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Área de Treinamento - Amélia V. Woolridge

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Área de Treinamento - Amélia V. Woolridge

Mensagem por Convidado em Sab 13 Dez 2014 - 13:37

hey listen up please!
Tópico destinados aos treinos de Amélia V. Woolridge, prole de Dionísio, afim de melhor aprimoramento de suas habilidades semi-divinas. Com exceção aos avaliadores dos respectivos treinos, nenhum outro semideus estará autorizado a postar neste tópico - salvo em casos onde o campista será tido como n.p.c ou quando o treino valer em conjunto-.
No mais, enjoy it.

Convidado

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Re: Área de Treinamento - Amélia V. Woolridge

Mensagem por Convidado em Sab 13 Dez 2014 - 22:45

VIVER PARECE MESMO COISA DE INSISTENTE
Amélia arrumou os óculos escuros no rosto pálido, protegendo-a durante alguns minutos dos olhares indiscretos que recebia de alguns campistas. No começo, sorriu para alguns, contudo, a atividade começou a cansá-la, fazendo-a distribuir alguns gestos obscenos para os últimos olhares. Dois dias após ser reclamada pelo, vejam só, Dionísio, a garota ainda era motivo de comentários. Alguns diziam que era por causa do cabelo de cor tão exótica, porém, Amy sabia que era muito além disso. No mais, independente de tudo, seu ego elevado gostava de saber que estava na boca daqueles garotos e garotas que pareciam não saber o que era viver fora daquela bolha conhecida como Acampamento. ''Falem bem ou mal, mas falem de mim.'', não era assim que diziam?

Por um instante, pensou em sua cama, e em como ela ainda estaria macia e morna. Pensou em dar meia volta e deixar aqueles campistas esquisitos e treinos que não lhe pareciam tediosos para trás. Infelizmente, teve que rever suas ideias. Quíron estava fitando-a calmamente, enquanto terminava de passar as primeiras instruções para os campistas. Amélia revirou os olhos e suspirou, cruzando os braços com certa impaciência.

A rosada estava portando sua arma preferida, como fora aconselhada, a fim de aproveitar o máximo que o treino dispunha. Segundo o sátiro que a acompanhou até a entrada da Arena - visivelmente nervoso por Amy ser prole de Dionísio -, ela deveria estar preparava para o que viesse. A garota, todavia, apenas revirou os olhos e fez um gesto de desdém para a criatura, que fez-lhe uma referência e retornou para seus afazeres. Um sorriso brotou nos lábios rosados enquanto ela ouvia o discurso final do centauro com certa indiferença. Até que ser filha do deus do vinho não seria de tão mal agrado.


─Heróis, bem vindos à Arena.─ O centauro sorriu e gesticulou os braços, lembrando à Amy aqueles guias turísticos que realmente amavam sua profissão. Talvez Quíron amasse aturar aqueles projetos de guerreiros, que se dividiam entre aprender a controlar seus poderes recém-descobertos e os hormônios da adolescência. O pensamento fez a garota rir levemente, chamando à atenção dos demais. Suspirando baixo, revirou os olhos e fez uma leve reverência, como se quisesse agradecer pelo pequeno silêncio que se formara. O instrutor, vendo a atitude da garota, pigarreou para ela e chamou-a com uma das mãos. Novamente revirando os olhos, Amy não teve outra opção a não ser caminhar até o mesmo, pensando no que ele aprontaria. ─ Antes de mais nada, creio que já possuam alguma noção de que saber algo sobre os deuses e conhecê-los é uma forma muito útil para sobreviver, certo? Amélia, por exemplo, é filha de Dionísio, deus do vinho e da loucura, que por sinal é o Diretor deste Acampamento. ─ Enquanto os primeiros sussurros retornaram, a semideusa cerrou os punhos e suspirou, odiando a forma pelo qual havia sido chamada. Sempre odiou seu nome, achando-o normal e comum demais para ela, que se denominava alguém de espírito livre e único. A garota crispou os lábios, sussurrando para que ele não a chamasse pelo nome formal. Sua raiva era tanta que não percebera, de imediato, que uma singela videira surgiu no solo arenoso da Arena, chamando a atenção de alguns campistas e, logicamente, do centauro, que lhe sorriu. Ele novamente pigarreou e gesticulou para a videira. ─ Os sentimentos são a melhor fonte para demonstrar seus poderes. Obrigado por essa demonstração, Amélia. ─ Disse, fitando rapidamente a garota. ─ Agora, gostaria de vê-los demonstrar suas habilidades, se possível. Formem duplas e tentem desarmar seus oponentes. Poderão utilizar suas armas para isso e, os que não tiverem, poderão usufruir das espadas que se encontram no baú próximo à entrada. Boa sorte.


Os únicos sentimentos que corriam pela garota eram extremos: raiva e contentamento. Raiva por ele tê-la chamado pelo nome e contentamento por poder transformar aquela raiva em uma diversão onde, se possível, estrangularia um oponente com suas videiras. O centauro apenas observava o decorrer aquele treino inicial, arrumando uma ou outra imperfeição que vinha dos participantes. A garota de cabelos rosas, por outro lado, já havia retirado os óculos, guardando-os em um dos bolsos da jaqueta. Sua vestimenta, aliás, dava certo destaque para os cabelos, uma vez que a cor predominante no vestuário era o preto. A calça, botas e camiseta, juntamente com o casaco formavam um desfile de uma única cor, curiosamente harmonizando-se com o tom de pele e cabelo da garota. Ela pôde finalmente mostrar os belos olhos azuis, que naquele momento, estavam brilhantes por conta da cólera que sentia. Nem pôde firmar-se na surpresa que cintilou dentro de seu ser ao ver que ela realmente havia herdado algum poder do pai, que nem fosse um poder bizarro de fazer videiras aparecerem onde quer que estivesse. Novamente ela sorriu, pensando em como seria divertido fazer daquele dom útil.

Enquanto pensava, notou que um rapaz alto e loiro olhava para si. Ela franziu o cenho, capturando o olhar dele para si. Inesperadamente, deixou que um sorriso surgisse nos lábios. Havia encontrado uma vítima.

(...)

Ele ainda retribua-lhe o sorriso quando ela se aproximou. Antes que Amélia tivesse a chance de dizer alguma coisa, o loiro cumprimentou com um beijo em sua mão e tornou a sorrir, apresentando-se como Adam, um recém reclamado de Apolo. Amy, possuindo uma calmaria que era desconhecida para si, deixou que ele erguesse a espada, ouvindo-o dizer que pegaria leve com ela. A rosada teve vontade de rir diante daquelas palavras, tamanha era a descrença dele para consigo. No entanto, ela fora mais rápida. Tal como o sátiro havia lhe ensinado, as armas poderiam se transformar em objeto. E para ela, o mais útil era o tirso transmutado em forma de colar, que rodeava seu pescoço claro. Em um único movimento, imaginou a arma em suas mãos enquanto apertava o pingente que o colar trazia - um cacho de uva dourado - entre os dedos. Logo em seguida, o seu pedido havia materializado-se. O pingente começou a brilhar, mudando magicamente para um objeto dourado semelhante a um cajado, com uma hera na ponta. Ela sorriu para ele e brandiu o tirso, reunindo toda a raiva que outrora estava circulando em seu corpo.


Ela parecia triunfante, deixando a arma a alguns centímetros acima de sua cabeça. Esperava que o garoto se assustasse ou recuasse, todavia, ele lhe presenteou com uma gargalhada. Amélia respirou fundo e arregalou os olhos; estava em seu ápice e, com aquele riso notoriamente debochado, a sensação de querer quebrar alguma coisa apenas cresceu dentro de si. Ela não poderia mais sequer esperar, avançando para cima dele. O loiro, porém, apenas segurou na cintura dela e a ergue, exibindo um sorriso malicioso.

─ Princesa, posso te mostrar um lugar onde podemos fazer isso sempre que você quiser, é claro. ─ Adam tornou a rir, colocando a garota no chão. Infelizmente, ele não pôde desviar do tirso que lhe atingiu o rosto em cheio.

Agora, o riso passou para os lábios da menor. Ela colocou uma das mãos na cintura após se afastar do garoto, que mantinha a mão no rosto marcado. Quando ele tornou a fitá-la, ela jogou-lhe um beijo e novamente empunhou o tirso, fixando os olhos ainda brilhantes nele. Adam endireitou o corpo e sorriu. Ele gostava de garotas difíceis.


Os movimentos que se seguiram pareciam previsíveis demais. Ataque, defesa, ataque, defesa. Os segundos transformaram em minutos, que se transformaram em horas. Uma hora passou-se desde começaram. Poucas duplas haviam restado e, as que haviam desistido, estavam próximas ao centauro. E, dentre as duplas restantes, a mais chamativa era, sem dúvidas, a de Amélia e Adam. Ambos estavam suados, com as vestes coladas aos corpos e empoeiradas pela terra que preenchia a Arena. Ela estava com um corte no braço, em uma das coxas e um aranhão no rosto. Ele estava com alguns hematomas roxos e vermelhidões nos braços e região do tórax, e parecia se esforçar para não coçar-se constantemente. Curiosamente, quem parecia mais debilitado era o maior. Seu rosto pareciam ter dificuldade de entrar em foco, enquanto ele reprimia o ar para seus pulmões constantemente. Amélia ainda exibia um sorriso no rosto, mesmo aparentando um semblante igualmente cansado. Para sua sorte, ela havia percebido que o tirso que ainda segurava era um grande aliado no quesito distração. Nas primeiras vezes que bateu com o objeto no rosto de Adam, percebeu que o loiro começara a ter uma engraçada reação alérgica, tendo que afastar-se da garota para levar a mão livre até o rosto, suprindo a necessidade da coceira. Então, sempre que uma brecha era aberta para si, a garota não pensava duas vezes em pular contra o loiro, desferindo-se batidas onde conseguia alcançar. Claro que isso lhe rendera alguns cortes, contudo, a dor levava-a adiante.

Até que, ela parou, suspirando alto. Adam fez o mesmo, franzindo o cenho. Amélia novamente lhe sorriu, como se fosse um anjo, e ele automaticamente retribuiu ao resto. Inesperadamente, a garota baixou o tirso e caminhou na direção no loiro, notando que ele fizera o mesmo. A distância fora encurtada rapidamente e, quando ele deu por si, ela havia envolvido a mão que segurava o tirso ao redor de sua nuca. Aquele gesto fora a gota d'água para si. Como ela havia imaginado, ele avançou antes, dando-lhe um beijo enquanto começava a levar as mãos grandes até sua cintura. Ela riu internamente e retribuiu na primeira vez. Quando ele fez menção de aprofundar o beijo, ela reuniu a força que lhe restava e desferiu um golpe fraco na nuca do loiro, deixando-o surpreso. Com a surpresa, veio o grand finale. Aproveitando que Adam estava atordoado, Amélia rapidamente puxou a espada que ele segurava para si, empunhando-a na direção dele no minuto seguinte. Ele, vendo-se desarmado, começou a rir e ergueu às mãos em forma de redenção.

─ Touché, querido. ─ Sorriu para ele e cravou a espada no chão, sentindo-se completamente exausta pelo treino. Ela virou-se para a pequena platéia de olhos arregalados e tornou a rir, fazendo uma referência final. ─ Espero que tenham aproveitado o nosso pequeno espetáculo, senhores. ─ Ela voltou à posição normal e suspirou, repousando o tirso no ombro esquerdo enquanto começava a rumar para fora da Arena.

Falas:
Quiron
Adam
Amélia


armas:

♣ Tirso amaldiçoado - Um tirso com hera em sua ponta. Esta hera causa uma reação alérgica em semideuses, que tem sintomas como dificuldades para respirar e coceira. Em monstros, o efeito é venenoso e desacelera os movimentos dele. Quanto mais forte o golpe, mais intenso o efeito. Quando encoberto pela névoa, transmuta-se em um colar dourado, portando como símbolo um cacho de uvas em cores também douradas.

poderes:


Perícia com o Tirso I (Nível 1) – Você está familiarizado com o tirso e dá golpes melhores que os dos outros semideuses.

Criação de videiras I (Level 1) - Você faz brotar do chão, videiras de até um metro de altura que podem prender monstros fracos por uma rodada.


Convidado

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Re: Área de Treinamento - Amélia V. Woolridge

Mensagem por Dionísio em Dom 14 Dez 2014 - 9:31


Avaliação

Então, o que dizer? Foi fantástico, excelente. Detalhou bem, descreveu cada uma de suas ações com uma bela perfeição. A narração foi maravilhosa, harmonizando assim cada trecho de seu post, agradável a meu ver. Sem erros de gramática visíveis, dou-lhe os parabéns. Eis sua recompensa:

+ 1 nível.


- 30 HP/EP.



-Atualizado.





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Re: Área de Treinamento - Amélia V. Woolridge

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