Parcerias
0 de 5
Créditos
» Skin obtida de Captain Knows Best criado por Neeve, graças às contribuições e tutoriais de Hardrock, Glintz e Asistencia Foroactivo.
» Com gráficos e modificações por Hades e Zeus.

Parcerias
0 de 9
Últimos assuntos
» Flood 4.0
Ontem à(s) 18:50 por Ephrain L. Black

» O que faria se acordasse ao lado da pessoa acima?
Ter 7 Nov 2017 - 18:45 por Ulrick Lively Waldorf

» Pedidos de Missões
Ter 7 Nov 2017 - 14:48 por Zeus

» Poste sua lindeza aqui
Sab 4 Nov 2017 - 23:45 por Zeus

» Que Animal lembra a pessoa acima?
Qua 1 Nov 2017 - 21:16 por Ulrick Lively Waldorf

» Prints do chat ou de qualquer lugar.
Sex 27 Out 2017 - 22:58 por Ivy La Faye

» Enfermaria Central
Dom 15 Out 2017 - 18:33 por Nyx

» Salada Mista
Seg 9 Out 2017 - 15:25 por Dorian Blenöger

» Pego - Namoro - Passo - Caso - Morre Diablo!
Dom 8 Out 2017 - 11:55 por Dorian Blenöger

» Bar e Salão de Festas
Qui 5 Out 2017 - 22:31 por Alicia Watts Schratter


Espectros de uma garota - Melissa D. Orvt

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Espectros de uma garota - Melissa D. Orvt

Mensagem por Convidado em Sab 15 Nov 2014 - 13:13





TREINOS

Neste tópico serão apresentados o treino do player: Melissa Dae Orvt. Qualquer cópia não autorizada - sendo esta parcial ou íntegra - será considerado plágio. Acarretando em sérios problemas.



valeu @ cács!

Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Espectros de uma garota - Melissa D. Orvt

Mensagem por Convidado em Sab 15 Nov 2014 - 15:50












Bored- I





O simples fato de Melinoe não ser uma deusa guerreira, não significava que seus filhos, ou ao menos eu, não iria guerrear. Acontece que muitos dos meus meios-irmãos são melancólicos demais para perceberem que uma oura ou outra iriam ter de lutar. Então entre lutar com experiência e ficar fugindo dos problemas, pedindo ajuda para os fantasmas, eu preferia lutar. Por isso a minha ida à Arena. Soube que muitos heróis começaram ali, mas eu não queria ser um heroína, e muito menos ter um monte de semideuses atrás de mim, odiava ser o centro das atenções, e nunca era, pelo menos ser filha de Melinoe tinha suas vantagens. Alguns semideuses simplesmente nos temia, outros sentiam repugnância, bem, para mim não teria a menor diferença sobre o que eles sentiam por nós filhos de Melinoe, bastava que ficassem longe suficiente.

Enquanto caminhava olhava para a tatuagem que logo viraria um açoite e o anel que viraria um escudo, estava pronta para isso? Para essa vida?. Não demonstrava nenhuma expressão, e também não sentia. Eu poderia morrer ou não, não sei como era as coisas aqui no acampamento. Talvez alguns semideuses já tenham morrido na arena, e se caso tenham morrido, irei saber.

Entrei pelo compartimento principal, era uma área grande. Talvez fosse melhor durante a noite, mas não sei se seria agradável ficar em um lugar onde tinham monstros para o combate. Notei alguns olhares de reprovação sobre mim, minha expressão continuou impassível, menos o olhar. Olhei para os dois semideuses que provavelmente seriam os instrutores como se quisesse dizer: "O que foi? Nunca viu uma prole de Melinoe asiática vir à arena?!". No mesmo instante ele desviaram o olhar. Gostava disso, de ser odiada pelos semideuses, embora não fosse de um modo geral.

Uma jaula estava em uma distância considerável, talvez uns cinco metros, ou menos, não sei. O tamanho era relativamente grande. Não tinha participado de muitas batalhas, mas eram poucos os monstros dos quais já tinha ouvido falar que necessitavam uma jaula daquele tamanho. Julgava que ela tinha pelo menos dois metros e meio. Mas que Hades de monstro era aquele?

A grade da jaula rangeu, sendo empurrada para frente. - Eu sinto... - Saía uma voz grossa e estridente de dentro da jaula, junto com um barulho que representaria a onomatopeia de uma cheirada brusca, como se simplesmente quisesse sugar todo o oxigênio em volta -... cheiro de semideuses. - No mesmo instante senti a tatuagem da cobra se "rastejar" sob as costas da minha mão e ir até as pontas dos meus dedos, transformando-se em um açoite, limitado por cabeças de morcegos de ferro estígio enquanto a outra ponta se resumia na cauda de uma serpente, prendendo a arma em minha mão esquerda. O anel escorregava pelo meu dedo anelar da mão direita. Ao sair completamente do meu dado, o anel acionara o mecanismo, de repente era um escudo que cobria todo o meu antebraço mais a metade do meu braco. Não sabia se eu que era pequena ou o escudo que era grande demais. Da penumbra do grande objeto quadrado feito de metal e aparentemente revestido de aço e sei lá mais quais tipo de metal que eles poderiam usar na construção da jaula, um pé humanoide tocou no chão. O pé era totalmente humano, caso fosse ignorado o seu tamanho absurdo. Não é a toa que estava descalço... Quanto ele calça? Número 70?

Fora apenas questão de tempo para que o monstro, ciclope "juvenil" saísse da jaula e viesse em disparada em minha direção. - Um ser de força com extrema força bruta, mas sem quaisquer resquícios de inteligência.... - Falei calma, deixando o primeiro sorriso espairecer durante semanas. - Que lástima. - Aparentemente as cabeças de morcego do meu açoite estavam famintos, parecia saber que a redução do ciclope a nada era inevitável. Ergui o braço para trás e com força e sutileza o joguei para frente. O ligamento da arma se esticou. Como tinha usado desde a primeira vez. O açoite até agora não mostrava um limite para se esticar. O ciclope elevou sua mão até o rosto, fazendo como se quisesse se defender. Tentativa falha. Um sorriso malicioso surgiu em minha face. As cabeças de morcegos metálicas cravaram seus dentes na pele do inimigo, por um breve momento ele caiu e joelhos e urrou. Estava confiante. A cada momento em que o ciclope permanecia com minha arma cravada, mais sua alma seria sugada, e em breve, dissipada.

Finquei meus pés entre duas aberturas que encontrei no chão. Puxava braço para trás, tentando conter o ciclope, mas mesmo depois dos minutos que passaram, o monstro ainda esbanjava vitalidade e força. "Maldição". O humanoide de dois metros e um pouco centímetros a mais levantou o seu braço do qual a arma estava encravada. Não consegui parar para acompanhar muita coisa. Só sabia que agora estava voando na direção do monstrengo, e que se não agisse logo, iria levar um soco. Em pleno ar, enquanto era puxada direto para o monstro, girei, ficando de cabeça para baixo, e pondo escudo em minha frente, encolhendo o corpo, talvez o escudo conseguisse absorver parte do impacto. O golpe fora certeiro. Cuspi um pouco de sangue pela boca. O escudo transmitira todo o impacto para o meu corpo. Não me permitiria a derrota. Enquanto decolava de volta para a posição inicial, tentava pensar em algo, caso eu não interceptasse o acidente, eu provavelmente morreria. Mas logo tive uma ideia. Pela árvore mais próxima, lancei o açoite. Prendi-o na árvore. Caí de pé, deslizando alguns metros para trás, o maldito tinha feito com que eu sentisse raiva. Agora era diferente. Não iria admitir perder para ele, ainda mais depois do quanto que havia tirado dele. Limpei o sangue da boca. Corri direto para a frente dele. - Otário - Joguei meu escudo na cara dele. Ótimo, pele pegou. Sacudi o braço. - Vou te dar um nó. - O açoite se pendeu mais uma vez no braço dele. Desta vez não iria ficar parada. Irei imobilizá-lo. Corri ao redor dele. O ciclope urrava mais uma vez. Logo ele estava emaranhado entre o couro negro do açoite. Não tinha como fazer qualquer movimento. Sentia a alma dele chegar ao fim. E em um simples estouro comprimido, um pó dourado cobriu um raio de meio metro. Estava contente, porém exausta. Minha visão falhou, tudo ficou preto, caí no chão.

Não me lembro do que aconteceu, estava no chalé de Melinoe. Não tinha força suficiente nem para levantar da cama. Maldição.... Parece que ficarei de cama. -

Armas:

► Ghost Wishp - Um açoite totalmente negro com três pontas. Cada ponta contém uma cabeça de morcego feitas de ferro estígio. O Açoite pode se esticar a quantos metros o seu dono quiser. Ele também pode prender no seu oponente e sugar pedaços da alma dele, o deixando mais lento e morrendo aos poucos. A cada sucção da alma, o açoite fica mais forte. Se transforma em uma tatuagem em forma de serpente nas costas da mão, e quando ativada fica presa ao pulso do seu portador.

► Nexus - Feito de platina, banhado em ouro branco, o escudo ajuda a prole a defender-se de ataques mágicos ou de fantasmas, o desenho de um fantasma desaparece e deixa a prole de Melinoe invisível, transmuta-se em um anel com um diamante.

Poder:
▪ Melancolia I: Os filhos de Melinoe são conhecidos pela sua melancolia. Eles pode deixar o adversário confuso. (Passivo; Nível 1)


Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Espectros de uma garota - Melissa D. Orvt

Mensagem por Convidado em Sab 15 Nov 2014 - 22:27


Avaliação.

Treino bem detalhado e afins, gostei da forma como escreve. Continue assim.

+50Xp


- 50 hp/ep.



Atualizada

Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Espectros de uma garota - Melissa D. Orvt

Mensagem por Convidado em Sex 28 Nov 2014 - 22:56












Bored- II





Algumas coisas aconteceram entre o intervalo de tempo entre o primeiro tempo até agora. E a melhor das coisas eu me arrisco a dizer foi ter virado uma caçadora da Ártemis. Desde então me sentia melhor e mais leve, bem disposta e preparada para quase tudo. Sentia como se a vida tivesse me preenchido. O que era novo, já que toda minha vida tinha sido uma garota intocável. Na verdade isso em mim só tinha se multiplicado, mas também tinha começado a me abrir para amizades e conversas, algo que não suportava antigamente.

Como a mais nova caçadora reclamada por Ártemis, tive a curiosidade de testar minhas novas habilidades, e ai estava o meu motivo de ter ido a arena. Estava afim de me divertir, e matar mais monstros, e não levar uma surra deles como a primeira vez. Para isso estava com a ghost wishp, ainda era uma tatuagem, não havia acionado-a como um acoite mortal. E junto com ele estava a minha pulseira que logo tornaria-se um arco e que também carregava o pingente que magicamente era uma aljava com flechas. Estes dois itens eram exclusividade de ser uma caçadora e eram incríveis. Sem contar no medalhão de Falcão que me proporcionava vantagens sem igual.

O arco estava em minhas mãos. Pronto para ser usado contra as três harpias. Ainda não tinha armado-o com uma flecha, queria testar minha habilidade de manuseio com ele antes de treinar minha mira. As três aves mulheres bestiais voavam em circulo. Procuravam-me pelo ar, prontas para me atacarem, mas devido ao medalhão eu conseguia correr rapidamente e sem cansar facilmente. Pulei no galho de uma árvores e em uma pirueta já estava perto de seu topo, praticamente na mesma altura das harpias, e ao parecer uma das pequenas miseráveis tinham me visto. Ela voava de forma feroz, mas minha visão e velocidade melhoradas permitiram-me esquivar e desferir uma batida em uma de suas asas. Ela estava voltando, e não tinha chamado as outras, o que significava que conseguiria derrotá-la sem outras preocupações. Passei o arco por trás de meu corpo e rapidamente me sentei no galho. Formei um ângulo reto com o joelho em relação ao galho e joguei o meu corpo para trás. Estava me sustentando com as pernas. Rapidamente retirei uma flecha da aljava e a posicionei, ela já estava bem posta no arco, mas não tinha atirado muitas vezes com arco, e mesmo sabendo que minhas chances de falhar eram poucas, resolvi aguardar. Meu coração palpitava pela excitação. Ela estava a apenas dez metros de distância, preferia que ela se aproximasse um pouco mais. Agora eram sete, cinco, três metros e aos inicias dois metros de distância soltei a extensão de madeira com a ponta triangular mortal.

Minha hesitação não tinha me servido de muita coisa, mesmo morta, a harpia tinha conseguido me derrubar da árvores. Seu corpo agora sem vida, porém com movimento que poderia ser explicado com a física tinha se chocado com as minhas pernas, isso tinha feito com que tivesse perdido a estabilidade, o que consequentemente me lançou dois metros e meio abaixo. Graças aos novos poderes, a queda tinha sido uma dor passageira. Apenas o leve latejamento servia como lembrança da queda, mas agora não era hora para ficar pensando nisto. Ainda haviam duas harpias pelo céu. Desta vez não esperaria, estava ansiosa para terminar aquele treino. Deixei a próxima flecha preparada para atravessar a harpia que viesse de encontro a mim. Procurava-as entre as árvores, no céu e na terra. Não as achava. Até que então ouvi gritos de desafio e vitória.

Assustada corri para a área imediatamente. Ao chegar lá vi apenas dois meninos que aparentemente eram mais novos que eu. E pelo o semblante de ambos, novatos no acampamento Meio-Sangue também. Analisei-os perfeitamente e vi então as adagas deles cravadas nas harpias, uma para cada um. E o meu bom humor logo havia se transformado em raiva. - Ninguém disse para vocês não atrapalharem uma garota?! - Falei rígida com um olhar sem qualquer tipo de emoção além de raiva. - Eu poderia matar os dois. NESTE EXATO MOMENTO! - Gritei exaltada. Passei pelos dois, esbarrando-me propositalmente neles, fazendo-os cair no chão. - Mas não seria uma luta justa... - Continuei andando. - Espero poder me encontrar com vocês no futuro - Disse sarcástica, saindo da arena com bastante raiva para descontar em alguém para a semana toda.

Armas:

► Ghost Wishp - Um açoite totalmente negro com três pontas. Cada ponta contém uma cabeça de morcego feitas de ferro estígio. O Açoite pode se esticar a quantos metros o seu dono quiser. Ele também pode prender no seu oponente e sugar pedaços da alma dele, o deixando mais lento e morrendo aos poucos. A cada sucção da alma, o açoite fica mais forte. Se transforma em uma tatuagem em forma de serpente nas costas da mão, e quando ativada fica presa ao pulso do seu portador.

Arco Lunar – Arco prateado em forma de meia lua. Transforma-se em uma pulseira. É indestrutível, e se perdido, sempre voltará para a dona. [Presente de Ártemis pela integração no grupo das caçadoras]

 Aljava de Flechas Infinitas – Aljava feita de um tecido prateado e especial, impossível de destruir, queimar ou rasgar. As flechas são infinitas, ou seja, não importa quantas use em batalha, nunca acabaram. A aljava vira um pingente de lua. [Presente de Ártemis pela integração no grupo das caçadoras]

Colar da Caçadora – Um colar que todas as garotas recebem quando entram na caçada. Com um pingente em forma de cervo, ele identifica as caçadoras. [Presente de Ártemis pela integração no grupo das caçadoras].

Habilidades:
Medalhão: Falcão >> enxergará como o animal e terá sua impressionante velocidade, podendo também planar no ar por alguns segundos.



Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Espectros de uma garota - Melissa D. Orvt

Mensagem por Convidado em Seg 1 Dez 2014 - 16:15


Avaliação.

O treino, em si, fora bem distribuído e com um enredo interessante. Não vi tantos erros visíveis, porém, seria bom se o tamanho da letra no texto fosse aumentada, afim de melhorar a leitura. No mais, nada a acrescentar.

+25Xp

-20  hp/ep.

Atualizada

Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Espectros de uma garota - Melissa D. Orvt

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum