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Reclamação Divina

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Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Dom 14 Jun 2015 - 13:40

Relembrando a primeira mensagem :


Reclamação Divina
Assim que chega ao Acampamento, a reclamação de um indefinido é feita em volta da fogueira, todas as noites. Quando o mesmo é reclamado, aparece-lhe sobre a cabeça um holograma - muitas vezes caracterizado com o símbolo divino de seu pai ou mãe-. Daí, ele é levado até o chalé respectivo e pode conhecer seus irmãos e irmãs, iniciando assim a sua vida de meio-sangue. Entretanto, nem todos são agraciados com um chalé só para si após à fogueira, podendo ficar indeterminado durante semanas, meses ou anos. Os Deuses possuem responsabilidades, afinal, e dependendo do tempo que demoram para cumpri-las, acabam esquecendo-se de certos indivíduos em sua numerosa prole.



Deuses disponíveis para fazer a ficha neste tópico:
Athena;
Deméter;
Dionísio;
Ares;
Afrodite;
Hécate;
Apolo;
Hefesto;
Hebe;
Lissa;
Hermes;
Íris;
Éolo;
Macária;
Melinoe;
Quione;
Thanatos;
Phobos;
Deimos;
Selene;
Nêmesis;
Eros.


Para saber quem é o seu pai ou mãe basta preencher a ficha abaixo e esperar que um Deus atualize. Lembrando que para reclamação dos Três Grandes e Grupos Extras, há tópicos específicos!




Nome: Nome completo do personagem, sem abreviações.
Idade: Idade do personagem.
Deus(a) Escolhido(a): Especifique.
Porque quer ser reclamado por esse Deus:
História: mínimo de quinze linhas completas
Habilidades: (Conforme a lista daqui)
Presentes de reclamação: poste aqui os presentes que deseja ganhar de seu pai/mãe, juntamente com as descrições dos mesmos. Lembre-se de consultar o tópico aqui.




Última edição por Zeus em Sex 25 Ago 2017 - 14:05, editado 3 vez(es)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hera em Sab 16 Set 2017 - 22:35


Nut


Gostei da premissa de sua ficha e da história. Em alguns momentos eu pude me perder, mas foi muito boa. Você está aprovado.




Justine


Se eu falar que eu não chorei, estaria mentindo.

De longe, a sua ficha foi uma das melhores que eu já tive o prazer de ler. Do começo ao fim teve uma premissa ótima, super flúida e enfim, é só isso mesmo. Meus parabéns.

Aprovada.


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hope S. A. Kuznietsova em Dom 17 Set 2017 - 14:01



Ficha


Nome: Hope Stella Anastásia Kuznietsova


Idade: 17 anos


Deusa escolhida: Afrodite


Motivo:  Afrodite, porque ela não sera uma tipica filha de Afrodite, que pensa mais em roupas, garotos e romance, é claro ela ainda é uma garota, gosta dessas coisas, mais quer distancia. Com seu passado traumático, sera extremamente irônico, sua mãe ser a deusa do amor e sexualidade.
História:


- Você é tão bonita... Sua pele é tão sedosa... - O homem velho falou para a pequena garota tocando seu rosto. Um sorriso cheio de luxúria se espalhava por seu rosto.

O homem não era velho, velho mais comparado com a menina de 7 anos a sua frente, ele era extremamente velho com seus 32 anos.

A pequena menina estava de volta aos orfanatos, dessa vez ela havia ido parar em um orfanato em Nova York onde sua antiga ''família'' morava, as pessoas que a adotaram, tinham finalmente conseguido ter filhos e a tinha chutado como um cachorro de rua.

Senhor Peter, havia a chamado para seus aposentos após o jantar, ela não queria ir, mais sabia que podia acabar sendo punida, se não obedecesse as ordens das pessoas que trabalhavam no orfanato, ela já havia passado por orfanatos antes, alguns os tratavam como seres humanos, crianças como eram, mais outros havia punições para as ordens não cumpridas.

- Senhor Peter? – Ela chamou assustada, seus olhos arregalados de medo, ela deu um passo para trás batendo contra a parede.

- Quero que você se deite na cama querida... – Ele murmurou com a voz rouca.

Suas sobrancelhas se arquearam em confusão, e o medo começou a dominá-la.

E ela tentou fugir, mais o homem mais velho a puxou pelos cabelos, empurrando seu pequeno corpo contra a parede.

Os  olhos da menina estavam arregalados em pavor.




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Suas mãos se apertaram contra a cocha de cama, seu corpo estava coberto de um suor frio, sua pele mais pálida do que o normal. Os lençóis que enrolavam seu corpo a essa altura estavam jogados no chão, ela levantou em um sobressalto, seus cabelos vermelhos acobreados revoltos, seus olhos que agora mesmo tinham um tom mais diferentes que o normal, estavam entre o verde e castanho. Suas pupilas estavam dilatadas.

Ela correu para o banheiro quando a bile começou a subir por sua garganta.

Seus cabelos caiam em seu rosto, enquanto ela vomitava no vaso sanitário, lágrimas grossas desciam por seu rosto.  

Quando finalmente conseguiu parar de vomitar, ela pode sentir mãos em seus cabelos, e mãos em seu rosto.

Ela sabia que era seu pai, ele era o único que cuidava dela após um pesadelo, mais mesmo assim, o impulso de afastá-lo era mais forte do que a vontade de não magoá-lo por si afasta.

O toque daquele monstro estava muito fresco em sua memória, ela não podia suportar o toque de qualquer um após um pesadelo.  

- Desculpe... – Ela pediu entre soluços se colocando de pé com as pernas trêmulas.

Seu pai não tentou tocá-la novamente, ele sabia que era como se tivesse causando dor física a tocando após um pesadelo.

- Vou esperá-la do lado de fora dorogoy (querida). – Ele disse a olhando com compreensão e dor.

Dimitri poderia não ser seu pai biológico, mais ele amava aquela menina como se ela fosse sua filha. Ela era sua filha, aparte do momento que ele a viu.




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Ele estava nos Estados Unidos, e literalmente bateu de frente com uma menina, de roupa esfarrapada, rosto tão sujo quanto as roupas. Ela estava visivelmente mais magra do que deveria, usava roupas finas para o inverno, seus olhos que pareciam mudar de cor, estavam assustados e apavorados, ela tinha uma sacola nas mãos, que caiu de seus braços quando ela trombo com o grande homem.

- Ei garrotinha... – Ele falou, com sua voz saindo grossa, mais o tom era suave, seu sotaque russo saiu grosso e espesso apesar disso.

A menina pareceu mais assustada com sua voz, e em menos de três segundos, ela havia de levantado, e girado nos calcanhares, e estava correndo do grande homem como se sua vida depende-se disso.

- Senhor? – Um de seus seguranças chamou já de preparando para correr atrás da pequena garota.

- Vamos atrás dela! – Ele não soube o porque, mandou pegar a criança, apenas que a fragilidade que tinha nos olhos daquela menina, ele já havia visto antes.

Em seus próprios olhos...

Ele demorou quase meia hora para encontrá-la.

- Eu não vou, machucá-la criança. Prrometo. Já tive uma filha... A perrde... Nunca farria nada contrra uma crriança... Prrometo... - Sua voz saiu carregada de dor, mais ela pode ver a verdade em seus olhos castanhos claros.

Ela não deveria confiar nele, mais confiou, depois de tudo que aconteceu com ela, ela confiou em alguém, e estava certa. Dimitri le deu uma casa, comida, escola, a ensinou a tocar e andar a cavalo, mais nunca pediu nada em troca, ele a criou como filha, deis de seus 13 anos, quando a encontrou na rua, com outras crianças que havia fugido do orfanato.

Dimitri, trouxe as outras crianças 6 no total, todas meninas para debaixo de suas asas, cuidou e protegeu elas, e a única que havia ficado com ele, e tocado seu coração foi Hope, ela era como seu nome dizia, esperança...

Ela passou meses, sem ao menos abri a boca, arisca, com medo de tudo, mais sempre pronta para a luta, para fugir.

Mais um dia, ela o encontrou chorando sobre o tumulo de sua filha... Ela nunca deixava alguém tocá-la, mais pela primeira vez em 6 meses, ela tinha tomado a iniciativa, e o abraçado tentando reconfortá-lo.  

Apesar disso, a caminhada para fazê-la confiar nele demorou quase dois anos, mais finalmente, Dimitri conseguiu conquistá-la, quando começou a ensiná-la a cavalgar.

Ele sempre poderia lembra o olhar de felicidade, e de criança em seu rosto jovem, quando ela cavalgou pela primeira vez.



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- Papa? - A menina ruiva chamou, ao sair do banheiro, seus cabelos longos ruivos, estavam molhados e mais escuros pela água, e ela vestia uma calça de moletom de grandes dimensões, e uma blusa de moletom igualmente larga.

Seus olhos agora tinham um tom verdes escuros, e estavam vermelhos e inchados.

- O, moya dorogaya (Oh querida)... - Ele murmurou estendendo os braços para ela.

Ela se aconchegou contra seu corpo, suspirando, enquanto fechava os olhos, lágrimas silenciosas começaram a descer por seu rosto.

A única pessoa que já havia a visto chorar depois de seus 7 anos, foi seu pai... Ninguém mais havia a visto chorar, ela havia si fechado, para qualquer um, além dele, mesmo que ela fingisse ser feliz, animada, ela sempre estava disposta a ajudar as pessoas, mais ela muito raramente deixava alguém entra, deis dos seus 7 anos, apenas duas pessoas tinham quebrado suas barreiras, seu pai e o filho de uma das meninas que havia sido violada, pelo mesmo monstro que ela.

- Desculpe papa... - Ela murmurou com a voz rouca.

- Você nunca prrecisa se desculpar querida... - O sotaque de seu pai, sempre foi mais espesso do que o dela, apesar de ela quase sempre, puxar o R, como ele.




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No dia seguinte, Hope acordou com os olhos doloridos, em um sobressalto, com a cabeça no peito de seu pai, enquanto ele acariciava seus cabelos vermelhos acobreados com os dedos. Um suspiro aliviado saiu de seus lábios, seu pai sempre tinha o dom de espanta os pesadelos.

- Hora de levantar Sweetie... O que acha de fazermos uma caminhada? Loki pode preparar os cavalos, enquanto você toma banho e se troca. - Ele sugeri, beijando o rosto da garota.

- Não acho que tenha muita alternativa... - Ela murmurou fazendo uma careta, ela odiava ordens. Mais nunca era capaz de dizer não a seu pai.

Ele a olhou por dois segundos e sorriu, um daqueles sorrisos que mostrava as curvinhas em suas bochechas.

-Tudo bem, tudo bem! – Ela exclamou levantando as mãos para o alto.



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- Oi amor... – Ela murmurou, para seu grande garanhão negro, Thorment era lindo, com seu pelo negro brilhoso.

Ela acariciou seu pelo, ganhando um relincha em troca, e uma balançada de cabeça.

- Vamos aposta uma corrida velhote? – Hope provocou, enquanto subia em Thor, acariciando sua cabeça.

- Você está me desafiando sua garota insolente? – Seu pai entro na brincadeira, ela pode ver humor brilhar em seus olhos, enquanto ele fechava a cara para ela, tentando parecer sério.

- Claro que sim velhote. – Ela sorriu, um sorriso enorme que parecia iluminar todo o seu rosto.

Quando ela estava assim com seu pai, principalmente cavalgando, era uns do momentos em que ela esquecia o que tinha acontecido de ruim em sua infância, não só a violação, mais também a fome que havia passado, as surras, o medo e etc.

Em momentos como esse ela se sentia uma pessoa normal, feliz. É não uma aberração que via coisas estranhas em algumas pessoas as vezes. Não a menina que foi deixada recém-nascida em um orfanato na Geórgia.  

Sim em sua curta vida ela já havia ido para muitos lugares, passado por vários lares adotivos e vários orfanatos, em cidades diferentes, de acordo de onde seus pais adotivos se mudavam.  

Mais não havia nenhum lugar que ela ama-se mais do que a Sibéria, terra natal de seu pai, e onde ela morava deis de que seu pai a resgatou.  

Mais agora eles estavam nos Estados Unidos, por negócios de seu pai e turismo.

- Vamos lá velhote! – Ela gritou para ele rindo, enquanto cavalgava em seu cavalo a frente de seu pai e chocolate, a égua dele, seu pai era apaixonado por chocolate.

Antes que ela pudesse ver o que estava acontecendo, o cavalo se levantou sobre as patas traseiras, relinchando, a jogando para o chão.

O ar sumiu de seus pulmões quando suas costas bateu contra o chão da floresta, e sua cabeça se chocou contra uma pedra pontuda, sangue começou a escorrer da parte de trás de sua cabeça.

- Você está bem? – Chamou uma voz desconhecida preocupada.

Ela se levantou com um sobressalto, mais sua cabeça rodou, a fazendo se curva e apoiar as mãos contra o chão sujo.

Ela levantou o rosto quando ouviu os passos do dono da voz se aproximar. Seus olhos se arregalaram ao pegar suas pernas peludas e com cascos.

- O que... O que é você?! – Ela exclamou piscando várias vezes.

Sua visão estava embaçada, mais ela já havia passado por coisas piores para se deixar abalar por isso.

Quando ela tentou se mover novamente, uma dor aguda passou por seu lado esquerdo, onde ela tinha absorvido a maior parte de sua queda.

- O que ? – O homem com pernas de bode pediu, a olhando com uma mistura de confusão é surpresa.

- Suas pernas... Você tem pernas de bode? – Ela perguntou incerta, encarando suas pernas.

- Não sou um bode! Sou um sátiro! – Ele falou alto, aparentemente ofendido.

- Não disse que você é um bode! Disse que tem pernas de um! – Ela grunhiu para ele, e fechou os olhos, quando sua cabeça começou a lateja.

Talvez a queda tenha sido pior do que ela pensava?

Ela não estava mentindo quando disse que tinha tido pior, mais mesmo assim não significava que não doía.

É o homem ou criatura a sua frente não estava ajudando muito. Ela deveria está assustada, mais por incrível que pareça, ela estava bem com isso.

- Hope! – Ela pode ouvir seu pai gritar, não muito longe.

Ela se levantou, e dessa vez ignorou a vertigem.

- Você pode me ver? – Ele pediu com surpresa, sua irritação de antes havia sumido.

Antes que ela pudesse responde, pode sentir o nariz molhado de seu cavalo.

- Ei menino, tudo bem... Estou bem. – Ela murmurou para ele acariciando sua cabeça.

Ele parecia triste por tê-la a derrubado.  

- Quem é você?!- Dimitri surgiu de repente, seu rosto estava contorcido em uma máscara furiosa.

Seus olhos foram para as pernas do homem e ele pareceu surpreso. Seus olhos seguiram para sua menina e ele a encarou por vários segundos.

Pai e filha pareceram ter uma conversa silenciosa, Hope deu um passo para trás, seu rosto ficou vermelho de raiva, seus olhos adquiriram um tom castanho escuro, com um leve toque de verde.

- Você mentiu pra mim?! – Ela pediu, ela pode ver em seus olhos, que seu pai também viu as pernas do homem, que ela não estava pirando por causa da queda, ou era uma de suas alucinações, com coisas estranhas.

- Sweetie... Eu não menti... Apenas achei que você sofrreu o suficiente para saber sobrre esse mundo... Tinha minhas suspeitas, mais não sabia que fazia parte desse mundo também. – Ele disse, pulando de seu cavalo, e andando lentamente para sua filha.

Ela era uma menina doce, meiga e carinhosa, mais quando irritada... Não iria ser o alvo de sua fúria.

- Do que está falando?! Que mundo?! Está querrendo me dizer o que? Que os serres mitológicos existem? Deuses? – Ela zombou com uma risada irônica, que fez uma cabeça latejar mais ainda. Com sua raiva, seu sotaque russo saiu mais espesso.

Ela podia não te vivido a vida toda na Sibéria, mas o sotaque sempre a acompanhava agora.

Ela sabia do amor de seu pai por seres mitológicos e deuses, principalmente Hefesto, ele sempre falava sobre eles, mais ela não acreditava neles.

- Você é um semideus? – O sátiro pediu surpreso.

O homem o ignorou, o que estava em jogo agora era o amor de sua menina.

- Não querria envolve-la nisso... É um mundo perigoso, onde pessoas morrem o tempo todo... Você já passou por tanta coisa em sua vida, não queria trazê-la para isso. Esse mundo pode ser fascinante, cheio de aventura. Mas existe muitas perdas, e perigos. – Ele Murmurou para si mesmo, e não pode se conter e pensar em sua esposa e filha mortas.

Ele havia sido atacado por um monstro, e elas haviam pagado o preço.

Hope o encarou, lendo todas as emoções que passava por seu rosto e olhos, seu pai sempre foi um livro aberto. Foi um dos motivos, que ela começou a confiar nele.

Ela podia ver a dor, medo, e raiva em seus olhos.

- Isso tudo realmente existe? – Ela pediu olhando-o com uma mistura de medo e excitação.

Mais raiva começou a domina-la, se seu pai ou mãe era um deus, porque ele nunca havia a ajudado?

A imagem da mulher que sempre a reconfortava depois dos abusos, surgiu em sua mente. E ela deu um passo atrás inconscientemente, seu pai havia contado como uma história.  

Mais ele havia dito que, os deuses podiam visitar seus filhos semideus, em seus sonhos e mentes em alguns momentos.

Então era sua mãe... Se ela era uma deusa porque nunca tentou ajudá-la? Tirá-la daquele inferno em que ela viveu durante três anos ? Ou das ruas onde ela viveu por mais três anos, antes de Dimitri a encontra ?

O homem mais velho pode ver as engrenagens girarem na cabeça de sua menina, ele pode ver as peças se encaixando em sua mente brilhante e havida, e seu rosto adquire aquele olhar furioso, e o olhar de que ela tinha formado sua mente para algo, e ele a conhecia, quando ela tomava uma decisão ou formava sua mente para algo, ninguém era capaz de fazê-la mudar de ideia.

- Sim, tudo existe... Mais não culpe seu pai ou mãe porr isso Hope... Os deuses não podem interferir na vida de seus filhos semideuses... – Ele tentou acalma-la, fazê-la entender.

- Oh sim! Toda essa baboseira! Ah claro! Então porque eles resolvem ter filhos?! Para nós colocar no mundo apenas para morrer por eles e sermos devotos?! Não me venha com essa papa! Todos temos direitos de escolher. Ela é uma deusa ! Ela pode ter me gerado, mais não devo nada a ela, muito menos tentar entende-la! Ela nunca me ajudou em nada! Se ela acha que sussurra que tudo vai ficar bem, e cantar para mim, depois de ser estuprada e espancada,  ou uma noite mal dormida porque estava com fome e frio, vai funcionar como um pedido de desculpas está perdidamente enganada! – Ela gritou para ele, socando seu peito, e ignorando o sátiro ainda chocado que estava ao lado.

Uma tontura a dominou, e antes que pudesse dizer algo, por trás de seu rosto agora banhado de lágrimas, sua mente ficou escura, e ela desmaiou.



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- Velho Dimitri! – Um homem alto apareceu na porta da enfermaria.

Dimitri levantou a cabeça e olhou seu velho amigo, ele é o homem a sua frente, tinham sido os únicos a sobrarem de seu antigo grupo de adolescência.

- Adrian. – Ele cumprimentou seu velho amigo.

- Eliot, o sátiro que assustou o cavalo, da menina me contou o que aconteceu... Não é a maneira mais fácil de se descobri ser uma semideusa, pelo menos ninguém morreu... – Ele falou olhando seu velho amigo, e depois seus olhos foram para a menina deitada na cama.

Ela estava mais pálida que o normal, ainda inconsciente pela perda de sangue e tinha uma costela do lado esquerdo fraturada pela queda.

O homem russo riu, e balançou a cabeça de um lado para o outro.

- Promete a mim mesmo que não voltaria aqui... Mais bem... Aqui estou... – Ele suspirou passando as mãos por seus longos cabelos castanhos.

Foi vindo para o acampamento que ele perdeu a mulher de sua vida e sua filha, e depois disso, ele queria apenas manter distância do acampamento.

- Parece que você tem uma coisinha bem bravinha aí. – Adrian brincou quando viu sua tensão, ele era um filho de Ares pelos deuses, sentimentos não era seu forte.

- Você não sabe o quanto... Vai ser difícil deixá-la aqui... Mais acho que será o mas seguro... Ela vai arrancar minha cabeça por isso... – Ele riu sem humor, com um estremecimento.  

Os homens não perceberam, mais a menina havia acordado, e ouvido seu curto diálogo.

A ruiva continuou deitada com os olhos fechados, repassando as coisas que seu pai havia contado, ser egoísta nunca foi uma de suas características, então ela não podia colocar seu pai em perigo, não mais...

Era quase inacreditável que dois semideuses juntos nunca tivessem sido atacados por algum monstro, mais ela não colocaria seu pai em risco, porque não queria saber sobre sua mãe ou ser uma semideusa...

- Eu não vou dá problema sobre ficar... Não quero saber nada sobre minha mãe, seja lá qual deusa ela for, mais não vou colocar o senhor em perrigo por não querrerr saber sobre ela. – Ela murmurou olhando seu pai, e se levantou novamente, mordendo o lábio inferior para conter o gemido de dor que queria escapar por seus lábios.

Seus olhos foram para o homem ao lado de seu pai, e ele sorriu para ela.

- Não querro que você saia de perrto de mim... Mais é o mais seguro... Você aprender a se defender, para poder se proteger, não vou poder está perto de você o tempo todo... É uma rarridade nunca termos sido atacados juntos. – Ele disse com um suspiro, tomando o rosto de sua pequena garota nas mãos.

- Vou sentir sua falta Sweetie... – Ele murmurou beijado sua testa é a abraçando apertado.


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Fazia duas semanas deis de sua chegada, e nada de ser reclamada, não é como se ela estivesse muito surpresa com isso, afinal de contas sua mãe nunca havia se importado muito com ela.

Pelo menos ela achava que era sua mãe ainda, pela mulher que aparecia em seus sonhos em sua infância.

- Ei Hope! – Chamou uma filha de Apolo, os filhos de Apolo pelo que havia percebido até agora não era apenas os predominantes como um dos mais simpático e imperativos.

- Hey Leah... – Ela cumprimento a menina alta enquanto se sentava a seu lado.

- Você não vai oferecer nada a seu pai ou mãe? Talvez seja por isso que ela ou ele não tenha te reclamado ainda. – Leah falou depois de engolir um pedaço de batata doce.

- Mesmo que fosse fazer uma oferenda não seria para minha “mãe”, não é como se ela tivesse feito muito por mim durante esses anos. Além de que já faz duas semanas que estou aqui Lee, você deveria desistir – Hope falou com amargura, enquanto brincava com sua comida.

Leah a encarou, elas tinham ficado o que podia se considerar amigas, mas Hope não havia falado muito sobre o porque de sua raiva por sua mãe.

- Então porque não oferece para outros deuses? Um passo de cada vez? – Ela sugeriu esperançosa.

- Você não vai me deixar em paz, não é filha de Apolo? – Ela murmurou com um revirar de olhos.

A outra menina sorriu para ela, enquanto se colocava a seu lado, para apoia-la.

Um suspiro saiu de seus lábios, Leah era extremamente determinada como ela, então ela sabia que a garota não a deixaria em paz.

- Não vou oferecer a ela. – Ela assegurou, se colocando ao lado da outra e andando para a fogueira.

- Okay, quem será então? – Ela perguntou olhando a ruiva com curiosidade.

- Seu pai, porque tenho pena dele, por te você. – Ela brincou, jogando um pouco para o deus Apolo.

Mais o real motivo é que ela sempre gostou de Apolo.

Leah mostro a língua para ela e o dedo do meio.

- Mais alguém? – Ela pediu quando viu a ruiva continuar no lugar.

- Hefesto, não tenho talento pra isso, mais amo o que os filhos dele podem fazer, o cão robô de Anna e lindo e brilhante, além de cheio de detalhes, parece real. – Ela disse olhando a pequena filha prodígio de Hefesto que estava distraída durante o jantar, mexendo em algo, em seu cão robô.

Um xingamento saiu dos lábios de Leah, junto com uma risada alta.

- Juro que pensei que você era filha de Ares, ou Macária, não Afrodite. – Ela riu mais alto ainda, enquanto via o charme da deusa do amor envolver sua nova amiga ruiva boca suja.

Ela deu um grito um pouco alto, enquanto olhava suas roupas, impecáveis, seu cabelo longo ruivo acobreado estava em uma trança embutida de lado. E o símbolo da deusa do amor, brilhando a cima de sua cabeça.

- Mais que merda?! – Ela exclamou com raiva.

 



HABIIDADES:
Afrodite – Defesa e Persuasão




Presentes :
Colar de ouro / "Armadura" [Um colar fino de ouro reforçado capaz de cristalizar qualquer tecido desde que seja uma jaqueta, camiseta ou suéter.]

Serafim / Chicote [Um metro e oitenta de tira de couro entrelaçado com finos fios de ouro, o cabo tem aparência de asas abertas, asas de anjo. O chicote pode receber um nome, mas apenas nome de anjos. Dependendo do nome do chicote esse será o poder que a arma terá.] Raabe, anjo da morte – O chicote será tão preciso em seus ataques que só terá um lugar para onde os seus adversários poderiam ir – Direto para o tártaro.

Fênix / Mascote [Um animal dócil, treinado e obediente.  Apesar de não representar a deusa do amor e da beleza, tem tudo para levar esse titulo já que só liberam suas lágrimas de cura quando são tratados com amor e carinho. As lágrimas de cura só poderão ser usadas uma vez por missão.]




Thanks Panda
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Poseidon em Ter 19 Set 2017 - 20:51


Hope


A sua ficha tem uma boa trama, um bom desenvolvimento e creio que será melhor trabalhada com a evolução da sua personagem. Apenas quero atentar aos teus erros ortográficos, esquecestes de acentuar palavras várias vezes, trocou o "mas" pelo "mais" em praticamente todos os usos e etc. Quero que se atente a esses pontos, no mais:

Aprovada.





POSEI
so got me looking crazy in love
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Re: Reclamação Divina

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