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[RP] Axl F. Müller

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[RP] Axl F. Müller

Mensagem por Convidado em Sab 12 Jul 2014 - 21:52


Alex Frost Müller

DESCRIÇÃO PSICOLÓGICA E HISTÓRIA AQUI

Era uma madrugada fria, ninguém estava perambulando sem destino pelas ruas, como era de costume no Maine. Pode-se dizer que era estranho, pode-se que era reconfortante, mas para alguns, não era nada bom...

A mulher estava deitada sobre uma cama, seu sangue manchava o colchão de algodão branco que tanto lhe custara, mas isso agora não importava mais. Sua filha — a quinta — estava nascendo. Com um "Q" a mais. Ela era a única que não possuía o sangue de seus irmãos, coisa que depois a frustraria bastante.

A parteira se debruçava sobre ela, com as mãos em suas partes íntimas fazendo extrema força para que conseguisse trazer o bebê de volta a vida. Poucos segundos depois, o choro acalmou ambas, era a pequena garota que estava nascendo, aquela que iria ver a morte tão de perto a ponto de frustrar as pessoas.

Cinco anos depois...

A pequena estava agarrada as mãos de sua mãe, havia largado o educandario a pouco e, acredite se quiser, havia sido expulsa de três. Não era fácil para a mãe dela e muito menos para a jovem que não entendia o porquê de ser "esquisita" na concepção dos especialistas. Era seu primeiro dia de aula em uma escola de verdade, com pessoas mais velhas e que talvez a entendessem. Mal sabia que estava completamente enganada.

Sua sala era repleta de patricinhas e valentões que a primeira vista não haviam gostado nenhum pouco dela. Ignorando, sentou-se em um lugar ao longe para conseguir prestar atenção devida na aula e claro, não se importar com os comentários sobre "a estranha novata". Hesitando, sua mãe a deixou com um beijo na testa e partiu para seu trabalho — assistente administrativa em uma faculdade — fazendo com que sua filha ficasse e aprendesse algo novo.

Mais uma vez, foi motivo de piada. As crianças não gostavam do jeito dela — quieto, rabugento e até mesmo intolerante — mesmo para alguém tão jovem, segundo os professores. A ruiva nunca ligara mas aquilo fazia com que ela se sentisse desprezível e a sensação fora apenas aumentando com o passar do tempo.

Dois anos depois...

Ao contrário de sua época nos educandarios, a garota se conteve e ficou na mesma escola durante dois anos. Nada que é bom pode durar muito e o velho ditado realmente não falhou. Aos seus sete anos, a garota se envolveu em uma briga com uma garota — loira, olhos azuis, popular, ou seja, uma patricinha típica — devido a uma atividade que ela havia amassado sem intenção, um acidente em outras palavras. Como havia uma velha "richa" entre as garotas, não demorou para a briga acontecer.

Por mais calada e isolada que fosse, a ruivinha não tinha medo de sujar as mãos e foi para cima da outra que, com medo de quebrar as unhas ou algo do tipo, optou por puxar o cabelo da jovem. Nesse meio tempo, a professora adentrou na sala e as separou, dando não só uma advertência e sim, convocando seus pais para uma reunião para tomar a decisão correta em relação a tal comportamento.

Após tal conversa, a ruivinha ganhou uma semana de suspensão e nada mais além do sentimento de ter sido humilhada em público. Aquele sentimento só iria crescer e crescer, ela sentia isso e claro, as pessoas ao seu redor também.

Seis anos depois...

Aos treze anos, para alguns um tempo muito curto e para outros um tanto longo, a ruivinha foi para sua primeira festa. Seria na casa de uma das líderes de torcida, nem sabia quem era o nome porém, todos que queriam bebida grátis na escola, iriam. Axl nunca bebera e nem fumara mas suas pesquisas na internet revelaram que seria uma prática extremamente prazerosa e a festa seria a oportunidade perfeita para isso.

Um de seus irmãos, Mark — o único que gostava dela — iria a tal festa e vendo que a irmã era um tanto isolada do resto do mundo, a convidou. Sem hesitar e louca para provar algo, a garota concordou. Vestiu-se de uma regata branca acompanhada de uma jaqueta preta de capuz e uma calça skinni preta não muito colada, pondo seus tênis de cor preta no final. Todos que a viam diziam que a garota talvez fosse lésbica ou no mínimo "bi" mas a realidade é que ela nunca ficara com ninguém, sendo tão jovem daquela maneira.

***

A festa estava movimentada, Axl não gostava disso mas também não iria dizer nada contra. Adentrou e logo seu irmão a deixou de lado, sendo irmão ou não ele não gostaria de aparecer ao lado de uma excluída, mesmo esta sendo sua irmã. A garota então caminhou até a mesa de bebidas, aquilo que ela viera especialmente fazer.

Cores, tamanhos, formas, estilos e cheiros. Tinha de tudo naquela magnífica mesa de cor escura. A garota olhava todas as garrafas tentando escolher apenas uma mas era difícil. Pareciam doces líquidos e totalmente saborosos. Em dúvida ela provou um de cada, não doses pequenas ou um gole e outro e sim, verdadeiros copos bem caprichados. Os sabores explodiam em sua boca como minibombas de prazer e isso a fazia querer sempre mais.

Tudo parecia andar bem, o corpo da garota parecia leve e seu sorriso aparecia apenas em olhar para algumas garotas que por ela passavam. Não tinha a menor ideia do porquê daquilo porém, estava fazendo e não conseguia parar. Lindas, altas e com corpos para todos os gostos. Talvez os comentários sobre sua sexualidade fossem verdade e só no auge do efeito do álcool que surgissem, talvez.

Quando menos esperara, uma garota apareceu ao seu lado com um sorriso torto.

— Não acha que bebeu demais por uma noite?

A pequena Axl a olhou, não parecia muito mais velha que ela, talvez uns meses ou no máximo um ano.

— Não acha que da minha vida cuido eu? — A ruivinha respondeu erguendo uma sobrancelha mas na realidade, estava totalmente grogue.

— Olha, se quiser, posso te levar em casa. Conheço seu irmão, ele é meu amigo. — Ela deu um sorriso, dessa vez, verdadeiro.

A pequena assentiu e seguiu a mais velha rumando ao ápice da festa para que sua companheira falasse com seu irmão e assim a levasse para casa. Seu irmão, ao ver o pequeno estado em que se encontrava a garota, não protestou.

***

O caminho para sua casa — andando — era bem mais longo que de carro — óbviamente —  mas Axl estava gostando.

— Então, você tem quantos anos? — A mais velha perguntou.

— 13, e você?

— 15. — Falou e sorriu.

Realmente aquela garota não tinha a menor chance de ter 15 anos. Axl deu de ombros e continuou a andar até que sua vista começou a ficar embaçada e ela um pouco tonta. O primeiro banco que viu, rumou para sentar-se e a garota que estava acompanhando-a foi atrás.

— Acho que exagerou na dose, hein? — Ela riu.

Axl revira os olhos e fica fitando o chão com uma leve vontade de por tudo — absolutamente tudo — para fora, mas se conteve. A mais velha aproximou-se da pequena e a abraçou fazendo cafuné em sua cabeça. A ruivinha ergueu a cabeça e a olhou.

— Por quê você está aqui? — Falou simplesmente.

A garota mais velha desviou o olhar enquanto pensava em algo para responder mas rapidamente olhou de volta a pequena.

— Gosto de você, desde  que te vi na escola e a muito tempo venho querendo um tempo a sós... Tive medo de que hoje não desse certo já que... Bom, você está um tanto bêbada. — Rio de leve no final.

Confusa, Axl não entendeu o que a maior quis dizer.

— Mas nem sei seu nome...

— Taylor. — Falou por último.

Aquele nome lhe trouxe lembranças, crúeis e terríveis. A mesma menina que havia aprontado com ela e que a tinha feito levar suspensão quando mais jovem. Antes que a raiva pudesse dominá-la, Taylor a beijou. Ardente e intensamente. Ali, naquela rua, naquela noite, naquele banco. E Axl nunca iria se esquecer disso.

Três anos depois...

Aniversário de Axl, seus — finalmente — dezesseis anos. Tudo ia bem. Já havia conseguido amigos, uma namorada, vícios com bebidas e drogas e uma estabilidade com sua família. Tudo ia bem, bem até demais.

O aniversário iria ser na casa de uma amiga. Estava preparando sem avisar a Axl, que odiava surpresas mas claro que não iria dizer isso quando visse tudo pronto.

O dia foi intenso, ninguém parecia reparar na pequena Axl e isso a deixou frustrada. Resolveu fazer uma de suas caminhadas, distrair a cabeça e tentar esquecer aquilo tudo. Uma péssima ideia. Encontrou — após caminhar por um longo tempo — uma senhora que estava lhe oferecendo uma maçã, que logicamente não aceitou mas ao mesmo tempo a mulher se transformara em um monstro. Sua pele tinha uma textura nojenta e que quase fez Axl vomitar.

Seu primeiro impulso, claro, foi correr. Sua grande ideia, sendo lenta como sempre, foi correr para a casa de sua amiga onde estava preparando a festa surpresa e que haviam marcado com ela a apenas quarenta minutos.

Sua entrada foi triunfal. Ninguém estava preparado mas quando a viram entrar, começaram a cantar a velha canção...

parabéns para você, nesta data querida...

Cinco segundos depois a cantoria se transformou em berros e choros, o monstro havia alcançado a pequena Axl e agora não só ela mas todos estavam encurralados. Numa tentativa absurda de salvar as vidas presentes, a ruivinha começou  a atirar mesas e cadeiras no monstro, ganhando tempo para que seus amigos e Taylor pudessem correr.

Tendo parado o monstro, ele simplesmente desapareceu. Deixando-a sozinha com a cara assustada de seus amigos.

— O que foi aquilo? — Algum falou.

— Eu sei o que foi, essa estranha aí, sabia que havia algo de muito errado com ela.

No calor do momento, Axl olhou para quem havia falado e não houve tempo para se surpreender. Era a própria Taylor quem havia respondido. Em um excesso de fúria, a garota partiu para cima da maior com um pedaço de madeira na mão e começou a bater nela, mesmo sem armas para defender-se.

Taylor pedia por socorro o tempo inteiro mas ninguém estava disposto a se aproximar. O sangue da garota espirrava no rosto da ruivinha mas ela não se preocupara, apenas queria matá-la. Ela havia usado Axl por todo aquele tempo, apenas para zombar dela.

Em um último suspiro, Axl pôde ouvir Taylor sussurrando.

— Eu... Te.. Amo. — E fechou os olhos para sempre.

A ruivinha afastou-se só então dando-se conta do que havia acontecido e vendo as caras de espanto que estavam ao lado dela. Largou o pedaço de madeira que pendia encharcado em sua mão e começou a correr o mais rápido que pôde, mas era um pouco tarde e as sirenes já estavam muito próximas.

Sentiu uma pancada da cabeça vinda de não sabe-se onde e quando se deu conta, tudo já estava escuro.

Alguns meses depois...

Após acordar — com um enorme calo na cabeça — a garota se deu conta que não estava em um hospital. Na verdade, não estava em nenhum lugar que conhecesse. Tudo era estranho. Haviam-se passado alguns meses desde que chegará neste tal lugar novo, as pessoas gostavam de chamá-lo de "acampamento meio sangue" e diziam que a própria Axl era filha de um deus. Mas, realmente era difícil de acreditar, nenhum deus ainda havia se pronunciado em seu nome e ela ainda era o que chamavam de "indefinida".

Nesse tempo, havia ficado no chalé de Hermes, juntamente com outros semideuses indefinidos ou não. As atividades eram bastante simples, coisas como caminhada, corrida, treinos, jogos e outros.

Era difícil acostumar-se a uma vida daquele porte mas, aos poucos a garota estava aperfeiçoando suas técnicas.

***

Era uma manhã comum quando Axl se levantou disposta a mais um treino. Tomou um rápido banho e se dirigiu até a famosa arena onde além do alto barulho de espadas se chocando, ela podia sentir o forte cheiro de suor.

Pegou uma faca não muito grande que estava solta em uma banca com várias outras armas e foi em direção a alguns bonecos que na sua opinião pareciam mais com espantalhos. Tentou fazer o que seu treinador — Quíron — havia ensinado. Girar, sacudir, atacar por cima e por baixo além das laterais, esquivar-se, dentre outros.

Em pouco tempo e na mesma monotonia, a garota já se cansara e desistira.

***

Quando olhou o relógio, após um longo banho, percebeu que era hora do jantar. Tratou de seguir seus companheiros de chalé e evitar se perder, como havia feito algumas vezes.

O jantar sempre era magnífico, gostava de ficar próxima a fogueira e claro, oferecer parte da sua refeição aos deuses — como haviam lhe dito várias vezes —, sendo um costume típico do acampamento. Mas daquela vez fora diferente. Enquanto ela fazia o seu pequeno ritual, algo aconteceu.

Todos os outros campistas a olhavam vidrados e quando percebeu, era algo brilhando em sua cabeça. Uma foice. Ela estava reclamada a partir daquele momento, uma filha de Thanatos.



17 anos
Axl
Lésbica
Semideusa.
Thanatos.


AMIZADES



MELHORES AMIGOS

~x~

BONS AMIGOS

~x~
AMIGOS

~x~

CONFIANÇA

~x~

CONFIDENTES

~x~

ADMIRAÇÃO

~x~

PROTEGIDOS

~x~

PROTETORES

~x~

ALIADOS

~x~

CONHECIDOS

Dimitri
Daniel
Astrid
Hillary
Etc karai q






AMOR



ATRAÇÃO

~x~

CURIOSIDADE

Ativa q

INTERESSE

Filhas de Hipnos 8)

OBSESSÃO

Filhas de Hipnos q

POSSESSÃO

~x~

GOSTO

Filhas de Hipnos q

AMIGOS COM DIREITO

~x~

ATRAÇÃO SEXUAL

Filhas de Hipnos q

+ 18

Filhas de Hipnos q

ROLO DE UMA NOITE

Filhas de Éris

AMOR

~x~

AMOR PLATÔNICO

Filhas de Hipnos qqq (ou n)

NAMORADO (A)

Necas, ta difícil q

EX-NAMORADO (A)

lalala

DESLIZE

Por enquanto, nenhum... Mas piro nas Filhas de Hipnos... q





FAMILIARES




MÃE BIOLÓGICA

Sirena Frost Müller

MÃE ADOTIVA

~x~

PAI BIOLÓGICO

Thanatos

PAI ADOTIVO

Steven Alecsander Müller

IRMÃOS ADOTIVOS

Mark, Kevin, Silas e Philip.

MELHOR IRMÃO

Mark.

PIOR IRMÃO

Silas

TIOS

Sei lá, perdi as conta... Mas amo tio Hip <3 ( e as fia dele)

AVÔ

Érebo

AVÓ

Nyx

PROTETOR (sátiro, dríade...)

~x~


INIMIGOS



INDIFERENÇA

~x~

DESCONFIANÇA

~x~

IESTORVO

~x~

PESSOAS CHATAS

~x~

TRATO HOSTIL

~x~

OBJETIVOS

~x~

RANCOR

~x~

INVEJA

~x~

INIMIZADE

~x~

EX-AMIGOS

~x~

ÓDIO

~x~

AMOR/ÓDIO

~x~

PENA DE MORTE

~x~





CURIOSIDADES E SEGREDOS





Depois te conto...


CREDITS TO HYSTERIA




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