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Reclamação Divina

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Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Dom 14 Jun 2015 - 13:40

Relembrando a primeira mensagem :


Reclamação Divina
Assim que chega ao Acampamento, a reclamação de um indefinido é feita em volta da fogueira, todas as noites. Quando o mesmo é reclamado, aparece-lhe sobre a cabeça um holograma - muitas vezes caracterizado com o símbolo divino de seu pai ou mãe-. Daí, ele é levado até o chalé respectivo e pode conhecer seus irmãos e irmãs, iniciando assim a sua vida de meio-sangue. Entretanto, nem todos são agraciados com um chalé só para si após à fogueira, podendo ficar indeterminado durante semanas, meses ou anos. Os Deuses possuem responsabilidades, afinal, e dependendo do tempo que demoram para cumpri-las, acabam esquecendo-se de certos indivíduos em sua numerosa prole.



Deuses disponíveis para fazer a ficha neste tópico:
Athena;
Deméter;
Dionísio;
Ares;
Afrodite;
Hécate;
Apolo;
Hefesto;
Hebe;
Lissa;
Hermes;
Íris;
Éolo;
Macária;
Melinoe;
Quione;
Thanatos;
Phobos;
Deimos;
Selene;
Nêmesis;
Eros.


Para saber quem é o seu pai ou mãe basta preencher a ficha abaixo e esperar que um Deus atualize. Lembrando que para reclamação dos Três Grandes e Grupos Extras, há tópicos específicos!




Nome: Nome completo do personagem, sem abreviações.
Idade: Idade do personagem.
Deus(a) Escolhido(a): Especifique.
Porque quer ser reclamado por esse Deus:
História: mínimo de quinze linhas completas
Habilidades: (Conforme a lista daqui)
Presentes de reclamação: poste aqui os presentes que deseja ganhar de seu pai/mãe, juntamente com as descrições dos mesmos. Lembre-se de consultar o tópico aqui.




Última edição por Zeus em Sex 25 Ago 2017 - 14:05, editado 3 vez(es)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hera em Seg 31 Jul 2017 - 20:50

Avaliação
Maya - Aprovada

Gostei muito de sua ficha. A escrita é boa, e não foi cansativo de ler. Seja bem vinda, prole do arco íris

~Atualizado por Zeus, te amo Herinha q

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Ghael T. Morgenstern em Qua 9 Ago 2017 - 21:19


L.O.V.E


Nome: Ghael Theodor Morgenstern.

Idade: Dezoito anos.

Deus escolhido: Eros.

Por que quer ser reclamado por esse deus? Eros carrega um enorme potencial para a construção bem elaborada de uma trama. Além de servir como fonte de inspiração para a criação de um novo personagem, a escolha também envolve a trama conjunta com outra personagem. Os poderes disponibilizados também são de imenso agrado, uma vez que diferenciados, podem propiciar uma apreciação maior na jogabilidade.

História:


Os bosques longínquos e frios da Irlanda do Norte eram o reservatório de uma vida frágil, ou melhor, de um par de vidas. Após o nascimento, enquanto a progenitora mortal reivindicava para si a princesa de cabelos loiros como ouro, o outro ser tomava nos braços a criança cujos olhos sequer abriam-se. No conforto e na proteção paterna, não chorou. Com um olhar zeloso ao filho, era com um semblante maravilhado que mirava seus frutos: era a primeira vez que tão improvável acontecimento se dava entre as crias da divindade angelical... A divisão de uma semente, originando duas crianças cujo o poder somado seria demasiado perigoso.

E num pacto latente, deu-se a jura de sangue; estariam afastados até atingirem uma idade avançada onde ambos conhecessem suas raízes e sua família. Quando um deles alcançasse o acampamento para além-mar, somente então poderiam ser levados um a presença do outro. Os gêmeos Morgenstern. A mortal que havia gerado os semideuses do deus do amor batizou a menina como Astera — referente ao éster celestial de galáxias e nebulosas. Já a tarefa de nomear o menino ficara a cabo do próprio Eros. Sendo assim, acariciou a bochecha lisa como seda enquanto o nome fluía dos lábios rosados e surreais.

Ghael.

Nome que remetia à natureza de anjos, era mais do que apropriado batizá-lo daquela maneira. Sendo assim, tratou de levá-lo o quanto antes, deixando sua amante sob a proteção de seres da natureza que povoavam aqueles bosques e vales distantes da civilização. Saíra pela porta da frente da casa de campo, com o filho nos braços, sendo reverenciado pelas figuras que fielmente o acompanhavam: com olhares travessos e asas grandes e brancas como as suas, os antigos gregos os retratavam como companheiros seus. Agora, em nada se assemelhavam às representações infantis que lhes eram atribuídas. Os amigos e confidentes angelicais de Eros saudaram mais uma de suas crias. Zafer o tocou e disse que teria uma face e corpo cobiçados. Marathiel dissera que a visão seria perfeita, não só para encontrar o mundo perante si, mas para encontrar a verdade que por muitas vezes era oculta. Belzif sussurrou bênçãos de amor e esperança ao bebê, enquanto Amandi lhe conferia força e coragem para proteger tanto a si mesmo quanto à irmã que era deixada.

Juntos, com um bater de asas e um coro de auréolas divinas e angelicais, tornaram-se invisíveis antes de as nuvens fofas os engolirem; desfazendo a última imagem de Ghael em um bebê adormecido nos braços dos anjos protetores.






A notícia havia chegado momentos após ter chegado à casa. Era dividida com dois outros semideuses cuja missão era protegê-lo, enquanto o olhar cauteloso dos companheiros indicava que era dado o momento tão aguardado da partida; após dezoito anos confinado ao Reino Unido, a mensagem da América fora clara para os guardiões: a moça Morgenstern havia chegado aos domínios mágicos do Acampamento. Salva, Astera agora precisaria ter o irmão gêmeo consigo na jornada a qual estavam prometidos.

Pensar naquilo o fez arquear uma sobrancelha. Long Island deixara de ser apenas uma localização, virando perante sua imaginação um paraíso pertencente aos mesmos de sua raça. Semideuses. Afastou alguns cabelos loiros da face dura, preparado psicologicamente para ser entregue àquele Jardim do Éden. Mas antes, ele precisaria conversar com o pai.

Seguindo à basílica antiga, perante a imagem de bustos de anjos e do próprio Cristo, acendeu uma vela. Diferente da irmã, tivera contato com o pai desde cedo na infância. Guiado pelo mesmo, recebera sempre instruções bem claras sobre o caminho que deveria seguir ao ter a Cleonie ao seu lado. Imaginou como ela seria, como seria sua reação ao encontrar um irmão o qual sequer conhecia.

— Pai. — sussurrou, as íris geladas mirando a chama pequena na vela branca. A voz grave brincou na acústica perfeita daquele local, retornando aos seus ouvidos como um coro divino. — Chegou o momento de eu encontrá-la, de guiá-la e protegê-la. Mas quero que saiba que, mesmo antes de condenar-me, entendas o meu coração. Preciso de ajuda de outra divindade para alcançar o que almejo: libertar Astera de sua maldição.

A intenção nunca fora ferir a moça Morgenstern. Sequer causar a ela danos os quais pudessem representar risco à vida tão preciosa que levava no peito; mas a divisão da semente custara um preço a ambos, fardos pesados que deveriam ser carregados. Se quisesse salvar a alma de Astera, deveria entregar a sua a outra deusa. Era questão de tempo até ela definhar em seus braços se não o fizesse.

— Eu cumprirei o acordo. Por Astera.

Então, dava-se ali o início de sua própria jura de sangue. Dezoito anos depois do nascimento dos gêmeos, outro pacto era selado sob a visão dos anjos. Então viajou para além do mar, para seu refúgio, seu paraíso prometido em Long Island... Rumo ao Acampamento Meio-Sangue, não só para salvar a sua vida, mas para salvar a alma de sua irmã.


Habilidades: Mira/Precisão e Persuasão

Presentes:
ø Arco do Amor - Longo e de ouro puro, indestrutível.

ø Aljava com flechas do Amor - Com infinitas flecha que podem paralisar o oponente e pode deixar apaixonado se for a intenção do semideus.[Dura 1 turno]

ø Armadura do Amor - Uma armadura completa de Prata Celestial e banhada com o suco do Pomo de Ouro. Sendo assim, tendo uma cor irresistível de Prata com Ouro dos deuses. Quem a tocá-la senão o semideus portador ficará com o corpo revestido com o mesmo material o impossibilitando de se locomover por até 3 rodadas. Usado apenas como poder de defesa, não como ataque.

ø Pulseira de Rosas - Uma pulseira de Ouro com um pingente de uma Rosa que quando ativada, libera uma essência encantadora que é capaz de fazer tudo que está vivo, ficar encantado/paralisado num raio de 50 metros. [Duração de 2 turnos]





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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Poseidon em Qui 10 Ago 2017 - 17:25

Avaliação


GHAEL, APROVADO.

Vou confessar que não gostei do motivo escolhido por seu personagem, acho que você poderia ter desenvolvido mais este quesito com base na história que fizestes para o seu semideus. Mas, isso é apenas opinião minha, e, não caberia reprovar-te por tal motivo.

Em relação a história: acho que foi perfeitamente elaborada, batendo com todos os quesitos necessários para uma boa ficha de reclamação. Você tem uma boa escrita e não me deparei com erros ortográficos, além de ter uma ótima trama para um futuro desenvolvimento de BMOs.

Meus parabéns e bem vindo ao Different Half Blood, prole de Eros.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Ethan Hooks Baudry em Sex 11 Ago 2017 - 22:20

i'm sorry tay,
i miss you, all the daysi'm broke.
Nome: Ethan Hooks Baudry

Idade: 27 anos

Deus(a) Escolhido(a):  Por que Hécate, dentre tantas outras deusas e deuses? Exatamente, por isso. A dúvida, o questionamento, a encruzilhada. A vida nada mais é que um amontoado de fios emaranhados, entrelaçando-se um no outro, fazendo tanto pessoas quanto situações se encontrarem ou fadarem a se repetir. Não há destino sem escolhas, sem escolhas, não temos caminhos e dessa forma, não temos como prosseguir.  E, além das escolhas, das encruzilhadas, como não falar a respeito do mistério e da magia que estão sempre ao lado da deusa? Acreditar-se no sobrenatural, aceitar o diferente, e, principalmente, tornar possível aquilo que acredita. Nem que eu pudesse passar o dia falando, conseguiria descrever a deusa, e, porque ser seu filho.

História:

Eu poderia dizer que minha história começa agora, já que voltei ao Acampamento, mas, na verdade, estaria mentindo. Ela começa muito tempo atrás, mais precisamente, vinte anos.

Eu possuía sete anos na época, era novo e morava com meu pai e minha irmã Tay, na Inglaterra. Éramos uma família feliz, apesar de tudo. Papai era mágico e sempre se interessou bastante por magia, além de, sempre nos ensinar um ou outro truque. Minha irmã o adorava.

Quando fomos crescendo ele nos colocou para fazer um número no circo, nada muito complicado, já que éramos muito novos para tal. O número consistia em pegar um baralho mágico e escolher alguém da plateia para pegar uma carta. Tínhamos de adivinhar o número da carta e coisa do tipo, era um truque bobo, mas, como feito na presença dos palhaços, se tornava um dos principais atrativos: crianças e comédia. Tem coisa melhor?

Melhor eu não sei, mas, pior? Ah, sim. Tenho certeza. Era um dia comum, como outro qualquer. Estávamos no auge do nosso número quando um dos palhaços, que estava fazendo malabarismo com chamas, deixou um dos bastonetes cair perto demais da minha irmã. Em pouco tempo, sua roupa toda adornada de bichinhos coloridos estava em chamas. No desespero, ela jogou-se no chão para tentar apagar as labaredas, e, no processo, bateu a cabeça.

Eu não sabia o que fazer, mas, uma coisa martelava em minha mente: a voz de uma mulher gritando [i]”salve-a”[/] de forma incessante. Corri em direção a minha irmã e comecei a tirar as roupas que ainda queimavam, ignorando as queimaduras deixadas em minhas mãos. Meu pai também correu em socorro, com baldes e mais baldes d’água. O espetáculo havia acabado naquele dia e em tantos outros seguintes, ao menos para mim.

***

Tay ficou no hospital por bastante tempo, seu corpo não sofreu queimaduras graves, em pouco já estava curada. O problema fora a pancada na cabeça. Os médicos disseram que ela sofrera um traumatismo e que uma das regiões afetadas era a região da memória. Não souberam dizer o quanto fora perdido, teríamos de esperar para ver. E a espera me deixava maluco.

Dia após dia eu ficava no hospital ao seu lado, cuidando dela, avisando as enfermeiras quando o soro estava acabando, ajudando com os remédios e com a higiene. Até que, enfim, ela acordou.

A princípio parecia a mesma Tay de sempre, mas, com o passar dos minutos, vimos que não era bem assim. Minha irmã começou a se comportar demasiadamente como criança, desde a forma de falar até mesmo a inocência em seu olhar. Pareciam lapsos do presente imersos num passado contínuo.

O médico então fez mais exames e veio nos comunicar o inevitável: minha irmã estava presa aos sete anos de idade, e, provavelmente, era um caminho sem volta.

Eu sei que muitos não saberiam o que fazer, vai por mim, também não sabia. Mas ela era minha irmã, algo dentro de mim me dizia constantemente que eu deveria cuidar dela. Deveria ficar sempre ao lado dela. E foi o que eu fiz. Fiquei ao lado da Tay até o dia em que nosso pai, em leito de morte, devido a uma parada cardiorrespiratória, revelou quem, de fato, éramos. Semideuses.

Veja bem, minha vida já era bizarra demais: viver em um circo, com uma irmã presa aos sete anos de idade, um pai mágico e uma mãe deusa? Desculpe, parecia muito. Mas, resolvi conceder o último desejo de meu pai. Foram quase dez anos cuidando sozinho de minha irmã, se esse tal Acampamento que ele mencionara antes de morrer realmente poderia proteger Tay, era para lá que eu iria.

***

Um ano e meio no Acampamento fizeram minha cabeça quase explodir: monstros, semideuses, criaturas mitológicas... Acho que a única coisa boa era a aparente recuperação de minha irmã. Ela estava muito bem, sempre chegava em casa feliz, dizendo que encontrara mamãe na floresta. Confesso que fiquei um pouco chateado na época, já que, mesmo também sendo filho dela, nunca aparecera para mim. Mas também entendia a condição especial de Tay.

E foi assim, vendo-a feliz, que, com o coração partido, resolvi sair do Acampamento por um tempo. Eu sabia os riscos de viver no mundo lá fora, mas, também, sabia como me defender. O curto prazo de tempo passado ali me fizera aprender como usar meus poderes e armas. Minha irmã estaria protegida nas fronteiras mágicas, mamãe estava se encontrando com ela, haviam outros irmãos no chalé... Tudo parecia bem.
Mas terminou sendo o pior erro da minha vida.

***

A vida lá fora, toda a liberdade, pareceu me atrair demais. Eu era jovem, não me julgue. Tinha terminado o ensino médio a pouco, queria estudar, fazer uma faculdade. Queria ser alguém diferente do meu pai. Só os deuses sabem o quão egoísta eu fui.

Enquanto minha irmã estava sozinha no Acampamento, eu me aprofundei na literatura, chegando a fazer doutorado. Namorei com várias garotas, depois, deixei-as sem dizer mais nada. Fui para diversas festas, bebi, usei drogas, tive ressacas e acabei percebendo o quão humano eu estava me tornando.

Faziam anos que eu não ia no Acampamento, não via minha irmã, não sabia como as coisas estavam. E, em nenhum momento, me importava em conferir.
Bom, não me importava até o dia que encontrei uma mulher em um bar.

Seus cabelos ruivos dançavam como as chamas que haviam queimado o vestido de minha irmã, tantos anos atrás. Sua pele era pálida como a porcelana, mas, em momento algum, feia. Seu semblante trazia mistério e sua presença, um poder absurdo. Poder que me fazia parecer fraco, deslocado e ingênuo.

Ela virou-se para mim e falou, com uma armagura que fez meu corpo inteiro tremer.

— Sua irmã está morta, Ethan.

As palavras pareciam um grasnado em meus ouvidos. Olhei para ela e não reconheci nada além de tristeza.

— Já fazem 5 anos.

Eu fiquei perdido em pensamentos naquela noite. A mulher simplesmente sumira após falar aquilo, sem identificar-se, sem dizer mais nada. Naquele momento eu soube que precisava voltar.

Soube que tinha de ir para casa.

Habilidades: Resistência e Persuasão.

Presentes de reclamação:
Cajado [Esse item é extremamente importante para a realização de magias mais complicadas. O cajado é cerca de 20cm maior que o semideus e ao contrário dos cajados clássicos esse é de metal, na ponta do cajado há uma bola de cristal cujas cores podem variar entre: Azul, roxo e preto(dependendo da escolha da face), o cabo vai afinando até chegar a ponta assemelhando-se a uma lança, ou seja, o cajado pode der utilizado para atacar. Quando não está em uso, o cajado toma a forma de lightstick.]


White Eyes / Canalizador [Ao utilizar magias que exijam muita energia, os olhos dos filhos de Hécate se tornam brancos, esse presente foi dado pela deusa para que seus filhos possam receber da lua energia para a conclusão de suas magias. Ao usar o White Eyes, independente do lugar em que o semideus está, ele sugará energia lunar, tal presente pode ser utilizado apenas 2 vezes por turno.]

Use Com Moderação / Passaporte [O nome pode ser curioso, mas o presente também é. Use com Moderação é uma espécie de “passaporte grimório”, os filhos da deusa que são mais familiarizados com sua face “A Anciã” possuem mais facilidade em efetuar magias que tenham as trevas como elemento. Os semideuses também podem usar o lado “passaporte” para entrar em reinos do submundo e no próprio Tártaro, mas sua visita não pode durar mais de um dia.]

@ thanks!
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hécate em Sab 12 Ago 2017 - 18:30


Ethan

Se você não desenvolver essa história em BMO's, eu mato você.

cry

Bem vindo.


Hello

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Ephrain L. Black em Dom 20 Ago 2017 - 15:02


Nome: Ephrain Lynch Black

Idade: 17 Anos

Deus(a) Escolhido(a): Atena

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Sempre tive prazer pela tática básica de lutar com a mente antes dos punhos, mas estar preparado para utiliza-los quando necessário. Atena tem o equilíbrio sutil entre a mente e o corpo e isso a torna praticamente a única que chama minha atenção. Resumindo, gosto de ser prole da Sabedoria.

História: - Você não sabe de nada, Ephrain.

Os olhos cinzentos do rapaz de longos cabelos escuros marcaram a face do franzino amigo de cabelos loiro sujo e face escovada. Ephrain fora o melhor aluno de suas turmas desde que se deu por gente,  era o campeão municipal de xadrez, sabia lutar pelo menos três tipos de artes marciais e jamais esquecera uma vírgula de tudo que teve acesso. Pelo que constava, ele sabia muita coisa.

"Você não sabe de nada, Ephrain"

Sem pressa, o jovem caminhava pelas ruas sujas e mal cuidadas que acabariam dando em sua rua na periferia do Brooklyn. A fachada da residência era de um verde descascado e desbotado que não fazia por menos quando se prestava atenção nas janelas e telhado, mas se tinha um lugar que era sempre arrumado e bem organizado, esse lugar era a garagem de automóveis que seu pai mantinha no quintal. Ephrain sempre admirou a capacidade de seu velho em consertar todo e qualquer tipo de bugiganga velha e acabada, ele era capaz de passar dias a fio ali se precisasse montar algum motor inusitado ou fazer alguma correção hidráulica, o pai, de modo que apenas algo realmente inusitado poderia fazer os dois serem vistos conversando.

- Eu sei as coisas sobre minha vida - o tom de voz de Ephrain era calmo embora se mostrasse realmente incomodado.

- Você não sabe de nada, Ephrain.

O pai tirara a atenção das porcas ou parafusos que apertava e fixou o filho, enchendo os pulmões com ar antes de começar a contar tudo o que achava ser necessário para o filho saber. Aquela história em si parecia muito bizarra, embora justificasse seus talentos individuais de forma mais clara do que um simples "Deus te abençoou". Não é como se isso desse credibilidade ao que o seu velho dizia, mas, por que iria ele mentir?
Segundo os delírios de Viktor, Atena era a mãe biológica de Ephrain e o gerara com sua mente, em uma relação de extrema afeição a capacidade do mecânico para projetar inventos complexos e fluídos, de tal forma que ela em seu pensamento o desejou e aquilo por si só o gerou.

Confuso e achando que o pai estava biruta, o rapaz saiu de casa de forma distraída, olhando para os lados de uma forma que julgava ser atenta mas refletia seu desespero. Não podia acreditar que aquilo fosse verdade, que Deuses realmente existiam e que sua mãe era um deles. Pior do que isso, não conseguiria a perdoar se realmente fosse uma Deusa, afinal, Deuses são todos poderosos... por que gerar filhos que não poderiam criar? Antes que tivesse sua resposta, algo pesado e gelado lhe beijou a nuca e ele apagou, sem saber o que o atingiu.
Lentamente a luz do ambiente voltava a penetrar as vistas de Ephrain que sentia a cabeça pulsar como um grande coração externo. Era difícil formular qualquer pensamento enquanto aquela sensação lhe bombardeava a mente e por isso, quando olhou para a figura metade bode na sua frente ele pareceu não ligar. Com a ponta dos dedos ele buscou a parte dolorida de sua cabeça, fazendo uma careta ao toca-la e sentir um calombo suficientemente grande para lhe fazer ter medo. Sentiu-se um pouco mais acordado e voltou a fixar o meio bode, estreitou a vista para ver melhor e então abriu a boca e arregalou os olhos:

-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

-BÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ

O garoto parou para olha-lo melhor. A parte superior do corpo do ser era humana e perfeitamente normal, se não fossem os cabelos que pareciam ramas velhas e finas que caíam ao lado do rosto e pequenos chifres saindo do topo da testa. O rosto era arredondado e tinha uma barbicha pequena e reta, como um punhal que ia desde a orelha pontuda até a base de seu queixo:

- AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH, QUE PORR....

-CALMA! - O som saiu groto, quase como um grunhido de desespero, embora o bicho parecesse menos assustado agora que não fora pego de surpresa - Sou um sátiro!

- EU SEI O QUE É UM SÁTIRO, EU JÁ LI MUIT...

- Sei que leu, mas olha.. esses livros podem mentir ta. Seu pai me mandou aqui para lhe ajudar!

- Mas você quase abriu minha cabeça!

- Ah, aquilo foi um acidente, não vai voltar a acontecer.. eu espero. - Ele parecia levemente constrangido pelo que tinha feito e sorriu de forma desajeitada. Ephrain ainda não sabia se o tinha realmente desculpado ou se confiava nela, mas algo dizia que devia confiar - Sr. D me mandou aqui assim que seu pai conversou com ele sobre os sonhos esquisitos, coisas que explodiam a sua volta e sua pré-disposição para enxergar coisas menos naturais.

- Então sou mesmo um semideus? - Os olhos cinzas de Ephrain fuzilaram de forma desconfiada o ser que começava a bambolear a frente, o chamando com um aceno de mão.

- É lógico que é, pensou que fosse quem? Harry Potter? Sinto muito mas não é. Vou te levar ao Acampamento Meio-Sangue e você irá encontrar outros como você... E sim, tem outros! Pelos céus, você é mesmo filho de Atena? - Completou ao ver que o jovem Black abrira a boca para questiona-lo.

Sem delongas e ainda achando tudo aquilo estranho o garoto seguiu o bicho esquisito. Lembrara-se de ler que nas histórias gregas os heróis eram treinados pelos Sátiros, fora assim com Hércules e Aquiles. Toda a situação em si era estranha, mas Ephrain esperava, com sorte, entender tudo melhor quando chegassem ao tal acampamento.. o que de mal poderia lhe acontecer?

Habilidades: Mira/Precisão e Instinto de Sobrevivência

Presentes de reclamação: Dracma / Escudo [Aparentemente um dracma comum, mostrando um lado Atena e no outro uma coruja, ao ser jogado para cima se transmutar em um escudo médio de bronze.]

Guerra Justa / Lança [Atena é deusa da guerra justa, desde que nasceu armada tinha sua lança e seu escudo, seus filhos ganham uma réplica de sua lança feita de bronze celestial, capaz de fatiar monstros facilmente.]

Pallas Perikopés / Espada [Espada feita de prata e ouro imperial em homenagem a titã Pallas que morreu em uma luta contra Atena. Quando não utilizado vira um pingente de coruja.]
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Poseidon em Dom 20 Ago 2017 - 15:30


Ephrain,

Apesar de ter sido uma história curta, foi bem elaborada, bel escrita e segue todos os pontos necessários para uma boa reclamação. Quero muito ver o seu desenvolvimento, portanto, trate de desenvolver esse personagem. Está APROVADO.



Bem vindo.



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Wendy Tye Nelson em Ter 29 Ago 2017 - 19:54

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Deus(a) Escolhido(a): Apolo
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Porque faz sentido com a proposta da minha história e com o que eu quero em relação a poderes e presentes, além do fato que ele é o melhor deus do Olimpo, na minha humilde (nem tanto assim) opinião.

História:

Provavelmente você deve estar se perguntando o que uma garota que cresceu no rigoroso inverno de Iqaluit, no norte do Canadá tinha na cabeça quando decidiu ir assistir a uma competição de vôlei de praia à beira da Ocean Beach em San Diego, vinda direto do aeroporto, depois de exaustivas 25 horas de viagem em pleno verão. Pensando dessa maneira, realmente parece loucura o que eu fiz e bem, acho que eu preciso voltar ao começo de tudo para que você entenda um pouco melhor as minhas motivações.

Na verdade, eu nasci na cidade de Toronto, onde minha mãe trabalhava como repórter esportiva. Por conta de algumas complicações no parto, ela veio a falecer. Os médicos conseguiram me resgatar ainda com vida e a justiça me deixou sobre a tutela de sua irmã, minha tia, uma vez que meu pai também havia morrido em um acidente de carro, poucos meses após minha mãe descobrir estar grávida.

Por isso não cheguei a conhecer meus pais. Na verdade, segundo tia Amy, deveria me sentir abençoada por nunca tê-los conhecido. Afinal, para ela minha mãe era o maior desgosto de nossa família por ter engravidado antes de casar. E toda vez que eu a procurava para obter algum tipo de informação sobre meus pais, eu recebia sempre o mesmo olhar de desprezo e resposta áspera: “Você não precisa saber dessas coisas”.

Eu nunca me contentei com aquele espaço vazio em relação ao meu passado, o que foi me tornando em um tipo de ovelha negra perante minha família. Quer dizer, eu era a filha bastarda, rebelde e problemática, que era incapaz de ler direito, odiava o frio e a escuridão e sempre imaginava monstros e coisas assustadoras que não existiam. E como a aberração que eles acreditavam que eu era, não demorou muito para ser deixada de lado. Ou melhor, enviada para baixo.

Passei toda a minha adolescência morando no porão da casa de meus tios. Eu tinha pouquíssimo contato com algum tipo de luminosidade diurna natural - quando a mesma aparecia, é claro – e sentia uma falta inexplicável do sol queimando sobre a minha pele. E durante esses anos sombrios, a televisão velha da minha mãe foi como uma melhor amiga para mim, afinal era o único contato que eu tinha com o mundo fora de Igaluit.

Eu tinha 17 anos quando encontrei minha primeira pista para sair daquele inferno congelado. Era um cartão postal de meu suposto avô por parte de pai, estava guardado junto com a bateria do gravador antigo de minha mãe, ele deveria ser o dono de um famoso hotel de luxo em San Diego que patrocinava anualmente o torneio de vôlei em Ocean Beach, uma vez que o papel tinha sua marca d’água. O que me deixou mais curiosa em relação aquilo tudo foi o fato de que o cartão era endereçado a mim com os seguintes dizeres:

“Querida Wendy, aqui quem escreve é seu avô. Assim que completar 18 anos, saque todo dinheiro da conta bancária descrita abaixo e me encontre na sede do meu hotel, eu preciso lhe contar algo muito importante sobre o seu pai, mas isso deve ser feito pessoalmente. M. Nelson, PS.: mencione os campos de morangos.”

Guardei o cartão no mesmo local em que estava antes e não contei nada sobre o mesmo para ninguém que eu conhecia. Eu já era considerada louca o suficiente para acrescentar mais aquilo na minha lista. Dessa forma, planejei minha fuga em segredo, enquanto continuava fingindo que tudo continuava na mesma, ignorava a ansiedade de finalmente ter a chance de sair dali. No dia do meu aniversário, fui ao banco escondida e saquei o dinheiro destinado a mim no caixa eletrônico, pois caso o fizesse em um caixa normal meus parentes descobririam.

Com o dinheiro em mãos, agendei minha ida para o torneio na semana seguinte, incluindo passagem e ingresso. Como havia estudado a vida inteira em casa e não tinha amigos na cidadezinha onde morava, eu não sabia o que dizer para explicar o porquê das malas prontas, por isso eu esperei que todos saíssem para seus respectivos empregos e deixei-lhes um bilhete rápido de despedida sobre a minha cama, mesmo acreditando que eles não merecessem tal satisfação.

No dia seguinte, lá eu estava, prestes a conhecer mais sobre a verdade. Por incrível que pareça minha pele não reclamou do calor intenso, muito pelo contrário, ela parecia ter sido feita para sentir aquele toque solar. E como a mesma era bastante corada, apesar de morar na neve, eu não aparentava estar tão deslocada em relação às outras pessoas como realmente estava. Era um pouco estranho vivenciar o tumulto da cidade grande, mas eu gostava bastante daquela sensação nova.

Após entrar no evento, avistei meu avô de longe, ele não estava cercado de perto por seguranças ou algo do tipo, mas se encontrava dentro de área de acesso vip. O cansaço sempre me atrapalhou a ter juízo, então devido a sua ausência bolei um plano suicida. Aproximei-me do responsável pelo isolamento da área vip, com um par de óculos escuros que havia comprado no quiosque da praia para tampar minhas olheiras e me dar um ar mais “chique”.

-Ei, você! – apontei para o mesmo com um ar esnobe e o mesmo me fitou com certa curiosidade - me deixe passar logo!

-Identificação, por favor.

¬-Você sabe quem está falando, querido? - respondi seca e auto confiante.

-Não e realmente não me importa. – ele retrucou seco – Sem identificação, sem entrada.

-Seu chefe não vai gostar nem um pouco de saber que você está recusando a passagem para a neta dele. – apontei com a cabeça para um Sr. Nelson risonho.

-Neta? – o segurança soltou uma gargalhada alta – Marcus Nelson nunca teve filhos, que fará uma neta, garota. Saia daqui antes que arrume mais problemas.

-Err... – eu havia sido vencida em argumentos e tecnicamente eu não sabia se ele era realmente a pessoa que procurava. Pensei em sair, mas percebi que Marcus começou a caminhar em direção a saída, que por um acaso, era exatamente onde eu estava. – Tem certeza? – tentei enrolar mais um pouco ali.

-Vamos, mocinha. – ele cruzou os braços de maneira imponente. - Saia já.

-Ok, Ok... – suspirei fundo e virei de costas, mas buscando contato visual com Nelson com o canto dos olhos. Ele estava bem próximo de mim. Dei um passo e parei bruscamente em seguida, fazendo com que ele colidisse contra o meu corpo, me fazendo cair – Outch.

-Desculpe-me, senhorita. – o homem abriu um sorriso caloroso e estendeu os braços para me ajudar.

-Tudo bem – respondi, me levantando, com um sorriso nervoso ao notar a aproximação do segurança. – Você sabe dizer onde ficam os famosos campos de morangos?

-hm... – ele pigarreou arrastado e sua expressão facial mudou completamente, como se houvesse visto um fantasma – Wendy, certo?

-Senhor, essa golpista estava tentando entrar na área vip e disse que era sua neta! Não sei se deve-

-Cale a boca e vá fazer seu trabalho, Roy. – Marcus cortou rapidamente seu segurança, voltando seu olhar para o mesmo – Ela é a garota a quem meu pai pediu nossa ajuda para guiar ao acampamento. – eu ergui uma sobrancelha confusa e ele apontou para o segurança - E será você quem a indicará o caminho.

-E você disse que era o avô dela? Pior disfarce possível. – Roy levou as mãos ao rosto. Eu estava sem entender nada.

-Não poderia dizer que era irmão, não é verdade?

-Que?! – perguntei de olhos arregalados. – Isso é uma piada, né? – soltei uma gargalhada perplexa.

-Na verdade, não. – Marcus passou a mão pelos cabelos grisalhos - Tenho uma longa história pra te contar, maninha.

(...)

Pois é, aquilo tudo estava me saindo bem diferente de como sonhava que seria. Segundo meu Marcus, nós éramos semideuses gregos filhos de Apolo. E por mais que eu não quisesse acreditar nisso, aquela versão dos fatos fazia bastante sentido para mim. Os campos de morangos ficavam na colina meio-sangue, em um acampamento destinado a pessoas como nós, para que pudéssemos desenvolver nossas habilidades e nos proteger dos monstros.

-É tipo um Instituto Xavier? – perguntei para Roy durante o voo de San Diego até Long Island, algumas semanas depois.

-Não. – respondeu antipático. – Nada parecido.

-Ah, que pena... – relaxei minha postura na poltrona. - Seria bem legal virar uma x-Men.

-Eu estou sendo subutilizado assim – resmungou o filho de Ares baixinho – O mundo divino não é uma piada, criança. Saiba que tem muita gente que morre, creio que você não será exceção então, por favor, não fale comigo até o fim da viagem, sim?

-Ok, rabugento. – dei de ombros e coloquei o fone de ouvido, escutando música pelo resto da viagem.


(...)


Após pegar carona em um taxi até a praia, subimos a colina a pé. Logo pude sentir o perfume de morangos atingirem meu olfato, estávamos mais perto do meu novo lar do que eu pensava que algum dia chegaria. Roy chamou pelo tal de Quíron, que ele dizia ser o centauro responsável pelo acampamento. Devo admitir certo choque ao ver que aquilo tudo estava acontecendo de verdade, mas de certa forma era bom não ter que morar mais em um porão enterrado na neve.

Quando eu te vi na minha frente, eu tive certeza que minhas loucuras eram reais.  Sem querer ofender, é claro. Na verdade isso é algo bom, no meu ponto de vista. Assustador, mas são. Foi quando você me cumprimentou e perguntou como eu vim parar aqui, que eu lhe contasse algo da minha história, foi exatamente o que eu fiz, certo? Bem, agora eu queria saber, existe algum espaço para mim aqui?


Habilidades: +1 Mira/Precisão, +1 Resistência
Presentes de reclamação:

♦ Faca – Feita de bronze celestial, a faca tem em média 20cm de lâmina e mais 5 no cabo que é encrustado com pequenos rubis. Concentra luz solar que, ao ferir um oponente, pode causar pequenas queimaduras - além da ardência e limitação de movimentos.

♦ Arco e Aljava – Feito de ouro solar, o arco é inteiramente coberto por pequenos diamantes. Pode ser usado para bater em algo ou alguém, já que os diamantes são pontudos e afiados. Todas as flechas são feitas de ouro solar, elas são perfeitamente manuseáveis e tendem a concentrar a luz solar em suas pontas que, quando entram em contato com o alvo, fazem o mesmo pegar fogo com a energia liberada, entrando em combustão. Transforma-se em um Ipod, que contém as músicas que o dono desejar.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hécate em Ter 29 Ago 2017 - 21:07


Wendy

A maneira com que narrou os acontecimentos na sua história tornou tudo bem dinâmico e agradável de se ler, você tem uma criatividade que será facilmente aproveitada nas BMO's e isso é muito bom. Não vi erros significativos.APROVADA.



Bem vinda.


Hello

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Ino Jin em Qua 30 Ago 2017 - 18:58

Nome: Ino Jin
Idade: 18
Deus(a) Escolhido(a): Deméter

Porque quer ser reclamado por esse Deus:
Gostaria muito de criar uma prole de Deméter albino e com deficiência visual que possa enxergar com o contato com a natureza. Peguei algumas inspirações para criar o personagem de outros lugares como series e desenhos.

História: mínimo de quinze linhas completas

Primeira parte

Ino, nascido e criado no canada em Quebec. O inverno tinha acabado de chegar e faltava poucos dias para as aulas acabarem e as ferias reinarem. Ino contava as horas para que as ferias de inverno chegassem e se livrar de todo o peso dos meses anteriores. Por ter nascido albino e com os cabelos brancos e ate mesmo viver em uma cidade onde costuma nevar, os garotos de sua escola o faziam bullying um tanto pesado. Ateavam fogo em sua pele ou pintavam os lindos cabelos cor de neve, mas havia um detalhe nisso tudo...Ino nasceu com deficiência visual e por isso não tinha noção de quando ou quem o mal-tratava.

Por mais que tivesse a deficiência, Ino havia descoberto por volta dos 16 anos de idade que conseguia enxergar através do contato com a natureza, sempre andava descalço pela estufa de seu pai. O único que sabia de seu ''dom'' era seu tio Henry que o vinha vê-lo nas ferias de inverno e sempre contava historia de Deuses e criaturas mágicas, mas era um segredo pois seu pai Diego proibia que Henry o contasse sobre esse tipo de historia.

Segunda parte

Alguns dias se passaram e finalmente e as ferias de verão chegaram. Flocos de neve caiam sobre as casas cobrindo todo o telhado e os pinheiros decorativos da cidade. Henry já estava hospedado na casa de Ino e Diego e como havia feito uma promessa anos atrás que nas ferias de inverno que viriam nos seus dezoito anos, ele o traria grandes surpresas.

Era por voltas das 14 horas da tarde e Diego teria saído para comprar algumas coisas que faltavam para realizar o banquete das ferias, uma cerimonia da cidade. Ino e seu tio encontrava-se na estufa de seu pai e ali explicou para o albino que ele seria filho de uma Deusa Olimpiana, Deméter, e que ter nascido com o tom de pele que ele tinha era uma das coisas mais lindas que ele já tinha visto. Explicou que os Deuses desciam do olimpo para relacionar-se com mortais para que assim semi-deuses que nem Ino nascem, por isso Diego teria o proibido de mencionar tais assuntos.

De inicio não havia acreditado no que tinha escultado, mas Henry sabia dos dons que Ino portava e decidiu mostra-lo. Na estufa de seu pai havia pequenos jarros de plastico preto com plantas pequenas. Seu tio pediu que colocasse suas mãos sobre a planta, como Ino conseguia enxergar tudo a sua volta concordou com a cabeça e fez. Não demorou segundos e pequenina planta tornou-se uma bela planta com flores azuis. Um sorriso abriu no rosto do albino e o mesmo resolveu testar cada vez mais o seu dom ali.

Parte Final

As ferias haviam terminado e nesse período, Henry ensinou Ino tudo que ele sabia sobre Deuses, criaturas e seus dons. Uma conversa de pelo menos 3 horas com seu pai foi suficiente para que o responsável permitisse que ele fosse com seu tio ate o famoso acampamento-meio-sangue onde ele iria conhecer outros semi-deuses e outros irmãos, pessoas que passaram pelas mesmas ou ate piores situações para descobrir suas verdadeiras origens.

Habilidades: 1+ Agilidade 1+ Instinto de Sobrevivência

Presentes de reclamação:

• Foices Sangrentas - Duas foices que ao ser melada por sangue de um semideus faz aumenta seu tamanho.

• Anel das plantações - Um simples anel encantado, quando o(a) filho(a) quer pode fazer nascer um planta.

• Sword Da cobra - Pode parecer um bracelete em formato de cobra, mas pode virar uma grande espada envenenada por sangue de uma Mamba Negra.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hera em Qua 30 Ago 2017 - 19:10


Jin

Vamos lá. Eu queria que a sua história fosse maior. Achei curta, bem escrita, mas faltando alguns detalhes que provavelmente iria me deixar mais presa na leitura.

Gostaria de ver seu futuro pela frente. Sem mas delongas, você está APROVADA.



Bem vinda.

~ATT por Zeus

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Scar fra Shoglhuctho em Sex 1 Set 2017 - 10:40


FURNACE
Give me your sanity


Nome: Scar fra Shoglhuctho
Idade: 25 anos
Deus(a) Escolhido(a): Hipnos.

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Para muitos talvez possa parecer um deus bobo e sem importância, mas, para mim, sei que não é bem assim. Hipnos é um dos deuses mais poderosos que possam existir, ele comanda um plano em que não vivemos, porém, visitamos constantemente, noite após noite, e que, ficamos sabendo a respeito de várias coisas que estão acontecendo ao redor de nós mesmos.

Além disso, o próprio sono é aquilo que nos mantém fortes, descansados e com energia para seguir em frente, tanto fisicamente quanto emocionalmente, por que, afinal de contas, uma pessoa cansada fica sem nenhuma estabilidade.

JULGAMENTO

A cela era fria, suja e mau cheirosa. Podia sentir os espíritos dos jovens anteriores – que a habitaram – cercando-o, observando-o e principalmente rindo dele. Há uma semana o jovem havia sido levado para aquela cela e aguardava seu julgamento.

Seus pais não haviam ido vê-lo nem uma vez sequer. Sabia que estava sozinho, que a partir daquele momento não tinha mais família alguma e que estava por conta própria.

— Vamos, garoto. É hora da sua sentença. — Falou um dos guardas, surpreendendo o jovem.

Sem ter muita escolha, Scar levantou-se e esperou que os mesmos algemassem seus pulsos, levando-o para fora da cela e conduzindo-o pelo corredor imundo da delegacia. Do lado de fora um carro negro o esperava, rodeado por ternos pretos que sorriam com seus olhos prateados e os dentes de tubarão.

— A partir de agora é por nossa conta e risco. — Falou um, dispensando o policial e o largando no banco de trás de qualquer jeito.

O jovem ficou sentado entre dois ternos pretos durante todo o trajeto até o tribunal, suando frio e com a mente a mil por hora. Sabia que o que lhe aguardava não seria nem um mar de rosas. Sabia que a partir daquele lugar seria levado para Furnace, onde seus pensamentos tornar-se-iam realidade.


Demorou cerca de quarenta minutos para chegarem ao destino e, pelo que pôde perceber, vários repórteres estavam do lado de fora, sem nenhum propósito. Apenas querendo um assunto que pudesse passar no jornalzinho das cinco e meia. Quando os viram sair do carro, correram na mesma direção tentando captar os detalhes de mais um dos fatos de criminalidade da cidade. Era deplorável.

Posso confessar que Scar não era lá um fã dos ternos pretos, mas, naquele momento, ele os agradeceu por retirar aqueles sedentos de notícia de cima dele. Já tinha muito o que pensar para dar depoimento para a TV sobre algo que fizera e que sabia que era errado. E ainda mais: sobre o que não fizera. A morte de seu amigo não saía da cabeça. Os miolos e o sangue espalhados pelo carpete, os ternos negros rindo dele com aquele sorriso de tubarão… Ele não estava preparado para falar sobre isso.

O jovem adentrou o tribunal e percebeu que estava quase vazio com exceção de seus pais, o juiz e… Bom, e dos pais de Calvin. Ambos o olhavam como se fosse o pior assassino do planeta. A mãe de seu amigo chorava no ombro do marido que a abraçava e parecia protegê-la de algo que Scar de repente, pudesse fazer.

O garoto tentou olhar para eles e alegar que era inocente mas o terno preto o empurrou de forma brusca em direção ao juiz e o fez sentar-se na cadeira ao lado do mesmo. Ao que parecia só havia um advogado de acusação, os pais de Scar não haviam se preocupado em contratar nenhum outro pois acreditavam na culpa da própria prole.

— Vamos dar início ao julgamento. Advogado, queira iniciar o procedimento.

— Tudo bem. — O advogado era um homem baixo e gordo, já ficando careca. Usava um terno risca de giz que aparentava ser dois ou três tamanhos menores do que realmente era. — Scar fra Shoglhuctho é acusado de adentrar em propriedade privada, dano a residência, formação de quadrilha, furto e roubo e assassinato de seu amigo Calvin.

O garoto ficara indignado. Certo que realmente fizera coisas ruins como roubos e destruir a propriedade privada mas formação de quadrilha era um absurdo e… Assassinato? A palavra tinha um gosto ruim em sua boca.

— É mentira! — Falou o jovem, mais para os pais de seu amigo que para si mesmo. — Eu não o matei! Eu juro que não o matei! Foram eles, os ternos pretos! Por favor!

O juiz martelou o tablado fazendo o garoto se sentar novamente e começar a chorar com o que vinha a seguir.

— Silêncio no tribunal! — O homem falou. — Sob essas acusações e sem uma defesa com fundamentos eu o declaro: Culpado! — Concluiu. — O sentencio a Furnace, onde passará o resto de sua vida aprendendo a ser um ser humano de verdade. — Martelou novamente o tablado e aguardou que os ternos pretos o levassem da sala.


Os homens, com sorriso de tubarão, arrastaram Scar para fora do tribunal aos berros. Ele gritava a plenos pulmões que era inocente mas ninguém ali parecia acreditar. Foi então que viu outro garoto, aparentemente com a mesma aparência que ele, adentrar o local, também arrastado por ternos negros. Algo o dizia, no fundo de sua alma, que ele não era o único.

Não há nada mais difícil no mundo que convencer alguém de uma verdade desconhecida.

***

Ao todo eram três garotos, praticamente iguais: assustados, alturas semelhantes e crimes praticamente idênticos. Estavam aguardando ao que pareciam ser horas em frente ao tribunal quando um terno preto saiu lá de dentro com o último garoto e os arrastou para uma van, que aguardava em frente.

Era um veículo velho e acabado, suas janelas estavam abertas e enferrujadas e os bancos rasgados e mau cheirosos. O piso era grudento e tinha um cheiro de vômito que dava a Scar certas náuseas.

— Não se preocupe, logo o seu se juntará ao dos demais. — O terno preto riu ao perceber que o jovem observava o piso da van.

Não demorou muito até começarem a ver tudo o que conheciam – ruas, construções, pessoas – ficando para trás. Pôde perceber o som de alguém chorando no fundo da van, um dos garotos. Também percebeu que fazia o mesmo.

Nunca fora um jovem de temer as coisas, mas, naquele momento, sentia-se como as pessoas que sempre assustou: sem saber o que fazer, como se fosse o fim. E realmente era.

Furnace era um lugar distante de tudo o que se conhecia, ficava na divisa entre dois estados exatamente no meio do nada. Era uma construção feita em uma montanha, cavada para o fundo da terra. Lá dentro tinham as criaturas mais horripilantes que se possa imaginar: assassinos, psicopatas, delinquentes, inocentes… Tudo.

Ao perceber que o veículo se aproximava, Scar precipitou-se para a janela para observar. Era uma
enorme rocha vermelha cercada por um descampado murado e protegido com arame farpado. Não parecia ter uma extrema segurança, contrariando as famosas prisões de segurança máxima com muros e mais muros. Furnace não precisava disso.

A van foi aproximando-se cada vez mais até que passaram pelo portão e finalmente deram-se conta do tamanho do lugar. Era realmente uma montanha, absurdamente grande. Scar não se conteve e vomitou no piso do veículo fazendo o terno preto, que o avisara que aconteceria, soltar uma gargalhada. Não era o único: os outros garotos também faziam o mesmo que ele.


O veículo estacionou e logo os quatro garotos estavam enfileirados atrás de um terno preto, caminhando até uma porta dupla de titânio reforçado. Ao se aproximarem o homem mostrou uma espécie de cartão a máquina e o mecanismo fez a fechadura ceder, mostrando aos garotos apenas o começo de Furnace.

Haviam outro terno negro aguardando-os lá dentro, o mesmo que estava no escritório da casa que Scar invadira. Estava sorrindo e suas órbitas vazias pareciam absorver a alma do jovem.

— Deixem seus pertences aqui. Tudo o que tiverem. Caso não deixem, saberemos.

E, como se não houvesse outra escapatória – realmente não havia – os jovens deixaram os pertences, ficando apenas com as roupas, coladas no corpo devido ao suor. Não sabia-se se devido ao nervosismo ou ao calor.

Adentraram em um elevador e o mesmo começou a descer para as entranhas da prisão. Pôde ver a rocha vermelha da montanha passando através das grades do carro e o estômago embrulhando automaticamente. O ar estava ficando mais quente, úmido e causava um certo desconforto.

Foram, então, conduzidos por um corredor até uma espécie de banheiro de escola, com vários chuveiros e algumas cabines sem porta.

— Tirem suas roupas, tomem banho e vistam os macacões. — Ordenou o terno preto mostrando um amontoado de macacões em cima de uma pedra de mármore.

Os jovens então o obedeceram e retiraram as roupas indo para debaixo do chuveiro. A água era como um jato forte e gélido, não conseguindo mantê-los em pé. Logo em seguida um gás invadiu suas cabines e o terno gritou algo como prendam a respiração. E eles obedeceram. Estavam secos e com frio.

Caminharam até as roupas e as vestiram. O tecido mais parecia lixa em contato com a pele, diferente do algodão do tecido da roupa anterior.

Novamente fizeram uma fila, a mando do terno preto, e caminharam para o elevador. Adentrando e descendo ainda mais nas entranhas da prisão, que, parecia não ter mais fim. Foi então que, cerca de trinta minutos depois, o avião parou e as portas se abriram revelando um enorme pátio cercado de pedra negra. Era como um enorme círculo contendo várias mesas e cadeiras em que no meio estava a cabine do elevador e logo ao lado uma escada com duas portas duplas de titânio ao lado uma da outra, levando a lugares diferentes. Scar não estava muito empolgado em descobrir. A iluminação era fraca mas era eficiente o bastante para que pudessem ver as faces assustadas uns dos outros, todos garotos semelhantes a ele mesmo.

Um círculo amarelo fora desenhado no chão e os quatro novatos jogados ali no centro de modo que ficaram totalmente expostos aos veteranos.

— Sob o céu está o inferno e sob o inferno está a penitenciária de Furnace. — Era o mesmo homem das órbitas vazias. — Eu sou o diretor. Vocês me devem respeito e obediência se quiserem manter suas vidas.

E foi então que percebeu que estando ali, naquela rocha impenetrável, no silêncio da escuridão, que seus pensamentos enlouqueceriam. Sua própria mente o mataria.

OBS: CONTINUAÇÃO EM BMO's


Habilidade: Hipnos – Força e Persuasão

Presentes:

• Adagas do Lete - Duas adagas de bronze celestial. As adagas são embebida com água do rio Lete, então cada golpe dela tirará de seu inimigo uma parte de sua memória.

• Espada Oneirica - O filho de Hipnos pode escolher como o seu inimigo irá sofrer caso entre em contato com a lamina da espada. O inimigo pode ter uma boa visão de sua morte como se tudo não passasse de um sonho ou ele poderá cair em um pesadelo profundo.

•Suimin e Hirō - Duas correntes com cabo de ferro estígio, ativadas na hora da luta. As correntes em si são feitas de nuvens, e quando utilizadas numa luta a céu aberto, prendem o inimigo e o impossibilita de receber oxigênio por alguns segundos, o que o faz fica atordoado por algum tempo após ser solto.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Sex 1 Set 2017 - 11:30


Scar


Olá jovem padawan, bom dia :)

Vamos começar com um "minha eu, que história!". Você desenvolveu uma história que se tornará cada vez mais interessante, devo presumir. Pelo apenas que tome cuidado, pois em um os parágrafos você quebrou o texto - literalmente.

"Ao perceber que o veículo se aproximava, Scar precipitou-se para a janela para observar. Era uma (AQUI Ó)
enorme rocha vermelha cercada por um descampado murado e protegido com arame farpado. Não parecia ter uma extrema segurança, contrariando as famosas prisões de segurança máxima com muros e mais muros. Furnace não precisava disso. "

APROVADO

Seja bem vindo ♥



Nyx 
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Leon Wintry Lannister em Dom 3 Set 2017 - 1:42

just to let you know,
don't try too hard, i'm like metal, if you push too much it breaks.
Nome: Castiel Wintry Belshoff
Idade: 20 anos.
Deus(a) Escolhido(a): Thanatos.
Porque quer ser reclamado por esse Deus:  Eu escolhi o deus por que não só a personalidade de meu personagem combina com a do deus, como também a história que eu tinha em mente combinava perfeitamente com o deus, me fazendo escolher ele imediatamente. É um caso de pensar na história antes e adequar a um deus.

Outros motivos seriam por que gosto do tipo de deus que Thanatos é, frio, lógico e simples.

História:

Diante a morte,  nada mais importa.  Mesmo se você for o homem mais rico do mundo, o mais poderoso, o mais bondoso ou até mesmo o mais cruel, no fim, estará junto a todos os outros, esperando na fila para ser julgado e condenado.

 Foi essa a verdade que Gabriel descobriu no momento em que morreu, antes ele era só um ladrão de galinha, um peixe pequeno que sobrevivia nas ruas de New York roubando turistas e ameaçando alguns donos de lojas para ter um dinheiro a mais no bolso, isso até durante a fuga de um assalto, acabar sendo morto pelo disparo de um policial que o perseguia e então, parar ali.

— Aquele maldito policial....Se eu tiver oportunidade... — Preso entre todas aquelas pessoas que andavam como ovelhas para o matadouro, a única coisa que ele podia fazer para evitar perder o pouco que lhe sobrava de sanidade era manter-se falando sozinho enquanto imaginava a maneira que se vingaria de seu assassino se um dia tivesse a oportunidade, nem que isso fosse nada mais do que um tolo sonho que estava condenado a jamais ser realizado.

Ou era o que deveria acontecer, mas talvez Nêmesis havia ouvido os múrmuros do ladrão e havia dado uma mão a ele, pois enquanto murmurava uma fenda se abria entre o mundo dos mortos e os dos vivos, e enquanto a maioria dos espíritos sentiam medo da punição que receberiam por fugir, alguns poucos aproveitaram a fenda para escapar o mais rapidamente para o mundos dos vivos, sabendo que eles teriam que fugir antes que Thanatos fechasse a fenda como sempre fazia.  Entre eles Gabriel era o que havia corrido o mais rapidamente...Seus olhos vermelhos mostravam que sua fúria e vingança não desapareçam com a oportunidade de uma nova vida, na verdade tais sentimentos se tornaram ainda mais fortes.

✘✘✘

Castiel não podia acreditar na visão que se estendia diante seus olhos, na verdade não era que ele não podia acreditar, para ser mais exato ele não queria acreditar, o dia havia sido completamente normal e absolutamente nada apontava para o que estava por vir.

 Era só mais um jantar normal em família, seu pai havia chegado da delegacia após um longo dia de trabalho e sua mãe estava feliz enquanto falava sobre algumas promoções que havia aproveitado no mercado, o que provavelmente teria sido a parte mais empolgante de seu dia se não fosse pelo homem que havia arrombado sua porta com um chute enquanto olhava de forma quase louca para seu pai.

— Você me matou filho da puta! Agora vou matar você e sua família! — No momento que Castiel havia ouvido o grito do homem, mesmo que não entendesse bem o que estava acontecendo, sabia que o homem que entrará em sua casa com tanta violência era alguém que não gostava de seu pai.

 Por isso assim que o homem entrou o garoto correu rapidamente para o quarto do pai, sabia onde o pai guardava a arma quando chegava do trabalho e queria entregar para ele, deixar o pai mais seguro, mas ele havia chegado um passo mais tarde, seus pais já estavam caídos no chão sem sinal de vida, no centro de suas testas um buraco circular que deixava o sangue vazar lentamente no chão, manchando o carpete.

 E enquanto o garoto se desesperava com a cena em sua frente, logo via o homem que entrou em sua casa olhando para ele com um sorriso  louco em seus lábios, em sua testa ele também possuía o mesmo buraco de bala que estava na cabeça de seus pais, mas ele ainda estava bem e vivo enquanto se aproximava de Castiel, que pelo medo e o choque de perder seus pais não havia percebido que o homem a sua frente não possuía armas.

— Fique longe! —  Gritava enquanto apontava a arma para o homem, seu pai havia lhe ensinado a atirar desde pequeno e o garoto se orgulhava de ter uma boa mira, não que isso importasse, por que no momento que o garoto puxou o gatilho o garoto havia desviado o olhar enquanto puxava repetidas vezes o gatilho da arma.

E graças ao fato de desviar os olhos o garoto não viu que suas balas atravessavam o corpo do homem como se não fosse real e nem que uma mulher de cabelos negros que surgia atrás do homem e o arrastava por uma fenda que havia aberto.

 No dia seguinte a notícia que cobria as primeiras páginas dos jornais era sobre o garoto que havia matado sua família e havia sido condenado a pena de morte dali seis anos.

✘✘✘

Beatriz Wintry Belshoff, a única sobrevivente do assassinato cometido a seis anos atrás pelo seu filho de 14 anos, isso é, se ficar em coma durante 6 anos pudesse ser considerado sobreviver. Como se fosse obra do destino seu coração havia parado de bater no mesmo dia em que seu filho seria condenado a pena de morte.

— Olá Beatriz, o tempo não fez muito para ti. — No momento que sua alma saiu de seu corpo, Beatriz ouviu a voz do homem por quem havia se apaixonado há anos atrás, a voz que ela sabia no dia que ele desapareceu, que só ouviria novamente quando fosse hora de descobrir o que havia do outro lado.

— Olá meu velho amor, não pretendo pedir por minha vida, mas gostaria que visse uma coisa...Você precisa salvar nosso filho. — Ao contrário das cenas esperadas em filmes de romance onde a mulher se jogaria nos braços de seu amado perdido e eles viveriam para sempre, Beatriz sabia bem o que lhe esperava e as regras que seu antigo amor devia seguir, e ao contrário do que os jovens pensavam, o tempo era sim o suficiente para apagar uma paixão, ainda mais uma paixão de curta duração.

— Você cometeu um erro, quem diria. — Foram as únicas palavras que a mortal que um dia foi conhecida como Beatriz tinha para o deus e foi a última coisa que o deus ouviu antes de a mandar para o submundo e para seu julgamento, como uma desculpa pela morte que não devia ter acontecido, enviando ela e seu marido para o Elísio com a sua autoridade.

  Thanatos não se sentia culpado, a morte não era justa e muito menos a vida e apesar de um dia já ter sentido carinho pela mulher, isso era algo do passado.  Mas seu filho havia impedido que o fantasma levasse ainda mais vidas que não deviam ser perdidas e sua hora estava longe de ser agora, ele havia sim cometido um erro, o primeiro em milênios e agora era hora de o consertar.

✘✘✘
 
— Últimas palavras, Castiel? — O homem que fazia essa pergunta ao prisioneiro era o responsável por não só atender aos últimos pedidos dos prisioneiros, como garantir que tudo acontecesse de forma correta durante a execução, foi com ele que Castiel trocou suas últimas palavras e foi ele que trouxe ao garoto que cresceu em uma prisão nos últimos seis anos, sua refeição final: Doces que não havia provado há anos.

— Nah, vamos acabar logo com essa merda. — Ao contrário do que se esperava de alguém que estava prestes a entrar no sono eterno, Castiel estava completamente calmo enquanto olhava para as pessoas a sua frente, ele havia crescido na prisão e as memórias que havia tido de infância a muito foram sufocadas e esquecidas pelo tempo que viveu ali, a criança que um dia entrou naqueles muros de aço e concentro havia morrido há muito tempo atrás.

Mas invés da sensação fria de algo invadindo suas veias o que espera por Castiel era o completo silêncio, não havia o som da máquina injetando o medicamento mortal, o som da respiração das pessoas, nada. Tudo era um completo silêncio, um silêncio digno da morte.

— Abra os olhos meu filho, veja sua nova vida — Ouvindo a voz sem emoção em seus ouvidos, Castiel abria os olhos para observar seu entorno e a primeira coisa que notou era que não estava mais amarrado em uma cardeira esperando sua pena de morte. Agora ele estava em uma colina deserta, diante o que provavelmente era o maior pinheiro que já havia visto na vida.

Naquele momento Castiel ainda não havia percebido o simbolo que brilhava em sua cabeça, anunciando que seu pai o havia reconhecido e nem que sua nova vida lhe esperava com cenas muito mais brutais do que as que havia presenciado nas cadeias.

Mas ele estava feliz, por ele estava vivo e mais importante...Livre.

Habilidades:Força e Defesa


Presentes de reclamação:

Daedric Sickles / Foice [A foice é a principal arma de uma prole de Thanatos. Logo, o maior presente dado ao seus filhos são duas foices de punho, cujos cabos e lâminas são de ferro estígio, com detalhes em algum material vermelho não-identificado. As lâminas medem cerca de quarenta centímetros e nunca perdem o fio. Elas possuem uma corrente de prata no final do cabo, cujo tamanho é definível, para que o filho de Thanatos possa enrolá-las em seus braços e atacar à distância com as foices. Lança uma energia negra, que se fortalece mais a cada nível e faz mais danos aos adversários.]


Died / Escudo [Um escudo extremamente resistente, feito em bronze. Quem olha seu reflexo nele, se enxerga morto, ferido ou extremamente feio. Isto é uma distração perfeita para que o filho de Thanatos ataque. O escudo pode ser lançado contra a cabeça do oponente e desacordá-lo, se o golpe for forte. Transmuta-se em um anel.]

Timeless / Colar [Colar de prata, cujo pingente é um pequeno ônix. Quando ativado, tudo ficará em câmera lenta, sendo que o usuário é o único que não será afetado, podendo se movimentar normalmente. Se for perdido volta para o bolso do usuário após um turno. Dura dois turnos e o alcance é de 20 metros, pode ser utilizado duas vezes por evento e necessita de um intervalo de um turno para usar novamente.]



@ thanks!
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Thanatos em Dom 3 Set 2017 - 10:34


Castiel


Olá, meu pequeno anjo da morte.

Eu gostei da história, simples e objetiva. Senti falta de mais informações sobre sua criação e outros, mas nada que não possa ser resolvido depois. Em seu motivo, teve um problema com uma , ("ele é, frio") e, apesar de saber que ela não foi colocada no lugar certo, quase perguntei o que era.

Sem mais comentários.

APROVADO

Seja bem vindo, Cast.

~Aguardando Atualização

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Abgail Wassen Kurtz em Qua 6 Set 2017 - 19:35

Mad world
F
icha

Nome: Abgail Wassen Kurtz

Idade: 21

Deus(a) Escolhido(a): Lissa

Porque quer ser reclamado por esse Deus: A escolha pela Deusa vem do motivo de que nunca tinha pensado em ter uma conta prole de Lissa na vida. Contudo, a história da Deusa me atraiu mais do que meros motivos egoístas de escolher pelos presentes ou pelos poderes.

História:

Abgail nasceu em uma cidade do interior da Alemanha. É filha de Stein Wassen Kurtz, um judeu ortodoxo cuja família apoiava e financiava projetos nazistas com outros judeus e os próprios familiares. Por anos, a geração da família era problemática com a sociedade. Arrogantes, mesquinhos, opositores a ideais de liberdade de expressão e, claro, a liberdade de pessoas como negros, próprios judeus e mulheres. Donos de um nacionalismo forte, por quase 4 gerações os indivíduos dessa família seguiam o ortodoxismo judaico e compartilham de ideais coletivistas semelhantes ao nazismo. Quem vivia do lado de fora da família pensava que, em 1997, tudo iria mudar com o nascimento de Abgail, a primeira filha mulher da linhagem de Stein. Além de mulher, era também uma semideusa.

Aos seus 10 anos de idade, sua vida se tornou uma completa tortura. Devido a rigidez de sua família, Abgail era inteligente, mas não podia frequentar uma escola já que seu pai proibia até mesmo a menina de ter um convívio com os vizinhos, principalmente com outros garotos. Ao menor passo para fora dos eixos, ela era punida com golpes violentos de chicote. Além disso, tinha que saudar sempre os símbolos e as imagens de Hitler que seu pai tinha por toda a casa.

Quando completou 13 anos, ela era uma garota completamente solitária, vazia, e extremamente intolerante para qualquer coisa. Acreditava ser uma raça superior, uma mundana que não deveria se misturar com ninguém. Isso foi demonstrado várias vezes em suas tentativas de convivência às escondidas com seus vizinhos. Nessa mesma idade, uma identidade perversa e violenta aflorava na garota, que refletia essa maldade nos animais da vizinhança, até passar para crianças menores do que ela. Quando flagrada, a polícia foi chamada para ela e assim que foi interrogada pelos policiais e pelo seu pai, ela simplesmente disse que era a vontade divina matar os inimigos da raça pura.

Um acordo foi feito, e Abgail não fora levada para o reformatório. Contudo, ela teria que ter consultas regulares com uma psicóloga e não poderia sair do perímetro de sua casa, exceto para as consultas. Mas isso não iria impedir uma outra ameaça que chegaria até ela. As visões de seres que espreitavam a semideusa se tornavam mais frequentes, e a psicóloga dizia para a garota de que não era nada demais além de alucinações de uma forte psicopatia que a afligia. Stein sabia que não era fruto da mente corrompida e maculada da sua filha, porém não queria aceitar, de forma alguma, que a própria filha fosse metade humana e metade descendente de deuses pagãos. Só que não dava mais para ele segurá-la ali. E não precisou de nenhum veículo para isso.

Na noite de uma de suas sessões, as visões dos seres ficaram mais fortes, e em um ato de loucura, Abgail assassinou sua psicóloga usando uma estatueta de ouro. Fugindo para sua casa em busca de refúgio, ela encontrou com dois rapazes que estavam ao lado de seu pai. Após uma longa discussão, Abgail aceitou sair da Alemanha com eles em direção a um local que eles diziam ser uma cura para os surtos de loucura da menina. Em silêncio e ouvindo seu pai lhe contar toda a verdade sobre ela e a ausência de sua mãe, ela partiu dali sob a promessa de uma nova vida.

Após uma viagem completamente conturbada, com paradas e a morte de um dos dois semideuses que a levou para os Estados Unidos, Abgail chegou ao local que eles tanto falavam: O Acampamento Meio Sangue.


Habilidades: Defesa e Persuasão

Presentes de reclamação:

Camisa de Força / Armadura [Armadura de ouro branco. Protege apenas o peitoral e os braços até os cotovelos. ]


Burn Bitch / Alabarda [A lâmina é feita puramente de cobre chegando a ser vermelha, assim que entra em contado com a pele do inimigo provoca queimaduras de terceiro grau.]

Lhama / Mascote [A lhama é o animal sagrado da deusa da loucura. Pode ser um animal comum aos olhos dos mortais, mas é para os filhos de Lissa que elas mostram seu verdadeiro poder.]
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hécate em Qui 7 Set 2017 - 0:08


Abby

Uma linda ficha, uma história cativante, interessante e muito bem escrita, Lissa ficaria orgulhosa de sua nova filha.APROVADA.



Bem vinda.


Hello

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Benjamin O. Villeneuve em Qui 7 Set 2017 - 1:53

Reclamação
Filho de Afrodite




Nome: Benjamin Oliver Villeneuve
Idade: 16 (dezesseis) anos
Deus(a) Escolhido(a): Afrodite
Porque quer ser reclamado por esse Deus: O primeiro motivo seria por trama mesmo, afinal ninguém espera muita coisa de um filho da deusa do amor, já que por vários motivos muitos se mantem presos em sua redoma de perfeição e beleza. Por outro ponto, apenas para desempenhar um papel um pouco diferente dos outros fóruns que participei, onde personagens bons e cativantes me eram escolhidos. Gostaria de trazer algo diferente, um personagem que trás um lado negro consigo, perversidade e bastante egocentrismo.  


Prólogo
Não esperem uma história repleta de aventuras, afinal violência é somente cometida por aqueles que não conseguem dobrar os outros através de suas vontades.

Benjamin poderia ser um típico garoto de sua idade, preocupado com a sua vida, família e cercado de amor, mas não é o caso. Filho adotivo de um casal perdidamente atarefado em suas vidas pessoais, cercados por dinheiro, glamour e paparazzi. Deixado em sua porta ainda recém nascido e atraindo totalmente a atenção da mídia, não deixou opção para Cassie e Pierre Villeneuve que adotaram o pequeno embrulho apenas por aceitação e não por vontade.

A criança cresceu, dando lugar a um adolescente problemático e excêntrico. Disposto a quase tudo para desempenhar um papel ativo na sociedade e mostrar que não era somente o filho dos modeladores mais famosos do momento.

Seus primeiros passos foi atrair para si um grupo de adoradores, aquela tão peculiar reunião dos reis e rainhas escolares. Seus principais sonhos? Poderia ser dominar o mundo? Ele sempre sentiu dentro de si que se tratava de alguém diferente, especial. Não no sentido “inferior”, aliás para Ben, você é válido somente se for algo a se considerar no mundo. Atraente, divertido, esperto e muitas vezes sortudo por sair de situações embaraçosas como a vítima e não o culpado.

Inteiramente acreditado na diversão, nas festas noturnas. Afinal, o que se pode esperar de alguém que terá dinheiro quase infinito sem precisar freqüentar uma boa universidade?

Cassie sempre havia sido desde jovem (e olha que ela ainda é jovem) uma promissora agente. Responsável pelas estrelas top de Hollywood, ela não somente cuidava de seus agenciados, como se certificava que a carreira de seu marido como esportista não fosse terminada por falta de patrocínios ou olhares atrativos da mídia. Perdidos entre o sonho de desempenhar bem seus papeis e dominar o mundo do estrelato, esqueciam que havia um filho adolescente que passava por desajustes.

Lógico que o desajuste foi algo rápido na vida de Benjamin, afinal foi somente o tempo para o garoto perceber que poderia ser algo muito além de seus pais. A beleza que sempre cultivou, talvez por genética ou apenas graciosidade divina o tornou praticamente a estrela de sua escola, um internato bilionário para crianças desajustadas. Claro que desajustada era somente a forma como os seus pais as viam, para a sociedade Nova Iorquina se tratava apenas de uma escola com ótimos professores, padrão milionário e crianças tocadas pela sorte do dinheiro e do poder.

Quase toda a personalidade do rapaz se formou nesse meio tempo, inclusive sua descoberta bissexual e sua peculiar habilidade de sorrir e atrair. Benjamin por muito tempo fora considerado o estudante mais bem aperfeiçoado do lugar, até o surgimento de sua primeira rivalidade.

Era o segundo dia de aula. Como praticamente um veterano no segundo ano escolar, ele já era conhecido por muitos e os que não o conheciam rezavam para conhecê-lo (em todos os sentidos se é que você me entende). E então, sentado no pátio roubando os olhares das garotas e de alguns rapazes, encontrava-se Edgard. Um rapaz tão bonito quanto Ben, embora o filho de Afrodite jamais tenha confessado isso. Um pouco mais velho, com um traço sedutor e um sorriso de destruir ondas marítimas, Edgard sentiu a presença do rapaz. E então desde a primeira vez que se olharam, eles sabiam que se amariam e se odiariam até a morte. Sabe, existe sempre um bom conflito entre os próprios irmãos.

Benjamin desconhecia a sua história, mas Edgard soube desde a primeira fracassada tentativa de flerte que o garoto era exatamente igual a ele, só não desconfiava que dividissem o mesmo laço materno. Não preciso dizer que a terceira guerra mundial estourou na escola, lados tomando suas apostas e muito sangue (brincadeira), reputações, fofocas e destruição social em massa sendo enroladas como papel amassado. Nesse momento, Ben descobriu que poderia tentar sobrepor qualquer um que entrasse em seu caminho, incluindo seus próprios companheiros.

Sem nenhum dia de trégua, eles se desafiavam. A melhor festa, melhor roupa, melhor dança e os melhores parceiros sexuais. Claro que o último sempre era roubados um do outro, que teimavam e proclamar-se o mais “esplêndido da Aurora”.

O conflito poderia ser levado pelo resto de suas vidas, se não fosse à deusa intervindo. Não se enganem ao pensar que era Afrodite, aliás a deusa do amor se deliciava em ver seus filhos quase chegando a agressão física de fato. Ênio, esse era o seu nome. Uma deusa grega pouco conhecida, mas temida em sua forma romana, Belona. Injuriada por ter que dividir o amor fraterno e sedutor de Ares com Afrodite, resolveu instigar um pouco os filhos da deusa da beleza com pouco de ódio, somente um pouquinho.

Os irmãos já haviam se declarado inimigos de várias maneiras, se enfrentado e quase se matado. Ninguém consegue entender como filhos de uma deusa do amor podem carregar tanto ódio, talvez Afrodite encarasse Ares durante o processo de gestação.

Incestuosos? Sim. Eles por várias vezes lutaram corpo-a-corpo, um tentando seduzir o outro e então vencer de vez, ninguém levava a melhor. A batalha só terminou porque todo aquele conflito entre semideuses atraíram bastante energia divina e por conseqüência os monstros mitológicos.

Era uma singela noite estrelada, uma artista francesa se apresentava no teatro local. Fotógrafos e uma companhia sinfônica conseguiram atrair a atenção dos jovens. Aliás, não se conversavam sobre outra coisa na cidade. Então, estrelando os tapetes vermelhos, Ben e Edgard desfilavam usando suas melhores roupas e seus doces sorrisos. Preocupados apenas em ofuscar o brilho um do outro, não perceberam que eram visualizados não muito longe.

Camuflados de olhares humanos, dois lestrigões esperavam o momento perfeito para atacá-los. Como gigantes se escondem em meio à Nova York? Da mesma forma que ciclopes e outras criaturas. O fato foi que, os lestrigões esperaram todo aquele glamour terminar.

Ben e Edgard estavam sujeitos a terminar suas noites de forma diferente, entre olhares e toques, iriam consumar mais uma noite de batalha perdida no leito amoroso de algum deles. Furtivos, deixaram o olhar do povo (olha que beleza é difícil de ser escondida) e entraram cada qual em um carro, marcando uma mudança na próxima na avenida. Estavam prontos a se unirem em um só trajeto quando algo pesado pairou sobre o teto do carro de Benjamin e então amassou estilhaçando vidros. Edgard viu tudo aquilo. Ele sabia do que se tratava, seus olhos conseguiam “expulsar” a névoa com um pouco mais de facilidade.

Aos gritos, Ben saltou do carro e correu desesperado para as ruas, sendo agarrado por mãos fortes e então arremessado metros a frente. Seu corpo era resistente, mas seus ossos não entendiam aquilo, se partindo em alguns pedaços. Benjamin agora visualizava nitidamente o que o havia atacado. Homens com enormes saliências ossudas, olhares orbitares negros e  dente cerrados de raiva. Ele conseguia acompanhar cada passo, afinal um jovem autenticado com TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade) dificilmente pedia algo. Esperava ser arremessado novamente ou simplesmente esmagado, mas tudo o que viu foi um carro em alta velocidade tentar “atropelar” um dos gigantes com um baque ensurdecedor e então mãos firmes o puxarem para dentro de outro veículo. As mãos eram nem um pouco amistosa e ignorando os machucados aparente de Benjamin, o jogou para dentro de um carro branco e então ganhou velocidade.

Em meio aos espasmos musculares, Benjamin perdeu a consciência, sendo acordado horas depois deitado em uma cama simples, armações primitivas e uma enorme lona dizendo que aquele lugar só poderia ser uma tenda.

Acampamento meio sangue para semideuses, foi o que ele ficou sabendo três dias após a sua chegada. Um lugar para filhos de deuses gregos morarem. Não exatamente morar, já que no primeiro instante, o garoto achou ser alvo de alguma piada. Depois, entendeu que o local parecia uma prisão e então depois entendeu que se tratava de um centro psiquiátrico e que ele também era um dos doentes.

Não precisou esperar mais do quê uma semana para a imagem de uma pomba surgir em sua cabeça, definindo-o como filho de Afrodite, mas não se engane, ele não gostou da descoberta e muito menos em saber que Edgard também era um filho da deusa do amor, afinal agora cometeria incesto com um pouco de culpa. Eu disse apenas um pouco, não uma culpa completa.                    


Habilidades: 1+ Defesa, 1+ Persuasão

Presentes de Reclamação:

(Obrigatório) Colar de ouro / "Armadura" [Um colar fino de ouro reforçado capaz de cristalizar qualquer tecido desde que seja uma jaqueta, camiseta ou suéter – Armaduras já saíram de moda.]


(Obrigatório) Serafim / Chicote [Um metro e oitenta de tira de couro entrelaçado com finos fios de ouro, o cabo tem aparência de asas abertas, asas de anjo. O chicote pode receber um nome, mas apenas nome de anjos. Dependendo do nome do chicote esse será o poder que a arma terá.] Rafael , aquele que brilha e cura – Lugares escuros não serão mais problema, além de sentir uma força revigorante emanando da arma.

(Opcional) Seducction / Adaga [Feita de prata com a essência de um beijo da deusa Afrodite, ao entrar em contato com a pele do inimigo pode o fazer delirar, imaginar que esta se agarrando com seu maior amor, na falta dele o inimigo vai se ver beijando a deusa. Seu cabo é incrustado com pequenas pedras preciosas e a adaga mede cerca de 40 cm.]

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Poseidon em Qui 7 Set 2017 - 20:31


Bejamin

Uma ficha interessante, mesmo que caia um pouco no clichê. Foi bem escrita porém eu encontrei alguns erros de concordância que poderiam ter sido evitados numa revisão. Recomendo que: mude as cores do seu template ou mude de template, pois essas cores cegam qualquer um.

Aprovado.



Bem vindo.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hendrick L. Hoek em Ter 12 Set 2017 - 18:19


The rage of the gales


Nome: Hendrick Leeuwen Hoek

Idade: 17

Deus(a) Escolhido(a):  Éolo

Porque quer ser reclamado por esse Deus:
O senhor dos ventos sempre me conquistou, a ideia de nadar no ar e controlar uma parte tão importante da natureza como parte de seus poderes é fascinante, alem de que encaixa muito bem na trama do personagem

História:
- Els, Hen, eu... – Ela tosse – Eu preciso contar uma coisa – Vejo ela se esforçar para sentar na cama, mas antes mesmo que eu consiga levantar da cadeira ao lado da cama para auxiliar ela, o monitor dos estados vitais dela começa a apitar, dores tomam conta do corpo dela e só sinto duas coisas, os médicos me arrancando do lado dela e as lagrimas escorrendo pelo meu rosto, já fazia meses que ela estava nessa situação, mas eu sentia que dessa vez era algo diferente
Acordo em sobresalto com lagrimas no rosto e sento-me na cama tentando me recuperar enquanto despejo palavras de frustração, já faz 3 anos que minha mãe tinha partido desse mundo, mas as lembranças desses ultimos momentos ainda perseguem meus sonhos, eu e minha irmã, Elizabeth, nunca descobrimos o que ela queria dizer nesses ultimos momentos de vida dela, os psiquiatras diziam que eram palavras de conforto, que ela ia dizer que nos amava, mas eu pude ver nos olhos dela que havia algo, que não era bobagem, algo que ela só nos contaria se não pudesse mais aguentar... O despertador toca, em um impulso de raiva eu dou um soco nele e sinto ele se quebrar em minha mão – Droga! – levanto da cama quase no mesmo instante que a Els chega na porta assustada – Mano! O que houve? – Ela diz e acente as luzes do quarto, ao ver meu rosto molhado ela entende sem que eu precise dizer nada, engole em seco e se vira saindo do quarto. Já fazia três anos, não havia mais o que ela falar, alem disso, apesar dela ser mais velha, eu era o irmão compreensivo e cheio de conselhos – Vamos lá, mais um dia – Falo sozinho buscando forças para sair da cama
Já era quase fim do dia quando finalmente sou liberado de minhas aulas, era um inferno aguentar todo dia a essa rotina, eu por muito tempo realmente tentei prestar atenção e ser um “bom aluno” mas minha cabeça nunca conseguia ficar em uma unica coisa, a unica hora que eu conseguia focar era em meus treinos de luta, uma das poucas coisas boas que o imprestavel do meu pai fez por mim antes de morrer há quase uma década - Tkboy! – Escuto um dos meus colegas me chamarem – Eu já falei que odeio esse apelido, Tony – digo suspirando – Calma, amanhã os guris vão... – Antes que ele terminasse a frase eu escuto um grito feminino vindo do estacionamento, olho na direção dele e vejo minha irmã, na frente dela três dos maiores babacas dessa escola, um deles segurou ela pelo pulso e a arrastava, sem pensar no que estava fazendo meu corpo se moveu, todos anos treinando deveriam valer de algo, alem disso eu era muito bom, correndo, pego impulso no capo de um dos carros e pulo por cima dele, em pleno ar acerto um chute no rosto do cara que estava segurando minha irmã, em movimentos rapidos eu consigo golpear os três, fortes e rapidos ataques, colocariam quase qualquer um no chão, mas pela furia por ver minha irmã em perigo eu não pensei no fato de serem três grandes e fortes jogadores de futebol americano - Corre! – Eu digo a minha irmã e saímos aproveitando deles estarem ainda aturdidos de meus golpes, ter meu orgulho ter sido quebrado em mil pedaços é melhor do que ter meu corpo quebrado em mil pedaços
Meu corpo sempre foi muito leve, eu sempre fui muito rápido, esse é inclusive um dos motivos de ser um bom lutador, mas minha irmã conseguia ser ainda mais rapida que eu, em poucos minutos nós já haviamos despistado aqueles três, correndo sem rumo pela cidade acabamos em uma parte que nunca haviamos ido nela, a escuridão do entardecer começava a tomar conta do céu, mas diferente do que costumamos a receber aonde moramos, aqui as luzes não iluminavam as ruas da mesma forma, um clima sombrio e perigoso arrepiava os pelos em minha nuca, escuto uma suave melodia vir de alguns metros atrás de nós – Acho melhor ligarmos pra um taxi – Digo baixo para minha irmã, mas ao olhar para ela vejo seus olhos sem vida, não havia o brilho de sempre neles, olho para trás e uma figura estranha esta tocando uma flauta, tento apressar o passo mas ela ficava parada ali – O que houve? – eu digo mas não acho resposta dela – ELIZABETH! – Grito tentando acordar ela e só ouço uma risada do homem atrás de nós – Isso não vai adiantar, criança. Ela é minha! – Em desespero eu chuto ele em sua barriga, mas meu pé para em pleno ar antes de ser atirado de volta como se houvesse chutado ele – O que... – Eu falo em descrença – O que é você?! – Ele só sorri sem responder, mas antes que ele volte a tocar vejo uma sombra bater na cabeça dele, colocar minha irmã nos ombros e dizer – Se você quer viver, corre! – Muita coisa foi atirada em cima de mim nas próximas horas, palavras sobre minha mãe, sobre minha irmã, meu pai... Que aparentemente não era o que eu conhecia, era muita coisa, muita loucura – PARA! Ela é minha irmã, a unica coisa que eu tenho! Só isso! – Eu olho para minha irmã caída na cama de nossa casa, ainda sem vida em seu corpo apesar do coração estar batendo – Não há essas coisas de deuses, não existe! – eu digo para confrontar ele e reafirmar para mim mesmo – Isso é tudo mitologia – Meu grande “salvador” só da de ombros – Eu salvei você, me dê um voto de confiança, venha comigo... – Eu dou um passo para trás e nego – Eu não vou a lugar nenhum sem minha irmã – Ele confirma com a cabeça – Ela vem junto, talvez seja a unica forma dela acordar – Engulo em seco ao pensar em perder a unica pessoa restante da minha vida e o sigo...Meu mundo muda de cabeça para baixo ao ver que realmente existia o que ele falava, adolescentes ainda mais novos que eu estavam sendo treinado como se fossem de exercitos, fogos saíam das mãos de alguns deles, eu não conseguia acreditar nisso mesmo vendo com meus olhos, pessoas com as pernas de bodes, ou mesmo de cavalos... Era muita coisa pra processar, sinto meus pés flutuarem e minha consciencia se apaga
Acordo só para perceber que ainda não estava em casa, não era só um sonho...Eu realmente não era um humano e deuses existiam

Habilidades:
► Agilidade e Resistência
Presentes de reclamação:
► Wind Avatar - Um bastão que ajuda a melhorar o controle sobre o ar, além de poder vira um planador.
►Espada Aeolica - Uma espada com 17 cm de cabo e 50 cm de lâmina, quando seu portador quiser pode conjurar um vento forte o suficiente para joga o adversário para longe.

Warning: The hurricane is coming



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hera em Qua 13 Set 2017 - 13:10


Hendrick

A premissa da sua história é boa, isso não podemos negar. Mas ela não está bem escrita, está confusa em algumas partes, tem erros ortográficos e de concordância nos quais tive que reler mais de uma vez para poder entender.
Talvez possa ter sido o template que estragou seu texto, ou então você não usou um corretor. Existem vários online, como o word ou o google docs. Aconselho a ou trocar de template, ou revisar seu texto. No mais, tente de novo.

Reprovado.



Boa sorte da próxima vez.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hendrick L. Hoek em Qua 13 Set 2017 - 15:34


The rage of the gales


Nome: Hendrick Leeuwen Hoek
Idade: 17
Deus(a) Escolhido(a):  Éolo

Porque quer ser reclamado por esse Deus:
O senhor dos ventos sempre me conquistou, a ideia de nadar no ar e controlar uma parte tão importante da natureza como parte de seus poderes é fascinante, alem de que encaixa muito bem na trama do personagem

História:
- Els, Hen, eu… — Ela tosse — Eu preciso contar uma coisa — Vejo ela se esforçar para sentar na maca, mas antes mesmo que eu consiga levantar da cadeira ao lado da cama para auxiliar ela, o monitor de seus sinais vitais começa a apitar, vejo ela se contorcer, "o remédio deve ter passado e as dores deveriam estar voltando", é o que passa pela minha cabeça tentando me reconfortar mas eu só sinto duas coisas, os médicos me arrancando de perto dela e as lágrimas escorrendo pelo meu rosto, já fazia meses que ela estava nessa situação, mas eu sentia que dessa vez era algo diferente

Acordo em sobressalto com lágrimas em minha face e sento-me na beirada do cama tentando me recuperar enquanto despejo palavras de frustração, já faz 3 anos que minha mãe tinha partido desse mundo, mas as lembranças desses últimos momentos ainda perseguem meus sonhos, eu e minha irmã, Elizabeth, nunca descobrimos o que ela queria dizer nesses instantes finais de vida dela, os psiquiatras diziam que seriam mensagens de conforto, que ela ia falar que nos amava, mas eu pude ver nos olhos dela que havia algo, que não era bobagem, algo que ela só nos contaria se não pudesse mais aguentar… O despertador toca e em um impulso de raiva eu dou um soco nele,  sinto o mesmo se quebrar em minha mão — Droga! — Exclamo e levanto da cama, quase no mesmo instante que a Els chega na porta assustada — Mano! O que houve? – Ela diz e acende as luzes do quarto, ao ver meu rosto molhado ela entende sem que eu precise dizer nada, engole em seco e se vira saindo do recinto. Já fazia três anos, não havia mais o que ela falar, além disso, apesar dela ser mais velha, eu era o irmão compreensivo e cheio de conselhos — Vamos lá, mais um dia — Falo sozinho buscando forças para começar o dia

Já era quase fim da tarde quando finalmente sou liberado de minhas aulas, era um inferno aguentar todo dia a essa rotina, eu por muito tempo realmente tentei prestar atenção e ser um “bom aluno”, mas minha cabeça nunca conseguia ficar em só uma coisa, a única hora que eu conseguia focar era em meus treinos de luta, uma das poucas coisas boas que o imprestável do meu pai fez por mim antes de morrer há quase uma década — Tkboy! — Escuto um dos meus colegas me chamar — Eu já falei que odeio esse apelido, Tony — digo suspirando — Calma, amanhã os guris vão… — Antes que ele terminasse a frase eu escuto um grito feminino vindo do estacionamento, olho na direção dele e vejo minha irmã, na frente dela, três dos maiores babacas dessa escola, um deles segurou-a pelo pulso e a arrastava, sem pensar no que estava fazendo meu corpo se moveu, todos os anos treinando deveriam valer de algo, além disso, eu era muito bom, correndo, pego impulso no capo de um dos carros e pulo por cima dele, em pleno ar acerto um chute no rosto do cara que estava segurando a Els, em movimentos rápidos eu consigo golpear os três, fortes e rápidos ataques, que colocariam quase qualquer um no chão, mas pela fúria por ver minha irmã em perigo eu não pensei no fato de serem três grandes e pesados jogadores de futebol americano — Corre! – Eu digo a minha irmã e saímos aproveitando deles estarem ainda aturdidos de meus golpes, ter meu orgulho quebrado em mil pedaços é melhor que ter meu corpo quebrado em mil pedaços.

Independente do meu tamanho sempre foi muito leve, eu sempre fui muito rápido, esse é inclusive um dos motivos de ser um bom lutador, mas a Els conseguia ser ainda mais rápida que eu, em poucos minutos nós já havíamos despistado aqueles três, correndo sem rumo pela cidade acabamos em uma parte que nunca havíamos ido nela, a escuridão do entardecer começava a tomar conta do céu, mas diferente do que costumamos a receber aonde moramos, aqui as luzes não iluminavam as ruas da mesma forma, o clima sombrio e perigoso arrepiava os pelos em minha nuca — Acho melhor ligarmos pra um táxi — Falo baixo para minha irmã, mas ao olhar para ela, vejo seus olhos sem vida, não conseguia ver o brilho de sempre neles, ouço uma suave melodia crescer atrás de nós, olho para sua direção e uma figura estranha estava tocando flauta, tento apressar o passo, mas ela ficava parada ali — O que houve? — eu digo, mas não recebo resposta dela — ELIZABETH! — Grito tentando acordar ela e só ouço uma risada do homem atrás de nós — Isso não vai adiantar, criança. Ela é minha! – Em desespero eu chuto ele em sua barriga, mas meu pé para em pleno ar antes de ser atirado de volta como se houvesse chutado ele — O que… — Eu falo em descrença — O que é você?! – Ele só sorri sem responder, mas antes que ele volte a tocar vejo uma sombra bater na cabeça dele, colocar minha irmã nos ombros e dizer — Se você quer viver, corre! – Muita coisa foi atirada em cima de mim nas próximas horas, palavras sobre minha mãe, sobre minha irmã, meu pai… Que aparentemente não era o que eu conhecia, era muita coisa, muita loucura — PARA! Ela é minha irmã, a única coisa que eu tenho! Só isso! – Eu olho para minha irmã caída na cama de nossa casa, ainda sem vida em seu corpo apesar do coração estar batendo — Não há essas coisas de deuses, não existe! — eu digo para confrontar ele e reafirmar para mim mesmo — Isso é tudo mitologia — Meu grande “salvador” só da de ombros — Eu salvei você, me dê um voto de confiança, venha comigo… — Eu dou um passo para trás e nego — Eu não vou a lugar nenhum sem minha irmã — Ele confirma com a cabeça — Ela vem junto, talvez seja a única forma dela acordar — Engulo em seco ao pensar em perder a única pessoa restante da minha vida e o sigo… Algumas horas depois meu mundo muda de cabeça para baixo ao ver que realmente existia o que ele falava, adolescentes, ainda mais novos que eu, estavam sendo treinado como se fossem partes de um exército, entre eles eu via alguns que desafiam a lógica, fogo saía pela mão de alguns, outros andavam pelos ares como se estivessem em terra, outros sumiam e reapareciam, por mais que tentasse eu não conseguia acreditar nisso mesmo vendo com meus olhos, pessoas com as pernas de bode, ou mesmo de cavalo… Era muita coisa para processar, sinto meus pés flutuarem e minha consciência se apagar. Acordo só para perceber que ainda não estava em casa, não era só um sonho… Eu realmente não era um humano e deuses existiam!

Habilidades:
► Agilidade e Resistência
Presentes de reclamação:
► Wind Avatar - Um bastão que ajuda a melhorar o controle sobre o ar, além de poder vira um planador.
►Espada Aeolica - Uma espada com 17 cm de cabo e 50 cm de lâmina, quando seu portador quiser pode conjurar um vento forte o suficiente para joga o adversário para longe.

Warning: The hurricane is coming



Ficha Olimpiana
Vitalidade (HP):
100/100  (100/100)
Energia (EP):
100/100  (100/100)

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Qui 14 Set 2017 - 1:15


Hendrick


Olá jovem, muito boa noite o/
Antes de mais nada, seja muito bem vindo à família DHB.

Vamos lá. Gostaria de lhe perguntar se você leu as dicas que a Herinha deu na sua aval anterior. Sim, devo concordar que a base de sua história é boa, isso não negaremos. Mas o que me impede de lhe aprovar são os erros que encontrei ao longo do texto.

Frases confusas, períodos sem finalizações. Por gentileza, revise seu texto, olhe outras fichas de reclamação... Peça ajuda aos monitores ou até aos deuses, estamos todos aqui para lhe auxiliar, ok?

Reprovado.



Não desista e boa sorte da próxima vez :3



Nyx 
♥️Primordial♥️Deusa da Noite♥️
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Deuses
Deuses


Ficha Olimpiana
Vitalidade (HP):
10000000/10000000  (10000000/10000000)
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10000000/10000000  (10000000/10000000)

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Convidado em Sab 16 Set 2017 - 13:31



Ficha de Reclamação..



Nome: Nut Sif Makarov.
Idade: 20.
Deus(a) Escolhido(a): Afrodite.

Porque quer ser reclamado por esse Deus:

Ao contrário do que muitos pensam, Afrodite é muito mais que um rosto bonito, roupas e acessórios que combinem, superficialidade e etc. É uma das mais antigas e poderosas deusas do Olimpo, é ela que é a patrona de uma das forças mais poderosas que existe no meio da humanidade: o amor. Assim como a persuasão. A palavra, a ordem. Uma prole de Afrodite poderia dominar o mundo apenas com as palavras, sem nem ousar erguer uma lâmina, fazer com que todos se curvassem ao redor dela. O próprio poder mascarado.

História:

O vento zunia de forma constante naquela noite, a mãe da criança que estava para nascer tinha uma aparência pálida e demasiadamente desgastada. Fazia muita força para que a criança nascesse mas algo não queria que isso acontecesse. Ao seu lado, um padre fazia uma oração qualquer enquanto duas irmãs tentavam, com dificuldade, realizar o parto. Quem era a mãe da criança? Afrodite. Sim, a própria deusa. Tolice.

Agora, segundo o padre ao seu lado, estava sofrendo as consequências. Deveria ter o filho e ser fadada a separação. Assim foi profetizado, assim aconteceu. Magias antigas são poderosas demais para serem vencidas. Ao primeiro ar em contato com os pulmões de seu filho – sim, uma filho – sua mãe fechara os olhos e desaparecera de sua vida.

Sem saber o que fazer, sem ter como criar, o padre ordenou que as irmãs dessem um banho na criança e levassem-na para um lugar seguro. Dito e feito. As irmãs deixaram-na em uma grande casa, aparentemente de pessoas ricas, e, no dia seguinte, os donos da casa a encontraram e resolveram criá-la.

***

17 anos depois.

Se fosse para dizer que o garoto, de 17 anos atrás, tinha uma família, poderíamos classificá-la como: mais ausente impossível. Sim, os pais eram empresários que viviam viajando o mundo, nunca presentes em aniversários ou coisas do gênero. Nem sabiam se tinham realmente uma filha ou filho, pois, ao passar dos anos, a ausência e a falta de compromisso os faziam não dar a mínima para a vida do garoto.

Sempre gostara de ler e ficar sozinho, com suas músicas aleatórias. Festas? Eram divertidas, não deixava de frequentar, mas, preferia ficar em casa, no silêncio de seu quarto, fumando um cigarro e fazendo algum tipo de meditação. Sempre gostara de espaços apertados, lugares escuros e tinha um estranho fascínio sobre a morte, coisa que o fazia não ter amigos e sofrer muito bullying.

Se ele se importava? Nem um pouco, tinha coisas mais importantes com o que prender a atenção, como por exemplo, seus livros e sonhos. Não quero que pense, leitor, que estou dizendo que o jovem Nut ignorava todo o bullying que sofria por aí, nem um pouco. Ele simplesmente resolvia da maneira mais fácil: sem rebater, apenas espancando as pessoas. Tinha uma força mediana, gostava de correr mesmo que fizesse um sacrifício muito grande para tal, sempre estava em forma.

Até então, uma adolescente normal, concorda? É, acho que sim. Mas a merda toda veio acontecer poucos anos depois, aos seus dezenove.

Nut acabara de sair do ensino médio e entrara em uma faculdade qualquer, apenas para não ficar em casa fazendo vários nadas, o que era realmente costumeiro. Então, decidira entrar no curso de artes e fazer pinturas e esculturas, sempre gostara de observar os detalhes das coisas e passar isso para suas obras era algo que mantinha sua mente acordada, poucas coisas o faziam.

Foi lá que conheceu uma garota chamada Axl. Era uma jovem como outra qualquer, se não considerarmos sua aparência realmente atraente. Curvas perfeitas, cabelo perfeito e principalmente: não era uma completa idiota como a maioria das pessoas.

Não demorou muito para que o pequeno Nut investisse nela, e, para sua surpresa, conseguira. Era estranho para Axl no início, pois, não sabia ao certo como tratar o namorado, mas, aos poucos, se adaptou ao jeito do jovem e tiveram um relacionamento aparentemente tranquilo.

Tranquilo até demais. Nut não era burro para não perceber que havia algo errado em tamanha perfeição, e, quando descobriu, ficou realmente furioso. Alguns garotos tinham feito uma aposta com a garota para que ela namorasse com Nut (o estranha) por três meses, se conseguisse, poderia ficar com o cara que quisesse, sempre que quisesse, até o fim do curso. E assim, a puta ambiciosa, fez. Havia um porém, um clichê, eu sei, Axl começara a se apegar a Nut – não de maneira amorosa, não se engane – e realmente estava muito mal por tudo o que tinha acontecido.

Resolveu então terminar tudo, antes que ele descobrisse por outras pessoas. Mas era tarde. Nut havia ouvido uma conversa entre Axl e os apostadores e simplesmente estava fora de si, destruindo tudo e todos a sua frente. Pegou um taco de baseball na ala de esportes da faculdade e saiu machucando todos até encontrar o alvo final: a garota.

Nut amarrou-a em uma cadeira, dentro de uma das salas de aula, e começou a espancá-la até que todos os músculos de seu corpo estavam fadigados com a força exercida. Foi então que parou, ofegante, e viu que a sua frente jazia uma garota que um dia já foi bonita, mas que agora estava morta e desfigurada.

A polícia chegou logo em seguida, prendendo-o e levando para um lugar longe, segundo eles, de segurança máxima. Ele já sabia que ficaria lá até o resto de sua vida, quando, novamente, foi surpreendido. O policial a sua frente, dentro do comboio, retirou as calças mostrando umas patas estranhas, peludas e curvadas.

— Mas que merda é essa? — Ele conseguiu perguntar.

E logo depois já sabia. Era filho de uma deusa e blá blá blá.
Seu rosto ainda estava estampado nos jornais, um fugitivo. Mas para onde iria, ninguém o encontraria.

Habilidades:

Habilidades:
Afrodite – Defesa e Persuasão


Presentes de reclamação:

Presentes:

Colar de ouro / "Armadura" [Um colar fino de ouro reforçado capaz de cristalizar qualquer tecido desde que seja uma jaqueta, camiseta ou suéter – Armaduras já saíram de moda.]


Serafim / Chicote [Um metro e oitenta de tira de couro entrelaçado com finos fios de ouro, o cabo tem aparência de asas abertas, asas de anjo. O chicote pode receber um nome, mas apenas nome de anjos. Dependendo do nome do chicote esse será o poder que a arma terá.]

Seducction / Adaga [Feita de prata com a essência de um beijo da deusa Afrodite, ao entrar em contato com a pele do inimigo pode o fazer delirar, imaginar que esta se agarrando com seu maior amor, na falta dele o inimigo vai se ver beijando a deusa. Seu cabo é incrustado com pequenas pedras preciosas e a adaga mede cerca de 40 cm.]


Nut Makarov.

Convidado
Convidado


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Justine H. Beaumont em Sab 16 Set 2017 - 22:13

Ficha
Fé na mãe que a ficha sai

Nome: Justine Heloise Beaumont
Idade: 18 anos
Deusa escolhida: Melione
Motivo: Melione é uma deusa misteriosa, filha de Zeus ou de Hades não se sabe. O mistério que cerca a divindade é algo admirável, ela pode ser inofensiva ou fatal, pode usar os fantasmas para levar mensagens ou iniciar uma guerra. As vastas possibilidades de trama que pensei para Justine só seriam possíveis se Melione fosse sua progenitora, acredito que a dura vida da personagem se encaixe perfeitamente com a deusa.

História:
As pessoas de bom coração costumam dizer que a família é uma das coisas mais belas na humanidade, dizem que tal palavra significa: Proteção, carinho, afeto e amor. No entanto, até na família mais bela o lado negro existe.
Justine cresceu em uma pequena cidade ao sul da França, seu pai- um chefe de cozinha renomado e com forte influência no mercado negro- nunca se mostrou feliz em ter uma garota para cuidar, Erick não gostava de ter que gastar o seu precioso dinheiro com algo que não lhe traria nenhum retorno. A garota na flor de seus cinco anos já havia passado pela sua sétima babá, nenhuma das senhoras demonstrava a mínima vontade de dedicar suas vidas a ela fazendo com que a pequena se sentisse abandonada, suas idas a escola foram tardias fazendo com que ela fosse alfabetizada com oito anos.

Ao completar os tão esperados 15 anos, o pai lhe prometeu uma surpresa, um passeio até um lindo lugar onde ela conheceria pessoas interessantes e que a fariam bem. O corpo franzino deslizou para dentro de um vestido justo e curto de coloração vermelha, os pés calçaram saltos autos demais para que ela conseguisse dar mais de dois passos sozinha, o rosto sentiu pela primeira vez o toque de leves pinceis que espalhavam diversas cores em seus olhos e boca, mulheres diziam para ela sorrir sempre e aceitar todo copo de bebida que lhe fosse oferecido.

-Eu entendi: Cabeça erguida e sorriso no rosto

-Muito bem, querida-dizia seu pai escorado em uma das quatro paredes do pequeno quarto de Justine.

Os dois entraram em um carro de luxo utilizado apenas para a ida a eventos grandiosos, Justine nunca havia andado naquele carro antes, seu pai nem mesmo costumava leva-la aos lugares, ele parecia ter medo da filha principalmente quanto ela mantia o olhar fixo em algo por muito tempo, Erick parecia temer e saber do que a filha era capaz.

-Pai, que evento é esse?-perguntou curiosa, mas o pai não respondeu.

O percurso era repleto de curvas fazendo a garota perder-se depois de algumas delas, o homem aumentava a velocidade como se estivesse atrasado para algo. Os olhos da garota estavam vidrados na estrada e se fechavam assim que o pai desviava de um carro.

-Hoje será o último e primeiro dia de sua vida, Justine-começou Erick quebrando o silêncio.

-Nunca se perguntou o motivo para eu nunca ter sido um bom pai?

-S-sim
-respondeu ela tento sua atenção desviada da estrada, agora ela olhava para o pai.

-Eu nunca quis você, sua mãe, aquela deusa maldita me prometeu que nada aconteceria-ele solta uma risada baixa e insana. -Mas ela MENTIU! E depois de alguns meses uma cesta com você dentro foi deixada em minha porta com um bilhete onde seu nome estava escrito.

Uma última curva foi feita e o carro parou, os dois estavam em frente a um clube chamado “Pandemônio” onde dois homens vestidos com ternos negros pareciam estar esperando-os. O coração da garota estava acelerado e seu cérebro processava cada palavra dita por seu pai, ela lutava para não acreditar nelas e tentava se distrair depositando sua atenção nos homens que se aproximavam do carro.

-Boa noite senhor

-Já sabem o que fazer
- a porta do carona foi aberta, mãos grandes e fortes seguraram os finos braços daquela que acreditava estar indo a uma festa de aniversário.

Um pano foi posto sobre a boca da debutante, o cheiro forte e a pressão exercida silenciaram seus gritos, as unhas cravavam nos braços dos homens na esperança de se soltar, seus olhos estavam fechados com força e assim que se abriram ela viu o mundo de forma diferente, tudo aprecia estar sumindo e ficando mais escuro até que ela já não tinha forças para lutar.

Uma, duas, três horas deviam ter se passado desde sua chagada ao clube. Os olhos castanhos foram se abrindo e acostumando-se com a iluminação local, o corpo de Justine repousava em uma cama de lençóis vermelhos de cetim, ela não usava o vestido e seu corpo estava enrolado em uma colcha branca, ela sentia fortes dores no abdômen e nas pernas, manchas de sangue eram visíveis em meio à cor branca. Ela perdera sua inocência e nem sabia com quem.

-AAAAAAAH- ela gritou, sua voz estava carregada de dor e raiva.

-Finalmente acordou. Devo dizer que fazer acordos com seu pai foi um bom negócio- um homem saiu de uma sala ao lado e se aproximou. Ele usava uma toalha branca amarrada na cintura e segurava um copo de whisky, ele se senta na cama ao lado da garota que tremia e chorava em silêncio.

-Devo dizer também que havia muito tempo que não me satisfazia dessa maneira- ele sorri enquanto degustava de sua bebida.

Aos olhos de Justine aquele homem era um monstro, ela fixou os olhos nele e observou o sorriso morrer nos malditos lábios.

-Seus olhos... O que diabos você é?-ele sai da cama e começa a andar em direção a porta, mas a garota já não estava em seu juízo perfeito.

A pequena se levanta da cama, o tecido escorregando por seu corpo até tocar o chão, passos firmes foram dados em direção ao homem, os olhos dela estavam translúcidos. Um grito foi dado e um salto, seus dentes morderam o pescoço do homem com ferocidade e depois de alguns minutos de uma luta dolorosa para ambos, o copo de whisky rolou ao lado do corpo de seu dono.

Justine vestiu seu vestido vermelho e deixou os sapatos para trás, seu corpo doía e mesmo tonta ela saiu do clube, ninguém tentou impedi-la e nenhuma palavra foi dita e ela queria ouvir algo nem que fosse uma risada. Ela seguiu andando para longe, não sabia para onde ir, no entanto, sabia para onde não ir e ela nunca mais voltaria para casa.
Ela seguiu andando pela estrada de chão batido, os pés queimados pela terra quente e sangrando, o rosto suado e sujo por uma maquiagem fracassada, os carros que passavam ignoravam-na como se ela fosse um pedaço de nada, sua mente vagava para longe buscando algum resquício de felicidade, mas não encontravam nenhuma lembrança.

“Siga a voz da deusa, pequena criança, sua mãe tem planos para você”

A voz simplesmente surgira em sua mente, aguda e suave sem demonstrar nenhuma ameaça.

-A deusa? Minha mãe? Qual é, se ela quer me ajudar e for uma deusa, por que estou aqui? Seria de grande ajuda se ela me matasse

“Em breve um carro vermelho irá aparecer e uma senhora lhe oferecerá ajuda, aceite”

A voz seguinte era diferente, mais grave e firme como se estivesse dando uma ordem, uma ordem que Justine não tinha a mínima vontade de seguir. O carro passou e parou metros à frente, Justine continuou seu caminho sem se importar com o veículo, ela seguia andando e pisando em mais pedras que cravavam em seus pés já calejados e cortados, a dor substituída pela raiva e desejo de morrer.

-Olá pequena, está tudo bem?- uma senhora com cabelos grisalhos e sorriso caloroso se pendurou na janela do carro.

Ignorando a frase e a doçura na voz da mulher a pequena continuou seu caminho, os cabelos esvoaçando com o vento da noite que começava a cair, as lágrimas secas no rosto faziam com que ela sentisse a pele repuxar, seu vestido estava rasgada na parte de trás e ela havia reparado naquilo tardiamente.
-Hey, espere!

Justine ouviu o som da porta se abrir e logo sentiu um toque em seu pulso, a voz sussurrava para que ela não lutasse contra e pela primeira vez ela percebeu que não tinha nada a perder.

E foi assim que ela acabou em uma casa para garotas cujas vidas eram igualmente ruins. Nos primeiros dias, Justine apenas ficava sentada em um canto observando as garotas se divertindo e experimentando a sensação de ter uma amiga, ela ouvia as conversas sobre garotos e festas de gala e cada assunto era levantado com uma animação que ela nunca havia visto antes, os sorrisos eram inocentes e puros mesmo para garotas que tiveram sua inocência tirada a força ou foram vítimas de outro tipo de violência. Poucas eram as garotas que estavam ali por abandono e havia uma em especial que estava ali por ter fugido de casa.

O nome da garota era Brianna, ela não se envolvia com nenhuma das garotas, devia ser dois ou três anos mais velha que Justine e o relacionamento delas começou depois de dias em silêncio, elas se encaravam, mas nenhuma dizia uma única palavra. Com o passar das semanas um “oi” foi dito e em uma das sessões em que as garotas deveriam falar sobre seus “demônios”, Justine decidiu contar sua história deixando todos boquiabertos.

-Qual é gente, eu estou bem agora- dizia ela tentando confortar as pessoas na sala sem ter o efeito esperado.
Brianna não pareceu interessada na história da mais nova, mas parecia interessada em saber sobre os olhos de Justine. Após dias de um silêncio total, a morena se aproximara e perguntara sobre os olhos de Justine dizendo ter os visto ficando translúcidos com frequência e revelando a Justine algumas coisas que aconteciam com ela. Aos poucos as duas ficaram amigas e a amizade evoluiu até a irmandade, as duas descobriram peculiaridades que elas chamavam de “poderes”, Brianna passou a defender a irmã quando outras garotas tentavam feri-la e Justine fazia o mesmo quando elas falavam de Brianna ou pegavam suas coisas. Com o passar do tempo à irmandade das duas virou uma ligação muito forte, mas tudo acabou em uma manhã de domingo.

Justine abriu os olhos e iniciou sua rotina iria se encontrar com Brianna no refeitório para mostrar o seu novo poder, mas ela foi alcançada no corredor e recebeu a notícia de que a irmã havia partido sem ela, Justine havia sido abandonada mais uma vez.


Cerca de dois meses depois a francesa resolveu sair dali, já não tinha motivos para ficar e ninguém mudaria sua decisão, ela saiu levando uma mochila com roupas e água, a senhora lhe deu uma passagem para Las Vegas depois da garota tanto insistir, as vozes diziam para ela que deveria ir para lá.

Sua chegada à cidade movimentada fora problemática, ela não sabia o idioma e se deixou guiar pelos sussurros em seus ouvidos indo parar em um hotel chamado: Hotel Lótus. Ela entrou e foi recebida por duas garotas com bandejas cheias de bolinhos rosados, ela comeu um e sentiu uma sensação de felicidade nunca sentida antes, uma das garotas a levou até um quarto onde ela poderia ficar até quando quisesse. Justine aceitou.

As memórias do passado doloroso agora pareciam não ser reais, ela sorria novamente como se ainda vivesse no ano anterior quando ainda era uma inocente garota que sofria desafeto pela parte do pai. Depois de três dias de uma diversão há muito tempo sonhada, um homem usando terno se aproximou enquanto ela jogava vídeo game com um garotinho.

-Justine, venha comigo querida- ela comeu mais um bolinho e seguiu o homem.
O nome dele era Hermes e se intitulava “um deus”, ele havia usado a palavra “semideusa” para descrever a garota e citou um nome: Melione.

-Sua dor e raiva são grandes demais para que você fique por aí. Venha, vou leva-la até o seu lugar.

“Siga-o”


Ela não iria segui-lo, não confiava em ninguém, mas aquela voz havia passado para ela o conforto e segurança necessário para que ela fosse com o tal deus.

A chegada ao Acampamento não fora nada grandiosa, Hermes fez questão de subir a colina andando e levando Justine consigo, eles passaram por um portal e a floresta que parecia vazia se revelou diante de seus olhos. Garotos e garotas andavam de um lado ao outro levando armas, criaturas com pernas de bode observaram o homem e gritaram o nome dele chamando a atenção de todos e imediatamente todas as pessoas estavam de joelhos.

-Levantem-se, onde esta Quíron?-ao terminar a frase um centauro surgiu vindo de uma parte da floresta e se aproximou.

-Lord Hermes, o que o trás até aqui?

-Justine me trouxe até aqui, cuide bem dela, acredito que fará isso muito bem

-Sim, é claro.


Mais algumas palavras foram trocadas antes do homem se afastar e a rotina do acampamento ser modificada, todos observavam a recém-chegada com curiosidade e ela estava começando a se sentir pressionada.

-Vamos

Justine foi guiada até um chalé com o número 11 marcado em uma placa, Quíron havia deixado claro que ela logo seria reclamada por sua mãe e então iria conhecer seus irmãos... Irmãos? Ela tinha irmãos? Só de pensar em ter pessoas com tamanha ligação ela ficava nervosa.

Quando a lua iluminou o céu e as estrelas, mesmo com boa parte delas já estando mortas, brilhavam no céu claro. Dezenas de crianças, jovens e criaturas místicas estavam sentadas ao redor de uma grande fogueira, cada grupo de semideus representado por uma bandeira contendo um brasão.

-Cada brasão representa um deu: Hades, Afrodite, Atena... Hoje vamos saber qual deus é o seu progenitor- explicou Quíron rapidamente.

A garota andou até a frente da fogueira, seu nome foi dito pelo centauro e logo uma luz surgiu acima de sua cabeça, ela fechou os olhos e aguardou em silêncio já que não sabia o que fazer e não havia entendi com perfeição as palavras ditas por Quíron, sua estadia no hotel havia feito com que ela aprendesse um pouco do novo idioma, mas ela ainda não era fluente.

-JUSTINE HELOISE BEAUMONT, FILHA DE MELIONE!-bradou Quíron arrancando gritos dos campistas.
Ao abrir os olhos, Justine focou na primeira pessoa a sua frente e viu Brianna.

-Você...-disse em seu idioma natal.

A palavra foi dita baixo, mas logo se transformou em um grito de raiva e dor, Justine correu em direção a Brianna pronta para dar um soco ou chute na garota que a havia abandonado. O instinto da filha de Hades a fez erguer o braço, Justine cravou os dentes em sua pele e sentiu o gosto sangue em sua boca, ela tentou acertar um soco no rosto da irmã e acabou recebendo uma mordida de volta. As duas ficaram ali, uma mordendo o braço da outra em meio a uma onda de silêncio que só foi quebrado pelo grito de Quíron.

-BASTA! SEPAREM-NAS

Dois garotos se aproximaram e separam as duas, sangue escorria pelo canto da boca de Justine e o mesmo acontecia com Brianna e aparentemente  nenhuma delas sentia dor, Justine agora chorava e fazendo um último esforço ela se solta dos braços do garoto e corre para Brianna abraçando-a.

-Parabatai algum dia significou algo pra você?

OBS: História será desenvolvida em BMO

Informações:
Habilidade: Agilidade e Resistência

Presentes de reclamação:
Ghost Whisper / Açoite [Um açoite totalmente negro com três pontas. Cada ponta contém uma cabeça de morcego feitas de ferro estígio. O Açoite pode se esticar a quantos metros o seu dono quiser. Ele também pode prender no seu oponente e sugar pedaços da alma dele, o deixando mais lento e morrendo aos poucos. A cada sucção da alma, o açoite fica mais forte. Se transforma em uma tatuagem em forma de serpente nas costas da mão, e quando ativada fica presa ao pulso do seu portador.]


Nexus / Escudo [Feito de platina, banhado em ouro branco, o escudo ajuda a prole a defender-se de ataques mágicos ou de fantasmas, o desenho de um fantasma desaparece e deixa a prole de Melinoe invisível, transmuta-se em um anel com um diamante.]

Spectral / Espada  [Feita de ferro estígio e de empunhadura de couro. A espada é leve nas mãos de seu portador e com um M desenhado na base da lâmina. Extremamente afiada, essa lâmina pode realizar cortes cujo seu oponente tem dificuldades de defender, já que aparenta ser um vulto. Essa espada, ao ser fincada no chão, cria uma ilusão ao seu inimigo de que ele está em uma sala fechada e cheia de fantasmas o rodeando e querendo destruí-lo. Até a própria aparição do semideus ali é uma miragem. Dura 3 turnos em uma missão. Se transforma em um anel com um G de Ghost.]

heavy •• dirty •• soul ••


JustJustine

Rawn

Who cares if one more light goes out?
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Filhos de Melinoe
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