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[TREINOS] de Mademoiselle Nágila McCready Köller

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[TREINOS] de Mademoiselle Nágila McCready Köller

Mensagem por Nágila McCready Köller em Sex 19 Dez 2014 - 0:39

Topico pros meus treinos e finish, bejo vlw ;*


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Re: [TREINOS] de Mademoiselle Nágila McCready Köller

Mensagem por Nágila McCready Köller em Sex 19 Dez 2014 - 16:15


Um aperto firme agredia-me de forma ridiculamente incomoda. Quem ousava me perturbar pleno sono maravilhoso? Recusei-me a despertar tão cedo. Virei-me para o lado e então pressionei os olhos com força, tentando prender-me em um sonho agradável. Nada adiantava, a voz fina continuava a me perturbar – Que é?! – resmunguei na cama quente e confortável que me suportava a noite inteira. Virei-me e finalmente vi a garota me importunando... era Amanda – Cabelo de novo? Não, se vira, não virei cabeleireira. – resmunguei a ela com voz fanha de sono, mas o tom de voz dela soou calmo e amigável, em tese. Amanda me puxou falando que era hora de levantar, mas me recusei ouvir aquela mandona – O que você acha que esta fazendo? Não to afim de levantar. – briguei e lutei pelo resquício de sono que me restava, mas não foi uma batalha fácil. Preferia espadas ao brigar com Amanda – Venceu. Agora me deixa me arrumar. – pedi sonolenta, erguendo meu corpo devagar.  Logo minhas mãos foram se erguendo lentamente, percorrendo meu corpo enquanto o apertava, ativando cada área de meu corpo que ainda estava sonolenta. Balancei minhas madeixas loiras, sentindo um formigamento percorrer meu corpo, até um bocejo dar o ar da graça. Abri os olhos e sacudi a cabeça levantando-me por fim.
 
Então se iniciou a segunda etapa onde deslize devagar meus pés ate o banheiro do chalé. Adentrei após esbarrar em muitas coisas e em alguns irmãos, quem resmungaram depois – Da um tempo. – gritei batendo a porta após adentrar o recinto.  Comecei então a preparar um banho enquanto despia-me. A água quente abluiu-me das impurezas e então revigorou minhas energias. Lavei minhas madeixas orgulhosamente e então sai da água, secando-me ate satisfazer-me da ação. Enrolei a toalha em meu corpo e então sai do banheiro, seguindo para minha cama onde comecei a me arrumar. Minha roupa marcava bem minhas curvas e mostrava minha beleza sem igual. Cada curva, desde a volta de minha cintura, salientando a barriga sarada e a pele branca brilhante à luz do sol que invadia o chalé, mostrava a beleza de uma filha de Afrodite. Comecei a colocar armadura. Hoje seria um treino puxado, mas a beleza importava. Penteei o cabelo e o coloquei em um formato fofo, onde tranças frontais se ligavam atrás da cabeça, servindo de bandana. Sorri respirando fundo e então, após pegar meus pertences, retirei-me do chalé, sem cerimônias.
 
Andei pelo exterior dos chalés, vendo semideuses percorrendo o local. Poucos me observavam, até que um chamou minha atenção. Neguei-me em responder, já que era um garoto ridículo e mal educado. Seus olhos azuis e cabelos negros denotavam um garoto machista e bonito, desejado por todas, o que em tese era, mas que no fundo não fazia jus à beleza. Por fora lindo e por dentro um lixo, bela definição para Marc, filho de Hades. Comecei a caminhar em direção oposta, de cabeça erguida e madeixas ao vento. Segurava firme meu chicote e o pressionava em fúria ao ouvir a voz dele debochando. O som de minha mãe na minha cabeça dizia para ignorar e seguir meu caminho, e assim o fiz, até que ele interrompeu meu trajeto parando na minha frente – Garota, você é surda ou se faz de difícil pra conquistar? Filhas de Afrodite, todas cheias de si. – debochou o garoto, girando a ponta da adaga contra a mão – Primeiro, tenho nome e segundo... Cuidado para não se machucar, sei que a vista é tentadora, mas não precisa se martirizar, quem sabe um dia você consegue? Sabe, “a vontade faz a força”? – debochei irônica, olhando para sua mão perfurada. Ele murmurou e me olhou, saindo do meu caminho. Virei-me para ele e então lhe lancei uma piscadela provocativa e então continuei. A frente um pessoal se aglomerava na entrada da arena de espadas. Cruzei a multidão com ombros firmes entre eles, ate que alcanço meu objetivo, avistando o local de aprendizado majestoso. Sorri torto e maliciosamente, enquanto passava pegando uma espada no percurso ate o centro da arena. À frente vi meu amigo treinando espadas com um boneco, o que era incomum – Bradley, se divertindo com um boneco? Ta apanhando muito? – brinquei com ele enquanto manejava a espada com força. Ela era pesada, mas dava conta. Ele debochou e me chamou para um treino básico, o que já era meu objetivo – Hm, direto você. – elogiei falsamente me preparando para a briga. Não era fácil, apesar dele ainda ser iniciante na coisa, como eu obviamente. Andei em direção à ele com olhar serio e fixo – Brad, você não tem dó de lutar com uma moça tão delicada como eu? – olhei meiga para ele enquanto andava graciosa com espada em punho. Ele me olhou e ficou me observando por um tempo. O que eu sabia era que, com um pouco de jeito eu os manipulava e meus adversários nunca me feriam de fato... Ao menos não que já tenha presenciado – Ouwn que lindo você é. – elogiei-o para então ter o tempo de avançar nele e lhe atacar com a espada. A espada foi difícil de erguer, mas com esforço o peso se chocou com a espada dele e então o desestabilizou, arranhando por sorte o braço dele – Hmm, bobinho. – debochei dele, mesmo que brincando, era praxe minha ser o mais manipuladora e má possível. Isso não significa que gosto de ser má, e sim gosto de impor respeito, algo que não se obtém sendo doce. Eu sempre consegui o que queria com este jeito, e ate com meus amigos lerdos era eficaz – Brad, Brad, pensei que já havia aprendido algo nesse tempo que me conhece... tsc tsc. – brinquei vendo-o me olhar com expressão maliciosamente calculista. Logo ele avançou em minha espada, a derrubando no chão com força, já que eu não tive eficiência em segura-la – Seu grosso! Sou só uma garota!! – fiz cara de do e então fingi ter me machucado, foi quando ele largou sua arma e veio para cima de mim com velocidade e preocupação – Me perdoe, não foi minha intenção, Nág você esta bem? – falou ele com voz que chegava a tocar o coração – Ownn... – murmurei devagar, sem completar a frase, então puxei meu chicote da roupa e lancei nele, segurando-o e o lançando longe de mim – Melhor do que eu imaginava baby. – sorri maléfica e então joguei meu chicote na espada dele e se prendeu na minha arma ao puxa-la com adestresa ate mim. Eu manuseava bem este chicote que foi decorado por mim com detalhes em dourado e rosa choque. Eu então peguei a espada dele e arrastei a minha com o pé, já que estava bem próxima a mim – Isso não é justo, você usa dos seus dons para me manipular... Como vai aprender a usar a espada? – questionou ele erguendo-se – E quem disse que eu preciso se tenho o Raabe e minha beleza incrível? – falei citando o nome de meu chicote.
 
Ele se levantou rápido e logo veio até mim segurando o braço com força – Brad, você esta bem? – perguntei preocupada com ele. Larguei as armas e guardei o chicote na roupa, indo ate ele depressa – Acho que exagerei com você. Desculpa é que Raabe e tão forte que esqueço algumas vezes. – falei vendo seu ombro rasgado. Logo imaginei se algo poderia dar certo e então assoviei alto o suficiente para que Rooxie, minha Fênix, adentrasse a arena em um voo majestoso, pousando no meu braço perfeitamente erguido e parado para servir à ele. Olhei minha querida e então acariciei suas penas vermelhas brilhantes. Logo mostrei o ferimento e sorri, tentando agrada-lo até que ela se curvasse. E então ela o fez. Puxei o braço de Bradley e o posicionei para que Rooxie fizesse seu trabalho – Fica quieto cara. – resmunguei para meu amigo resmungão. Ele retrucou e então eu observei Rooxie soltar duas lagrimas que caíram sobre o ferimento de Brad e então iniciaram cicatrização. Sorri satisfeita e então beijei a ponta de seu bico como faço de costume – Minha linda. Vai la. – e então empurrei meu braço direito, fazendo-a voar saindo dali. Brad ficou pasmo observando o ferimento sumir – OQUE?! Nág vende a Rooxie para mim?! Eu te pago quantos drácmas quiser!! – pestanejou ele mas então neguei – Ta pensando o que? Ta escrito pet shop na minha testa? Não, minha queridinha é so minha. – neguei largando-o e então ele caiu no chão.  Ri dele e então peguei minhas espada – Bradley, já brinquei demais com você hoje, to de saída. – Falei virando a cara e me fazendo de difícil segurando o riso ao ver sua expressão – Vai, me larga aqui, todo dolorido, triste, largado... – ele fez um drama sem igual, mas não caia no joguinho dele – Tchau Bradley. – sai de costas para ele erguendo o punho e o balançando em despedida – Tchau chata. – disse ele e então sai dali sem olhar para trás.

By Nágila Köller


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