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»Treinos de Nora V. Benson«

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»Treinos de Nora V. Benson«

Mensagem por Nora V. Benson em Ter 30 Set 2014 - 21:04

you, bitch!

A casa da Barbie é perfeita, mas ar puro nunca é demais. Saio do recinto rosa, deixando para trás as janelas e as persianas azuladas para me misturar com campistas suados trajando armaduras. Caminho, passando pelos bosques até chegar ao pavilhão. Ultrapasso o mesmo em passos lentos, observando as árvores. Algo nesta manhã está diferente, acordei motivada a fazer coisas insanas.

Chego à arena: Um enorme espaço de terra que jaze sobre o chão, com semideuses treinando com bonecos de palha, lutando entre si e até mesmo correndo por entre as árvores próximas. Observo as garotas suadas, os cabelos despenteados e filetes em seus lábios.

-Precisa de ajuda, senhorita? –um sombra enorme projeta-se atrás de mim. Viro-me, dando de cara com o corpo de Quíron, o diretor de atividades do acampamento. Sendo este um centauro, a parte inferior à cintura de seu corpo é um grande garanhão branco, enquanto a parte de cima é apenas um homem com barba bem aparada e cabelos penteados, com um arco preso ao ombro e uma aljava nas costas.

-Eu queria mesmo pedir sua ajuda, homem-cavalo. –ele suspira. Não reprimo um sorriso travesso. –Preciso de ajuda com arco e flecha.

-Ótimo. –ele sorri. –Eu ia começar a aula agora mesmo com uns filhos de Deméter. Venha. –depois de experimentar uns dez arcos diferentes, Quíron emprestou-me o seu. Pego uma aljava com dez flechas com ponta de metal, apenas para treino.
-Muito bem, semideuses. Um arco é importante para...

-Já sabemos. –o interrompo, fazendo-o dar mais um suspiro.

-Pois bem, engatem as flechas. –eu o faço com certa dificuldade. A pena na ponta do meu projétil tem desenhos avermelhados e algumas partes em azul. Assim que engato, espero mais uma instrução. –Puxem a corda. É importante ressaltar: Quando mais esticarem a corda, mais longe a flecha vai e, em alvos distantes como os nossos, atirem alguns centímetros mais para o alto.

Eu entendi. A flecha voaria e cairia alguns centímetros no ar, já que nossos alvos estão a uns 20 metros de distância. Puxo a corda, de forma que a pena encosta em minha bochecha. Miro alguns centímetros mais ao alto do ponto vermelho do alvo.

-Soltem quando tiverem segurança... –solto a corda. A flecha parte, cortando o ar de forma rápida. Vejo apenas a pena branca deixando um rastro sem cor no ar, que logo some. Para meu azar, a flecha para no lugar que mirei, não caiu nem um pouco.
Bufo e puxo mais uma flecha da aljava, a ponta reluzindo com o sol da tarde.

-Nora... –engato a flecha na corda do arco de carvalho enquanto Quíron fala. Não lhe dou atenção, puxo a corda e disparo o projétil. Infelizmente, não puxei a corda o suficiente, então a flecha ricocheteou para longe, inútil.  

Tento outra, outra e mais outra. Nada dera certo. As que se fixaram pararam longe demais do objetivo central.

-Tente de novo, criança. –ele me disse. Suspiro. Pego mais uma flecha e a engato na corda, puxando a mesma devagar. Miro no centro do alvo e puxo a corda o máximo que posso. Respiro fundo. Um. Dois. Três. Solto a corda e fecho os olhos com força, cruzando os dedos.

-Parabéns. –a primeira coisa que vejo é o seu sorriso branco e alinhado. Olho para o alvo e percebo que meu projétil, no qual eu não acreditara que conseguiria, chegou ao centro do alvo, marcando 100 pontos. Tento reprimir a felicidade, como se aquilo fosse algo clichê, mas um sorriso me escapa.

Devolvo o ar e a flecha para o velho centauro e saio da arena saltitante.


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Re: »Treinos de Nora V. Benson«

Mensagem por Convidado em Qua 1 Out 2014 - 16:32


Avaliação.
Me senti muito a vontade lendo o teu texto, é bastante descontraído e nos deixa a pensar que estamos realmente te ouvindo narrar um fato cara a cara. Confesso que me perdi uma vez ou outra, mas, pode melhorar da próxima. Sinto que houve pouca ação, quero mais da próxima vez.

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Re: »Treinos de Nora V. Benson«

Mensagem por Nora V. Benson em Qua 1 Out 2014 - 17:46

you, bitch!

A espada de bronze é pesada em minhas mãos. Sua lâmina, de mais ou menos 90 centímetros, reluz com um crepúsculo agradável, lançando um pequeno reflexo no chão de areia. Sátiros correm atrás de ninfas dos bosques, semideuses caem na terra e suas roupas ficam sujas. Algumas garotas do chalé 10 permanecem observando os garotos bonitos.

Com certa força, ergo a espada e a empunho. Não demora muito para que a lâmina volte para o chão. Eu a largo ali mesmo, partindo para outra arma. O chicote Serafim preso em minha cintura. Desenrolo-o. Um chicote reluzente e belo que emana energia e um cheiro de flores silvestres.

-Precisa de ajuda? –pergunta-me um semideus, sujo e com a camisa em farrapos. Algumas cicatrizes projetam-se em seus braços. Assinto. –Bom. Manusear um chicote é fácil. Basta saber usar a força e o pulso.

-Parece cansativo. –comento, fazendo-o abrir um pequeno sorriso.

-Realmente, mas é legal. –ele me ensina algumas posições corretas dos pés, braços e o modo certo de empunhar a arma. Depois de fazer algumas demonstrações usando bonecos de palha e pano, ele decidiu que o melhor seria fazer um treino em que eu pusesse as habilidades à prova. Algo que acordasse meus instintos do cheiro de flores do chalé 10.

O monstro surpreendeu-me. Uma mulher alta, cabelos longos negros e lisos. Olhos amarelados e com fendas verticais, como de um réptil. Usando um peitoral que esconde sua pele escamosa e verde do corpo, mas as pernas. Bom, não são muito bonitas. No lugar de suas pernas há dois enormes troncos de serpente que mexem-se como chicotes.

Em umas das mãos, empunha uma lança de dois metros toda de madeira com a ponta de metal. Se eu não tiver cuidado, serei empalada em breve. A criatura avança, deixando um rastro na terra e sibilando, farejando o ar. Imagino-me como a Barbie Indiana Jones neste momento, então desfiro o primeiro golpe.

Um estalo no chão faz a criatura recuar. Dou mais dois estalos com força e lanço o chicote, segurando sua empunhadura com força, que se encaixa perfeitamente nas medidas de minha mão. Minha calça jeans é colada em mim e, no momento da luta, percebo que ela me atrapalha. A blusa do Acampamento é feita de algodão, um tecido leve e confortável enquanto meus fios dourados estão presos em um rabo de cavalo que se estende até o centro de minhas costas.

-Ssssemideusa. –sibila o monstro mais uma vez, tentando espetar-me com a lança. Recuo alguns passos no momento exato em que o monstro desfere um arco mortal contra meu peito. Por sorte, não fui atingida. Lanço o Chicote Serafim, sua ponta cortando o ar com uma velocidade tremenda. Desfiro um arco amplo o bastante para atacar o monstro de uma forma bem dolorosa, mas para meu azar, a criatura coloca a lança no caminho. O fio do chicote enroscasse na haste da arma e então tal criatura percebe: Se eu puxar...

Puxo o chicote com força, desta vez, trazendo também a arma do monstro, que espuma de raiva e avança.

-Conheça Raabe, criatura. –seguro o cabo de minha arma com mais força. –O anjo da morte.

Estalo o chão e levanto o chicote, rodando-o algumas vezes acima de mim antes de descrever mais um arco amplo. Seu fio de couro enroscasse no pescoço de minha monstruosa adversária e, sem hesitar, puxo o mesmo, fazendo o fio apertar-se e sobre o pescoço do monstro e arrancar sua cabeça com a volta.

A cabeça pulveriza-se no ar, o corpo cai e vira areia dourada que logo é levada pelo vento. Sua essência agora no Tártaro.


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Re: »Treinos de Nora V. Benson«

Mensagem por Éris em Qui 2 Out 2014 - 15:36


Avaliação.
Me sinto orgulhosa. Você sabe como detalhar bem uma luta, mesmo que tenha ficado um pouco repetitivo. Não encontrei erros ortográficos que fizessem desmerecer seu treino. Espero que você continue evoluindo mais e mais a cada momento que passa.

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Re: »Treinos de Nora V. Benson«

Mensagem por Nora V. Benson em Sab 11 Out 2014 - 10:21



     

     
       
       
       









     Bang Bang, bitch

     

Nora caminhava de um lado para o outro na arena. Semideuses ali lutavam contra monstros, bonecos de palha e pano e até com seus amigos. Nora não parecia ser grande coisa: Uma garota baixinha e magra, os cabelos negros soltos para trás. Sardas salpicando-lhe o rosto de boneca. Coturnos, como sempre, jeans surrados e a blusa do Acampamento.

-Ei, você. –alguém a chamou. A moçoila virou-se e deu de cara com outra jovem, mais alta e atlética. Sua pele bronzeada e os braços com cicatrizes brancas, os cabelos negros presos em um rabo de cavalo. Olhos cor de âmbar e um semblante cruel.
-Ahn, sim? –Nora sorriu de forma amigável.
-Precisa de alguém para treinar? –antes que Benson pudesse dizer algo, a jovem pulou para trás em um salto mortal. Quando aterrissou estava empunhando sua espada de bronze reluzente: Uma lâmina de noventa centímetros de comprimento, a empunhadura de couro e cabo de madeira. A filha de Afrodite quase esqueceu-se que também tinha seus brinquedos.

Os fones brancos que acompanhavam o colarinho de sua blusa brilharam e, em poucos segundos, empunhava uma grande espada de titânio brilhante, a lâmina de fio duplo reluzindo com a luz do sol.

Não é a única que possui brinquedinhos, pensou.

-Meu nome é Therese. –disse a outra jovem. Ambas correram, as espadas em punho. Nora chegou perto o suficiente para atacar, mas um arco amplo imposto por Therese obrigou Nora a recuar. Por sua vez, Benson desferiu um arco na altura do pescoço de sua oponente e deu uma estocada sem dar espaço de tempo para seu alvo se defender. Um rasgo projetou-se na blusa do acampamento de Therese.

Outra estocada por parte da jovem Benson, desta vez, sem sorte. A morena sentiu-se frustrada e aparou um golpe da lâmina de bronze de sua adversária, que desta vez, começava com estocadas e arcos na vertical.

Você é boa, pensou Nora. Um semblante sombrio surgiu em seus lábios. Mas não é o suficiente.

Aproveitando seu tamanho, Nora esquivou-se de dois golpes e desferiu mais um arco na diagonal, fazendo a espada de Therese aparar sua lâmina, abrindo a guarda do tórax e abdômen. Quando a moça foi perceber, já era tarde, pois o punho de Nora voou em sua barriga, tirando-lhe o ar.

Sua inimiga, por sua vez, deu duas estocadas e abriu um arco amplo com sua reluzente lâmina de bronze. Por sorte, a jovem Benson esquivou-se, mas um talho fora feito em seu braço esquerdo. Não era profundo e não sangrava, mas com o esforço dos movimentos para empunhar a espada, o corte começara a arder em seu membro.

Therese acertou-lhe com um chute doloroso na barriga, fazendo Nora recuar e ir ao chão. O ar fugiu de seus pulmões e a dor passou a ser insuportável. A morena ergueu-se, pronta para continuar, ignorando a dor e o nítido gosto metálico do sangue em sua língua.

A jovem Benson atirou sua espada inutilmente, mas seu plano funcionara. A espada tremeluziu em pleno ar e desapareceu, mas Therese fora surpreendida por uma flecha atravessando o seu ombro. Mais duas foram disparadas, os projéteis quase invisíveis com a luz. Um enorme arco de titânio estava nas mãos de Nora, calibrado perfeitamente para o seu tamanho.

Em suas costas, uma aljava continha uns 25 projéteis de titânio, as pontas afiadas prontas para perfurar qualquer um.
As duas flechas foram desviadas pela espada de bronze de Therese, mas estava evidente a dor. Nora estava ficando entediada daquela batalha e aquele corte em seu braço estava doendo de verdade. Ela sorriu para sua oponente vendo o enorme buraco em seu ombro direito. Therese estava esforçando-se para manter a espada em punhos e mesmo assim atacou.

Disparou como um leopardo na direção da filha de Afrodite, um olhar selvagem projetando-se em seu rosto suado. Nora, sem hesitar, pegou mais uma flecha e esperou sua adversária aproximar-se mais. Dez metros, nove metros.

-Você vai morrer! –gritou Therese. Era o momento. A flecha fora preparada partindo o ar com incrível velocidade, atravessando a lateral esquerda do corpo do alvo. Nora sorriu ao ver o corpo de sua inimiga tombar no chão, o sangue escorrendo e os campistas chegando aos montes, alarmados.

Pense novamente, garota, pensou Benson antes de sair rindo da arena.
     
Rainbow’s end… Rainbow…

     
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Re: »Treinos de Nora V. Benson«

Mensagem por Convidado em Seg 13 Out 2014 - 9:13


Avaliação.
Voc~e está evoluindo cada vez mais, querida. Me da até orgulho ler seus treinos com tais descrições, nem me lembro que você é uma prole de Afrodite. Só uma coisa: faltaram sinônimos em seu texto. Acho que você repetiu algumas palavras por não ter como substituir, trabalhe quanto a isso e melhorará. Amo detalhes e você fez isso e me deixou feliz. Parabéns.

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Re: »Treinos de Nora V. Benson«

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