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Reclamação Divina

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Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Dom 14 Jun 2015 - 13:40

Relembrando a primeira mensagem :


Reclamação Divina
Assim que chega ao Acampamento, a reclamação de um indefinido é feita em volta da fogueira, todas as noites. Quando o mesmo é reclamado, aparece-lhe sobre a cabeça um holograma - muitas vezes caracterizado com o símbolo divino de seu pai ou mãe-. Daí, ele é levado até o chalé respectivo e pode conhecer seus irmãos e irmãs, iniciando assim a sua vida de meio-sangue. Entretanto, nem todos são agraciados com um chalé só para si após à fogueira, podendo ficar indeterminado durante semanas, meses ou anos. Os Deuses possuem responsabilidades, afinal, e dependendo do tempo que demoram para cumpri-las, acabam esquecendo-se de certos indivíduos em sua numerosa prole.



Deuses disponíveis para fazer a ficha neste tópico:
Athena;
Deméter;
Dionísio;
Ares;
Afrodite;
Hécate;
Apolo;
Hefesto;
Hebe;
Lissa;
Hermes;
Íris;
Éolo;
Macária;
Melinoe;
Quione;
Thanatos;
Phobos;
Deimos;
Selene;
Nêmesis;
Eros.


Para saber quem é o seu pai ou mãe basta preencher a ficha abaixo e esperar que um Deus atualize. Lembrando que para reclamação dos Três Grandes e Grupos Extras, há tópicos específicos!




Nome: Nome completo do personagem, sem abreviações.
Idade: Idade do personagem.
Deus(a) Escolhido(a): Especifique.
Porque quer ser reclamado por esse Deus:
História: mínimo de quinze linhas completas
Habilidades: (Conforme a lista daqui)
Presentes de reclamação: poste aqui os presentes que deseja ganhar de seu pai/mãe, juntamente com as descrições dos mesmos. Lembre-se de consultar o tópico aqui.




Última edição por Zeus em Sex 25 Ago 2017 - 14:05, editado 3 vez(es)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hera em Sab 16 Set 2017 - 22:35


Nut


Gostei da premissa de sua ficha e da história. Em alguns momentos eu pude me perder, mas foi muito boa. Você está aprovado.




Justine


Se eu falar que eu não chorei, estaria mentindo.

De longe, a sua ficha foi uma das melhores que eu já tive o prazer de ler. Do começo ao fim teve uma premissa ótima, super flúida e enfim, é só isso mesmo. Meus parabéns.

Aprovada.


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hope S. A. Kuznietsova em Dom 17 Set 2017 - 14:01



Ficha


Nome: Hope Stella Anastásia Kuznietsova


Idade: 17 anos


Deusa escolhida: Afrodite


Motivo:  Afrodite, porque ela não sera uma tipica filha de Afrodite, que pensa mais em roupas, garotos e romance, é claro ela ainda é uma garota, gosta dessas coisas, mais quer distancia. Com seu passado traumático, sera extremamente irônico, sua mãe ser a deusa do amor e sexualidade.
História:


- Você é tão bonita... Sua pele é tão sedosa... - O homem velho falou para a pequena garota tocando seu rosto. Um sorriso cheio de luxúria se espalhava por seu rosto.

O homem não era velho, velho mais comparado com a menina de 7 anos a sua frente, ele era extremamente velho com seus 32 anos.

A pequena menina estava de volta aos orfanatos, dessa vez ela havia ido parar em um orfanato em Nova York onde sua antiga ''família'' morava, as pessoas que a adotaram, tinham finalmente conseguido ter filhos e a tinha chutado como um cachorro de rua.

Senhor Peter, havia a chamado para seus aposentos após o jantar, ela não queria ir, mais sabia que podia acabar sendo punida, se não obedecesse as ordens das pessoas que trabalhavam no orfanato, ela já havia passado por orfanatos antes, alguns os tratavam como seres humanos, crianças como eram, mais outros havia punições para as ordens não cumpridas.

- Senhor Peter? – Ela chamou assustada, seus olhos arregalados de medo, ela deu um passo para trás batendo contra a parede.

- Quero que você se deite na cama querida... – Ele murmurou com a voz rouca.

Suas sobrancelhas se arquearam em confusão, e o medo começou a dominá-la.

E ela tentou fugir, mais o homem mais velho a puxou pelos cabelos, empurrando seu pequeno corpo contra a parede.

Os  olhos da menina estavam arregalados em pavor.




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Suas mãos se apertaram contra a cocha de cama, seu corpo estava coberto de um suor frio, sua pele mais pálida do que o normal. Os lençóis que enrolavam seu corpo a essa altura estavam jogados no chão, ela levantou em um sobressalto, seus cabelos vermelhos acobreados revoltos, seus olhos que agora mesmo tinham um tom mais diferentes que o normal, estavam entre o verde e castanho. Suas pupilas estavam dilatadas.

Ela correu para o banheiro quando a bile começou a subir por sua garganta.

Seus cabelos caiam em seu rosto, enquanto ela vomitava no vaso sanitário, lágrimas grossas desciam por seu rosto.  

Quando finalmente conseguiu parar de vomitar, ela pode sentir mãos em seus cabelos, e mãos em seu rosto.

Ela sabia que era seu pai, ele era o único que cuidava dela após um pesadelo, mais mesmo assim, o impulso de afastá-lo era mais forte do que a vontade de não magoá-lo por si afasta.

O toque daquele monstro estava muito fresco em sua memória, ela não podia suportar o toque de qualquer um após um pesadelo.  

- Desculpe... – Ela pediu entre soluços se colocando de pé com as pernas trêmulas.

Seu pai não tentou tocá-la novamente, ele sabia que era como se tivesse causando dor física a tocando após um pesadelo.

- Vou esperá-la do lado de fora dorogoy (querida). – Ele disse a olhando com compreensão e dor.

Dimitri poderia não ser seu pai biológico, mais ele amava aquela menina como se ela fosse sua filha. Ela era sua filha, aparte do momento que ele a viu.




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Ele estava nos Estados Unidos, e literalmente bateu de frente com uma menina, de roupa esfarrapada, rosto tão sujo quanto as roupas. Ela estava visivelmente mais magra do que deveria, usava roupas finas para o inverno, seus olhos que pareciam mudar de cor, estavam assustados e apavorados, ela tinha uma sacola nas mãos, que caiu de seus braços quando ela trombo com o grande homem.

- Ei garrotinha... – Ele falou, com sua voz saindo grossa, mais o tom era suave, seu sotaque russo saiu grosso e espesso apesar disso.

A menina pareceu mais assustada com sua voz, e em menos de três segundos, ela havia de levantado, e girado nos calcanhares, e estava correndo do grande homem como se sua vida depende-se disso.

- Senhor? – Um de seus seguranças chamou já de preparando para correr atrás da pequena garota.

- Vamos atrás dela! – Ele não soube o porque, mandou pegar a criança, apenas que a fragilidade que tinha nos olhos daquela menina, ele já havia visto antes.

Em seus próprios olhos...

Ele demorou quase meia hora para encontrá-la.

- Eu não vou, machucá-la criança. Prrometo. Já tive uma filha... A perrde... Nunca farria nada contrra uma crriança... Prrometo... - Sua voz saiu carregada de dor, mais ela pode ver a verdade em seus olhos castanhos claros.

Ela não deveria confiar nele, mais confiou, depois de tudo que aconteceu com ela, ela confiou em alguém, e estava certa. Dimitri le deu uma casa, comida, escola, a ensinou a tocar e andar a cavalo, mais nunca pediu nada em troca, ele a criou como filha, deis de seus 13 anos, quando a encontrou na rua, com outras crianças que havia fugido do orfanato.

Dimitri, trouxe as outras crianças 6 no total, todas meninas para debaixo de suas asas, cuidou e protegeu elas, e a única que havia ficado com ele, e tocado seu coração foi Hope, ela era como seu nome dizia, esperança...

Ela passou meses, sem ao menos abri a boca, arisca, com medo de tudo, mais sempre pronta para a luta, para fugir.

Mais um dia, ela o encontrou chorando sobre o tumulo de sua filha... Ela nunca deixava alguém tocá-la, mais pela primeira vez em 6 meses, ela tinha tomado a iniciativa, e o abraçado tentando reconfortá-lo.  

Apesar disso, a caminhada para fazê-la confiar nele demorou quase dois anos, mais finalmente, Dimitri conseguiu conquistá-la, quando começou a ensiná-la a cavalgar.

Ele sempre poderia lembra o olhar de felicidade, e de criança em seu rosto jovem, quando ela cavalgou pela primeira vez.



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- Papa? - A menina ruiva chamou, ao sair do banheiro, seus cabelos longos ruivos, estavam molhados e mais escuros pela água, e ela vestia uma calça de moletom de grandes dimensões, e uma blusa de moletom igualmente larga.

Seus olhos agora tinham um tom verdes escuros, e estavam vermelhos e inchados.

- O, moya dorogaya (Oh querida)... - Ele murmurou estendendo os braços para ela.

Ela se aconchegou contra seu corpo, suspirando, enquanto fechava os olhos, lágrimas silenciosas começaram a descer por seu rosto.

A única pessoa que já havia a visto chorar depois de seus 7 anos, foi seu pai... Ninguém mais havia a visto chorar, ela havia si fechado, para qualquer um, além dele, mesmo que ela fingisse ser feliz, animada, ela sempre estava disposta a ajudar as pessoas, mais ela muito raramente deixava alguém entra, deis dos seus 7 anos, apenas duas pessoas tinham quebrado suas barreiras, seu pai e o filho de uma das meninas que havia sido violada, pelo mesmo monstro que ela.

- Desculpe papa... - Ela murmurou com a voz rouca.

- Você nunca prrecisa se desculpar querida... - O sotaque de seu pai, sempre foi mais espesso do que o dela, apesar de ela quase sempre, puxar o R, como ele.




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No dia seguinte, Hope acordou com os olhos doloridos, em um sobressalto, com a cabeça no peito de seu pai, enquanto ele acariciava seus cabelos vermelhos acobreados com os dedos. Um suspiro aliviado saiu de seus lábios, seu pai sempre tinha o dom de espanta os pesadelos.

- Hora de levantar Sweetie... O que acha de fazermos uma caminhada? Loki pode preparar os cavalos, enquanto você toma banho e se troca. - Ele sugeri, beijando o rosto da garota.

- Não acho que tenha muita alternativa... - Ela murmurou fazendo uma careta, ela odiava ordens. Mais nunca era capaz de dizer não a seu pai.

Ele a olhou por dois segundos e sorriu, um daqueles sorrisos que mostrava as curvinhas em suas bochechas.

-Tudo bem, tudo bem! – Ela exclamou levantando as mãos para o alto.



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- Oi amor... – Ela murmurou, para seu grande garanhão negro, Thorment era lindo, com seu pelo negro brilhoso.

Ela acariciou seu pelo, ganhando um relincha em troca, e uma balançada de cabeça.

- Vamos aposta uma corrida velhote? – Hope provocou, enquanto subia em Thor, acariciando sua cabeça.

- Você está me desafiando sua garota insolente? – Seu pai entro na brincadeira, ela pode ver humor brilhar em seus olhos, enquanto ele fechava a cara para ela, tentando parecer sério.

- Claro que sim velhote. – Ela sorriu, um sorriso enorme que parecia iluminar todo o seu rosto.

Quando ela estava assim com seu pai, principalmente cavalgando, era uns do momentos em que ela esquecia o que tinha acontecido de ruim em sua infância, não só a violação, mais também a fome que havia passado, as surras, o medo e etc.

Em momentos como esse ela se sentia uma pessoa normal, feliz. É não uma aberração que via coisas estranhas em algumas pessoas as vezes. Não a menina que foi deixada recém-nascida em um orfanato na Geórgia.  

Sim em sua curta vida ela já havia ido para muitos lugares, passado por vários lares adotivos e vários orfanatos, em cidades diferentes, de acordo de onde seus pais adotivos se mudavam.  

Mais não havia nenhum lugar que ela ama-se mais do que a Sibéria, terra natal de seu pai, e onde ela morava deis de que seu pai a resgatou.  

Mais agora eles estavam nos Estados Unidos, por negócios de seu pai e turismo.

- Vamos lá velhote! – Ela gritou para ele rindo, enquanto cavalgava em seu cavalo a frente de seu pai e chocolate, a égua dele, seu pai era apaixonado por chocolate.

Antes que ela pudesse ver o que estava acontecendo, o cavalo se levantou sobre as patas traseiras, relinchando, a jogando para o chão.

O ar sumiu de seus pulmões quando suas costas bateu contra o chão da floresta, e sua cabeça se chocou contra uma pedra pontuda, sangue começou a escorrer da parte de trás de sua cabeça.

- Você está bem? – Chamou uma voz desconhecida preocupada.

Ela se levantou com um sobressalto, mais sua cabeça rodou, a fazendo se curva e apoiar as mãos contra o chão sujo.

Ela levantou o rosto quando ouviu os passos do dono da voz se aproximar. Seus olhos se arregalaram ao pegar suas pernas peludas e com cascos.

- O que... O que é você?! – Ela exclamou piscando várias vezes.

Sua visão estava embaçada, mais ela já havia passado por coisas piores para se deixar abalar por isso.

Quando ela tentou se mover novamente, uma dor aguda passou por seu lado esquerdo, onde ela tinha absorvido a maior parte de sua queda.

- O que ? – O homem com pernas de bode pediu, a olhando com uma mistura de confusão é surpresa.

- Suas pernas... Você tem pernas de bode? – Ela perguntou incerta, encarando suas pernas.

- Não sou um bode! Sou um sátiro! – Ele falou alto, aparentemente ofendido.

- Não disse que você é um bode! Disse que tem pernas de um! – Ela grunhiu para ele, e fechou os olhos, quando sua cabeça começou a lateja.

Talvez a queda tenha sido pior do que ela pensava?

Ela não estava mentindo quando disse que tinha tido pior, mais mesmo assim não significava que não doía.

É o homem ou criatura a sua frente não estava ajudando muito. Ela deveria está assustada, mais por incrível que pareça, ela estava bem com isso.

- Hope! – Ela pode ouvir seu pai gritar, não muito longe.

Ela se levantou, e dessa vez ignorou a vertigem.

- Você pode me ver? – Ele pediu com surpresa, sua irritação de antes havia sumido.

Antes que ela pudesse responde, pode sentir o nariz molhado de seu cavalo.

- Ei menino, tudo bem... Estou bem. – Ela murmurou para ele acariciando sua cabeça.

Ele parecia triste por tê-la a derrubado.  

- Quem é você?!- Dimitri surgiu de repente, seu rosto estava contorcido em uma máscara furiosa.

Seus olhos foram para as pernas do homem e ele pareceu surpreso. Seus olhos seguiram para sua menina e ele a encarou por vários segundos.

Pai e filha pareceram ter uma conversa silenciosa, Hope deu um passo para trás, seu rosto ficou vermelho de raiva, seus olhos adquiriram um tom castanho escuro, com um leve toque de verde.

- Você mentiu pra mim?! – Ela pediu, ela pode ver em seus olhos, que seu pai também viu as pernas do homem, que ela não estava pirando por causa da queda, ou era uma de suas alucinações, com coisas estranhas.

- Sweetie... Eu não menti... Apenas achei que você sofrreu o suficiente para saber sobrre esse mundo... Tinha minhas suspeitas, mais não sabia que fazia parte desse mundo também. – Ele disse, pulando de seu cavalo, e andando lentamente para sua filha.

Ela era uma menina doce, meiga e carinhosa, mais quando irritada... Não iria ser o alvo de sua fúria.

- Do que está falando?! Que mundo?! Está querrendo me dizer o que? Que os serres mitológicos existem? Deuses? – Ela zombou com uma risada irônica, que fez uma cabeça latejar mais ainda. Com sua raiva, seu sotaque russo saiu mais espesso.

Ela podia não te vivido a vida toda na Sibéria, mas o sotaque sempre a acompanhava agora.

Ela sabia do amor de seu pai por seres mitológicos e deuses, principalmente Hefesto, ele sempre falava sobre eles, mais ela não acreditava neles.

- Você é um semideus? – O sátiro pediu surpreso.

O homem o ignorou, o que estava em jogo agora era o amor de sua menina.

- Não querria envolve-la nisso... É um mundo perigoso, onde pessoas morrem o tempo todo... Você já passou por tanta coisa em sua vida, não queria trazê-la para isso. Esse mundo pode ser fascinante, cheio de aventura. Mas existe muitas perdas, e perigos. – Ele Murmurou para si mesmo, e não pode se conter e pensar em sua esposa e filha mortas.

Ele havia sido atacado por um monstro, e elas haviam pagado o preço.

Hope o encarou, lendo todas as emoções que passava por seu rosto e olhos, seu pai sempre foi um livro aberto. Foi um dos motivos, que ela começou a confiar nele.

Ela podia ver a dor, medo, e raiva em seus olhos.

- Isso tudo realmente existe? – Ela pediu olhando-o com uma mistura de medo e excitação.

Mais raiva começou a domina-la, se seu pai ou mãe era um deus, porque ele nunca havia a ajudado?

A imagem da mulher que sempre a reconfortava depois dos abusos, surgiu em sua mente. E ela deu um passo atrás inconscientemente, seu pai havia contado como uma história.  

Mais ele havia dito que, os deuses podiam visitar seus filhos semideus, em seus sonhos e mentes em alguns momentos.

Então era sua mãe... Se ela era uma deusa porque nunca tentou ajudá-la? Tirá-la daquele inferno em que ela viveu durante três anos ? Ou das ruas onde ela viveu por mais três anos, antes de Dimitri a encontra ?

O homem mais velho pode ver as engrenagens girarem na cabeça de sua menina, ele pode ver as peças se encaixando em sua mente brilhante e havida, e seu rosto adquire aquele olhar furioso, e o olhar de que ela tinha formado sua mente para algo, e ele a conhecia, quando ela tomava uma decisão ou formava sua mente para algo, ninguém era capaz de fazê-la mudar de ideia.

- Sim, tudo existe... Mais não culpe seu pai ou mãe porr isso Hope... Os deuses não podem interferir na vida de seus filhos semideuses... – Ele tentou acalma-la, fazê-la entender.

- Oh sim! Toda essa baboseira! Ah claro! Então porque eles resolvem ter filhos?! Para nós colocar no mundo apenas para morrer por eles e sermos devotos?! Não me venha com essa papa! Todos temos direitos de escolher. Ela é uma deusa ! Ela pode ter me gerado, mais não devo nada a ela, muito menos tentar entende-la! Ela nunca me ajudou em nada! Se ela acha que sussurra que tudo vai ficar bem, e cantar para mim, depois de ser estuprada e espancada,  ou uma noite mal dormida porque estava com fome e frio, vai funcionar como um pedido de desculpas está perdidamente enganada! – Ela gritou para ele, socando seu peito, e ignorando o sátiro ainda chocado que estava ao lado.

Uma tontura a dominou, e antes que pudesse dizer algo, por trás de seu rosto agora banhado de lágrimas, sua mente ficou escura, e ela desmaiou.



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- Velho Dimitri! – Um homem alto apareceu na porta da enfermaria.

Dimitri levantou a cabeça e olhou seu velho amigo, ele é o homem a sua frente, tinham sido os únicos a sobrarem de seu antigo grupo de adolescência.

- Adrian. – Ele cumprimentou seu velho amigo.

- Eliot, o sátiro que assustou o cavalo, da menina me contou o que aconteceu... Não é a maneira mais fácil de se descobri ser uma semideusa, pelo menos ninguém morreu... – Ele falou olhando seu velho amigo, e depois seus olhos foram para a menina deitada na cama.

Ela estava mais pálida que o normal, ainda inconsciente pela perda de sangue e tinha uma costela do lado esquerdo fraturada pela queda.

O homem russo riu, e balançou a cabeça de um lado para o outro.

- Promete a mim mesmo que não voltaria aqui... Mais bem... Aqui estou... – Ele suspirou passando as mãos por seus longos cabelos castanhos.

Foi vindo para o acampamento que ele perdeu a mulher de sua vida e sua filha, e depois disso, ele queria apenas manter distância do acampamento.

- Parece que você tem uma coisinha bem bravinha aí. – Adrian brincou quando viu sua tensão, ele era um filho de Ares pelos deuses, sentimentos não era seu forte.

- Você não sabe o quanto... Vai ser difícil deixá-la aqui... Mais acho que será o mas seguro... Ela vai arrancar minha cabeça por isso... – Ele riu sem humor, com um estremecimento.  

Os homens não perceberam, mais a menina havia acordado, e ouvido seu curto diálogo.

A ruiva continuou deitada com os olhos fechados, repassando as coisas que seu pai havia contado, ser egoísta nunca foi uma de suas características, então ela não podia colocar seu pai em perigo, não mais...

Era quase inacreditável que dois semideuses juntos nunca tivessem sido atacados por algum monstro, mais ela não colocaria seu pai em risco, porque não queria saber sobre sua mãe ou ser uma semideusa...

- Eu não vou dá problema sobre ficar... Não quero saber nada sobre minha mãe, seja lá qual deusa ela for, mais não vou colocar o senhor em perrigo por não querrerr saber sobre ela. – Ela murmurou olhando seu pai, e se levantou novamente, mordendo o lábio inferior para conter o gemido de dor que queria escapar por seus lábios.

Seus olhos foram para o homem ao lado de seu pai, e ele sorriu para ela.

- Não querro que você saia de perrto de mim... Mais é o mais seguro... Você aprender a se defender, para poder se proteger, não vou poder está perto de você o tempo todo... É uma rarridade nunca termos sido atacados juntos. – Ele disse com um suspiro, tomando o rosto de sua pequena garota nas mãos.

- Vou sentir sua falta Sweetie... – Ele murmurou beijado sua testa é a abraçando apertado.


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Fazia duas semanas deis de sua chegada, e nada de ser reclamada, não é como se ela estivesse muito surpresa com isso, afinal de contas sua mãe nunca havia se importado muito com ela.

Pelo menos ela achava que era sua mãe ainda, pela mulher que aparecia em seus sonhos em sua infância.

- Ei Hope! – Chamou uma filha de Apolo, os filhos de Apolo pelo que havia percebido até agora não era apenas os predominantes como um dos mais simpático e imperativos.

- Hey Leah... – Ela cumprimento a menina alta enquanto se sentava a seu lado.

- Você não vai oferecer nada a seu pai ou mãe? Talvez seja por isso que ela ou ele não tenha te reclamado ainda. – Leah falou depois de engolir um pedaço de batata doce.

- Mesmo que fosse fazer uma oferenda não seria para minha “mãe”, não é como se ela tivesse feito muito por mim durante esses anos. Além de que já faz duas semanas que estou aqui Lee, você deveria desistir – Hope falou com amargura, enquanto brincava com sua comida.

Leah a encarou, elas tinham ficado o que podia se considerar amigas, mas Hope não havia falado muito sobre o porque de sua raiva por sua mãe.

- Então porque não oferece para outros deuses? Um passo de cada vez? – Ela sugeriu esperançosa.

- Você não vai me deixar em paz, não é filha de Apolo? – Ela murmurou com um revirar de olhos.

A outra menina sorriu para ela, enquanto se colocava a seu lado, para apoia-la.

Um suspiro saiu de seus lábios, Leah era extremamente determinada como ela, então ela sabia que a garota não a deixaria em paz.

- Não vou oferecer a ela. – Ela assegurou, se colocando ao lado da outra e andando para a fogueira.

- Okay, quem será então? – Ela perguntou olhando a ruiva com curiosidade.

- Seu pai, porque tenho pena dele, por te você. – Ela brincou, jogando um pouco para o deus Apolo.

Mais o real motivo é que ela sempre gostou de Apolo.

Leah mostro a língua para ela e o dedo do meio.

- Mais alguém? – Ela pediu quando viu a ruiva continuar no lugar.

- Hefesto, não tenho talento pra isso, mais amo o que os filhos dele podem fazer, o cão robô de Anna e lindo e brilhante, além de cheio de detalhes, parece real. – Ela disse olhando a pequena filha prodígio de Hefesto que estava distraída durante o jantar, mexendo em algo, em seu cão robô.

Um xingamento saiu dos lábios de Leah, junto com uma risada alta.

- Juro que pensei que você era filha de Ares, ou Macária, não Afrodite. – Ela riu mais alto ainda, enquanto via o charme da deusa do amor envolver sua nova amiga ruiva boca suja.

Ela deu um grito um pouco alto, enquanto olhava suas roupas, impecáveis, seu cabelo longo ruivo acobreado estava em uma trança embutida de lado. E o símbolo da deusa do amor, brilhando a cima de sua cabeça.

- Mais que merda?! – Ela exclamou com raiva.

 



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Afrodite – Defesa e Persuasão




Presentes :
Colar de ouro / "Armadura" [Um colar fino de ouro reforçado capaz de cristalizar qualquer tecido desde que seja uma jaqueta, camiseta ou suéter.]

Serafim / Chicote [Um metro e oitenta de tira de couro entrelaçado com finos fios de ouro, o cabo tem aparência de asas abertas, asas de anjo. O chicote pode receber um nome, mas apenas nome de anjos. Dependendo do nome do chicote esse será o poder que a arma terá.] Raabe, anjo da morte – O chicote será tão preciso em seus ataques que só terá um lugar para onde os seus adversários poderiam ir – Direto para o tártaro.

Fênix / Mascote [Um animal dócil, treinado e obediente.  Apesar de não representar a deusa do amor e da beleza, tem tudo para levar esse titulo já que só liberam suas lágrimas de cura quando são tratados com amor e carinho. As lágrimas de cura só poderão ser usadas uma vez por missão.]




Thanks Panda
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Poseidon em Ter 19 Set 2017 - 20:51


Hope


A sua ficha tem uma boa trama, um bom desenvolvimento e creio que será melhor trabalhada com a evolução da sua personagem. Apenas quero atentar aos teus erros ortográficos, esquecestes de acentuar palavras várias vezes, trocou o "mas" pelo "mais" em praticamente todos os usos e etc. Quero que se atente a esses pontos, no mais:

Aprovada.


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Tyler Evans em Sab 25 Nov 2017 - 18:11

WTF?


Nome: Tyler Evans

Idade: 17

Deus(a) Escolhido(a): Athena

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Porque ela tem sabedoria e eu como pessoa gosto de pessoas sabias.

História:

Mais um dia normal para Tyler, que, acordando cedo para ir trabalhar se arruma bota a primeira roupa que encontra no guarda roupa, desce as escadas para tomar café pega uma maçã e da tchau para seus pais, mas sua mãe o lembra que é fim de semana.

- Mas filho hoje é sábado e você falou que iria ficar com Rose a manhã inteira.

-Ah é, prometi que iria almoçar com ela hoje.

Os dois começaram a namorar há pouco tempo, se conheceram em uma livraria no Brooklyn, queriam pegar o mesmo livro, era Percy Jackson o Ladrão de Raios. Combinaram de revesar o livro de 5 em 5 minutos e passaram a tarde inteira lendo este livro, no fim ela passou o whatsapp para ele e ficaram a noite mandando mensagem um para o outro. Uma certa hora ele a convidou para um encontro, no outro dia eles foram tomar um Milkshake no McDonald's, o tempo passou e eles ficaram mais próximos.

Tyler chegou para pega-la, que chegou linda com um vestido preto e um salto alto branco, resumindo ela estava magnífica e ele com aquela roupa de moleque, sentiu-se envergonhado. Rose entrou no carro, ele já começou a pedir desculpas e antes dele terminar a frase ela deu um beijo nele, passou uns 5 minutos e eles se tocaram que eles iriam almoçar então Tyler ligou o carro e os dois foram para o restaurante mais chique da cidade. Comeram uma comida ótima, após foram para um lugar onde poderiam conversar, em um pequeno morro longe da cidade. Tyler viu que tinha alguma coisa de estranho nela e ele perguntou.

-Rose tem alguma coisa de errado com você?

-Não, só vou te matar!

-Como assim, o que?

Rose da um soco em Tyler que cai, as últimas coisas que ele conseguiu ver foi uma criatura metade humano e metade bode lutando com Rose, enquanto o garoto rolava morro abaixo, graças ao ataque dela. Aquele ser deu um chute em Rose e depois disso Tyler apagou. Acordou em uma sala estranha, viu que estava em uma maca e começou a ficar apavorado. Se pergunta o que aconteceu, há uma enfermeira do lado esquerdo e sem esperar o garoto pergunta a ela onde está, e a enfermeira responde.

-Você está no Acampamento Meio-Sangue.





Habilidades: +1 Mira/Precisão
+1 Instinto de Sobrevivência

Presentes de reclamação: Dracma / Escudo [Aparentemente um dracma comum, mostrando um lado Atena e no outro uma coruja, ao ser jogado para cima se transmutar em um escudo médio de bronze.]


Guerra Justa / Lança [Atena é deusa da guerra justa, desde que nasceu armada tinha sua lança e seu escudo, seus filhos ganham uma réplica de sua lança feita de bronze celestial, capaz de fatiar monstros facilmente.]
All Books / Livro [Um livro de capa de couro azul, com o título escrito em dourado: All Books. O livro se transforma em qualquer outro exemplar que exista ou já tenha existido, sempre mantendo a mesma capa. Quando em sua forma original, as páginas do objeto assumem um aspecto envelhecido e deixam de ter quaisquer coisas escritas nelas. A grossura do presente é a mesma de uma apostila fina e a altura dele é mediana.]  

Alguém me tira daqui




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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Sab 25 Nov 2017 - 21:30


Tyler Evans


Boa noite, jovem! Tudo bem? Espero que sim <3

Vamos lá. Sua ficha foi um pouco corrida, e senti falta de detalhamentos. Você é novato, não é? Por ser um novato no mundo dos fóruns, mesmo que tenha sido uma ficha corrida, não é uma coisa que o faria reprovar. Por tanto, seja bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue!

Aprovado.




Nyx 
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Jhon Korolensk em Qui 7 Dez 2017 - 22:28

Nome: Jhon Korolensk
Idade: 23 anos
Deus(a) Escolhido(a): Thanatos
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Eu escolhi o Thanatos por que combinaria com a personalidade do meu personagem,alem de o Thanatos ser um deus exato, simples e logico, sem se importar com as emoções alheias.

História:

Prologo

Abandonado pelo pais, colocado em uma lata de lixo pela mãe quando tinha apenas 1 ano, assim que começa a historia de Jhon Hood. Um garoto rebelde que sobrevive nas vielas de Vladivostok, a maior cidade portuária da Russia,sua principalatividade para se manter vivo sempre foi o assassinato.
O primeiro contato de Jhon com a morte foi quando, este ainda tinha 7 anos, a Dona do orfanato aonde ele cresceu matou o cachorro, que ele havia encontrado rua, com uma pedrada. Jhon tomado pela raiva esgueirou-se ate o quarto da velha durante a noite e a matou com uma navalha que ele escondia em seu bolso.
Apos esse episodio Jhon fugiu do orfanato, e assim começou sua carreira como assassino. Primeiro com pequenos trabalhos como o amante e a esposa do dono de uma taverna que lhe acolheu quando ele estava quase morrendo de fome. Depois passando para trabalho maiores como o assassinato concorrentes de uma grande empresa de navegação de Vladivostok, quando ele tinha apenas 17 anos. Assim começou a vida de nosso meio sangue.

Atualmente (Jhon Korolensk 23 anos)


Era uma tipica manhã de inverno, o sol aparecia timido no céu, nevava muito logo cedo, indicando que seria um dia agradavel para Jhon trabalhar.
Ele levanta, somente de cueca, toma um banho e veste sua caracteristica jaqueta de couro preta, calças jeans ja gastas, um chapeu preto, estilo mafia italiana e um cachecol escondendo a cara, assim Jhon sai e se dirige para o bar enfrente ao hotel onde esta hospedado para esperar seu proximo serviço.
Ao chegar no bar ele ocupa um lugar na mesa mais afastada da luz onde consegue ocultar quase que por completo seu rosto graças ao cachecol e a má iluminação, enquanto o contato não aparece Jhon saboreia uma dose de Stolichnaya para começar bem o dia.
São exatamente 9 horas quando seu contato chega no local, senta-se em frente a Jhon e larga um envelope que contem o docie do alvo. Jhon pega o envelope, abre e começa ler. Aparentemente é uma missão facil, o alvo é um "zé ninguem" que mora em um beco nas docas do porto, a morte deve parecer acidental como por exemplo uma explosão causada por vazamento de gás. Jhon fecha o doice e faz uma afirmação com a cabeça em sinal que aceita o trabalho, o estranho contato levanta e sai, Jhon percebe que havia uma "aura de morte" envolta do homem.

Final

Apos localizar a casa do "alvo" Jhon o vigia dia e noite durante uma semana, anotando horario de saida e chegada, frequencia de visitas e se os vizinhos são muito "xeretas". Apos uma semana de espionagem Korolensk constata que não haveria motivos para querer matar aquele homem, mas serviço era serviço.
Na manha do 8º dia, depois do "alvo" sair Jhon entrou sorateiramente na casa, destravando a fechadura com algumas ferramentas, e monta uma armadilha logo atraz da porta colando um explosivo acionado por remoção de um pino (estilo granada so que com uma explosão maior) de cada lado da porta e ligando elas uma fina espia de aço. Ao abrir a porta o "alvo" arrancaria os pinos iniciando a detonação da bomba explodindo ele e possivelmente as duas casas ao lado.
Apos a armadilha montada Korolensk sai pela porta de traz e fica a uns 50 metros longe da casa esperando o alvo chegar, escorado em um muro tomando sua Stolichnaya. Era 18 horas, horario em que o alvo virava a esquina, como ja havia feito tantas vezes, vinha caminhando devagar cansado de mais um longo dia de serviço no porto. O homem para enfrente a porta pega as chaves lentamente, coloca na fechadura e abre a porta... então uma explosão acontece, impusionando o homem contra o predio da frente enquanto as chamas seguiam logo atraz, matando instantaneamente o homem.
Jhon apos ver aquela incrivel cena, digna de hollywood, ajeita o chapeu na cabeça vira de costas e sai dando uma pequena risada. Então apos andar 3 metros ele ouve alguem aplaudindo, ele para ja com a mão em uma faca de caça com 30 cm de lamina que ele esconde dentro da jaqueta, e vira para traz. Para sua surpresa o homem que contatou os seus serviços esta parado, apoiado em uma grande foice lhe aplaudindo com um grande sorriso, entao diz:
- Está foi mesmo uma obra digna de um de meus filhos! -ahahahahahah!
Jhon fica atônito, "Meu filho? Meu pai morreu a muito tempo aquele verme"
- O que você esta falando?
- Está bebado ou louco? Diz Jhon ja com a mão no cabo da faca.
- Isto mesmo você Jhon Korolensk! - Você é meu filho!
- Filho de Thanatos, e um semi deus
Jhon então cai na gargalhada não acreditando na história que aquele homem louco estava contanto.
- Você pagou e e matei o cara, agora nosso contrato está acabado passar bem!
Apos isso Jhon vira de costas e sai andando, então como magica o estranho aparece na sua frente, pega-o pelo colarinho da camisa e o puxa bem perto.
- Bem insolente você rapaz! Mas se duvida tanto de min, va ate os Estados Unidos no local onde está indicado no mapa que esta junto do docie da sua missão, vá ate la e descubra se estou mentindo, meu cético filho.
Com essas ultimas palavras o homem desaparece em uma nuvem negra, o que deixa Jhon Mais atônito e com uma pulga atraz da orelha. Sendo assim ele parte para os EUA para então descobrir que sua vida está para mudar drasticamente

Habilidades: +1 força
    +1 Defesa

Presentes de reclamação:

Daedric Sickles / Foice [A foice é a principal arma de uma prole de Thanatos. Logo, o maior presente dado ao seus filhos são duas foices de punho, cujos cabos e lâminas são de ferro estígio, com detalhes em algum material vermelho não-identificado. As lâminas medem cerca de quarenta centímetros e nunca perdem o fio. Elas possuem uma corrente de prata no final do cabo, cujo tamanho é definível, para que o filho de Thanatos possa enrolá-las em seus braços e atacar à distância com as foices. Lança uma energia negra, que se fortalece mais a cada nível e faz mais danos aos adversários.]


Died / Escudo [Um escudo extremamente resistente, feito em bronze. Quem olha seu reflexo nele, se enxerga morto, ferido ou extremamente feio. Isto é uma distração perfeita para que o filho de Thanatos ataque. O escudo pode ser lançado contra a cabeça do oponente e desacordá-lo, se o golpe for forte. Transmuta-se em um anel.]

Timeless / Colar [Colar de prata, cujo pingente é um pequeno ônix. Quando ativado, tudo ficará em câmera lenta, sendo que o usuário é o único que não será afetado, podendo se movimentar normalmente. Se for perdido volta para o bolso do usuário após um turno. Dura dois turnos e o alcance é de 20 metros, pode ser utilizado duas vezes por evento e necessita de um intervalo de um turno para usar novamente.]
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hera em Sex 8 Dez 2017 - 14:47


Jhon Korolensk


Oi meu caro semideus. Antes de mais nada seja bem vindo.

Vamos lá. Sua ficha foi um tanto quanto... Rápida. Eu gostei da história, da trama dela e de como a envolveu na narração e como o seu personagem teve contato com a esfera de seu pai que é a morte. Mas seu texto tem alguns erros de escrita que infelizmente não me possibilita te aprovar. Repare isso e boa sorte na próxima vez.

Reprovado.


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Cole Riverdale em Dom 10 Dez 2017 - 12:36

Nice to meet you, where you've been?
Nome: Cole Riverdale
Idade: 18 anos
Deus(a) Escolhido(a): Deméter
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Deméter é uma deusa que chama a atenção pois faz jus à história da minha personagem que se identifica muito com a deusa. Seria muito interessante para a trama de Cole.

História: Cole Riverdale nasceu no interior de Indiana, EUA em uma pequena cidade onde a cultivação do trigo é muito intensa, logo a agricultura sempre esteve presente em sua vida. O jovem americano foi criado por seu pai Gary Riverdale, pai solteiro. Gary raramente comentava sobre a mãe de Cole, e quando o fazia dizia que ela era uma mulher linda que sempre o incentivou a ter um negócio relacionado a agricultura, porém faleceu quando Cole nasceu.
Apesar de ser um jovem simpático e até que calmo, Cole nunca se adaptou às escolas da região, passando por mais de dez. Isso levou Gary a educar o filho em casa enquanto cuidava da colheita de trigo, logo Cole sempre gostou desta vida 'calma.' Por algum motivo, Gary sempre amou mitologia de todos os tipos, passando seus conhecimentos ao filho e seu amor por tal incluindo nas aulas que Cole recebia em casa.

-//-

Ao completar dezessete anos, Cole viveu um de seus piores dias. Gary acabara de descobrir um câncer, deixando-o debilitado, porém a cidade onde viviam não poderia oferecer um tratamento adequado, somente encontrariam apoio o suficiente em Manhattan onde possuiam família. Logo se mudaram para lá, para a casa do tio de Cole que morava sozinho; Hugo Riverdale.
Chegando em Manhattan, Gary recebeu o tratamento adequado para sua doença e Cole se encontrou num lugar onde ninguém dava valor para a natureza e isso o chateava profundamente, só conseguia sentir-se satisfeito quando ia algum parque isolado da cidade. Em pouco tempo encontrou um emprego em uma floricultura perto de onde morava, tranquilamente.
Mas algo em Cole dizia que ele não estava no lugar certo ainda.
Em uma de suas conversas com seu pai, Cole comentou o que sentia sobre Manhattan além das dúvidas sobre a própria mãe.
- Pai, eu sei que o senhor gosta de Manhattan, mas nada aqui é como era em Indiana. Eu sinto falta da natureza, das grandes plantações e até mesmo das suas aulas sobre mitologia. Também me incomoda que você nunca fale da minha mãe! Quem é ela? - Cole perguntou aflito.
- Já está na hora de você saber. Mas não pense que é loucura, primeiro temos que te levar num lugar especial. - Gary respondeu.
Gary e Cole pegaram um táxi até Long Island, desceram na praia o que deixou Cole confuso. Caminharam um pouco sobre a areia antes que Gary começasse a falar.
- Tudo começou quando eu a conheci, ela era linda... Você tem os olhos dela. Eu me apaixonei instantaneamente, nós tivemos um caso e então você nasceu. - Gary falou enquanto admirava o mar - Só que ela não morreu, Cole. Ela não pode morrer porque... Ela é imortal. Ela é Deméter.
Cole parou de caminhar, olhou para seu pai como se ele estivesse contando uma piada de muito mal gosto e começou a rir de nervoso. Riu por cerca de cinco minutos até que percebeu que seu pai não estava compartilhando da "graça".
- Isso não é possível. Não pode ser. Você tá falando sério? - O jovem perguntou exasperado.
- É, Cole. Sua mãe é Deméter. - Gary disse - Agora que você sabe, está em grande perigo e precisa ir para o lugar certo.
Deméter.
Lugar Certo.
Era como se tudo fizesse sentido agora, de um jeito bizarro... Muito bizarro.
Gary e Cole caminharam rápido, o jovem ainda estava atordoado pela quantidade de informações que recebeu há alguns minutos. Saíram da praia e logo encontraram uma floresta não muito densa em colinas suaves, continuaram a caminhada até se depararem com a entrada do que parecia um acampamento de veraneio, um grande espaço. Na entrada estavam dois 'guardas' que simpatizaram logo com os 'visitantes'.
- É aqui. Esse é o lugar certo, Cole. - Gary disse dando um abraço em seu filho, se despedindo.
Cole, meio receoso, foi recebido pelos 'guardas' do acampamento. E finalmente pôde se sentir em casa de fato.


Habilidades: +1 Agilidade
+1 Instinto de Sobrevivência

Presentes de reclamação: • Sword Da cobra - Pode parecer um bracelete em formato de cobra, mas pode virar uma grande espada envenenada por sangue de uma Mamba Negra.

• Foices Sangrentas - Duas foices que ao ser melada por sangue de um semideus faz aumenta seu tamanho.

• Anel das plantações - Um simples anel encantado, quando o(a) filho(a) quer pode fazer nascer um planta.
Notes: Rain  Tagged: Nobody for now Wearing: Clothes
THANK YOU WEIRD BY LOTUS GRAPHICS EDITION!
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Deméter em Seg 11 Dez 2017 - 11:52


Cole


Cole,

Sua ficha foi curta, porém me agradou. Espero que desenvolva melhor sua história em BMO's. Bem Vindo, filho <3

Aprovado


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Aileen Ni Chonail em Ter 16 Jan 2018 - 22:09

Hefesto


Nome: Aileen Ni Choanil

Idade: 17 anos

Deus(a) Escolhido(a): Hefesto

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Aileen  é mais do que uma personagem filha de um Deus, Hefesto por carregar consigo a benção do fogo é a personificação perfeita para ser o pai da personagem. Sua história será criada exaltando os dons para forja, mas também uma enorme familiaridade com o elemento em questão. O fogo é um elemento primordial na existência humana e o meu desejo é mostrar a grande dádiva que Hefesto deixou para os humanos ao dar-lhes o fogo. Hefesto muitas vezes é esquecido e visto apenas como o ferreiro dos deuses, mas o que desejo é realmente mostrar que ele é tão importante quanto qualquer olimpiano, bem como seus filhos

História: A noite caia por toda a cidade como um manto negro que recobria a todos que ousavam estar fora de suas casas. Os olhos esmeralda fintaram o céu sem estrelas daquela noite, procurando uma explicação para tudo o que havia acorrido naquele dia, seu coração batia apertando em seu peito como se o augúrio de algo ruim estivesse por vir. Os cabelos vermelhos caiam espalhados por suas costas, conferindo ainda mais largado a menina que usava naquela noite uma calça larga de cor preta e uma blusa vermelha, mas sua expressão era tensa, seu cenho estava franzido e as bochechas ainda mais vermelhas do que o de costume. A confusão que habitava seu ser era sem igual, sentia-se como se não conhecesse a si mesma e fosse uma completa estranha. ─ ‘‘Por quê?  Por que de tanta mentira?’’ ─ indagava-se angustiada a jovem.

Voltou a caminhar de forma displicente e sem rumo procurando respostas para tudo que havia descoberto sobre si. Os braços balançavam suavemente ao lado de seu corpo e seu olhar parecia perdido no meio da multidão de pessoas que estavam na rua àquela hora, não sabia o que era mais difícil de aceitar, a história que sua mãe e aquele ‘‘homem’’ haviam contado a ela, ou se era o fato de aceitar que sua mãe havia mentido para ela, as duas opções eram difíceis de aceitar e fazia a jovem Aileen sentir-se com um nó em sua garganta. Por várias e várias vezes respirou fundo tentando acalmar-se, pois podia sentir que a sua sensatez estava por um triz de esvair-se de vez, as mãos de pele muito branca já estava ficando avermelhada, tamanha era a força que a jovem usava para mantê-las fechada.

Depois de algum tempo caminhando chegou a um lugar que lhe era um tanto familiar, mas que naquele túrbido momento lhe era um completo estranho. Era um pequeno parque, mas a àquela hora da noite estava completamente deserto, apenas as folhas das árvores balançavam. Era um pequeno playground onde as crianças brincavam durante o dia e a jovem lembrava-se perfeitamente de quando ela brincava ali, caminhou vagarosamente até um dos balanços e sentou-se, seus dedos deslizaram pelas correntes frias. Os olhos verdes cerraram-se languidamente à medida que Aileen abaixava a cabeça e os cabelos carmesins ocultavam seu rosto.  

Naquele instante a jovem tentava manter-se calma e pensar, mas por alguma razão as primeiras imagens que vieram a sua cabeça eram de quando ainda garotinha corria por aquele lugar. Porem lembrava-se de quanto era solitária, pois devido a sua aparência exótica as outras crianças tendiam a evita-la. Aileen sabia que sua mãe havia deixado a terra natal dela, Irlanda, para viver na Grécia, havia se mudado por questões de trabalho e nunca mais voltou, principalmente depois do nascimento da jovem menina. Sobre seu pai pouco sabia, apenas que por algum motivo que sua mãe nunca explicou ele deixou as duas, segredos que nunca foram revelados até então, cresceu ouvindo sua mãe falar que seu pai a amava, porém não podia cuidar delas, Aileen preferiu crescer como se ele não existisse.

Ainda que fosse grega os traços irlandeses de sua mãe marcaram sua aparência, Aileen era praticamente uma cópia de sua genitora, mas a forma de agir e pensar sempre foram divergentes. As mãos da jovem deslizavam pela corrente enquanto pensava em sua infância e por um instante tudo fez sentido, era como se entendesse naquele momento o porquê de sentir-se tão diferente de todos, era muito mais que sua aparência, era aquilo que carregava em sua veia.  Sentiu quando seu cenho franziu de forma abrupta e a raiva percorreu seu corpo, igualmente o sangue em sua veia, suas mãos apertaram as correntes com um pouco mais de força e fez um pouco mais força balançando, pôde ouvir o ranger das correntes do velho balanço.

Naquele momento a ruiva tinha a plena certeza que tudo que havia vivido era uma completa mentira e toda contada por sua mãe, podia lembrar-se com perfeição de todas as vezes que chegava em casa chorando porque algum coleguinha a feito chorar. Sua mãe a amparava carinhosamente dizendo que a jovenzinha era especial e agora sabia o motivo de todas aquelas palavras de conforto. ‘‘─ Tantas mentiras... Tanta traição''. ─ Quanto mais pensava no assunto, mais sentia raiva de si mês mesma, mais sentia raiva daquele ‘’ homem’’ que havia a abandonado. Balançou a cabeça tentando expulsar as lembranças felizes de sua infância e a tristeza que estava naquele momento atracada em sua alma de forma intensa.

Seus pés tocavam o chão e impulsionavam seu corpo para frente, criando aquele movimento de vai e vem enquanto refletia sobre a situação, desejava intensamente naquele momento não ter chegado ao apartamento em que vivia com a sua mãe e ouvir aquela conversa, tão pouco ver aquele ‘‘homem’’, se é que ela poderia chama-lo de homem. Ele era bem mais que isso e Aileen acreditava naquilo por mais estapafúrdio que fosse, sentia-se dentro de uma história de faz de conta e era como se sua mente hesitasse em acreditar. Porém ouvia nitidamente as palavras de sua mãe ainda em sua mente e a surpresa dela ao vê-la, aquele homem parado entre as duas a olhando de forma impactante e profunda, Aileen arrepiava-se por completo só de lembrar-se das palavras que ouviu naquele início de noite.

Lembrava-se de quando chegou a sua casa no início da noite não imaginava as surpresas que o destino guardava para ela, o dia tinha transcorrido de forma corriqueira como sempre, havia passado o dia em seu pequeno ateliê criando mais um bando de esculturas com metal. Como estava cansada e como fome como sempre abriu a porta e foi entrando, mas assim que seus pés tocaram o chão de sua casa, não pôde deixar de ouvir a voz exaltada de sua mãe, nunca havia a visto daquela forma, Aileen caminhava vagarosamente e com passos suaves. A medida que se aproximava da sala a jovem podia ouvir as vozes, sua mãe não estava sozinha.

‘‘ ─ Não! Ela não vai! ─ dizia a mãe da jovem de forma exaltada.’’

‘‘─ Ela precisa ir Sarah, não é justo privar a verdade dela mais do que já privamos! ─ dizia uma voz masculina. ─ Isso é para o bem dela.’’

‘‘ ─ O bem dela é próximo a mim. Longe de toda essa loucura. ─ dizia a mulher.’’

‘‘ ─ Eu sempre lhe disse que esse dia chegaria... Não há nada que possamos fazer. Vai ser melhor assim. Ela vai poder aprender mais sobre ela mesma. ’’

Nesse instante Aileen então revelou sua presença, os olhos verdes fintavam firmemente a figura masculina que ali se encontrava, ainda que fosse um completo estranho de alguma forma estranha ele era familiar. Não era um homem muito alto e nem muito belo, mas algo nele era diferente, o que fez a jovem encara-lo fixamente. Podia sentir a tensão no ar, sua mãe estava visivelmente alterada com a presença da ruiva ali, por alguns instantes um silêncio sepulcral tomou conta do lugar, todos ali procuravam palavras para continuar com aquela conversa, foi então que impetuosamente Aileen começou a falar:

‘‘ ─ De quem vocês estão falando? Por acaso é sobre mim? ─ Indagava a jovem de forma direta.’’

‘‘ ─ Filha... Escute. ─ a mulher aproximava-se da jovem. ─ Estamos sim falando sobre você, mas precisamos conversar...’’

‘‘ ─ Quem é esse homem? Diga mãe! ─ perguntava com um misto de apreensão e medo.’’

‘‘ ─ Eu? Eu sou seu pai Aileen. ─ interrompeu o homem.’’

Os olhos verdes da jovem arregalaram-se por completo ao ouvir tais palavras, mas aquelas de longe eram as palavras mais impressionantes que a menina escutaria naquela conversa. Logo em seguida vieram as demais revelações que a deixaram ainda mais perturbada, mas que explicavam todas as lacunas de sua vida, todas as dúvidas que tivera toda a sua vida. Sim escutar que seu pai era um Deus e que aquilo que corria em sua veia era um misto entre humano e divino assustaram Aileen profundamente. Seus olhos fintavam os de sua mãe tristemente, sentindo-se traída pela pessoa que mais amava. A cada palavra dita pelos dois, a ruiva sentia uma imensa vontade de sair dali e quando foi dito que ela precisaria deixar a casa de sua mãe, foi a gota d’agua para a menina que saiu correndo daquele lugar.

Agora Aileen estava sentada naquele balanço digerindo aquela história intragável e louca, mas que no fundo sabia que era verdade, seus cabelos vermelhos tremulavam levemente com a brisa noturna e tentava organizar seus pensamentos, as mãos soltaram as correntes e repousaram sobre os joelhos.  Enquanto estava distraída sentiu uma mão firme repousar em seu ombro e tocar seus cabelos, rapidamente a jovem levantou e seus olhos se chocaram com a figura de seu pai, Hefesto:

─ O que você faz aqui? Eu não quero falar com você! ─ disse a garota de forma direta.

─ Eu sei... Você tem todos os motivos do mundo para não acreditar em mim, mas eu peço que me escute apenas uma vez. ─ dizia Hefesto olhando a menina.

─ Você me abandonou desde que eu nasci e agora quer me tirar da minha mãe? Não! Eu não quero saber de nada. ─ respondia incisivamente a menina.

─ Eu não pude ficar com você, para segurança de vocês duas. Escute Aileen, mesmo distante eu sempre protegi você e sua mãe da forma que estava ao meu alcance. Sei que deve ter sido difícil para você, mas as coisas tinham que ser assim. ─ Explicava pacientemente o Deus.

─ Você pensa que eu sou o que? Uma marionete em suas mãos? Para fazer seus caprichos? Não eu não sou e não sair de perto da minha mãe.

─ Então faça isso por ela Aileen, para que você possa cuidar dela e protege-la. Criança você nem imagina os perigos que ainda te aguardam e se não aprender logo a usar tudo que existe dentro de você, sua mãe que ira pagar o preço maior.

─ Como assim? ─ perguntava preocupada.

─ Você é filha de um Deus Aileen e logo isso se tornara muito evidente e o futuro que te aguarda é incerto e sua mãe pode sofrer as consequências disso. ─ dizia Hefesto.

Aileen se via diante de um enorme conflito, sentia raiva dele, mas também sentia um grande temor, se algo acontecesse a sua mãe jamais se perdoaria, os olhos verdes fintaram o chão por breves instantes e depois novamente a ruiva ergueu o olhar. Os olhos dela cruzaram-se diretamente com o do Deus e depois do breve silencio perguntou:

─ E o que tenho que fazer? ─ disse um pouco contrariada.

O homem sorriu e apoiou a mão no ombro da garota, seu olhar era tão ardente quanto o dela e com um tom sereno e calmo ele respondia.

─ Vou te levar para um lugar onde vai poder refinar suas habilidades e se tornar forte o suficiente para proteger sua mãe. No acampamento você vai aprender muito Aileen. Faça isso por Sarah... Minha filha.

Aileen nada disse, apenas abaixou o olhar e um pouco a cabeça, o suficiente para que a enorme franja cobrisse seu olhar, apenas fez um movimento positivo com a cabeça. Permaneceu muda assim como o homem a sua frente, ambos sabiam que as palavras eram desnecessárias naquele momento e Aileen aceitava a proposta de seu pai apenas por um único motivo, poder cuidar de sua mãe que era a pessoa que ela mais amava.  



Habilidades: +1 Força
+1 Resistência

Presentes de reclamação:

► Martelo das Forjas - Um Martelo feito de Bronze celestial, aço e um pouco de prata, com ele o filho de Hefesto pode criar muitas coisas, também é eficaz na batalha, o Martelo só pode ser erguido por um filho de Hefesto.

► Kit do pai - Uma Maleta com Bronze celestial, Prata, Ouro, Rubis e Ouro Imperial, para o filho de Hefesto criar armas.

► Escudo Pirotesco - Aparentemente um Escudo comum, porém é capaz de pegar fogo para poder defender o filho de Hefesto.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Qua 17 Jan 2018 - 15:17


Aileen


Boa tarde, honey <3

Sempre que leio seus posts eu me sinto uma sacolinha de plástico, pois é. Como sempre, sua narração está muito boa, e é muito satisfatório ver a Aileen novamente <3

Seja bem vinda!

Aprovada



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por November R. Daskov em Dom 28 Jan 2018 - 19:57


RAIN
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Idade: 23 anos

Deus(a) Escolhido(a): Eros

Porque quer ser reclamado por esse Deus: É um deus que acredita na maior força que possa existir em meio a humanidade: o amor. Poucos tem noção do que esse poder pode lhes causar, mas é justamente ele que trás todas as benevolências e malefícios à humanidade. Amor a comida? Gula. Amor a raiva? Ira. Amor ao sexo? Luxúria. E assim, por diante. O amor pode mudar quem cada um é em sua essência mais profunda, é aquele que faz as pessoas cometerem as maiores loucuras de suas vidas, leva as mesmas a ficarem insanas, fora de si. Leva as pessoas a tristeza mais profunda e até mesmo a morte.

História:

Eu não tinha ideia de quem eu era. Não até Otto entra na nossa família. Tudo sempre fora normal, papai e mamãe, a escola, meus amigos, tudo fora assustadoramente normal até eles terem a brilhante ideia de adotarem um garoto, queriam que eu tivesse um irmão. Aquela velha história de que filho único é mimado e não aprende a dividir e blá blá blá.

Em um determinado dia, quando eu tinha doze anos, fomos em um abrigo para menores, e lá estava ele. Pálido, olhos extremamente azuis e cabelos negros como a noite. Não era muito comunicativo, tinha um sorriso frio e sarcástico, mas, de alguma forma, chamou a atenção dos meus pais e eles imediatamente quizeram adotá-lo.

Eu e Otto não nos demos bem desde o inicio. Meus pais eram muito bonzinhos com ele, diziam que eu apenas estava implicando com o garoto por sempre ter sido filho único e agora ter de dividir a atenção que eu receberia só para mim. Não vou negar, foi um pouco disso, mas, Otto era cruel. Ele me batia, pegava minhas coisas, me trancava no banheiro e no armário da escola.

Era três anos mais velho, mais forte, tinha algo de frio e estranho nele. Algo que eu temia e não era só pela nova “superioridade” de irmão mais velho que ele impunha. Uma aura negra vivia cercando-o. Otto não parecia ter ressentimento nas coisas que fazia, apenas fazia.

Até que um dia, aconteceu. Eu havia chegado um pouco mais tarde da escola, estávamos trabalhando na decoração do baile de inverno. Otto tinha faltado aula, ele sempre fugia da escola pra ir fumar e beber com os amigos, se é que podemos chamar de amigos o que ele tinha.

Assim que entrei em casa percebi que algo não estava certo. Havia um clima mais frio que o normal, um cheiro de ferro acobreado no ar, algo que fez meu estômago virar. Aproximei-me da cozinha de forma lenta e cautelosa e foi então que vi. Otto estava com uma estaca de ferro nas mãos, nossos pais estavam caídos no chão, ambas as cabeças estouradas, os miolos espalhados pelos móveis e eletrodomésticos.

Ele se virou para mim, como se houvesse sentido minha presença. Seus olhos estavam negros com as veias saltadas ao redor. Como que acordando de um transe ele largou a estaca de ferro e seus olhos voltaram ao normal. Ele começou a chorar no momento seguinte e saiu correndo pela porta da cozinha para nunca mais voltar.

Fiquei por muito tempo encarando os corpos deles ali no chão até que senti uma lufada de ar nas minhas costas. Ao me virar vi um homem de cabelos castanhos e bem penteados, peitoral bem definido e nú, ele usava apenas uma túnica da cintura para baixo e nas costas projetavam-se enormes asas brancas.

— Meu filho, não tema. Vai ser difícil, mas vai ser um caminho que você precisa trilhar. O amor sempre estará do seu lado. Não desista, pois se desistir, não haverá mais nada, como não havia em seu irmão.

O homem sumiu no momento seguinte, mas eu já sabia o que fazer.

continua…

Habilidades: Mira/Precisão e Persuasão

Presentes de reclamação: ø Arco do Amor - Longo e de ouro puro, indestrutível.

ø Aljava com flechas do Amor - Com infinitas flecha que podem paralisar o oponente e pode deixar apaixonado se for a intenção do semideus.[Dura 1 turno]

ø Armadura do Amor - Uma armadura completa de Prata Celestial e banhada com o suco do Pomo de Ouro. Sendo assim, tendo uma cor irresistível de Prata com Ouro dos deuses. Quem a tocá-la senão o semideus portador ficará com o corpo revestido com o mesmo material o impossibilitando de se locomover por até 3 rodadas. Usado apenas como poder de defesa, não como ataque.

ø Pulseira de Rosas - Uma pulseira de Ouro com um pingente de uma Rosa que quando ativada, libera uma essência encantadora que é capaz de fazer tudo que está vivo, ficar encantado/paralisado num raio de 50 metros. [Duração de 2 turnos]
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por April P. Daskov em Dom 28 Jan 2018 - 21:37

Mais uma Daskov


Nome: April Paris Daskov
Idade: 27

Deus(a) Escolhido(a): Hebe

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Hebe é uma deusa sofrida e injustiçada, sempre varrendo e limpando, me identifiquei.

História:

Havia sido chuvosa aquela manhã em que a primeira filha de Gregory Daskov nascera, Zeus estava bravo com Hebe, nada que não fosse comum. Mais uma vez a deusa escapara dos salões grandiosos do Olimpo para a cama de um mero mortal, Zeus não estava no melhor momento e aquilo realmente afetou-o.

Ele respirou profundamente, os olhos fechados, tentando não criar mais um escândalo naquele dia.

- Ah Hebe querida, você fez de novo – sorriu ironicamente – Você sabe o que combinamos que aconteceria, sabe né?

- Não! Não faça isso, ela não tem culpa!

- Ela vai ficar bem, agora você e aquele mortal – soltou uma risada maléfica – Vocês nunca irão ver essa garota, nunca.

E assim foi feito. Zeus acelerou a gravidez, fazendo com que a deusa tivesse a pequena no início do dia seguinte, a única coisa que a ela viu fora os olhos da garotinha, no outro segundo ela desaparecera no colo do rei. A notícia do nascimento chegou rapidamente aos ouvidos de Gregory, que ainda não tinha nenhuma noção da existência dos deuses, aquilo fora um choque e tanto.

Os dois nunca mais se viram depois daquela tarde, Gregory passou a vida toda tentando esquecer daquilo, teve cuidado ao se envolver com outras deusas e nunca, sequer, mencionou a existência da primeira filha. Enquanto isso acontecia, Zeus chamou a menina de April, já que fora o mês em que a mesma nascera, deixou-a com um casal, ambos semideuses.

Eles cuidaram da garota e treinaram-na, até acharem melhor manda-la para um internato de semideuses que havia na Grécia. Lá ela teve aulas das mais diversas artes marciais, aprendeu a usar boa parte das armas medievais, além de aulas de como viver entre os mortais, nunca teve de preocupar-se em esconder nada, já que todos ali sabiam da realidade.

Mas os anos passaram e os administradores do local resolveram demolir tudo, não viam motivo em ter o internato se havia o acampamento. Boa parte dos semideuses resolveram seguir a vida, não fora o caso da loira.

Viveu mais um ano com os pais adotivos, mas era complicado viverem os três juntos no mundo mortal, atraiam monstros demais, estavam sempre em perigo. A garota já tinha 20, poderia se cuidar, ou poderia ir para o acampamento procurar o resto da família. Ela sempre soube que tinha mais irmãos, Zeus visitava-a de vez em quando, contava as novidades e ouvia-a reclamar sobre ter sido retirada da família. E o deus desviava daquele assunto.

O acampamento não era nem um pouco parecido com o internato, o primeiro ano fora difícil, encontrou alguns conhecidos, mas passou muito tempo esperando pelos irmãos. Quando Quíron disse que havia localizado um deles April ficou louca, queria sair correndo dali e ir resgata-los, mas o centauro negou aquilo.

Quando o mesmo chegou, talvez por medo da reação dele ou por medo de arruinar a vida dele, não se aproximou, nem sequer trocou um oi. Mas mesmo que ele não visse, ela estava lá de olho. E foi assim com todos os outros Daskov, até chegar November.




** Planejando detalhar isso em BMO, beijos de luz.





Habilidades: +1 Agilidade
+1 Resistência

Presentes de reclamação:

Young & Pretty/ Escudo [Um escudo de bronze celestial, completamente trabalhado em desenhos de Hebe ajudando a deusa Afrodite a pentear seus cabelos. Quando inutilizado, vira um bracelete.]


Morieris / Arco e Aljava - [Um arco longo, feito inteiramente de Ouro Celestial. Este aparece de acordo com a vontade do semideus, ou quando este corre algum perigo, em forma de aviso para que ele tome cuidado. Assim como o chicote, as flechas ao acertarem o inimigo, deixam-o envelhecido e fraco. São flechas mágicas, portanto, a aljava está sempre repleta delas.]


Juventus / Chicote [Ao contrário de seu nome, este ao atingir o inimigo, o deixa envelhecido e fraco, com movimentos mais lentos.]


Aff, né



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hera em Dom 28 Jan 2018 - 21:43


April e November


As duas fichas estão ótimas, muito boas mesmo. Gostei de como escreveram embora meio curto, e os motivos ficaram bons, embora o da April tenha sido muito curto, por assim dizer.

Sejam bem vindos.

Aprovados
ATT por Zeus

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por March J. Daskov em Seg 29 Jan 2018 - 21:26

”im a goner.
Nome: March Jonathan Daskov.
Idade: 21 anos

Deus(a) Escolhido(a): Apolo.

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Sem dúvida será um desafio desenvolver um personagem com tal progenitor. March será minha primeira conta como filho de Apolo e acredito que será, no mínimo, interessante. Apolo em si é um deus magnífico: Belo, talentoso e brilhante(desculpe o trocadilho). O gêmeo de Ártemis tem muitos pontos que me ajudaram na escolha desse progenitor, a principal delas foi o dom para a medicina, mas sua habilidade com a música é realmente algo invejável, pretendo aproveitar dessas habilidades para desenvolver o personagem com o passar do tempo.

História:

A história começa com mais um Daskov perdido pelo mundo, algo comum nessa grande família russa metade humano e metade deus. March trazia em seu sangue Vodka misturada com Soju, ambas bebidas alcoólicas que revelavam um pouco sobre sua descendência e sua história. O garoto nascera na Rússia –como todos os Daskov- mas sua mãe era asiática, uma bela violinista chinesa que estava de passagem pelo país quando engravidou.

Yi Fen era a mais talentosa da orquestra chinesa, seu talento com o instrumento delicado era admirado por moradores locais e turistas curiosos. Não havia uma pessoa que visitasse sua província e partisse sem ouvi-la tocar. A graciosidade em seus movimentos e o sempre radiante sorriso chamavam a atenção até da pessoa mais fria. Sua alegria era contagiante e suas habilidades de luta, conquistadas após anos treinando em dojos, podiam ser admiradas em meio a seu show. Acrobacias eram realizadas com perfeição, a música ecoando em sincronia com cada passo criando uma dança forte e delicada ao mesmo tempo.

A jovem não sabia que em uma noite em especial, um homem peculiar estaria observando-a com sentimentos que iam além da admiração.

No final de mais uma noite, cujas apresentações foram um sucesso. Yi Fen encontra um ursinho de pelúcia em seu camarim, o brinquedo traz consigo um bilhete onde um poema estava escrito. Palavras simples constituíam o poema, mas mesmo assim ele era belíssimo a ponto de convencer a jovem a seguir suas instruções.

“Encontre-me no telhado e traga seu violino, juntos, animaremos a noite.”

O jovem, de grafia bela e refinada, tinha uma aparência belíssima e parecia brilhar perante os pequenos olhos da chinesa. Após uma breve apresentação, os dois afinaram seus instrumentos e iniciaram um show: Ela com seu violino e ele com a arpa. Desde aquela noite, eles jamais se separaram.

Um pedido de casamento foi feito e um sonoro “sim” pode ser ouvido, Fen presenteou o loiro com seu mais radiante sorriso. Juras de amor eterno foram trocadas e se mostraram falsas após 2 anos com a gravidez da garota.

Saindo da China e mudando sua vida completamente, Fen muda-se para a Rússia após receber uma irrecusável oferta, seu talento finalmente fora reconhecido fora de seu país. Seu marido mostrara-se satisfeito com a felicidade da esposa, mas passados dois meses de mudança à revelação pegou a ambos de surpresa. Yi Fen estava grávida.

Bastou à descoberta chegar aos ouvidos de Charles para que ele sumisse deixando a esposa e o filho para trás.

Completamente desolada, inúmeras tentativas de aborto foram feitas e, felizmente, nenhuma parecia efetiva. Durante uma noite qualquer, um jovem russo estava saindo de um bar quando avistou uma bela jovem sentada em um banco prestes a congelar de frio. Seu nome era Dominic Daskov e de imediato ele se aproximou, despiu seu casaco de lã e o envolveu ao redor da jovem.
E foi assim que March se tornou um Daskov.

A infância feliz e normal parecia perfeita, no entanto, Dom e Fen sabiam que aquela calma não duraria para sempre. O russo estava completamente ciente do que estava prestes a acontecer, seu filho não era uma criança normal e ele sabia o que fazer: Precisava tirar o pequeno ali antes que os monstros atacassem com força total.

Segundo os relatos de Fen e os poderes que o pequeno desenvolvia sem saber como, Dom aos poucos foi ligando os pontos. Reuniu-se com outros membros de sua família e juntos os Daskov começaram a “mexer os pauzinhos” para que March fosse para junto de seus irmãos. O pai de Juli mostrava-se uma ótima pessoa e alguém confiável, foi graças a ele que March chegou aos EUA em segurança mesmos em saber o motivo para sua viajem.

Com 10 anos completos, os olhinhos do garoto começaram a visualizar criaturas medonhas, seus sonhos não eram mais felizes e isso deixava sua mãe preocupada. Diversas vezes, Fen encontrara o filho batendo com a testa pelas paredes do hotel onde estavam hospedados, aos poucos o quadro do garoto foi ficando pior obrigando-a a seda-lo.

Os Daskov não entendiam o que estava acontecendo, nenhum deles parecia ter visto criaturas próximas ao pequeno, mas ele gritava e arrancava os cabelos.

-Seus tolos. Nenhuma criatura está atacando-o, mas as vozes estão.

Valkiria sempre fora a mais sábia da família, talvez por seu sangue ateniense e os anos de estudos. Suas palavras faziam sentido e pareciam ser a única resposta para tamanha dor que ele sentia.

Ao completar 15 anos, Dominic aceita que já estava na hora do garoto ir para o Acampamento, sua família era 90% composta por semideuses e ele sabia quem era o pai de seu filho de criação, Apolo revelara a esposa. Nunca passara pela cabeça dela que o tal Charles não fosse humano, mas ela inúmeras vezes o vira brilhar.

-March também brilha, nunca percebeu?-
não, ela não havia percebido.

As vozes estavam mais graves, mas agora ele já não gritava e se limitava a respondê-las. Algumas diziam para que ele se matasse, outras diziam para que ele matasse sua mãe. Felizmente ele ignorava a todas e seguia sua vida da melhor forma possível.

Em uma bela manhã de sábado, Fen e Dom resolvem deixar o apartamento no centro de NY e partem em direção a São Francisco, não seria uma viajem rápida, mas era necessária. O russo explicara tudo para a esposa na noite anterior e embora deixar o filho fosse algo difícil, ela entendera que seria o certo a ser feito.

--------x--------

Algumas horas depois, March e seus pais se vem diante a uma colina. As vozes voltam a atormenta-lo e dessa vez elas machucam, sangue começa  a escorrer por seus ouvidos enquanto ele cai de joelhos no chão e grita. Pássaros voam das árvores assustados com os gritos de dor que tomam a calma colina.

-CALEM A BOCA!- grita o garoto com as mãos tomadas pelo sangue.

-O que vamos fazer?! Dom!

-Me ajude!


Unindo forças, os dois seguram seu filho e começam a subir a colina, mas os gritos de March ficam mais altos e mais altos até que eles cessam e ele olha para a mãe assustado.

-Mãe... Porque eu não ouço nada?

-O quê?
-pergunta ela olhando para o filho.

-Mãe?

-Ele... ficou surdo?

-Eu não ouvi! ESTOU SURDO!


As lágrimas que agora cobriam o rosto de March, não eram mais de dor, eram de tristeza.

----x----

Em meio às lágrimas, os três chegam ao portal e algo intrigante estava acontecendo por debaixo das lágrimas. March sorria.

-As vozes sumiram... Finalmente posso ouvir meus pensamentos.

Abraçada ao filho, Fen não vê quando o marido joga uma moeda de ouro dentro de um Arco-Íris, ele diz algumas palavras e logo dois garotos aparecem em frente ao portal, ambos seguram arcos e parecem brilhar, ele olham para o recém chegado e se aproximam.

-Fiquem tranquilos, nossos enfermeiros irão cura-lo, ele não ouvira mais a vozes. March está em casa.


Habilidades: Mira/Precisão e Resistência.
Presentes de reclamação:

 Sunshine / Arco [Um arco feito de ouro solar misturado com bronze celestial. Possui o tamanho de um arco normal, sem adornos ou enfeites. A corda é feita de um material comum, e pode arrebentar caso seja danificada. Além que possuir flechas comuns, durante o dia – e apenas nesse período – é possível criar flechas de energia solar ao puxar apenas a corda. Apesar de elas serem feitas de energia solar, elas não queimam e causam danos de uma flecha comum. Pode transformar-se em um bracelete no formato de arco.] {Presente de Reclamação de Apolo}

 Sunrise / Aljava [Aljava feita de couro indestrutível, contendo flechas infinitas – inicialmente são 50 flechas, mas ao chegar em 5 elas se repõem magicamente. As flechas são feitas de ouro solar, mas suas pontas são feitas de bronze celestial e prata, próprias para matar monstros ou outras coisas, podendo ferir semideuses e até mesmo mortais. Transmuta-se em um broche no formato de aljava.] (Flechas: 50/50) {Presente de Reclamação de Apolo}

 Sing / Headfone [Um headfone que possui um microfone, que amplifica a voz do semideus, podendo ser escutada por qualquer um que esteja até quinze metros do ponto. Além disso, o filho de Apolo consegue acessar sistemas de som e passar sua voz pelo mesmo, como caixas de som ou auto-falantes. O acessório acompanha um emulador de voz, capaz de alterar a voz do usuário para aquela que desejar – pode engrossar ou afinar a voz, ou até mesmo mudá-la completamente. Sempre manterá a aparência de um headfone, e não pode ser alterado.] {Presente de Reclamação de Apolo}






 Identify / Documento de Identificação [Todos os filhos de Apolo recebem esse documento de identificação, que consta nome, idade etc., como se fosse uma carteira de identidade. A diferença é que o semideus consegue alterá-la conforme seu desejo, podendo alterar nome, parentesco e afins de acordo com a necessidade da situação. É perfeita para investigação e infiltração. Possui o tamanho de uma carteira de identidade comum.] {Presente de Reclamação de Apolo}
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Poseidon em Qui 1 Fev 2018 - 13:02


March


Mais um Daskov! Membro da melhor família do Olimpo, mas sou suspeito para falar. Um dos maiores desafios em criar um Daskov hoje em dia é saber como encaixar ele dentro da família, já que, atualmente, conta com oito membros e com exceção de dois, todos tem progenitores distintos. Fico muito feliz em ver a brecha que você criou, que, além de coerente, foi muito bem estruturada. Bem vindo, prole de apolo.

Aprovado
ATT por Posei

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Ezequiel W. Cooper em Ter 27 Fev 2018 - 22:59

Nome: Azequiel Willis Cooper

Idade: 16.

Deus(a) Escolhido(a): Deméter

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Por algum motivo eu sempre gostei dessa deusa, tanto pela simbologia quanto pelos poderes voltados para as plantas e afins. Fiquei muito feliz quando um filho de Deméter ganhou destaque nessa ultima saga.

História:

Queens, NY – EUA

Oi, eu sou Ezequiel Willis Cooper (Podem me chamar de Zec) tenho 16 anos e essa é a minha história.

Sou um jovem magro, mas com um bom físico. Daquele tipo que a pessoa adquiri fazendo longas caminhadas e não tendo preguiça de passar horas praticando esportes com os amigos. Alguém mais ágil e resistente do que efetivamente forte.

Meus cabelos são curtos e negros e praticamente nunca estão penteados, do tipo que tenta passar por descolado, mas fracassa miseravelmente. Meus olhos são de um azul suave, mas dizem que na maior parte do tempo eles possuem um tom cinzento meio estranho. Não tenho preferência por nenhum estilo de roupa, então é comum me ver de calça jeans com camisetas simples e aleatórias.

Bom, agora vamos ao que interessa de verdade. Vamos começar pelo meu pai, certo? Bom, meu pai, Frank W. Cooper. Nasceu e cresceu em uma fazenda, mas acabou no Quenns.  Ele não foi para nenhuma grande universidade, mas sua simpatia e as belas frutas da fazenda dos meus tios o levaram a ser um bem sucedido vendedor. Nada muito interessante, mas seu trabalho na comunidade era admirado por muitos.

Não entendam errado, apesar de ter me dado o nome de um anjo/profeta(não sei ao certo) ele não era um homem muito religioso e nunca me obrigou a ir a igreja ou essas coisas. O fato é que ele ajudava em todos os projetos da igreja local e naquela coisa de associação do bairro. Arrecadar alimentos, preparar festa para conseguir dinheiro para alguma causa, essas coisas. Fizemos uma horta e um jardim para a comunidade (Lugar onde eu passava grande parte do meu tempo, tenho jeito com as plantas), fosse o que fosse meu pai estava sempre lá ajudando.

Acho que foi graças a tudo isso que ele conseguiu que eu tivesse aulas especiais com o Sr. Remo, um cara baixinho e carrancudo que surgiu do nada lá em casa no ano passado. Ele e meu pai pareciam se conhecer e eu não estava reclamando nada de alguém conseguir me ensinar alguma coisa sem me obrigar a caçar letras que ficavam voando pela lousa.

E assim passou um ano inteiro de notas medianas na escola, aulas particulares em casa todos os dias e eventuais jogos de basquete com os amigos na praça próxima a minha casa. Foi dois dias depois do meu aniversário de 16 anos que as coisas ficaram muito, muito estranhas.

Já havia escurecido, mas meus amigos e eu estávamos empolgados com o jogo de basquete. Como meu pai tinha reunião da igreja naquela noite fiquei despreocupado quando vi que a partida acabou por volta das 21:30. Como sempre dispensei o pessoal e fiquei para trás para jogar o lixo fora (Você não tem noção de quantos salgadinhos 8 pessoas podem consumir em algumas horas.).

Com o lixo na lata eu estava pronto para ir embora, mas senti algo estranho. Quando virei para a rua não havia ninguém. Sim, eu sei que dispensei o pessoal, mas para os adultos ainda era cedo, devia ter um pessoal andando por ali ou barulho de carros e essas coisas da cidade, mas o silêncio reinava. Não sou um cara medroso, mas assisti filmes de terror o suficiente para saber que aquilo era um péssimo sinal. Acelerei o passo e segui rumo a minha casa enquanto meus olhos iam de um canto ao outro da rua procurando alguma coisa ruim.

Sabem qual o ruim de procurar alguma coisa? As vezes você acaba encontrando. Aquela história do homem aranha de que as pessoas nunca olham para cima não funciona com quem tem TDAH, nós olhamos para todos os lados e quando olhei para cima vi algo que me paralisou. Pendurada na grade da quadra como se ali fosse uma grande de gaiola estava uma mulher pássaro, mas nada bonito como nos jogos. Ela era magra e suas penas eram de um azul escuro estranho, como se fosse uma mancha com sujeira. Com um grunhido estridente ela se atirou na minha direção, as garras afiadas reluzindo a luz dos postes.

- Cuidado! – Apesar de saber que conhecia aquela voz eu não a identifiquei. Tudo que sei é que foi como se um raio tivesse me atingido. Todos os meus sentidos ficaram em alerta e eu me joguei para o lado desviando do mostro por pouco. Me levantei em segundos, mas nem tinha localizado a criatura de novo quando um barulho alto e estridente se fez ouvir. Tapei os ouvidos em reflexo, mas ainda consegui ouvir o grunhido do monstro. Dessa vez não parecia ameaçador e sim...assustado, em pânico talvez.

- Pode levantar Zec, temos muito o que conversar. – A voz pertencia ao Sr. Remo. Mas não um Sr Remo qualquer, um Sr Remo de cascos! Isso mesmo, CASCOS! Da para acreditar? Com flauta nas mãos e tudo!  Aquela foi uma noite sem dormir. Chegando em casa esperamos meu pai em silencio. Quando ele chegou e nos viu na mesa de jantar deu um longo suspiro e fechou a porta devagar. Foi então que ele explicou por que não havia nenhuma foto da minha mãe ou por que eu nunca conheci nenhum parente dela. Ela era uma deusa... DEUSA! Deméter, para ser mais específico.

 Ele me contou como se conheceram quando ele trabalhava na fazenda. Ela não era nada além e uma garota curiosa, interessada em como ele cuidava da colheita e das coisas da fazenda. Honesta como era explicou como seria tudo se eles se envolvessem, mas o amor de meu pai era maior e ele a aceitou mesmo assim.

 Ele o Sr Remo se conheceram tempos depois do meu nascimento. Meu pai se mudou do campo, eu estaria exposto demais lá. Desde então o Sr Remo me vigiou até que finalmente um monstro me encontrasse e minha ida para o tal “Acampamento Meio Sangue” não pudesse mais ser adiada.

E aqui termina a parte inicial da minha história. Nesse momento estou saindo de um táxi para subir uma colina com uma árvore grande lá no topo. Carrego uma mochila cheia de roupas, alguns quadrinhos e um livro de aventuras. Alguma coisa me dizia que aquele livro ia começar a parecer um tanto sem graça.


Habilidades: Deméter – Agilidade e Instinto de Sobrevivência


Presentes de reclamação:

- Plant and Harvest / Foices de Colheita [Um par de foices feitas em bronze celestial, com detalhes em prata - há o desenho de um trigo no cabo de ambas. Possuem o tamanho de uma foice de colheita normal e liberam uma toxina quando em contato com a pele. Essa toxina é chamada de Peiote - um cacto que obtém sua energia alucinatória da mescalina -, e produz no adversário sensações elevadas e visão caleidoscópica. Em função dessas consequências, o atingido não consegue se movimentar por três turnos, que é o tempo que leva para passar os efeitos. Transformam-se em anéis.]

Seed Bag / Saco de Sementes [Um saquinho feito de veludo, com dez centímetros de comprimento e inteiramente preto, com um fecho em dourado. Dentro dele há sementes de todos os cereais existentes na face da Terra, de trigo a centeio. Uma vez por missão, ao se consumir uma semente, o semideus recupera 50EP. O saquinho possui cerca de 50 sementes, que são magicamente repostas assim que chegam a 5.]

Poppy / Cetro [Um cetro com cerca de 170 cm de altura, feito de prata. Em sua ponta há um círculo feito em bronze celestial, com suas bordas afiadas como lâminas. Dentro do círculo há um trigo, também feito em bronze celestial. Quando o semideus ataca se utilizando do cetro, a lâmina do círculo começa a ficar em tons de verde, começando do claro até o verde escuro e, quando atinge essa tonalidade, as cores convergem para o trigo no centro do círculo e liberam um ataque de espectro verde, composto de pura luz destrutiva que percorre até cinco metros em linha reta, emanando calor e poder. São seis verdes antes de liberar o poder, sendo elas: verde claro, verde lima, verde espectro, verde floresta, verde e verde escuro. Cada ataque acertado no oponente carrega com um tom, ou seja, é necessário acertar seis ataques para poder liberar o espectro verde. O cetro pode transmutar-se em uma pulseira com pingente de cetro.]
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Ter 27 Fev 2018 - 23:19


Ezequiel


Hey Ez! Tudo bem? Vamos lá, eu gostei da sua ficha, mesmo que tenha sido um pouco curto possui o necessário para ser aprovado. Bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue, semideus! E boa sorte em sua sobrevivência ♥️

Aprovado
ATT por Nyx ♥️



Nyx 
♥️Primordial♥️Deusa da Noite♥️
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