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Reclamação Divina

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Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Dom 14 Jun 2015 - 13:40

Relembrando a primeira mensagem :


Reclamação Divina
Assim que chega ao Acampamento, a reclamação de um indefinido é feita em volta da fogueira, todas as noites. Quando o mesmo é reclamado, aparece-lhe sobre a cabeça um holograma - muitas vezes caracterizado com o símbolo divino de seu pai ou mãe-. Daí, ele é levado até o chalé respectivo e pode conhecer seus irmãos e irmãs, iniciando assim a sua vida de meio-sangue. Entretanto, nem todos são agraciados com um chalé só para si após à fogueira, podendo ficar indeterminado durante semanas, meses ou anos. Os Deuses possuem responsabilidades, afinal, e dependendo do tempo que demoram para cumpri-las, acabam esquecendo-se de certos indivíduos em sua numerosa prole.



Deuses disponíveis para fazer a ficha neste tópico:
Athena;
Deméter;
Dionísio;
Ares;
Afrodite;
Hécate;
Apolo;
Hefesto;
Hebe;
Lissa;
Hermes;
Íris;
Éolo;
Macária;
Melinoe;
Quione;
Thanatos;
Phobos;
Deimos;
Selene;
Nêmesis;
Eros.


Para saber quem é o seu pai ou mãe basta preencher a ficha abaixo e esperar que um Deus atualize. Lembrando que para reclamação dos Três Grandes e Grupos Extras, há tópicos específicos!




Nome: Nome completo do personagem, sem abreviações.
Idade: Idade do personagem.
Deus(a) Escolhido(a): Especifique.
Porque quer ser reclamado por esse Deus:
História: mínimo de quinze linhas completas
Habilidades: (Conforme a lista daqui)
Presentes de reclamação: poste aqui os presentes que deseja ganhar de seu pai/mãe, juntamente com as descrições dos mesmos. Lembre-se de consultar o tópico aqui.




Última edição por Zeus em Sex 25 Ago 2017 - 14:05, editado 3 vez(es)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Eléonore Gyllehaal em Qua 15 Fev 2017 - 2:35

Nome: Eléonore Gyllehaal
Idade: 15
Deus(a) Escolhido(a): Deméter
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Porque Deméter é uma ótima deusa, e generosa para com seus devotos, abençoando-os com suas plantações sempre perfeitas, sendo totalmente essencial para o acampamento e completamente ofensiva quando se é necessário. Deméter é uma ótima deusa para se seguir e prestar juramentos e rezas.
História: Foi abandonada aos oito anos, e passou a viver nos parques da California, parecia ter uma harmonia com a natureza do local, devido aos animais pequenos, como pássaros e esquilos que se aproximavam de forma como se ela fosse parte daquela natureza. Correu para a natureza, uma floresta densa no meio da cidade em que nasceu, e saiu para o mundo, até chegar em uma plantação de trigo. Se sentiu em casa, tinha uma paixão pelo cheiro de grãos e cereais. Deitou-se na plantação de trigo, e todas as suas raivas e remorsos pareciam ser pequenos problemas. Passou dias e dias, talvez meses naquele local.
Certo dia, não sabia exatamente, mas sabia que tinha acabado de fazer 11 anos, há dois dias. Viu um jovem vindo em sua direção, ele tinha pernas de carneiro que a deixou com medo, e então, correu, mas logo foi alcançada. Horas de conversa e o ser acabara convencendo-a a ir ao acampamento.
No mesmo dia em que partiram para o acampamento, naquela mesma noite, o sátiro parecia inquieto, forçando ele a correr, mas Eléonore não conseguia mais e se sentou, meditando para se descansar. O sátiro a puxou de repente, a forçada a se levantar, e quando olhou para cima, e sentiu uma harpia caindo em cima de si, ficou assustada e só conseguia se defender, levando arranhões no braço. Sua manga cumprida estava rasgada e sujando sua camisa. O sátiro conseguiu tirar a harpia de cima da menina com algumas pancadas, e ela se esquivava. Segurou-se no chão e deu um impulso para conseguir correr dali. E sua velocidade era media, devido a magreza, mas não conseguia acompanhar o sátiro por muito tempo. A Harpia os seguia de cima, e ela tratou de acelerar o passo o máximo que pode, o monstro dava um rasante veloz para cima deles e então, deu uma cambalhota pra frente, fazendo a harpia bater no chão, de alguma forma, e começando a se debater. O trigo começava a enrolá-la para prendê-la e então pegou um pequeno punhal de cor bronze e avançou pra cima da harpia, rasgando o peito da mesma com toda ferocidade que conseguia. A harpia se transformava em pó e era levado pelo vento. A menina tremia devido a adrenalina e o sátiro a ajudava a levantar e a se firmar. Os dois retomavam seu caminho em direção ao acampamento.
Habilidades: Agilidade e Instinto de Sobrevivência
Presentes de reclamação: • Escudo Natural
• Anel das plantações
• Foices Sangrentas

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Qua 15 Fev 2017 - 9:04

Avaliações
Shawn - Aprovado

Gostei da sua história, rápida, simples, porém eu encontrei vários erros na escrita e alguns acentos faltando, nada que um corretor comum, até o word, não possa resolver. Contudo, bem vindo prole de Hécate!

Eleonore – Reprovada
Além de conter uma repetição de palavras seguidas sua história foi rápida, sem detalhes, sem muitas explicações e confusa. Você com certeza pode fazer uma história BEM melhor que essa. Boa sorte na próxima vez.
E não esqueça de por os presentes de reclamação COMPLETOS.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Astera C. Morgenstern em Qua 15 Fev 2017 - 19:30

the beltane
F
icha de reclamação.







Nome: Astera Cleonie Morgenstern.

Idade: 18 anos.

Deus Escolhido: Eros.

Por que quer ser reclamado por esse deus: o fato remete à beleza da esfera de dominação, assim como o papel e as funções exercidas pelo primordial. Tão belo o amor, aquele que cura almas ou as destrói, amor que leva o mais são dos homens aos braços inóspitos da loucura. Por que seria tão nobre sentimento rejeitado pelos mortais? Afinal, entenderiam eles as verdades amorosas que cabiam somente aos deuses? Não. O amor, afiado como uma flecha e milenar, tem nas mãos a humanidade há tempo centenários; a força de geratriz da vida, que leva ao libido, ao desejo e ao sexo – duvidoso seria pensar se haveria, no mundo, arte mais bonita que essa.



História:



“Tão doce essa praga milenar da qual estou embriagado, e gozo de suas dores. Chego até mesmo a apreciar; existe algo mais belo do que sofrer por amor?”

– Desconhecido.


Mediante a aurora, os pés brancos tocavam a relva repleta de orvalho. Ao deleitar os olhos na campina fria, o mais distante que podia mirar era o mar além das montanhas rochosas, íngremes e escarpadas, e quase imaginava as ondas azuis chocando-se com ferocidade contra os penhascos cinzentos. Lívidas, as nuvens pouco a pouco decidiam mudar as formas naturais que deixavam-nas semelhantes a lençóis esfarrapados na atmosfera; os dedos que penetravam o capim alto tocavam o terreno marrom e macio, detalhado aqui e ali por poças de água, as quais eram resquícios da chuva da madrugada de outrora.

Permitiu que os lábios fartos e rosados pudessem usufruir do sabor adocicado, ainda que sentisse um leviano toque azedo em seu meio. Deixou que o sumo da fruta escorresse pela lateral da boca, indo ao queixo, percorrendo a trilha secreta da pele alva como a neve de inverno. As orbes azuis semelhantes ao domo celeste que abrangia Gaia não demoraram-se na visão da mordida feita no morango, apreciou o sabor, mordeu novamente. Entretanto, não tardou para que a atenção fosse rapidamente desviada da fruta para as copas das árvores: pinheiros, carvalhos, bétulas, o imaginário ali ganhava formas. Era tida a visão das dríades, ninfas e fadas, assim como os sorridentes gnomos que eram característica essencial da cultura de sua terra.

Astera suspirou, não tardaria para que fosse chegada a sua época predileta no ano irlandês. Ela fechou os olhos, como se aquilo fosse auxiliá-la a espiar os vales de sua imaginação. Lá, nasceram os fogos nas lareiras, as danças rente as fogueiras nas praças dos pagãos, os cultos de homens, mulheres e crianças ao rito sagrado; o culto do amor. Com o decorrer do inverno, todo dia era um passo para o seio da primavera – com o pico da estação, viria o Sabatt Beltane. A comemoração do Fogo de Bel era não somente tradição, a Morgenstern entendia que havia uma força muito maior por trás daquilo, e sentia isso em sua alma. Somente uma vez no ano acontecia o ritual, acompanhando a quantidade de primaveras. Esse ano seria completado o décimo oitavo dia do nome da moçoila, e seria esse mesmo número de vezes a quantidade que vira Beltane acontecer.

A união, a fertilidade, a data do amor para muitos dos habitantes da Irlanda do Norte: a união do Deus e da Deusa, o matrimônio divino.

Distante, viu sua forma esguia entre as flores de caule alto, onde as pétalas de cores diversificadas se misturavam numa aquarela molhada. Os fios pretos, a pele pálida em demasia como a sua própria, as roupas brancas e folgadas que escondiam o físico atlético por baixo do tecido; os pés traíram a comoção em seu âmago, quando a menina Morgenstern deu por si, corria aos braços do amado.

Chocou-se contra a epiderme quente, uma dádiva naquela manhã gelada. O vestido branco de renda parou de esvoaçar assim que os passos tiveram fim, e sentiu as mãos delicadas do mais velho descerem até a base de sua coluna, mantendo-a consigo. Ela ainda podia sentir a raiva alheia por ter de perdê-la para o mundo; também não entendia o porquê da “viagem” de Astera aos Estados Unidos. Ela havia lhe dito que eram por motivos pessoais e até mesmo profissionais, mas a verdade era ainda mais dolorosa e perturbadora.

Durante toda a infância, os contos sobre as moças formosas que habitavam as florestas não haviam sido fantasias – eram realidade, incontestável. A mãe tinha total conhecimento das aventuras da filha com os homens que tinham pés de cabras ou bodes montanheses; das donzelas que faziam suas moradas nos fundos dos riachos ou lagos. A mãe, a novelista Mellaro, entendia que aqueles seres não só viviam em comunhão com as duas como atuavam também na função de guardiões. Durante anos havia sido assim, até os primeiros ataques. A vida de isolamento naquela terra afastada podia ter sido a salvação da filha do deus durante metade de sua longitude vitalícia, entretanto agora o refúgio de mãe e filha estava comprometido. Os sátiros e dríades haviam informado que era chegado o momento da partida para um local seguro, onde a menina iria sozinha.

Caim não entendia, entretanto. Astera queria gritar com ele, tocá-lo e ser tocada, queria explicar que era filha de um pai poderoso e que em breve seria encontrada por famigeradas criaturas que tramavam não só contra sua vida, mas contra as vidas daqueles que compunham sua espécie: os meio-sangues.

Era uma questão de sobrevivência, e teria de deixar aquele amor para trás. E, ainda assim, fraquejava após as mãos explorarem suas costas, as respirações quentes que encontravam-se num ritmo descompassado. Podia sentir o coração dele sob a pele e músculos, podia senti-lo pulsando com um desespero mudo. Ao afastar-se a fim de olhar para Caim, percebeu os olhos avermelhados. A coita amorosa não machucava somente outrem; ela compartilhava daquela dor excruciante.

— Coroo-te com as mais belas flores desse lugar, pois são tuas as belíssimas flores que nascem sobre a terra. — pousou nos cabelos dourados de Astera a coroa prometida, feita de caules verdinhos e entrelaçados que conectavam-se em nós delicados e frágeis. Os botões preciosos eram nada mais do que madressilvas, rosas, tulipas e peônias. Eram tão leves que ela tinha medo que seus mínimos movimentos pudessem quebrar aquela espécie de joia.  — É lastimável que tenhas de partir agora, e desse lugar farei minha morada de eterna dor.

“Não, por favor”, queria pedir para ele parar de dizer tão dolorosas palavras. Entretanto, teria que ir em breve ao único lugar onde estaria em segurança. Ainda assim, preferia correr os riscos estando nos braços do homem que amava. Como dois em um, viviam em prol do outro; assim seria agora e na eternidade.

Astera Morgenstern não falou nada em resposta. Os olhos repousaram na expressão indecifrável do amado, mas aos poucos ela distanciava-se, cada passo machucando cada mínimo ponto de sua tão alegre alma. A latência de um amor crescente que desabrochava dentro dela causava arrepios quando os pensamentos voltavam-se ao fato de que jamais veriam as faces um do outro novamente. Era um adeus definitivo, ela sabia, pois com ele não duraria muito – sem ele também. Seria tão egoísta a ponto de pensar somente em sua sobrevivência?

“Deus, salve-me”, implorou. O orvalho nas flores em seus cabelos agora rolava em gotículas pela face branca, os olhos que forçavam-se a manter o rumo para fora daquele lugar. Se olhasse para trás, desistiria de ir. Desistiria de si mesma. Mesmo com a dor que era um mártir pessoal, prosseguiu. Sua coroa de flores desfazia-se com os movimentos ágeis dos pés, caindo por ela como uma bênção que lembrava sua partida: um caminho de pétalas mortas, uma joia perdida cujo valor existia somente dentro dela. A garoa que começou remetia ao clima frio, entretanto as gotas frias que tocaram suas bochechas foram interpretadas como lágrimas divinas, ou melhor, lágrimas suas que somente agora choravam.


Presentes de Reclamação:

ø Arco do Amor - Longo e de ouro puro, indestrutível.

ø Aljava com flechas do Amor - Com infinitas flecha que podem paralisar o oponente e pode deixar apaixonado se for a intenção do semideus.[Dura 1 turno]

ø Armadura do Amor - Uma armadura completa de Prata Celestial e banhada com o suco do Pomo de Ouro. Sendo assim, tendo uma cor irresistível de Prata com Ouro dos deuses. Quem a tocá-la senão o semideus portador ficará com o corpo revestido com o mesmo material o impossibilitando de se locomover por até 3 rodadas. Usado apenas como poder de defesa, não como ataque.

ø Batom Vermelho - Apesar de por fora aparentar um batom, quando aberto, deixa escapar um raio laser que pode cortar até mesmo uma barra de aço.



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Melinoe em Qua 15 Fev 2017 - 21:32

Avaliação
Astera - Aprovado

Gostei da sua história. Não tinha tantos detalhes desnecessários e nem erros grotescos. Seja bem vinda.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por StormShadow em Dom 26 Fev 2017 - 0:46

Nome: Kyra Bucknam West

Idade: 15

Deus escolhido: Ares

Por que quer ser reclamada por esse Deus:
Bem, preciso comentar o fato de ele ser meu Deus favorito? Bom, acho que sim, mas o real real motivo de eu querer ser reclamada por ele, é porque, digamos que eu sempre pensei como seria um máximo ser filha de um deus grego, e Ares sempre veio à minha mente, porque eu sempre fui a "esquentadinha", não me dou muito bem logo de cara, preciso de muito tempo pra  poder confiar nas pessoas, sou muito ágil em esportes que envolvem luta, tenho uma personalidade um tanto quanto difícil, meu ego e ciúmes não podem ser medidos facilmente, tenho orgulho e auto-estima consideravelmente elevados, tenho o hábito de sempre querer ver a treta rolando solta, não importa de qual jeito, seja discussão, briga, pra mim tanto faz, desde que isso me divirta. Tenho bastante facilidade com manuseio de armas, especialmente a espada, e eu carregaria uma comigo se fosse possível, até porque seria uma honra poder cortar o pescoço dos idiotas que me cercam... Enfim, acho que tenho alguns pontos incomum com o Deus da Guerra, certo? E já que estou aqui, farei de tudo para honrar meu pai.

História:
Bem, eu nasci em New York, e sou órfã, minha mãe disse que meu pai morreu antes de eu nascer, minha mãe morreu em um terrível acidente de carro quando eu tinha apenas  5 anos, e desde então eu fui morar no lugar mais detestável do mundo : orfanato, sim, eu detesto morar aqui, eu tenho família fora dessa espelunca, mas acontece que ninguém se importa comigo, talvez seja pelo fato de eu ser diferente, pelo fato de eu jurar que consigo ver monstros... Eu estou no orfanato à exatos 10 anos, já passei por tantas famílias que nem me recordo do número exato, mas também não me importo, pois sempre que eu era adotada, as pessoas me devolviam, ou por vários motivos, ou por simplesmente motivo nenhum, por não gostarem de encarar meu lindos olhos azuis escuros, ou meu cabelo negro longo e cacheado com umas mechas castanho escuras, ou pelo fato de eu ser um pouco grosseira às vezes... Tá legal, sou grosseira sempre, mas não tenho culpa de ter pouca paciência e muito menos de nã conseguir levar desaforo pra casa, comigo é assim, provocou agora aguenta, e dane-se a opinião dos outros, porque pelo que eu saiba, ninguém tem nada a ver com a minha vida. Em todos os meus 15 anos, eu só tive um amigo, João Vitor Gekien Lencer, meu colega de quarto, ele foi a única pessoa que ousou me afrontar durante uma semana inteira, e quer saber? Eu admirei a coragem e perssuasão que ele tinha, apesar de ser trouxa a ponto de querer apanhar todos os dias, mas não sei porque, eu nunca consegui bater nele de verdade, alguma coisa me impedia, talvez fossem aqueles olhos, nem tão  verdes e nem tão azuis, mas num belo, impactante, hipnotizante e seduzente tom claro, ou por me hipnotizar quando ele mexia em seu cabelo loiro quase platinado, ou simplesmente por ficar babando naquele sorriso colgate que ele sempre exibia e que me deixa de pernas bambas... Não! Eu não era apaixonada por ele, uma vez eu pensei que fosse, mas aconteceram tantas coisas que eu acabei me convencendo do meu sentimento sobre ele, um sentimento puramente fraternal, eu e ele éramos como verdadeiros irmãos, juramos atormentar um ao outro até o último dia de nossas vidas... Mas isso infelizmente não pode mais ser possível, pois aquele tonto simplesmente sumiu, evaporou, eu não sei como, ninguém nessa jóssa desse orfanato sabe... Ele me chamava de Panda, e dizia que eu era mais forte do que eu pensava, e eu vou arranjar um jeito de achá-lo e provar isso à ele, nem que eu tenha que ir até o Tártaro pra conseguir isso...

Habilidades: Força e Agilidade.

Presentes de reclamação:
>> Lança do Caos - Essa é uma replica da arma do deus da guerra, seu cabo é vermelho sangue e sua ponta é negra, quando o semideus a usa, seu poder intimidar qualquer adversário e fortaleza os filhos de Áres sua ponta foi banhada com sangue envenenado que quando penetrado transmite o veneno para o oponente perdendo 10 Hp por turno, na parte inferior do cabo tem um pequeno contador que indica o número adversários derrotados pelo semideus quanto mais vitórias mais forte a arma se torna. Ela pode ser compactada em um bastão de vinte centímetros.
>> Escudo Áres - Escudo circular feito de titânio e com detalhes em ouro. Assim como o escudo do deus da guerra ele tem esculpido nela as cenas das principais batalhas da história. Em seu interior, possui tiras de couro de javali, para melhor segura-lo. Quando em repouso, transforma-se em um bracelete feito de titânio cravejado com rebites de ouro.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Melinoe em Dom 26 Fev 2017 - 20:23

Avaliação
StormShadow - Reprovado

Sua ficha está bem abaixo dos padrões aceitáveis. Caso seja sua primeira vez em um fórum assim, por favor, releia outras fichas de reclamação ou peça ajuda a alguém. Boa sorte da próxima vez.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Freya Bryndísarson em Sab 1 Jul 2017 - 1:07


The Winter is Comming

Nome: Freya Bryndísarson

Idade:  22 anos

Deus(a) Escolhido(a): Quione

Porque quer ser reclamado por esse Deus: O poder da neve é magnífico. Minha personagem sendo islandesa, tem muito contato com isso, e eu estaria mentindo em dizer que não amo Quione.

História:

Freya Bryndísarson, islandesa filha de Bryndísar, um pescador. Nasceu no centro de Reykjavík e teve uma infância tranquila e pacífica até os seus 8 anos, quando passou o resto de sua vida sendo educada em casa por sua madrasta, Frigga. Frigga tratava ela bem, o que era estranho de outras madrastas e padrastos pelo mundo. Seu pai não lhe contava muito sobre quem era a sua mãe, e sempre dizia que ela tinha morrido em um acidente de carro. E essa história era sempre tão repetida que a Freya não tinha conhecimento de que era uma semideusa, até que aos 12 anos ela viu seres que lhe rondavam.

Sentindo medo do que poderia acontecer, ela e seus pais foram embora de sua casa em Reykjavík e seguiram para uma cidade Kópavogur que ficava ao leste da capital. Viveu ali até os seus 14 anos, quando as visões dos seres ficaram mais frequentes, e ela conheceu dois garotos que se diziam semideuses. Após um longo diálogo e um longo tempo de negação, Freya aceitou que era uma semideusa, e perdoou seu pai por ter mentido para ela. Com apenas uma mochila, eles fugiram de Kópavogur com destino para a Dinamarca e de lá, fugiram para os Estados Unidos para o Acampamento.

Mas nem tudo era belo na vida dela. Na Dinamarca, Bjorn havia morrido para proteger ela e a outra garota, Aslaug, que era uma das semideusas que foi trazê-la para o Acampamento em Long Island. Quando Freya avistava já a entrada, ela e Aslaug foram atacadas por uma Empousa, que assassinou Aslaug em sua frente. Com medo, a islandesa não pode fazer muito além de fugir para dentro do Acampamento, aonde ficaria pelo resto de sua vida.


Habilidades: Quione – Agilidade e Resistência

Presentes de reclamação:

Ice, Ice / Adaga [Uma adaga com o poder de congelar por alguns minutos a parte do corpo adversário atingida por sua lâmina. Quanto mais profundo o corte, mais tempo dura o efeito. Após três congelamentos, a região do corpo fica anestesiada e o inimigo não consegue senti-la até o fim da batalha.]

Cover Lost / Capa [Uma capa medieval totalmente branca. Quando o usuário coloca o capuz, ele ficará invisível e intangível, porém, assim como ele não pode ser atingido também não poderá atacar.]

Lost in Ice / Katana [Aparentemente é uma katana normal, porém quando a lâmina toca em uma superfície sólida, ou em algum monstro ou pessoa, automaticamente uma camada de gelo é criada na região do toque, ampliando em mais 15% em área de superfície por turno caso aquele que foi tocado não faça nada para impedir o avanço do gelo.]
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Sab 1 Jul 2017 - 1:09

Avaliação
Freya - Aprovada

Embora curta e direta, sua história mostrou exatamente o que precisava saber, achei poucos erros. Bem vinda prole do gelo!
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zane Montgomery em Ter 11 Jul 2017 - 17:50


FICHA DE RECLAMAÇÃO



Semideusa Real



Nome: Chloe Elizabeth Windsor

Idade: Aparente: 16 anos; Real: 35 Anos

Deus(a) Escolhido(a): Afrodite

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Basicamente por trama mesmo, mas dá pra dar uma enchida de linguiça aqui q Afrodite é a deusa mais bela, e certamente deseja tudo do bom e do melhor, afinal quem não gostaria de ser uma princesa ou uma lady? Eu gostaria de mexer com opostos, de fazer uma filha da beleza que não é narcisista e coisas do tipo.

História:
Desde que eu me lembro por gente eu estou aqui. Não sei quanto tempo se passou desde que saí daquele lugar, mas há muito não vejo meus irmãos. Eles não estavam no dia em que minha avó me mandou para longe, como se eu fosse uma praga. Bom, eu vivi assim desde que nasci, então aprendi a não me importar.

Não que minha família tivesse me tratado mal: eu recebi educação, mesmo que fosse de meu professor particular e tutor real, Joseph. Sim, tutor real. Ninguém além de minha família e alguns poucos empregados sabiam da minha existência, afinal eu sempre vivia trancada em meu quarto no Kensington Palace, meu lar. A família real britânica nunca poderia dizer que seu próximo rei, o príncipe Charles, havia tido uma filha fora de seu casamento com lady Diana.

Segundo meu pai me contou eu não sou filha legítima da mulher que sempre achei que fosse minha mãe. Na verdade eu sou filha de uma outra mulher tão bela quanto, o que explicava o comportamento agressivo que Diana tinha para comigo. Meus irmão sempre me protegeram, especialmente William, que sempre foi muito carinhoso para comigo. Ah, mesmo estando isolada do mundo eu gostava daquele lugar. Como estarão agora?

— Eu queria poder ver minha família novamente. — murmurei infeliz. Era fato de que eu era indesejada pela Rainha Elizabeth, e até mesmo pelo meu pai, tanto que quando fiz 16 anos eles me mandaram para cá, o Hotel e Cassino Lótus. Não reclamo da minha liberdade que tenho aqui, na verdade até acho bom. Melhor do que passar vinte e quatro horas olhando para as paredes como era antes.

Ninguém sabia que eu existia. Ninguém na Inglaterra inteira sabia da existência de Chloe Elizabeth Windsor, mas era uma coisa que eu pretendia, e com certeza iria, mudar. Iria fazer todos naquele país me conhecerem, ia voltar para meus irmãos. Will e eu temos a mesma idade, Henry é três anos mais jovem que nós, mas sempre nos demos bem. E eles sãos os únicos dos quais sinto falta.

— Quero vê-los. — murmurei enterrando o rosto nas mãos, abaixada entre duas máquinas caça-níqueis. Mas, infelizmente, eu não tinha como sair dali e mesmo que conseguisse sair eu não tinha dinheiro para voltar para a Inglaterra.

— Você, mocinha. Você mesma! — escutei uma voz doce e melodiosa e então uma mão agarrou meu braço e me puxou para cima. Olhei para a mulher e uou: ela era a pessoa mais linda que já havia visto em toda a minha vida! Os cabelos era ruivos, os olhos pareciam mudar de cor, o corpo era esbelto e usava um vestido cor de rosa cintilante que não era nada chamativo. — Finalmente! Finalmente eu a encontrei, Chloe! Venha, vamos embora. Lhe conto no caminho!

*************************************************

Uma reunião geral havia sido convocada naquele dia no Kensington Palace. A rainha Elizabeth estava sentada em uma elegante e confortável cadeira, a expressão impassível. Seu marido estava a seu lado, e à frente dela estavam seu filho, o príncipe Charles, e seus netos, William - acompanhado da esposa, Katie - e Henry.

— Por que nos reuniu aqui hoje, mãe? — Charles se permitiu ser informal, recebendo um duro olhar da monarca.

— Minha assistente, Cassidy, pediu para convocá-los. Ela tem algo a dizer a todos nós, e vai chegar a qualquer momento. — falou pacientemente, mesmo que algo a estivesse incomodando. Havia algo de errado, ela sentia que alguma coisa iria acontecer. Desde que mandara aquela garotinha embora em 1998 um sentimento de que algo ruim aconteceria em breve se apossou da mulher.

Não demorou muito para que Cassidy abrisse as portas, as deixando escancaradas. Adentrou a sala e observou as pessoas ali antes de abrir um sorriso. Então acenou uma das mãos, fazendo com que uma nuvem de glitter cor de rosa lhe envolvesse e mostrasse quem realmente era.

— Olá, mortais. Sou Afrodite, a deusa da beleza. — gracejou, observando a cara de espanto de todos os que estavam ali, principalmente a expressão embasbacada de Elizabeth. — Qual o problema, vossa majestade? Surpresa em me ver? — então voltou os olhos para Charles, encarando o homem com quem passou uma noite maravilhosa. — Você não me olhou desta forma quando transamos, Charles. — riu, divertida.

— O que quer aqui? — a voz do príncipe estava tensa, fato que não passou despercebido pelos presentes na sala. William e Henry se mantinham quietos, apenas observando o desenrolar da cena. O que estava acontecendo ali?

— Vim me despedir de vocês. Estou voltando para o Olimpo, para a minha vida de imortal. Mas não sem antes lhes apresentar a alguém. Conheçam minha filha, a princesa Chloe Elizabeth Windsor. — a deusa apontou para a porta e uma garota ruiva de dezesseis anos adentrou o local, causando uma expressão de espanto em todos os presentes. — Ela vai assumir o nome da família real.

Elizabeth levantou de seu trono, o rosto contorcido em pura raiva, o que fez Chloe recuar um pouco. Mas o que a impediu de sair correndo da sala do trono foram os braços de William, que envolveram seu corpo de maneira protetora e acolhedora, e logo ambos caíram de joelhos no chão.

— Você não mudou nada... — o garoto sussurrou para a irmã, fazendo com que os olhos dela se enchessem de água. — Onde esteve, Chloe? Por todo esse tempo, onde estava?

— é uma longa história, Will... — a menina sussurrou antes de afundar o rosto na curva do pescoço do irmão. Finalmente havia voltado para casa, não apenas como Chloe Elizabeth Windsor, filha do príncipe Charles, mas também como Chloe Elizabeth Windsor, filha da rainha da beleza.

Habilidades: Defesa e Persuasão

Presentes de reclamação:
♥ Colar de ouro / "Armadura" [Um colar fino de ouro reforçado capaz de cristalizar qualquer tecido desde que seja uma jaqueta, camiseta ou suéter – Armaduras já saíram de moda.]

♥ Serafim / Serafim [Um metro e oitenta de tira de couro entrelaçado com finos fios de ouro, o cabo tem aparência de asas abertas, asas de anjo. O chicote pode receber um nome, mas apenas nome de anjos. Dependendo do nome do chicote esse será o poder que a arma terá.]
— Raabe, anjo da morte – O chicote será tão preciso em seus ataques que só terá um lugar para onde os seus adversários poderiam ir – Direto para o tártaro.

♥ Fênix / Mascote [Um animal dócil, treinado e obediente.  Apesar de não representar a deusa do amor e da beleza, tem tudo para levar esse titulo já que só liberam suas lágrimas de cura quando são tratados com amor e carinho. As lágrimas de cura só poderão ser usadas uma vez por missão.][Nome: Huang Hua]


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Ter 11 Jul 2017 - 22:28

Avaliação
Chloe - Aprovada

Adorei, manda beijo pra Liz, peguei ela uma vez.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Claire Y. deGrasse em Qui 13 Jul 2017 - 1:17


You'll never enjoy your life
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Deus(a) Escolhido(a): Hermes

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Para não enrolar muito, decidi que Claire deveria ser prole de Hermes, pois além dele parecer um deus um tanto engraçado ele é deus de muitas coisas, dava pra escrever um parágrafo com tudo que ele representa.

História:


Alice Young havia cometido algo que poderia acabar com tudo. Na semana que se passara à mortal havia conhecido um homem elegante, alto e bonito, havia roubado alguns sorrisos dela. Seu casamento estava passando por um período de complicações e não sabia até quando iria durar, então deixou a casa e foi para um bar bem longe do marido. Após horas conversando e bebendo os dois foram parar em um motel ali perto, ela mal conseguia lembrar-se do que realmente acontecera já que o nível de álcool em seu corpo era grande.
Deu-se uma semana e a mulher descobriu que estava grávida e para piorar sua situação o homem com que passara aquela noite era um deus. Não sabia como contar ao marido, nem sabia se deveria, mas logo ele começaria a notar o jeito estranho e os dois brigariam. Então Alice contou a Neil tudo, inclusive do fato de que o homem era um deus, o marido concordou em criar a criança, contanto que aquilo não viesse a público.
...
A semideusa cresceu em casa junto dos outros dois meio-irmãos, Miranda e Travis, ela era realmente diferente deles, puxara ao pai e por um tempo questionou-se o porquê, até Alice esclarecer tudo para ela. A casa era reforçada de seguranças embora não conseguisse ver através da névoa, Claire ficava presa ali o dia todo, quando saia na rua ela era Clarissa, uma prima distante.
Teve a melhor educação possível já que graças ao seu pai divino Claire tinha uma facilidade com muita coisa, fez estágio na NASA por um tempo, mas acabou atraindo algumas confusões e foi quando Hermes voltou para impedir que houvesse problemas bem maiores. Explicou para Alice e Neil que Claire não tinha mais condições de viver uma vida normal, então quando a garota fechou 16 anos foi levada ao acampamento meio-sangue.
Tudo aquilo era um horror, nunca tivera contato com muitas pessoas o que fez tornar-se extremamente tímida, não costumava falar e passou o primeiro ano dentro do chalé de Hermes. Não ia aos treinos e nem ao menos considerava ir, aquele não parecia o lugar certo para a semideusa e a cada dia que passava ela ficava mais deslocada. A família ligava bastante e nas férias ela ia vê-los, mas aquilo foi findando aos poucos, deixando a garota sozinha ali.


*Pretendo contar a história "completa" dela em BMO, desde os dias presa em casa até o estágio na NASA e os problemas que ocorreram.

Habilidades: Agilidade e Persuasão

Presentes de reclamação:
Raven’s Death / Bec de Corbin [Uma longa haste, em torno de 1,80m, feita de grafeno, com um martelo na ponta, feito de bronze celestial, pode transmutar-se ficando apenas na forma de martelo, ou ainda, pode virar um bracelete.

Magnat / Escudo [Feito de titânio, esculpido nele há o desenho de um caduceu, no pior dos ataques o escudo libera um campo de força na volta da prole de Hermes e de quem mais estiver junto, o campo de força tem eletromagnetismo fazendo com que qualquer arma (de algum tipo de metal) em 100m seja atraída. Dura apenas 1 rodada e só pode ser utilizado 1 vez em missão, transmuta-se em um anel.]

HBook / Notebook [Notebook completo, tem mais informações que uma biblioteca, além de ter os programas comuns e coisas de mortais, tem um mapa completo do acampamento e de alguns monumentos históricos dedicados aos deuses, ele vira um pequeno chaveiro em formato de 'H' letra inicial de Hermes.]





You're so afraid of taking chances

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Qui 13 Jul 2017 - 15:36

Avaliação
Claire Y. deGrasse - Aprovada

Estou curiosa sobre sua história ♥
Boa sorte, jovem meio-sangue

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Freya Magnum em Qui 13 Jul 2017 - 19:55

Nome: Freya Magnum
Idade: 16 anos
Deus(a) Escolhido(a): Hécate
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Sempre gostei muito de Hécate por diversos motivos. Para começar, a magia me fascina e realmente acho a ideia de uma deusa tríplice interessante. Seu aspecto noturno e o mistério que a cerca me deixa tão fascinada que não consigo imaginar-me sendo prole de outra divindade. Além disso, a história da personagem (talvez por eu já ter pensado na divindade enquanto fazia) torna a escolha pela deusa da magia possível.
História: Freya é a filha mais nova de Hécate e Joshuael Magnum, sendo irmã de Astaroth Magnum. O dia de seu nascimento fora o vigésimo sétimo dia do decimo segundo mês, as exatas três horas da madrugada, a hora do demônio, na cidade de Lyon na França, apesar de sua família ser de origem inglesa. A jovem nascera com cabelos escuros e ondulados, pele alva e olhos azuis brilhantes e cheios de vida. Trazia em suas veias a magia da deusa e havia uma beleza exótica em sua aparência, ambas as coisas compartilhadas com seu irmão mais velho. Mas não fora nenhum sua descendência divina, a magia ou qualquer uma dessas outras coisas mais “banais” que unira os irmãos e lhes dera essa ligação tão forte. Dizem que o sangue une as pessoas, mas as tragédias podem unir ainda mais e melhor duas pessoas, sejam elas quem forem.

Seu nome, retirado da deusa nórdica da guerra e da magia, significa “A Dama” ou mesmo “A Senhora”, porém seu lado inocente e infantil fora roubado de si quando ainda era mais jovem. Durante seus primeiros anos de vida, mal via o pai devido aos estudos dela mesma e ao trabalho do pai. Era criada principalmente pelos avós paternos, que nunca falavam nada sobre quem era a mãe dos jovens ou sobre o trabalho do pai deles, e tinha uma relação próxima com o irmão devido ao tempo juntos. Freya logo aprendera que era melhor não perguntar aos avós sobre seus pais ou como eles haviam nascido, o que intrigava bastante a ela e ao seu irmão. Nas poucas vezes que o homem estava em casa, porém, ele normalmente batia nos filhos com o cuidado de só o fazer em lugares que as roupas fossem cobrir.

A prole de Hécate e seu irmão estudavam em boas escolas e tinham um acompanhamento especial devido à dislexia de ambos. Suas notas eram boas e o comportamento não dava motivos para os professores reclamarem. Os dois tinham Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade, mas nem isso atrapalhava o suficiente para ser digno de reclamações. Os dois possuíam uma vida agradável, com acesso a saúde, lazer e educação, além do convívio e contato com sua família - ao menos a mortal -, o que lhes ajudava bastante.

Em uma belo dia de outono, Freya chegara a casa sozinha, pois o irmão havia combinado de sair com uma garota da sala dele. Sem entender o porquê, a morena havia ficado com raiva dele e havia dias que mal falava com o rapaz ou olhava para ele. Nenhum dos dois entendia o motivo daquela raiva aparentemente repentina dela, afinal era de se esperar que a qualquer momento ele fosse começar a sair com garotas. De algum modo, os irmãos haviam criado um laço não fraternal e sim romântico entre eles. Não é preciso dizer que ela estava magoada e ofendida com a ação do irmão e, por tal motivo, estava se comportando daquela forma.

Astaroth chegou mais ou menos quarenta minutos após a irmã, tendo desistido de sair com a garota. Não encontrando a irmã no primeiro andar, subiu e entrou no quarto de Freya após bater na porta. A irmã estava sentada na cama, abraçando as próprias pernas e chorando, uma cena que feriu o coração do rapaz. Sem jeito, ele se aproximou e abraçou desajeitado a irmã. Sem dizer nada, ambos ficaram abraços enquanto a jovem chorava no ombro dele e o rapaz mexendo em seus cabelos. Então, em meio as lagrimas, os irmãos se olharam nos olhos e, pela primeira vez, viram o interesse um do outro por si. Os lábios dos dois se encontraram, timidamente. A mão destra do rapaz deslizou para a cintura dela e a mão canhota da jovem tocara sua face em uma caricia delicada. Não passara muito de alguns beijos e caricias, por cima das roupas.

A partir daquele dia, os dois passaram a manter um relacionamento romântico secreto, passando ainda mais tempo juntos. Dormiam juntos com frequência e faziam programas como ir ao cinema juntos ou tomar sorvete. As pessoas entendiam aquilo como atividade de irmãos muito próximos, mas ambos sabiam que eram atividades disfarçadas de namorados. Sua relação era o segredo mais bem guardado dos filhos de Hécate e Joshuael. Fora nesse contexto de união que o grande mal acontecera.

Apesar de ainda ser um tanto nova, Freya já começava a desenvolver algumas curvas e se tornar atraente. Seu pai, que agora passava um pouco mais de tempo em casa - e os espancava com mais frequência -, acabara deixando escapar próximo dos filhos que, além do trabalho dele como historiador com campo de pesquisa em religiões pagãs, trabalhava também como agenciador de garotas de programa. Os filhos ficaram com medo, preocupados com aquilo - pois sabiam que o pai poderia até ser preso, mesmo que os dois nem tivessem tanta ligação com o pai assim. O que eles descobriram serviu mais para que eles fossem especialmente cuidadosos para ocultar seu próprio relacionamento do pai, pois sabiam que ele era uma pessoa complicada e perigosa.

Já com seus quase nove anos de idade, porém, a jovem estava doente desde o dia anterior e o médico havia lhe recomendado ficar em casa, descansando. Apesar de toda a preocupação com a irmã e amante, Astaroth havia saído para escola uma vez que não tinha uma desculpa plausível para ficar em casa. A jovem estava deitada na cama, ainda de pijama, olhando para o teto. Ela não sabia precisar bem a hora, mas sabia que estava próximo do meio dia. E fora naquele momento que seu pai entrou no quarto, com um sorriso malicioso.

Como está se sentindo, Freya? — Perguntou, olhando a filha. Com alguma dificuldade, a jovem se sentou na cama. O corpo ainda estava um pouco dolorido e ela tonta quando o fez.

Estou ainda dolorida e tonta, papai. — Respondeu, sem entender o porquê da preocupação repentina do homem. Ele se aproximou da cama e sentou-se na beirada, olhando com atenção o corpo da filha.

Sabe, algumas pessoas pagariam caro por uma pessoa tão jovem e bonita. — Ele começou. A filha não entendeu o que ele queria dizer de inicio, pois a ideia do pai querer prostitui-la era absurda demais para ser ao menos considerada pela jovem. Ele viu a incompreensão no rosto da filha e continuou. — Tem muitos homens com gostos estranhos e alguns deles incluem dormir com garotas jovens.

Foi quando ela entendeu o que ele estava falando e afastou os lençóis, tentando sair da cama e se afastar dele. Sua tontura atrapalhou o gesto e ele segurou-a, apertando seus pulsos. A dor espalhou-se pelo braço dela, mas ela estava imobilizada e impedida de escapar do aperto. Richard jogou-lhe na cama e abriu a calça, abaixando ela e a peça intima. Não bastava querer prostituir a criança, ainda planejava estupra-la. Talvez tivesse conseguido, se o irmão da mesma não tivesse voltado para casa e entrado no quarto na hora. Apesar de ter esperado ficar sozinho em casa com a filha, o homem havia se esquecido de trancar a porta do quarto e, devido a falta de convívio com os filhos, não sabia a hora que eles chegavam da escola.

Em um misto de desespero e ódio, o rapaz pegou um abajur na cômoda próxima a porta e bateu com ele na cabeça do pai, aproximando-se sem ser notado. A adrenalina havia lhe fornecido mais força do que ele achava ter e o abajur quebrou com o choque na cabeça do adulto. Confuso e desequilibrado, foi fácil tira-lo de cima da garota. A raiva pelo que o pai iria fazer e a humilhação antecipada por algo que nunca aconteceria uniram-se e deram a jovem forças para reagir. Talvez se não fosse aqueles sentimentos, nunca tivesse ido a cozinha buscar uma faca enquanto seu irmão batia em seu pai. Por repetidas vezes, liberando os anos de abandono e negligencia do pai somadas ao que ele queria fazer, a jovem o esfaqueara três vezes na barriga. O sangue manchou as roupas de cama e o lençol. Em algum momento, o irmão tomara de sua mão a faca e usou a lamina para cortar a garganta dele, sendo difícil definir o que o matou primeiro. Poderiam ter deixado a tesoura ali e só fugir, ter pego roupas ou qualquer coisa... Mas eles entendiam que haviam matado uma pessoa.

Freya trocou de roupas e levou o pijama dentro de um saco descartável, tal como todo o dinheiro que eles tinham e encontraram na casa. Antes de sair, porém, eles se deram o trabalho de limpar digitais em portas e, usando luvas, quebraram algumas coisas, bagunçaram outras. Andaram sem rumo por horas, até chegarem a um rio caldoso, onde jogaram a faca, tiraram as roupas do saco e jogaram-nos também no rio. A água levaria as evidencias para longe e as livraria das digitais presentes na faca, tal como o sangue. Não haveria como relacionarem aquela arma ao crime e nem os dois - ou melhor, teria como relacionar eles e notariam a faca sumida, mas não os achariam.

Nos dias seguintes, eles trataram de sair da cidade e, depois, do estado o mais rápido que puderam, pegando caronas e taxis. Era difícil explicar porque um jovem e uma criança estavam andando sozinhos por ai, mas sempre havia um jeito de burlar aquilo e, por fim, saíram do alcance da policia estadual. Como sempre pegavam iam para longe de onde diziam que realmente iam e esperavam o carro de quem lhes deu carona ou taxi sumir antes de procurar para onde ir, era difícil encontrar os dois. Eles comiam mal, sempre preocupados. Compraram roupas novas uma ou duas vezes, trocando-se para confundir as procuras. Ligaram de um aparelho publico para os avós, explicando o que aconteceu após quase um mês de fugas, e, sabendo que o telefone deveria estar grampeado, foram embora dali o mais rápido possível.

Eles não tinham uma vida fácil nas ruas e logo o dinheiro acabara, forçando-os a roubar e fazer pequenos trabalhos por ai para ter o que comer e como se deslocar de um lugar para o outro, sempre com medo e nunca em segurança. E fora assim que ambos viram seu primeiro monstro. Astaroth já possuía treze anos, a idade com que todo semideus deveria ser reclamado por seu pai, e seu cheiro de semideus já era capaz de atrair monstros. Andando pelas ruas, sem destino, os dois certamente atraiam monstros. Dois semideuses juntos nunca era boa coisa.

Duas dracaenae cercaram os semideuses em uma rua sem saída da França. Estavam desarmados e incapazes de se defender, uma vez que não possuíam poderes e, instintivamente, sabiam que briga de rua simplesmente não iria resolver o problema. Estavam assustados, com Astaroth na frente de Freya para defendê-la daquelas criaturas, cuja forma oscilava na frente deles de mulheres meio-serpentes e humanas muito altas. Provavelmente os dois teriam morrido ali se flechas rápidas não tivessem perfurado os monstros, trespassando-os. Um rapaz de cabelos loiros e pele bronzeada se aproximou dos dois, olhando-os curioso. Com ele, havia um outro rapaz que andava estranho e cheirou o ar por um tempo, olhando os dois.

Naquele momento, a verdade do mundo divino lhes fora revelado. Fora difícil convence-los que deuses existiam, que monstros eram reais e que semideuses eram até comuns, apesar de terem visto os monstros e das pernas de bode do rapaz que cheirara o ar. Entretanto, se o que eles haviam dito fosse verdade, agora eles tinham uma casa, um lugar para ficar. Poderiam encontrar um refugio. Hesitantes, os irmãos concordaram em ir com eles. O que mais poderia acontecer? Nada que fosse pior do que o que eles já haviam passado. A viagem fora longa na opinião deles, talvez pela ansiedade. Entretanto, pelo menos os dois chegaram no Acampamento depois de alguns problemas de percurso - leia-se: monstros.

O começo fora como o costumeiro para indefinidos. Chalé de Hermes, treinos, reconhecimento do lugar, um tempo na enfermaria depois de se machucarem treinando, campos de morango... Estavam sem saber quem era sua mãe divina e se eles seriam reclamados por ela, um dia. Porém demorava, as vezes, para o progenitor se revelar. Os dois estavam quase perdendo as esperanças quando Hécate reclamara-lhes como filhos, em um jantar durante a lua nova.

Freya escreveu:O periodo nas ruas será melhor tratado em on, em flashbacks e em missões.
Habilidades: Resistência e Persuasão
Presentes de reclamação:
Obrigatórios:
Cajado [Esse item é extremamente importante para a realização de magias mais complicadas. O cajado é cerca de 20cm maior que o semideus e ao contrário dos cajados clássicos esse é de metal, na ponta do cajado há uma bola de cristal cujas cores podem variar entre: Azul, roxo e preto(dependendo da escolha da face), o cabo vai afinando até chegar a ponta assemelhando-se a uma lança, ou seja, o cajado pode der utilizado para atacar. Quando não está em uso, o cajado toma a forma de lightstick.]

White Eyes / Canalizador [Ao utilizar magias que exijam muita energia, os olhos dos filhos de Hécate se tornam brancos, esse presente foi dado pela deusa para que seus filhos possam receber da lua energia para a conclusão de suas magias. Ao usar o White Eyes, independente do lugar em que o semideus está, ele sugará energia lunar, tal presente pode ser utilizado apenas 2 vezes por turno.]

Escolha:
Lua Minguante / Tiara [Essa tiara pode ser tida como “Sábia”, quando utilizada pelo filho de Hécate, o semideus demonstra ter uma sabedoria que abrange vários assuntos podendo ir desde magias/feitiços/rituais (embora não consiga realizá-los) até conhecimentos de batalhas, o jovem também pode entender de plantas e ervas venenosas. A tiara é invisível e pode ser utilizada o tempo todo já que quando utilizada parece apenas uma tatuagem, ou seja, não tem peso. Para retira-la basta tocar a lua na tiara que ela se torna física.]



Freya Magnum
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hécate em Sex 14 Jul 2017 - 18:12


Freya

Pequena filha da magia, confesso que não esperava que sua ficha fosse me surpreender tanto, confesso também que não sou fã de incesto e que a ideia de ler isso havia me deixado receosa, mas sua ficha se desenrolou muito bem, você não colocou muitos detalhes(te agradeço por isso) e sua história foi bem consistente. Freya, você apenas se passou em um detalhe: "Poderiam ter deixado a tesoura ali..." Não era uma faca?

De qualquer forma, seja bem vinda!


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Miguel Van Borssele em Seg 17 Jul 2017 - 17:36

REclamação divina


Nome:
Miguel Van Borssele.

Idade: 17 anos.

Deus(a) Escolhido(a): Hebe.

Porque quer ser reclamado por esse Deus:

Miguel tem o espírito de jovialidade e sua personalidade amigável combina com a deusa da juventude. Também em particular eu considero Hebe uma deusa importante em todos quesitos e acho que ela não recebe todo o crédito que tem por mérito, pensei que seria interessante me tornar sua prole e escrever um pouco mais sobre essa divindade e sua relação com o semideus.

História:

A pequena cidade natal da prole de Hebe ocupava um grande lugar em seu coração, afinal fora ali que havia descoberto sua ascendência divina e toda a história por trás da sua vida, Giethoorn era seu porto-seguro. No dia em que o destino resolveu abrir o jogo para Miguel, ele havia reservado sua tarde para um passeio na companhia de seu pai pelos canais da cidade e nunca pensou que aquele seria um adeus para sua maior admiração.

Após se trajar com roupas leves de verão, desceu apressado para o barco que já lhe esperava atracado ao canal em frente á sua casa. – Está pronto, marujo? – perguntou Levi embarcando ao lado de seu filho que já lhe disputava altura, bagunçando-lhe o cabelo logo em seguida. – Não estou um pouco grandinho para isso, capitão? – retrucou Miguel exibindo um largo sorriso simpático, sua relação de amizade com o pai era maior do que com qualquer outra pessoa. Quando sua mãe lhe abandonou logo após seu nascimento, Levi se esforçou para fazer tanto o papel paterno quanto materno, dedicou sua vida totalmente ao filho e procurava com sucesso ser seu ponto de referência em tudo. – Pra onde vamos hoje? – perguntou o filho de Hebe assustado ao ver o bagageiro cheio de malas, já não era a primeira vez em que uma viagem era programada sem aviso-prévio. – Nova York. Quer dizer... Amsterdam e depois Nova York. – corrigiu bem á tempo antes que Miguel pensasse que iriam para outro continente em um pequeno barco. O que eles fariam nos Estados Unidos? Várias perguntas surgiram em sua cabeça, mas preferiu deixar o questionário para si.

Depois do cansativo voo para a América do Norte, o semideus ainda não havia recebido respostas ou motivos para estar pisando em solo internacional. – O que diabos estamos fazendo aqui? – criou coragem para perguntar assim que deixaram o aeroporto e entraram em um táxi. Levi informou o endereço ao motorista antes de voltar à atenção ao filho. – Tem muito que você ainda não sabe, antes de sua mãe partir, ela me deixou razões para me deixar criando um filho sozinho. – Miguel mal podia acreditar no que estava ouvindo, qual maldita razão justificaria abandonar a própria cria? O que ainda o deixava com mais raiva era saber que seu pai parecia acreditar que era um motivo justo. – Vai me falar que ela é astronauta ou algo do tipo? – ironizou o garoto com um sorriso debochado, para sua surpresa a expressão de Levi continuava séria. – Óbvio que não. Você se lembra das aulas de história em que aprendeu sobre deuses da Grécia antiga? Sua mãe é meio que parte disso. – Uma gargalhada alta serviu de resposta para a afirmação, o que ele queria dizer com isso? Sua progenitora era uma historiadora grega ou algo do tipo? Isso não chegaria nem perto de uma boa justificativa. – Você acha que ela ter se formado em história, justificaria o abandono materno? – perguntou voltando a um tom sério, aquilo lhe chocava de tal forma que seu maior desejo era sair do táxi e se declarar órfão na cidade grande. – Você não está entendendo... Os deuses da Grécia Antiga ainda estão entre nós, queira você acreditar ou não, sua mãe é uma dessas deusas. – o taxista que ouvia a conversa parecia segurar o riso junto com Miguel. – Antes de nos deixar, ela me pediu que levasse até um acampamento quando eu percebesse ser necessário. Claro que nunca vou estar disposto para te dizer um adeus, mas ela me mostrou os perigos de te expor ao mundo. – finalizou a explicação bem em tempo de o táxi frear. Aquela era a pior desculpa para se livrar de um filho que o semideus jamais havia ouvido, mas a seriedade no tom do pai lhe fizera segui-lo para fora daquele carro mesmo que seu desejo fosse fugir.

A subida íngreme da colina meio-sangue não era desafio para toda a vigor do filho da juventude, mas para seu pai já era como correr uma maratona. Assim que chegaram ao topo, Miguel pode ver um extenso terreno repleto de construções, todos que ali estavam vestiam uma camiseta laranja e alguns carregavam armas medievais consigo. – O que é este lugar? – perguntou olhando furioso para o pai, ele só se perguntava o por que de ter que ser deixado em outro continente longe do pai, o que era pra ser uma passeio de barco se tornou uma despedida. – Seu novo porto-seguro. Eu te amo, saiba que se fiz isso foi por sua segurança. – Levi envolveu o filho em um abraço e lhe beijou a testa com lágrimas nos olhos antes de se virar para o caminho de onde tinha vindo e nunca mais olhar para trás, parecia que a única opção para Miguel era entrar no acampamento mesmo que isso significasse não ver novamente seu pai. Ele precisava de respostas, e sua intuição lhe dizia que ali que ele encontraria todas elas. Em um impulso decisivo atravessou a barreira, e do alto da colina contemplou pela primeira vez o seu novo lar repleto de natureza e adolescentes, talvez não fosse um lugar tão ruim, mas ainda lhe restava saber qual era o seu lugar ali.  

Habilidades: Agilidade e Resistência

Presentes de reclamação:

♦ Escudo de Bronze Celestial - Um escudo de bronze celestial, completamente trabalhado em desenhos de Hebe ajudando a deusa Afrodite a pentear seus cabelos. Quando inutilizado, vira um bracelete.

♦ Arco de Ouro Branco Celestial - Um arco longo, feito inteiramente de Ouro Celestial. Este aparece de acordo com a vontade do semideus, ou quando este corre algum perigo, em forma de aviso para que ele tome cuidado. Assim como o chicote, as flechas ao acertarem o inimigo, deixam-o envelhecido e fraco. São flechas mágicas, portanto, a aljava está sempre repleta delas.

♦ Chicote Juventus - Ao contrário de seu nome, este ao atingir o inimigo, o deixa envelhecido e fraco, com movimentos mais lentos.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hécate em Seg 17 Jul 2017 - 19:15


Miguel

Enfim temos um filho de Hebe.

Sua história foi montada com os detalhes certos, sua justificativa para a escolha está aceitável e eu não vejo motivos para não aceitá-lo.

Bem vindo, filho de Hebe.


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Astaroth Magnum em Seg 17 Jul 2017 - 21:37


Ficha de Reclamação



The Demon, Astaroth



Nome: Astaroth Magnum
Idade: 20 anos
Deusa Escolhida: Hécate
Porque quer ser reclamado por esse Deus: A deusa da magia, escolhas e nevoa nunca foi uma divindade que eu escolhi como progenitora e queria fazer algo diferente desta vez. Pensando em um personagem que eu quisesse fazer e fosse diferente do padrão que normalmente sigo para escolha de pai ou mãe divino, optei pela deusa Hécate.

História: Astaroth foi o primeiro dos dois filhos de Hécate e Joshuael, sendo irmão mais velho de Freya Magnum. Nascera em uma noite de lua cheia, no decimo terceiro dia de setembro, misteriosamente na mesma hora que a irmã, três em ponto da madrugada, apesar de em dias diferentes e quatro anos antes. Nasceu em Lyon, França, e foi o primeiro dos irmãos a sentir o desprezo e abandono do pai, do qual tinha algo da aparência. Astaroth, apelidado carinhosamente pela irmã de Asta, tinha cabelos castanhos, pele clara e olhos verdes. Possuía o sangue da deusa da magia correndo em suas veias e havia algo exótico em sua aparência que as pessoas não conseguiam explicar.

Desde o nascimento e por toda sua infância e adolescência, seu pai fora ausente e, quando viam-no, ele agredia física e verbalmente ambos os filhos, não raras as vezes deixando-os cheios de hematomas e machucados, escondidos por suas roupas. Seus avós paternos, apesar de saberem das agressões, não faziam nada para impedir, o que irritava o rapaz. Tais avós nunca diziam a ele e a irmã o motivo de seu pai ser tão ausente. Devido aos problemas que tinham em casa, os irmãos cresceram muito unidos e próximos, criando uma relação forte e que persistiria por longos anos. Por sua proximidade, Astaroth sempre possui um comportamento de natureza protetora para com sua irmã.

Apesar de muito próximos, as diferenças em personalidade de ambos os irmãos era evidente, mesmo que compartilhassem alguns problemas, como o TDAH e a Dislexia. Astaroth é calmo e frio, com um comportamento indiferente com relação a maioria das pessoas. Muitas vezes, seus pensamentos são escondidos atrás de um sorriso e seu cinismo é uma característica constante em seu comportamento. É capaz de se utilizar de tudo que pode para ter o que quer e para sobreviver. As noções de honra para o rapaz aparentemente não existem. Porém tudo isso era oculto com seu bom humor, o que aparentemente atraia as garotas.

Ambos apenas perceberam quando, após Astaroth marcara de sair com uma garota de sua turma. A irritação de sua irmã e o fato de Freya se recusar a falar direito ou olha-lo deixava o rapaz de fato muito curioso e desconsertado, pois era a única pessoa com que o filho da magia poderia contar. Tal reação dela fizera que o rapaz desistisse de sair com Katherine e foi para casa, tentar se reconciliar com a irmã, a única pessoa com a qual sua personalidade parecia menos problemática e com que ele sentia-se confortável o suficiente para ainda dizer o que pensava e sentia.

Quando o rapaz chegou em casa, encontrou Freya em seu quarto chorando. A forma com que ela chora cortou o coração dele de tal forma que o rapaz nunca imaginou ser possível. Sem jeito, ele se aproximou e abraçou desajeitado a irmã. Sem dizer nada, ambos ficaram abraços enquanto a jovem chorava no ombro dele e o rapaz mexendo em seus cabelos. Então, em meio as lagrimas, os irmãos se olharam nos olhos e, pela primeira vez, viram o interesse um do outro por si. Os lábios dos dois se encontraram, timidamente. A mão destra do rapaz deslizou para a cintura dela e a mão canhota da jovem tocara sua face em uma caricia delicada. Não passara muito de alguns beijos e caricias, por cima das roupas.

A partir daquele dia, os dois passaram a manter um relacionamento romântico secreto, passando ainda mais tempo juntos do que passavam antes. Dormiam juntos com frequência e faziam programas como ir ao cinema juntos ou tomar sorvete. As pessoas entendiam aquilo como atividade de irmãos muito próximos, mas ambos sabiam que eram atividades disfarçadas de namorados. Sua relação era o segredo mais bem guardado dos filhos de Hécate e Joshuael. Fora nesse contexto de união que o grande mal acontecera.

Seu pai, que agora passava um pouco mais de tempo em casa - e os espancava com mais frequência -, acabara deixando escapar próximo dos filhos que, além do trabalho dele como historiador com campo de pesquisa em religiões pagãs, trabalhava também como agenciador de garotas de programa. Os filhos ficaram com medo e preocupados com aquilo - pois sabiam que o pai poderia até ser preso, mesmo que os dois nem tivessem tanta ligação com o pai assim. O que eles descobriram serviu mais para que eles fossem especialmente cuidadosos para ocultar seu próprio relacionamento do pai, pois sabiam que ele era uma pessoa complicada e perigosa.

Sua irmã havia ficado doente e, incapaz de ir a escola, ficou em casa descansando. Durante toda aquela manhã, foi ainda mais difícil se concentrar nas aulas do que seria sem a preocupação adicional de sua paixão em casa, sozinha com o pai dos dois. Quando a aula terminou, Astaroth foi correndo para casa para que pudesse cuidar de Freya e impedir que o homem fizesse algum mal com sua irmã. Se ele tivesse chegado um minuto mais tarde, talvez não tivesse conseguido impedir que o próprio pai estuprasse a própria filha e, talvez, começasse a prostituir a mesma.

Em um misto de desespero e ódio por ver o homem agarrando sua irmã, Astaroth pegou um abajur na cômoda próxima a porta e bateu com ele na cabeça do pai, aproximando-se sem ser notado. A adrenalina havia lhe fornecido mais força do que ele achava ter e o abajur quebrou com o choque na cabeça do adulto. Confuso e desequilibrado, foi fácil tira-lo de cima da garota. Freya aproveitara esse momento, movida por suas emoções, para ir a cozinha buscar uma faca e por diversas vezes esfaqueou o pai. Em algum momento, Asta tomara de sua mão a faca e usou a lamina para cortar a garganta dele, sendo difícil definir o que o matou primeiro. Poderiam ter deixado a faca ali e só fugir, ter pego roupas ou qualquer coisa... Mas eles entendiam que haviam matado uma pessoa.

Após a garota trocar de roupas e colocar o pijama dentro de um saco descartável, tal como todo o dinheiro que eles tinham e encontraram na casa. Antes de sair, porém, eles se deram o trabalho de limpar digitais em portas e, usando luvas, quebraram algumas coisas, bagunçaram outras. Andaram sem rumo por horas, até chegarem a um rio caldoso, onde jogaram a faca, tiraram as roupas do saco e jogaram-nos também no rio. A água levaria as evidencias para longe e as livraria das digitais presentes na faca, tal como o sangue. Não haveria como relacionarem aquela arma ao crime e nem os dois - ou melhor, teria como relacionar eles e notariam a faca sumida, mas não os achariam.

Nos dias seguintes, eles trataram de sair da cidade e, depois, do estado o mais rápido que puderam, pegando caronas e táxis. Era difícil explicar porque um jovem e uma criança estavam andando sozinhos por ai, mas sempre havia um jeito de burlar aquilo e, por fim, saíram do alcance da policia estadual. Como sempre pegavam iam para longe de onde diziam que realmente iam e esperavam o carro de quem lhes deu carona ou táxi sumir antes de procurar para onde ir, era difícil encontrar os dois. Eles comiam mal, sempre preocupados. Compraram roupas novas uma ou duas vezes, trocando-se para confundir as procuras. Ligaram de um aparelho publico para os avós, explicando o que aconteceu após quase um mês de fugas, e, sabendo que o telefone deveria estar grampeado, foram embora dali o mais rápido possível. Nesse período, o rapaz fizera uma tatuagem nas costas escrito "Mementos Mori", para lembrar que ele um dia iria morrer e que não podia fazer tudo sozinho.

Eles não tinham uma vida fácil nas ruas e logo o dinheiro acabara, forçando-os a roubar e fazer pequenos trabalhos por ai para ter o que comer e como se deslocar de um lugar para o outro, sempre com medo e nunca em segurança. E fora assim que ambos viram seu primeiro monstro. Astaroth já possuía treze anos, a idade com que todo semideus deveria ser reclamado por seu pai, e seu cheiro de semideus já era capaz de atrair monstros. Andando pelas ruas, sem destino, os dois certamente atraiam monstros. Dois semideuses juntos nunca era boa coisa.

Duas dracaenae cercaram os semideuses em uma rua sem saída da França. Estavam desarmados e incapazes de se defender, uma vez que não possuíam poderes e, instintivamente, sabiam que briga de rua simplesmente não iria resolver o problema. Estavam assustados, com Astaroth na frente de Freya para defendê-la daquelas criaturas, cuja forma oscilava na frente deles de mulheres meio-serpentes e humanas muito altas. Provavelmente os dois teriam morrido ali se flechas rápidas não tivessem perfurado os monstros, trespassando-os. Um rapaz de cabelos loiros e pele bronzeada se aproximou dos dois, olhando-os curioso. Com ele, havia um outro rapaz que andava estranho e cheirou o ar por um tempo, olhando os dois.

Naquele momento, a verdade do mundo divino lhes fora revelado. Fora difícil convence-los que deuses existiam, que monstros eram reais e que semideuses eram até comuns, apesar de terem visto os monstros e das pernas de bode do rapaz que cheirara o ar. Entretanto, se o que eles haviam dito fosse verdade, agora eles tinham uma casa, um lugar para ficar. Poderiam encontrar um refugio. Hesitantes, os irmãos concordaram em ir com eles. O que mais poderia acontecer? Nada que fosse pior do que o que eles já haviam passado. A viagem fora longa na opinião deles, talvez pela ansiedade. Entretanto, pelo menos os dois chegaram no Acampamento depois de alguns problemas de percurso - leia-se: monstros.

O começo fora como o costumeiro para indefinidos. Chalé de Hermes, treinos, reconhecimento do lugar, um tempo na enfermaria depois de se machucarem treinando, campos de morango... Estavam sem saber quem era sua mãe divina e se eles seriam reclamados por ela, um dia. Porém demorava, as vezes, para o progenitor se revelar. Os dois estavam quase perdendo as esperanças quando Hécate reclamara-lhes como filhos, em um jantar durante a lua nova.

Habilidades: Resistência e Persuação
Presentes de reclamação: Cajado [Esse item é extremamente importante para a realização de magias mais complicadas. O cajado é cerca de 20cm maior que o semideus e ao contrário dos cajados clássicos esse é de metal, na ponta do cajado há uma bola de cristal cujas cores podem variar entre: Azul, roxo e preto(dependendo da escolha da face), o cabo vai afinando até chegar a ponta assemelhando-se a uma lança, ou seja, o cajado pode der utilizado para atacar. Quando não está em uso, o cajado toma a forma de lightstick.]

White Eyes / Canalizador [Ao utilizar magias que exijam muita energia, os olhos dos filhos de Hécate se tornam brancos, esse presente foi dado pela deusa para que seus filhos possam receber da lua energia para a conclusão de suas magias. Ao usar o White Eyes, independente do lugar em que o semideus está, ele sugará energia lunar, tal presente pode ser utilizado apenas 2 vezes por turno.]

Lua Minguante / Tiara [Essa tiara pode ser tida como “Sábia”, quando utilizada pelo filho de Hécate, o semideus demonstra ter uma sabedoria que abrange vários assuntos podendo ir desde magias/feitiços/rituais (embora não consiga realizá-los) até conhecimentos de batalhas, o jovem também pode entender de plantas e ervas venenosas. A tiara é invisível e pode ser utilizada o tempo todo já que quando utilizada parece apenas uma tatuagem, ou seja, não tem peso. Para retira-la basta tocar a lua na tiara que ela se torna física.]


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hécate em Ter 18 Jul 2017 - 19:27


Asta

Mais um filho se apresenta diante mim, gostei da sua história assim como gostei da de sua irmão. Sua justificativa para a escolha da deusa foi boa e não vi erros significativos.

De qualquer forma, seja bem vindo!


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Koga Aiko em Ter 25 Jul 2017 - 23:07

Ficha
✝Nome: Koga Aiko (Ordem Oriental), Aiko Koga (Ordem Ocidental)
✝Idade: 16 anos
✝Deus Escolhido: Hefesto
✝Porque quer ser reclamado por esse Deus: Hefesto é um deus incompreendido e rejeitado, seja por outros deuses ou pelos mortais. Visto na maioria das vezes como bárbaro ferreiro, se esquece que ele é deus, também, dos artesãos e escultores e provavelmente conseguia ser delicado o suficiente para fazer peças em cerâmica cheia de detalhes ou pequenas e delicadas esculturas. Pandora, a primeira mulher, foi criada em conjunto por Atena e Hefesto, significando que o homem era bom o suficiente para fazer uma dama tão bela assim - apesar de não sozinho. Eu gostaria de poder provar que nem todo filho de Hefesto precisa ser um gigante de dois metros por três, portando um martelo do tamanho dele e derrubando todos com duas ou três porradas extremamente fortes.
✝História: Apesar de menores do que no passado, os clãs de shinobis ainda existiam no Japão e mantinham suas atividades ocultas da maioria das pessoas. Emi era filha de Tomomichi Koga, atual líder do clã, e era uma estudante de robótica, algo que fazia para ocultar sua vida como shinobi. A mulher não tinha o que reclamar de seu pai, apesar dele ser extremamente exigente com o empenho dela em suas funções como shinobi e também em seu disfarce como uma humana normal. A mulher casou-se com um executivo de Tóquio, que descobriu após o casamento a ocupação de sua mulher. O homem manteve segredo sobre aquilo e, após um ano e meio de casados, ele começou a tentar chantagear a esposa para realizar trabalhos para ele, porém seu treinamento falou mais alto. A mulher, que bem conhecia anatomia e assassinato sem rastros, a mulher usou uma injeção de potássio para matar o marido por ataque cardíaco. O potássio se espalhou pelo corpo após a parada temporária do coração e nunca descobriram que o homem foi, na realidade, executado. Uma morte limpa e sem rastros.

Duas semanas após o assassinato do marido, Emi anunciou sua gravidez ao publico e fez toda uma atuação para fingir eu estava triste pelo pai de sua criança ter morrido tão de repente. O que as pessoas não sabiam, na verdade, era que a criança era filha de Hefesto e da shinobi, feito vários dias antes da morte de seu marido. O que atraíra a atenção do deus pela mulher? Como se seu interesse e talento com tecnologia não fosse o bastante, havia também seu passado triste. Apesar de ser uma shinobi talentosa, a dama sempre fora rejeitada por seus pais e evitada por eles o máximo que podia. Como nascera com a saúde fraca, acharam que ela jamais iria conseguiria passar dos cinco anos, apesar de qualquer esforço, mas mesmo após passar sua situação nunca melhorara. O deus sentiu simpatia pela mulher e acabaram criando uma relação agradável entre ambos.

Isso não tornou mais fácil para a mulher descobrir o que ele era de verdade ou compreender que não poderiam ficar juntos, porém ainda sim Emi entendeu que ela não poderia ficar com o homem e sua filha teria que crescer sem saber a verdade sobre seu pai. E assim foi feito. Quando Aiko nasceu, foi lhe dito que era filha de Takeshi, o empresário morto, e nunca suspeitou do que realmente era. Educada nos costumes do clã, ia a escola e treinava ninjutsu com os mestres de seu clã, aprendendo as artes de uma kunoichi. Sua dislexia dificultava a leitura e seu Transtorno Déficit de Atenção causava problemas para se concentrar, mas seus reflexos em combate compensava isso.  A pequena criança e sua mãe, no pouco tempo livre que tinham juntas, trabalhavam em robôs e outras tecnologias, o que a jovem demonstrava adorar fazer.

Ainda jovem demais para cumprir missões de verdade, a jovem era testada por seus mentores até que, com seus doze anos, a dama descobriu a verdade sobre si mesma. Sua mãe lhe convidara para uma conversa em uma sorveteria, após a aula, em um dia que ela fora dispensada de seus treinos para se preparar para as provas de seus mentores. A mãe temia a reação da filha e começou contando a ela como conhecera seu pai que Takeshi não era o pai biológico de Aiko. Para a jovem aprendiz de shinobi, aquela história parecia absurda demais. Quem acreditaria que era filha de um deus grego? Principalmente quando se era japonesa e, bem, aparentemente era totalmente oposta da visão mitológica que se tinha do deus da tecnologia. A dama queria levantar e sair correndo, mas foi impedida pela mão de Emi em seu pulso e a quantia de pessoas ao redor de si.

Mas, mesmo não acreditando totalmente naquilo, uma parte dela desejava que fosse verdade. Isso foi o suficiente para que os monstros notassem o cheiro dela e começassem a caça-la. Apenas graças a uma parente distante, filha de Deméter com um de seus primos distantes, que derrotou o cão infernal que lhe atacava e deixara gravemente ferida. Muito provavelmente morreria se não fosse a benção de Asclépio, a dama teria sangrado até a morte, mas quando Sayuri lhe curou os ferimentos e lhe explicou a verdade dos semideuses. Incapaz de continuar negando o que era, Aiko aceitou ser filha de uma divindade e acreditou que era filha do deus da tecnologia.

Com Sayuri, Aiko foi até o Acampamento, armada apenas com uma adaga de bronze celestial emprestada da outra kunoichi, porém que a dama sabia usar perfeitamente bem devido aos treinos constantes. A noticia fora um choque para sua família, naturalmente, mas não era o primeiro caso de semideuses no clã, então não demorou tanto assim para que aceitassem o fato. Desde seus doze anos, a filha de Hefesto mora no Acampamento Meio-Sangue, mas ocasionalmente visita sua mãe.
✝Habilidades: Força e Resistência
✝Presentes de reclamação: ► Martelo das Forjas - Um Martelo feito de Bronze celestial, aço e um pouco de prata, com ele o filho de Hefesto pode criar muitas coisas, também é eficaz na batalha, o Martelo só pode ser erguido por um filho de Hefesto.
► Kit do pai - Uma Maleta com Bronze celestial, Prata, Ouro, Rubis e Ouro Imperial, para o filho de Hefesto criar armas.
► Escudo Pirotesco - Aparentemente um Escudo comum, porém é capaz de pegar fogo para poder defender o filho de Hefesto.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Qua 26 Jul 2017 - 8:54

Avaliação
Koga Aiko - Aprovada

Ohayou, Koga-san ♥

Primeiramente, seja bem vinda ao fórum ♥
Segundamente (rs), gostaria de dizer que sua ficha foi aprovada. Não sei por que (será? q), mas me lembrei de Naruto ao ler sua ficha. De qualquer forma, espero que tenha boa sorte no mundo dos semideuses ♥

Atenciosamente a Administração


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Noreen Carter em Sex 28 Jul 2017 - 0:56

B
ehind the
Aura
I'm not a wandering slave, I am a woman of choice

Nome: Noreen Carter
Idade: 19
Deus(a) Escolhido(a): Apolo
Porque quer ser reclamado por esse Deus:
Escolhi Apolo, pois se encaixa perfeitamente com a trama de Noreen, além de me encaixar na personalidade dos filhos dele e os poderes e presentes também me interessaram.

História:

– Dois frapuccinos de caramelo.
– Já vai – gritei correndo para o outro lado da bancada, por pouco não derramei um café quente em Bill, aquele dia estava sendo bem cheio. Ainda bem que estava no final do turno, não via a hora de ir para casa.
Terminei os dois frapuccinos, me escorei em uma das bancadas e encarei Lyla respirando fundo.
– Ainda bem que a fila acabou – comentou comigo enquanto ia pegar uma água, ela parecia acabada.
Fiquei olhando para o nada por alguns minutos, tentando descansar, estava me sentindo meio tonta, acho que por ter ficado tanto tempo nesse uniforme sufocante. Olhei para o relógio e suspirei negando com a cabeça - Esse tempo não passa logo – caminhei devagar até uma garrafa d’água próxima e bebi metade dela, nada melhor do que uma água gelada para passar aquele calor insuportável.
Voltei a sentar perto do caixa e olhei para um canto da parede onde tinha escrito “ We serve you decaf if you're rude”, o que na minha opinião é ridículo, ninguém é obrigado a atender cliente mal-educado, por alguns segundos fiquei irritada, mas logo coloquei um sorriso no rosto, fitei Lyla, ela estava distraída olhando para uma janela que dava para ver o estacionamento, deve estar louca para ir para casa, assim como eu.
Ainda tinham alguns clientes sentados nas mesas, me pareciam que não iriam demorar muito o que me fez respirar fundo e criar forças para esperar todos saírem. Precisávamos limpar algumas mesas ainda, estava com preguiça, mas sabia que era meu dever.
Peguei meu pano e fui até uma das mesas perto da janela, terminei de limpar a primeira mesa e sorri largo ao ouvir a porta se abrir atrás de mim, virei rápido e quando fui abrir a boca para dizer “estamos fechando” eu só consegui gritar.Uma criatura pulou encima de mim, ela era muito estranha, tinha um pouco de beleza misturada com feiura e um cabelo vermelho que parecia fogo, não parecia ser real, era muito branca, parecia que estava morta, não sabia se quando ela me tocava sentia frio ou calor, eu estava completamente em pânico.
Fiquei paralisada e não consegui correr, só consegui ficar encarando aquela criatura que estava prestes a fazer algo contra mim, um dos homens que estava sentado no balcão parou na minha frente, só consigo lembrar de mais uma moça se levantar e ir em direção a criatura, eu apaguei, fui direto para o chão.
Abro os olhos devagar e minha visão estava muito turva, só conseguia ver a claridade passando pela janela que não me parecia muito grande, vi a silhueta de uma mulher se aproximando de mim, passei as mãos nos olhos e finalmente consigo enxergar melhor.
– Pode ficar tranquila, aqui você está segura – a mulher fala em um tom suave que por algum motivo me fez relaxar, ela parecia estar bem feliz em me ver acordada, eu devo ter dado muito trabalho pra ela.
– Onde eu estou? – apesar de estar relaxada eu queria muito saber onde eu estava, tudo bem que esse lugar era uma enfermaria, mas estava muito diferente da que eu costumo frequentar na minha cidade. Fico olhando em volta até um garoto com patas de bode entrar na sala onde eu estava, ergo uma sobrancelha e fico me sentindo meio louca, coço os olhos mais uma vez e percebo que aquilo era real.
– O que está acontecendo? Onde eu estou? – o garoto com patas de bode pareceu bem feliz ao me ver também.
– Você está no Acampamento Meio-sangue – ele sorri largo e começa a me explicar tudo que eu deveria saber, eu fiquei muito confusa em várias partes, confesso que ele deve ter ficado muito irritado me explicando as coisas, nunca pensei que metade do que ele me disse poderia realmente existir.
Eu poderia simplesmente me beliscar e rezar pra voltar pra minha cama em casa, mas sabia que era real, eu estava acreditando em tudo que ele me dizia, nada parecia ter sido inventado, eu apenas acreditei.
Fiquei conversando com meu querido sátiro, parece que é assim que devo me referir a ele, por vários minutos, logo olho pra porta e vejo uma moça muito bonita entrar, outra que sorri ao me ver, acho que todo mundo me adora sem ao menos me conhecer, ou já me conhecem e eu não sei, não duvido mais de nada. A moça se chama Isabelle, ela parece muito legal, e realmente demonstrou ser muito querida e convenhamos, ela é a arrasadora. Ela contou que eu era filha de Apolo, um deus relacionado a uma das coisas que eu mais gosto, música.
Aquilo tudo já estava bem cansativo pra mim, acabei de ter um dia e tanto no Starbucks e logo depois vim parar aqui, eu preciso de um bom banho e depois finalmente ir dormir.

Habilidades:Mira/Precisão e Resistência

Presentes de Reclamação:
♦ Arco e Aljava – Feito de ouro solar, o arco é inteiramente coberto por pequenos diamantes. Pode ser usado para bater em algo ou alguém, já que os diamantes são pontudos e afiados. Todas as flechas são feitas de ouro solar, elas são perfeitamente manuseáveis e tendem a concentrar a luz solar em suas pontas que, quando entram em contato com o alvo, fazem o mesmo pegar fogo com a energia liberada, entrando em combustão. Transforma-se em um Ipod, que contém as músicas que o dono desejar.

♦ Escudo - Um escudo circular feito de bronze celestial, leve e resistente, perfeito para que seja usado por um arqueiro. Possui uma abertura em cima, no formato de um "U", para facilitar os movimentos de arquearia. Não pode ser destruído ou amassado, tampouco perdido. Transforma-se em um relógio de bronze.

♦ Faca – Feita de bronze celestial, a faca tem em média 20cm de lâmina e mais 5 no cabo que é encrustado com pequenos rubis. Concentra luz solar que, ao ferir um oponente, pode causar pequenas queimaduras - além da ardência e limitação de movimentos.



When I'm on a mission
I rebuke my condition
If yoü're a strong female
Yoü don't need permission

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hera em Sex 28 Jul 2017 - 1:06

Avaliação
Noreen - Aprovada

Embora a história tenha sido bem curta, e não revelou muito sobre sua vida quando criança, eu gostei dos motivos e a sua história foi razoável. Bem escrita, não vi motivos para te reprovar. Seja bem vinda.


~ATT por Zeus
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nikki Carbonneau em Dom 30 Jul 2017 - 19:03

Nome: Annie Nicole Carbonneau

Idade: 17 anos

Deus(a) Escolhido(a): Macária

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Porque eu acredito que Macária se encaixa bem com o que eu imagino para a personagem, tanto em relação aos poderes/habilidades como no quesito personalidade.

História:

Vida. Uma palavra tão frágil quanto tudo aquilo que ela representa. Ter vida não é o mesmo que estar vivo; estar vivo não significa que se dá o valor necessário para o fato de se ter vida. Talvez por isso seja tão complicado entender seu fim e pouquíssimas pessoas realmente se dedicam a isso. Desses, apenas uma parcela é capaz de chegar a alguma resolução prática de como amenizar o problema. Antoine Carbonneau, meu pai, estava nesse seleto grupo. Após estar entre a vida e a morte por quatro vezes com menos de 12 anos devido a uma grave deficiência em seus pulmões, começou a pensar sobre o assunto profundamente.

Ainda adolescente, decidiu se tornar psicólogo hospitalar. Seu objetivo era despertar a consciência em seus pacientes de que a vida e a morte são dois lados de uma mesma moeda e que para ter uma vida plena, era preciso se preparar para quando o dia em que ela se encerrar. Segundo ele, o que torna uma morte boa ou ruim é a forma com a qual lidamos com isso, independente das circunstâncias. Se alguém está pronto para tudo, nada é capaz de abalá-lo. E aceitar que a morte chega muitas vezes sem avisos é um meio de resguardar a mente para que quando isso aconteça, seja da melhor maneira possível.

Após se formar no curso de psicologia de Oxford, Tony conseguiu uma vaga no Saint-Louis Hospital. Na primeira semana após seu regresso a Paris, sua cidade natal, conheceu Margot, a adorável voluntária de aura branda e tranquila. Não demorou muito para que os dois se envolvessem. Em três meses de relacionamento, porém, a mulher desapareceu sem muitas explicações. Por algum tempo ele esperou respostas. E quando havia desistido de recebê-las, focando em esquecer sua amada, uma notícia fez com que sua forma de ver o mundo mudasse radicalmente.

Margot ressurgiu comigo, ainda recém-nascida, em seu colo, afirmando que eu era sua filha. Confuso, meu pai questionou-a o porquê de fugir se ela estava grávida. Então ela explicou a verdade para ele, contando-lhe que os deuses gregos e toda sua mitologia eram reais. Revelou também a existência de um acampamento nos Estados Unidos para os filhos dos deuses, onde os mesmos são ensinados a lutar e se defender e que quando eu estivesse mais velha, ele deveria me levar para lá, uma vez que era uma semideusa da boa morte. Deu algumas dicas de como me proteger até lá e entregou-lhe o endereço do acampamento. Colocou-me em seus braços e partiu pela última vez.

Durante minha infância, meu pai repetiu para mim essa mesma história incessantemente. Para ele, minha origem mostrava que eu tinha um grande propósito de vida. Cuidou de mim da melhor maneira que pôde, me ensinando tudo que sabia sobre mim e minha mãe, a deusa Macária. Mas quando tinha 13 anos, as coisas começaram a mudar. Ele teve uma recaída da doença que o assolou quando criança e voltou a frequentar os leitos de hospitais. Nesse período, meu tio Bart e sua esposa Clary se mudaram para nossa casa, para tomarem conta de mim e de meu pai.

Papai morreu enquanto dormia, cerca de um ano depois. Meus tios voltaram para a Inglaterra, onde viviam, me levando junto com eles. Nova língua, novo pais, nova cultura... Eu estava perdida. Demorei a me adaptar, principalmente porque sentia muita falta de meu pai. A dislexia também não ajudava, até porque Clary não sabia do meu sangue divino e me cobrava uma postura em relação aos estudos difícil de alcançar. E mesmo sabendo de toda a história, tio Bart não acreditava muito nos “devaneios de Antoine” e preferia manter isso em segredo de sua esposa.

Mas de certa forma, a pressão que ela exercia sobre mim não me afetava muito. Na verdade era bom que aprendesse um pouco mais de inglês, sabendo que o Acampamento ao qual meu pai sonhava em me levar ficava nos EUA. E eu planejava realizar seu desejo póstumo. Com 16 anos, comecei a trabalhar em uma cafeteria francesa no sul de Londres, juntando recursos para a viagem. Minha tia não entendia muito bem o porquê de querer correr atrás de uma mãe que “abandonou a filha ainda bebê” e não podia julgá-la por pensar assim. Afinal, aquela era a versão que lhe foi passada dos fatos.

Assim que consegui juntar todo o dinheiro que precisava, pouco depois de completar 17 anos, pedi autorização de meu tio para ir ao acampamento. Ele relutou um pouco, mas por fim deixou que eu fosse para lá, sob a condição de que eu me formasse primeiro e que ele fosse junto comigo, acreditando que eu não encontraria meu destino e acabaria tendo que retornar para Londres. Apesar de ser colega de todos, não tinha amigos na escola, então no dia de minha formatura, poucos se deram conta de que provavelmente nunca mais me veriam. Pedi demissão da cafeteria para uma semana depois partir esperançosa em busca de meu novo lar.

[...]

O céu era nublado em Long Island, eu e meu tio estávamos em um carro alugado, percorrendo a região costeira da ilha. Observava atentamente pela janela, à procura dos sinais que indicavam o caminho descrito na carta. Então vi dois rapazes à beira da estrada com camisas laranja de mesmo símbolo do acampamento ao qual eu procurava. Tio Bart não estava indo muito rápido, então fiz sinal com a mão para chamar sua atenção.

-É por aqui, para o carro. – disse em minha língua nativa.

-Ok. – meu tio recostou o veículo, seguindo minhas orientações.

-Aqueles garotos sabem o caminho.  – fiz sinal com a cabeça, enquanto retirava o cinto de segurança e saia dali com a mochila nas costas.

-Tem certeza? – ele parecia desconfiado, mas fez o mesmo que eu.

-Sim, eles usam camisas com o mesmo símbolo da carta. – mostrei o desenho para Bart e ele voltou seu olhar para os rapazes, que obviamente haviam notado nossa presença.

– E não é que é verdade?! – disse surpreso.

-Vamos – caminhei apressadamente em direção aos jovens, que se entreolharam confusos com a minha aproximação, mas não saíram do lugar – Hmmm, oi! – sorri o mais simpática que consigo ser.

-Oi. Como podemos ajudar? – o loiro disse, enquanto o moreno acenou sério.


-Eh... - apontei para a camisa deles – O acampamente... – revelei a carta em minha mão. – onde ele fique? – estava com medo de que meu sotaque complicasse um pouco a comunicação.  

-Aaah... Está procurando o acampamento? – o loiro sorriu de canto maroto – Podemos te ajudar, mas terá que prometer que nunca vai falar que nos viu por aqui. – ele cutucou o amigo, que deu de ombros.

-Ok... – olhei para trás e notei que meu tio estava ali de braços cruzados, visivelmente assustado com a ideia de que deuses gregos talvez realmente existissem. – Não revelarrei seu segrede.  – voltei-me novamente para os garotos.

-É simples: você precisa seguir em frente, até o topo da colina. Lá você irá encontrar uma casa e sentirá um forte aroma de morangos vindos da plantação. – explicou, apontando a direção – Mas seu pai não poderá chegar ir com você se ele for... – ele fez suspense - Você sabe. Sugiro que vá sozinha a partir daqui...

-Bem – meu tio tocou meu ombro esquerdo – Tem certeza que quer fazer isso? Você sabe que provavelmente não terá volta.

-Oui. – respondi sem pensar duas vezes, puxando-o para um abraço – É le que precise fazer!

-Até mais, Nikki. – ele afagou minha cabeça antes de se afastar de mim – vou te esperar aqui por mais uma hora, caso não apareça a tempo, terei que voltar pra Inglaterra. – ele suspirou emocionado – Boa sorte, garota.

-Obrigade! – guardei a carta no bolso e apertei minhas mãos ao redor das abas da mochila acenando com a cabeça para os dois semideuses e meu tio em despedida.

Fiz como fui indicada e encontrei a casa como me informaram anteriormente. Finalmente havia chegado ao meu novo lar.


Habilidades:
+1 Mira/Precisão
+1 Resistência

Presentes de reclamação:

Boa Morte / Foice [Uma foice longa de ferro estígio, o cabo da arma é feito de prata revestido com couro de cão infernal. Tem uma corrente na ponta, que pode ser presa no pulso do seu dono e ser arremessada em uma distância de 20 metros. A lâmina é banhada em seiva de camomila e maracujá misturadas com um veneno alucinógeno que faz com que a cada corte essa secreção entre no organismo do oponente e lhe cause lentidão e visões de um local puro e paz. Se transforma em um anel.]

MMWD / Jaqueta [Essa jaqueta preta de couro com capuz pode ocultar nas sombras o filho de Macária por um turno se ele se manter parado ali (caso se mova, ele é revelado), além de proteger o semideus de ataques mentais.]

Dark Hell / Katana [Arma de ferro estígeo de tamanho longo e peso leve nas mãos dos filhos de Macária. Em um local escuro, a lâmina fica mais afiada, podendo cortar quase todos os materiais comuns. Se transforma em um anel com um M no centro.]
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hera em Dom 30 Jul 2017 - 20:15

Avaliação
Nikki - Aprovada

Vou ser sincera, eu iria te reprovar por achar muito agridoce a sua história. Mas ela me agradou. Sem mais delongas, seja bem vinda, prole da boa morte.

~Att por Zeus

Atenciosamente a Administração
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Maya Blackheart em Dom 30 Jul 2017 - 21:26



Ficha de Reclamação
Nome: Maya Blackheart
Idade: 16 anos
Deusa Escolhida: Íris
Por que quer ser reclamado por esse deus: A deusa do arco íris é subestimada pela maioria das pessoas. Eu gostaria de provar que a ideia de que é uma deusa "inútil" é equivocada e, também, gostaria de mostrar que não é porque um semideus é filho desse ou daquele deus que não pode ser uma pessoa a ser respeitada e tratada com dignidade.
História: Seu pai nunca foi o homem mais atencioso do mundo e ter nascido como filha de um magnata não ajudou em nada. Maya nunca havia tido muita atenção de seu pai e, bem, desistira da maior parte da vida que as outras pessoas de sua idade, menos favorecidas financeiramente, possuíam. No passado, seu pai fora um homem mais alegre, divertido e com uma opinião politica firme sobre onde o governo deveria ou não intervir, mas desde que o amor de sua vida o largara, William nunca mais foi o mesmo. Eleonor lhe prometera seu amor e se casarem, mas, no dia que iria pedir a mulher em casamento, recebeu o convite para o casamento dela com outro. Pensara em se matar mais de uma vez, porém não o fizera. Quando conheceu Íris, quase três anos depois, e tivera um filho com ela, uma parte de seu antigo eu havia regressado. Encontrara na filha um novo amor, porém seu coração jamais seria o mesmo e tentava não descontar as frustrações nela. Isso causou o afastamento de ambos.

Apesar disso, a jovem amava seu pai e ouvira de seus avós paternos o motivo dele ser assim. Isso criara nela um sentimento se aceitação pela forma que seu pai lhe mostrava e tentava compensar o que faltava nele. Precisava frequentar escolas que pudessem lhe fornecer um apoio devido ao TDAH e sua dislexia, pois não era em qualquer escola que a dama conseguia se adaptar. Seu desempenho, apesar dos problemas citados acima, era considerado bom e seu pai nunca precisara comparecer a escola devido a mau comportamento ou notas ruins. Pequenos e singelos presentes eram dados ao homem pela filha, que tentava dar a ele o melhor que podia de si mesmo, pois cabia a ela iluminar sua vida tão... Triste. Mas, ainda sim, jamais compreendera totalmente o que ele sentia e criara para si a ideia errônea de que o amor causava dor e sofrimento, nunca algo bom.

Com seus doze anos, a jovem voltava para casa a pé - pois estudava relativamente perto da casa e queria pensar um pouco durante o trajeto - em um fim de tarde quando foi puxada pelo pulso para um beco escuro. Foi levada quase para o final, incapaz de se soltar do aperto firme de seu agressor. O homem a sua frente era alto, forte e parecia estranho mesmo para alguém que vivia na rua, membro de uma gangue. Assustada, olhou seu agressor e tentou se livrar do aperto no pulso, sem o menor sucesso. Sentiu-o começando a torcer seu pulso e a mão livre dele envolveu seu pescoço, prendendo a jovem contra a parede do prédio e estava prestes a enforca-la quando um chicote enrolou-se em seu pulso, puxando-o e libertando a dama do aperto. Arfando, Mikhaela caiu no chão e levou ambas as mãos ao pescoço. Sua respiração era difícil e seu pulso esquerdo quase havia sido quebrado, porém fora salva e agora estava bem. Ouviu os sons do chicote cortando o ar e golpeando o inimigo, seus gritos de dor e ergueu os olhos para ver a criatura e sua salvadora.

A jovem que lhe salvara era morena e baixa, de origem oriental e nome desconhecido. A incompreensão dos fatos era evidente na face da russa, mas ao olhar a criatura com os olhos franzidos algo pareceu tremer e a forma verdadeira da criatura se revelou. Ciclope. Como ela ainda estava viva? Como a dama simplesmente não havia morrido? Não fazia sentido. Se levantar foi difícil e, antes que compreendesse mais algo, a garota com chicote lhe lançou uma faca. O objeto caiu no chão próximo aos pés da russa, mas não foi difícil pegar e entender a mensagem. Devia atacar também. Não era tão experiente quanto sua ajudante, mas conseguiria ao menos acertar um inimigo tão grande. Seus cortes eram fracos e pouco precisos, suas mãos tremiam e por mais de uma vez foi jogada longe. Mas, no fim, o monstro tombou e desfez-se em pó.

Maya simplesmente não acreditava no que via e tentava lutar contra o que acabara de passar, pois a parte racional não conseguia ver sentido naquilo. Monstros não existiam. Mitos eram apenas mitos e deuses não podiam ser reais, era ilógico. No entanto, quase fora morta e devorada por um. Quando foi levada para casa, enviou um email para seu pai - que respondeu apenas horas depois, pois estava em reunião - e ele chegou, não foi capaz de aceitar e compreender fácil sua nova realidade. Agora já não era mais a garota com TDAH e Dislexia de uma família rica que achava ser. Era algo que superava isso. Era uma criatura meio deusa, meio mortal.

O único lado mais ou menos bom daquilo era que já morava em Nova York e Long Island não era tão longe assim de sua casa em Manhattan - ou pelo menos não quando se tinha um motorista. Ao chegarem naquele lugar, não sem correr para fugir de criaturas que eventualmente iriam persegui-las, deram graças a todos os deuses por chegarem inteiras e vivas. As semanas seguintes não foram fáceis e a prole de Íris demorou um tempo até sua mãe lhe reclamar, porém ocorreu após uma chuva intensa quando o arco íris tomara conta do céu trazendo de volta a esperança.

Habilidades: Agilidade e Instinto de Sobrevivência
Presentes de Reclamação: Rainbow Cut / Espada Longa [Uma espada longa feita de ouro e tingida com as cores do arco-íris, porém encantada para mudar de cor de acordo com as emoções de seu usuário. Apesar de espadas desse tipo serem normalmente pesadas, esta é bem leve e maleável pelo semideus, sendo ótima para lutas rápidas. Filhos e seguidores ligados a trevas e/ou escuridão recebem 5 de dano extra para essa arma. Vira um colar de ouro com pingente de uma espada e escudo cruzados, junto ao Refratário, e representa a espada do mesmo.]

Refratário / Escudo [Um escudo com diâmetro de 40 centímetros, muito leve para o filho de Íris e extremamente pesado para filhos de outros deuses. É feito de ouro branco e contem pedrinhas pequenas nas cores do arco-íris em sua borda. Indestrutível, cura o semideus a cada três golpes que defende desde que aja luz ambientes ou provenientes de técnicas no ambiente. Vira um colar de ouro com pingente de uma espada e escudo cruzados, junto a Rainbow Cut, e representa o escudo do mesmo do mesmo.]

Illuminati / Besta [Uma besta feita de madeira e ouro, porém extremamente resistente a golpes e ataques. Foi encantada pela própria deusa e produz suas setas sozinha, sendo cada uma referente a uma cor do arco íris. A arma não depende de luz ambiente para ser formada e, apesar de assumir uma cor aleatória do arco iris, a luz emitida é muito fraca. Se transforma em um bracelete de ouro.]

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Re: Reclamação Divina

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