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Reclamação Divina

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Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Dom 14 Jun 2015 - 13:40

Relembrando a primeira mensagem :


Reclamação Divina
Assim que chega ao Acampamento, a reclamação de um indefinido é feita em volta da fogueira, todas as noites. Quando o mesmo é reclamado, aparece-lhe sobre a cabeça um holograma - muitas vezes caracterizado com o símbolo divino de seu pai ou mãe-. Daí, ele é levado até o chalé respectivo e pode conhecer seus irmãos e irmãs, iniciando assim a sua vida de meio-sangue. Entretanto, nem todos são agraciados com um chalé só para si após à fogueira, podendo ficar indeterminado durante semanas, meses ou anos. Os Deuses possuem responsabilidades, afinal, e dependendo do tempo que demoram para cumpri-las, acabam esquecendo-se de certos indivíduos em sua numerosa prole.



Deuses disponíveis para fazer a ficha neste tópico:
Athena;
Deméter;
Dionísio;
Ares;
Afrodite;
Hécate;
Apolo;
Hefesto;
Hebe;
Lissa;
Hermes;
Íris;
Éolo;
Éris;
Macária;
Melinoe;
Quione;
Thanatos;
Phobos;
Deimos;
Selene;
Nêmesis;
Eros.


Para saber quem é o seu pai ou mãe basta preencher a ficha abaixo e esperar que um Deus atualize. Lembrando que para reclamação dos Três Grandes e Grupos Extras, há tópicos específicos!




Nome: Nome completo do personagem, sem abreviações.
Idade: Idade do personagem.
Deus(a) Escolhido(a): Especifique.
Porque quer ser reclamado por esse Deus:
História: mínimo de quinze linhas completas
Habilidades: (Conforme a lista daqui)
Presentes de reclamação: poste aqui os presentes que deseja ganhar de seu pai/mãe, juntamente com as descrições dos mesmos. Lembre-se de consultar o tópico aqui.




Última edição por Zeus em Dom 29 Maio 2016 - 23:40, editado 2 vez(es)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Dom 5 Fev 2017 - 17:05

Avaliação
Dan
Você encheu sua história de detalhes desnecessários e várias palavras repetidas, além disso cade os monstros? o perigo?
Reprovado. Boa sorte na próxima vez.

Knock knock ja deureogapnida




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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Shawn Rutgers Delvaux em Seg 13 Fev 2017 - 20:43





Call it Magic!
 

teste de reclamação para filho de Hécate
___________________________________________________________________

Nome: Shawn Rutgers Delvaux

Idade: 14

Deus(a) Escolhido(a): Hécate

Porque quer ser reclamado por esse Deus:
A idéia de ser reclamado pela deusa da magia e da noite combina perfeitamente com a personalidade de Shawn, já que muitas vezes passa a imprenssão de "estranho" por ser obssecado por misticismo e símbolos ritualisticos desde que descobriu o envolvimento influente da família Delvaux na organização Rosa-Cruz.  

História:

O som estridente do despertador soou como uma alta sirene na cabeça de Shawn, ele só pensava em pedir mais cinco minutos até levantar de sua bagunçada cama e se arrumar para a escola. Seria mais um dia como qualquer um, ele se sentaria ao lado de Klaus nas aulas de química e no intervalo como de costume, nada fora da rotina que o impulsionasse a levantar, mas o medo de repetir o ano escolar por quantidade excessiva de faltas falou mais alto que o sono. Em questão de segundos depois de acordado ele já havia tomado sua xícara de chá de erva-doce matinal e comido seus donuts, vestiu o primeiro suéter que viu em seu guarda-roupa sobre uma camiseta amassada estampada com uma frase em latim, que Shawn nem havia se dado o trabalho de traduzir. Seus passos eram rápidos pelos extensos corredores do primeiro andar de sua casa até sair em direção ao clássico ônibus amarelo que lhe esperava todo dia no ponto na calçada para leva-lo até a tortura de mais um dia de aula.

Como o garoto Delvaux pensara, tudo estava ocorrendo conforme o previsto até Klaus aparecer na porta da sala logo no inicio do dia, sua fala era rápida e ofegante. – Você tem que correr! – disse olhando algumas vezes preocupado para o corredor. O resto da classe da Sra. Moretz de matemática pareciam terem visto um fantasma da maneira que olhavam assustados para o garoto de muletas encostado sobre a porta, ninguém duvidou de sua seriedade pelo modo em que ele sugeriu a fuga. Sem pensar duas vezes, Shawn se levantou apanhando a mochila e correu ao lado de Klaus ignorando completamente a professora velha e gorda que os seguiu por cinco metros até se cansar, seja lá o que for eles estavam encrencados, talvez o diretor tivesse descobrido quem havia roubado seu carro na noite do baile de primavera. O carrinho de golfe que nunca era usado pelo vigia do estacionamento da Bellamy Reitz High School finalmente havia ganho utilidade, Klaus pulou em direção ao banco do motorista e acelerou enquanto Shawn assustado tentava distinguir o que seguia rapidamente o carro agora a quase 60km/h. Parecia uma mulher de cabelos negros e olhos verdes vibrantes, a parte na qual o filho de Hécate não conseguia assimilar era a pele esverdeada e as duas caldas de serpente que a faziam se locomover mais rápido do que qualquer ser humano com duas pernas. “Será que isso é algum trote pra alunos do Junior High?”, se perguntou Shawn enquanto passava pelos portões do estacionamento indo em direção à rua, a possibilidade de ser apenas uma brincadeira desapareceu em questão de segundos após ver a BMW vermelha de seu pai parada a poucos metros, seu coração acelerou.

Mil sugestões do que poderia estar acontecendo passou por sua cabeça, mas preferiu não pensar muito até se livrarem da mulher-serpente. Dentro do carro uma grande e pesada mala preta o esperava no banco traseiro, ele tinha tantas perguntas a serem feitas, sua cabeça estava literalmente girando com a rapidez do carro. Liam Rutgers Delvaux, era um renomado médico de Nova York, membro da ordem Rosa-Cruz e um pai dedicado e sempre preocupado com as necessidades do filho, mas no momento nada mais o preocupava além de dirigir. Olhando com o mesmo olhar de preocupação que Klaus olhava mais cedo na sala de aula, Liam chegava o retrovisor de cinco em cinco minutos para conferir se nada os seguia, durante uma hora e meia seus músculos ficaram tensionados e a ansiedade e o nervosismo era tudo o que ele conseguia sentir, mas assim que seus olhos conseguiram ler em um placa a palavra “Long Island”, freou bruscamente o carro e assentiu para Klaus apontando até a colina mais alta do local. – Não esperava que essa hora chegaria tão cedo, meu filho. Você deve estar cheio de perguntas, mas só lhe peço que confie em minha palavra de que tudo será respondido. Em breve nos falamos. – disse se inclinando até o banco traseiro e por fim dando-lhe um beijo na testa. Em ligeiros movimentos retirou a mala de roupas do carro e mandou o filho correr na mesma direção que o garoto de muletas, que da mesma forma que a mulher de pele verde, se locomovia mais rápido do que uma pessoa com duas pernas funcionais. Em questão de minutos já estavam no topo da colina, distante conseguia ver a BMW vermelha voltando pelo mesmo trajeto da vinda, seu coração apertou e um sentimento de abandono tomou conta de seu coração. Em uma placa sobre uma espécie de passagem conseguiu ler as letras formarem as palavras: Acampamento Meio-Sangue. Ele teria sido deixado em um acampamento? Guardando sua ansiedade, simplesmente seguiu Klaus adentrando o lugar.

Após descobrir de sua realidade em que Shawn na verdade era metade deus, ele conseguiu perdoar seu pai por ter o deixado no acampamento sem pelo menos uma despedida descente e uma satisfação do ocorrido, mas a compreensão da prole de Hécate era maior quando refletiu sobre a absorção daquelas palavras se fossem ditas no momento, talvez parecessem loucura, mas do lado de seus irmãos e grimórios ele encontrou mais uma família e uma paixão: magia.

Habilidades: Resistência e Persuasão.

Presentes de reclamação:
-Kit de livros de feitiços e de preparo de poção drogas e venenos - Grimórios antigos, de aparência surrada que levitam, seguindo o filho de Hécate por onde precisam.

-Cajado de Ouro mágico - Um Cajado de ouro que quando não utilizado vira um anel, é utilizado para fazer feitiços e ataques

-Pulseira que vira escudo protetor - Um Escudo de ouro que quando não é utlizado vira uma pulseria. Quando é escudo, possui o desenho de runas variadas.



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Eléonore Gyllehaal em Qua 15 Fev 2017 - 2:35

Nome: Eléonore Gyllehaal
Idade: 15
Deus(a) Escolhido(a): Deméter
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Porque Deméter é uma ótima deusa, e generosa para com seus devotos, abençoando-os com suas plantações sempre perfeitas, sendo totalmente essencial para o acampamento e completamente ofensiva quando se é necessário. Deméter é uma ótima deusa para se seguir e prestar juramentos e rezas.
História: Foi abandonada aos oito anos, e passou a viver nos parques da California, parecia ter uma harmonia com a natureza do local, devido aos animais pequenos, como pássaros e esquilos que se aproximavam de forma como se ela fosse parte daquela natureza. Correu para a natureza, uma floresta densa no meio da cidade em que nasceu, e saiu para o mundo, até chegar em uma plantação de trigo. Se sentiu em casa, tinha uma paixão pelo cheiro de grãos e cereais. Deitou-se na plantação de trigo, e todas as suas raivas e remorsos pareciam ser pequenos problemas. Passou dias e dias, talvez meses naquele local.
Certo dia, não sabia exatamente, mas sabia que tinha acabado de fazer 11 anos, há dois dias. Viu um jovem vindo em sua direção, ele tinha pernas de carneiro que a deixou com medo, e então, correu, mas logo foi alcançada. Horas de conversa e o ser acabara convencendo-a a ir ao acampamento.
No mesmo dia em que partiram para o acampamento, naquela mesma noite, o sátiro parecia inquieto, forçando ele a correr, mas Eléonore não conseguia mais e se sentou, meditando para se descansar. O sátiro a puxou de repente, a forçada a se levantar, e quando olhou para cima, e sentiu uma harpia caindo em cima de si, ficou assustada e só conseguia se defender, levando arranhões no braço. Sua manga cumprida estava rasgada e sujando sua camisa. O sátiro conseguiu tirar a harpia de cima da menina com algumas pancadas, e ela se esquivava. Segurou-se no chão e deu um impulso para conseguir correr dali. E sua velocidade era media, devido a magreza, mas não conseguia acompanhar o sátiro por muito tempo. A Harpia os seguia de cima, e ela tratou de acelerar o passo o máximo que pode, o monstro dava um rasante veloz para cima deles e então, deu uma cambalhota pra frente, fazendo a harpia bater no chão, de alguma forma, e começando a se debater. O trigo começava a enrolá-la para prendê-la e então pegou um pequeno punhal de cor bronze e avançou pra cima da harpia, rasgando o peito da mesma com toda ferocidade que conseguia. A harpia se transformava em pó e era levado pelo vento. A menina tremia devido a adrenalina e o sátiro a ajudava a levantar e a se firmar. Os dois retomavam seu caminho em direção ao acampamento.
Habilidades: Agilidade e Instinto de Sobrevivência
Presentes de reclamação: • Escudo Natural
• Anel das plantações
• Foices Sangrentas

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Qua 15 Fev 2017 - 9:04

Avaliações
Shawn - Aprovado

Gostei da sua história, rápida, simples, porém eu encontrei vários erros na escrita e alguns acentos faltando, nada que um corretor comum, até o word, não possa resolver. Contudo, bem vindo prole de Hécate!

Eleonore – Reprovada
Além de conter uma repetição de palavras seguidas sua história foi rápida, sem detalhes, sem muitas explicações e confusa. Você com certeza pode fazer uma história BEM melhor que essa. Boa sorte na próxima vez.
E não esqueça de por os presentes de reclamação COMPLETOS.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Astera C. Morgenstern em Qua 15 Fev 2017 - 19:30

the beltane
F
icha de reclamação.







Nome: Astera Cleonie Morgenstern.

Idade: 18 anos.

Deus Escolhido: Eros.

Por que quer ser reclamado por esse deus: o fato remete à beleza da esfera de dominação, assim como o papel e as funções exercidas pelo primordial. Tão belo o amor, aquele que cura almas ou as destrói, amor que leva o mais são dos homens aos braços inóspitos da loucura. Por que seria tão nobre sentimento rejeitado pelos mortais? Afinal, entenderiam eles as verdades amorosas que cabiam somente aos deuses? Não. O amor, afiado como uma flecha e milenar, tem nas mãos a humanidade há tempo centenários; a força de geratriz da vida, que leva ao libido, ao desejo e ao sexo – duvidoso seria pensar se haveria, no mundo, arte mais bonita que essa.



História:



“Tão doce essa praga milenar da qual estou embriagado, e gozo de suas dores. Chego até mesmo a apreciar; existe algo mais belo do que sofrer por amor?”

– Desconhecido.


Mediante a aurora, os pés brancos tocavam a relva repleta de orvalho. Ao deleitar os olhos na campina fria, o mais distante que podia mirar era o mar além das montanhas rochosas, íngremes e escarpadas, e quase imaginava as ondas azuis chocando-se com ferocidade contra os penhascos cinzentos. Lívidas, as nuvens pouco a pouco decidiam mudar as formas naturais que deixavam-nas semelhantes a lençóis esfarrapados na atmosfera; os dedos que penetravam o capim alto tocavam o terreno marrom e macio, detalhado aqui e ali por poças de água, as quais eram resquícios da chuva da madrugada de outrora.

Permitiu que os lábios fartos e rosados pudessem usufruir do sabor adocicado, ainda que sentisse um leviano toque azedo em seu meio. Deixou que o sumo da fruta escorresse pela lateral da boca, indo ao queixo, percorrendo a trilha secreta da pele alva como a neve de inverno. As orbes azuis semelhantes ao domo celeste que abrangia Gaia não demoraram-se na visão da mordida feita no morango, apreciou o sabor, mordeu novamente. Entretanto, não tardou para que a atenção fosse rapidamente desviada da fruta para as copas das árvores: pinheiros, carvalhos, bétulas, o imaginário ali ganhava formas. Era tida a visão das dríades, ninfas e fadas, assim como os sorridentes gnomos que eram característica essencial da cultura de sua terra.

Astera suspirou, não tardaria para que fosse chegada a sua época predileta no ano irlandês. Ela fechou os olhos, como se aquilo fosse auxiliá-la a espiar os vales de sua imaginação. Lá, nasceram os fogos nas lareiras, as danças rente as fogueiras nas praças dos pagãos, os cultos de homens, mulheres e crianças ao rito sagrado; o culto do amor. Com o decorrer do inverno, todo dia era um passo para o seio da primavera – com o pico da estação, viria o Sabatt Beltane. A comemoração do Fogo de Bel era não somente tradição, a Morgenstern entendia que havia uma força muito maior por trás daquilo, e sentia isso em sua alma. Somente uma vez no ano acontecia o ritual, acompanhando a quantidade de primaveras. Esse ano seria completado o décimo oitavo dia do nome da moçoila, e seria esse mesmo número de vezes a quantidade que vira Beltane acontecer.

A união, a fertilidade, a data do amor para muitos dos habitantes da Irlanda do Norte: a união do Deus e da Deusa, o matrimônio divino.

Distante, viu sua forma esguia entre as flores de caule alto, onde as pétalas de cores diversificadas se misturavam numa aquarela molhada. Os fios pretos, a pele pálida em demasia como a sua própria, as roupas brancas e folgadas que escondiam o físico atlético por baixo do tecido; os pés traíram a comoção em seu âmago, quando a menina Morgenstern deu por si, corria aos braços do amado.

Chocou-se contra a epiderme quente, uma dádiva naquela manhã gelada. O vestido branco de renda parou de esvoaçar assim que os passos tiveram fim, e sentiu as mãos delicadas do mais velho descerem até a base de sua coluna, mantendo-a consigo. Ela ainda podia sentir a raiva alheia por ter de perdê-la para o mundo; também não entendia o porquê da “viagem” de Astera aos Estados Unidos. Ela havia lhe dito que eram por motivos pessoais e até mesmo profissionais, mas a verdade era ainda mais dolorosa e perturbadora.

Durante toda a infância, os contos sobre as moças formosas que habitavam as florestas não haviam sido fantasias – eram realidade, incontestável. A mãe tinha total conhecimento das aventuras da filha com os homens que tinham pés de cabras ou bodes montanheses; das donzelas que faziam suas moradas nos fundos dos riachos ou lagos. A mãe, a novelista Mellaro, entendia que aqueles seres não só viviam em comunhão com as duas como atuavam também na função de guardiões. Durante anos havia sido assim, até os primeiros ataques. A vida de isolamento naquela terra afastada podia ter sido a salvação da filha do deus durante metade de sua longitude vitalícia, entretanto agora o refúgio de mãe e filha estava comprometido. Os sátiros e dríades haviam informado que era chegado o momento da partida para um local seguro, onde a menina iria sozinha.

Caim não entendia, entretanto. Astera queria gritar com ele, tocá-lo e ser tocada, queria explicar que era filha de um pai poderoso e que em breve seria encontrada por famigeradas criaturas que tramavam não só contra sua vida, mas contra as vidas daqueles que compunham sua espécie: os meio-sangues.

Era uma questão de sobrevivência, e teria de deixar aquele amor para trás. E, ainda assim, fraquejava após as mãos explorarem suas costas, as respirações quentes que encontravam-se num ritmo descompassado. Podia sentir o coração dele sob a pele e músculos, podia senti-lo pulsando com um desespero mudo. Ao afastar-se a fim de olhar para Caim, percebeu os olhos avermelhados. A coita amorosa não machucava somente outrem; ela compartilhava daquela dor excruciante.

— Coroo-te com as mais belas flores desse lugar, pois são tuas as belíssimas flores que nascem sobre a terra. — pousou nos cabelos dourados de Astera a coroa prometida, feita de caules verdinhos e entrelaçados que conectavam-se em nós delicados e frágeis. Os botões preciosos eram nada mais do que madressilvas, rosas, tulipas e peônias. Eram tão leves que ela tinha medo que seus mínimos movimentos pudessem quebrar aquela espécie de joia.  — É lastimável que tenhas de partir agora, e desse lugar farei minha morada de eterna dor.

“Não, por favor”, queria pedir para ele parar de dizer tão dolorosas palavras. Entretanto, teria que ir em breve ao único lugar onde estaria em segurança. Ainda assim, preferia correr os riscos estando nos braços do homem que amava. Como dois em um, viviam em prol do outro; assim seria agora e na eternidade.

Astera Morgenstern não falou nada em resposta. Os olhos repousaram na expressão indecifrável do amado, mas aos poucos ela distanciava-se, cada passo machucando cada mínimo ponto de sua tão alegre alma. A latência de um amor crescente que desabrochava dentro dela causava arrepios quando os pensamentos voltavam-se ao fato de que jamais veriam as faces um do outro novamente. Era um adeus definitivo, ela sabia, pois com ele não duraria muito – sem ele também. Seria tão egoísta a ponto de pensar somente em sua sobrevivência?

“Deus, salve-me”, implorou. O orvalho nas flores em seus cabelos agora rolava em gotículas pela face branca, os olhos que forçavam-se a manter o rumo para fora daquele lugar. Se olhasse para trás, desistiria de ir. Desistiria de si mesma. Mesmo com a dor que era um mártir pessoal, prosseguiu. Sua coroa de flores desfazia-se com os movimentos ágeis dos pés, caindo por ela como uma bênção que lembrava sua partida: um caminho de pétalas mortas, uma joia perdida cujo valor existia somente dentro dela. A garoa que começou remetia ao clima frio, entretanto as gotas frias que tocaram suas bochechas foram interpretadas como lágrimas divinas, ou melhor, lágrimas suas que somente agora choravam.


Presentes de Reclamação:

ø Arco do Amor - Longo e de ouro puro, indestrutível.

ø Aljava com flechas do Amor - Com infinitas flecha que podem paralisar o oponente e pode deixar apaixonado se for a intenção do semideus.[Dura 1 turno]

ø Armadura do Amor - Uma armadura completa de Prata Celestial e banhada com o suco do Pomo de Ouro. Sendo assim, tendo uma cor irresistível de Prata com Ouro dos deuses. Quem a tocá-la senão o semideus portador ficará com o corpo revestido com o mesmo material o impossibilitando de se locomover por até 3 rodadas. Usado apenas como poder de defesa, não como ataque.

ø Batom Vermelho - Apesar de por fora aparentar um batom, quando aberto, deixa escapar um raio laser que pode cortar até mesmo uma barra de aço.



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Melinoe em Qua 15 Fev 2017 - 21:32

Avaliação
Astera - Aprovado

Gostei da sua história. Não tinha tantos detalhes desnecessários e nem erros grotescos. Seja bem vinda.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por StormShadow em Dom 26 Fev 2017 - 0:46

Nome: Kyra Bucknam West

Idade: 15

Deus escolhido: Ares

Por que quer ser reclamada por esse Deus:
Bem, preciso comentar o fato de ele ser meu Deus favorito? Bom, acho que sim, mas o real real motivo de eu querer ser reclamada por ele, é porque, digamos que eu sempre pensei como seria um máximo ser filha de um deus grego, e Ares sempre veio à minha mente, porque eu sempre fui a "esquentadinha", não me dou muito bem logo de cara, preciso de muito tempo pra  poder confiar nas pessoas, sou muito ágil em esportes que envolvem luta, tenho uma personalidade um tanto quanto difícil, meu ego e ciúmes não podem ser medidos facilmente, tenho orgulho e auto-estima consideravelmente elevados, tenho o hábito de sempre querer ver a treta rolando solta, não importa de qual jeito, seja discussão, briga, pra mim tanto faz, desde que isso me divirta. Tenho bastante facilidade com manuseio de armas, especialmente a espada, e eu carregaria uma comigo se fosse possível, até porque seria uma honra poder cortar o pescoço dos idiotas que me cercam... Enfim, acho que tenho alguns pontos incomum com o Deus da Guerra, certo? E já que estou aqui, farei de tudo para honrar meu pai.

História:
Bem, eu nasci em New York, e sou órfã, minha mãe disse que meu pai morreu antes de eu nascer, minha mãe morreu em um terrível acidente de carro quando eu tinha apenas  5 anos, e desde então eu fui morar no lugar mais detestável do mundo : orfanato, sim, eu detesto morar aqui, eu tenho família fora dessa espelunca, mas acontece que ninguém se importa comigo, talvez seja pelo fato de eu ser diferente, pelo fato de eu jurar que consigo ver monstros... Eu estou no orfanato à exatos 10 anos, já passei por tantas famílias que nem me recordo do número exato, mas também não me importo, pois sempre que eu era adotada, as pessoas me devolviam, ou por vários motivos, ou por simplesmente motivo nenhum, por não gostarem de encarar meu lindos olhos azuis escuros, ou meu cabelo negro longo e cacheado com umas mechas castanho escuras, ou pelo fato de eu ser um pouco grosseira às vezes... Tá legal, sou grosseira sempre, mas não tenho culpa de ter pouca paciência e muito menos de nã conseguir levar desaforo pra casa, comigo é assim, provocou agora aguenta, e dane-se a opinião dos outros, porque pelo que eu saiba, ninguém tem nada a ver com a minha vida. Em todos os meus 15 anos, eu só tive um amigo, João Vitor Gekien Lencer, meu colega de quarto, ele foi a única pessoa que ousou me afrontar durante uma semana inteira, e quer saber? Eu admirei a coragem e perssuasão que ele tinha, apesar de ser trouxa a ponto de querer apanhar todos os dias, mas não sei porque, eu nunca consegui bater nele de verdade, alguma coisa me impedia, talvez fossem aqueles olhos, nem tão  verdes e nem tão azuis, mas num belo, impactante, hipnotizante e seduzente tom claro, ou por me hipnotizar quando ele mexia em seu cabelo loiro quase platinado, ou simplesmente por ficar babando naquele sorriso colgate que ele sempre exibia e que me deixa de pernas bambas... Não! Eu não era apaixonada por ele, uma vez eu pensei que fosse, mas aconteceram tantas coisas que eu acabei me convencendo do meu sentimento sobre ele, um sentimento puramente fraternal, eu e ele éramos como verdadeiros irmãos, juramos atormentar um ao outro até o último dia de nossas vidas... Mas isso infelizmente não pode mais ser possível, pois aquele tonto simplesmente sumiu, evaporou, eu não sei como, ninguém nessa jóssa desse orfanato sabe... Ele me chamava de Panda, e dizia que eu era mais forte do que eu pensava, e eu vou arranjar um jeito de achá-lo e provar isso à ele, nem que eu tenha que ir até o Tártaro pra conseguir isso...

Habilidades: Força e Agilidade.

Presentes de reclamação:
>> Lança do Caos - Essa é uma replica da arma do deus da guerra, seu cabo é vermelho sangue e sua ponta é negra, quando o semideus a usa, seu poder intimidar qualquer adversário e fortaleza os filhos de Áres sua ponta foi banhada com sangue envenenado que quando penetrado transmite o veneno para o oponente perdendo 10 Hp por turno, na parte inferior do cabo tem um pequeno contador que indica o número adversários derrotados pelo semideus quanto mais vitórias mais forte a arma se torna. Ela pode ser compactada em um bastão de vinte centímetros.
>> Escudo Áres - Escudo circular feito de titânio e com detalhes em ouro. Assim como o escudo do deus da guerra ele tem esculpido nela as cenas das principais batalhas da história. Em seu interior, possui tiras de couro de javali, para melhor segura-lo. Quando em repouso, transforma-se em um bracelete feito de titânio cravejado com rebites de ouro.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Melinoe em Dom 26 Fev 2017 - 20:23

Avaliação
StormShadow - Reprovado

Sua ficha está bem abaixo dos padrões aceitáveis. Caso seja sua primeira vez em um fórum assim, por favor, releia outras fichas de reclamação ou peça ajuda a alguém. Boa sorte da próxima vez.
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