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• Treinos de Alecksej•

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• Treinos de Alecksej•

Mensagem por September C. Daskov em Qua 15 Out 2014 - 13:28


TREINOS DE ALECKSEJ

Aqui estará  reservada, as postagens dos treinos de Alecksej a prole da morte.Caso alguém queira participar de um treino especial basta enviar uma MP ou então conversar diretamente pelo Chatbox com o mesmo. 


Obrigado pela atenção. 


thanks weird for ♣


Última edição por Alecksej Schwammbach em Qua 22 Out 2014 - 18:18, editado 1 vez(es)


September
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Re: • Treinos de Alecksej•

Mensagem por September C. Daskov em Qua 15 Out 2014 - 20:25

.


Última edição por Alecksej Schwammbach em Dom 16 Nov 2014 - 10:40, editado 4 vez(es)
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Re: • Treinos de Alecksej•

Mensagem por Convidado em Qui 16 Out 2014 - 11:56


Avaliação.
Bom, isso não foi um treino e sim uma parte de sua vida, como já havia me contado. Não poderei avaliá-la como um treino visto que não há o que avaliar, é uma parte de sua história. Tente escrever no word, você vem colocando vírgulas em lugares errados, escrevendo palavras de forma errada como "exito" no lugar de "hesito" e também trocando o plural pelo singular algumas muitas vezes. Desde já, só isso que tenho a comentar.


Convidado

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Re: • Treinos de Alecksej•

Mensagem por September C. Daskov em Sex 24 Out 2014 - 11:50

A respiração ofegante e os ruídos no meio da mata… Fazia o jovem moreno se tranquilizar por apenas segundos. No bosque, Alecksej queria um treino diferente, algo que o levasse a morte ao que gostava o MATO. O cervo corria pelos arbustos ao envolvo de Alecksej para que não fosse atingido com o arco que o mesmo se despojava e a alijava. Barriga, pra dentro ombros altos e lábios próximos ao extenso cordão que ligava uma ponta do arco a outra. Suas pernas bruscamente, se flexionavam, e seu tronco movesse de acordo com os barulhos que extinguiam rapidamente pelo recinto, assim se preparando. Lentamente ele moveu seus olhos azulados até a cabeça do servo e pegando uma das flechas colocou, no arco assim mirando com suavidade. O lábio era mordido por ele mesmo e com um passo a frente somente, soltou a flecha com a precisão de ponta indo em direção do cervo. Com um salto esperto o bichinho esquivou, mas o garoto não desistira, com um puxão preciso o tal, puxou outra flecha e mirou acertou a perninha fazendo com o animal caísse ao chão sangrando. Caminhando, assim pisando nos galhos jogados, assim estralando-os ia em direção do animal, sacando a foice de sua cintura logo na bainha, Alecksej cortou a cabeça do animal assim jogando de canto, e puxava seu corpo abatido assim arrastando pelo chão. As mãos pálidas e frias logo eram manchadas pelo sangue que coloria um sorriso largo e satisfeito aos lábios do homem, fez com que o mesmo seguisse para um canto mais afastado do bosque com o corpo. As anduas dele fazia o clima ficar meio misterioso, naquele friozinho rigoroso juntamente com o cadáver em mãos. O pouso do mesmo diante da paisagem era inédita, o filho de Thanatos puxou um tronco que caíra durante uma chuva rigorosa no acampamento e se sentava. O corpo falecido do animal logo se desalinhou na mão do tal, assim com suas unhas retirando a carne e comendo crua. Um barulho entre os arbustos o deixou intrigado, e achando que fosse Quíron logo se levantou jogando o corpo do animal para trás:


— Quem esta ai? -Questionou ele com um olhar frívolo para o nada. - O vento fez a sua voz ecoar pelos troncos mortos das árvores até então, por sua vez, o mesmo andou com cautela até mais a frente para visualizar melhor o que se ocorria. Seus pés faziam os rangeres ficarem mais altos até então se virar e ver um vulto preto. Suas mão foram até a sua foice que ficava na bainha, assim massageando-a para caso algo virasse de uma vez só e atacasse, mas não. Os olhos azulados do menino, pesquisaram a localidade por inteiro e percorrendo levemente a sua caminhada, pode visualizar nada mais do que o gramado baixo que levava a Arena. Um toque frio mascou o rosto do mesmo que se assustava dando um salto para trás. Desafiadamente seus olhos reviraram a espera de encontrar a face do tal sujeito:




— Não esta lembrado de mim? - Questionou uma voz feminina. Logo Alecksej encontrou o rosto da “pessoa” porém estava oculto com uma máscara preta.




— Como posso reconhece-la sendo que mal vejo seu rosto? - Inquiriu ele. A máscara caíra mostrando um par de olhos verdes e lábios tão vermelhos quanto um morango maduro.




— Agora vê? - Olhou ela com um sorriso sedutor.


— Não me lembro de você…- Sussurrou ele. — Mas que porra. -Gruiu olhando o chão. As mãos dela percorriam logo a barriga do mesmo dado  uma aproximação sorrateira. Ao chegar com o palmo ao colarinho, ela impôs as duas mãos firmes assim pegando com força o rapaz jogando-o para uma distância curta para trás. Com um forte impacto que teve Alecksej, se chocou contra uma arvore assim fazendo ela ficar lascada. Caído já ao chão o tal colocou a mão na cabeça e ficou com os olhos serrados, um fechado e o outro meio aberto assim apenas enxergando alguns fios de cabelos pairarem no ar. Ele soergue-se com delicadeza do chão sacando o arco e uma flecha já armada bem de ponta. A sua mira era desigual e desmilitarizada comparada a seus outros irmãos, mas ao observar mais uma vez os olhos daquela mulher que o atacou o mesmo pressentiu uma chama reacender em seu peito. Seria aquela da qual lutava anos atrás em busca de amor? Não importava naquele momento, mas aqueles olhos…




— Acho que a conheço… -Falou ele num tom baixo. Os olhos de Aleck ficavam serrados e a sua boca ficava levemente molhada, suas mãos mexiam lentamente com a foice ainda em mão. Aquela mulher fez com que Alecksej almejasse um sentimento deixado de lado há muito tempo, o amor. O corpo da mulher foi como um violão cheio de curvas polpáveis para frente do garoto. Suas vestes eram como um vestido de seda longo e as mãos claras subiram por todo o corpo do rapaz muito rápido assim chegando aos lábios. Um beijo gozoso foi dado pela mulher, sim ela deu um beijo no tal, tão provocador que o mesmo não puderá reagir. Era um sabor intenso que pela primeira vez lá no acampamento presenciava. Suas mãos puxaram o corpo dela próximo, era muito estranho reagir daquela forma. Ao abrir os olhos, Alecksej vira os olhos esverdeados da mulher em se tornarem em vermelhos… Tomando um susto o mesmo a empurrou e sacou a foice colocando as correntes ao envolvo do braço:




— Desgraçada… -Murmurou ele a olhando com um tom ameaçador. O que parecia “uma cena boa” na verdade não era. Os velhos desafios do acampamento ainda se faziam presentes logo aquela de aparência rustica se tornaria em uma besta. Dito e feito. Como Alecksej já pensava a mulher se transformou em uma Harpia. Grandes asas ficaram em destaque, eram grandes negras própria para seres de rapina dos tempos mitológicos. Os seios moldavam o corpo escultural daquele ser, porém ao olhar a boca, estava sedenta de sangue humano e como Aleck não seria aquele que iria se candidatar a “petisco” teria que correr contra o tempo até tornar-se tarde onde deveria de voltar para o chalé o mais rápido o possível:




— Vamos acabar com isso agora mesmo! -Exclamou Aleck como dado incio de luta. Seus pés ficaram separados um do outro e os braços erguidos com a foice presa em um braço enrolado com as correntes de prata prontas para serem atacadas. A Harpia batia as asas fazendo a terra em pó voar assim cegando por alguns minutos o filho da morte a aproveitando a chance para ataca-lo. Ela bateu contra o mesmo o jogando para trás, ma a um passo não pudera cair bem em cima de sua espada.  Um tanto conturbado Alecksej, jogou a foice a frente prendendo o pé do animal. Porém a  força de um astuto monitor não seria o suficiente para aquietar a fúria do monstro. Ela arrebatou o jovem rapaz para próximo de si com sua força arrastando o rapaz até a Arena:



—  Esta gordinho meu caro, pena que não poderá aproveitar todo este peso, pois, morrerá hoje!- Ameaçou o animal jogando pela janela da Arena.  A janela transmitia uma luz solar ressonante mostrando como o dia estava belo. Os campistas treinavam instintivamente através de seus socos, chutes, ponta e pés percebendo um barulho estrondoso recuram correndo para trás. Os gritos ecoaram e pelo lado de fora, Quíron que até no devido no momento se encontrava do lado de fora da localidade não ligava para o barulho aliás do que era o acampamento sem aquilo? Mas pelo fato de pensar que fora uma torcida para alguma luta inédita o mesmo se dispôs a ir para dentro do conclave de lutas. Ao abrir o portão com a mão esquerda o mesmo via os adolescentes para trás assustados, ma soa fintar seu olhar mais a frente localizou vários cacos de vidros ao chão e um garoto de cabelos negros com uma fera segurando seu colarinho com as mãos:


—  Não pode ser. - Falou o centauro. Alecksej colocou um dos braços de lado assim se levantando com lentidão ao ver que o animal bruscamente o soltava. A foice caiu ao chão com a corrente danificada e restando somente o arco, Aleck sacava juntamente uma flecha sônica.  Inserindo no aro fino o mesmo mirou na tal com um dos olhos fechados atentos para o voou. As asas da criatura batiam com muita velocidade deixando os demais do local mais amedrontados do que deveria.  A mão puxou pra trás o laço e a flecha que fora tirada num minuto. Avisando num berro para todos que aquela era uma flecha com zunidos pleo fato de ser sônica, todos taparam os ouvidos e fecharam os olhos. As flechas foram atacadas numa das asas do animal o pregando no paredão. O som ecoava como um ruído ensurdecedor. A Harpia mexeu a cabeça e caiu ao chão com os tímpanos sangrando… O pequeno rapaz, então, revirou os olhos e caiu ao chão desacordado no meio da Arena… A boca aberta, os olhos fechados, a pele pálida e fria, o arco de lado, as flechas caídas, o corpo tremendo. Quíron então vedo a bravura do jovem rapaz, sinalizou para os demais campistas para pegarem ele e o levarem até a enfermaria e lá assim Alecksej podê acordar e receber os paramentos precisos.


♦ Falas da Harpia/Mulher ♦ Quíron ♦ Alecksej
Armamento:

† Daedric Sickles - A foice é a principal arma de uma prole de Thanatos. Logo, o maior presente dado a seus filhos são duas foices de punho, cujos cabos e lâminas são de ferro estígio, com detalhes em algum material vermelho não-identificado. As lâminas medem cerca de quarenta centímetros e nunca perdem o fio. Elas possuem uma corrente de prata no final do cabo, cujo tamanho é definível, para que o filho de Thanatos possa enrolá-las em seus braços e atacar à distância com as foices. Lança uma energia negra, que se fortalece mais a cada nível e faz mais danos aos adversários.




Arco de Bronze Celestial
Aljava com 30 Flechas de Bronze Celestial e Sônicas
s
  
E o início de vida com morte se é dado...



Última edição por Alecksej Schwammbach em Dom 16 Nov 2014 - 10:44, editado 1 vez(es)


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Re: • Treinos de Alecksej•

Mensagem por Íris em Sab 25 Out 2014 - 15:22


Avaliação.


Perdas!

- 15/20 HP / EP

Ganhos!

25 EXP & 50 Dracmas

Você escreveu algumas palavras erradas, como ínicio, recuaram, poupáveis e pudera. Sugiro que tenha mais cuidado com tais coisas.







I Can't Be Their Devil, So Work Very Hard.


 
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Re: • Treinos de Alecksej•

Mensagem por September C. Daskov em Dom 23 Nov 2014 - 19:08

O acampamento estava num dia corrido, pelo fato de o calendário marcar certamente o mês do dia das bruxas, muitos campistas estavam correndo contra o tempo para preparar algo, além do mais não podemos perder algumas raízes e nem costumes americanos. Alecksej então havia se levantado de sua cama e esticado o edredom. Os olhos por um minuto percorreram o quarto inteiro tentando achar algo de familiar. Coçando a barba com as mãos ele finalmente percebeu o que faltava, a sua arma e a sua máscara. Sim naquela temporada Aleck, aproveitaria para fazer um treino simples na arena e quem sabe ter a sorte de encontrar o local vazio. Retirando o arsenal por completo o mesmo depositou-os sob a cama e foi em seguida em direção do banheiro. Lá se despiu e ligou o chuveiro, a camada de vapor encobriu todo seu corpo e juntamente molhou os cabelos assim lavando-os e massageando-os. Após o banho, Alecksej se secou e mudou a roupa, reposicionou todo o armamento ao corpo. Abrindo a porta do chalé através da maçaneta, Aleck desceu os dois degraus que continham a frente vagarosamente. A sua caminhada fora calma porém duvidosa, muitos dos campistas não o viam, mas observava atentamente os preparativos para a festa que estavam praticamente perfeitos. Cada detalhe dentro do seu contexto e lugar tudo programado e organizado. Estes filhos de Afrodite sabem como organizar uma festa - Refletiu a prole da morte. Logo mais chegando na arena, o moreno se depara com a porta aberta, um milagre em tempos festivos. Encorajado a entrar, o tal punha ao rosto a sua máscara e sacava a sua lâmina. A porta foi empurrada e meia aberta, aquele podê ver quem estava lá dentro. Os olhos do mesmo se surpreenderam ao ver a fila de campistas que estaria para treinar num combate em grupo. Andejando até lá, logo se sentou e atentamente fintou seus olhos numa garota que estava sentada num dos bancos com o braço enfaixado. Envergonhado ele não imaginava de forma alguma se quer como dirigir a palavra para a menina, mas após algum tempo já a observando resolveu deixar a vergonha de lado e convida-la para um treino amistosos:

— Gostaria de lutar com você… — Murmurou ele sorrindo gentilmente com a máscara na mão. — Um amistoso o que me diz? — Questionou ainda a olhando e a espera da resposta. Gentilmente ela olhou e o ouviu em seguida, se levantou e o encarou de frente:

— Esta me convidando por causa do meu braço não é? Ele esta enfaixado pelo treino que tive ontem... Acha que pode me vencer? — Ela mal respondia o que o rapaz perguntou e já vinha com um tom de voz grutesco e com uma postura desafiadora. Ao invés de se sentir ofendido Alecksej sorriu de canto e olhou mais uma vez para ela indo para trás com os braços estendidos:

— Calma miss, braveza só a convidei para treinar e saiba mocinha ninguém nega uma luta desde… 

— Ele sinalizava com os dedos: — Há 3 anos… — Sussurrou ele. Ela arqueou a sobrancelha e sacou uma espada e foi a frente flexionando a perna e jogando o cabelo para trás. Ambos se esquiparam: Alecksej colocou a máscara e flexionou a perna juntamente como ela e sacou a foice. Os dois giraram por alguns minutos e olho no olho. Alecksej pensava em um combate surpresa, mas ela parecia querer mais do que aquilo. O olhar maldoso e a malícia estampada em seus lábios atraia Aleck, seria ela filha de Afrodite? Querendo jogar jogos de sedução para cima do rapaz? Não importava o que seria então, aquilo o deixava mais “excitado” para travar uma luta limpa ou quem sabe… suja.  A foice, e a espada logo, se batiam fazendo o ranger laminado ecoar pelo recinto por completo. De longe, Quíron acompanhado a um sátiro observavam os movimentos dos jovens:

— Acha mesmo que ele irá conseguir vence-la? —  Perguntou o sátiro, olhando para o centauro. 

— Nunca se sabe… —  Murmurou o centauro cruzando os braços. — Alecksej é um bom menino, um pouco perturbado, mas é bom. Ela é mais forte aliás esta aqui a anos…— Completou analisando. Voltando a luta os dois iam bem, as lâminas batiam os esquivos estavam corretos, porém algo ressaltado pela garota a fez  tomar a atenção por completa de todos. Esquivando do garoto, ela bateu com o cotovelo e o derrubou com a força do braço e caído ele arrastou a foice contra a menina e a olhou profundamente, fazendo-a recuar de medo. Soerguendo-se ele teve a fúria em mãos, não era só uma queda era, jogar todas as táticas fora num único minuto. Os olhos da prole da morte iluminavam a sede de matar e nem um pouco apavorada a menina o encarava num só olhar. A íris extinguiu um brilho que fez a atenção de Quíron aumentar a ponto de se levantar de onde estava sentado e a fazer um sinal para o filho de Ares que se encontrava ao lado… A foice girou nas mãos do garoto e o olhar impotente ainda era permanecido como um réquiem para  as lutas. Seu braço ergueu para o alto junto com a foice e desceu em direção da menina. Desarmada ela largou a espada e colocou as duas mãos cruzadas bem a frente do rosto… Ele com os olhos arregalados e mordendo os lábios acertou o braço da garota cortando-o rasamente. Antes que o tal atacasse novamente, a prole de Ares que estava atrás recebendo o sinal do sábio o aparou pegando em seus braços e puxando para trás fez com que se afastasse da garota e o outro que ajudou Quíron diferiu tapas fracos nas bochechas do homem que o olhará com raiva. Quíron juntamente com o outro foi em direção do  menino e foi dar a bronca no próprio:

—  Parem agora!! Alecksej como podê fazer isto com a menina? Ela esta assustada… — Mostrava ele a moçoila desamparada logo ele sinalizava com o dedo a saída da arena: — Chega por hoje...— Sussurrou Quíron com uma voz rouca. Aleck balançava a cabeça e mordia o lábio, olhava com raiva para o centauro e para a garota e inclinava o corpo, pegando sua foice e saia pela porta socando, o espiral de madeira do local. 

Arma usada:


† Daedric Sickles - A foice é a principal arma de uma prole de Thanatos. Logo, o maior presente dado a seus filhos são duas foices de punho, cujos cabos e lâminas são de ferro estígio, com detalhes em algum material vermelho não-identificado. As lâminas medem cerca de quarenta centímetros e nunca perdem o fio. Elas possuem uma corrente de prata no final do cabo, cujo tamanho é definível, para que o filho de Thanatos possa enrolá-las em seus braços e atacar à distância com as foices. Lança uma energia negra, que se fortalece mais a cada nível e faz mais danos aos adversários.

E o início de vida com morte se é dado...

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Re: • Treinos de Alecksej•

Mensagem por Apolo em Qui 27 Nov 2014 - 20:10


Avaliação
Um bom treino, Aleckseja. Não notei erro algum, e foi uma boa narrativa, não cansativa de se ler. Queria que tivesse matado-a q

Ganhos e Perdas:
+ 80 EXP

- 20 HP / 15 EP

Atualizado por POSEIDON.



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Re: • Treinos de Alecksej•

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