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Reclamação Divina

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Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Dom 14 Jun 2015 - 13:40


Reclamação Divina
Assim que chega ao Acampamento, a reclamação de um indefinido é feita em volta da fogueira, todas as noites. Quando o mesmo é reclamado, aparece-lhe sobre a cabeça um holograma - muitas vezes caracterizado com o símbolo divino de seu pai ou mãe-. Daí, ele é levado até o chalé respectivo e pode conhecer seus irmãos e irmãs, iniciando assim a sua vida de meio-sangue. Entretanto, nem todos são agraciados com um chalé só para si após à fogueira, podendo ficar indeterminado durante semanas, meses ou anos. Os Deuses possuem responsabilidades, afinal, e dependendo do tempo que demoram para cumpri-las, acabam esquecendo-se de certos indivíduos em sua numerosa prole.



Deuses disponíveis para fazer a ficha neste tópico:
Athena;
Deméter;
Dionísio;
Ares;
Afrodite;
Hécate;
Apolo;
Hefesto;
Hebe;
Lissa;
Hermes;
Íris;
Éolo;
Éris;
Macária;
Melinoe;
Quione;
Thanatos;
Phobos;
Deimos;
Selene;
Nêmesis;
Eros.


Para saber quem é o seu pai ou mãe basta preencher a ficha abaixo e esperar que um Deus atualize. Lembrando que para reclamação dos Três Grandes e Grupos Extras, há tópicos específicos!




Nome: Nome completo do personagem, sem abreviações.
Idade: Idade do personagem.
Deus(a) Escolhido(a): Especifique.
Porque quer ser reclamado por esse Deus:
História: mínimo de quinze linhas completas
Habilidades: (Conforme a lista daqui)
Presentes de reclamação: poste aqui os presentes que deseja ganhar de seu pai/mãe, juntamente com as descrições dos mesmos. Lembre-se de consultar o tópico aqui.




Última edição por Zeus em Dom 29 Maio 2016 - 23:40, editado 2 vez(es)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Kristhyne A. Rapinoe em Sex 19 Jun 2015 - 13:52

Life is a Shit

The Girl Next Door

(passe o mouse por cima)


   
   
   


— NOME:
Kristhyne Dellamoury Markgraff .


— IDADE:
16 anos.


— FILHA DE:
Thanatos.


— POR QUE QUER SER RECLAMADA POR ESSE DEUS:
A pergunta seria: "Por que não ser filha dele?" Óbvio que respostas como "Ahn, eu gosto dele, ahn ele é legal, ahn ele tem presentes fodas." Não seria um toque de mentira, mas não seria a verdade original. Mas o real motivo, é pelo real sentido dele. O Deus da morte, da Arte divina para com esse mundo banhando nas trevas do pecado. A punição e bálsamo para os humanos pecaminosos.


— HISTÓRIA:
"De fato, sabemos como Kristhyne é cruel e má quando as circunstâncias são favoráveis pra isso. Contudo, o que muitos não sabem é que ela transformou-se nessa garota de personalidade dúbia por conta de seu passado. Pode até ser clichê, eu sei. Mas, depois que você saber de tudo o que aconteceu com ela, creio que vai pensar duas vezes antes de julgá-la."

Inglaterra, janeiro de 1999

Os céus estavam completamente escuros e sem presença da lua. Nas ruas da cidade de Bristol, tinha um rapaz alto e loiro que se movimentava em passadas rápidas e fortes. Seus braços envolviam um pequeno embrulho que estava silenciado pelos gritos e pela forte chuva que começara a cair. Não era para ser assim, era para ser um dia normal. O rapaz, de nome Christopher, estava em um bar quando uma mulher entrou berrando com ele. Pelas informações dela, o homem de 30 anos tinha abandonado um bebê dentro de um beco. Tinha dois erros nessa informação. Christopher não era casado com nenhuma mulher, e evidentemente, ele não havia engravidado ninguém. Não, não que ele recordasse de ter engravidado a mulher que ele havia dormido. Uma enorme briga surgiu, e ele, sem nenhum outro pensamento, agarrou o pequeno embrulho que estava chorando e saiu correndo do bar.
Os prédios por onde Christopher passava eram construções que para ele o atormentava. Seus pensamentos estavam completamente embaralhados juntamente com seus sentimentos. Finalmente, depois de uma corrida e quase levar uma facada, ele havia chegado em casa. Estava bagunçada, pois não tivera tempo de arrumá-la. Ele pegou o telefone e disse a única frase que começou a vida dele:
-Mãe, você não vai acreditar. Mas, você ganhou uma neta.

Inglaterra, agosto de 2003

Passara-se 4 anos desde o incidente do bar, e 4 anos que a garotinha de nome Zöe havia nascido. Era uma garota esperta, de olhinhos vivos e inocentes. A boca também, de entre seus lábios uma voz meiga e carinhosa ecoava aos ouvidos de seu pai, que babava ela. Ela viu seu pai ter uma esposa, Cristine. Diferente do pai, Cristine odiava a garota por ela tomar toda a atenção do pai. Grandioso erro de Cristine demonstrar isso. A jovem semideusa percebeu o belo ódio da madrasta, e sua mente começou a usar dessa raiva um benefício. Nesse mesmo dia, Zöe recebera visita da família do pai. Zöe vinha correndo em direção as visitas, trajando uma roupa que demonstrasse toda a soberania da garota que fora malvista pela família. Ora, que criança seria bem vista pela sociedade sendo filha de um pai que nem sabia quem era a mãe? E como a família poderia aceitar que uma garota filha de uma diversão noturna pudesse ter seu nome em um papel que colocava toda a fortuna da família em uma criança fruto de um sexo proibido? Era completamente inaceitável. E essa atitude faria a família tomar uma atitude totalmente proibida.
Era noite, a lua não estava nos céus e as estrelas não brilhavam, pois uma camada escura de nuvens ocultava-as de um baile magnífico. E também ocultaria os gritos de horror do destino que marcaria como um ferro quente a vida da jovem Zöe. Três tiros, três sons ocos se espalhou pela casa. Christopher estava morto, e a garotinha estava ali, perto do corpo do pai chorando compulsivamente e trêmula. Tudo aquilo que ela amava e admirava estava com o rosto coberto de sangue e com três buracos feitos pelos projéteis. A madrasta que estava em pé na porta do quarto junto com a avó de Zöe, deixou que a garota sofresse pelo erro que elas planejaram.
-Ela não vai ficar nessa casa. Jogue-a em um orfanato qualquer, e faça com que essa garota tenha sumido. - Cristine encarou a garotinha, que se encolhia de medo diante dos braços magros da madrasta. Todas as forças dela de escapar foram em vão, e Zöe foi desacordada com um golpe na nuca. Ali, aquela garotinha deixava para trás toda a beleza que seus espertos olhos poderiam encarar.

País de Gales, Dezembro de 2012

-Zöe! Vamos, levanta! - Os gritos de pânico se misturavam ao som de destruição. Quem estavam envolvidos? Óbvio que a Zöe estava. Já era novidade seu aniversário ser sozinha, e foi o dia do seu primeiro ataque que ela sofria desde que fizera 13 anos em 2012. Nesse mesmo dia, ela estava em um orfanato no País de Gales desde 2003. Os flashes da morte de seu pai ainda banhavam sua mente, e o rancor e ódio de sua família mortal aumentava cada vez que ela sofria torturas. Em janeiro, no dia do seu aniversário, Zöe foi submetida a uma dessas torturas, Zöe teve parte debaixo do seio esquerdo queimado, pois a dona do Orfanato, uma católica fervorosa a julgara como uma herege por ela ter aparecido de sutiã diante dela. Claro que ela invadiu o quarto da garota, porém, como a garota poderia provar que estava certa e de que não tinha feito nada de errado? Nesse mesmo mês, ela conheceu Brandon, um garoto completamente diferente. Não que ele tenha estilo diferente, ele aparentava ser um garoto preso nos anos 70, e Zöe achava aquilo doentio. Claro, estavam em 2012, não havia sentido dele se vestir daquela forma. Também, não havia sentido em mais nada na vida da garota. Sua amizade com Brandon se tornava cada vez mais forte.
Passou-se meses, e em Dezembro, Zöe estava abandonando o Orfanato com Brandon. De mochila surrada nas costas, ela e o garoto estavam saindo no escuro do Orfanato quando uma mulher apareceu diante deles. Era a diretora Norla, e ela disse:

-Aonde estão indo?
Eles se entreolharam, e a mulher se aproximava. Suas feições mudavam de seriedade para um ódio forte e intenso. A mulher começou a mudar, e a pequena Zöe já a encarava assustada. Seu rosto começou a se transformar em algo fétido, sujo e de apenas um olho. Seu corpo velho se tornava grande e gordo, e seus braços e pernas se tornavam lodentos e imundos. Um ciclope estava diante deles, e o mesmo gritava como se sentisse fome. Brandon tomou a frente de Zöe e gritou:

-Foge daqui, foge! - A garota se levantou tropeçando e saiu correndo atravessando o portão. Atrás dela, Brandon estava sem as calças e... Patas de bode? Espera, como ele tinha patas de bode, e agora tinha um bastão? Não era uma bengala? Ela estava confusa, e viu Brandon sair correndo do ciclope, que perseguiam. Juntos, eles sairam correndo do Orfanato, com a criatura atrás deles.
Brandon e Zöe correram na direção de uma floresta escura, na finalidade de despistar a gorda criatura. E obtiveram sucesso. Eles estavam escondidos em um casebre bem isolado das construções da cidade, por medo de serem descobertos. Zöe estava diante de uma pequena fogueira totalmente ofegante e dizia tremendo de frio:

-Por que você me ajudou? E o que houve com suas pernas? Por que lutou contra aquilo, e o que era aquilo?

O sátiro sorrira. Ele fazia a pequena garota ficar mais calma sempre, e ele a fitou.

-Você segura faz parte de minha missão aqui. Eu sou um sátiro, um protetor e amigo. Aquilo que te perseguia, era um ciclope, e ele adora massacrar pessoas como você.

A menina Britânica ficou em choque. Ciclopes? Eles eram contos de livros.

- Como assim como eu? O que eu sou além de uma garota órfã? - Questionou, ainda cansada pela corrida.

-Você, Zöe, é uma semideusa. Filha de uma divindade grega com um mortal. Eu vim aqui em nome do Acampamento meio sangue, lar de todos os semideuses, para lhe levar em segurança.

Ela hesitou em alguns instantes. Aquilo tudo parecia papo de gente que andava fumando maconha. Zöe encarou Brandon, e viu um brilho em seus olhos. Brilho de confiança? Talvez. De fora, um grito bestial ecoou, e eles se deram conta de que a criatura ainda estava por perto.

Ambos correram para o meio da floresta, conseguindo despistar parcialmente a criatura que os perseguiram. Zöe estava sentada de frente a uma pequena fogueira, ao lado de Brandon, que fazia a ronda de 5 em 5 minutos. Seus olhos estavam focados na chama, que crepitava como um convite. Todo o seu passado deveria morrer, e apenas o desejo de matar tomava seu ser.

E ela queria matar sua família.

-Lembro-me que ela possuía um nome. Era bonito e forte, tal qual como a família, que gostava de ostentá-lo. Contudo, de uma hora para outra, o branco transformou-se no vermelho. A inocência da garota foi por água abaixo e ela sumiu. Eles dizem que ela morreu, juntamente com o pai, mas.. - Ela jogou a corrente que possuía no pescoço, com um pingente de Z no fogo, vendo-o ganhar uma coloração diferente: - Ela está viva, e voltou do inferno, para buscar vingança. A partir de hoje, a garota chamada Zöe não existe mais. Meu nome, é Kristhyne Dellamoury Markgraff, e irei sim para esse chamado Acampamento.




— PRESENTES DE RECLAMAÇÃO:


† Daedric Sickles - A foice é a principal arma de uma prole de Thanatos. Logo, o maior presente dado a seus filhos são duas foices de punho, cujos cabos e lâminas são de ferro estígio, com detalhes em algum material vermelho não-identificado. As lâminas medem cerca de quarenta centímetros e nunca perdem o fio. Elas possuem uma corrente de prata no final do cabo, cujo tamanho é definível, para que o filho de Thanatos possa enrolá-las em seus braços e atacar à distância com as foices. Lança uma energia negra, que se fortalece mais a cada nível e faz mais danos aos adversários.

† Colar do Medo - Colar de prata, cujo pingente é um pequeno ônix. Quando ativado, tudo ficará em câmera lenta, sendo que o usuário é o único que não será afetado, podendo se movimentar normalmente. [Se for perdido volta para o bolso do usuário após um turno. Dura dois turnos e o alcance é de 20 metros, pode ser utilizado duas vezes por evento e necessita de um intervalo de um turno para usar novamente]


† Máscara do Caos - O material de fabricação dessa máscara é desconhecido, e sua forma muda à vontade do usuário. Porém, ela cobre o rosto inteiro, e quando está em uso, nenhum ser vivo [com exceção dos deuses] pode identificar o possuidor dela, pois ela muda sua voz. É como se esquecessem que você existiu. Ao ser retirada, tudo volta automaticamente ao normal.


p l z ☯

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Convidado em Ter 23 Jun 2015 - 16:32

bang bang
there goes your heart I know you want it!
Nome: Alessa Janmaat van der Krueger

Idade: 16 anos

Deus(a) Escolhido(a): Selene

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Tenho uma forte admiração pela divindade. Além de que para a trama da personagem, a Deusa escolhida irá ser de muita utilidade em quesito de personalidade dos seus filhos. Também, seria um erro esconder de que seus poderes e seus presentes chamaram a atenção.

História:

Primero Ato






Atlanta sempre fora linda.  Uma cidade, capital da Georgia, que era conhecida como a Grande Atlanta. Ali, naquela cidade, vivia Thierry, um rapaz tão ativo a noite que sempre era chamado de coruja. Thierry era um fotógrafo e escritor. Todas as suas obras e inspirações foram tiradas do que ele chamava de joia do mundo: A Lua.
Aos 36 anos, o rapaz moreno tinha uma conhecida. Tal mulher, uma vez, tivera uma noite com ele, e ele obviamente esperava por algo. Pobre homem.
Ele caminhava pelas ruas claras de Atlanta em plena sexta feira. Como não era uma pessoa que gostava de farra, ele ficou caminhando e admirando cada parte da cidade. Obviamente, ele tinha esperanças. Voltando para sua casa após uma hora de caminhada, ele viu uma mulher na porta da casa com um pequeno embrulho. Ela tinha os cabelos e a pele quase prateados, era linda. A mulher deixou o bebê nas mãos do homem e sussurrou:

-Cuide de Alessa.

O rapaz ficou intrigado. Quem era ela? Mas não teve tempo para responder. Ela tinha sumido, e ele só tinha uma ideia. Alessa era sua filha.

Segundo Ato






Alessa tinha 7 anos. Tinha um relacionamento forte com seu pai, via ele como um anjo. Por outro lado, ela tinha uma madrasta. A mulher era completamente ambiciosa, e seu filho? Um terror na vida de Alessa. Ele tinha os olhos perversos, e uma mente maldosa. Michael sempre matava os animais de estimação de Alessa, incluindo gatos. A vida da jovem garotinha poderia ser um inferno, pois seu pai parecia estranhamente apaixonado pela mulher que se chamava Jessamine. Curiosamente, Ale se sentia isolada de todos. Isolada do mundo. E amava aquela sensação.
Quando a garota completou 12 anos, ela estudava em uma escola próxima a sua casa. E seu rendimento era péssimo. Por dormir demais em todas as aulas, ela foi expulsa, e seu pai a desprezou. Seu meio irmão adorava ver a pequena morena triste. À noite, a jovem ficou do lado de fora de casa por ter chegado atrasada para o jantar. Faminta, ela se encolheu e ficou chorando. Não queria mais aquela vida, não poderia mais ter uma vida como aquela. Fitou os céus e encarou a lua em busca de algo, de alguma súplica.
E poderia jurar que tinha visto um sorriso.

Terceiro Ato






Terror. Era a única coisa que tinha estampado no rosto do pai de Alessa. Sua filha, de cabelos morenos longos, estava sorrindo de forma psicótica quando viu seu pai aparecer e ver aquela chacina. Voltamos alguns meses. Alessa estava com 14 anos, e convivia mais com a madrasta e seu meio irmão de 16 anos. Delinquente, já fora preso duas vezes por agressão e drogas. Seu contato com a lua se mantivera muito fraco, pois ela não tinha mais ânimo.
Na noite daquele dia, era lua nova. Estava sozinha com a sua madrasta e seu meio irmão, que invadiu o quarto dela enquanto ela se trocava. -Irmã, você é gostosinha demais. - Seus olhos estavam vermelhos e sua pupila dilatada. Efeito das drogas, provavelmente. Sua madrasta estava sorrindo na porta do quarto, como um incentivo a alguma atrocidade seja lá qual for. Alessa se encolheu e tentou fugir, mas ele foi mais rápido e mais forte.
A inocência de Alessa foi retirada, e novamente, ela não teve esperanças. Aquela tortura durou horas. Risos e palavras de orgulho foram ditas. Fraca e ferida, Alessa foi jogada para fora de casa pela madrasta, e seu pai não se importara com ela.
Ele cometeu um erro gravíssimo.

Quarto e último Ato






Nas ruas, ela conheceu um garoto. Seu nome era Brendan, e ele agia de uma forma estranha. Era super preocupado com ela, protetor, um verdadeiro pai, diferente de Thierry. Ela não só começou a cultivar aprendizado, como também cultivou ódio. Toda a noite, ela vigiava a casa aonde morou e aonde fora abusada. Ela roubou poucas roupas e comida da casa em toda visita, e também descobriu locais para se esconder. Seria aquela noite, que ela iria fazer o que planejava.
Seu pai e sua madrasta dormiam. Seu meio irmão e algoz estava usando drogas em seu quarto, como sempre. Com um moletom branco de capuz, a garota sorrateiramente invadiu o quarto quase escuro, iluminado apenas pela luz da lua cheia. Com um sorriso sádico e segurando uma faca, ela surgiu do lado dele e sussurrou: -Vá dormir. - Um golpe na garganta, fatal e preciso tirou a vida do garoto, que encarava com temor a morena, iluminada pela lua e tendo apenas de brilho a lâmina gélida e suja de sangue em sua mão. Seu moleton estava também sujo de sangue, e isso não incomodava ela. Apenas a deixava mais aliviada.
Saiu do quarto. Seus passos eram silenciosos e sutis, e sentia que poderia ser um erro. Nunca matou ninguém, sempre foi uma garota contra a violência, mas precisava dar um basta naquilo. Brendan não concordava, mas ficava na porta da casa esperando-a. Sabia que todos os jornais falariam dela, e arruinariam sua vida.
Passos foram escutados do quarto do seu pai, e ela se escondeu atrás do sofá, apenas olhando o pai ir à cozinha. Rapidamente, ela correu para dentro do quarto e encontrou a sua madrasta, dormindo pesadamente. Alessa se sentou do lado dela e fez carinho em seu rosto, vendo o sorriso da mulher. Com um sussurro calmo e rouco no ouvido da madrasta, ela cravou a faca em seu rosto, vendo a lâmina atravessar no outro lado. Sangue jorrou pela cama e no chão, sujando também os pés da menina. Alessa escutou passos e ficou atrás da porta, segurando ainda a faca. Thierry gritou ao ver sua mulher esfaqueada e morta, e logo em seguida parou o grito. Sua filha, na qual ele não protegeu, estava ali, na frente dele, com a faca enfiada no seu peito. O sorriso inocente que ela tivera, hoje estava morto, assim como o amor pelo seu pai.
Deixou o quarto e viu Brendan abrir a porta nervoso: - Vamos logo, tem algo vindo para cá! - Alessa ficou espantada. A polícia já sabia? Sem perder tempo, ela saiu correndo com o seu amigo Brendan para dentro de um carro e deixou que ele guiasse. Mas havia algo de errado. No teto e no vidro de trás escutou batidas e gritos agudos. Tinha uma criatura alada tentando invadir o carro. Do lado da garota, a mesma criatura quebrou o vidro e arranhou o rosto e o braço direito da morena, que se debateu tentando escapar. Brendan dirigia em zigue e zague, até bater o carro próximo a uma árvore. Sem pensar duas vezes, Alessa chutou a porta, sentindo uma forte dor no joelho direito após isso, e foi mancando para fora, enquanto Brendan a ajudava de alguma forma. Nenhum sinal da criatura Alada, mas de um grande pinheiro a sua frente. Se existisse sorte, não era o que a semideusa tinha naquele momento. O grito agudo de novo fora escutado, e nas suas costas garras passaram, arranhando de baixo para cima e derrubando-a com dor. Alessa estava em pânico, e não sabia a o que recorrer, apenas encarou a lua, como fazia quando estava em perigo. Brendan tinha um bastão, e ficou na frente de Alessa: -Quero que se levante e vá para depois daquele pinheiro. E eu demorei de lhe contar isso, mas você não é uma garota comum. Você é filha de um humano com uma divindade.
Alessa ficou incrédula. Semideuses não existem. Criaturas mitológicas não existem. Mas o que era aquilo, e por que ele estava com pernas de bode? Era tudo um turbilhão na mente dela, e seus instintos a fizera se levantar e andar rápido, com Brendan atrasando muito a Harpia, na direção do pinheiro. Ao atravessar, ouviu o grito desesperado de Brendan, e tudo ficou em silêncio. Seu melhor amigo tinha morrido, sem o coração. Alessa começou a chorar, e sentiu braços em seus ombros. Uma garota, com um olhar pacificador disse: -Está segura aqui, bem-vinda ao Acampamento Meio Sangue.


Presentes de reclamação:

► Adamantium breichled - É um bracelete indicando todos os estados da lua , se torna um escudo inquebrável de adamantium, com o estado da lua atual em seu centro em diamante.

► Ilargiaren - Trata-se de uma espada longa com a lâmina ligeiramente mais larga e curva. O seu formato é levemente arredondado – o que lembra uma lua na sua fase minguante – e a lâmina de prata lunar misturada com bronze sagrado permite com que o usuário ataque tantos monstros quanto mortais. O cabo tem uma espécie de cobertura (como em sabres) feita de prata lunar, o que dá certa defesa as mãos daquele que à está empunhando. Tem uma coloração esbranquiçada e toma um tom azulado quando o semideus corre perigo.

► Mėnulis lankas - O arco em sí é revestido em prata lunar, em forma de meia-lua coma envergadura perfeita que aumenta a precisão dos disparos. O arco é encantado e reaparece para o fiel assim que o mesmo desejar com um estalar de dedos. Todas as flechas disparadas pelo mesmo podem se intensificar em uma flecha estática que brilhara em tons esbranquiçados e acertam os inimigos com mais força que flechas comuns. Serve também para tanto quanto para dando quanto para a cura das flechas energizadas. Para este arco não é necessário aljava pois suas flechas aparecem confirme o semideus posiciona os dedos para atirar.

Convidado

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Ter 23 Jun 2015 - 17:22


Avaliação

Alessa J. Van der Krueger
Alguns erros aqui e ali, nada que uma boa revisão não tivesse corrigido, sua história é um tanto comum, mas isso não a faz melhor ou pior que qualquer outra. Aprovada.
~Att

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hella L. Dreavous em Qua 24 Jun 2015 - 15:50


TOUCH ME
Take me to the other place
Nome: Liesel Lietchsteiner

Idade: 17 anos

Deus(a) Escolhido(a): Melinoe

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Sendo com total sinceridade, a minha escolha por Melinoe foi por ela ser minha Divindade Grega favorita. Deusa dos fantasmas, a mesma tem seus mistérios e encantos. Por ser assim tão misteriosa e encantadora, escolhi ela por sua personalidade combinar, de total acordo, com a Liesel. Fora que seria também mentira dizer que me agradaria muito ser filha dela, por seus poderes e sua personificação ser incrivelmente admirável.

História:

Sabe-se que tudo no universo tem uma explicação. Menos para Liesel. A garota teve um nascimento, digamos, perturbador. Seu pai, Vladimir, era um caçador de fenômenos paranormais descrente na Rússia. Mesmo ele vendo tudo, ele questionava. Mas nesse dia, ele mudou. Quando sua filha mais nova, Liesel, nasceu, o homem viu a casa ser cheia de fantasmas e todos eles rodeavam os cômodos gritando, chorando em lamentos eternos e agourentos. Vladimir ficou completamente abismado e, obviamente, com medo. Todos os céticos quando vê algo assim diante de seus olhos, ficam com medo. O rapaz saiu correndo e entrou no quarto aonde supostamente estaria Liesel e lá estava vários fantasmas nos chãos, nas paredes e no teto.

-Liesel? - Falou baixinho para o embrulho de lençóis em cima do berço. Os fantasmas gritavam e se movimentavam mais rápidos a medida que Vladimir ia se aproximando. De repente os fantasmas cessaram seus movimentos quando o pequeno bebê esticou seus braços na direção do pai. Vladimir sorriu e tocou a mãozinha de sua filha. Nesse instante, todos os fantasmas sumiram em um imenso turbilhão e a casa voltou ao silêncio da madrugada de 03:15 da manhã.

Com 2 anos de idade, Liesel ficava sentada em um canto conversando e rindo sozinha. Vladimir estranhava aquilo, pois desde que a menina nasceu, ele não conseguia ver mais nada, e a pequena vivia falando sobre um tal de Ikurkovac, um garotinho da idade dela. Aos seus 6 anos, Liesel entrava em transe e se tornava violenta. Ela quebrava partes de seu corpo e se machucava seriamente, mas ambos os seus ferimentos sumiam quando ela acordava. Aquilo assustava Vladimir tanto que o mesmo viajou para os Estados Unidos, mais precisamente para o Estado de Nova York e jogou Liesel em um orfanato e hospital psiquiátrico.

Foi aí, que seus pesadelos começaram. Suas visões já eram frequentes, e o rapaz, embora soubesse o que era, não conseguia controlar quando chegava em um local.

Passou-se 8 anos. Liesel já estava grande e confusamente perturbada. As visões que tinham, todos os fantasmas que viam passaram a perturbá-la no seu aniversário. Depois de uma longa tortura com choques e preparativos para uma lobotomia, ela estava em sua cela juntamente com seu melhor amigo Tom. Tom era um garoto diferente, dizia Liesel. Ele se vestia como hippie e usava muletas. A garota gostava de conversar com Tom, por que o amigo acalmava para que ela não entrasse em transe de novo.
-Liesel, chegou a hora. - Dizia Tom. Liesel estava lerda pelos remédios tomados e seus olhos ardiam por ele não dormir. A garota olhou para Tom e disse, totalmente aéreo:

-De que? Mais uma sessão de choques?

Tom negou com a cabeça e abriu a porta com dificuldade por segurar as muletas. Liesel seguiu ele sem entender nada pelo longo corredor escuro e doentio. De longe, dava para ouvir os gritos de pavor dos loucos presos e torturados, das loucas presas sendo estupradas. Mas o que ele mais ouvia era os gritos dos fantasmas que, um dia, estavam ali, naquelas salas.

-Consegui achar uma saída daqui. E você precisa saber a verdade. Você é diferente dos outros. Você não devia estar aqui. E sim em um Acampamento.

Liesel não deu muita atenção ao que Tom falava. Estava preocupado em sair dali, daquele inferno na terra. O St. Mont'Angelo era o local aonde ele jamais colocaria seu pior inimigo para passar uma noite. Era um prédio imenso, cheio de corredores e muito, muito escuro. Tom guiou ele por uma saída subterrânea para outro pavilhão e lá o Liesel começou a ver coisas. Começou a ver vários fantasmas se agitarem enquanto ele andava. Tom estava completamente abismado com aquilo e Liesel ouviu, bem baixinho, um dos fantasmas sussurrarem:

-Tem algo vindo atrás de vocês.

Ele não pensou duas vezes. O garoto começou a acelerar o passo até que ouviu um grito bestial. Tom e Liesel olharam para trás e viram um olho brilhando na penumbra do local mal iluminado e sujo. A coisa avançava lentamente e Tom começou a tirar a calça. Ela revirou os olhos enquanto andava:

-Tom! Não é hora de querer fazer um Strip Tease e... QUE ISSO EM SUAS PERNAS? - A garota gritou ao ver as pernas de bode do Tom. A criatura avançava cada vez mais e Tom gritou:

-Liesel! Corre!

Liesel não pensou duas vezes e saiu correndo. Os corredores do subsolo eram familiares, pois ele era trancado várias e várias vezes ali, fora as torturas que passavam. Tom o acompanhava na corrida e em um movimento rápido, o sátiro puxou a garota para o lado para uma porta escondida na penumbra. O garoto estava arfando e assustado. Era tudo confuso para ele. Era, apenas a aquele momento. Tom olhou para Lie e disse, enquanto abria uma portinha para fora do prédio:

-Você é diferente, porque você é uma semideusa, Liesel. Você vai me acompanhar para Long Island, aonde fica o Acampamento Meio Sangue, lar dos semideuses, e meu lar também.

A garota ficou sem entender nada e as únicas palavras que disse antes de sair foram as seguintes:

-Você vai me explicar tudinho no caminho.


Presentes de reclamação:

► Ghost Wishp - Um açoite totalmente negro com três pontas. Cada ponta contém uma cabeça de morcego feitas de ferro estígio. O Açoite pode se esticar a quantos metros o seu dono quiser. Ele também pode prender no seu oponente e sugar pedaços da alma dele, o deixando mais lento e morrendo aos poucos. A cada sucção da alma, o açoite fica mais forte. Se transforma em uma tatuagem em forma de serpente nas costas da mão, e quando ativada fica presa ao pulso do seu portador.

► Nexus - Feito de platina, banhado em ouro branco, o escudo ajuda a prole a defender-se de ataques mágicos ou de fantasmas, o desenho de um fantasma desaparece e deixa a prole de Melinoe invisível, transmuta-se em um anel com um diamante.

► Absolett - Adaga feita de titânio, banhada a ouro branco, encrustada com diamantes, absorve a alma de monstros temporariamente (1h), não fere profundamente o corpo, mas sim a alma..
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Qui 25 Jun 2015 - 12:12


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Liesel Lietchsteiner
Menina, que sobrenome complicado Q
Mas vamos lá: particularmente eu gostei de sua história, mas muitos errinhos bobos poderiam ser evitados com uma rápida revisão. Porém nenhum erro que comprometa sua aprovação!

Bem vinda ao Acampamento!
~Att pela linda Nyx <3



Nyx 
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Butch W. Kesabel em Dom 28 Jun 2015 - 13:49

Nome: Butch Winchester Kesabel
Idade: 17
Deus(a) Escolhido(a): Eros
Porque quer ser reclamado por esse Deus: A personalidade e a físionomia de Butch combinam com as de Eros. Mulherengo, sedutor e sempre organizado. A perícia com Arco e Flecha e as habilidades de manipulação combinam também com as estratégias de batalha, usando adagas ou espadas complementares.
História: Butch nasceu em estranhas circunstâncias. Não conhecera seu pai e tampouco sua mãe falava sobre o assunto. Então, desde que tinha idade e maturidade para entender certas coisas, imaginava que fora um acidente. Não é incomum crianças nascerem por acidentes, principalmente em épocas de Carnaval em sua cidade. Então, isto nunca levantou suas suspeitas (ao contrário, apenas sua curiosidade). Era um rapaz bonito, de feições leves, sorriso fácil e marcante. Seus estranhos olhos púrpuras eram sua característica favorita. Embora seus colegas de escola teimassem que tinham tonalidade azul, Butch sabia claramente o que via.
Cresceu uma infância relativamente fácil, embora filho de mãe solteira, não tinha muito do que reclamar. Era popular na escola, provavelmente por conta da sua beleza e jeito que levava para socializar com os colegas de classe. A partir dos 15, aprendeu que com um sorriso no rosto e o tom certo de voz, era fácil conseguir o que se queria de qualquer pessoa. Considerava ter um dom nas palavras por conta de tal facilidade. Seus sentidos também se revelaram absurdamente bons e absurdamente ruins ao mesmo tempo. As vezes, conseguia escutar sons a metros de distância e simplesmente não enxergava a mais de 2m. Outras vezes, enxergava perfeitamente ao longe e não sentia cheiro algum. Um mistério para qualquer otorrino que tenha tido a infelicidade de tentar diagnosticar.
Mas de longe, o dia mais estranho da sua vida foi logo após completar 16 anos.

----------------------------------------------------/////------------------------------------------------

Esperava para encontrar uma garota perto da floresta da Tijuca. Era um lugar reservado e sempre gostara de lá. As arvores altas cercando o lugar ofereciam um lugar perfeito sobre o platô, onde os brancos bancos espalhados pela área principal eram quase pontinhos irreconhecíveis de onde estava. Como sempre, alinhado e organizado, estava pontualmente esperando uma das lindas garotas do Pré. As coisas estavam indo bem, até avistá-la perto dos bancos. Com sua visão inexplicavelmente boa as vezes, pôde ver seus loiros cabelos, reconhecíveis a qualquer distância. Tomou então, uma das piores decisões de sua vida. Desceu o platô de volta à praça.
A paisagem era linda e as palmeiras centenárias plantadas no século XIX descreviam o caminho. Não havia como se perder, mesmo sem sinais. Uma caminho de paralelepipedos fora feito até o início do platô, para guiar a quem quisesse de volta a área principal, que consistia numa enorme praça circular de frente para o portão, com um enorme chafariz no meio. O caminho era simples, apenas uma longa reta desde o chafariz, e virar na única curva daquele pedaço, onde o caminho se divide novamente para o platô e para dentro da floresta.
Resolvera esperar na segunda curva, onde podia ver todo o caminho até o chafariz. A linda garota, conforme se aproximava, estranhava. Seu passo, irregular. Sua face, uma sombra. E um pertubador barulho crescente.
*tec*
Algo próximo a um ruído metálico. Os sentidos de Butch conseguiam ouvir a certa distância com precisão. *tec* Estranho, afastado desse jeito da área principal... Nem mesmo Butch conseguiria ouvir. *tec* O único ruido metálico seria se alguém estivesse*tec* *tec*, se aproximando *tec* armado.*tec**tec*.
Seu primeiro instinto foi o de se esconder entre as arvores. O segundo foi o de se desesperar. Antes uma linda menina era agora uma figura horrenda de perna metálica e visual fantasmagórico. Parecia saber de sua presença e olhava em volta, pelas árvores. Se aproximava cada vez mais, e o nauseante barulho metálico se fazia presente a cada passo.
O terceiro instinto, foi o de correr em direção a via principal. O mais rápido que pôde, sem olhar pra trás. Aquilo não era normal, e não PODIA ser normal.
A criatura pareceu perceber a movimentação e correu atrás, incrivelmente rápido. Foi finalmente alcançado já seguro, no meio da via principal. Mas o monstro não pareceu se abalar por ser visto, e o mais incrível, as pessoas não pareciam entender o que acontecia! Só passavam e passavam. Ao olhar novamente para a criatura, era a linda garota do Pré. Novamente com seus lindos cabelos, olhos azuis focados e um sorriso sutil. Se não manipulasse pessoas desse mesmo jeito, podia ter caído. Fingiu não entender a situação e se levantou, ficando frente a ela. Suprimiu todo o medo, toda a insegurança. E sorriu de volta.
Forçou cada músculo do seu corpo a se aproximar. Talvez, conseguisse convencer também o monstro. Talvez, com a intonação certa e seu sorriso no rosto, aquele demônio podia virar as costas e seguir vida... Tentou um passo, conseguiu. Inspirou o ar e usou todo o seu charme para a frase que viria a seguir.

Eis que a linda estudante voltou a ser um monstrengo dígno de filme de terror e o primeiro ataque se fez. A única coisa que pôde fazer foi tentar desviar. Embora com seus bons reflexos, não pôde fazer muita coisa conseguiu e acabou sendo atingido no ombro com as unhas da megera. O que o fez de útil após perder o equilíbrio e cair, com dor intensa foi rolar e de novo disparar pra fora dali. O monstro tornou a atacar e acertou suas costas. Ousou tentar chutar, do chão, o joelho da criatura, mas se deparou com um joelho metálico e daí o pavoroso som. A criatura revelou presas horrendas e um sorriso que beirava o sadismo. Butch se desesperou. Seu charme não funcionara, a criatura o manipulara desde o começo. Frustrado, angustiado, com medo, sentiu tambem a obstinação. Com a coragem que faltava, tentou revidar o ataque da criatura assim que ela tentasse a mordida. Se concentrou como podia, esperando o momento. Pareceram horas interminaveis, mas ocorreu em uma fração de segundos. E finalmente o ataque se fez.

Butch se encontrava em cima do platô, em meio a palmeiras seculares plantadas no século XIX. Seu ombro sangrando, suas costas doloridas e seu pé reclamando da pancada metálica que sofrera. Avistou uma linda garota loira caminhando pela praça em direção ao platô, o ponto de encontro dos amantes. O que acontecera? Butch não conseguia encontrar uma explicação. A dor lascerante do corte não o deixou pensar por muito tempo. Agora que tinha uma segunda chance, não cometeria o mesmo erro de se expor ao descer o platô daquela forma.
Se embrenhou nas árvores e desceu cuidadosamente pela lateral até cair no caminho alternativo para dentro da floresta. Ao chegar no caminho de paralelepípedo fora do alcance visual de quem pegava a estrada principal pro platô, desatou a correr para dentro da floresta. E mais para dentro da mata fechada, correndo e correndo... Até a estrada de paralelepípedo terminar.
Temendo a volta do demônio, se embrenhou novamente nas árvores e seguiu pra frente, mantendo sempre a estrada a sul para não se perder (alguma coisa tivera que aprender de suas aulas de geografia). Correu mais e mais, até desembocar numa clareira. Exausto, derrotado e ferido, aceitou a derrota e sentou na clareira, em campo aberto. Se a linda ceifadora de cabeças demoniaca quisesse ele, que viesse. As bizarrices de um dia tinham que acabar. E então, eis que pousa na clareira uma carruagem com dois lindos pégasos brancos e um gordo com pernas de bode e pequenos chifres prôeminentes. Armado com um gasto taco de baseball, desceu da carruagem e se aproximou do derrotado. Cutucou uma ou duas vezes na barriga com o taco e deu uma leve pancada por cima do ombro ensanguentado, talvez apenas pelo prazer de ouvir os gritos.
-Se está em condições de gritar, está em condições de voar. Vamos, entra na carruagem, Long Island não é logo ali. - Resmungou num português horroroso
Atônito demais para se mexer, fitou o gordo sátiro (alguma coisa tinha que aprender das aulas de história) sem saber o que fazer. Não podia esperar a criatura e não sabia se podia confiar no sátiro. De qualquer forma, é sempre mais fácil correr de um animal gordo. Se forçou a levantar algumas vezes, sem sucesso, até ser ajudado pelo sátiro resmungão. Capengou até a carruagem, onde teve novamente problemas pra subir devido ao braço machucado. O estímulo que precisava para subir não veio da enxurrada de resmungos em inglês do sátiro, e sim de escutar novamente o nauseante barulho metálico. Apenas subiu e sentou em um dos bancos da carruagem.
-Que camisa horrorosa. Toda rasgada. Anda, o que aconteceu? Foi atacado por uma borboleta? - Riu da própria piada e deu o o primeiro puxão nos pégasos. As asas começaram a bater, e os animais começaram a trotar
-N... Não senhor. Eu fui atacado por... Por uma garota. Uma perna de ferro, eu acho. Ela estava prestes a me morder e... E eu voltei no tempo. - Respondeu sem acreditar nas próprias palavras.
-Isso, meu filho, era uma Empousai. Um demônio grego, servo de Hécate. Se alimenta de pobres meninos indefesos em sua púberdade. Agora, me faz um favor e vista isso - jogou para Butch uma camisa alaranjada com um centauro arqueiro. Os dizeres Half Blood Camp em fonte grega. - E me dá essa camisa rasgada. Precisamos fazer um torniquete pro seu braço.
-Pra onde vamos? Quem é você? Porque veio me buscar? -Eram tantas perguntas que até tirar uma camisa se tornava complicado. Ao vestir a camisa laranja, notou que começavam a voar por cima da floresta.
-Sou Barristan, um Sátiro. Meu dever é pegar moleques como você e levar pro acampamento meio sangue, que fica nos EUA. Estive de olho em você desde que notei atividade estranha pela região. Não me culpe pela demora, poucos sátiros sabem outras linguas, sabia? Preferimos comer tudo que tem pela frente ao invés de buscar inuteis em florestas.
Butch até queria se sentir ofendido, mas era simplesmente impossível. Acampamento meio sangue? EUA? Um sátiro gordo fazendo um curativo com pedaço de pano rasgado? Digeriu essas palavras enquanto prendia os gritos de dor do torniquete mal feito e observava a visão mais linda que veria pelo resto da vida: A orla do Rio de Janeiro visto de cima.
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Pisar em terra firme de novo foi uma experiência muito aguardada por Butch. Os dois primeiros dias ouvindo sobre o que era ser um semideus, sobre as explicações dos problemas de vida, sobre o que era uma empousai, o que era Névoa foram interessantes. As outras horas foram histórias (ou estórias) sobre como Barristan era um herói incompreendido, e que, no passado, fora ajudante direto de Pan. Feitos heróicos e toda a baboseira que um pescador sentiria inveja. Chegar no acampamento foi um alívio nos primeiros 10 minutos. Comeu a refeição mais deliciosa do planeta, e o machucado melhorou em tempo récord. Mas, novamente, Barristan, o Incrível rebatedor de Harpias veio lhe procurar.
-Quiron quer falar com você. Vou ser seu intérprete enquanto não se acostumar com a nossa língua - Sentou a seu lado, pegando o garfo que outrora usara em seu empadão e mastigando de uma vez
-Quíron? E quem é esse? - pensou alguns segundos e decidiu - E eu sei falar inglês
-E PORQUE NÃO DISSE ANTES? EU PASSEI UMA VIAGEM INTEIRA FALANDO PORTUGUES COM UM INGRATO - Recolheu a latinha, os pratos, o resto dos talheres e saiu mastigando. Aparentemente, encontrar Quíron virava tarefa sua.
Ao se comunicar com alguns dos meio-sangues, destacaram que Quíron estava, provavelmente, na casa principal. Bateu na porta algumas vezes e entrou. Quando entrou, se deparou com um senhor de cadeira de rodas, sentado numa mesa com um rapaz vestido com túnica grega e um envelope. Não parecia uma hora propícia para entrar, então simplesmente deu a volta, até ouvir o chamado do senhor na cadeira de rodas, em um português perfeito.
-Entre por favor, Butch. Sente-se, eu insisto. Sou Quíron, o treinador de semideuses - sorriu afetuoso - Estava conversando com um dos mensageiros de Hermes e temo que as notícias não são das melhores.
-Prazer, senhor Quíron. Podemos conversar em inglês, se preferir. - Butch entrou bem devagar e se sentou ao lado de Quíron, observando o mensageiro. Tinha louros na cabeça e um tênis converse com asinhas.
-Conte-nos com detalhes como foi o seu dia antes de encontrar o seu sátiro - Ordenou o mensageiro. Parecia indiferente, enquanto Quíron era doce e hospitaleiro
Butch contou exatamente o que houve antes da chegada do sátiro obeso. Sobre o platô, sobre a chegada da Empousai. Sobre a volta no tempo e correr para a clareira. Achou por bem omitir os detalhes da viagem, como a confusão que Barristan causou ao parar na Venezuela e pedir um Burrito. Ao terminar, o mensageiro fez uma careta. Quíron o olhou preocupado.
-Butch... Os semideuses quase sempre são reclamados um dia ou dois após chegarem o acampamento. Nem sempre foi assim e a espera podia demorar uma vida inteira. No seu caso, temos certeza de seu genitor. Você não voltou no tempo, você o reorganizou. Seu pai é Eros, o deus do Sexo e o princípio organizador das coisas. Tal qual é raro a manifestação de fogo por parte dos filhos de Hefesto, é raro a manifestação dessa capacidade nos filhos de Eros, porém... -Suspirou - Há sempre um preço. Embora não cause lapsos temporais ou paradoxos, a reorganização é uma manobra perigosa e afeta o tear das Mouras. Elas nunca reagem bem a tal situação.
-E quais são as consequencias? - tentou não soar excitado com a ideia de saber quem é seu pai
-Elas cortam outro fio no lugar, Butch. Sugiro que envie uma mensagem de Iris para o Olimpo e peça para falar com Eros. Os deuses são ocupados, mas diante de uma situação delicada, imagino que Eros vá recebê-lo.
Após aprender o que era uma mensagem de Íris (e descobrir que a moeda local era Dracma e não Dolar), Butch esperou uns bons minutos na espectativa de conhecer seu pai. E quando a imagem apareceu, viu um homem bem vestido, de terno e gravata fitando-o com olhos tão púrpuras quanto os seus. Estava com uma feição abatida, como se tivesse acabado de ouvir algo muito ruim, ou como se estivesse fazendo algo que odeia. Ou os dois.
-Oi, hã, senhor Eros. Meu nome é Butch Winchester Kesabel. Fui instruido por Quíron a ligar para o Senhor. Ele disse que eu sofreria consequências pela viagem...
-Reorganização, meu filho - Disse Eros, com uma doce voz, e instantâneamente Butch perdeu todas as suas duvidas e incertezas. Toda a raiva e rancor por ficar longe do pai por anos e toda a ansiedade por conhecê-lo. Era como falar com um amigo ao telefone - Filhos de Eros não viajam, eles mudam as coisas de lugar e alteram a memória e sentidos das pessoas. E você não sofrerá consequência alguma. Moiras são criaturas cruéis e sabem exatamente em que local atingir.
- Então o que acontecerá? Eu vou ter que viver com essa dúvida para sempre?
- Antes de explicar mais sobre isso, eu gostaria de perguntar: O que gostaria de ganhar como presente de reclamação?
Butch já fora advertido dessa parte por Barristan. "Pegue um bastão. Peça um bastão o mais duro que tiver. Bastãos são a melhor coisa já inventada pela vida, meu filho." dizia ele umas doze vezes. Ao invés disso, Butch preferiu duas espadas curtas, boas para pessoas discretas ou persuasivas. Persuasão era sua melhor arma, sempre. Depois de todos os detalhes acertados, muita barganha sobre "é um presente só", Butch teve novamente coragem de voltar no assunto. A expressão divertida de Eros ao negociarem se tornou mármore novamente
- Butch... As moiras são criaturas traiçoeiras e perigosas. Nós mesmos, os Deuses evitamos mexer com elas, e você tocou mais fundo do que só mexer com elas. Você tocou no orgulho delas. -Fez uma pausa- Você evitou uma linha de ser desfiada. Estragou seus planos para destino. As consequências são sempre memoráveis - Eros parecia sofrer para continuar - Sua mãe se encontra no Elísios agora, meu filho. Meus pêsames.
Mais forte do que qualquer garra de Empousai, mais dolorido do que qualquer golpe de bastão, mas pertubador do que qualquer história sobre como ajudar um Deus gordo a se levantar, era receber uma notícia dessas. Todas as pessoas lidam com o luto de formas diferentes, e Butch acabara de descobrir a sua. Perdera a família. A sua ÚNICA família. Quem Eros pensava que era para chamá-lo de filho? Nunca nem mesmo aparecera durante sua infância. Sua mãe sempre o ajudava, sempre tinha a paciencia de ensiná-lo a ler quando mesmo os professores não tinham. Anna Kesabel era a verdadeira Deusa da história. Centauro ou Harpia. Empousais ou Sátiros. Deuses ou Moiras. Butch não enxergava outro caminho. Precisava reorganizar. Precisava entender mais sobre seus poderes. Precisava fazer com que outro fio fosse cortado, e não interessa o de quem fosse.
Fingiu. Fingir é sempre o primeiro caminho para enganar seus inimigos. Nem mesmo as Moiras podiam saber do que pensava ou pretendia. Chorou copiosamente e se despediu do "pai" e então desligou a ligação. Engoliu o choro, se encaminhou até o chalé com o simbolo de Eros pairando em sua cabeça. Abriu a porta do chalé para encontrar as espadas.
Foi treinar.
Presentes de reclamação: ø Arco do Amor - Longo e de ouro puro, indestrutível.

ø Aljava com flechas do Amor - Com infinitas flecha que podem paralisar o oponente e pode deixar apaixonado se for a intenção do semideus.[Dura 1 turno]

ø Armadura do Amor - Uma armadura completa de Prata Celestial e banhada com o suco do Pomo de Ouro. Sendo assim, tendo uma cor irresistível de Prata com Ouro dos deuses. Quem a tocá-la senão o semideus portador ficará com o corpo revestido com o mesmo material o impossibilitando de se locomover por até 3 rodadas. Usado apenas como poder de defesa, não como ataque.

ø Pulseira de Rosas - Uma pulseira de Ouro com um pingente de uma Rosa que quando ativada, libera uma essência encantadora que é capaz de fazer tudo que está vivo, ficar encantado/paralisado num raio de 50 metros. [Duração de 2 turnos]]
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Convidado em Dom 28 Jun 2015 - 18:31

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Última edição por Meryl L. Bouwknech em Qua 8 Jun 2016 - 18:51, editado 1 vez(es)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Orfeu em Dom 28 Jun 2015 - 18:41

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Ivan Maxwell Firewish em Qua 15 Jul 2015 - 7:47


Hey Baby, come to my dreams...

Nome Completo: Ivan Maxwell Firewish II
Idade: 17 anos
Deus(a) Escolhido(a): Deimos

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Porque Deimos é um deus diferenciado por ser o deus do pânico, o que já torna bem mais interessante o fato do meu personagem ser filho dele, porque ele por natureza causaria esse pânico e amaria ver os outros sofrendo com ele, o que deixaria ele mais sádico, de uma certa forma, mesmo que em boa parte do tempo ele tente ser apenas um bom rapaz, o que o deixaria em um eterno conflito entre os dois lados que o compõem.

História: Ivan nasceu em Phoenix - Arizonas, há dezessete anos atrás, sendo filho de uma russa um tanto excêntrica, chamada Kendra, com o Deus do Pânico, Deimos, que a deixou pouco depois do nascimento do garoto. Crescer sem pai foi apenas um combustível para a aura nada angelical de Ivan, que recebeu esse nome em homenagem ao seu avô Ivan Maxwell Firewish I, o qual morreu para tentar salvar a mãe do rapaz em uma tempestade que inundou uma cidade próxima a costa de São Francisco, quando a família viajou de férias alguns anos antes dela chegar a engravidar de Ivan. Viver a sombra de um herói também não ajudou ele a se sentir menos pesado e tenso, cujos ombros parecem carregar ao mundo. Seus primeiros dois anos de vida foram os melhores possíveis, pois sua mãe tentava compensar ao máximo o que faltava de carinho e presença de seu pai, mas a medida que ele foi crescendo, ela começou a trabalhar e se afastar aos poucos, por ele lhe lembrar constantemente de Deimos e toda a dolorosa separação por aquele que era o alvo da paixão quase doentia de Kendra.

Sendo assim, seu maior vínculo foi criado com a avó materna, que sempre foi o ponto de apoio dele, por sempre ser compreensiva e carinhosa. Aos quatro anos, começaram os problemas com dislexia e hiperatividade, as aulas passaram a se tornarem mais difíceis de se entender por exigirem atenção e tentar ler as letras, que se embaralhavam como se seu cérebro não fosse feito para assimilar aquele idioma. Ao sair pela cidade, muitas vezes ele jurava ver criaturas estranhas andando de um canto a outro. Mas sua mãe e sua avó sempre o despistavam a respeito disso, dizendo que era apenas imaginação dele, mesmo que elas soubessem o real significado daquilo. O Deus do Pânico sempre procurou deixar Kendra pronta para o momento em que tudo desse errado ou eles corressem perigo, o que não aconteceu por parte de monstros. Os problemas de Ivan não foram com monstros e sim com outras crianças, que sempre o provocavam e devido ao seu temperamento explosivo, ele caía em provocação e se metia em brigas.

O lado bom das brigas foi que todos aprenderam a respeitar a prole de Deimos, que ganhou fama de bravo e perigoso, algo que para ele sempre caiu como uma luva, e ficava o contraste entre um aluno bastante eloquente e sociável, que ele tentava ser apenas para não ser mais excluído e porque sua avó sempre o induziu a isso. Aos onze anos foi quando ele teve seu primeiro acidente, na terceira escola que ele frequentou, onde ele foi arremessado contra a cerca quebrada da escola, foi quando ele desmaiou no processo e quando acordou estava no hospital e os médicos lhe contavam sobre os pontos e os cuidados, sua avó captava as informações para usá-las depois. Ele já a conhecia bem, tão bem que sabia que no instante que o médico saísse, ela lhe daria um senhor sermão. E foi o que aconteceu, ele sempre tomava uma bronca quando fazia asneiras. E esse era o pior presente para o menino, ver sua avó triste com ele ou desapontada, como era o caso, não haviam mais defesas para seus atos e ele sabia disso, por isso aceitou em um silêncio fúnebre.

Pelo menos naquela escola, ele não arrumou mais nenhuma briga após o episódio e nos próximos três anos, mas o caos sempre persegue os semideuses. E os estudantes de outro colégio, em um dos campeonatos de luta que teve ao final do ano na escola, se prontificou a fazer da vida de Ivan um caos. Como se ele pudesse prever os sentimentos do moreno, o ruivo de aparência arrogante investiu justamente na garota que interessava ao moreno e tentou fazer alguns joguinhos com a prole de Deimos. Foi quando seus poderes se manifestaram ativamente pela primeira vez. Ele encurralou o ruivo em um corredor da escola e revirou suas lembranças, de modo a trazer à tona a pior delas e fazê-lo repassá-la várias vezes, até que o ruivo estivesse chorando e tremendo de medo. Ele soltou o menino e deu um aviso claro, não se aproximasse mais dela ou iria ser pior da próxima vez. O que ele não contava era que ele contaria a terceiros, mais precisamente a direção da escola.

Apesar de acharem aquela história irracional, a diretoria optou por expulsar o aluno problemático que fez algo tão ruim a ponto de deixar um aluno de outra escola traumatizado. Foi quando as coisas se perturbaram, na sua quarta escola ou quinta, já haviam perdido as contas àquela altura. Só se sabe que foi na escola Horizon High School em que as coisas se complicaram e os ditos monstros imaginários pareciam rondar o lugar, para a sorte de Ivan ele tinha um amigo chamado Milo que o ajudou com seus problemas com a dislexia e hiperatividade e, na hora crucial, se revelou sendo o sátiro do rapaz. E foi deste modo que ele acabou tendo que fugir de Phoenix para o acampamento meio-sangue. Mesmo que a separação fosse ruim, Ivan sabia que não se perdoaria por deixar a mãe e a avó em perigo, principalmente a avó que ele via tal qual uma mãe, já que a sua parecia evitá-lo, mesmo que em alguns momentos tivesse seus rompantes de carinhos e abraços como foi quando ele teve de avisá-las da ida para o acampamento.

A viagem não foi tão fácil, mas após alguns incidentes que foram contornados com desvios e armadilhas feitas pelos jovens, Milo e Ivan, para poderem escapar dos monstros já que não tinham armamentos bons o suficiente para se livrarem deles além de estarem em menor número. O momento de chegada ao acampamento foi a parte mais tranquila de todo o percurso, mas ter que esperar três dias dormindo no chalé doze de Hermes, temendo que pegassem alguma coisa dele ou o trapaceassem e ele voltasse a se arriscar a perder tudo e ter que acabar fora do acampamento. Quando Deimos o reclamou todos ficaram um pouco chocados, dava para ver em suas expressões, mas mesmo assim foi bem acolhido. E assim, os dois anos seguintes trataram de trabalhar suas habilidades, assim como os poderes provindos do pai. Suas aptidões incluem não somente a perícia com lanças como o uso de escudos, algo que veio com os treinamentos.

Presentes de Reclamação:
× Efiáltiis - Chamada também de elmo do pesadelo. Cobre todo o rosto, o inimigo vivência seus piores pesadelos deixando brechas em todos os ataques

× Panikós - Um açoite com correntes de bronze. A haste é envolvida com tiras de couro vermelha para melhor aderência nos ataques, na ponta das correntes há uma bola de ferro com espinhos.

× Mamba negra - Uma das cobras mais venenosas do mundo, rápidas, ágeis e só obedecem as proles do pânico.
Do not try to steal my girl. Oh yeah, I'm not got a girl, yet.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Qui 16 Jul 2015 - 12:30

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Bom meu caro Ivan, o que dizer. Apesar de encontrar alguns errinhos de digitação rápida (como Arizonas, em vez de Arizona), seu texto foi muito bom. Não teve aquela ladainha e enrolação.
Portanto, seja bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue!

Aprovado!

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por André Carvalho em Ter 21 Jul 2015 - 20:05

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Ficha

Nome Completo: André Carvalho

Idade: 16

Local de nascimento: New York

Presentes de reclamação:

♦ Lança do Medo - Lança preta com a ponta feita de bronze celestial, deixa os outros com um pouco de medo ao se aproximar, vira uma canete quando não está em batalha.

♦ Escudo do Medo - Escudo indestrutível, capaz de deixar os inimigos com receio de atacar, vira um bracelete quando não está em batalha.

♦ Fênix Negra - Uma fênix de penas negras e aparência medonha. Cospe chamas venenosas no adversário, que além do queimá-lo, deixa um veneno alucinogênio em seu sangue, fazendo-o delirar.
Progenitor Mortal: Andréa Carvalho

Progenitor Divino: Phobos

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Pois já tenho uma pequena trama que quero fazer para meu personagem, logo essa foi a melhor escolha para ela. Não tem mais muita coisa, acho que também foi até por querer e sem muito mais explicações, acho que e apenas por isso, não sei explicar mais.

Características Físicas: Mediamente alto, cabelo curto em estilo topete de cor loiro escuro, olhos negros avermelhados, seu físico não e muito fraco nem muito forte, não e muito gordo nem muito magro, esta no intermediário. Sua pele e pálida e macia, deixando o com tom de “vampiro”.

Características Psicológicas: Antipático, anti-social, porém não tímido, e o tipo de pessoa que tira o saro de tudo e esta pouco ligando se ira ferir as pessoas próximas. Muito sincero, muito mesmo, conta qualquer verdade mesmo que isso seja totalmente triste ou caso vá machucar um amigo ou até mesmo familiar. Calmo, geralmente evitando falar com os outros para não ter que ouvir suas idiotices e sofrer ouvindo a hipocrisia humana.

História:

A vida e triste e solitária, nunca confie em ninguém, caso confie, esteja preparado para o sofrimento, isso e o que André aprendeu já quando criança. Seu pai abandonou sua mãe após deixa la gravida, falou que ainda voltaria, porém ele nunca mais voltou para ela. Andrea finalmente teve seu filho, nomeou o de André, pois a lembrava do falecido pai dela. Aquele foi um dos momentos mais felizes da vida dela, mas algo muito feliz na vida dela não era complicado, para ela tudo era muito feliz, pois comparando com sua infância, nada era doloroso.

Andrea nunca pode ser uma mãe presente, afinal por não ter ajuda de um homem para pagar as contas ele tinha que deixar André com uma babá, uma péssima porém barata, e ia trabalhar em uma grande construtora, que até pagava bem.

A vida de André sempre foi acordar, estudar, ir para casa, assistir TV, olhar para cara da estupida baba, que não demonstrava o minimo de compaixão por ele, e dormir, ele nem podia ver a mãe, que sai antes dele acordar e voltava quando ele já estava dormindo.

---

-Droga mãe, nem me lembro quando você passou um dia comigo, faz quantos anos? 16?
-Filho, você sabe como e complicado, mas não se preocupe, prometo que vou tirar o domingo de ferias para sairmos juntos.
-Ok… - falou André desconfiado que seria mentira
-Agora fique quieto e obedeça a Olga
-Ok….
-André, venha tomar o café! rápido - gritou Olga irritada
-Tchau mãe
-Tchau filho

André foi até a cozinha e comeu o pão com manteiga e a xícara de café que Olga havia posto na mesa.
-O café já esfriou! você e uma perdição - Falou Olga desaprovando
-Pode me deixar em paz e ir fazer suas coisas? agradeço
-Sem educação, sorte do seu pai que o largou!
André levanto derrubando a xícara de café, olhava furioso a Olga que dava uma risada maldosa.
-Retire isso sua velha baranga!
A expressão de Olga mudou, a risada sumiu e ela olhou com desprezo.
-A verdade doí? seu pai fez bem em te abandonar!
-Velha demente, você vai ver!
André estava quase dando um soco nela, porém pensou bem e abaixou a mão, sem olhar para traz foi dormir um pouco em seu quarto.

-Haaa - espreguiçou André - esse sono ao menos limpou minha mente
André desceu para ver como estava a velha baranga, porém se assustou com o silêncio logo nas escadas, geralmente ela fazia muito barulho e resmungava sozinha. Quando ele chegou no último degrau se desparrou com a velha morta e com uma faca em seus peito, ele ficou feliz, e triste ao mesmo tempo, era como se aquilo não tivesse muito significado. André ligou para sua mãe e e explicou tudo, em choque ela o deu um endereço e falou para ele ir ao local, caso a policia aparecesse ele seria o culpado, ela prometeu que explicaria tudo depois.
-Mamamas eu não posso dirigir!
-Isto pouco importa! vá agora, logo eu me encontrarei com você.




Créditos
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Alicia Cristynie em Sex 24 Jul 2015 - 12:38

Nome: Alicia Cristynie
Idade: 24
Deus(a) Escolhido(a): Apolo, deus do sol.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: A personalidade de Alicia combina com a de Apolo, doce e gentil, gosta de calor. Ele é um deus pouco escolhido pelas pessoas e eu queria ser uma de suas filhas por esse motivo.
História:

Quando Alicia nasceu seu pai havia lhe deixado um presente antes de ir, era um broche em formato de sol no qual o representava, como sua mãe o amava Febo teve de deixar uma lembrança para que elas se lembrassem dele, mas isso não aconteceu e Morgana não sabia quem era seu pai, sua mãe Stella tentava fazer com que ela se lembrasse contando histórias sobre o mesmo, mas ela achava que eram apenas histórias e que deuses não existiam.

Os anos se passaram e Alicia já estava com 18 anos, tudo que ela ouvia sobre deuses e sua existência ela dizia que eram apenas histórias e que eles não existiam, seus colegas achavam que ela não tinha fé e por isso não acreditava e sendo assim nunca iria acreditar que eles estão nos observando.

Alicia costumava sonhar com seu pai e com os deuses, mas sempre tinha a sensação de estar sendo vigiada e isso começou a perturbar Morgana, na escola ela achava que seus colegas a encaravam, mas não era verdade.

Seus sonhos começam a piorar, sonhava com um ciclope indo atrás da mesma e matando sua mãe, acordava cada vez mais assustada com gritos, sua mãe foi ao seu encontro e quando soube de seu sonho disse que ela não poderia mais ficar na Inglaterra e eu teria de ir ao Acampamento Meio-Sangue, no qual lá ela estaria segura, Alicia ao fecha seus olhos e ao abri-los vê um homem vindo ao seu encontro o mesmo se intitulava Apolo deus do sol, o mesmo disse que era seu pai e por isso era a única a poder vê-lo, Morgana não acreditava até que Apolo lhe mostrar a outra metade do sou de seu broche e ela sem palavras deu um sorriso, sua mãe então a pegou e a levou para o acampamento.

Antes de chegaram elas foram atacadas, muitos dizem que o ciclope que as atacou foi mandada pelo próprio Aplo, mas isso não era verdade, sua mãe para protegê-la se entregou em seu ligar, dizia que era crucial que ela ficasse viva e por isso precisava fazer de tudo para que sua vida estivesse segura, Alicia não aceitou que sua mãe fosse pega e enfrentou o ciclope, mas antes que ela pudesse fazer algo sua mãe já estava morta.

A raiva em seu rosto lhe mostrava muito corajossa sendo assim a mesma foi para cima do ciclope, o mesmo apenas sorriu e com seu braço a jogou para longe a mesma estava quase inconciente, mas tinha de fazer algo para que o ciclope não a matasse, então pegou uma pedra e a jogou, a pedra atingiu sua jugular o matando, ela estava um pouco tonta pelo ocorrido estava com sua perna machucada por conta da queda, assim que adentrou o acampamento muitos dos campistas apenas olhavam, mas um dos sentauros a ajudou e a levou a enfermaria, o mesmo não sabia como Alicia sobreviveu, pois a febre teria a matado, então ele logo dedusiu que a mesma era filha de Apolo.

Presentes de reclamação:

Obrigatório:

Arco – Feito de ouro solar, o arco é inteiramente coberto por pequenos diamantes, pode ser usado para bater em algo ou alguém já que os diamantes são pontudos e afiados, ele transforma-se em fones de ouvido.

Aljava de flechas infinitas – Todas as flechas são feitas de ouro solar, elas são perfeitamente manuseáveis e tendem a soltar algumas faíscas solares quando em contato com o alvo, fazendo o mesmo queimar-se. Transforma-se em um Ipod, que contém as músicas que o dono desejar.

Opcional:

Espada - Espada feita de titânio com 80cm, 70cm da lâmina e os outros 10cm são do apoio, que é encrustado com pequenas diamantes por dentro, ela reflete a luz do sol podendo usa-la para deixar o oponente cego por alguns turnos. Acompanha uma bainha de couro preta.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Qua 2 Set 2015 - 10:22

Avaliações




André, Alicia
Vocês precisam desenvolver mais a história, precisa ter ação, emoção, e vocês precisam de um corretor ortográfico. Faltou muita coisa, André precisa acentuar as palavras e Alicia, você precisa reler o que escreve.

Reprovados!

Atenciosamente a Administração
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Lilya Kutikov Nikolayevna em Qua 9 Set 2015 - 11:38

“Eu não sou arrogante, arrogante é você que pensa estar no mesmo nível que eu”
Ficha de Reclamação
Nome: Lilya Kutikov Nikolayevna
Idade: 18 anos.
Deus(a) Escolhido(a): Atena.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Quando me veio a ideia para a personagem, eu queria uma divindade que desse conta do mental e o físico para dar mais certa liberdade ao escolher o grupo extra, caso fosse adotar um. A maioria dos deuses não dá realmente conta disto sem acabar deixando uma das partes um pouco apagada. Foi quando cheguei a conclusão que Atena poderia suprir essa necessidade que tinha de forma razoável e, por isto, a escolhi.
História: Lilya é filha de um militar russo com a deusa da sabedoria e guerra justa. Apesar de ser incrivelmente inteligente, a jovem sofria com a dislexia, o que criava um pequeno atraso no que dizia respeito a leitura mesmo que com outras formas de adquirir conhecimentos a jovem fosse extremamente boa. Sua força e agilidade acima do normal, aliado com sua capacidade de bolar estrategias rapidamente para as mais diversas situações, tornavam-a uma especie de aluna preferida na escola de guerra que frequentara, apesar dos instrutores negarem isto para os alunos. Conforme o tempo ia passando e seu talento ia aumentando, os professores começaram a ocultar a presença de um gênio físico e intelectual na escola, sabendo que o governo usaria-a para ouros fins que a jovem certamente não gostaria de realizar. Muitas vezes a jovem ficava na escola mesmo em feriados e outros períodos que deveria estar em casa por seu pai não estar presente e por não confiar em ouros membros da família para cuidar da garota.
Ocasionalmente eventos estranhos aconteciam quando a garota estava presente, como surtos de corujas, alguns ataques durante passeios a centros militares... O que muitas pessoas acabavam atribuindo ao acaso ao invés de a jovem e deixavam de lado qualquer coisa que sugerisse que ela pudesse atrair tais coisas - afinal, era uma ideia absurda. Se as coisas não fossem controladas e rápido, a qualquer momento sua descendência divina poderia atrair atenção indesejada de pessoas que entenderiam os sinais e se aproximariam da jovem, o que forçou seu pai a tomar uma decisão que julgava ser preciptada.
Aos seus treze anos, seu pai chamou-a e começou a lhe explicar o porque de sua inteligencia avantajada, sua facilidade em bolar estrategias e sua dislexia. Lilya simplesmente recusava-se a aceitar aquilo e dizia que era impossível, que deuses não existiam e tudo aquilo não passava de uma grande piada. Deuses?! Ela nunca havia visto nada que lhe pudesse permitir acreditar naquilo antes, então porque deveria acreditar agora? Foi quando a ficha começou a cair para a jovem... Sua inteligencia realmente parecia ser desumana. Aprendera a falar e a andar muito mais cedo do que o normal; podia continuar com esforço físico quando os outros já haviam desistido ou cansado; mesmo sem tocar em uma arma já sabia manuseá-la; ela sempre conseguia ver saídas e meios que ninguém mais pensava. Se deuses não existiam, alguma outra coisa existia. Não era normal o que ela conseguia e/ou sabia fazer. Foi quando o duro peso da verdade caiu-lhe sobre os ombros e pode ouvir o que o pai lhe dizia antes de ser enviada para o Acampamento Meio-Sangue.
Presentes de reclamação: Dracma de prata - Aparentemente um dracma comum, mostrando um lado Atena e no outro uma coruja, ao ser jogado para cima se transmutar em um escudo médio de bronze.
Lança da Guerra - Atena é deusa da guerra justa, desde que nasceu armada tinha sua lança e seu escudo, seus filhos ganha uma replica de sua lança feita de bronze celestial, capaz de fatia monstros facilmente.
Coruja - As crias da sabedoria ganham uma coruja, esta será fiel até o fim dos dias a seu dono. O dono poderá treina-la para executar funções simples como correio ou torna-la um "informante" ou "agente de guerra". Esta terá a aparência e o nome que o dono desejar. {Nome: Misha / Aparência: Coruja das Neves branca}


"O desejo egoísta de querer manter a paz provoca guerras"; Thanks Maay From TPO.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Qua 9 Set 2015 - 16:37


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Lilya Kutikov Nikolayevna

Boa tarde jovem :>
Bom, vamos lá. Particularmente adorei sua narração, de verdade. Espero ver sua personagem em desenvolvimento, assim como sua escrita que pode evoluir (como um pokemon q)

Aprovada!
Bem vinda, filha de Atena :3



Nyx 
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Samwell Blackhell em Qui 8 Out 2015 - 21:41

just to let you know,
don't try too hard, i'm like metal, if you push too much it breaks.
Nome: Samwell Blackhell.
Idade: 18 anos.
Deus(a) Escolhido(a): Hefesto.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Quando me veio a ideia para a personagem, eu queria uma divindade que pudesse dar margem para um tipo de isolamento emocional, mas que ainda assim pudesse trabalhar com outros aspectos da personagem. Hefesto foi o que mais se encaixou na minha linha de pensamento e é um deus que muito admiro e nunca joguei.

História: Limpei mais uma gota de suor que descia por minha testa antes de entrar em meus olhos, o movimento já me era rotineiro, mas não me importava com isso. Sentia meus braços moles já de tanto trabalhar, mas não estava cansado. Minhas pernas bambeavam de ficar o dia todo em pé, mas não estava cansado. Quando o som do meu trabalho não ecoava no pequeno cômodo, conseguia ouvir bem ao fundo o som alegre e alto da minha mãe no andar de cima. Sorri. Eu adorava encostar no beiral da porta quando subia e ficar observando-a limpar a casa rindo e cantando alto. Ela sempre fazia uma careta engraçada de vergonha quando me via observando e mesmo vermelha  me puxava pra dançar com ela e sua vassoura.

Apertei a última porca, deixei a ferramenta que estava em minha mão na mesa ao lado e dei alguns passos pra trás pra observar meu trabalho enquanto limpava as mãos sujas de graxa no pano que ficava pendurado em meu bolso traseiro. Sorri de lado. Até que não estava tão mal. Na verdade, comparado ao que era, parecia mais uma obra de arte do que o motor do velho jeep do vovô. Senti um peso nas costas e braços pequenos rodeando meu pescoço. Sorri com o abraço mais desengonçado que tanto amava.

- Acabou aqui? - mamãe perguntou enquanto olhava o motor por cima dos meus ombros. Abracei suas pernas, segurando-a melhor em minhas costas e assenti. - Ta bonito... Não parece mais o jeep do meu pai. - ela riu alto, talvez lembrando de meu vô falando que nunca iria conseguir consertar "aquela velharia". - Funciona? - ela perguntou e senti a esperança em sua voz.

- Vamos testar! Entra lá. - ela desceu de minhas costas e correu pro banco do motorista. Guardei meu pano no bolso novamente e me debrucei sobre o capô a procura de qualquer falha, mesmo que eu soubesse que não havia nenhuma. Com um sorriso de criança ela deu a partida e na primeira tentativa a garagem se encheu com o barulho do motor. Ouvi os gritos de surpresa e alegria de minha mãe e não contive meu sorriso. É claro que eu sabia que funcionaria, mas amava ver as reações de minha mãe com meus trabalhos. Ela desceu, vindo me abraçar e isso me lembrou que eu estava suado, fedido e totalmente sujo. Mas pelo jeito ela não parecia se importar, porque beijou meu rosto antes de voltar ao jeep e desliga-lo.

- Seu vô vai adorar ver ele funcionando novamente... Temos que ir visita-lo logo, podemos ir acampar com ele amanhã mesmo! Ah, vamos por favor, vamooos - ela falava de tal maneira que mais parecia que pensava alto e não que falava comigo. Mas não me importei, sorri enquanto ela subia e comecei a guardar minhas coisas e a limpar a garagem. Fechei o capô e retirei a chave do contato. É, mais um trabalho estava feito e eu estava satisfeito com isso. Subi rapidamente as escadas até o corredor de casa e então pro andar de cima indo direto pro meu banheiro, afim de tomar banho enquanto escutava o som alto de minha mãe no andar debaixo.

Eu me sentia um tanto quanto nostálgico(?), acho que poderia ser essa a palavra a descrever. Enquanto a água descia por meu corpo, lembrava-me de quantas vezes já havia me banhado na cachoeira de Hefesto, como mamãe chamava. Era uma velha brincadeira nossa que surgiu quando eu ainda era pequeno e escutei falar da mitologia grega num filme qualquer da tv. Mamãe me mostrou todas as histórias e me apresentou todos os deuses, no seguinte acampamento ao sentarmos na borda da cachoeira, acabei comentando que se Hefesto algum dia errasse a mão em alguma coisa, essa poderia ser aquela cachoeira. Lembro-me dos detalhes até hoje, sobre como as pedras se amontoavam sem ordem nenhuma e de um modo que mais parecia que iria cair a qualquer momento, do que algo firme e imóvel a tanto tempo. Um grande furo na parede irregular e totalmente frágil de pedras, dava abertura para a cascata de água cristalina que caia dali, um furo este quase como o de uma furadeira antiga, nos seus últimos fôlegos de vida. Conto em minha memória quantas noites vimos amanhecer observando àquela cascata, contando histórias, estrelas ou simplesmente em silêncio, estando ali apenas por estar. Sentia falta daquela época. Mas agora eu já havia crescido, já era quase um homem, como diria ela... "Não podia mais me concentrar tanto num mundo de sonhos", como disse meu avô no último acampamento. Talvez por isso ela estivesse tão animada para irmos novamente... Ela devia sentir falta também.

Depois de meu nascimento e o abandono de vovô pelo fato de mamãe ter engravidado aos 15 de um homem que mal conhecia e que havia a abandonado logo em seguida, acabei sendo o único homem na vida de Liz Blackhell e me acostumei a ser assim. Claro, ela teve seus casos, mas estes eram exatamente isso, casos. Muitos deles eu mesmo felizmente não cheguei a conhecer. Não que isso fosse ruim, longe disso, apenas sei - ou pelo menos sinto dentro de mim - que mamãe ainda ama meu pai e mesmo que eu nunca tenha o conhecido, agradeço-o por tê-la feito bem na época e espero que eu possa estar à sua altura nisso hoje em dia.

Sequei o cabelo de qualquer jeito e joguei a toalha em cima do box, enquanto enfiava um short qualquer do meu quarto. O som já havia se extinguido do andar debaixo e imaginei que a janta já estava pronta, apenas me esperando. E esse pensamento se confirmou assim que entrei na pequena cozinha e senti o cheiro da fumaça que fugia das panelas. Ela sorriu vendo que eu estava gostando do cheiro e já logo me passou o prato. A janta se seguiu quase em um monólogo em que mamãe explicava seu dia na biblioteca e como ela amava aquele lugar e como aquela vaca da secretária estava dando para o dono de lá e como ela pegou James, sabe aquele que só lia livros de culinária, aos beijos com a senhorita Fitzpatrick, a moça da recepção. E eu sorria e ria com sua empolgação ao contar de coisas tão pequenas e ao mesmo tempo tão impactantes pra ela.

Ainda estava na metade do prato quando ouvi alguém na porta e levantei pra atender. Mamãe me olhou engraçado, com um sorriso de língua entre os dentes e devolvi com um sorriso antes de me virar para a porta e tudo ficar escuro.

××××××××

Meus olhos estavam pesados e meu corpo todo estava dolorido. Mexi meus dedos e meu pé com muita dificuldade e tentei abrir os olhos. Por que raios eu estava com tanta dificuldade? Depois de inúmeras tentativas consegui abrir os olhos e então reparei em volta. Tinham varias pessoas, eu estava num tipo de enfermaria, mas uma enfermaria de campo ou de algum sítio, era muito rustico pra ser de Nova York. Olhei pro lado e vi uma garota, me olhando curiosa e com alguma coisa nas mãos.

- Onde eu estou? Quem é você? - perguntei, ainda um tanto atordoado e com muita dificuldade me pus sentado na cama coberta de lençóis brancos em que estava.

- Sou Amanda e bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue.



Presentes de reclamação: ► Escudo Pirotesco - Aparentemente um Escudo comum, porém é capaz de pegar fogo para poder defender o filho de Hefesto.
► Martelo das Forjas - Um Martelo feito de Bronze celestial, aço e um pouco de prata, com ele o filho de Hefesto pode criar muitas coisas, também é eficaz na batalha, o Martelo só pode ser erguido por um filho de Hefesto.
► Kit do pai - Uma Maleta com Bronze celestial, Prata, Ouro, Rubis e Ouro Imperial, para o filho de Hefesto criar armas.

@ thanks!


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Qui 25 Fev 2016 - 22:57


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Samwell Blackhell - Aprovado!
Eu estava ouvindo Ed Sheeran enquanto lia, fez uma perfeita trilha sonora, mas isso não vem ao caso. Q
Vou ser sincera, eu quase desisti no primeiro parágrafo, muitos “mas” pra tudo quanto era lado, mas depois você foi diminuindo, aumentando mais as linhas, o que tornou a leitura menos cansativa. A história foi ótima, não faltou nada, geralmente acham que tem que ter luta, morte e isso e aquele outro. Até dá um toque, mas nada como uma história assim, limpa, que dá pra compreender facilmente, bem vindo filho de Hefesto!


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Bryan o' Colin em Sex 4 Mar 2016 - 16:22

Bryan
Everybody dies. Some just need a little help

Nome: Bryan o' Colin

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Deus(a) Escolhido(a): Thanatos

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Por que? A sei lá, eu só quis, não brincadeira, vamos lá. Thanatos é a personificação da morte, achei que seria legal e divertido, ter uma personagem engraçada e divertida, mas ao mesmo tempo, mortal

História: Bryan nasceu na América do norte, mais precisamente nos Estados Unidos da América, o jovem semi-deus passou sua vida toda morando no gueto, junto de sua mãe, sua condição de vida nunca foi das melhores. O gueto onde morava não era o lugar mais pacífico do mundo, o jovem cresceu com a violência em seus olhos, a morte, o seqüestro e etc. Sua infância foi pesada, vivia apanhando dos garotos mais velhos e sempre chegava em casa cheio de sangue, mas isso, começou a mudar quando o garoto foi crescendo. Adquirindo uma força e resistência maior com o passar do tempo, Bryan era quem agredia aqueles que vinham bater no mesmo, poderia ser até três, o jovem ainda sim dava conta.

Devido á infância forte e pesada, Bryan passou a ser um adolescente com diversos problemas, qualquer coisa o irritava e ele por ter convivido com a agressão achava tal ato normal, então se o mesmo ficasse irritado era (poucas) bem provável que o rapaz partisse para cima da pessoa, quando o jovem completou quinze anos de idade, sua mãe pegou um dia, sentou-se com o jovem semi-deus na mesa de sua casa e o explicou o motivo dele nunca conhecer o pai, explicou ao garoto, que seu pai, não era um homem, explicou tudo ao jovem rapaz, sua reação foi espantosa, o jovem Bryan levantou da mesa com raiva, puxou sua mãe pela gola da camisa com força e falou bem próximo a seu rosto - Por que não me contastes isso antes? Por quê? a mãe do rapaz em desespero, pediu para que ele o soltasse, Bryan olhou nos olhos da mulher, soltou a mesma e desculpou-se.

Após descobrir a verdade sobre seu pai, Bryan começou a procurar por informações que levassem o garoto até o mesmo, foi quando o rapaz descobriu sobre o acampamento, indo até o mesmo.

Presentes de reclamação:
† Daedric Sickles - A foice é a principal arma de uma prole de Thanatos. Logo, o maior presente dado a seus filhos são duas foices de punho, cujos cabos e lâminas são de ferro estígio, com detalhes em algum material vermelho não-identificado. As lâminas medem cerca de quarenta centímetros e nunca perdem o fio. Elas possuem uma corrente de prata no final do cabo, cujo tamanho é definível, para que o filho de Thanatos possa enrolá-las em seus braços e atacar à distância com as foices. Lança uma energia negra, que se fortalece mais a cada nível e faz mais danos aos adversários.

† Colar do Medo - Colar de prata, cujo pingente é um pequeno ônix. Quando ativado, tudo ficará em câmera lenta, sendo que o usuário é o único que não será afetado, podendo se movimentar normalmente. [Se for perdido volta para o bolso do usuário após um turno. Dura dois turnos e o alcance é de 20 metros, pode ser utilizado duas vezes por evento e necessita de um intervalo de um turno para usar novamente]

† Máscara do Caos - O material de fabricação dessa máscara é desconhecido, e sua forma muda à vontade do usuário. Porém, ela cobre o rosto inteiro, e quando está em uso, nenhum ser vivo [com exceção dos deuses] pode identificar o possuidor dela, pois ela muda sua voz. É como se esquecessem que você existiu. Ao ser retirada, tudo volta automaticamente ao normal.

Ao cair da noite, não me desafie, sua morte é certa.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Sab 5 Mar 2016 - 15:38


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Bryan o'Colin

Boa tarde jovem :>
Bom, vamos lá. Por eu ter participado de outros fóruns como monitora ou staff, acredite no que vou lhe dizer: sua narração não é ruim. Mas vi alguns probleminhas que podem ser facilmente resolvidos com revisões.

Comecemos com a falta de períodos. Veja bem, 'períodos' e não 'parágrafos'. Você usa muitas vírgulas quando deveria utilizar pontos, como no seguinte trecho:

> [...] bem provável que o rapaz partisse para cima da pessoa, quando o jovem completou quinze anos de idade [...] <
> [...] bem provável que o rapaz partisse para cima da pessoa. Quando completou quinze anos [...] <


Viu? Pode-se retirar, também, certas palavras que se tornam repetitivas no texto. 


O que não causou sua reprovação foi o fato de eu, pessoalmente, ter gostado da sua narração. Apesar do já citado, você compreendeu o cerne da reclamação. E é isso que importa. Mas conto com o fato de que você irá melhorar em seus textos, ok?


Estarei acompanhando você de perto.


Aprovado!




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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nam Han Yeol em Sex 11 Mar 2016 - 19:46




flame




I try to burn you from my heart to forget, to erase it all But like a flame, you wrap around me, you cruel love
Nome: Nam Han Yeol

Idade: Vinte anos.

Deus(a) Escolhido(a): Melinoe

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Não há, de fato, muitas coisas que possam ser usadas para estabelecer uma conexão entre o jovem coreano e sua mãe, Melinoe. Mas ainda assim tem um grande leque de desenvolvimento para a trama do moreno com todo o ambiente que envolve a divindade e, mesmo que surjam coisas inesperadas, fora do script para Hanyeol, não são nulas as possibilidades de uma improvisação.

História: Embora infernal, enlouquecedor, mortal. O acampamento para semideuses, sim, aquele, o Meio-Sangue, é uma das melhores coisas que me aconteceu até agora... Mas por que eu tenho essa visão? Deixe-me lhe melhor a minha, provável clichê, história.Não recomendo caso não goste de clichês amadores.
Só para começar, acho que não posso me considerar um garoto que alguma vez foi amado, mas isso raramente me abatia, uma vez que desde pequeno era próximo da solidão, esse sentimento tinha se tornado a única coisa confortável para mim. Passei por inúmeras casas de adoção, talvez até hoje, eu consiga guiar uma pessoa pelas ruas da capital coreana por conta disso, era como se fosse um hooby.
Tudo em relação ao homem e a mulher que me trouxeram ao mundo não passavam de uma expressão matemática abstrata, não havia qualquer registro deles. Talvez, no fim de tudo, a abiogênese seja real, não há como pais simplesmente sumirem, há? Mas foi desse abandono onde tudo começou. Famílias que me adotavam por conta do meu rosto e comportamento, mas logo me mandavam de volta quando eu via fantasmas – seres quais coreanos são supersticiosos e temem -, apenas isto era necessário. “Garoto do diabo”. Era o meu apelido.
Toda minha infância até por volta dos meus dezesseis anos foi-se somente estes acontecimentos. Mas aos dezesseis anos, no meu aniversário, adotaram-me. Seria este meu sonho? Talvez, todavia, por conta de todo histórico de adoção, esta não me animou, sabia que até que completasse a idade correta, continuaria me mudando para lares. Mas desta vez, por algum motivo, foi diferente. Não de um jeito que possa ser considerado bom.
Cigarros, álcool, drogas, sexo, sem rock n’ roll. Trabalhar como garoto de programa à mercê de qualquer homem ou mulher que quisesse me dominar em qualquer sentido. Foi na mão deste tipo de gente que fui parar. Traficado para a América, aparentemente americanos gostavam do fenótipo asiático, apenas para servir a este não honrável propósito. Isto virou minha nova vida por mais dois anos.
Dois anos de pura violação que só foram cessadas com um Gasparzinho do bordel. Segundo o fantasma, ele fora enviado por uma pessoa que era de suma importância para mim, uma pessoa que poderia fazer meu quieto coração balançar e pulsar freneticamente pela primeira vez em toda minha vida. Aquele maldito bom fantasma foi que me contou toda a realidade. Claro que inicialmente eu não pude acreditar em nada, nem tinha como. É muito louco, não? Mas ver fantasmas também não é uma loucura? Eu decidi aceitar apenas mais uma loucura neste mundo.

Presentes de reclamação:► Ghost Wishp - Um açoite totalmente negro com três pontas. Cada ponta contém uma cabeça de morcego feitas de ferro estígio. O Açoite pode se esticar a quantos metros o seu dono quiser. Ele também pode prender no seu oponente e sugar pedaços da alma dele, o deixando mais lento e morrendo aos poucos. A cada sucção da alma, o açoite fica mais forte. Se transforma em uma tatuagem em forma de serpente nas costas da mão, e quando ativada fica presa ao pulso do seu portador.

► Nexus - Feito de platina, banhado em ouro branco, o escudo ajuda a prole a defender-se de ataques mágicos ou de fantasmas, o desenho de um fantasma desaparece e deixa a prole de Melinoe invisível, transmuta-se em um anel com um diamante.

► Spectral Sword - Espada feita de ferro estígio e de empunhadura de couro. A espada é leve nas mãos de seu portador e com um M desenhado na base da lâmina. Extremamente afiada, essa lâmina pode realizar cortes cujo seu oponente tem dificuldades de defender, já que aparenta ser um vulto. Essa espada, ao ser fincada no chão, cria uma ilusão ao seu inimigo de que ele está em uma sala fechada e cheia de fantasmas o rodeando e querendo destruí-lo. Até a própria aparição do semideus ali é uma miragem. Dura 3 turnos em uma missão. Se transforma em um anel com um G de Ghost.




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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Sab 12 Mar 2016 - 18:55


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Nam Han Yeol

Boa tarde jovem :>
Por gentileza, vou pedir para você prestar atenção para não comer palavras durante o texto. Peço que se atente, também, à colocação de vírgulas e separação de períodos.

Aprovado!




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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Alicia Cristynie em Qui 17 Mar 2016 - 16:06


Ficha
Blackstar

 
 
 

Nome: Alicia Cristynie
Idade: 13.
Deus(a) Escolhido(a): Escolhi Thanatos.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Sempre quis ser filha de Thanatos, mas nunca tive a oportunidade então irie fazer de tudo para tentar honrar meu pai.

História:

Quando Alicia nasceu sua mãe a amava tanto que nem se importava por que o pai da menina não estava mais com eles, Mariane era muito feliz com sua filha, ela dava banho lhe dava de mamar como sempre quis, até que quando a menina fez 6 anos a sua mãe casou-se de novo e tudo era uma maravilha até que alguns anos depois 3 para ser exato o seu padrasto fazia de tudo para que a mãe a odiasse até que sua mãe já não aguentava mais a menina e quando ela fez apenas 9 anos sua mãe lhe entregou para a adoção. No orfanato, a menina passou a ser uma pessoa fria e odiada diferente de como costuma ser. Suas origens passaram a ser negadas e fez questão de lembrar de sua mãe com uma mulher ruim que havia lhe abandonado. Os dias no orfanato eram os piores de sua vida as crianças a odiavam por nunca se misturar e por isso Alicia decidiu que iria fazer de tudo para sair de lá foi quando ela fez com que algumas meninas culpassem ela por tudo, como uma guerra de comida alguma briga, mas nada ajudava.


Quando completou seus 18 anos a garota fora "expulsa" do orfanato. Uma vez maior de idade ela não poderia mais pertencer a aquele local e por sua má fama nunca conseguiu que uma família lhe adotasse. Ela passou a viver em becos e vielas da cidade, passando fome, frio e correndo risco de perder a própria vida.

Ela planejava vingar-se de sua mãe, mas queria que isso fosse um mistério que jamais fosse desvendado. Dias e noites a garota passava acordada tentando planejar um crime perfeito, mas seus planos tinham sempre brechas e espaços que levariam as pistas até ela.

Os anos passaram e Alicia ainda não havia conseguido a tão sonhada vingança. Hoje ela já era praticamente uma mulher formada, mas a mágoa e o ódio pela mulher que lhe abandonou ainda estava presente no seu dia-a-dia.

Em uma madrugada conturbada, os pesadelos da garota se faziam mais constantes e bem mais tenebrosos. Uma sombra que parecia ser um homem bem vestido tentava chamar a atenção da menina que em desespero tentava fugir, mas sem sucesso.

-Você não conseguirá se livrar de mim, Alicia. - As palavras soavam frias e macabras.

A garota ajoelhou-se quando percebeu que aquilo era mais forte que ela, ou pelo menos aparentava ser. Seus olhos procuraram a sombra novamente que estava colocada atrás dela com os braços esticados ao lado do corpo, analisando a menina atentamente.

-Quem é você e o que quer comigo? - Disse ela em transe.

-Meu nome é irrelevante, e por muito tempo eu venho observando sua sede de vingança pela aquela que te abandonou. - As palavras dele ecoaram por aquilo que parecia ser um quarto sem paredes.

A garota respirou fundo e um sorriso maligno se desenhou em seus lábios. Talvez fosse uma oportunidade de vingança e ela esperava por isso a pelo menos uns 10 anos. Ela se levantou e virou para a sombra mantendo seu olhar no chão.

-Sim, eu quero me vingar dela, mas não quero que ninguém saiba ou descubra que foi um plano meu. - discursou a garota.

-Bem, eu posso fazer isso por você, mas terá um preço. - O Ser fez uma breve pausa. -Sua vida, pela vida de sua mãe.

Um arrepio percorreu a espinha da garota, mas por dentro ela estava explodindo por saber que aquela responsável por seu sofrimento perderia a vida.

-Eu aceito, minha vida pela vida dela, parece justo! - Disse levando seu olhar até os olhos do demônio, que era nada mais que apenas dois pontos em vermelho meio a uma sombra escura.

Mas alguns meses depois Alicia estava longe de Londres, a menina estava em Nova York em uma viagem, foi quando ela conheceu um menino paraplégico que dizia ser seu ajudante, no qual ela nunca tinha ouvido falar, pois ainda não trabalhava, mas iria ajudar uma amiga que conhecei quando morava na rua em um evento, mas para não magoá-lo ela deu um sorriso positivamente e acompanhou o mesmo até um salão onde uma festa iria acontecer, mas o demônio que havia matado a mão de Alicia veio atrás dela para cumprir com as palavras da garota, mas ela já não tinha mais culpa pela sua mãe a não ser por si mesma e pelo jeito que ela lembrava a sua mãe, o menino ao perceber a mudança rápida de tempo logo deduziu que estavam atrás da filha de Thanatos e que ele precisava levá-la ao acampamento onde lá ela ficaria segura.

-Alicia, vamos temos de ir! - Dizia o menino a puxando.

-Pare, não vou a lugar nenhum eu tenho trabalho para fazer aqui! - Dizia ela revendo algumas listas de convidados do evento que estava organizando.

Ele então se levantou e puxou Alicia até a saída, a menina ao olhar as pernas do mesmo quase desmaiou, mas aguentou de pé e ficou olhando como se ela nunca visse algo assim antes até ser interrompida.

-Vamos temos de chegar ao acampamento antes que o demônio te mate! - Dizia ele correndo.

-Como, você sabe que ele quer me matar e o que é você? - Perguntava ela correndo ao seu lado ao ver algum tipo de chifre

-Sou um sátiro e seu pai Thanatos pediu que eu te achasse e te protegesse, o acampamento onde vamos se chama Acampamento Meio Sangue, lá é seguro para você ficar! - Dizia ele ainda correndo.

Logo depois de 3 metros de caminha eles chegaram em um túnel no qual alguns guardas o guardavam. O sátiro foi o primeiro a entrar até que assim que a menina pisa no mesmo o demônio pega uma faca que tinha e tenta matá-la atirando em seu coração, mas mesmo ele tendo acertado a menina não desistiu pegou uma das espadas dos dois e logo em seguida correu em direção ao demônio e assim que o atacou o mesmo urrou de dor e logo em seguida os guardas que correram para lhe ajudar conseguiram matar o mesmo. Assim a carregaram até a enfermaria, alguns dias depois o sátiro vai visitar Alicia que por sorte estava viva e consciente, os dois são amigos até hoje.

Presentes de reclamação:

† Daedric Sickles - A foice é a principal arma de uma prole de Thanatos. Logo, o maior presente dado a seus filhos são duas foices de punho, cujos cabos e lâminas são de ferro estígio, com detalhes em algum material vermelho não-identificado. As lâminas medem cerca de quarenta centímetros e nunca perdem o fio. Elas possuem uma corrente de prata no final do cabo, cujo tamanho é definível, para que o filho de Thanatos possa enrolá-las em seus braços e atacar à distância com as foices. Lança uma energia negra, que se fortalece mais a cada nível e faz mais danos aos adversários.

† Colar do Medo - Colar de prata, cujo pingente é um pequeno ônix. Quando ativado, tudo ficará em câmera lenta, sendo que o usuário é o único que não será afetado, podendo se movimentar normalmente. [Se for perdido volta para o bolso do usuário após um turno. Dura dois turnos e o alcance é de 20 metros, pode ser utilizado duas vezes por evento e necessita de um intervalo de um turno para usar novamente]

† Máscara do Caos - O material de fabricação dessa máscara é desconhecido, e sua forma muda à vontade do usuário. Porém, ela cobre o rosto inteiro, e quando está em uso, nenhum ser vivo [com exceção dos deuses] pode identificar o possuidor dela, pois ela muda sua voz. É como se esquecessem que você existiu. Ao ser retirada, tudo volta automaticamente ao normal.



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Luna B. Kai em Sex 18 Mar 2016 - 4:24


luna b. kai








Nome: Luna Blackhell Kai.
Idade: 17 anos (porém a reclamação se passa aos 16 anos dela).
Deus(a) Escolhido(a): Hécate.
Por que quer ser reclamado por esse Deus?: Estava a procura de uma personagem diferente, que fosse ligada a natureza mais pela energia do que pelas plantas em si. Hécate se encaixou melhor nisso, já que a personagem encontra sua "magia" em meio a natureza.

História: Essa história está escrita de uma forma completamente diferente de qualquer outra, então por favor, tenha uma mente aberta. É normal ficar confuso, mas imagine tudo.


Não era apenas mais uma noite como qualquer outra naquela parte da floresta. O céu brilhava com suas constelações, a Lua trazia ainda mais sua magia, o som do rio que corria ali perto fazia uma trilha aconchegante junto ao som das corujas no topo das árvores. Seu morador estava sentado em sua clareira, mas já não o fazia sozinho. O pequeno embrulho em suas mãos o observava em silêncio com a maior concentração.

- Eu gosto de Luna... Combina com você. -  sua voz rouca entregava o sorriso bobo que se alastrava em sua face. - O que você acha? Gosta? - perguntou ao bebê e este o respondeu com um sibilo antes de bocejar. - É, acho que gosta... Então será Luna. Tenho certeza que sua mãe irá gostar, espero que saiba disso e que... - ele foi interrompido por um leve ronronar e ao olhar em seus braços, percebeu que sua filha havia dormido. - É... Já está mesmo na hora de dormir. Boa noite... Eu te amo, minha Luna. - disse o homem enquanto se deitava na grama baixa e ajeitava sua filha em seu peito.

-×-

Acordei gradativamente ao escutar os sons de minha casa irem aumentando pouco a pouco. Abri meus olhos e fui agraciada pelos primeiros raios solares que começavam a aparecer por entre as copas das árvores. Não queria levantar naquele momento, só queria poder continuar ali, observando enquanto o sol nascia, os pássaros acordavam, o rio seguia seu rumo tranquilamente... Um som de porta me chamou a atenção, mas não me surpreendeu, papai sempre acordava mais cedo. Levantei da rede e enrolei-a, enquanto via meu pai levar nossas tigelas até a mesa. Abri a porta do trailer escutando aquele ruído familiar que ela sempre produzia ao se mexer e guardei minha rede embaixo do nosso pequeno beliche. O cheiro da carne que meu pai preparava começou a invadir meu nariz e não me demorei a sair e encontrá-lo do lado de fora. Papai cantarolava sozinho enquanto tirava pedaços da carne de coelho dos espetos e colocava na minha tigela junto a pasta de castanhas.

- Acordou feliz hoje. - comentei enquanto me sentava na minha pedra-banco e o observava colocar a sua porção de carne em sua tigela.

- Não há porque não estar. Hoje você completa sua 16° primavera, querida, achei que poderíamos comemorar um pouco antes de partir. - sorriu ao se sentar comigo e me indicar a tigela a minha frente pra que eu comesse.

- Não sei porquê comemorar o fato de nos separarmos. - comentei antes de encher minha boca com coelho e castanhas. Senti minha boca explodir em milhões de sensações indescritíveis e soube que papai havia pego um coelho fresco para aquela refeição, provavelmente algum que ficou preso na armadilha que montei a dois dias.

- Comemoramos porque finalmente terá a sua aproximação com sua mãe.

- É por isso que Sam veio quase todos os dias desse último ciclo lunar? Para fazer nosso trailer andar?- ele assentiu com a boca cheia. - E como sabe onde deve me deixar para encontrá-la?

- Não sei de nada. Mas na hora certa saberemos. - ele piscou enigmaticamente pra mim e eu ri.

- Agradeço por você não bater bem da cabeça, pai.

- Sou completamente são, Luna, você entenderá um dia. Como está seu coelho?

- Melhor do que o anterior. Pegou hoje na edireta*?

- Sim, suas engenhocas funcionaram como mágica. - ele sorriu e continuamos a comer em silêncio.

- Quando partirei? - perguntei ao acabar minha refeição.

- Liz e Samwell virão se despedir daqui quatro andadas do Sol, é o tempo que terá para se preparar e se despedir de casa. - respondeu e pela primeira vez em toda minha vida, vi tristeza nos olhos de meu pai ao falar de minha partida.

- Deixa que eu lavo. - peguei sua tigela já vazia e junto com a minha me levantei dali. Não queria ficar triste junto a ele, muito menos chorar. Nunca vi Lahetô' chorar, pelo menos não que eu me lembre, não gostaria de começar agora.

Ao sair da clareira o único som que me acompanhava era o do rio Kaneki e do quase inaudível som de meus passos. Estranhei, ali nunca ficava tão silencioso como daquele jeito, mas isso só foi registrado pelo meu subconsciente, pois minha cabeça se ocupava em pensar no que aconteceria dali em diante. Lahetô sempre me explicou que após minhas 16 primaveras, poderia enfim me conectar com minha mãe e desde pequena, sempre imaginei como seria minha vida a partir daquele dia. Sabia que teria que deixar meu pai pra trás, mas não era para sempre - ele dizia - então não há porque se preocupar - completava. Será mesmo? Afinal, como iria me conectar com ela? Eu só conhecia uma forma de ritual, de conexão e era ali, no centro de tudo, no lugar que eu chamava de casa, que isso acontecia. Como se conectar mais com alguém do que através da natureza? Através das propriedades mágicas que a energia da natureza proporcionava? E se não houvesse nada maior que isso, então porque, até hoje, nunca consegui tal conexão?

Minhas mãos então ficaram geladas e percebi que já havia chegado no rio e que já começava a lavar nossas tigelas. Minha ligação com aquele lugar, com aquela magia já era tão forte que nem precisava me concentrar ou olhar onde estava indo. Talvez então fosse isso... Papai sempre disse que sua ligação com minha mãe sempre foi presente e que por mais que eu não fosse capaz de me conectar à ela, ela sempre esteve ali através dele. Então talvez, todo esse poder que sinto na verdade seja ela, me conduzindo...

Olhei para o rio afim de tirar a tigela já limpa e acabei me perdendo nas pedras do fundo do rio. Elas então já não eram mais pedras e sim árvores. Eu estava ali. Estava andando e por mais que eu não conhecesse aquele lugar, a eu do rio parecia saber para onde estava indo. Então barulho de madeiras secas sendo quebradas me assustou e pelo som parecia que era algo grande que havia pisado ali. Mas a eu do rio não parou de andar, continuou e só parou quando sentiu algo encostando em sua mão, algo molhado e gelado. Ela olhou pra trás e um grande lobo negro estava colocando o seu nariz em sua mão...

Me assustei e acabei me levantando rápido demais do chão, me deixando um pouco tonta. O que foi aquilo? Comecei a correr de volta a clareira, tentando entender que tipo de pensamento foi aquele, ou será que eu tinha sonhado acordada? Meu pai estava sentado no meio da clareira, de olhos fechados e não os abriu quando eu cheguei chamando-o.

- Eu acabei de ver um negócio estranho e...

- Respire Luna. - ele me interrompeu e fiz o que ele mandou. - Isso vai começar a acontecer com mais frequência, você teve uma visão. Apenas confie nos seus instintos e se deixe ser guiada. - disse ele suavemente enquanto trocava de posição, ficando em pé com os joelhos levemente flexionados, seus pés um na frente do outro e as mãos esticadas para frente.

- Mas...

- Não. Não tenho respostas para suas perguntas...

- Procure-as você mesmo... já sei. - ele sempre me dizia isso e isso sempre me fez duvidar que na verdade ele nunca sabia de nada mesmo e só não podia confessar isso a mim.

- Você tem uma andada do Sol para se arrumar para a sua despedida. - ele me informou e isso me assustou. Como assim havia demorado 3 andadas para lavar duas tigelas?! Entrei correndo no trailer, guardei-as embaixo da pia e olhei em volta, procurando a roupa que meu pai sempre me deixou separada para aquele dia. - Está aqui. - disse ele abrindo a porta e mostrando o que tinha em mãos. - Coloque só antes de entrar no Mundak".

- Tudo bem... Eu já volto. - lhe dei um beijo na bochecha e com a roupa em mãos, corri. Me sentia bem correndo por entre as árvores, ouvia sempre os sussuros das pessoas que estavam atravessando o outro mundo e que por algum motivo, gostavam de falar sozinhas sobre isso.

Parei à beira de Mundak, ainda encoberta pelas árvores e me despi. Me permiti sentir um pouco a leve brisa em meu corpo desnudo antes de colocar minha roupa de 16° primavera e entrar. Caminhei em seu contorno colhendo as frutinhas e ao final da volta fui até seu centro, ficando de joelhos em frente à tigela. Coloquei as frutinhas dentro e com o amassador, espremi-as totalmente até se tornarem minha tinta. Fechei meus olhos, me desconcentrei de tudo e com minha mente subconscientemente focada, pintei meu rosto e colei o pingente em minha testa. Algo me dizia que a partir daquele momento, ele não iria mais se soltar, mas não me prendi a isso e sim, comecei a minha conexão à Mundak e a toda a floresta.

Não saberia dizer por quanto tempo fiquei ali, mas ao voltar ao trailer, tia Liz e Sam já haviam chegado. Sorri ao ver meu primo e minha tia, mas minha voz não funcionava. Não estava permitida a falar, porém palavras não me eram necessárias naquele momento. Sam me prendeu em seu abraço e me senti em casa. Ele era muito mais alto que eu e muito mais forte, me fazendo me sentir um ursinho de pelúcia em seus braços. Senti o seu cheiro pela última vez antes da minha conexão e sabia que nunca iria esquecer aquela mistura de suor com morango e hortelã. Tia Liz me abraçou em seguida e dessa vez, foi ela quem foi "engolida" por braços. Ela era pequena e miúda, fazendo-a parecer muito frágil, porém seus traços fortes que se diferenciavam dos traços suaves de meu pai, lhe davam o poder que sua estatura insistia em esconder.

Por último então, meu pai. Enterrei meu rosto em seu peito e desejei nunca esquecer daquela sensação. Não, eu não iria chorar, eu estava em meu rumo natural, mas ter aquele último abraço me fez lembrar de todas as coisas boas que Lahetô havia me proporcionado e não poderia ser mais grata à ele.

- Vá a Mundak, espere a Lua Nova e siga seu caminho. Boa noite... Eu te amo, minha Luna. - sussurrou ele e me soltou. Ele foi até o trailer e minha tia e meu primo voltaram ao seu jeep e eu soube que era minha deixa. Voltei a correr até meu destino e ali fiquei a esperar a Lua, em companhia de um grande lobo negro.

-×-

- Ei, alguém me ajuda aqui, acho que escutei algo! - Hígor gritou para as pessoas que estavam ali perto e duas meninas se juntaram a ele. - Parecia o som de um ronronado. - disse ele, olhando por entre as moitas, para um lugar mais a frente.

- Vamos olhar mais de perto. - disse Roxx já andando até a entrada da pequena caverna. Hígor e Amanda seguiram a ruiva com suas espadas em mãos, nunca se sabe o que se encontra no bosque e é sempre bom estar previnido.

Roxx já ia entrando na caverna sem pensar, mas Amanda a segurou pelo ombro, fazendo-a parar.

- Acho melhor eu ir na frente, fique atrás do Hígor. - disse a morena e entrou na caverna. Com a espada preparada, a morena andava cautelosamente pela leve curva da caverna, pronta para atacar o que fosse que estivesse ali e...

- Pare ou eu atiro. - uma voz baixa e rouca falou e um rosnado assustador se fez ouvir. Os três jovens pararam automaticamente ao ver a dona da voz. Uma menina vestida estranha, com o rosto pintado e armada de um arco e flecha rupestre. Mas não foi isso que os fez ficar completamente estáticos e assustados e sim o grande lobo negro que rosnava ao pé da menina, parecendo prontinho para atacá-los. - Quem são vocês e onde eu estou? - perguntou a menina. Amanda engoliu em seco vendo aquele animal, antes de voltar a olhar para a menina. Ela devia ser uma semideusa, já que aquela parte do bosque ainda estava dentro da proteção do acampamento - pensou a morena, antes de responder.

- Sou Amanda e estes são Hígor e Roxx. Você está no Acampamento Meio Sangue.



LEGENDA:
* Nome de um dos pontos que Luna e seu pai utilizam para se localizar na floresta, em paralelo podemos dizer que é o nome da rua.
' Nome do pai de Luna.
" Uma outra clareira, porém menor, utilizada por eles para rituais sagrados.



Presentes de reclamação:
× Pulseira/Escudo Protetor - Um escudo de ouro com gravuras de runas variadas, que quando não utilizado se torna uma pulseira.

× Kit de livros de feitiços e de preparo de poção drogas e venenos - Grimórios antigos, de aparência surrada que levitam, seguindo o filho de Hécate por onde precisam.

× Cajado de Ouro mágico - Um cajado de ouro que quando não utilizado se torna um anel. É utilizado para fazer feitiços e ataques.



Última edição por Luna B. Kai em Sab 4 Jun 2016 - 19:29, editado 1 vez(es)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Sex 18 Mar 2016 - 12:23


Avaliação

Alícia Cristynie

Boa tarde jovem :>
Por gentileza, vou pedir para você prestar atenção para não comer palavras durante o texto. Peço que se atente, também, à colocação de vírgulas e separação de períodos: você deixou alguns muito longos, e eles ficariam melhores se pudessem ter sido separados. Sugiro que leia em voz alta seus textos, para que esses erros não voltem a se repetir. 

Estarei lhe acompanhando de perto (nos seus sonhos, eu vou estra lá q), e quero estar presente no desenvolver de sua trama e no seu desenvolver narrativo.

Aprovada!




Luna B. Kai

AMIGA, VOCÊ COMEU UM COELHO NO CAFÉ DA MANHÃ? COMO PODE? ;--;

Caham.
Luna, vamos lá: sua narrativa é fluida e divertida, além de sua história ter sido contada de uma maneira... Diferente. Sem mais delongas, bem vinda ao CHB.

Aprovada!



Nyx 
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Re: Reclamação Divina

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