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Reclamação Divina

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Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Dom 14 Jun 2015 - 13:40

Relembrando a primeira mensagem :


Reclamação Divina
Assim que chega ao Acampamento, a reclamação de um indefinido é feita em volta da fogueira, todas as noites. Quando o mesmo é reclamado, aparece-lhe sobre a cabeça um holograma - muitas vezes caracterizado com o símbolo divino de seu pai ou mãe-. Daí, ele é levado até o chalé respectivo e pode conhecer seus irmãos e irmãs, iniciando assim a sua vida de meio-sangue. Entretanto, nem todos são agraciados com um chalé só para si após à fogueira, podendo ficar indeterminado durante semanas, meses ou anos. Os Deuses possuem responsabilidades, afinal, e dependendo do tempo que demoram para cumpri-las, acabam esquecendo-se de certos indivíduos em sua numerosa prole.



Deuses disponíveis para fazer a ficha neste tópico:
Athena;
Deméter;
Dionísio;
Ares;
Afrodite;
Hécate;
Apolo;
Hefesto;
Hebe;
Lissa;
Hermes;
Íris;
Éolo;
Macária;
Melinoe;
Quione;
Thanatos;
Phobos;
Deimos;
Selene;
Nêmesis;
Eros.


Para saber quem é o seu pai ou mãe basta preencher a ficha abaixo e esperar que um Deus atualize. Lembrando que para reclamação dos Três Grandes e Grupos Extras, há tópicos específicos!




Nome: Nome completo do personagem, sem abreviações.
Idade: Idade do personagem.
Deus(a) Escolhido(a): Especifique.
Porque quer ser reclamado por esse Deus:
História: mínimo de quinze linhas completas
Habilidades: (Conforme a lista daqui)
Presentes de reclamação: poste aqui os presentes que deseja ganhar de seu pai/mãe, juntamente com as descrições dos mesmos. Lembre-se de consultar o tópico aqui.




Última edição por Zeus em Sex 25 Ago 2017 - 14:05, editado 3 vez(es)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hera em Sab 16 Set 2017 - 22:35


Nut


Gostei da premissa de sua ficha e da história. Em alguns momentos eu pude me perder, mas foi muito boa. Você está aprovado.




Justine


Se eu falar que eu não chorei, estaria mentindo.

De longe, a sua ficha foi uma das melhores que eu já tive o prazer de ler. Do começo ao fim teve uma premissa ótima, super flúida e enfim, é só isso mesmo. Meus parabéns.

Aprovada.


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hope S. A. Kuznietsova em Dom 17 Set 2017 - 14:01



Ficha


Nome: Hope Stella Anastásia Kuznietsova


Idade: 17 anos


Deusa escolhida: Afrodite


Motivo:  Afrodite, porque ela não sera uma tipica filha de Afrodite, que pensa mais em roupas, garotos e romance, é claro ela ainda é uma garota, gosta dessas coisas, mais quer distancia. Com seu passado traumático, sera extremamente irônico, sua mãe ser a deusa do amor e sexualidade.
História:


- Você é tão bonita... Sua pele é tão sedosa... - O homem velho falou para a pequena garota tocando seu rosto. Um sorriso cheio de luxúria se espalhava por seu rosto.

O homem não era velho, velho mais comparado com a menina de 7 anos a sua frente, ele era extremamente velho com seus 32 anos.

A pequena menina estava de volta aos orfanatos, dessa vez ela havia ido parar em um orfanato em Nova York onde sua antiga ''família'' morava, as pessoas que a adotaram, tinham finalmente conseguido ter filhos e a tinha chutado como um cachorro de rua.

Senhor Peter, havia a chamado para seus aposentos após o jantar, ela não queria ir, mais sabia que podia acabar sendo punida, se não obedecesse as ordens das pessoas que trabalhavam no orfanato, ela já havia passado por orfanatos antes, alguns os tratavam como seres humanos, crianças como eram, mais outros havia punições para as ordens não cumpridas.

- Senhor Peter? – Ela chamou assustada, seus olhos arregalados de medo, ela deu um passo para trás batendo contra a parede.

- Quero que você se deite na cama querida... – Ele murmurou com a voz rouca.

Suas sobrancelhas se arquearam em confusão, e o medo começou a dominá-la.

E ela tentou fugir, mais o homem mais velho a puxou pelos cabelos, empurrando seu pequeno corpo contra a parede.

Os  olhos da menina estavam arregalados em pavor.




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Suas mãos se apertaram contra a cocha de cama, seu corpo estava coberto de um suor frio, sua pele mais pálida do que o normal. Os lençóis que enrolavam seu corpo a essa altura estavam jogados no chão, ela levantou em um sobressalto, seus cabelos vermelhos acobreados revoltos, seus olhos que agora mesmo tinham um tom mais diferentes que o normal, estavam entre o verde e castanho. Suas pupilas estavam dilatadas.

Ela correu para o banheiro quando a bile começou a subir por sua garganta.

Seus cabelos caiam em seu rosto, enquanto ela vomitava no vaso sanitário, lágrimas grossas desciam por seu rosto.  

Quando finalmente conseguiu parar de vomitar, ela pode sentir mãos em seus cabelos, e mãos em seu rosto.

Ela sabia que era seu pai, ele era o único que cuidava dela após um pesadelo, mais mesmo assim, o impulso de afastá-lo era mais forte do que a vontade de não magoá-lo por si afasta.

O toque daquele monstro estava muito fresco em sua memória, ela não podia suportar o toque de qualquer um após um pesadelo.  

- Desculpe... – Ela pediu entre soluços se colocando de pé com as pernas trêmulas.

Seu pai não tentou tocá-la novamente, ele sabia que era como se tivesse causando dor física a tocando após um pesadelo.

- Vou esperá-la do lado de fora dorogoy (querida). – Ele disse a olhando com compreensão e dor.

Dimitri poderia não ser seu pai biológico, mais ele amava aquela menina como se ela fosse sua filha. Ela era sua filha, aparte do momento que ele a viu.




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Ele estava nos Estados Unidos, e literalmente bateu de frente com uma menina, de roupa esfarrapada, rosto tão sujo quanto as roupas. Ela estava visivelmente mais magra do que deveria, usava roupas finas para o inverno, seus olhos que pareciam mudar de cor, estavam assustados e apavorados, ela tinha uma sacola nas mãos, que caiu de seus braços quando ela trombo com o grande homem.

- Ei garrotinha... – Ele falou, com sua voz saindo grossa, mais o tom era suave, seu sotaque russo saiu grosso e espesso apesar disso.

A menina pareceu mais assustada com sua voz, e em menos de três segundos, ela havia de levantado, e girado nos calcanhares, e estava correndo do grande homem como se sua vida depende-se disso.

- Senhor? – Um de seus seguranças chamou já de preparando para correr atrás da pequena garota.

- Vamos atrás dela! – Ele não soube o porque, mandou pegar a criança, apenas que a fragilidade que tinha nos olhos daquela menina, ele já havia visto antes.

Em seus próprios olhos...

Ele demorou quase meia hora para encontrá-la.

- Eu não vou, machucá-la criança. Prrometo. Já tive uma filha... A perrde... Nunca farria nada contrra uma crriança... Prrometo... - Sua voz saiu carregada de dor, mais ela pode ver a verdade em seus olhos castanhos claros.

Ela não deveria confiar nele, mais confiou, depois de tudo que aconteceu com ela, ela confiou em alguém, e estava certa. Dimitri le deu uma casa, comida, escola, a ensinou a tocar e andar a cavalo, mais nunca pediu nada em troca, ele a criou como filha, deis de seus 13 anos, quando a encontrou na rua, com outras crianças que havia fugido do orfanato.

Dimitri, trouxe as outras crianças 6 no total, todas meninas para debaixo de suas asas, cuidou e protegeu elas, e a única que havia ficado com ele, e tocado seu coração foi Hope, ela era como seu nome dizia, esperança...

Ela passou meses, sem ao menos abri a boca, arisca, com medo de tudo, mais sempre pronta para a luta, para fugir.

Mais um dia, ela o encontrou chorando sobre o tumulo de sua filha... Ela nunca deixava alguém tocá-la, mais pela primeira vez em 6 meses, ela tinha tomado a iniciativa, e o abraçado tentando reconfortá-lo.  

Apesar disso, a caminhada para fazê-la confiar nele demorou quase dois anos, mais finalmente, Dimitri conseguiu conquistá-la, quando começou a ensiná-la a cavalgar.

Ele sempre poderia lembra o olhar de felicidade, e de criança em seu rosto jovem, quando ela cavalgou pela primeira vez.



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- Papa? - A menina ruiva chamou, ao sair do banheiro, seus cabelos longos ruivos, estavam molhados e mais escuros pela água, e ela vestia uma calça de moletom de grandes dimensões, e uma blusa de moletom igualmente larga.

Seus olhos agora tinham um tom verdes escuros, e estavam vermelhos e inchados.

- O, moya dorogaya (Oh querida)... - Ele murmurou estendendo os braços para ela.

Ela se aconchegou contra seu corpo, suspirando, enquanto fechava os olhos, lágrimas silenciosas começaram a descer por seu rosto.

A única pessoa que já havia a visto chorar depois de seus 7 anos, foi seu pai... Ninguém mais havia a visto chorar, ela havia si fechado, para qualquer um, além dele, mesmo que ela fingisse ser feliz, animada, ela sempre estava disposta a ajudar as pessoas, mais ela muito raramente deixava alguém entra, deis dos seus 7 anos, apenas duas pessoas tinham quebrado suas barreiras, seu pai e o filho de uma das meninas que havia sido violada, pelo mesmo monstro que ela.

- Desculpe papa... - Ela murmurou com a voz rouca.

- Você nunca prrecisa se desculpar querida... - O sotaque de seu pai, sempre foi mais espesso do que o dela, apesar de ela quase sempre, puxar o R, como ele.




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No dia seguinte, Hope acordou com os olhos doloridos, em um sobressalto, com a cabeça no peito de seu pai, enquanto ele acariciava seus cabelos vermelhos acobreados com os dedos. Um suspiro aliviado saiu de seus lábios, seu pai sempre tinha o dom de espanta os pesadelos.

- Hora de levantar Sweetie... O que acha de fazermos uma caminhada? Loki pode preparar os cavalos, enquanto você toma banho e se troca. - Ele sugeri, beijando o rosto da garota.

- Não acho que tenha muita alternativa... - Ela murmurou fazendo uma careta, ela odiava ordens. Mais nunca era capaz de dizer não a seu pai.

Ele a olhou por dois segundos e sorriu, um daqueles sorrisos que mostrava as curvinhas em suas bochechas.

-Tudo bem, tudo bem! – Ela exclamou levantando as mãos para o alto.



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- Oi amor... – Ela murmurou, para seu grande garanhão negro, Thorment era lindo, com seu pelo negro brilhoso.

Ela acariciou seu pelo, ganhando um relincha em troca, e uma balançada de cabeça.

- Vamos aposta uma corrida velhote? – Hope provocou, enquanto subia em Thor, acariciando sua cabeça.

- Você está me desafiando sua garota insolente? – Seu pai entro na brincadeira, ela pode ver humor brilhar em seus olhos, enquanto ele fechava a cara para ela, tentando parecer sério.

- Claro que sim velhote. – Ela sorriu, um sorriso enorme que parecia iluminar todo o seu rosto.

Quando ela estava assim com seu pai, principalmente cavalgando, era uns do momentos em que ela esquecia o que tinha acontecido de ruim em sua infância, não só a violação, mais também a fome que havia passado, as surras, o medo e etc.

Em momentos como esse ela se sentia uma pessoa normal, feliz. É não uma aberração que via coisas estranhas em algumas pessoas as vezes. Não a menina que foi deixada recém-nascida em um orfanato na Geórgia.  

Sim em sua curta vida ela já havia ido para muitos lugares, passado por vários lares adotivos e vários orfanatos, em cidades diferentes, de acordo de onde seus pais adotivos se mudavam.  

Mais não havia nenhum lugar que ela ama-se mais do que a Sibéria, terra natal de seu pai, e onde ela morava deis de que seu pai a resgatou.  

Mais agora eles estavam nos Estados Unidos, por negócios de seu pai e turismo.

- Vamos lá velhote! – Ela gritou para ele rindo, enquanto cavalgava em seu cavalo a frente de seu pai e chocolate, a égua dele, seu pai era apaixonado por chocolate.

Antes que ela pudesse ver o que estava acontecendo, o cavalo se levantou sobre as patas traseiras, relinchando, a jogando para o chão.

O ar sumiu de seus pulmões quando suas costas bateu contra o chão da floresta, e sua cabeça se chocou contra uma pedra pontuda, sangue começou a escorrer da parte de trás de sua cabeça.

- Você está bem? – Chamou uma voz desconhecida preocupada.

Ela se levantou com um sobressalto, mais sua cabeça rodou, a fazendo se curva e apoiar as mãos contra o chão sujo.

Ela levantou o rosto quando ouviu os passos do dono da voz se aproximar. Seus olhos se arregalaram ao pegar suas pernas peludas e com cascos.

- O que... O que é você?! – Ela exclamou piscando várias vezes.

Sua visão estava embaçada, mais ela já havia passado por coisas piores para se deixar abalar por isso.

Quando ela tentou se mover novamente, uma dor aguda passou por seu lado esquerdo, onde ela tinha absorvido a maior parte de sua queda.

- O que ? – O homem com pernas de bode pediu, a olhando com uma mistura de confusão é surpresa.

- Suas pernas... Você tem pernas de bode? – Ela perguntou incerta, encarando suas pernas.

- Não sou um bode! Sou um sátiro! – Ele falou alto, aparentemente ofendido.

- Não disse que você é um bode! Disse que tem pernas de um! – Ela grunhiu para ele, e fechou os olhos, quando sua cabeça começou a lateja.

Talvez a queda tenha sido pior do que ela pensava?

Ela não estava mentindo quando disse que tinha tido pior, mais mesmo assim não significava que não doía.

É o homem ou criatura a sua frente não estava ajudando muito. Ela deveria está assustada, mais por incrível que pareça, ela estava bem com isso.

- Hope! – Ela pode ouvir seu pai gritar, não muito longe.

Ela se levantou, e dessa vez ignorou a vertigem.

- Você pode me ver? – Ele pediu com surpresa, sua irritação de antes havia sumido.

Antes que ela pudesse responde, pode sentir o nariz molhado de seu cavalo.

- Ei menino, tudo bem... Estou bem. – Ela murmurou para ele acariciando sua cabeça.

Ele parecia triste por tê-la a derrubado.  

- Quem é você?!- Dimitri surgiu de repente, seu rosto estava contorcido em uma máscara furiosa.

Seus olhos foram para as pernas do homem e ele pareceu surpreso. Seus olhos seguiram para sua menina e ele a encarou por vários segundos.

Pai e filha pareceram ter uma conversa silenciosa, Hope deu um passo para trás, seu rosto ficou vermelho de raiva, seus olhos adquiriram um tom castanho escuro, com um leve toque de verde.

- Você mentiu pra mim?! – Ela pediu, ela pode ver em seus olhos, que seu pai também viu as pernas do homem, que ela não estava pirando por causa da queda, ou era uma de suas alucinações, com coisas estranhas.

- Sweetie... Eu não menti... Apenas achei que você sofrreu o suficiente para saber sobrre esse mundo... Tinha minhas suspeitas, mais não sabia que fazia parte desse mundo também. – Ele disse, pulando de seu cavalo, e andando lentamente para sua filha.

Ela era uma menina doce, meiga e carinhosa, mais quando irritada... Não iria ser o alvo de sua fúria.

- Do que está falando?! Que mundo?! Está querrendo me dizer o que? Que os serres mitológicos existem? Deuses? – Ela zombou com uma risada irônica, que fez uma cabeça latejar mais ainda. Com sua raiva, seu sotaque russo saiu mais espesso.

Ela podia não te vivido a vida toda na Sibéria, mas o sotaque sempre a acompanhava agora.

Ela sabia do amor de seu pai por seres mitológicos e deuses, principalmente Hefesto, ele sempre falava sobre eles, mais ela não acreditava neles.

- Você é um semideus? – O sátiro pediu surpreso.

O homem o ignorou, o que estava em jogo agora era o amor de sua menina.

- Não querria envolve-la nisso... É um mundo perigoso, onde pessoas morrem o tempo todo... Você já passou por tanta coisa em sua vida, não queria trazê-la para isso. Esse mundo pode ser fascinante, cheio de aventura. Mas existe muitas perdas, e perigos. – Ele Murmurou para si mesmo, e não pode se conter e pensar em sua esposa e filha mortas.

Ele havia sido atacado por um monstro, e elas haviam pagado o preço.

Hope o encarou, lendo todas as emoções que passava por seu rosto e olhos, seu pai sempre foi um livro aberto. Foi um dos motivos, que ela começou a confiar nele.

Ela podia ver a dor, medo, e raiva em seus olhos.

- Isso tudo realmente existe? – Ela pediu olhando-o com uma mistura de medo e excitação.

Mais raiva começou a domina-la, se seu pai ou mãe era um deus, porque ele nunca havia a ajudado?

A imagem da mulher que sempre a reconfortava depois dos abusos, surgiu em sua mente. E ela deu um passo atrás inconscientemente, seu pai havia contado como uma história.  

Mais ele havia dito que, os deuses podiam visitar seus filhos semideus, em seus sonhos e mentes em alguns momentos.

Então era sua mãe... Se ela era uma deusa porque nunca tentou ajudá-la? Tirá-la daquele inferno em que ela viveu durante três anos ? Ou das ruas onde ela viveu por mais três anos, antes de Dimitri a encontra ?

O homem mais velho pode ver as engrenagens girarem na cabeça de sua menina, ele pode ver as peças se encaixando em sua mente brilhante e havida, e seu rosto adquire aquele olhar furioso, e o olhar de que ela tinha formado sua mente para algo, e ele a conhecia, quando ela tomava uma decisão ou formava sua mente para algo, ninguém era capaz de fazê-la mudar de ideia.

- Sim, tudo existe... Mais não culpe seu pai ou mãe porr isso Hope... Os deuses não podem interferir na vida de seus filhos semideuses... – Ele tentou acalma-la, fazê-la entender.

- Oh sim! Toda essa baboseira! Ah claro! Então porque eles resolvem ter filhos?! Para nós colocar no mundo apenas para morrer por eles e sermos devotos?! Não me venha com essa papa! Todos temos direitos de escolher. Ela é uma deusa ! Ela pode ter me gerado, mais não devo nada a ela, muito menos tentar entende-la! Ela nunca me ajudou em nada! Se ela acha que sussurra que tudo vai ficar bem, e cantar para mim, depois de ser estuprada e espancada,  ou uma noite mal dormida porque estava com fome e frio, vai funcionar como um pedido de desculpas está perdidamente enganada! – Ela gritou para ele, socando seu peito, e ignorando o sátiro ainda chocado que estava ao lado.

Uma tontura a dominou, e antes que pudesse dizer algo, por trás de seu rosto agora banhado de lágrimas, sua mente ficou escura, e ela desmaiou.



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- Velho Dimitri! – Um homem alto apareceu na porta da enfermaria.

Dimitri levantou a cabeça e olhou seu velho amigo, ele é o homem a sua frente, tinham sido os únicos a sobrarem de seu antigo grupo de adolescência.

- Adrian. – Ele cumprimentou seu velho amigo.

- Eliot, o sátiro que assustou o cavalo, da menina me contou o que aconteceu... Não é a maneira mais fácil de se descobri ser uma semideusa, pelo menos ninguém morreu... – Ele falou olhando seu velho amigo, e depois seus olhos foram para a menina deitada na cama.

Ela estava mais pálida que o normal, ainda inconsciente pela perda de sangue e tinha uma costela do lado esquerdo fraturada pela queda.

O homem russo riu, e balançou a cabeça de um lado para o outro.

- Promete a mim mesmo que não voltaria aqui... Mais bem... Aqui estou... – Ele suspirou passando as mãos por seus longos cabelos castanhos.

Foi vindo para o acampamento que ele perdeu a mulher de sua vida e sua filha, e depois disso, ele queria apenas manter distância do acampamento.

- Parece que você tem uma coisinha bem bravinha aí. – Adrian brincou quando viu sua tensão, ele era um filho de Ares pelos deuses, sentimentos não era seu forte.

- Você não sabe o quanto... Vai ser difícil deixá-la aqui... Mais acho que será o mas seguro... Ela vai arrancar minha cabeça por isso... – Ele riu sem humor, com um estremecimento.  

Os homens não perceberam, mais a menina havia acordado, e ouvido seu curto diálogo.

A ruiva continuou deitada com os olhos fechados, repassando as coisas que seu pai havia contado, ser egoísta nunca foi uma de suas características, então ela não podia colocar seu pai em perigo, não mais...

Era quase inacreditável que dois semideuses juntos nunca tivessem sido atacados por algum monstro, mais ela não colocaria seu pai em risco, porque não queria saber sobre sua mãe ou ser uma semideusa...

- Eu não vou dá problema sobre ficar... Não quero saber nada sobre minha mãe, seja lá qual deusa ela for, mais não vou colocar o senhor em perrigo por não querrerr saber sobre ela. – Ela murmurou olhando seu pai, e se levantou novamente, mordendo o lábio inferior para conter o gemido de dor que queria escapar por seus lábios.

Seus olhos foram para o homem ao lado de seu pai, e ele sorriu para ela.

- Não querro que você saia de perrto de mim... Mais é o mais seguro... Você aprender a se defender, para poder se proteger, não vou poder está perto de você o tempo todo... É uma rarridade nunca termos sido atacados juntos. – Ele disse com um suspiro, tomando o rosto de sua pequena garota nas mãos.

- Vou sentir sua falta Sweetie... – Ele murmurou beijado sua testa é a abraçando apertado.


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Fazia duas semanas deis de sua chegada, e nada de ser reclamada, não é como se ela estivesse muito surpresa com isso, afinal de contas sua mãe nunca havia se importado muito com ela.

Pelo menos ela achava que era sua mãe ainda, pela mulher que aparecia em seus sonhos em sua infância.

- Ei Hope! – Chamou uma filha de Apolo, os filhos de Apolo pelo que havia percebido até agora não era apenas os predominantes como um dos mais simpático e imperativos.

- Hey Leah... – Ela cumprimento a menina alta enquanto se sentava a seu lado.

- Você não vai oferecer nada a seu pai ou mãe? Talvez seja por isso que ela ou ele não tenha te reclamado ainda. – Leah falou depois de engolir um pedaço de batata doce.

- Mesmo que fosse fazer uma oferenda não seria para minha “mãe”, não é como se ela tivesse feito muito por mim durante esses anos. Além de que já faz duas semanas que estou aqui Lee, você deveria desistir – Hope falou com amargura, enquanto brincava com sua comida.

Leah a encarou, elas tinham ficado o que podia se considerar amigas, mas Hope não havia falado muito sobre o porque de sua raiva por sua mãe.

- Então porque não oferece para outros deuses? Um passo de cada vez? – Ela sugeriu esperançosa.

- Você não vai me deixar em paz, não é filha de Apolo? – Ela murmurou com um revirar de olhos.

A outra menina sorriu para ela, enquanto se colocava a seu lado, para apoia-la.

Um suspiro saiu de seus lábios, Leah era extremamente determinada como ela, então ela sabia que a garota não a deixaria em paz.

- Não vou oferecer a ela. – Ela assegurou, se colocando ao lado da outra e andando para a fogueira.

- Okay, quem será então? – Ela perguntou olhando a ruiva com curiosidade.

- Seu pai, porque tenho pena dele, por te você. – Ela brincou, jogando um pouco para o deus Apolo.

Mais o real motivo é que ela sempre gostou de Apolo.

Leah mostro a língua para ela e o dedo do meio.

- Mais alguém? – Ela pediu quando viu a ruiva continuar no lugar.

- Hefesto, não tenho talento pra isso, mais amo o que os filhos dele podem fazer, o cão robô de Anna e lindo e brilhante, além de cheio de detalhes, parece real. – Ela disse olhando a pequena filha prodígio de Hefesto que estava distraída durante o jantar, mexendo em algo, em seu cão robô.

Um xingamento saiu dos lábios de Leah, junto com uma risada alta.

- Juro que pensei que você era filha de Ares, ou Macária, não Afrodite. – Ela riu mais alto ainda, enquanto via o charme da deusa do amor envolver sua nova amiga ruiva boca suja.

Ela deu um grito um pouco alto, enquanto olhava suas roupas, impecáveis, seu cabelo longo ruivo acobreado estava em uma trança embutida de lado. E o símbolo da deusa do amor, brilhando a cima de sua cabeça.

- Mais que merda?! – Ela exclamou com raiva.

 



HABIIDADES:
Afrodite – Defesa e Persuasão




Presentes :
Colar de ouro / "Armadura" [Um colar fino de ouro reforçado capaz de cristalizar qualquer tecido desde que seja uma jaqueta, camiseta ou suéter.]

Serafim / Chicote [Um metro e oitenta de tira de couro entrelaçado com finos fios de ouro, o cabo tem aparência de asas abertas, asas de anjo. O chicote pode receber um nome, mas apenas nome de anjos. Dependendo do nome do chicote esse será o poder que a arma terá.] Raabe, anjo da morte – O chicote será tão preciso em seus ataques que só terá um lugar para onde os seus adversários poderiam ir – Direto para o tártaro.

Fênix / Mascote [Um animal dócil, treinado e obediente.  Apesar de não representar a deusa do amor e da beleza, tem tudo para levar esse titulo já que só liberam suas lágrimas de cura quando são tratados com amor e carinho. As lágrimas de cura só poderão ser usadas uma vez por missão.]




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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Poseidon em Ter 19 Set 2017 - 20:51


Hope


A sua ficha tem uma boa trama, um bom desenvolvimento e creio que será melhor trabalhada com a evolução da sua personagem. Apenas quero atentar aos teus erros ortográficos, esquecestes de acentuar palavras várias vezes, trocou o "mas" pelo "mais" em praticamente todos os usos e etc. Quero que se atente a esses pontos, no mais:

Aprovada.





POSEI
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Tyler Evans em Sab 25 Nov 2017 - 18:11

WTF?


Nome: Tyler Evans

Idade: 17

Deus(a) Escolhido(a): Athena

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Porque ela tem sabedoria e eu como pessoa gosto de pessoas sabias.

História:

Mais um dia normal para Tyler, que, acordando cedo para ir trabalhar se arruma bota a primeira roupa que encontra no guarda roupa, desce as escadas para tomar café pega uma maçã e da tchau para seus pais, mas sua mãe o lembra que é fim de semana.

- Mas filho hoje é sábado e você falou que iria ficar com Rose a manhã inteira.

-Ah é, prometi que iria almoçar com ela hoje.

Os dois começaram a namorar há pouco tempo, se conheceram em uma livraria no Brooklyn, queriam pegar o mesmo livro, era Percy Jackson o Ladrão de Raios. Combinaram de revesar o livro de 5 em 5 minutos e passaram a tarde inteira lendo este livro, no fim ela passou o whatsapp para ele e ficaram a noite mandando mensagem um para o outro. Uma certa hora ele a convidou para um encontro, no outro dia eles foram tomar um Milkshake no McDonald's, o tempo passou e eles ficaram mais próximos.

Tyler chegou para pega-la, que chegou linda com um vestido preto e um salto alto branco, resumindo ela estava magnífica e ele com aquela roupa de moleque, sentiu-se envergonhado. Rose entrou no carro, ele já começou a pedir desculpas e antes dele terminar a frase ela deu um beijo nele, passou uns 5 minutos e eles se tocaram que eles iriam almoçar então Tyler ligou o carro e os dois foram para o restaurante mais chique da cidade. Comeram uma comida ótima, após foram para um lugar onde poderiam conversar, em um pequeno morro longe da cidade. Tyler viu que tinha alguma coisa de estranho nela e ele perguntou.

-Rose tem alguma coisa de errado com você?

-Não, só vou te matar!

-Como assim, o que?

Rose da um soco em Tyler que cai, as últimas coisas que ele conseguiu ver foi uma criatura metade humano e metade bode lutando com Rose, enquanto o garoto rolava morro abaixo, graças ao ataque dela. Aquele ser deu um chute em Rose e depois disso Tyler apagou. Acordou em uma sala estranha, viu que estava em uma maca e começou a ficar apavorado. Se pergunta o que aconteceu, há uma enfermeira do lado esquerdo e sem esperar o garoto pergunta a ela onde está, e a enfermeira responde.

-Você está no Acampamento Meio-Sangue.





Habilidades: +1 Mira/Precisão
+1 Instinto de Sobrevivência

Presentes de reclamação: Dracma / Escudo [Aparentemente um dracma comum, mostrando um lado Atena e no outro uma coruja, ao ser jogado para cima se transmutar em um escudo médio de bronze.]


Guerra Justa / Lança [Atena é deusa da guerra justa, desde que nasceu armada tinha sua lança e seu escudo, seus filhos ganham uma réplica de sua lança feita de bronze celestial, capaz de fatiar monstros facilmente.]
All Books / Livro [Um livro de capa de couro azul, com o título escrito em dourado: All Books. O livro se transforma em qualquer outro exemplar que exista ou já tenha existido, sempre mantendo a mesma capa. Quando em sua forma original, as páginas do objeto assumem um aspecto envelhecido e deixam de ter quaisquer coisas escritas nelas. A grossura do presente é a mesma de uma apostila fina e a altura dele é mediana.]  

Alguém me tira daqui




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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Sab 25 Nov 2017 - 21:30


Tyler Evans


Boa noite, jovem! Tudo bem? Espero que sim <3

Vamos lá. Sua ficha foi um pouco corrida, e senti falta de detalhamentos. Você é novato, não é? Por ser um novato no mundo dos fóruns, mesmo que tenha sido uma ficha corrida, não é uma coisa que o faria reprovar. Por tanto, seja bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue!

Aprovado.




Nyx 
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Jhon Korolensk em Qui 7 Dez 2017 - 22:28

Nome: Jhon Korolensk
Idade: 23 anos
Deus(a) Escolhido(a): Thanatos
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Eu escolhi o Thanatos por que combinaria com a personalidade do meu personagem,alem de o Thanatos ser um deus exato, simples e logico, sem se importar com as emoções alheias.

História:

Prologo

Abandonado pelo pais, colocado em uma lata de lixo pela mãe quando tinha apenas 1 ano, assim que começa a historia de Jhon Hood. Um garoto rebelde que sobrevive nas vielas de Vladivostok, a maior cidade portuária da Russia,sua principalatividade para se manter vivo sempre foi o assassinato.
O primeiro contato de Jhon com a morte foi quando, este ainda tinha 7 anos, a Dona do orfanato aonde ele cresceu matou o cachorro, que ele havia encontrado rua, com uma pedrada. Jhon tomado pela raiva esgueirou-se ate o quarto da velha durante a noite e a matou com uma navalha que ele escondia em seu bolso.
Apos esse episodio Jhon fugiu do orfanato, e assim começou sua carreira como assassino. Primeiro com pequenos trabalhos como o amante e a esposa do dono de uma taverna que lhe acolheu quando ele estava quase morrendo de fome. Depois passando para trabalho maiores como o assassinato concorrentes de uma grande empresa de navegação de Vladivostok, quando ele tinha apenas 17 anos. Assim começou a vida de nosso meio sangue.

Atualmente (Jhon Korolensk 23 anos)


Era uma tipica manhã de inverno, o sol aparecia timido no céu, nevava muito logo cedo, indicando que seria um dia agradavel para Jhon trabalhar.
Ele levanta, somente de cueca, toma um banho e veste sua caracteristica jaqueta de couro preta, calças jeans ja gastas, um chapeu preto, estilo mafia italiana e um cachecol escondendo a cara, assim Jhon sai e se dirige para o bar enfrente ao hotel onde esta hospedado para esperar seu proximo serviço.
Ao chegar no bar ele ocupa um lugar na mesa mais afastada da luz onde consegue ocultar quase que por completo seu rosto graças ao cachecol e a má iluminação, enquanto o contato não aparece Jhon saboreia uma dose de Stolichnaya para começar bem o dia.
São exatamente 9 horas quando seu contato chega no local, senta-se em frente a Jhon e larga um envelope que contem o docie do alvo. Jhon pega o envelope, abre e começa ler. Aparentemente é uma missão facil, o alvo é um "zé ninguem" que mora em um beco nas docas do porto, a morte deve parecer acidental como por exemplo uma explosão causada por vazamento de gás. Jhon fecha o doice e faz uma afirmação com a cabeça em sinal que aceita o trabalho, o estranho contato levanta e sai, Jhon percebe que havia uma "aura de morte" envolta do homem.

Final

Apos localizar a casa do "alvo" Jhon o vigia dia e noite durante uma semana, anotando horario de saida e chegada, frequencia de visitas e se os vizinhos são muito "xeretas". Apos uma semana de espionagem Korolensk constata que não haveria motivos para querer matar aquele homem, mas serviço era serviço.
Na manha do 8º dia, depois do "alvo" sair Jhon entrou sorateiramente na casa, destravando a fechadura com algumas ferramentas, e monta uma armadilha logo atraz da porta colando um explosivo acionado por remoção de um pino (estilo granada so que com uma explosão maior) de cada lado da porta e ligando elas uma fina espia de aço. Ao abrir a porta o "alvo" arrancaria os pinos iniciando a detonação da bomba explodindo ele e possivelmente as duas casas ao lado.
Apos a armadilha montada Korolensk sai pela porta de traz e fica a uns 50 metros longe da casa esperando o alvo chegar, escorado em um muro tomando sua Stolichnaya. Era 18 horas, horario em que o alvo virava a esquina, como ja havia feito tantas vezes, vinha caminhando devagar cansado de mais um longo dia de serviço no porto. O homem para enfrente a porta pega as chaves lentamente, coloca na fechadura e abre a porta... então uma explosão acontece, impusionando o homem contra o predio da frente enquanto as chamas seguiam logo atraz, matando instantaneamente o homem.
Jhon apos ver aquela incrivel cena, digna de hollywood, ajeita o chapeu na cabeça vira de costas e sai dando uma pequena risada. Então apos andar 3 metros ele ouve alguem aplaudindo, ele para ja com a mão em uma faca de caça com 30 cm de lamina que ele esconde dentro da jaqueta, e vira para traz. Para sua surpresa o homem que contatou os seus serviços esta parado, apoiado em uma grande foice lhe aplaudindo com um grande sorriso, entao diz:
- Está foi mesmo uma obra digna de um de meus filhos! -ahahahahahah!
Jhon fica atônito, "Meu filho? Meu pai morreu a muito tempo aquele verme"
- O que você esta falando?
- Está bebado ou louco? Diz Jhon ja com a mão no cabo da faca.
- Isto mesmo você Jhon Korolensk! - Você é meu filho!
- Filho de Thanatos, e um semi deus
Jhon então cai na gargalhada não acreditando na história que aquele homem louco estava contanto.
- Você pagou e e matei o cara, agora nosso contrato está acabado passar bem!
Apos isso Jhon vira de costas e sai andando, então como magica o estranho aparece na sua frente, pega-o pelo colarinho da camisa e o puxa bem perto.
- Bem insolente você rapaz! Mas se duvida tanto de min, va ate os Estados Unidos no local onde está indicado no mapa que esta junto do docie da sua missão, vá ate la e descubra se estou mentindo, meu cético filho.
Com essas ultimas palavras o homem desaparece em uma nuvem negra, o que deixa Jhon Mais atônito e com uma pulga atraz da orelha. Sendo assim ele parte para os EUA para então descobrir que sua vida está para mudar drasticamente

Habilidades: +1 força
    +1 Defesa

Presentes de reclamação:

Daedric Sickles / Foice [A foice é a principal arma de uma prole de Thanatos. Logo, o maior presente dado ao seus filhos são duas foices de punho, cujos cabos e lâminas são de ferro estígio, com detalhes em algum material vermelho não-identificado. As lâminas medem cerca de quarenta centímetros e nunca perdem o fio. Elas possuem uma corrente de prata no final do cabo, cujo tamanho é definível, para que o filho de Thanatos possa enrolá-las em seus braços e atacar à distância com as foices. Lança uma energia negra, que se fortalece mais a cada nível e faz mais danos aos adversários.]


Died / Escudo [Um escudo extremamente resistente, feito em bronze. Quem olha seu reflexo nele, se enxerga morto, ferido ou extremamente feio. Isto é uma distração perfeita para que o filho de Thanatos ataque. O escudo pode ser lançado contra a cabeça do oponente e desacordá-lo, se o golpe for forte. Transmuta-se em um anel.]

Timeless / Colar [Colar de prata, cujo pingente é um pequeno ônix. Quando ativado, tudo ficará em câmera lenta, sendo que o usuário é o único que não será afetado, podendo se movimentar normalmente. Se for perdido volta para o bolso do usuário após um turno. Dura dois turnos e o alcance é de 20 metros, pode ser utilizado duas vezes por evento e necessita de um intervalo de um turno para usar novamente.]
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hera em Sex 8 Dez 2017 - 14:47


Jhon Korolensk


Oi meu caro semideus. Antes de mais nada seja bem vindo.

Vamos lá. Sua ficha foi um tanto quanto... Rápida. Eu gostei da história, da trama dela e de como a envolveu na narração e como o seu personagem teve contato com a esfera de seu pai que é a morte. Mas seu texto tem alguns erros de escrita que infelizmente não me possibilita te aprovar. Repare isso e boa sorte na próxima vez.

Reprovado.


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Cole Riverdale em Dom 10 Dez 2017 - 12:36

Nice to meet you, where you've been?
Nome: Cole Riverdale
Idade: 18 anos
Deus(a) Escolhido(a): Deméter
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Deméter é uma deusa que chama a atenção pois faz jus à história da minha personagem que se identifica muito com a deusa. Seria muito interessante para a trama de Cole.

História: Cole Riverdale nasceu no interior de Indiana, EUA em uma pequena cidade onde a cultivação do trigo é muito intensa, logo a agricultura sempre esteve presente em sua vida. O jovem americano foi criado por seu pai Gary Riverdale, pai solteiro. Gary raramente comentava sobre a mãe de Cole, e quando o fazia dizia que ela era uma mulher linda que sempre o incentivou a ter um negócio relacionado a agricultura, porém faleceu quando Cole nasceu.
Apesar de ser um jovem simpático e até que calmo, Cole nunca se adaptou às escolas da região, passando por mais de dez. Isso levou Gary a educar o filho em casa enquanto cuidava da colheita de trigo, logo Cole sempre gostou desta vida 'calma.' Por algum motivo, Gary sempre amou mitologia de todos os tipos, passando seus conhecimentos ao filho e seu amor por tal incluindo nas aulas que Cole recebia em casa.

-//-

Ao completar dezessete anos, Cole viveu um de seus piores dias. Gary acabara de descobrir um câncer, deixando-o debilitado, porém a cidade onde viviam não poderia oferecer um tratamento adequado, somente encontrariam apoio o suficiente em Manhattan onde possuiam família. Logo se mudaram para lá, para a casa do tio de Cole que morava sozinho; Hugo Riverdale.
Chegando em Manhattan, Gary recebeu o tratamento adequado para sua doença e Cole se encontrou num lugar onde ninguém dava valor para a natureza e isso o chateava profundamente, só conseguia sentir-se satisfeito quando ia algum parque isolado da cidade. Em pouco tempo encontrou um emprego em uma floricultura perto de onde morava, tranquilamente.
Mas algo em Cole dizia que ele não estava no lugar certo ainda.
Em uma de suas conversas com seu pai, Cole comentou o que sentia sobre Manhattan além das dúvidas sobre a própria mãe.
- Pai, eu sei que o senhor gosta de Manhattan, mas nada aqui é como era em Indiana. Eu sinto falta da natureza, das grandes plantações e até mesmo das suas aulas sobre mitologia. Também me incomoda que você nunca fale da minha mãe! Quem é ela? - Cole perguntou aflito.
- Já está na hora de você saber. Mas não pense que é loucura, primeiro temos que te levar num lugar especial. - Gary respondeu.
Gary e Cole pegaram um táxi até Long Island, desceram na praia o que deixou Cole confuso. Caminharam um pouco sobre a areia antes que Gary começasse a falar.
- Tudo começou quando eu a conheci, ela era linda... Você tem os olhos dela. Eu me apaixonei instantaneamente, nós tivemos um caso e então você nasceu. - Gary falou enquanto admirava o mar - Só que ela não morreu, Cole. Ela não pode morrer porque... Ela é imortal. Ela é Deméter.
Cole parou de caminhar, olhou para seu pai como se ele estivesse contando uma piada de muito mal gosto e começou a rir de nervoso. Riu por cerca de cinco minutos até que percebeu que seu pai não estava compartilhando da "graça".
- Isso não é possível. Não pode ser. Você tá falando sério? - O jovem perguntou exasperado.
- É, Cole. Sua mãe é Deméter. - Gary disse - Agora que você sabe, está em grande perigo e precisa ir para o lugar certo.
Deméter.
Lugar Certo.
Era como se tudo fizesse sentido agora, de um jeito bizarro... Muito bizarro.
Gary e Cole caminharam rápido, o jovem ainda estava atordoado pela quantidade de informações que recebeu há alguns minutos. Saíram da praia e logo encontraram uma floresta não muito densa em colinas suaves, continuaram a caminhada até se depararem com a entrada do que parecia um acampamento de veraneio, um grande espaço. Na entrada estavam dois 'guardas' que simpatizaram logo com os 'visitantes'.
- É aqui. Esse é o lugar certo, Cole. - Gary disse dando um abraço em seu filho, se despedindo.
Cole, meio receoso, foi recebido pelos 'guardas' do acampamento. E finalmente pôde se sentir em casa de fato.


Habilidades: +1 Agilidade
+1 Instinto de Sobrevivência

Presentes de reclamação: • Sword Da cobra - Pode parecer um bracelete em formato de cobra, mas pode virar uma grande espada envenenada por sangue de uma Mamba Negra.

• Foices Sangrentas - Duas foices que ao ser melada por sangue de um semideus faz aumenta seu tamanho.

• Anel das plantações - Um simples anel encantado, quando o(a) filho(a) quer pode fazer nascer um planta.
Notes: Rain  Tagged: Nobody for now Wearing: Clothes
THANK YOU WEIRD BY LOTUS GRAPHICS EDITION!
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Deméter em Seg 11 Dez 2017 - 11:52


Cole


Cole,

Sua ficha foi curta, porém me agradou. Espero que desenvolva melhor sua história em BMO's. Bem Vindo, filho <3

Aprovado


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Aileen Ni Chonail em Ter 16 Jan 2018 - 22:09

Hefesto


Nome: Aileen Ni Choanil

Idade: 17 anos

Deus(a) Escolhido(a): Hefesto

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Aileen  é mais do que uma personagem filha de um Deus, Hefesto por carregar consigo a benção do fogo é a personificação perfeita para ser o pai da personagem. Sua história será criada exaltando os dons para forja, mas também uma enorme familiaridade com o elemento em questão. O fogo é um elemento primordial na existência humana e o meu desejo é mostrar a grande dádiva que Hefesto deixou para os humanos ao dar-lhes o fogo. Hefesto muitas vezes é esquecido e visto apenas como o ferreiro dos deuses, mas o que desejo é realmente mostrar que ele é tão importante quanto qualquer olimpiano, bem como seus filhos

História: A noite caia por toda a cidade como um manto negro que recobria a todos que ousavam estar fora de suas casas. Os olhos esmeralda fintaram o céu sem estrelas daquela noite, procurando uma explicação para tudo o que havia acorrido naquele dia, seu coração batia apertando em seu peito como se o augúrio de algo ruim estivesse por vir. Os cabelos vermelhos caiam espalhados por suas costas, conferindo ainda mais largado a menina que usava naquela noite uma calça larga de cor preta e uma blusa vermelha, mas sua expressão era tensa, seu cenho estava franzido e as bochechas ainda mais vermelhas do que o de costume. A confusão que habitava seu ser era sem igual, sentia-se como se não conhecesse a si mesma e fosse uma completa estranha. ─ ‘‘Por quê?  Por que de tanta mentira?’’ ─ indagava-se angustiada a jovem.

Voltou a caminhar de forma displicente e sem rumo procurando respostas para tudo que havia descoberto sobre si. Os braços balançavam suavemente ao lado de seu corpo e seu olhar parecia perdido no meio da multidão de pessoas que estavam na rua àquela hora, não sabia o que era mais difícil de aceitar, a história que sua mãe e aquele ‘‘homem’’ haviam contado a ela, ou se era o fato de aceitar que sua mãe havia mentido para ela, as duas opções eram difíceis de aceitar e fazia a jovem Aileen sentir-se com um nó em sua garganta. Por várias e várias vezes respirou fundo tentando acalmar-se, pois podia sentir que a sua sensatez estava por um triz de esvair-se de vez, as mãos de pele muito branca já estava ficando avermelhada, tamanha era a força que a jovem usava para mantê-las fechada.

Depois de algum tempo caminhando chegou a um lugar que lhe era um tanto familiar, mas que naquele túrbido momento lhe era um completo estranho. Era um pequeno parque, mas a àquela hora da noite estava completamente deserto, apenas as folhas das árvores balançavam. Era um pequeno playground onde as crianças brincavam durante o dia e a jovem lembrava-se perfeitamente de quando ela brincava ali, caminhou vagarosamente até um dos balanços e sentou-se, seus dedos deslizaram pelas correntes frias. Os olhos verdes cerraram-se languidamente à medida que Aileen abaixava a cabeça e os cabelos carmesins ocultavam seu rosto.  

Naquele instante a jovem tentava manter-se calma e pensar, mas por alguma razão as primeiras imagens que vieram a sua cabeça eram de quando ainda garotinha corria por aquele lugar. Porem lembrava-se de quanto era solitária, pois devido a sua aparência exótica as outras crianças tendiam a evita-la. Aileen sabia que sua mãe havia deixado a terra natal dela, Irlanda, para viver na Grécia, havia se mudado por questões de trabalho e nunca mais voltou, principalmente depois do nascimento da jovem menina. Sobre seu pai pouco sabia, apenas que por algum motivo que sua mãe nunca explicou ele deixou as duas, segredos que nunca foram revelados até então, cresceu ouvindo sua mãe falar que seu pai a amava, porém não podia cuidar delas, Aileen preferiu crescer como se ele não existisse.

Ainda que fosse grega os traços irlandeses de sua mãe marcaram sua aparência, Aileen era praticamente uma cópia de sua genitora, mas a forma de agir e pensar sempre foram divergentes. As mãos da jovem deslizavam pela corrente enquanto pensava em sua infância e por um instante tudo fez sentido, era como se entendesse naquele momento o porquê de sentir-se tão diferente de todos, era muito mais que sua aparência, era aquilo que carregava em sua veia.  Sentiu quando seu cenho franziu de forma abrupta e a raiva percorreu seu corpo, igualmente o sangue em sua veia, suas mãos apertaram as correntes com um pouco mais de força e fez um pouco mais força balançando, pôde ouvir o ranger das correntes do velho balanço.

Naquele momento a ruiva tinha a plena certeza que tudo que havia vivido era uma completa mentira e toda contada por sua mãe, podia lembrar-se com perfeição de todas as vezes que chegava em casa chorando porque algum coleguinha a feito chorar. Sua mãe a amparava carinhosamente dizendo que a jovenzinha era especial e agora sabia o motivo de todas aquelas palavras de conforto. ‘‘─ Tantas mentiras... Tanta traição''. ─ Quanto mais pensava no assunto, mais sentia raiva de si mês mesma, mais sentia raiva daquele ‘’ homem’’ que havia a abandonado. Balançou a cabeça tentando expulsar as lembranças felizes de sua infância e a tristeza que estava naquele momento atracada em sua alma de forma intensa.

Seus pés tocavam o chão e impulsionavam seu corpo para frente, criando aquele movimento de vai e vem enquanto refletia sobre a situação, desejava intensamente naquele momento não ter chegado ao apartamento em que vivia com a sua mãe e ouvir aquela conversa, tão pouco ver aquele ‘‘homem’’, se é que ela poderia chama-lo de homem. Ele era bem mais que isso e Aileen acreditava naquilo por mais estapafúrdio que fosse, sentia-se dentro de uma história de faz de conta e era como se sua mente hesitasse em acreditar. Porém ouvia nitidamente as palavras de sua mãe ainda em sua mente e a surpresa dela ao vê-la, aquele homem parado entre as duas a olhando de forma impactante e profunda, Aileen arrepiava-se por completo só de lembrar-se das palavras que ouviu naquele início de noite.

Lembrava-se de quando chegou a sua casa no início da noite não imaginava as surpresas que o destino guardava para ela, o dia tinha transcorrido de forma corriqueira como sempre, havia passado o dia em seu pequeno ateliê criando mais um bando de esculturas com metal. Como estava cansada e como fome como sempre abriu a porta e foi entrando, mas assim que seus pés tocaram o chão de sua casa, não pôde deixar de ouvir a voz exaltada de sua mãe, nunca havia a visto daquela forma, Aileen caminhava vagarosamente e com passos suaves. A medida que se aproximava da sala a jovem podia ouvir as vozes, sua mãe não estava sozinha.

‘‘ ─ Não! Ela não vai! ─ dizia a mãe da jovem de forma exaltada.’’

‘‘─ Ela precisa ir Sarah, não é justo privar a verdade dela mais do que já privamos! ─ dizia uma voz masculina. ─ Isso é para o bem dela.’’

‘‘ ─ O bem dela é próximo a mim. Longe de toda essa loucura. ─ dizia a mulher.’’

‘‘ ─ Eu sempre lhe disse que esse dia chegaria... Não há nada que possamos fazer. Vai ser melhor assim. Ela vai poder aprender mais sobre ela mesma. ’’

Nesse instante Aileen então revelou sua presença, os olhos verdes fintavam firmemente a figura masculina que ali se encontrava, ainda que fosse um completo estranho de alguma forma estranha ele era familiar. Não era um homem muito alto e nem muito belo, mas algo nele era diferente, o que fez a jovem encara-lo fixamente. Podia sentir a tensão no ar, sua mãe estava visivelmente alterada com a presença da ruiva ali, por alguns instantes um silêncio sepulcral tomou conta do lugar, todos ali procuravam palavras para continuar com aquela conversa, foi então que impetuosamente Aileen começou a falar:

‘‘ ─ De quem vocês estão falando? Por acaso é sobre mim? ─ Indagava a jovem de forma direta.’’

‘‘ ─ Filha... Escute. ─ a mulher aproximava-se da jovem. ─ Estamos sim falando sobre você, mas precisamos conversar...’’

‘‘ ─ Quem é esse homem? Diga mãe! ─ perguntava com um misto de apreensão e medo.’’

‘‘ ─ Eu? Eu sou seu pai Aileen. ─ interrompeu o homem.’’

Os olhos verdes da jovem arregalaram-se por completo ao ouvir tais palavras, mas aquelas de longe eram as palavras mais impressionantes que a menina escutaria naquela conversa. Logo em seguida vieram as demais revelações que a deixaram ainda mais perturbada, mas que explicavam todas as lacunas de sua vida, todas as dúvidas que tivera toda a sua vida. Sim escutar que seu pai era um Deus e que aquilo que corria em sua veia era um misto entre humano e divino assustaram Aileen profundamente. Seus olhos fintavam os de sua mãe tristemente, sentindo-se traída pela pessoa que mais amava. A cada palavra dita pelos dois, a ruiva sentia uma imensa vontade de sair dali e quando foi dito que ela precisaria deixar a casa de sua mãe, foi a gota d’agua para a menina que saiu correndo daquele lugar.

Agora Aileen estava sentada naquele balanço digerindo aquela história intragável e louca, mas que no fundo sabia que era verdade, seus cabelos vermelhos tremulavam levemente com a brisa noturna e tentava organizar seus pensamentos, as mãos soltaram as correntes e repousaram sobre os joelhos.  Enquanto estava distraída sentiu uma mão firme repousar em seu ombro e tocar seus cabelos, rapidamente a jovem levantou e seus olhos se chocaram com a figura de seu pai, Hefesto:

─ O que você faz aqui? Eu não quero falar com você! ─ disse a garota de forma direta.

─ Eu sei... Você tem todos os motivos do mundo para não acreditar em mim, mas eu peço que me escute apenas uma vez. ─ dizia Hefesto olhando a menina.

─ Você me abandonou desde que eu nasci e agora quer me tirar da minha mãe? Não! Eu não quero saber de nada. ─ respondia incisivamente a menina.

─ Eu não pude ficar com você, para segurança de vocês duas. Escute Aileen, mesmo distante eu sempre protegi você e sua mãe da forma que estava ao meu alcance. Sei que deve ter sido difícil para você, mas as coisas tinham que ser assim. ─ Explicava pacientemente o Deus.

─ Você pensa que eu sou o que? Uma marionete em suas mãos? Para fazer seus caprichos? Não eu não sou e não sair de perto da minha mãe.

─ Então faça isso por ela Aileen, para que você possa cuidar dela e protege-la. Criança você nem imagina os perigos que ainda te aguardam e se não aprender logo a usar tudo que existe dentro de você, sua mãe que ira pagar o preço maior.

─ Como assim? ─ perguntava preocupada.

─ Você é filha de um Deus Aileen e logo isso se tornara muito evidente e o futuro que te aguarda é incerto e sua mãe pode sofrer as consequências disso. ─ dizia Hefesto.

Aileen se via diante de um enorme conflito, sentia raiva dele, mas também sentia um grande temor, se algo acontecesse a sua mãe jamais se perdoaria, os olhos verdes fintaram o chão por breves instantes e depois novamente a ruiva ergueu o olhar. Os olhos dela cruzaram-se diretamente com o do Deus e depois do breve silencio perguntou:

─ E o que tenho que fazer? ─ disse um pouco contrariada.

O homem sorriu e apoiou a mão no ombro da garota, seu olhar era tão ardente quanto o dela e com um tom sereno e calmo ele respondia.

─ Vou te levar para um lugar onde vai poder refinar suas habilidades e se tornar forte o suficiente para proteger sua mãe. No acampamento você vai aprender muito Aileen. Faça isso por Sarah... Minha filha.

Aileen nada disse, apenas abaixou o olhar e um pouco a cabeça, o suficiente para que a enorme franja cobrisse seu olhar, apenas fez um movimento positivo com a cabeça. Permaneceu muda assim como o homem a sua frente, ambos sabiam que as palavras eram desnecessárias naquele momento e Aileen aceitava a proposta de seu pai apenas por um único motivo, poder cuidar de sua mãe que era a pessoa que ela mais amava.  



Habilidades: +1 Força
+1 Resistência

Presentes de reclamação:

► Martelo das Forjas - Um Martelo feito de Bronze celestial, aço e um pouco de prata, com ele o filho de Hefesto pode criar muitas coisas, também é eficaz na batalha, o Martelo só pode ser erguido por um filho de Hefesto.

► Kit do pai - Uma Maleta com Bronze celestial, Prata, Ouro, Rubis e Ouro Imperial, para o filho de Hefesto criar armas.

► Escudo Pirotesco - Aparentemente um Escudo comum, porém é capaz de pegar fogo para poder defender o filho de Hefesto.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Qua 17 Jan 2018 - 15:17


Aileen


Boa tarde, honey <3

Sempre que leio seus posts eu me sinto uma sacolinha de plástico, pois é. Como sempre, sua narração está muito boa, e é muito satisfatório ver a Aileen novamente <3

Seja bem vinda!

Aprovada



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