acredito que gosto mais da última definição.

As pessoas imprevisíveis são capazes de deixar até os mais fortes receosos e ansiosos para saber qual será seu próximo movimento e ainda assim, eles nunca acertam. Escolhi Ares por esse motivo, gosto de surpreender e saber que há apostas em mim, sem falar que nunca tive um filho de Ares e acredito que será uma nova experiência.



HISTÓRIA:
A mesa a minha frente é bem pequena se comparada a outras mesas em que já babei em cima, o cara sentado a minha frente também é diferente dos demais, ele não tem uma prancheta de anotações, não tem uma caneta que fica deslizando entre os dedos, não está mascando chiclete e não tem uma arma, isso é estranho.
-Vamos fazer isso como uma entrevista, okay?

-Essa é nova pra mim- respondi com um sorriso nos lábios, ele não era o primeiro policial com quem conversava e nem seria o último.

-Qual seu nome compl...

-August David Daskov, tenho 23 anos, sou Ariano e me disseram uma vez que tenho ascendente em Escorpião, tenho um irmão chamado September e não uso drogas.- o cara me olhou estranho, ficou me observando por alguns segundos e pediu para que um segundo cara entrasse na sala.

Observando bem o rumo das coisas, eu devia estar bem encrencado, meu irmão estava sumido e já não poderia me ajudar a pagar a fiança, não que eu fosse ficar muito tempo na cadeia por ter iniciado uma briga em um bar, mas sou bonito demais para definhar atrás de uma grade e meu corpinho poderia muito bem ser atacado pelos outros caras, não que eu não goste de brigar, mas uma briga dentro de uma cela deveria ser insana.

-Segundo seu irmão, você deve ser filho de Ares

-Sep? Onde esse filho da mãe está?
- minha postura mudou ao ouvir o nome do meu irmão, nós nunca fomos parecidos em nossos modos de ser, ele era mais fechado, mas “sombrio”, já eu sempre fui mais explosivo mais “impulsivo”, a única coisa que tínhamos em comum era a cor dos olhos.

Fomos abandonados por todos que nos conhecíamos e rejeitados por todos que se aproximavam, crescemos nas ruas batendo de porta em porta para conseguir sobreviver, quando Sep completou 17 anos eu o perdi de vista e me senti péssimo, eu era o mais velho, precisava cuidar do meu irmãozinho.

Com o sumiço dele eu comecei a fazer coisas sem pensar, frequentei uma gangue, roubei algumas lojas e fui preso várias vezes, mas por algum motivo sempre acabava com uma punição mais leve, mas agora eu já posso "apodrecer" na cadeira e por isso me limito a coisas mais leves.

-Ele está no Acampamento

-Sério? Que merda, e eu não sei quem é Ares- o outro cara, que até agora estava em silêncio, começou a andar até minha direção.

-Ares é um deus da mitologia grega- ele tirou um papel do bolso o jogou na mesa.

As letras no folheto eram estranhas e de início eu ri, ri olhando aquelas letras que não faziam sentido pra mim, mas então elas se ajeitaram e eu li: Ares, ou Marte na mitologia romana, é o deus da guerra conhecido por sua força e temperamento difíceis.

-Hmm, ele parece legal- joguei o papel de volta e voltei a me sentar na cadeira de modo mais despojado.

-Definitivamente, ele é um dos nossos

-Sem duvidas. August, nós do Acampamento Meio-Sangue não
costumamos levar alguém com a sua idade, mas seu histórico não nos deixa escolha.
- homem abaixou as mãos e começou a move-las, logo uma cadeira de rodas saiu de traz da mesa.

-Ahh, legal, Sep está nesse acampamento?

-Sim- confirmou o outro homem, eu estava começando a ficar irritado por não saber os nomes deles ainda.

-Desculpe-nos, sou Quiron e esse é Jasper, estamos aqui para leva-lo conosco- me levantei e comecei a andar pela sala pequena e pouco iluminada.

-E se eu não for?

-Será preso

-Pelo quê?
- Jasper tirou outra folha do bolso e começou a ler.

-Tentativa de assassinato...

-Não foi bem assim

-Incêndio criminoso...

-Foi sem querer

-Invasão e roubo...

-Peguei emprestado, já devolvi.


-Um histórico enorme de brigas e confusões, vandalismo e é claro, fuga.

-Hey, eu não fugi, os policias me deixaram sair- eles me olharam como se eu estivesse muito encrencado, o tal Quíron parou ao meu lado e sussurrou “Pegará 15 anos somando tudo isso”, meus olhos se arregalaram, passei as mãos pelos cabelos e comecei a rir de nervoso.

-Sabe, estou com saudade do September, adoraria vê-lo. Podemos ir?




Habilidades: Força e Agilidade

Presente:
♦ Lamina Mars - Um pedaço de pedra vindo do planeta Marte (cujo nome é uma homenagem ao deus Marte, equivalente romano de Ares) foi moldado nas forjas dos ciclopes, tornando-se assim um metal escuro, extremamente afiado e resistente. Desse metal, é feita uma espada de 90 centímentros, tendo 75 centímetros de lâmina e 15 centímetros de cabo. No sulco da lâmina, uma listra em forma de chamas feita de ouro vai do cabo até a ponta. Seu cabo é feito de magnésio, um material resistente e extremamente leve. Tem tiras de couro de javali enroladas no cabo para um melhor manuseio.




THANK YOU SECRET!


A to the U to the G to the ST D.
Son of Ares

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Poseidon em Qua 30 Nov 2016 - 18:59


Avaliação

Agosto – Aprovado
Sinceramente? Eu quase te reprovei. Sua história foi bem curta e eu me perdi em alguns trechos, mas, você tem uma escrita boa e detalhada, que compensa esses dois fatos citados acima, além de conter poucos erros e uma boa acentuação e pontuação. Bem vindo, filho da guerra.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Cameron Hartwanger em Qui 1 Dez 2016 - 17:25




Nome: Cameron Oeveen Hartwanger.
Idade: 23 Anos.
Deus(a) Escolhido(a):  Melinoe, deusa dos fantasmas e celebrações fúnebres. 
Porque quer ser reclamado por esse Deus: O fato é muito simples quando uma pessoa gosta de estudar ou simplesmente ler sobre elementos espirituais. De fato, Cameron conforme descrevi ao longo da ficha e até mesmo seu jeito perspicaz e muito sensitivo combinaria com ela. Fora os poderes ou qualquer relevância já criado no fórum, sou muito devoto dela sempre procurando introduzi-la de alguma forma (que seja) numa trama e vendo a oportunidade dada, resolvi arriscar. A combinação na ficha de narração de pessoas próximas a Cameron até mesmo o envolvimento de um fantasma como amigo protetor, foram coisas substanciais “criativas” para que demonstre meus reais planos em ter Melinoe como mãe. Fora, que na minha concepção ache ela uma das melhores deusas da mitologia.

História :

Mas a questão era continuar vivendo. O coração ainda batia por debaixo de uma carcaça podre.


Por John Karstensen, juiz

Na noite em que fora descoberto, ninguém esperava de um estouro de fogos, desse localização exata de um corpo. Diferente ao que se esperava de uma festa onde reunia um público vasto de muitas idades, aquele corpo estava realmente vivo. A ênfase em que apresenta meu suposto espanto não é em decorrência de se tratar dos sussurros que escutei através dos becos de Drammen. O garoto mantido aquecido em uma manta porcamente suja de sangue, não apresentava características de uma criança viva. Possuía uma pele acinzentada, dedos das mãos atrofiados e debaixo dos olhos finos e fechados, pesadas bolsas rochas sustentam um rosto esculpido. 

Exageradamente assustador ao mesmo tempo que também era incrivelmente interessante, para mim não eram outros que compartilham da mesma opinião. Quando de dentro da sala onde escutava atentamente sobre o caso, minhas mãos tremiam. Mas não por ser um caso sem vestígios lógicos que levassem ao culpado. Era pelo menino que depois de ser extraído do extenso campo de hortênsias, estava no hospital lutando por sua vida como um leão para manter o seu reinado na selva. E ele foi bravo. Quando esteve de frente para mim no julgamento também estava nas condições esperadas ; pequeno, frágil e tão desengonçado apesar de ser um recém-nascido, como um corvo. Nunca vi também, aquele lugar tão cheio e mesmo com o aglomerado ele permaneceu em silêncio durante a decisão inteira. Foi lá também quando encaminhei para a igreja mais próxima, que ele foi rebatizado com um nome. Cameron seria apenas mais um dentro da basílica contudo, não esperávamos por muito tempo. 

Por madre Myria Kirkwoood

Conosco, ele cresceu por volta de muitas conjecturas. Não eram pelas palavras e nem a descida do martelo que as coisas andaram na linha dentro da catedral. Na sua chegada quando tive de acolhê-lo em um berço improvisado, escutei as discordâncias do pároco o que no decorrer de seu crescimento, o abandonava como alguma pessoa desafortunada. Quando completou nove anos, exigências novas eram implantadas e ai daqueles que se opusessem. Cameron tão novo, dedicava-se a limpeza de diversas salas, imagens, quadros e outros artefatos religiosos. Preocupações começavam a crescer, pois Pablo mesmo não tendo ultrapassado os trinta anos, quis escravizar aquele garoto e tão somente eu, apenas me restava curar suas feridas pelas sombras noturnas e solitárias que se infiltraram dos vitrais. Havia dias que contusões roxas e azuis como galáxias, enfeitavam suas maçãs do rosto porém, pouco importava ao maior. Foram nessas idas e vindas que Cameron consumiu a ironia como anos atrás Pablo também fazia. Já quase aos dez, ela era tão comum que começava a ser interpretada como um modo de ele ser educado como se nós superioras, fossemos capazes de criar um monstro por baixo das longas mãos de Deus. 

Em enterros, o menino sempre acompanhava ao nosso encalço despojando vestes escuras e hematomas evidentes perto dos olhos dado ao trabalho braçal que muitas vezes lhe eram abusivos. Ao contrário que eu pensava, ninguém reclamava ou levavam as leis. Todos eram simples marionetes do nosso controle católico e fortemente predominante naquela década de noventa. Cameron desde a primeira visita ao cemitério no enterro de uma menina muito nova no qual servia a igreja, relatou que nunca mais deixaria o lugar. Falavam que era um lugar podre em que merecia alguém a altura, mas ele somente dizia que sentia-se em casa. Dizia também que tinha uma família sofrida. Uma mãe que era antiga dançarina de um cabaré que fora morta  com um tiro à queima roupa no século passado, um pai doente e mesmo sábio e ágil com palavras, sofria de perda de memória e uma lista infinita de irmãos. Todos mortos. Ele adotou almas organizadas na sua árvore genealógica.

Orei muito para que sua alma encontrasse um caminho de luz e descanso para o tirar dessa engrenagem de desgraças que vinha sendo a sua vida desde que fora salvo naquele campo invernal. Mas parecia que minhas palavras jamais eram suficientes para serem ouvidas. Suas saídas tornaram-se rotineiras agora sendo um escravo aos dias e a noite, um adolescente qualquer ao pensar que estava fazendo algo normal, que todo menino quisesse fazer. Se por algum motivo, alguns dos mortos admitissem fome ou frio, o mesmo furtava o dízimo e lhes comprava o necessário. Mesmo que por uma lógica óbvia, aquele casaco não seria vestido e aquela comida nunca seria ingerida. Em meio a tantas estranhezas, eu não esperava mais nada.  Não levou muito tempo para que chegasse tarde pela abadia e dissesse que estava ouvindo vozes a zunir pelos ouvidos. Elas não lhe eram gentis. Antes pensei que ele só se comunicava via sinais ou usava de uma imaginação hiperbólica todavia, eu estava enganada. Cameron começava a apresentar traços de perturbação.

E aquilo sim me dava medo. Medo do garoto que acolhi. 

Por Cameron Hartwanger  

No meu aniversário de quinze anos, celebrei da forma que parecia convir a quem já estava com o pé a fora da igreja sendo incriminado como um demônio. Estava chovendo e muito frio também. Me desloquei pela manhã para o cemitério na mesma rotina acompanhado de Noah atrás de mim. Ele era alguns anos mais velho que eu. Porém o que nos diferenciava, era que meu pulso palpitava e o dele não.    Noah não gostava de falar de sua origem já que até mesmo eu que de alguma forma conseguia assistir cada alma abandonar o seu túmulo, ele não o fez. Apenas apareceu. Do nada. Dizia que precisava me ajudar. 

Não foi somente naquele aniversário que tive sua companhia como também, a minha atualidade. Sempre me avisou quando estava em perigo. 

Até mais tarde perceber que eu era o perigo.

Nunca soube desde então quando tudo começou. As vozes, brigas irreais ou quando amanhecia na cama com alguma criança chorando e me agitando como se fosse um brinquedo. As vezes dormia às ouvindo dizer sua vida antes da morte como se fossem contos.- supostamente minha vida seja um interminável drama, uma cômica partida de um adolescente que era capaz de ver coisas que não deveria. - ou eu seja mesmo dramático.

Dezessete anos. Essa idade foi sim a mais consternada. Na rua, fiquei a mercê das poucas pessoas da cidade que eram capazes de me estender a mão. John morreu vítima de derrame e foi enterrado em sua terra natal impossibilitando que visse seu espírito. Noah me convidou para que dormisse em um dos túmulos que jaziam livres do cemitério afirmando que só seria realmente ocupado por alguém, dali apenas dois anos.

Ele previa todas as mortes. Menos a minha.

Comecei a vagar pelas ruas. Era impossível achar algum emprego nas condições em que estava. Cheguei ao meu ápice ao encarnar um esteriótipo da morte. Mas ali novamente estava Noah do meu lado. Ele me alimentava. Mas não era com refeições. Era com algo realmente espiritual. 

Já poderia estar com dezenove na mesma rotina de sempre até ser aceito como um coveiro. As pessoas repugnavam o meu cheiro de ossos, mas os que ali descansavam abaixo da terra, diziam que era uma fragrância tão fina quanto um perfume francês. E isso me consolava de certa forma. Se não eram dos vivos o meu amor, estava começando a me apaixonar pelo outro mundo. 

Por Noah, o fantasma.

Quando Cameron me perguntava de onde vim, uma sombra de tristeza e raiva me batia. Não gostava de falar que sou fruto do seu desejo de proteção sendo que era quase impossível nas condições que me expunha ou ficasse ao seu lado, de ser algum tipo de protetor. Sou mais que isso. Antes um irmão mais velho e hoje ele com vinte e três, vejo claramente que sou eu quem precisa de proteção. Minha áurea já está se extinguindo.

Fui fabricado e mandado do Olimpo. Para ser exato, vim por causa de sua mãe. Ela se preocupava com ele e mais dezenas de filhos com as mesmas características das dele. Afinal eles eram diferentes  e essa mistura de juventude e poder,  é uma energia perigosa no mundo desamparada. A progenitora era uma divindade fúnebre, porém que tinha um belíssimo coração quando queria e pensando nisso, pudê permanecer mais do que o tempo estipulado de sua prole e acabei me encantando com sua estranheza. 

Conforme o tempo ia passando, as coisas começaram a desandar novamente com a minha presença. Cameron ao que indicava, desde o início de sua história parecia não ter um momento duradouro de felicidade e isso me empilhava. As vozes eram continuamente mais frequentes e agora, novos fenômenos marcavam o seu corpo por volta das madrugadas. Muitos desses sussurros eram insistentes ao perturbarem ele a achar um caminho que foi designado a eu levar. Era odiável saber que tudo que contava no cemitério dizendo que poderia ser um segredo em que o outro não pudesse saber, chegava a seus ouvidos rápido e em suma maioria, da maneira errada. Idas e vindas de um barco sempre ameaçando a um naufrágio, o deram um transe melancólico que o deixava completamente absorvido em detalhes sensoriais. Uma gota que respingasse com preguiça do vidro da janela, o despertava medo, pois sabia que minutos depois escutaria uma criança chorando. Era torturador até para mim que era daquele mesmo mundo. 

Cam com o tempo ficou louco. Mergulhou por minutos contra o lago tangido pelo breu até sentir uma mão lhe puxar. Só não se sabia de certo, se a ação era condescendente ou um impulso voluntarioso e permanente para o fim. Percebi que aquilo era um sinal para me apressar. Meu tempo estava chegando ao fim também. 

Antes que partíssemos pela trilha leste de Drammen muito conhecida pela colheita, sua tremedeira havia aumentado e logo mais contusões cresciam. Mesmo que eu fosse indolor e até mesmo incapaz de segurá-lo, dei-lhe apoio para que chegássemos ao acampamento. Perigos também nos aguardava contudo, a prioridade é a sua chegada. Fomos por um portal púrpuro que só pude perceber que existia, ao relutar para segurar a sua mão e assim que conseguimos colocar os dois pé na entrada da nova cidade, Cameron parecia ser uma nova pessoa. Alguém que não necessitava de ajuda já que viera uma mudança radical a sua aparência. 

Já me sentia desnecessário…

Por Cameron Hartwanger  

No dia em questão, não me lembro de muitas coisas. Me sentia doente, trêmulo e sem forças para ficar de pé. Noah não. Já estava elétrico e completamente anestesiado e chamava-me para caminhar. A família, parecia muda me bloqueando de sair da ala dos ossários para alcançar a saída. Recordo-me de discussões de Noah com o senhor Frid e a despedida rápida com as crianças que choravam felizes próximo de minhas pernas. Havíamos iniciado pela tarde nublada uma longa caminhada. 

Sempre fui alguém curioso então a chance de fazer questões com relação ao que fazíamos, não foi dispensado. Ele entretanto, ficava em silêncio.  Isso durou cerca de minutos depois horas por fim até escurecer. Estávamos lá nós dois, andando já um tempo pela extensa calçada de salgueiros desfolhados. Relutei em novamente puxar algum tipo de assunto e recebi como resposta além de um silêncio, uma desaproximação atordoada.

Aquilo me irou e consequentemente em resultado do meu humor da última semana que vinha passando, abri espaço ao lado dele o empurrando para correr e decidi por mim mesmo para qual lado ir numa tentativa de descobrir o que estaria fazendo embrenhado naquela orla. Consegui me manter convicto a frente convencido que venceria e conseguiria o que quisesse, mas um estalo dos galhos secos me fizeram ficar imóvel ameaçando escorregar por um penhasco. Noah atravessou as pedras apressado e com uma palidez realmente surreal do normal, estendendo a mão que nunca consegui tocar. 

O calor convergiu meu corpo de cima abaixo e senti uma espécime de espelho se abrir. Lá tinham os reflexos mórbidos de nossos olhos e do primeiro contato do outro até finalmente nos chocarmos com o declive sombrio do vidro.

Imaginei que havia morrido e que finalmente pudesse ser aquilo que Noah sempre me disse que era até me deparar com um cenário diferente. Colorido. Uma civilização totalmente diferente para acabar dizendo que voltei para o centro de Drammen. Mesmo sem saber distinguir o que fosse, arranquei para explorar escutando uma voz inaudível aos ouvidos alheios me chamar. Meu olhar por cima do ombro só permitiu-me avistar o corpo de Noah jogado e ofegante. Sua coloração estava desaparecendo e-e-ele escapou de meus dedos como um peixe e me disse Adeus. O último suspiro que conseguiu invadir meus ouvidos apenas dizia para que olhasse a lua e seguisse os vagalumes. Isso foi o desejo mais inútil que segui, todavia mesmo assim o fiz. Minha energia voltava e só tão assim, consegui ver a o que estava me deparando. Ressuscitei. 


Você me diz para olhar para a lua , eu vou olhar para você em seu lugar.



Habilidades : Agilidade & Resistência.
Presentes :  Ghost Wishp - Um açoite totalmente negro com três pontas. Cada ponta contém uma cabeça de morcego feitas de ferro estígio. O Açoite pode se esticar a quantos metros o seu dono quiser. Ele também pode prender no seu oponente e sugar pedaços da alma dele, o deixando mais lento e morrendo aos poucos. A cada sucção da alma, o açoite fica mais forte. Se transforma em uma tatuagem em forma de serpente nas costas da mão, e quando ativada fica presa ao pulso do seu portador.

► Nexus - Feito de platina, banhado em ouro branco, o escudo ajuda a prole a defender-se de ataques mágicos ou de fantasmas, o desenho de um fantasma desaparece e deixa a prole de Melinoe invisível, transmuta-se em um anel com um diamante.

► Spectral Sword - Espada feita de ferro estígio e de empunhadura de couro. A espada é leve nas mãos de seu portador e com um M desenhado na base da lâmina. Extremamente afiada, essa lâmina pode realizar cortes cujo seu oponente tem dificuldades de defender, já que aparenta ser um vulto. Essa espada, ao ser fincada no chão, cria uma ilusão ao seu inimigo de que ele está em uma sala fechada e cheia de fantasmas o rodeando e querendo destruí-lo. Até a própria aparição do semideus ali é uma miragem. Dura 3 turnos em uma missão. Se transforma em um anel com um G de Ghost.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hécate em Qui 1 Dez 2016 - 22:38


Avaliação


Cameron

Sua ficha me salvou, obrigada pelos detalhamentos e pela história peculiar, fico feliz por ter avaliado sua ficha, não encontrei muitos erros, pontuação excelente.

Parabéns e seja bem vindo.

APROVADO







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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Júpiter B. Pevensie em Sex 2 Dez 2016 - 8:25



Reclamação divina
filho de apolo
Nome: Peregrine Falcon
Idade: 19 anos
Deus(a) Escolhido(a): Apolo
Porque quer ser reclamado por esse Deus:  Apolo muitas vezes é associado ao sol, à luz, à beleza, à dança e à música, mas ele era também o deus da morte súbita, das pragas e doenças, e mesmo sendo um eterno apaixonado, nunca foi feliz no amor. Provando que muitas vezes à luz que te ilumina é a mesma que te cega.

História: A mãe, Vestinya Falcon, marcou a infância de Perry, uma atriz de teatro, que já não conseguia mais atuar, culpava Peregrine por sua decadência. Para aguentar olhar para o filho, Vesy se apegou ao álcool, e às drogas mais pesadas. Perry passou toda a infância sentindo-se culpado por ter trago tanta desonra e tanta infelicidade à mãe.
Aos oito anos de idade, Peregrine se viu forçado a conviver com diversas prostitutas, pois sua mãe, que não conseguia mais manter o vício sem o salário de atriz, começou a se prostituir. Viviam em uma zona da cidade de Chicago, teve que assistir sua mãe apanhando de cafetões, e de clientes, sem poder fazer nada.
Com dez anos de idade, Perry já tinha uma noção completamente distorcida do mundo. Chamou a polícia em uma noite negra, quando sua mãe quase morreu de overdose, de tanto injetar heroína. Os policiais corruptos que recebiam metade do salário das prostitutas, não fizeram nada ao verem as mulheres naquele estado, mas levaram Peregrine para uma casa de órfãos. Ele sabia de mais, e poderia estragar o esquema.
Já não bastasse morar com crianças psicologicamente afetadas, Perry descobriu que sua mãe havia tido outra overdose, e não sobrevivera. Chorou uma única vez essa noite, e depois se fechou para mundo. Péssimo aluno, dislexo, e com hiperatividade, era visto com maus olhos pelas freiras que regiam o orfanato. Menino do demônio, a cria de satanás, e outros apelidos foram colocados em Peregrine, mas ele tinha uma alma inquebrável, e conseguiu sobreviver até os 18 anos ao lado de tais pessoas. Assim que saiu do orfanato, foi encontrado por um fauno. O fedor da precariedade humana havia escondido seu cheiro de semi-deus, mas agora ele estava desprotegido, e precisava de uma nova casa. Chegou ao acampamento, e descobriu o que era, e quem era. Em nada se parecia com seus irmãos, alegres, quase iluminados. Ele era uma mancha. Uma mariposa cegada pela luz.  

Habilidades:  Mira/Precisão e Resistência

Presentes de reclamação:

♦ Arco – Feito de ouro solar, o arco é inteiramente coberto por pequenos diamantes, pode ser usado para bater em algo ou alguém já que os diamantes são pontudos e afiados, ele transforma-se em fones de ouvido.

♦ Aljava de flechas infinitas – Todas as flechas são feitas de ouro solar, elas são perfeitamente manuseáveis e tendem a soltar algumas faíscas solares quando em contato com o alvo, fazendo o mesmo queimar-se. Transforma-se em um Ipod, que contém as músicas que o dono desejar.
♦ Faca – Feita de bronze sagrado, a faca tem em média 20cm de lâmina e mais 5 no cabo que é encrustado com pequenos rubis, ao ferir o oponente sente uma enorme dor por causa da luz solar contida na faca.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Poseidon em Sex 2 Dez 2016 - 10:03


Avaliação


Perry

Que ficha foi essa? Suas palavras conseguiram me prender do início ao fim, não consegui desviar os olhos nem parar de ler em nenhum segundo, pelo contrário, deixou tudo com um gostinho de quero mais, e, quero. Meus parabéns pela escrita, pela escolha correta de cada palavra e pela história de seu personagem. Espero muito dessa trama e quero acompanhá-la.

Parabéns e seja bem vindo, prole de Apolo.

APROVADO







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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Sigmund Moonlight em Dom 4 Dez 2016 - 0:21

just to let you know,
don't try too hard, i'm like metal, if you push too much it breaks.
Nome: Sigmund Moonlight
Idade: 29 anos.
Deus(a) Escolhido(a): Ares.
Porque quer ser reclamado por esse Deus:  Quando entrei no fórum o que eu queria para meu personagem ser o tipo de guerreiro que avança sem medo para a batalha, não se importando com a vida e com a morte, mas somente com o prazer que sente ao desfrutar de uma batalha.  Sigmund acredita fielmente que o valor de um guerreiro está na forma em como morre e que não há nada mais glorioso do que morrer em batalha com a arma em sua mão.

História:

Em uma pequena ilha no meio do mar, uma cena vista normalmente vista somente em filmes.  Um homem de cabelos loiros estava ajoelhado ao lado de uma estranha lança que possuía um cabo vermelho como sangue e uma lâmina negra como as trevas que se fincada na terra, mas o que realmente faziam todos esses soldados da ilha olharem estupefatos não era o que estavam ao lado do homem, mas sim o que estava a sua frente: Um mar de corpos empalados em centenas de lanças, seus corpos apontados para o céu em uma cena completamente indescritível e sinistra.

— Meu negócio aqui terminou, estarei saindo agora. – Enquanto os soldados ficavam paralisados no mesmo lugar, a voz do homem novamente soou naquela área, fazendo todos acordarem de seu torpor enquanto observavam o homem se levantar e retirando a sua lança do chão indo embora lentamente, como se os corpos empalados ou a enorme poça de sangue que havia abaixo dos corpos não fosse algo que ele próprio havia feito.

Mesmo o líder dos soldados ao olhar o homem sair dali não pode deixar de escapar um suspiro de alivio, quando ele havia contratado aquele homem como um mercenário para participar da pequena guerra que acontecia na ilha, ele nunca imaginária que o homem faria tal cena sangrenta em todos os combates que participava, deixando somente corpos em seu caminho, fazendo que tanto seus aliados como inimigos o chamassem pelo mesmo nome:  Bersek.

✘✘✘

Enquanto os soldados tremiam de medo sobre o homem que haviam contratado para participarem de sua guerra, o homem em questão estava andando lentamente em direção ao porto da ilha, seu rosto expressando nada além do que tédio enquanto avançava passo a passo. Mas ele não conseguiu andar mais do que alguns metros antes que alguém aparecesse em sua frente, um garoto magro de cabelos negros que segurava em sua mão um enorme facão, olhando para o homem loiro com ódio enquanto apontava a lâmina de sua arma enferrujada para o homem.

— Saia, se você vir para mim desse jeito só irá morrer. – Declarou o homem de forma fria enquanto observava o garoto a sua frente, sua voz soando sem emoção enquanto olhava os olhos cheios de ódio do menino e continuava falando: — Não me importo se eu matei seu pai ou se acredita que lutei no lado errado dessa guerra, sinceramente não ligo se vive ou morre. Mas devo admitir que pelo menos tem coragem, não a desperdice, treine, fique mais forte... – Chegando até aí o homem voltou a se mover e passando pelo garoto deixou uma última sentença, sua voz fria contendo pela primeira vez uma emoção, interesse: — Venha me matar, te receberei de braços abertos.

Assim como o homem falou e passou reto pelo jovem, o mesmo continuou parado no mesmo lugar por alguns segundos, seu facão ainda apontado para o lugar onde o homem havia sido segundos antes, sua expressão mudando entre ódio, impotência e medo....Até que finalmente o ódio ganhou e no momento seguinte, com um grito alto de raiva corria em direção ao homem loiro que havia lhe dado as costas, seu facão mirado em suas costas.

E no momento seguinte o som de metal perfurando carne soava nas proximidades, mas não era o facão do garoto que atravessa o pescoço do homem loiro, mais sim a lança do homem que havia sido empurrado com a ponta para trás, trespassando o peito do jovem e o fazendo cuspir sangue enquanto olhava sem vida para as costas do homem que tanto odiava.

— Não deixe sua arma cair, ou não poderá ir para o paraíso. – Falou o homem loiro sem se virar, se referindo a crença de antigos guerreiros nórdicos que ao morrerem sem sua arma em mãos, iriam ser condenados a vagar pelo mundo eternamente como um fantasma. Logo depois o homem loiro se afastou sem sequer olhar para o jovem corpo que caia no chão, seus olhos fixos no barco que estava o esperando no horizonte enquanto murmurava com um toque de saudades: — Está na hora de voltar para o acampamento, não há mais nada para mim no mundo dos mortais...


Habilidades: Força e Agilidade


Presentes de reclamação:

♦ Lança do Caos - Essa é uma replica da arma do deus da guerra, seu cabo é vermelho sangue e sua ponta é negra, quando o semideus a usa, seu poder intimidar qualquer adversário e fortaleza os filhos de Áres sua ponta foi banhada com sangue envenenado que quando penetrado transmite o veneno para o oponente perdendo 10 Hp por turno, na parte inferior do cabo tem um pequeno contador que indica o número adversários derrotados pelo semideus quanto mais vitórias mais forte a arma se torna. Ela pode ser compactada em um bastão de vinte centímetros.

♦ Escudo Áres - Escudo circular feito de titânio e com detalhes em ouro. Assim como o escudo do deus da guerra ele tem esculpido nela as cenas das principais batalhas da história. Em seu interior, possui tiras de couro de javali, para melhor segura-lo. Quando em repouso, transforma-se em um bracelete feito de titânio cravejado com rebites de ouro.

♦ Elmo da Guerra - Elmo de guerra feito de bronze, foi forjado no estilo espartano, com um penacho vermelho sangue. Quando usado em batalhas, espanta todo o medo e faz com que o filho de Ares fique com os olhos vermelhos, cheios de raiva. Quando o filho de Ares usa o elmo e alguém o fita nos olhos, esse alguém fica com uma sensação de temor e receio, tornando-se assim um alvo mais fácil.


@ thanks!

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Melinoe em Dom 4 Dez 2016 - 0:29


Avaliação


Sigmund

Mas que ficha foi essa? Uma escrita bonita, sem nenhum erro detectável, e uma ambientação magnífica. Digna de um filho de Ares. Espero que honre o pai que você quer ter, garoto. Sem mais delongas:

Aprovado!


~Aguardando atualização.





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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zhang Yan Li em Ter 6 Dez 2016 - 23:29

Do know me?
hebe's daughter
Nome: Zhang Yan Li


Idade: Quinze anos


Deus(a) Escolhido(a): Hebe


Porque quer ser reclamado por esse Deus: A princípio, acredito que Hebe seja uma ótima divindade e que sua história combinaria com a trama da chinesa, além também das características físicas da photoplayer da personagem Yanli. Em um resumo, acredito que tudo apenas se acrescentará, já que sua personalidade meio feminista/girl-power se contrastará tendo contrastará como filha da deusa que carrega o título da juventude e é aprendiz da deusa da beleza e amor.


História: Nascida na Coréia do Sul, porém de linhagem “totalmente” chinesa, a pequena semideusa sempre teve uma grande falta de sua mãe desde quando era apenas um bebê com apenas poucos meses de vida. A falta de uma figura materna sempre a fizera falta, até mesmo porque, ela nunca teve uma madrasta ou seu pai nunca sequer teve coragem de olhar para outra mulher desde que conheceu Hebe, a deusa grega. Todavia, em sua ilusão, Hebe era na verdade a deusa chinesa que é a rainha do céu, aquela também que detém o segredo da imortalidade e da entrada do paraíso: Hsi Wang-Mu.

O não tão grande motivo de seu pai ter ido para a Coréia de baixo fora exatamente a mulher que lhe roubou o coração e fez com que em uma noite fervorosa e cheia de gozares e luxos, a Zhang veio para este mundo. E ao mesmo instante em que nasceu, sua mãe sumira. Sem deixar ao seu pai qualquer explicação ou indício que um dia viria para visitá-la, a única coisa que lhe sobrara fora um pai com a memória embaçada. Ele sequer se lembra de ter conhecido uma divindade um dia, apenas que uma mulher tinha lhe roubado o coração.

Esta exata e visível ausência de uma mãe fizera com que a chinesa crescesse com um temperamento forte, porém de sensações inconstantes. Outrora que tinha certeza de que não tinha necessidade de sua progenitora, pegava a si mesma chorando entre os cantos. Todavia, isto também a tornou forte e independente, até mesmo de seu próprio pai que aos poucos parecia ser afetado por alguma doença misteriosa, este não parecia nem mesmo se importar mais com a sua filha, a única lembrança que tinha da sua amada sem imagem formada em sua própria mente. A prova? As diversas vezes que tentou suicídio – fracassou em todas – e as outras tentativas que eram os atentados de homicídio para com sua própria filha.

Devido aos ataques, a moça não teve outra chance de sobreviver até ser realmente morte pelo seu pai em uma das futuras possíveis emboscadas senão fugir de casa. No começo a rua virou sua casa, até ser adotada por dois senhores estrangeiros que a levaram para os EUA.

Com os seus treze já era uma moça de caráter sólido e brilhante. Atraía olhares por onde passasse, seus traços asiáticos eram apenas um dos motivos. O outro era seu cheiro doce de semideusa que passa a atrair pequenos monstros disfarçados pela névoa. Pobre Yanli, nunca imaginou que seu mundo pudesse desabar novamente até ser arrastada para coisas que lhe era contada quanto menor: Mitologias. Ou o mais estranho, que sua mãe na verdade era uma deusa. Ressentimento e amor se misturou no coração da jovem, além de deixar sua cabeça atordoada por longos meses em fase de negação.


Habilidades: Agilidade e Resistência


Presentes de reclamação: ♦ Colar de Ouro com pingente em formato de Jasmim - É apenas um presente simbólico e significativo, representando a presença de Hebe. Ele libera uma fragrância agradável de Jasmin.

♦ Chicote Juventus - Ao contrário de seu nome, este ao atingir o inimigo, o deixa envelhecido e fraco, com movimentos mais lentos.

♦ Escudo de Bronze Celestial - Um escudo de bronze celestial, completamente trabalhado em desenhos de Hebe ajudando a deusa Afrodite a pentear seus cabelos. Quando inutilizado, vira um bracelete.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Qua 7 Dez 2016 - 9:43

Avaliações

Zhang - Aprovada

Não tenho muito o que falar, foi uma boa ficha com alguns erros comuns que poderiam ter ido corrigidos com uma leitura. Bem Vinda prole de Hebe!

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Mae Mobley Ward em Qui 8 Dez 2016 - 17:13

P A N I C K E D

NOME: Mae Mobley Roslyn Ward

IDADE: 16 anos

DEUS(A) ESCOLHIDO(A): Deimos

PORQUE QUER SER RECLAMADO POR ESSE DEUS: Encaixa-se no início da trama planejada, que é quando Mobley tem seu primeiro contato com o sentimento que Deimos representa, o pânico. Planejo que ela adquira uma admiração anormal pelo seu progenitor, e com isso acabe desenvolvendo um transtorno obsessivo-compulsivo, passando a querer de qualquer forma possível e impossível destacar-se dentre todos e impressionar o pai, fazendo florescer em si um novo eu mal-intencionado. Ela é calada na maioria das vezes e possui grande capacidade de observar pessoas por muito tempo, assim decifrando-as. Procura manter o controle sobre suas emoções para que estas não deixem transparecer suas fraquezas e verdades ocultas. Sabe pregar peças bem planejadas com o intuito de causar reações de horror nas pessoas mais próximas e principalmente em suas inimizades quando quer. Também exala uma aura superior, característica essa que creio também fazer parte de tal deus.

HISTÓRIA: Mae Mobley nasceu no dia 16 de fevereiro de 2000, em um pequeno chalé no interior frio da Bulgária. Enquanto a menina rasgava sua mãe Elisbeth durante o parto, do lado de fora do local em que estavam ocorria um evento violento. Oláfr, o companheiro da mãe de Mae, era agredido impiedosamente por um cara encapuzado, que o jogava de um lado a outro feito um boneco de pano. A grande quantidade de neve destacava o rubro do sangue no local, e o corpo do marido de Elisbeth mais parecia um pedaço de carne esmurrada jogado ali por estar estragado. O cara encapuzado sumiu, deixando somente seu "saco de pancadas" para trás. Ao longe, um homem alto e grande observava a cena, com uma expressão de satisfação e riso, parecia se divertir com aquilo. Seria ele o organizador? Oh sim. Com o corpo já desfalecendo, Ólafr teve a oportunidade de olhar uma última vez nos olhos do causador daquilo tudo. Com a voz trêmula e falha implorava para que Deimos não levasse a garota e não matasse sua esposa, porém teria seus pedidos negados. Vendo a vida esvair-se dos olhos do mortal, o deus se encaminhou para a entrada do chalé, prestes a tirar dela o que lhe pertencia.

Elisbeth tinha uma serva lhe ajudando no parto, mas já não aguentava tamanha dor. Sabia que não sobreviveria para criar a filha e nem para protegê-la. Em sua cabeça, memórias passadas passavam feito um filme quase acabado e melancólico. Ela sentiu que o marido já não estava mais vivo. Sentiu o estalar do último osso e a pele cortar quando Mae Mobley saiu finalmente do seu interior, preocupantemente quieta. E também o sentiu, enquanto ele dava passos em direção ao comodo do chalé no qual elas estavam. Pediu que a serva colocasse a filha no berço ao lado, já limpa e coberta com um pano de tom vinho e que ainda não tinha reagido como a maioria dos bebês recém-nascidos. A serva tentou tranquilizar a patroa, mas quando virou-se para a porta e o viu, o desconhecido sentimento e a aura superior que ele exalava, fizeram seus joelhos fraquejarem e imediatamente ter seu corpo caído morto ao chão. Elisbeth e Deimos nunca foram de fato apaixonados um pelo outro. Tiveram um relacionamento conturbado e passageiro, e por um descuido que ela acabou engravidando e nunca mais o vendo até aquele dia. Quando os olhos frios de seu ex-companheiro encontraram-se com os dela, um arrepio perpassou a sua espinha, fazendo-a querer sair dali imediatamente e levar a filha junto. Infelizmente não podia. Deimos aproximou-se desta e até então não tinham trocado nenhuma palavra, só olhares. Eu lhe disse que um dia voltaria para buscar o que é meu, Lis... A voz ecoou na mente da mulher, tão assustadoramente suave, e o pânico logo transpassou toda a extensão do quarto. Lis não poderia fazer nada por ser uma simples mortal. Torturava-se por isso. Talvez a melhor opção fosse deixar que ele levasse a menina, sem questionar. A mulher de cabelos ruivos opacos, feições delicadas dignas de uma inglesa e olhos esverdeados estava prestes a morrer. Não conseguia mais lutar. Arrependia-se amargamente por não lutar pela filha, que certamente seria largada em algum orfanato por Deimos e sofreria sozinha naquele mundo, mas já não podia fazer mais nada. Maldito o dia que ela jurou para ele que não deixaria a filha viver com outros da espécie semideus. Sim, fora idiota. A criança não era de todo humana, nunca viveria normalmente como uma. Chorou com aquilo. Deimos satisfazia-se com o seu sentimento já instalado ali e já não aguentava esperar, tinha coisas a fazer. Bastou o deus pegar a filha no colo, para que esta começasse a chorar descontroladamente. Ele viu nos olhos de sua prole o pânico, o modo como ela se remexia em seus braços provou isto. Ignorou seu choro. Por fim, olhou profundamente Elisbeth nos olhos e as últimas palavras que ouvira dela foram como um breve sussurro: Mae Mobley. [...]

Strawberry Field, Liverpool - Inglaterra; 01.12.16
Mae Mobley não estava disposta a sair de seu quarto naquele dia, porém seria obrigada mais uma vez. Encontrava-se diante de seu espelho e dava leves batidas na saia plissada, a fim de tirar os amassados e fazer com que o uniforme estivesse apresentável. Mal notou quando a Madre adentrou o quarto, com sua habitual expressão séria. A garota revirou os olhos mas não questionou, saindo do quarto junto a ela. A jovem garota seguia a mais velha dentre os corredores do orfanato, que era recoberto por paredes grossas e frias de pedra em um tom acinzentado, dando ao lugar um ar lúgubre e antigo. Adentraram a sala de estudos um tanto escura, que possuía uma pequena mesa e duas cadeiras, mas o destaque se via na enorme estante de livros, todos sobre mitologia grega e histórias relacionadas. — Fazemos este processo há tantos anos, mas ainda não me acostumei. Quanta heresia, não, Sra Mason? Perguntou irônica, recebendo um olhar de reprovação vindo da mais velha. Era a verdade, afinal. Aquilo tudo era apenas um disfarce para a mulher, que havia sido corrompida por Deimos para cuidar da mais nova ali dentro até que chegasse a hora dela ir para o AMS e começar sua jornada oficial como semideusa. Na sala de estudos, Sra Mason ensinava tudo o que Mobley precisava saber sobre sua origem. Tudo sobre Os Primordiais, os filhos destes e assim por diante. Ali ela recebia tanto teoria, quanto prática. Era um treinamento, afinal. Já estava chegando a hora de Mae ir para o acampamento. O odor que ela exalava tão fortemente vinha trazendo conflitos para o local no qual estava e isso era um sinal de sua partida.

Acampamento Meio-Sangue, Long Island; 06.12.16
Sra Mason chorava copiosamente por estar deixando Mae Mobley no AMS. Sabia que era necessário, mas lhe doía que aquela fosse a última vez que a veria. Deu um beijo no topo da cabeça da menor, e sorriu quando ela rolou os olhos. Compreendia que aquele era o seu jeito indiferente de dizer até logo. Entrou no táxi e se viu aliviada sabendo que ali ela não seria tão infeliz, talvez.

HABILIDADES: +1 Força  | +1 Defesa

PRESENTES DE RECLAMAÇÃO:
× Panikós - Um açoite com correntes de bronze. A haste é envolvida com tiras de couro vermelha para melhor aderência nos ataques, na ponta das correntes há uma bola de ferro com espinhos.

× Mamba negra - Uma das cobras mais venenosas do mundo, rápidas, ágeis e só obedecem as proles do pânico.

× Efiáltiis - Chamada também de elmo do pesadelo. Cobre todo o rosto, o inimigo vivência seus piores pesadelos deixando brechas em todos os ataques.
@mih


Última edição por Mae Mobley Ward em Qui 8 Dez 2016 - 22:11, editado 2 vez(es)



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Convidado em Qui 8 Dez 2016 - 17:15


Hey Baby, come to my dreams...

Nome: Thomas Von Krueger.

Idade:  25 anos.

Deus(a) Escolhido(a): Hipnos.

Porque quer ser reclamado por esse Deus: O poder onírico é bastante abrangente, podendo mexer com o subconsciente humano de diversas formas podendo persuadir, preocupar, intimidar, amedrontar e encorajar. Entre outras coisas.

A capacidade de entrar em contato com esse novo mundo é o que faz o semideus sentir-se filho de Hipnos, sentir-se um garoto concentrado e apto para desempenhar tal papel e desenvolver-se para tornar-se uma boa ferramenta de utilidade para os deuses. E claro, para seu pai.

História:

Thomas nasceu em uma cidade sem importância no interior da Argentina. Filho de um projeto de freira que foi corrompida por um deus grego, e, Hipnos, o deus grego.

O jovem cresceu na província estudando a catequese a fundo, mesmo não crendo em nenhuma palavra do que dizia o livro daquela religião. Sua mãe o obrigava já que não poderia mais ser freira após quebrar o voto que havia feito. Sempre o culpara por não conseguir realizar seu sonho de se tornar madre, mas, Thomas sabia que a culpa não era dele, afinal de contas, ela que havia se entregado ao tal homem.

Por falar nele, Marrie – a mãe de Thomas – nunca falara para o garoto sobre tal ser. Para ela ele nada mais era que um enviado do capeta para destruir tudo o que o Senhor havia ensinado-a, e, pensando nisso, considerava o jovem Thomas como um fruto de seu pecado.

Dessa forma, Thomas fora obrigado a estudar tudo sobre a bíblia e consequentes até completar seus quinze anos, para que, quando mais velho, pudesse se tornar padre. Mas, ao decorrer de sua adolescência o semideus percebeu que não deveria seguir o desejo dos outros e deixar de viver sua própria vida.

Então, após uma discussão com sua mãe, ele arrumou as coisas em uma mochila, juntou um pouco de dinheiro e saiu sem rumo, não tendo a menor ideia de onde poderia parar. Foi então que os monstros começaram a perseguir ele, e, por vezes o mesmo vira cães infernais (que chamava de demônios ou castigo de Deus, pois não sabia ainda do que se tratavam) e outros monstros esquisitos.

Após fugir de sua mãe e das criaturas que acreditava perseguirem-no para castigá-lo, o jovem procurou uma academia policial e se uniu a mesma, estudando para tornar-se um homem da lei e poder se defender das criaturas que acreditava serem seu castigo eterno.

Foi aí que começou a ler bastante e encontrar vestígios de informações sobre as criaturas que se assemelhavam as que o perseguiam e descobrir coincidências muito estranhas sobre si próprio. Pouco tempo depois foi abordado por um aleijado bêbado, que, veio a descobrir ser um homem metade bode, um Sátiro.

O mesmo o levou ao Acampamento e contou-lhe sobre tudo o que era. Thomas descobriu que era uma prole de Hipnos, o deus do sono.


Habilidades: Hipnos – Força e Persuasão
Presentes de reclamação:

• Espada Oneirica - O filho de Hipnos pode escolher como o seu inimigo irá sofrer caso entre em contato com a lamina da espada. O inimigo pode ter uma boa visão de sua morte como se tudo não passasse de um sonho ou ele poderá cair em um pesadelo profundo. 

• Flauta do sono - Olhos caídos, movimentos retardados, pronto. Seu inimigo só precisará de uma cama, mas a partir do momento que o belo som da flauta se extinguir seu inimigo volta a ativa, como se nada tivesse acontecido. 
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Afrodite em Qui 8 Dez 2016 - 17:17

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Mae Mobley Ward - Aprovada

Vamos começar pelo o único ponto negativo em sua ficha, a distribuição dos parágrafos. O segundo parágrafo da história ficou enorme, podia ser facilmente dividido em dois sem perder o conteúdo da narração, deixar ele extenso desse jeito muitas vezes faz com que o narrador se perca facilmente nas trocas de linhas conforme a leitura (como aconteceu comigo).
Mas a riqueza da trama era tamanha que desconsiderei essa parte negativa, os detalhes condizem com o progenitor, conseguiu passar a personalidade de sua personagem com maestria e lhe dou os parabéns por isso. Welcome <3

Thomas V. Krueger - Reprovado

Ai mana, eu queria muito aprovar você, maaas senti que faltou muita coisa na sua história. Mesmo que a ficha conte apenas um fragmento sobre o personagem poderia ter dado muito mais detalhes sobre quem o Thomas é. A passagem dos fatos foi muito corrida, acrescente mais alguns detalhes e na reavaliação eu te dou uma lambida
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Convidado em Qui 8 Dez 2016 - 17:53


Hey Baby, come to my dreams...

Nome: Thomas Von Krueger.

Idade:  25 anos.

Deus(a) Escolhido(a): Hipnos.

Porque quer ser reclamado por esse Deus: O poder onírico é bastante abrangente, podendo mexer com o subconsciente humano de diversas formas podendo persuadir, preocupar, intimidar, amedrontar e encorajar. Entre outras coisas.

A capacidade de entrar em contato com esse novo mundo é o que faz o semideus sentir-se filho de Hipnos, sentir-se um garoto concentrado e apto para desempenhar tal papel e desenvolver-se para tornar-se uma boa ferramenta de utilidade para os deuses. E claro, para seu pai.

História:

Thomas nasceu em uma cidade sem importância no interior da Argentina. Filho de um projeto de freira - aspirante a madre - que foi corrompida por um deus grego, e, Hipnos, o deus grego.

O jovem cresceu na província estudando a catequese a fundo todos os dias, deixando de ir a escola para tal fato, mesmo não crendo em nenhuma palavra do que dizia o livro daquela religião. Sua mãe o obrigava, já que não poderia mais ser freira após quebrar o voto que havia feito ao deitar-se na cama com um homem. Sempre culpara o filho por não conseguir realizar seu sonho de se tornar madre, mas, Thomas sabia que a culpa não era dele, afinal de contas, ela que havia se entregado ao tal homem.

Por falar nele, Marrie – a mãe de Thomas – nunca falara para o garoto sobre tal ser, sempre o ensinara a odiá-lo e a não gostar de nenhuma mulher nem ter desejo pelas mesmas, mas, obviamente, foi impossível. Para ela, ele nada mais era que um enviado do capeta para destruir tudo o que o Senhor havia ensinado-a, e, pensando nisso, considerava o jovem Thomas como um fruto de seu pecado.

Dessa forma, Thomas fora obrigado a estudar tudo sobre a bíblia e consequentes até completar seus quinze anos, quando se revoltou e quis sair da igreja e seguir sua própria vida e não o sonho de sua mãe de torná-lo um padre. No início não soube ao certo como lidar com a situação, queria algo e sua mãe outro e temia bater de frente com ela e sofrer as consequências, mas, chegou uma hora que simplesmente não suportou mais.

Então, após uma discussão com sua mãe, ele arrumou as coisas em uma mochila, juntou um pouco de dinheiro e saiu sem rumo, não tendo a menor ideia de onde poderia parar. E então, pela primeira vez, os monstros começaram a perseguir ele, e, por vezes o mesmo vira cães infernais (que chamava de demônios ou castigo de Deus, pois não sabia ainda do que se tratavam) e outros monstros esquisitos. Sempre fugindo dos mesmos para que não conseguissem pegá-lo.

Após fugir de sua mãe e driblar as criaturas que acreditava perseguirem-no para castigá-lo, o jovem procurou uma academia policial e se uniu a mesma, estudando para tornar-se um homem da lei e poder se defender das criaturas que acreditava serem seu castigo eterno, e, poder ajudar as pessoas que era seu verdadeiro objetivo desde a infância, ao contrário dos planos da sua mãe.

Foi aí que começou a ler bastante e encontrar vestígios de informações sobre as criaturas que se assemelhavam as que o perseguiam e descobrir coincidências muito estranhas sobre si próprio. Pouco tempo depois foi abordado por um aleijado bêbado, que, veio a descobrir ser um homem metade bode, um Sátiro.

O mesmo o levou ao Acampamento e contou-lhe sobre tudo o que era. Thomas descobriu que era uma prole de Hipnos, o deus do sono e que este era o tal homem misterioso que corrompera sua mãe.

Não pôde deixar de rir da própria ironia: uma freira corrompida pelo próprio deus.


Habilidades: Hipnos – Força e Persuasão
Presentes de reclamação:

• Espada Oneirica - O filho de Hipnos pode escolher como o seu inimigo irá sofrer caso entre em contato com a lamina da espada. O inimigo pode ter uma boa visão de sua morte como se tudo não passasse de um sonho ou ele poderá cair em um pesadelo profundo. 

• Flauta do sono - Olhos caídos, movimentos retardados, pronto. Seu inimigo só precisará de uma cama, mas a partir do momento que o belo som da flauta se extinguir seu inimigo volta a ativa, como se nada tivesse acontecido. 
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Afrodite em Qui 8 Dez 2016 - 18:02

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Thomas V. Krueger - Aprovado

Agora sim, que delicia de trama. Pude ver nesse fragmento como o Thomas é, mostrou um pouco de sua personalidade que acredito que irá desenvolvê-la em seus posts. E como prometido: Ganhou uma lambidinha bem gostosa da tia Dite

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Ashanti Saad Mubarak em Qui 8 Dez 2016 - 21:38




Love and Brutality




"Make make make love é muito melhor demorô"
Nome: Ashanti Kira Saad Khaleel

Idade: Dezoito anos.

Deus(a) Escolhido(a): Afrodite, a deusa do amor

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Eu queria fazer uma filha de Afrodite fora do convencional, uma garota com intimidação e sedução entranhados em sua mente perversa, guerreira e sádica. Basicamente fugir dos padrões de que todo filho de Afrodite tem que ser amorzinho e sair distribuindo amor para onde vai.

História:

Cairo, Egito. África. O nascimento da bela.

Eu, Ashanti Kira Saad Khaleel, nasci no entardecer do dia dez de fevereiro de noventa e oito. O lugar onde nasci? Bom, eu nasci na cidade mais populosa do Egito, a bela cidade do Cairo. Meu pai dizia que eu era a menina mais linda e com a pele mais bela de toda Cairo, nasci com a cor do pecado. Negra de corpo, alma e raiz. Cresci o ouvindo dizer que sempre falavam que não sabiam ao certo o que me era mais belo, a combinação de minha pele negra jambo com meus olhos verdes expressivos e intimidantes ou o charme e o carisma que me acompanhavam desde bem pequenina. Meu pai, Tafari Sirhan Saad Khaleel, era um soldado egípcio que sempre vivia longe por conta das batalhas que enfrentava. Quando era pequena e perguntava por minha mãe, ele sempre dizia que ela havia lhe dado o melhor presente do mundo e me erguia nos braços me acalentando em seu colo e não dizia mais nada. Quando fiquei um pouco mais velha, o questionei sobre como ele havia conhecido minha misteriosa mãe e ele prontamente contou que havia sido em Cannes, sul da França, onde eles se conheceram e tiveram um caso, mas ela sumiu após uma noite juntos e nove meses depois eu “apareci” na soleira da porta de sua casa com uma carta explicando tudo. Naturalmente ele nunca me deixou ler a carta. Quando fiz oito anos, meu pai decidiu ir embora do Egito e fincou raízes na Grécia, onde começou a atuar como general em uma base do exército grego, no centro de Atenas, uma cidade onde passei a maior parte da minha vida e criei um grande vínculo, mesmo sem saber que era proveniente, de certo modo, daquela terra. Meu pai, sempre como um bom soldado, me treinava dia e noite com as mais variadas armas e com 14 anos eu já sabia atirar com diversas armas de fogo, sabia manusear de forma magnífica uma espada, fora as artes marciais que ele me ensinava e as técnicas de defesa pessoal. Ele não criava uma filha, ele criava uma guerreira.

Os anos se passavam e eu continuava a crescer bela e letal. Nunca havia sido uma criança fácil, gostava de observar e manipular tudo e a todos, havia aprendido com meu pai que para se vencer o inimigo era necessário observar seus movimentos para atacar com tudo. Com meus 15 anos, meu pai casou-se novamente com uma americana de olhar bondoso e sorriso amável, seu nome era Kate e ela já estava grávida quando casou com meu pai. Sete meses após o casamente, Jennifer deu a luz a uma linda menina de olhos cinzentos e cabelos tão escuros quanto o meu. Ela a nomeou Helenna e ela foi uma alegria para toda a família, menos para a mim, eu detestava a forma como aquela criança me olhava, como se soubesse de todos os meus pecados. Meu pai queria que Kate estivesse perto dos pais, pois assim seria mais fácil cuidar de Helenna e então fomos todos para os Estados Unidos, para Long Island. Nova Iorque. Eu só não sabia que o que estava por vir, acabaria mudando minha vida.

Long Island, United States Of America. A grande descoberta.

Tudo aconteceu tão rápido e na calada da noite, era véspera do meu aniversário de 17 anos, eu entrava pela janela do meu quarto depois de uma noite de farra, minhas mãos estavam empoeiradas e eu larguei a adaga que meu pai me presenteara certa vez, em cima da cama e encarei meu reflexo no espelho. Era a oitava vez que eu matava aquelas coisas, mas eu não podia evitar, eles pareciam me perseguir e eu tinha que me defender. Era matar ou morrer. Nunca contava para ninguém a verdade sobre o que eu via, não queria ser taxada de louca. Fui despertada de meus devaneios quando ouvi vozes alteradas no andar debaixo da casa e franzi o cenho confusa, eram as vozes de Kate e de meu pai e eles estavam discutindo, o que não muito comum. Andei lentamente em direção à porta, sempre havia sido curiosa e como eles quase nunca discutiam, a coisa devia ser séria. Abri a porta vagarosamente, evitando qualquer tipo de ruído que me delatasse e eles parassem a discussão. Andei pelo corredor que dava para as escadas, encontrando Helenna sentada próximo ao primeiro degrau e olhando fixamente para baixo, revirei os olhos quando ela sorriu assim que me viu e ia falar meu nome, mas coloquei o dedo indicador nos lábios pedindo silêncio. Vi a forma de meu pai andando de um lado para outro e a figura de Jennifer parada com algo na mão, ele parecia nervoso e ela tentava acalmá-lo.

- Tarifi, me escute. – ela tentava falar e ele não parava, ela andou até ele e segurou em seus braços o fazendo olhar para ela. – Por que não me contou isso antes? Sabe o risco que corre tendo nós duas nessa casa? Você ao menos sabe quem é a progenitora dela? Ela precisa saber a verdade, Sirhan, não negue isso a ela. – ela falou e sorriu para ele de modo terno. Franzi o cenho confusa e olhei para Helenna que mantinha o mesmo olhar. De que verdade ela estava falando?

- Eu não posso Kah, não posso. – ele balançou a cabeça e suspirou. – Eu prometi a mim mesmo que ela ia ser uma criança normal, teria uma vida normal. – meu pai suspirou mais uma vez e se soltou dos braços de Kate.

- Tarifi, eu não posso passar minha vida inteira mentindo para Ashanti. Sua filha já foi presa sete vezes por assassinato, os mortais pensam que são humanos de verdade e ligam para a polícia, mas nós sabemos que não são humanos. É constrangedor para ela que eu esteja sempre com ela, em todos os lugares. Ela mesma já me falou isso e nós sabemos o quanto ela é rude, mas eu sei que está chato. – ela suspirou e se aproximou mais uma vez dele colocando delicadamente suas mãos no rosto do mesmo. – Ela nem precisava falar, eu vejo isso no olhar dela.  Você precisa contar a ela toda a verdade, ou eu irei. – nunca tinha visto Kate ser tão autoritária com meu pai e mordi o lábio observando a cena cada vez mais confusa, eles estavam brigando por minha causa e eu queria saber por que. Desci as escadas e percebi Helenna em meu encalço. Criança maldita.

- O que eu tenho a ver com a briga de vocês dois? – falei rapidamente antes que um dos dois pudesse falar e vi o desespero nos olhos de meu pai. – E que diabos de verdade é essa? O que vocês estão me escondendo? – gritei encarando meu pai e ele suspirou tentando se acalmar.

- Ash, seu pai tem que te contar uma coisa. – Kate falou e eu revirei os olhos, ela sabia o quanto eu odiava esse apelido.

- Filha, me perdoe por não ter contado antes, eu só... Eu só não sei como te explicar essa verdade. – ele colocou as mãos na cabeça e olhou desamparado para Kate.

- Ande meu pai, conte-me a verdade, eu exijo saber. – murmurei e cruzei os braços olhando fixamente para ele.

- Sua mãe era a mulher mais bela e envolvente que já havia visto em toda a minha vida, ela possuía uma aura tão divina e era tão sedutora e perigosa quanto a mais afiada das espadas e o mais silencioso dos venenos. Ela era uma verdadeira deusa. – meu pai iniciou a história e eu me mantive em pé com o olhar sério. – Nós tivemos um caso logo após eu ir à França, logo depois que eu retornei do Oriente Médio. – ele murmurou e eu mordi o lábio esperando que aquela conversa chegasse ao ponto que eu queria. – Sua mãe era uma deusa, Ashanti, era uma deusa grega , sei que pode parecer louco, mas é a mais pura verdade, por que acha que a treino tanto? Por que mudei com você logo para a Grécia? Por que me casei com uma semideusa? E por que a ensino mitologia grega todos os dias? Você nasceu com sangue de um imortal, minha querida filha, acredito que saiba de quem se trata. – ele finalizou e olhou para a Kate com um sorriso satisfeito, como se estivesse tirando um peso de suas costas. Muitos poderiam ficar boquiabertos com a história, mas eu, no entanto comecei a gargalhar, aquilo não poderia passar de uma piada idiota, mas após meu acesso de riso, ouvimos gritos no andar de cima, era Helenna. Subimos todos correndo as escadas e nos deparamos com uma pequena forma caída no corredor sob uma poça de um líquido escuro. Sangue. Ela estava caída em frente à porta do meu quarto. Kate estava imóvel e quando pensei que ela iria correr em direção a Helenna, ela deu meia volta e foi para o quarto do casal e voltou com duas espadas de o que parecia ser bronze, e jogou uma delas em minha direção.

- Se prepare. – ela murmurou e passou em frente a meu pai, andando lentamente em direção à porta do meu quarto, virei para encarar meu pai ao mesmo tempo em que Kate se chocou contra mim e caiu da sacada em direção à sala, estava caída no chão quando vi uma forma escura e gigantesca aparecer na entrada do meu quarto, meu pai pegou a espada de minhas mãos e se jogou sobre a coisa, recebeu um forte tapa e se chocou contra a parede, desmaiando no processo. Ele já não era mais o grande soldado que foi. Estava desarmada e apavorada, lembrei-me da adaga que estava em meu quarto, àquela adaga poderia me salvar, levantei do chão e encarei aquela coisa, ele veio em minha direção e eu me joguei embaixo dele, deslizando pelo chão, atitude impensada? Sim. Mas medidas desesperadas pedem atitudes desesperadas. Corri o mais rápido que pude e entrei no quarto me jogando no chão ao mesmo tempo em que senti a mão daquela coisa passar no ar, bem no lugar onde eu estaria. Aquela “coisa” avançou contra mim e me lancei em direção à cama tentando alcançar a adaga, mas não fui tão rápida e levei um forte soco que me fez se chocar contra a parede. O sangue escorreu pelo chão e eu gritei de dor, minha visão estava embaçada e minha cabeça latejava fortemente. Minha visão entrou em foco e eu avistei a adaga entre as caixas que estavam embaixo da cama. Respirei fundo fechando os olhos e me levantei e saí em disparada em direção a cama, alcancei a adaga e corri para a porta, mas senti algo me golpear com tanta força que fui lançada contra a parede, urrei de dor e ao longe ouvi alguém se aproximar de nós. Era Kate empunhando uma espada e se jogando sobre a coisa. Meu coração batia acelerado de medo e fúria, eu não pensei, só agi. Levantei e corri em direção ao monstro e enfiei a adaga no ponto que mais estava próximo a mim ao mesmo tempo em que Kate golpeou e então com uma nuvem de poeira dourada o monstro se foi. Saí gritando o nome do meu pai desesperadamente e tal foi minha surpresa ao vê-lo sagrando no chão da sala. Ele havia o matado. Joguei-me ao lado dele, meus olhos estavam embaçados pelas lágrimas, ele arquejava procurando ar, aquela foi a pior cena que vi em minha vida. Seu olhar se fixou no meu e ele sorriu.

Sua mãe teria orgulho de você. – ele falou com dificuldade e sorriu. – Corra minha querida, corra o mais rápido que você pode e não olhe para trás. Vá minha pequena guerreira, siga Kate e ela lhe levará a um lugar, lá você estará segura e estará entre os seus e lembre-se sempre: Eu amo você mais do que tudo nessa vida.

Long Island, United States of America. O acampamento.

Kate surgiu ao meu lado e respirou fundo controlando as lágrimas, sabia que ela estava sendo forte.

- Pegue seu casaco e venha comigo. – ela falou e saiu da sala empunhando as duas espadas. Peguei um casaco às pressas na sala e olhei o corpo do meu pai, que agora já estava morto. Saí no encalço de Kate, estava cada vez mais confusa, como ela sabia tanto sobre aquilo?

- Kate... – comecei a falar, mas ela me cortou.

- Eu sou grega, como você, sou filha de Ares com uma mortal, meus pais se conheceram na Bélgica, minha mãe era uma instrutora de artes marciais. – ela despejou as informações e se calou. Sabia que eu não deveria fazer mais perguntas, Kate estava lidando com a dor a sua própria maneira.

- Para onde estamos indo? – perguntei com a voz rouca e a olhei com o olhar um pouco perdido. Ela entrou no carro e assumiu o volante com uma ferocidade que nunca tinha visto antes nela.

- Estamos indo ao lugar onde você estará segura, minha querida enteada. O acampamento Meio-Sangue. O acampamento para os meios sangues gregos assim como eu e você. – ela sorriu tristonha e então pegamos a estrada.

Durante o caminho ficamos em silêncio, ambas perdidas em seus pensamentos. Depois de um tempo, acabei adormecendo com a bochecha na janela do carro e só despertei com Kate sacudindo meus ombros informando que já havíamos chegado. O lugar em que estávamos era uma colina e lá no topo havia uma árvore, fique a observei por uns instantes e voltei meu olhar para Kate, mas ela não estava lá. Ouvi um grito distante e comecei a correr em direção ao som, a cena que eu vi logo em seguida nunca iria sair da minha mente, o que me parecia um grande lobo dilacerava o corpo suave de Kate e então seu olhar se voltou para mim, fiz a única coisa sensata no momento e corri em direção a árvore, parecia que havia um imã me puxando para lá. A criatura era mais rápida que eu e me alcançou antes mesmo que eu chegava ao pé da colina, pensei que aquela seria meu fim, mas ouvi passou rápidos vindo em minha direção e ouvi algo passar zunindo por cima de mim e puf! A criatura se dissolveu em um pó malcheiroso e dourado. Elevei meu olhar para de onde tinha vindo a minha salvação e vi apenas um garoto ao lado da árvore, tentei dizer algo, mas comecei a enxergar pontos pretos e logo em seguida, desmaiei.

Quando acordei, senti uma brisa cálida em meu rosto e um pano em minha testa. Tentei me levantar, mas deitei novamente sentindo minha visão turva, ouvi um pigarro e voltei meu olhar para de onde tinha vindo e me deparei com o mesmo garoto da noite passada, gemi ao lembrar daquela noite infernal e logo as lágrimas se fizeram presentes.

- Ei, ei. Calma! – o garoto murmurou e me ajudou a sentar gentilmente, ele tinha algo de familiar, mas não sabia dizer o que. – Ashanti, correto? – ele murmurou e eu o olhei confusa, de onde eu o conhecia? Ele pareceu ter notado minha confusão e sorriu constrangido – Eu sou Kael, irmão da Kate. Eu assisti a cena, perdoe-me por ter visto aquilo, não fui rápido o suficiente para salvá-la. – ele disse e vi seus punhos se fecharem com força. – Você desmaiou e eu não sabia quem você era, mas se estava com Kate e era perseguida por um cão infernal só podia ser uma semideusa. – ele murmurou e eu ainda continuava confusa. – Como eu não sabia quem era você, fui até o carro abandonado na estrada e encontrei seus documentos. Achei que não teria problemas. Desculpe. – ele murmurou baixo e me olhou um pouco triste. – Sinto muito... – e saiu do lugar onde estava me deixando sozinha com meus pensamentos.

Após um longo processo de acomodamento, passei a explorar o lugar onde me encontrava. O acampamento era a coisa mais magnífica que já tinha visto. No período em que estava indefinida, me apliquei em estudar técnicas de batalha e de habilidades que um dia eu adquiriria e tudo o que me havia disposto ali. Com o tempo a dor da perda de meu pai já não era tão sentida. Fui acolhida pelo chalé de Hermes e finalmente comecei a me sentir confortável. Já havia me acostumado com as atividades e os treinamentos me faziam me sentir em casa e isso era tudo o que eu precisava. Só faltava saber quem havia me concebido.

Numa tarde, eu estava treinando com Kael, na arena e durante um movimento de ataque, percebi que ele deixou cair à espada diante de si e sorriu, brilhando sobre minha cabeça estava um símbolo, uma pomba branca, todos que estavam na arena, sorriam e em uníssono disseram.

- Afrodite. – E então minhas roupas começaram a mudar, um belo vestido começou a se formar a partir da minha armadura, logo pude sentir minhas traças afro começaram a ser desfeitas e então tudo passou tão rápido quanto começou.  Kael trouxe um espelho segurando o riso e então vi o motivo. Isto só podia ser uma piada, eu era uma barbie negra.



Presentes de reclamação: Chicote Serafim  – Um metro e oitenta de tira de couro entrelaçado com finos fios de ouro, o cabo tem aparência de asas abertas, asas de anjo. O chicote pode receber um nome, mas apenas nome de anjos. Dependendo do nome do chicote esse será o poder que a arma terá. [Raabe, anjo da morte – O chicote será tão preciso em seus ataques que só terá um lugar para onde os seus adversários poderiam ir – Direto para o tártaro.]

Fênix –  Um animal dócil, treinado e obediente.  Apesar de não representar a deusa do amor e da beleza, tem tudo para levar esse titulo já que só liberam suas lágrimas de cura quando são tratados com amor e carinho. As lágrimas de cura só poderão ser usadas uma vez por missão missão

Colar de ouro - Um colar fino de ouro reforçado capaz de cristalizar qualquer tecido desde que seja uma jaqueta, camiseta ou suéter – Armaduras já saíram de moda.





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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Afrodite em Qui 8 Dez 2016 - 21:54

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Ashanti Kira Saad Khaleel - Aprovada

Minha filha, minha barbie negra. Não tenho palavras para descrever o quão maravilhoso foi esse teste, já sabia que tu escrevia maravilhosamente bem, e a prova está aí, me prendeu nessa história do inicio ao fim. Welcome e bora incestar

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nicholle Bracknell King em Sab 24 Dez 2016 - 16:50

i am a demigod

Nome: Nicholle Bracknell King.

Idade: 17 anos.

Deus(a) Escolhido(a): Apolo, o deus da luz e do sol, da verdade e da profecia, do pastoreio, do tiro com arco, da beleza, da medicina e da cura, da música, da poesia e das artes.

Porque quer ser reclamado por esse Deus: E por que não? Apolo é tudo o que há de bom nessa vida. Deus da luz e do sol, da música... Como viver sem música? Sem arte? Sem a luz iluminando seu caminho? Apolo é o deus com quem mais me identifico. É através da arte, da música, poesia, é através disso tudo que se pode criar uma conexão com outras pessoas, fazê-las sorrir ou chorar. O que há de melhor que não se conectar com as pessoas?

História:
Legenda: — Língua de sinais
" " Escrita


Canadesnse de naturalidade, Nicholle viveu pouco tempo em seu país. Próximo ao seu aniversário de 7 anos, teve que lidar com a morte de sua mãe e foi mandada para um orfanato em Nova Jersey para crianças problematicas - graças ao pedido da própria mulher. Ouvia de todos ao seu redor que era estranha, diferente, sempre criava problemas, mas nunca se sentiu assim, mesmo com toda a sua deficiência. Nunca conseguiu ficar parada e muito menos quieta. Muitas das reclamações que recebia era disso... Que sempre atrapalhava a paz do ambiente.

Filha de uma cantora mundialmente famosa, Nicholle sempre foi muito ligada as artes em geral, porém graças ao fato de ter nascido muda, sofreu muito nas mãos da mesma. Naturalmente Stacey nunca teve dons naturais para a maternidade, mas lidar com uma criança muda o que os tablóides pensariam disso? A garota sempre teve de tudo, graças ao dinheiro da mãe, mas o amor de família só conheceu graças ao seu "babá". John era um jovem de 27 anos formado em Medicina, filho do motorista particular da grande King e primeiro namorado de Stacey, que havia conseguido o emprego depois de implorar para a cantora que o deixasse criar a menina. Cuidou de Nicholle desde o seu primeiro contato com o mundo e amou-a ainda mais do que um pai ama sua filha. Sentiu-se desesperado ao ver sua pequena ser mandada para um orfanato sem conseguir fazer nada, graças a Stacey que havia deixado um testamento indicando que ninguém nunca poderia adotar a garota, o que o fez mudar-se para Nova Jersey e visitá-la sempre que conseguia.

Por mais ironia que possa parecer, já que a garota havia sido recusada pela própria mãe justamente por ela viver no meio artistico, foi nas artes que Nicholle se encontrou. Música, pintura, esculturas, peças teatrais, poemas, textos, tudo era o que ela mais amava. Ficava horas embaixo do sol brilhante desenhando, pintando, escrevendo ou tocando instrumentos - seu favorito eram o cello e o violino. Era a única hora em que ela tinha paz, a única hora em que ninguém a incomodava ou que ela incomodava alguém... Era a única hora em que se sentia feliz. Quando ainda morava no Canadá, sua mãe descobriu seu talento para desenhos e tentou explorá-la com isso, mas a garota sempre tão inocente nunca vira maldade nas ações de sua mãe. Apenas mais tarde, já mais velha, conseguiu perceber realmente tudo o que a mais velha havia feito contra si, porém nunca conseguiu odiá-la.

Gostava de se deitar na grama do orfanato, com a cabeça no colo de John e ouvir as histórias que ele tinha para contar sobre como sua mãe era antes da fama engolir toda a sua humanidade. Porém, nunca soube nada sobre seu pai. John apenas lhe contava que ele tinha abandonado sua mãe ao engravida-la e nada mais. Mesmo sabendo disso, sempre teve desejo de conhecer o pai, a idéia de abandono não era algo repugnante na cabeça da garota, já que havia sofrido muito mais do que apenas isso pela mãe.

*****

Era o início do dia 31 de dezembro. O sol se preparava para nascer e Nicholle já se encontrava no jardim, sentada numa das mesas de concreto, observando o céu começar a clarear. Sempre fazia isso em seu aniversário, acordava antes do sol e o assistir "nascer". Tal cena virou comum para as cuidadoras do orfanato e não ligavam muito para isso. Ela sempre se sentia MUITO melhor ao fazer esse "ritual". Em pleno inverno, Nich se encontrava sem nenhum tipo de casaco, apenas com uma blusinha leve e um short jeans, e mesmo assim não sentia frio. Era óbvio tal sentimento para os outros, afinal, a neve estava por todos os lados, mas a morena sentia-se mais quente do que nunca ao ver o sol se levantar depois de uma longa noite de descanso. Não conseguiu impedir um sorriso ao ver os raios iluminarem seu rosto e pela primeira vez sentiu-se completa. Quase como se todos os seus sonhos tivessem sido realizados, ou melhor, o seu MAIOR sonho tivesse se realizado. Sentia seu pai ali com ela, quase podia sentir sua mão em seu ombro, ou seus cabelos roçando os olhos fechados da morena enquanto a abraçava... Podia sentir sua voz rouca sussurrando um "Feliz aniversário, pequena" em seu ouvido. E foi com isso que ela abriu os olhos assustada. Era tão real, tão vivo! Mas não havia ninguém ali com ela. Não que ela tivesse vendo. Levantou-se da mesa, enterrando os pés descalços na neve que encobria o chão, mas como antes não sentiu frio, na verdade estava meio molhado. Ao olhar pra baixo viu o que nunca pensou que poderia acontecer. O local onde seus pés estavam, não havia mais neve e sim água. A neve havia derretido e molhado seus pés. Mas como...? pensou levando um pé para frente. A neve que antes existia ali, derreterá no momento em que sua pele entrou em contato.

- Nicholle? - chamou Halber, seu único amigo do orfanato, o único que fazia questão de falar com ela. Ele era legal, foi um dos primeiros que conheceu ao chegar e o único que se deu o trabalho de tentar conversar com uma garota muda.

- Halber, eu não... Não sei... Como...? - ela ainda encarava o chão completamente confusa com o que estava acontecendo enquanto fazia os sinais para o garoto.

- Droga! Venha Nich, vem logo! - ele mancou até a garota e começou a puxá-la para o bosque que havia nos limites do orfanato.

- Halber, o que ta acontecendo? Pra onde você tá me levando?! Não podemos sair daqui! - se desvencilhou dele, fazendo-o a olhar e lhe falou, com o olhar assustado.

- Nich, por favor, confie em mim, temos que sair daqui agora! No caminho eu te explico... Por favor! - ele estava visivelmente nervoso, mancando de uma perna pra outra, mas sua expressão era decidida e implorava pela aceitação dela. A morena analisou-o por uns segundos e por fim decidiu seguir com ele.

Saíram do orfanato e foram até uma estação de ônibus. O garoto não parava de sussurrar "temos que sair logo daqui", enquanto a menina sem entender fora perceber que Halber carregava consigo uma mochila. Ela perguntou aonde iam, mas foi ignorada ao entrarem em um ônibus. Ela devia ter dormido muito, pois quando acordou o ônibus estava parando e Halber estava tenso ao seu lado. O moreno não aguentava-se no banco, ficava quicando enquanto continuava a sussurrar pra si mesmo e a garota estava cada vez mais confusa.

- Halber, o que está acontecendo? - perguntou a morena novamente e pela primeira vez em toda a viagem o garoto a olhou nos olhos.

- Primeiro... Bem-vinda a Nova York! - falou quando o ônibus parou e abriu as portas para os passageiros.

*****

- Srta. King! - um homem de terno e boa aparência segurava a porta de um carro para os dois. O carro preto e fechado, parecia aqueles de famosos ao chegar em premieres e embora tivesse dado uma rápida olhada antes de ser empurrada por Halber, a morena se apaixonou por ele.

- Halber, pode me explicar agora o que é tudo isso? Por que estamos aqui? Por que esse carro nos esperava? E como esse cara sabe meu nome?! - reclamou, mexendo as mãos um pouco rápido demais por conta da raiva, enquanto o carro avançava e o garoto suspirou. Sabia que o momento iria chegar e não poderia deixar de explicar as coisas à ela.

- Nich, lembra daquelas aulas de história que tivemos no orfanato sobre mitologia grega? Como os deuses tinham filhos com mortais e eles eram chamados de semideuses? - começou o moreno. A morena assentiu e sorriu ao se lembrar. Havia se apaixonado por Apolo, o deus da luz e do sol, da música e das artes... O deus da beleza, que era sempre retratado como o deus mais bonito de todo o olimpo. Ele era o deus que Nicholle sentiu que a entenderia pelos dois serem ligados a arte. - Então... Eles realmente existem. E bom, não sei como falar isso então vou direto ao ponto. Nicholle, você é uma semideusa. - disse o garoto e ficou a observar o rosto da morena. Ela não tinha entendido... Não tinha raciocinado. Ela acreditava naquilo tudo? Acreditava que deuses existiam? Acreditava que ela era filha de um deles? Não. Não podia ser verdade. Porque se fosse verdade ela ainda poderia ter um pai biológico... Era por isso que nunca soube histórias dele? Ele era um deus? A morena sentia a esperança crescendo no fundo de seu peito.

- Halber, não é legal fazer isso com as pessoas... Não é legal mentir e... - começou a falar, mas o garoto estava tirando as calças Ela estava assustada com isso, mas quando tirou tudo não eram pernas humanas e sim pernas peludas... Muito peludas. E tudo ficou preto em sua visão.

Quando acordou, já estava no acampamento e observava um antigo Halber se transformar num sátiro completo e explicar-lhe tudo. Mas dessa vez ela acreditou... O sussurro, o fato de ter sentido como se seu pai estivesse ali com ela, a neve derretendo, tudo se encaixava agora. Tinha sido deixada sozinha pelo seu amigo, o moreno tinha que voltar aos afazeres no acampamento, enquanto ela ficou andando pelo lugar e como antes deitou-se na grama e ficou observando o brilho do sol acima de sua cabeça. Seu sorriso cresceu quando um solzinho brilhante apareceu em cima de seu rosto. Halber havia lhe avisado sobre isso, sobre quando seu pai iria reclamá-la, sobre como acontecia.

Apolo! pensou com um enorme sorriso ao observar o solzinho desaparecer.

Habilidades: Mira/Precisão e Resistência.

Presentes de Reclamação: × Escudo - Um escudo circular feito de bronze celestial, leve e resistente, perfeito para que seja usado por um arqueiro. Possui uma abertura em cima, no formato de um "U", para facilitar os movimentos de arquearia. Não pode ser destruído ou amassado, tampouco perdido. Transforma-se em um relógio de bronze.

× Arco – Feito de ouro solar, o arco é inteiramente coberto por pequenos diamantes. Pode ser usado para bater em algo ou alguém, já que os diamantes são pontudos e afiados. Transforma-se em fones de ouvido.

× Aljava de flechas infinitas – Todas as flechas são feitas de ouro solar, elas são perfeitamente manuseáveis e tendem a concentrar a luz solar em suas pontas que, quando entram em contato com o alvo, fazem o mesmo pegar fogo com a energia liberada, entrando em combustão. Transforma-se em um Ipod, que contém as músicas que o dono desejar.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Poseidon em Sab 24 Dez 2016 - 18:35

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Nicholle - Aprovada

Sua ficha foi bem descrita e bem direta, gostei de todos os pontos principalmente o motivo e o próprio deus, você não só citou o deus que desejaria ser filha como também citou os domínios dele, tornando uma ficha mais completa. Parabéns e bem vinda!

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Alexus R. Rockfeller em Dom 25 Dez 2016 - 22:16


CHIKARADA


Nome: Alexus Rothschild Rockefeller
Idade: 17 anos.
Deus(a) Escolhido(a):  Éris, a deusa da discórdia.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Não é simplesmente querer. É ter necessidade de ser essa minha progenitora. Como verá no decorrer da história abaixo, notará que Alexus não é o mais puritano e bondoso dos homens e, graças à tal personalidade, a divindade que mais combina com si é Éris — pelo fato de ter sido desprezada por Hera, assim como Alexus, que foi desprezado por seu pai, fruto do pecado da traição e como a alcunha da mãe, foi chamado pelo progenitor masculino de filho dos males.

História:

Prólogo dos Contos


O que, de fato, é a discórdia, senão a mais pura manifestação da desconfiança entre iguais? Oras, se a confiança é plena e a virtude domina, não há espaço para os conflitos e, portanto, não há a discórdia. Mas a existência, tanto divina quanto mortal, era rodeada e cercada de desconfiança. Não se pode confiar em ninguém. Ninguém.

No entanto, onde há discórdia, há uma mistura lúgubre de sentimentos e entre esses sentimentos, há o amor. E a partir dos desejos carnais de uma deusa para com um humano, houve a geração de uma vida. A vida nasceu da discórdia e, desde jovem, foi tratado como o maior dos pecados existentes, um párea, inclusive, entre seus iguais semideuses.

Sempre soube, desde muito jovem, de quem era filho e sobre o que realmente era: um semideus. Cresceu tendo essa realidade e fora lançado num internato onde passou toda sua pré-adolescência e parte da adolescência. Éris às vezes aparecia para si mentalmente, sendo que desde sempre fora reconhecido pela deusa.

Primeiro Conto — Infância


Alexus estava sentado em uma poltrona, calmo, enquanto brincava com dois bonecos lego. Tinha, na época, quatro anos e meio. Extrovertido e curioso para com tudo e jamais sequer desconfiou do ódio latente de seu pai para consigo. Oras, tão jovem, jamais saberia discernir os sentimentos que existem à sua volta, correto? Correto. Mas Éris, a deusa, via tudo de longe.

Enquanto distraidamente Alexus lidava com os brinquedos, estes logo foram retirados de sua mão e seu pai olhara-lhe com raiva evidente, como se houvesse cometido o pior dos atos. E, num ato brutal, lançara os dois brinquetos contra a criança. O choro foi inevitável. Um corte grande formou-se no supercílio, enquanto o outro brinquedo lhe rasgou os lábios.

A terra tremeu em desgosto.

Segundo Conto — Pré-adolescência


Quando tinha dez anos, misteriosamente, uma macieira começou a nascer no quintal da casa de Alexus. Nos primeiros dias, o pai da criança não ligou para a árvore frutífera que começara a nascer, no entanto, assim que reconheceu seu tipo, achou aquilo ainda mais abominável do que o filho.

Maldita deusa. Ludibriara-o para trair a esposa e deitar-se com ela. "A culpa foi toda sua...", a voz ressoou na mente do homem como um alerta que jamais deveria ser desconsiderado e se caso fosse, teria retribuições das mais malignas. O homem olhou para o filho, belo, diferente da deusa, mas assim como odiou a deusa, odiou o filho. O menino tinha cabelos loiros e olhos azuis profundos como se pudessem analisar a alma, além da pele clarinha como se ainda fosse um recém-nascido.

— Maldita criança... — murmurou baixinho, inaudível, e durante toda a semana que se seguiu, tentou e usou de todas as artimanhas para arrancar aquela árvore dali. Desde machados até uma cerra elétrica, mas nada surtia efeito, todos os utensílios usados quebravam; por fim, o homem desistiu.

No entanto, assim que a primeira maçã floresceu, o homem a arrancou e queimou-a. Assim foram por longos meses até que Alexus achou uma maçã no chão e a comeu. O homem chegou no exato momento e, possesso de fúria, enfiou a mão dentro da garganta do menino para tirar o conteúdo. Foi sua pior decisão. Como uma onda de catástrofes e desastres, a terra tremeu fortemente e o céu foi tomado por tempestades que dariam inveja em Éolo.

A casa do homem foi destruída, a gigantesca mansão foi riscada do mapa. Aquele homem, Rockfeller, podia controlar o mundo mortal nas mãos, mas jamais deveria afrontar a representação de uma divindade com tamanha ousadia e tal ato foi retribuído com a mais maciça fúria.

No dia seguinte, a criança fora despachada para um internato.

Terceiro Conto — Adolescência


Tinha dezesseis anos quando as coisas começaram a ficar anormais e foi na véspera de seu aniversário que tudo virou de cabeça para baixo. Embora soubesse que era um semideus, jamais soubera de um Acampamento e, bem, era isso que seu suposto colega de classe berrava para ele.

Alexus nada fez senão ficar paralisado em horror por alguns segundos e logo em seguida tomou uma espada das mãos do companheiro e mirou-a contra a criatura. Com uma habilidade que jamais havia treinado e com uma agilidade desumana, o loiro rasgou a criatura desconhecida no meio e essa explodiu em pó dourado.

O semideus e o outro, que descobrira ser um sátiro — o que o fez arregalar os olhos e ficar de boca aberta, por ter sido enganado por tantos anos — saíram em disparada para o Acampamento, deixando para trás a enorme escola cercada por muros albinos e cuja mobília lembrava muito o período renascentista.

Daí em diante fora sua chegada a Colina Meio-Sangue e, enfim, o começo do Quarto Conto.



Habilidades : Agilidade & Persuasão.
Presentes :  
— Chaos Armor [Uma armadura negra com o símbolo de uma maçã gravado em seu peito. A armadura é level, porém muito resistente, funcionando como uma espécie de escudo, semi-indestrutível. Quando desativada ela transforma-se em um broche com o símbolo da Deusa.]

— Garras Envenenadas [Desativada é uma luva de couro negra, porém quando ativa transforma-se numa luva de ouro celestial com garras resistentes onde ficam as unhas, cujas possuem um veneno. O veneno não mata, porém causa grande dor no oponente e vai consumindo a HP deste no decorrer dos turnos.]

— Chave Dimensional [Uma chave de ouro que pode abrir uma espécie de vórtice pequeno no ar, o qual serve para o semi-deus colocar objetos e armas, como uma bolsa ou armário portátil. O pequeno portal pode ser aberto em qualquer lugar no ar, além disso pode abrir qualquer fechadura na qual ela é colocada.]

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Dom 25 Dez 2016 - 22:48

Avaliações



Alexus - Aprovado

Gostei dessa sua história, resumida e detalhada, gostei principalmente do final. Poucos erros, bem vindo prole de Éris.

Atenciosamente a Administração



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Maya Erlend Hufflepuff em Ter 27 Dez 2016 - 20:15




Little drop of poison  
like my town with a little drop of poison nobody knows they're lining up to go insane. I'm all alone I smoke my friends down to the filterI'm all alone, I smoke my friends down to the filter But I feel much cleaner after it rains
___________________________________________________________________
Nome: Maya Elbert Hufflepuff
Idade: 25 anos.
Deus(a) Escolhido(a): Hécate.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Por simplesmente acreditar em magia. Magia esta que não se encontra apenas em livros antigos, palavras complicadas, idiomas desconhecidos. Magia que está em nosso dia a dia, na convivência com as pessoas, no que as mesmas podem ou não ver. No simples "por favor" e "obrigado". Por acreditar que nem tudo está perdido e que, no fim do túnel, ainda se possa encontrar uma esperança. Por simplesmente crer que existe magia em meio ao caos da humanidade.
História:
Próspero. Este era seu nome. O homem que iniciara o maior jogo de magia que o mundo já vira. Tudo isso após conhecer Hécate.

O homem era dono de um dos maiores circos que o mundo já conheceu: le cirque de'la notche. Sua estrutura era simplesmente surpreendente, seu modo de transporte misterioso e suas cores peculiares: tudo era preto e branco. Tudo naquele circo era maravilhoso e inovador, nada como os truques fajutos que a população era acostumada a presenciar. Nele podia-se observar a magia verdadeira.

E foi exatamente isso que atraiu a atenção da deusa, fazendo-a apaixonar-se pela genialidade de Próspero e tudo o que o cercava. E foi assim que Maya veio a vida. De um romance entre um mágico e a própria deusa da magia. Mas, o que veio em seguida, não foi um conto de fadas.

Próspero logo percebeu que sua filha não era uma garotinha comum, pelo contrário, ela possuía dons que ele poderia usar, inclusive, em uma aposta. E ele amava apostar. Maya (Ma ya = magia em japonês) logo fora inserida em um dos joguinhos do pai com um de seus melhores amigos: Alexander. O objetivo do jogo? Simplesmente ver aquele que sobreviveria por mais tempo.

Alexander escolhera um garoto chamado Marco para ser seu peão e Maya seria o peão do próprio pai. E assim o jogo se iniciou, dentro do próprio circo. Os garotos fazendo os mais belos truques de magia que os seres humanos poderiam ver, sem ter conhecimento da identidade um do outro.

E, de tal forma, foram crescendo e evoluindo suas habilidades, fazendo feitiços, fazendo truques e, principalmente, ilusões. O circo era atacado e muitas vezes eles, juntos, conseguiam ludibriar essas criaturas. Mas o jogo não se manteve como os mestres o planejaram e Marco e Maya acabaram se conhecendo.

E se apaixonando. Não no sentido carnal da palavra.

O problema? Apenas um poderia continuar vivo. E esta foi Maya. Tendo de matar seu grande amor. Seu próprio irmão.

E, num ato de revolta, fugindo para o tão famoso Acampamento que a prometia uma vida diferente. Longe da magia e de tudo aquilo que a machucara.

Observações:

Compreendam que a história está resumida ao máximo pois pretendo explorar essa trama por meio de BMO's.. Desde já, grata. q
Habilidades: Resistencia e  persuasão.
Presentes:

-Kit de livros de feitiços e de preparo de poção drogas e venenos - Grimórios antigos, de aparência surrada que levitam, seguindo o filho de Hécate por onde precisam.

-Cajado de Ouro mágico - Um Cajado de ouro que quando não utilizado vira um anel, é utilizado para fazer feitiços e ataques

- Pantera Negra (Scar) - A pantera vai crescendo conforme a prole de Hécate se desenvolve, pequena logo que a semideusa chega ao acampamento e evoluindo conforme a mesma sobre de level. O animal obedece a dona e não deixa que ninguém chegue perto da mesma sem a devida autorização.


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hécate em Ter 27 Dez 2016 - 20:43

Avaliação
Maya, querida filha, você está aprovada
.

Havia muito tempo desde que li um plot twist desse tipo, adorei sua história e gostaria de saber mais sobre o que acontecia no circo.

Bem Vinda.
Knock knock ja deureogapnida



Hello

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Dan Carter em Ter 24 Jan 2017 - 17:44

Nome: Dan Carter
Idade: 16
Deus(a) Escolhido(a):  Atena
Porque quer ser reclamado por esse Deus:  Porque uma das coisas que mais valorizo é a inteligência, sendo Atena  sua deusa. Sendo que seus filhos são os mais balanceados tendo um gênio incontestável e ainda uma habilidade física incrível, sendo isso o que eu procuro em um personagem.
História:
Minha vida foi normal até certo ponto, sempre fui o gênio da sala, se não o da escola inteira, filho do renomado professor de historia Adam Carter um mestre em sua área tendo lecionado até nas faculdades mais renomadas de New York e do país.  Mesmo com dislexia, o que me empatava um pouco, me destacava como nenhum outro não só na área intelectual mas também na educação física sendo capitão do time de futebol , meus feitos não se limitavam somente a isso tinha uma habilidade descomunal com as mulheres. Essa era a minha vida uma equilibrada perfeição de músculos e cérebro.

Ao todo tinha uma vida perfeita não havendo coisa melhor, somente uma coisa me faltava à aventura, meu coração pulsava por isso desejava sentir ainda mais dela dentro de mim digo que hoje a sinto não podendo dizer se era isso o que queria.

Minha vida simplesmente se transformou, em um dia normal de verão, voltava para casa, acompanhado de meus amigos, colegas de jogo, eram boas pessoas extremamente divertidos às vezes agiam como burros, mas em quase todo o tempo eram bons de estar perto. Aos poucos víamos a minha casa uma construção ampla não posso dizer que era pequena, mas também não o digo ser uma mansão limito-me a dizer, era uma boa casa, um apartamento de apenas um andar com térreo não era uma construção imponente como os grandes arranha céus porém mostrava a sua beleza, bem desenhada balanceava a beleza de uma arquitetura antiga com os modernos designers novos , com cores claras por sobre as diversas partes da casa variando do branco ao azul, dando um ar sublime e delicado a toda a construção. Por um instante parei e simplesmente observei a beleza de minha própria casa, mas de súbito os meus olhos tornam-se negros minha visão enegrece e quando voltou etava perante uma sala branca com autêntica arquitetura grega, em minha frente se encontra uma mulher muito bela com longos cabelos negros e olhos cinzentos muito parecidos com os meus, vestia uma roupa de linho por baixo e uma armadura por cima, com um grande brasão uma coruja.

Ela me adverte dizendo que deveria sair da cidade e que meus inimigos estavam começando a sentir-me, sendo necessário que eu me mudasse para um acampamento, terminou dizendo que meu pai saberia o que fazer, disse-me que o que eu tinha que fazer estava chegando e que não poderia arriscar ficar mais tempo desprotegido existia pessoas que desejavam a minha morte para impedir algo, não sei o que, logo em seguida desaparece e eu acordo dessa louca visão. Assim que ela terminou corri para o meu pai despedindo os meus amigos e dizendo-lhes que outro dia falaria com eles, ao chegar a casa encontrei o meu pai sentado em uma poltrona vermelha com um livro em mãos a qual debruçava com perspicácia, conto-lhe tudo o que havia acontecido e ele de imediato prepara as coisas e me leva para o acampamento que se encontrava em Long Island, no caminho conta-me sobre minha mãe e que por incrível que parece era a deusa da sabedoria, digo que fiquei perplexo e sem total crença na historia, mas depois me tive embarcando em um mundo novo inimaginável.

Creio que posso dizer que essa não é a mais excitante historia, mas ela é o que me define essa é a historia da minha existência e algo e impera dentro de mim.

Presentes de reclamação:
Pallas Perikopés - Espada feita de prata e ouro imperial em homenagem a titã Pallas que morreu em uma luta contra Atena. Quando não utilizado vira um pingente de coruja.

Dracma de prata - Aparentemente um dracma comum, mostrando um lado Atena e no outro uma coruja, ao ser jogado para cima se transmutar em um escudo médio de bronze.

Lança da guerra - Atena é deusa da guerra justa, desde que nasceu armada tinha sua lança e seu escudo, seus filhos ganha uma replica de sua lança feita de bronze celestial, capaz de fatia monstros facilmente.
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Re: Reclamação Divina

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