Parcerias
0 de 5
Créditos
» Skin obtida de Captain Knows Best criado por Neeve, graças às contribuições e tutoriais de Hardrock, Glintz e Asistencia Foroactivo.
» Com gráficos e modificações por Hades e Zeus.

Parcerias
0 de 9
Últimos assuntos
» Flood 4.0
Ontem à(s) 21:01 por Zoey Montgomery

» O que faria se acordasse ao lado da pessoa acima?
Ter 7 Nov 2017 - 18:45 por Ulrick Lively Waldorf

» Pedidos de Missões
Ter 7 Nov 2017 - 14:48 por Zeus

» Poste sua lindeza aqui
Sab 4 Nov 2017 - 23:45 por Zeus

» Que Animal lembra a pessoa acima?
Qua 1 Nov 2017 - 21:16 por Ulrick Lively Waldorf

» Prints do chat ou de qualquer lugar.
Sex 27 Out 2017 - 22:58 por Ivy La Faye

» Enfermaria Central
Dom 15 Out 2017 - 18:33 por Nyx

» Salada Mista
Seg 9 Out 2017 - 15:25 por Dorian Blenöger

» Pego - Namoro - Passo - Caso - Morre Diablo!
Dom 8 Out 2017 - 11:55 por Dorian Blenöger

» Bar e Salão de Festas
Qui 5 Out 2017 - 22:31 por Alicia Watts Schratter


♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Qui 3 Jul 2014 - 22:02

The prince of seas
KAEL ELTZ DRESCHLER


Última edição por Kael Eltz Dreschler em Seg 7 Jul 2014 - 21:53, editado 1 vez(es)
avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Qui 3 Jul 2014 - 22:07


Treino de Adaga
The waves carry everything, even pain



Procurava um jeito de me proteger sempre, com oque quer que fosse, mas esta adaga não facilitava meu trabalho, acerta-la em um dos alvos era demasiadamente difícil, receberá ela quando entrei para o acampamento no mês passado.
Monstros a solta querendo nos matar, perigos fatais e eminentes sempre nos cercavam e o que eu tinha para proteger-me? Uma adaga minúscula! Eu tinha de aceitar o fato de ser novato, nem meu pai me reclamará ainda, por mais que eu o odiasse por ter me deixado sozinho durante toda minha vida, suplicava a ele para que me reclamasse caso contrário seria um inútil indefinido.

[...]

Meu treino na grande arena saia de mal a pior, ainda mais com uma adaga que pesava mais que aparentava, pois era pequena, porém por questões materiais e atômicas, o ferro era pesado e jogá-la era terrivelmente difícil, acertar então...

-Vamos lá, tenho de acertar. – Pela centésima jogava a adaga em direção ao alvo, um fardo de feno com um alvo circular pintado de vermelho, mas não acertará nem se quer uma no centro. – Qual é o problema com esta adaga?

Tentava colocar a culpa na adaga mesmo sabendo de quem era a culpa – Minha – mas fazer isto, fazia me sentir-se melhor.
Caminhei sete metros em direção a um dos alvos, onde minha adaga se encontrava jogada ao chão arenoso da arena, juntei-a e coloquei
na bainha, tinha de tentar outra coisa. Procurei por um dos bonecos de palha, não daqueles que ficavam nos troncos, mas pelos antigos que eram de pano preenchido com a palha, aqueles espantalhos de verdade. Avistei um na parte norte da arena, um de minha altura, estava posto em uma fina tora de madeira que se secara com o tempo.

- Meu amigo... Você é velho.  – Não importava era o único próximo. – Primeiro vou tentar mais uma vez o arremesso depois, veremos...

Dei aproximadamente cinco passo para trás, ficando a quatro metros longe do boneco, retirei a adaga do bolso e peguei-a pela ponta da lâmina, exatamente como se segura um leque de cartas, a inclinei para trás deixando em um ângulo de vinte graus mais ou menos, o mesmo com o braço, então joguei como se fosse um dos dardos de meu antigo quarto. A adaga parecia mais leve daquele jeito, girando sem parar pela curta distância entre mim e o pobre boneco, que agora estava com uma adaga cravada por inteiro em sua perna.

-Bom resultado...  – Mas percebi que não era realmente minha praia, tinha de fazer outra coisa. – Que tal tentarmos outra coisa, mas o que?

Solidão, eu estava ficando louco, estava falando com um boneco de palha... nossa muito bom! Esqueci-me da loucura e voltei-me a atenção para o treino. Desencravei a adaga da perna do boneco, quando a lâmina trouxe consigo a perna do boneco, notei que seus membros podiam ser móveis, no exato momento uma ideia se formou em minha mente diminuta. Afastei-me novamente do boneco, colocando-me a apenas um metro longe dele, peguei minha adaga e indaguei.

-“No calor da batalha”  – Então investi contra o ser sem movimento.

Imaginei como se o boneco estivesse pronto para desferir um golpe de espada em minha cabeça, comecei a formular em minha cabeça um contra-ataque. Então me agachei em seguida segurei seu pulso direito com a mão esquerda, trancando seu movimento, cravei a adaga em sua barriga com a mão direita. O primeiro passo havia sido feito agora vinha o segundo; desencravei-a de sua barriga rapidamente a virei a ponta da adaga para cima e a cravei em sua traqueia, ainda segurando seu pulso, soltei o cabo da adaga e em seguida com a mão direita, envolvi seu bíceps e virei-me, ficando de costas para ele, ainda segurando com as duas mãos seu braço direito, inclinei-me violentamente para frente como se estivesse reverenciando o nada, puxando seu braço com força, isso o fez desgrudar-se da tora de madeira seca e voar sobre minhas costas arqueadas, até o chão em perante minha pessoa.

- Dois meses de judô...  – Lembrei-me desse golpe por relance, mas ainda sim sabia o nome. – “Soto Makikomi “.

Senti-me bem por conseguir fazer alguma coisa correta e útil, gostei de treinar tinha de fazer isto mais vezes, como agora. Repeti o mesmo golpe aproximadamente duas dúzias de vezes até aperfeiçoa-lo por completo e conseguir fazê-lo perfeitamente, em uma velocidade excruciante. Por pouco tempo treinei, pois a cabeça do boneco não aguentou de tantas “degolações” que ela caiu facilmente, não podia treinar sem equipamento e energia, pois repetir tantas vezes o mesmo ataque sem alongar-se, atrofiava os músculos  e cansava rapidamente, era oque estava acontecendo comigo.

Sentei-me para descansar e recuperar parte de minha energia. Contemplei por alguns minutos a imagem da arena vazia, em seguida levantei para retirar-me da arena e ir para meus aposentos, descansar.
Arma utilizada:

• Adaga de Ferro [Dano 5 ~ 10, Resistência 10]

observações:

-Fiz bem rápido espero que gostem...





I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Nyx em Sex 4 Jul 2014 - 11:02


Avaliação

 Muriel, só uma coisa: revise seu texto sempre, ok? Seu treino foi bom, eu gostei, mas houveram alguns errinhos mínimos por falta de atenção. Tirando isso, parabéns ^^

+ 95 xp
- 15 HP/EP

Já atualizado <3



Nyx 
♥️Primordial♥️Deusa da Noite♥️
avatar
Deuses
$D :
10049967

Idade :
23

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Sex 4 Jul 2014 - 21:03


Treino de Espadas 1
Ψ Like a dead Sea Ψ


Já tinha certa experiência com espadas, era fácil manusear tal arma, era o que eu pensava até esta manhã.
Aqui estava Muriel para mais um de seus treinos na arena de madrugada, mas desta vez uma nova “modalidade”, espadas – Sim espadas! – Com certeza tinha mais facilidade com seu tridente, presente de seu pai que nunca o abandona, seu tridente, não seu pai que nunca apareceu pra dar um “oi”, mais uma das desvantagens de ser um meio sangue, mas ter um progenitor divino, também tinha seus privilégios.

A arena era um local que lhe dava cede, pois tudo lá era completamente seco, exceto pelo suor dos campistas, a areia era como a de uma praia, porém mais grossa e alaranjada, as paredes eram de tijolos de pedras antigas, aliás, tudo lá era antigo, tanto que não era atoa ser uma réplica do Coliseu.
Muriel queria inovar o treino de espada, uma coisa diferente do que já havia feito, ele precisava mudar algumas coisas, primeiramente, como a posição dos pobres bonecos de treino feitos de palha.      Começou a dês amontoa-los pelo leste da arena com empurrões de muito esforço,exatamente igual ao treino de jogadores de futebol americano com gigantes almofadas, Muriel empurrou somente três para o centro da arena, mesmo assim foi um tanto demorado. Depois de juntos ao centro, os separou, posicionando-os em uma fila indiana, uma linha reta totalmente precisa, para que o treino valesse a pena. Para iniciar o treino ele se colocou a frente do primeiro boneco em uma distância de cinco metros do mesmo, retirou a caneta do bolso e a clicou, logo em suas mãos uma espada de bronze celestial, com a lâmina em sua frente percebeu que tal arma era única entre seus irmãos, sua cor era de bronze puro, seu cabo de couro marrom e detalhes em seu metal como um tridente sobre o cabo,  a contemplou por longos segundos, mas logo voltou à realidade, para continuar com o treino. Muriel teve aquela ideia não era lá das melhores, mas acho que mesmo assim ele iria tentar.
         
Posicionou-se com os joelhos flexionados – Posição de corrida – Respirou fundo e correu ao encontro da primeira vitima. Com o boneco já a sua frente, Muriel desferiu um golpe no ombro de palha e com a força resultante do ataque, girou o corpo em 360°, abaixando a espada rapidamente, que ao final de sua trajetória, bateu aos “pés” do boneco com a parte plana, um jeito de fazer o oponente cair.

Reposicionou a espada na linha do próprio peito, imaginando seu inimigo desequilibrando-se por causa da batida com a parte plana, então ele cravou a espada no peito do boneco imaginário que estava jogado ao chão, tornando-se a correr para o próximo oponente. Para avançar ao próximo alvo Muriel tinha de desviar do primeiro boneco, mas esqueceu de sua presença e quase bateu com a cabeça se não fosse por o movimento de “matrix”, mas ao se erguer retamente, voltou o foco ao seu próximo oponente. Quase falhou na segunda vitima somente pela mente, felizmente, pois se fosse um inimigo real estaria morto; Perante Muriel estava o segundo boneco, ele estava pronto para atacar, quando em sua cabeça, uma lembrança, a memoria da Dracaenae o atacando tornou a atormentá-lo, Muriel recuou como se a garra relutante da monstra tivesse passado sobre sua cabeça, rolou para o lado em forma de iniciar um contra-ataque, ergueu-se e cravou-lhe a espada no pescoço por completo. Por mais que Muriel soubesse que não era fácil matar tal monstro, pelo menos em sua mente ele podia se sentir “Adequado” para tal tarefa, mas só em sua mente. Investiu contra o terceiro, sem nada na cabeça, só o objetivo de destruí-lo.   Imaginou como se o boneco estivesse segurando uma lança cumprida, feito uma outra Dracaenae... Tinha certo “ódio” por tal ser, quase matará sua amiga, Eva. A raiva tomando conta de seu corpo, assim como aquela lembrança, Muriel não aguentou contê-la, começou a  desferir vários golpes no tronco coberto de palha feito um louco, como se não houvesse amanhã, chance de um contra-ataque não existia para aquela “Dracaenae”... Como se ele fosse invencível, mas sabia que não era, cessou os ataques aos poucos, deu dois passos para trás, afastando-se do boneco para reiniciar a batalha. Investiu novamente contra ele desta vez com mais seriedade e com cabeça em seu estado “sano”, imaginou somente um campista qualquer com a lança, em uma tentativa de perfura-lo com a lança, o alvo –Seu peito- Mas assim que a imagem da lança foi se movimentando em sua cabeça, preparou uma defesa com a espada, desenhando um semicírculo em sentido anti-horário de cima para baixo, desviando a ponta da lança, depois de tal imaginação fértil tomar conta, girou seu corpo com dois passos para o lado direito, no final do trajeto agarrou o braço do oponente e bateu com com força usando o cabo, na nuca, “desacordando” o boneco. Tinha terminado com os bonecos? Não, definitivamente não, mas sabia que aquilo não era um treino “eficaz” somente com uma sequência, sabia também que teria de voltar para mais um pouco de “imaginação”, mas antes – Guardar os bonecos – Muriel, novamente começou a empurrar como um jogador de futebol americano os pesados troncos de palha.

          Depois de longos minutos os empurrando para seus lugares iniciais, secou o suor em sua testa e os jogou no chão.

-Aqui esta, o resultado de meu esforço. – Molhar aquele lugar não seria ruim, bastaria me chamar.

          Mas logo Muriel percebeu que o dia clareava ele precisava voltar para as tarefas diárias do acampamento.

Arma Utilizada:

[color=#006600]♆ Espada da Ira — Desde os primórdios da civilização, o Oricalco é usado em Atlantis na construção de armas, armaduras, obras de arte etc, dessa maneira, ele é o metal utilizado na confecção dessa espada para as crias do Mar. Com 95 centímetros, sendo 80 de lâmina e 15 de cabo, a espada possuí guarda-mão de prata em uma esmeralda verd-mar presa em seu pomo, que impede a mão de escorregar e também faz o contra-peso, facilitando assim o manejo. Uma vez por missão, ou a cada 5 níveis, o semideus pode desferir um golpe, usando de toda a Ira de Poseidon. Esse ataque não tem defesa e tira 35 de HP.
Habilidade utilizada:

Ψ Nenhuma
Obervações:

Ψ Um treino simples, rapidamente feito e editado, espero que tenha detalhado ao máximo.
Ψ Creio que alguns erros de digitação serão encontrados, pois incrivelmente estou postando este treino pelo celular, uma tarefa dificil isso é fato.
Ψ Agradeço sua compreensão e tempo para avaliação deste humilde teste.

STATUS: Cansadinho :3




I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Convidado em Sex 4 Jul 2014 - 22:03


Avaliação!

Bom, queridinho. Notei alguns erros ortográficos, mas nada que destruísse seu treino. O mesmo foi um tanto confuso e acho que poderia aproveitar de sua criatividade, lutar contra um monstro ou algo similar. No mais, seu treino me agradou.

+ 75 XP
- 20 HP/EP

Atualizado por Perséfone.


Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Sab 5 Jul 2014 - 1:12


Normally, having power is not a choice
Ψ But a destination Ψ



Não tinha como não agradecer a Apolo por aquele dia, não sabia ao certo se o deus do sol o observava naquele dia, mas tinha certa esperança que o deus tinha o ajudado com aquela flecha.

[...]

Aquela experiência teve inicio em uma manhã, quando Muriel percebeu que ainda não tinha utilizado seu arco e flecha dentro do acampamento.  Observar aquele par de armamentos parados sob sua cama, lhe dava uma sensação de agonia misturada à vontade, sabia-se lá o que era aquilo, mas era como se aquelas varetas pontiagudas o chamassem para um passeio. O garoto não se aguentou pegou seu arco e aljava de flechas, limpando os quilos de poeira que se encrustavam nas brechas da madeira e pôs-se a caminhar. Mal sabia o garoto o que o esperava.

Depois que saiu do chalé três, Muriel analisou o céu, localizou os pontos cardeais pelo sol que brilhava na direita dele, então se virou ficando de costas para a estrela amarela e foi caminhando direto para o sul, direção onde ficava o treino de arco e flechas. O garoto caminhou por alguns minutos até se aproximar de um dos leitos do lago, encontrando vários campistas que empunhavam arcos e aljavas, assim como ele, via-se também outros campistas que pareciam ser mais velhos, analisando os tiros e explicando técnicas aos campistas, aqueles definitivamente eram filhos de Apolo e este era o treino de arco de flecha.
Na outra margem do leito podia-se ver a casa grande e ao seu lado a quadra de vôlei, uma das atividades favoritas de Muriel, mas se deteve a pensar nisso.  A sua direita os campos de morango, local onde o plantio e colheita dos morangos aconteciam, sátiros pulavam e tocavam suas flautas fazendo pequenos brotos de morango emergirem da terra molhada.  A sua esquerda bem ao longe ficava o lago a nascente daquele leito, onde Muriel dava seus mergulhos noturnos (segredo de estado).

O garoto se aproximou dos orientadores do treino já perguntando se podia participar. – Mas é claro! Por que não? – Um dos filhos de Apolo o recebeu com o maior entusiasmo respondendo à pergunta, aquele sorriso era criado talvez pelo sol estar daquele jeito? Não sabia como isso funcionava para os filhos de Apolo, nem queria descobrir como. Muriel logo foi para a formação de novatos atiradores, estava claro que eram novatos, pois mal conseguiam colocar as flechas nas bases, alguns não conseguiam puxar o cordão ou mirar corretamente, Muriel não se aguentou o garoto se desfez em risadas em seu interior, realmente era engraçado, pois o lembrava dos “CDFs” de sua antiga escola, desajeitados em atividades físicas. Muriel recompôs suas emoções, voltando sua atenção ao treino, esquecendo os novatos, em seguida olhou para direção onde eles atiravam, as flechas se direcionavam para um local onde algumas árvores que ficavam a uns quinze metros de distância de nós, forçando um pouco sua vista Muriel conseguiu distinguir pequenos alvos pintados em tábuas circulares, algumas ficavam nos galhos das árvores, outras ao chão e algumas se escondiam em arbustos, foi quando Muriel percebeu que não seria tão fácil aquele seu dia.

O garoto iniciou o treino pegando uma flecha de sua aljava, posicionando-a na base de couro do arco e recostando-a de leve em seus dedos que envolviam a estrutura de madeira revolta de tiras de couro, em seguida puxou o cordão de náilon e a parte de trás da flecha com a mão esquerda, respirou fundo centralizando um dos alvos que pendiam nos galhos entre seus dedos e a madeira do arco e logo  separou os dedos da mão esquerda, deixando que o cordão e a flecha fizessem o resto; O cordão impulsionou a flecha, fazendo-a dançar e arranhar o arco, até se desgrudarem, deixando a flecha flutuar sozinha até o... Nada. Muriel tinha falhado no tiro, uma “coisa” de que ele não gostava. Tentou mais uma vez, repetindo o mesmo processo, mas novamente falhou, a flecha se escondeu em algum arbusto ao longe do alvo escolhido. Um dos orientadores se aproximou, provavelmente havia percebido sua angústia pelo fracasso, que claramente estava estampada em seu rosto e disse. – Antes de atirar esvazie a mente e ao mesmo tempo relaxe os músculos, você este totalmente tenso, tente esquecer as dores, os traumas, tudo... Atire como se o arco fosse parte de seu corpo. – Muriel entendeu o que ele tinha dito, ele realmente estava certo, Muriel estava tenso, talvez só por segurar aquele arco, talvez devia ter sido por isso que ele deixará arma sob a cama, esquecendo-a, esquecendo o que tinha passado empunhando-a, as mortes que ele tinha causado com um simples tiro, a Dracaenae, os Telquines, ele sabia que sentir pena pelos monstros que haviam causado o mal a ele e a outros era errado, mas ele se sentia mal por sua vida ser daquele jeito, morte, dor, sofrimento, sobrevivência e obrigações, talvez esquecer as preocupações podiam ser realmente uma boa ideia, mas cedo ou tarde elas voltariam para atormenta-lo, disso Muriel tinha certeza, pois sempre tentara esquecer.

Muriel então resolveu tentar.  Posicionou a flecha, puxou-a junto com o cordão, mirou no mesmo alvo que pendia em um dos galhos e fechou os olhos. Começou a se lembrar de todas as memórias que tinha daquela sua nova vida, desde seu encontro com a filha de Deméter até o salvamento do arco de Apolo, todos os inimigos que tinha derrotado para poupar sua vida, para poupar a vida dos outros, todo o sofrimento que causou e que sentiu, ele simplesmente apagou tudo, esqueceu-se dos sentimentos que aquelas lembranças o causavam, deixando que todo aquele esvaziamento o guiasse para uma só lembrança... Uma que o fizesse feliz, uma de que ele nem lembrava:

- Filho volte aqui, não vá para água! – Muriel estava dentro de uma antiga lembrança como uma terceira pessoa, ele estava na praia de Miami, há muito tempo atrás, ele enxergava sua mãe correndo em direção ao mar, correndo e sua direção, não na dele pois ela nem o via, ela corria na direção do pequeno Muriel aos seus cinco anos de idade. – Mas que coisa menino! –  Ela alcançou a criança, pegando-o nos braços e o apertando forte, Muriel relembrou aquela sensação e sentiu saudade daquele tempo.-Mas mãe, eu quero ir pra água. –  O pequeno Muriel com sua voz de criança pedia enlouquecidamente a mãe. -Eu sei filho, eu sei que você ama o mar e as ondas, mamãe também sente isso – Ela fixava com um olhar de reflexão o horizonte atrás das ondas. Muriel se tocou que ela falava não do mar, mas de Poseidon, seu pai. Sua mãe se voltou para o pequeno Muriel em seus braços e disse – Um dia meu filho, um dia você vai entender um dia você será um rei, um herói – Ela se deteve a chorar na frente de seu filho, soltou um sorriso falso para camuflar a tristeza e continuou. – Mas por enquanto será somente o meu herói.
Muriel não conseguiu deter as emoções, uma lágrima de alegria e saudade escorreu em seu rosto, e a lembrança logo foi se apagando, a escuridão tomou conta de sua mente, esvaziando-a deixando-o só, mais uma vez.

Muriel sentiu sua mente voltando ao seu corpo real, respirou fundo e abriu os olhos soltando a flecha carinhosamente, em seguida ela se impulsionou com a tensão do cordão, dançando no ar e atingindo o alvo, não ao centro, mas ele tinha acertado. O garoto pulou de alegria, soltando um “Yes”, então direcionou o olhar de orgulho para o orientador que tinha lhe dado à dica, o filho de Apolo o olhava boquiaberto. - Mas o que? - Muriel não entendia direito até perceber que não era só o filho de Apolo que o olhava daquele jeito, todos os campistas e orientadores fixavam os olhares surpresos para ele... não para ele, mas para seus pés. O garoto com medo e um tanto curioso, também voltou o olhar para o chão. Seus pés estavam encharcados, assim como o chão sob eles, o garoto voltou-se para a esquerda já temendo o que tinha acontecido. O leito do rio se movia violentamente, em uma velocidade incomum do que ele já presenciara.  No momento que entendeu tudo aquilo, o corpo de Muriel foi tomado por completo pelo medo, um calafrio percorreu sua coluna até o fim deixando-o arrepiado e com uma sensação horrível, ele tinha perdido o controle, suas fortes emoções mudaram o leito, quase ferindo seus colegas. Sem mais nenhuma reação, Muriel ainda perplexo com o acontecido, soltou o arco deixando-o cair no chão, que agora era lama pura e correu o mais rápido possível para longe de todos, para longe do perigo, se isolando de todos, temendo que aquilo acontecesse de novo.

Ao distanciar da prole dos mares, as águas do leito foram se acalmando, mas os rostos boquiabertos dos campistas ainda permaneciam, deixando dúvidas em suas mentes. Muriel era tão poderoso assim? Ele era um monstro? Um alvo a temer? Realmente não existiam respostas corretas, mas que um destino grande o esperava... Isso sim se tinha certeza.


Armas Utilizadas:


• Arco envenenado [Um arco comum como todos os outros, mas suas flechas são lançadas com mais velocidade]

• Aljava envenenada de bronze sagrado (contem 30 flechas)

Poderes e Habilidades:


Sei que a Hidrosinese é um poder nivel cinco, mas Muriel não percebeu que era um este o poder, assim ele não tem noção do que fez.

Observações:


# Sei que ainda não sou poderoso suficiente para retirar a água do leito do lago, mas tentei descrever as emoções o mais forte possível.

#Este post é uma parte da trama que estou escrevendo, ele será um poderoso filho de Poseidon, e Apolo o abençoará (se assim eu conseguir), por isso coloquei que o sol estava claro (Apolo o observava), vai ser uma boa trama isso eu garanto, mas por enquanto o mistério irá permanecer.

#Espero ter feito direito, tentei detalhar o local de acordo com o mapa do acampamento que obtive em um dos livros.

#Obrigado pela compreensão e por avaliar.


STATUS: Escondido




I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Convidado em Seg 7 Jul 2014 - 22:10


Avaliação!

Dear, eu nunca li um treino tão original, você fugiu totalmente do contexto, fez algo que realmente fizesse sentido e ficou bom.

+ 100 XP
- 10 HP/EP

Atualizado por Apolo


Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Seg 7 Jul 2014 - 23:26


Treino de Espadas 1
Ψ Like a dead Sea Ψ


Já tinha certa experiência com espadas, era fácil manusear tal arma, era o que eu pensava até esta manhã.
Aqui estava Kael para mais um de seus treinos na arena de madrugada, mas desta vez uma nova “modalidade”, espadas – Sim espadas! – Com certeza tinha mais facilidade com seu tridente, presente de seu pai que nunca o abandona, seu tridente, não seu pai que nunca apareceu pra dar um “oi”, mais uma das desvantagens de ser um meio sangue, mas ter um progenitor divino, também tinha seus privilégios.

A arena era um local que lhe dava cede, pois tudo lá era completamente seco, exceto pelo suor dos campistas, a areia era como a de uma praia, porém mais grossa e alaranjada, as paredes eram de tijolos de pedras antigas, aliás, tudo lá era antigo, tanto que não era atoa ser uma réplica do Coliseu.
Kael queria inovar o treino de espada, uma coisa diferente do que já havia feito, ele precisava mudar algumas coisas, primeiramente, como a posição dos pobres bonecos de treino feitos de palha.      Começou a dês amontoa-los pelo leste da arena com empurrões de muito esforço,exatamente igual ao treino de jogadores de futebol americano com gigantes almofadas, Kael empurrou somente três para o centro da arena, mesmo assim foi um tanto demorado. Depois de juntos ao centro, os separou, posicionando-os em uma fila indiana, uma linha reta totalmente precisa, para que o treino valesse a pena. Para iniciar o treino ele se colocou a frente do primeiro boneco em uma distância de cinco metros do mesmo, retirou a caneta do bolso e a clicou, logo em suas mãos uma espada de bronze celestial, com a lâmina em sua frente percebeu que tal arma era única entre seus irmãos, sua cor era de bronze puro, seu cabo de couro marrom e detalhes em seu metal como um tridente sobre o cabo,  a contemplou por longos segundos, mas logo voltou à realidade, para continuar com o treino. Kael teve aquela ideia não era lá das melhores, mas acho que mesmo assim ele iria tentar.
         
Posicionou-se com os joelhos flexionados – Posição de corrida – Respirou fundo e correu ao encontro da primeira vitima. Com o boneco já a sua frente, Muriel desferiu um golpe no ombro de palha e com a força resultante do ataque, girou o corpo em 360°, abaixando a espada rapidamente, que ao final de sua trajetória, bateu aos “pés” do boneco com a parte plana, um jeito de fazer o oponente cair.

Reposicionou a espada na linha do próprio peito, imaginando seu inimigo desequilibrando-se por causa da batida com a parte plana, então ele cravou a espada no peito do boneco imaginário que estava jogado ao chão, tornando-se a correr para o próximo oponente. Para avançar ao próximo alvo Kael tinha de desviar do primeiro boneco, mas esqueceu de sua presença e quase bateu com a cabeça se não fosse por o movimento de “matrix”, mas ao se erguer retamente, voltou o foco ao seu próximo oponente. Quase falhou na segunda vitima somente pela mente, felizmente, pois se fosse um inimigo real estaria morto; Perante Kael estava o segundo boneco, ele estava pronto para atacar, quando em sua cabeça, uma lembrança, a memoria da Dracaenae o atacando tornou a atormentá-lo, Muriel recuou como se a garra relutante da monstra tivesse passado sobre sua cabeça, rolou para o lado em forma de iniciar um contra-ataque, ergueu-se e cravou-lhe a espada no pescoço por completo. Por mais que Muriel soubesse que não era fácil matar tal monstro, pelo menos em sua mente ele podia se sentir “Adequado” para tal tarefa, mas só em sua mente. Investiu contra o terceiro, sem nada na cabeça, só o objetivo de destruí-lo.   Imaginou como se o boneco estivesse segurando uma lança cumprida, feito uma outra Dracaenae... Tinha certo “ódio” por tal ser, quase matará sua amiga, Eva. A raiva tomando conta de seu corpo, assim como aquela lembrança, Kael não aguentou contê-la, começou a  desferir vários golpes no tronco coberto de palha feito um louco, como se não houvesse amanhã, chance de um contra-ataque não existia para aquela “Dracaenae”... Como se ele fosse invencível, mas sabia que não era, cessou os ataques aos poucos, deu dois passos para trás, afastando-se do boneco para reiniciar a batalha. Investiu novamente contra ele desta vez com mais seriedade e com cabeça em seu estado “sano”, imaginou somente um campista qualquer com a lança, em uma tentativa de perfura-lo com a lança, o alvo –Seu peito- Mas assim que a imagem da lança foi se movimentando em sua cabeça, preparou uma defesa com a espada, desenhando um semicírculo em sentido anti-horário de cima para baixo, desviando a ponta da lança, depois de tal imaginação fértil tomar conta, girou seu corpo com dois passos para o lado direito, no final do trajeto agarrou o braço do oponente e bateu com com força usando o cabo, na nuca, “desacordando” o boneco. Tinha terminado com os bonecos? Não, definitivamente não, mas sabia que aquilo não era um treino “eficaz” somente com uma sequência, sabia também que teria de voltar para mais um pouco de “imaginação”, mas antes – Guardar os bonecos – Muriel, novamente começou a empurrar como um jogador de futebol americano os pesados troncos de palha.

          Depois de longos minutos os empurrando para seus lugares iniciais, secou o suor em sua testa e os jogou no chão.

-Aqui esta, o resultado de meu esforço. – Molhar aquele lugar não seria ruim, bastaria me chamar.

          Mas logo que Kaelpercebeu que o dia clareava ele precisava voltar para as tarefas diárias do acampamento.

Arma Utilizada:

Ψ Espada da Ira
Habilidade utilizada:

Ψ Nenhuma
Obervações:

Ψ Um treino simples, rapidamente feito e editado, espero que tenha detalhado ao máximo.
Ψ Creio que alguns erros de digitação serão encontrados, pois incrivelmente estou postando este treino pelo celular, uma tarefa dificil isso é fato.
Ψ Agradeço sua compreensão e tempo para avaliação deste humilde teste.

STATUS: Cansadinho :3




I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Convidado em Ter 8 Jul 2014 - 19:26

TREINO NÃO ACEITO POIS O PLAYER ESTÁ EM MISSÃO.
Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Qua 9 Jul 2014 - 20:48

Repostagem


Treino de Espadas 1
Ψ Like a dead Sea Ψ


Já tinha certa experiência com espadas, era fácil manusear tal arma, era o que eu pensava até esta manhã.
Aqui estava Kael para mais um de seus treinos na arena de madrugada, mas desta vez uma nova “modalidade”, espadas – Sim espadas! – Com certeza tinha mais facilidade com seu tridente, presente de seu pai que nunca o abandona, seu tridente, não seu pai que nunca apareceu pra dar um “oi”, mais uma das desvantagens de ser um meio sangue, mas ter um progenitor divino, também tinha seus privilégios.

A arena era um local que lhe dava cede, pois tudo lá era completamente seco, exceto pelo suor dos campistas, a areia era como a de uma praia, porém mais grossa e alaranjada, as paredes eram de tijolos de pedras antigas, aliás, tudo lá era antigo, tanto que não era atoa ser uma réplica do Coliseu.
Kael queria inovar o treino de espada, uma coisa diferente do que já havia feito, ele precisava mudar algumas coisas, primeiramente, como a posição dos pobres bonecos de treino feitos de palha.      Começou a dês amontoa-los pelo leste da arena com empurrões de muito esforço,exatamente igual ao treino de jogadores de futebol americano com gigantes almofadas, Kael empurrou somente três para o centro da arena, mesmo assim foi um tanto demorado. Depois de juntos ao centro, os separou, posicionando-os em uma fila indiana, uma linha reta totalmente precisa, para que o treino valesse a pena. Para iniciar o treino ele se colocou a frente do primeiro boneco em uma distância de cinco metros do mesmo, retirou a caneta do bolso e a clicou, logo em suas mãos uma espada de bronze celestial, com a lâmina em sua frente percebeu que tal arma era única entre seus irmãos, sua cor era de bronze puro, seu cabo de couro marrom e detalhes em seu metal como um tridente sobre o cabo,  a contemplou por longos segundos, mas logo voltou à realidade, para continuar com o treino. Kael teve aquela ideia não era lá das melhores, mas acho que mesmo assim ele iria tentar.
         
Posicionou-se com os joelhos flexionados – Posição de corrida – Respirou fundo e correu ao encontro da primeira vitima. Com o boneco já a sua frente, Muriel desferiu um golpe no ombro de palha e com a força resultante do ataque, girou o corpo em 360°, abaixando a espada rapidamente, que ao final de sua trajetória, bateu aos “pés” do boneco com a parte plana, um jeito de fazer o oponente cair.

Reposicionou a espada na linha do próprio peito, imaginando seu inimigo desequilibrando-se por causa da batida com a parte plana, então ele cravou a espada no peito do boneco imaginário que estava jogado ao chão, tornando-se a correr para o próximo oponente. Para avançar ao próximo alvo Kael tinha de desviar do primeiro boneco, mas esqueceu de sua presença e quase bateu com a cabeça se não fosse por o movimento de “matrix”, mas ao se erguer retamente, voltou o foco ao seu próximo oponente. Quase falhou na segunda vitima somente pela mente, felizmente, pois se fosse um inimigo real estaria morto; Perante Kael estava o segundo boneco, ele estava pronto para atacar, quando em sua cabeça, uma lembrança, a memoria da Dracaenae o atacando tornou a atormentá-lo, Muriel recuou como se a garra relutante da monstra tivesse passado sobre sua cabeça, rolou para o lado em forma de iniciar um contra-ataque, ergueu-se e cravou-lhe a espada no pescoço por completo. Por mais que Muriel soubesse que não era fácil matar tal monstro, pelo menos em sua mente ele podia se sentir “Adequado” para tal tarefa, mas só em sua mente. Investiu contra o terceiro, sem nada na cabeça, só o objetivo de destruí-lo.   Imaginou como se o boneco estivesse segurando uma lança cumprida, feito uma outra Dracaenae... Tinha certo “ódio” por tal ser, quase matará sua amiga, Eva. A raiva tomando conta de seu corpo, assim como aquela lembrança, Kael não aguentou contê-la, começou a  desferir vários golpes no tronco coberto de palha feito um louco, como se não houvesse amanhã, chance de um contra-ataque não existia para aquela “Dracaenae”... Como se ele fosse invencível, mas sabia que não era, cessou os ataques aos poucos, deu dois passos para trás, afastando-se do boneco para reiniciar a batalha. Investiu novamente contra ele desta vez com mais seriedade e com cabeça em seu estado “sano”, imaginou somente um campista qualquer com a lança, em uma tentativa de perfura-lo com a lança, o alvo –Seu peito- Mas assim que a imagem da lança foi se movimentando em sua cabeça, preparou uma defesa com a espada, desenhando um semicírculo em sentido anti-horário de cima para baixo, desviando a ponta da lança, depois de tal imaginação fértil tomar conta, girou seu corpo com dois passos para o lado direito, no final do trajeto agarrou o braço do oponente e bateu com com força usando o cabo, na nuca, “desacordando” o boneco. Tinha terminado com os bonecos? Não, definitivamente não, mas sabia que aquilo não era um treino “eficaz” somente com uma sequência, sabia também que teria de voltar para mais um pouco de “imaginação”, mas antes – Guardar os bonecos – Muriel, novamente começou a empurrar como um jogador de futebol americano os pesados troncos de palha.

          Depois de longos minutos os empurrando para seus lugares iniciais, secou o suor em sua testa e os jogou no chão.

-Aqui esta, o resultado de meu esforço. – Molhar aquele lugar não seria ruim, bastaria me chamar.

          Mas logo que Kaelpercebeu que o dia clareava ele precisava voltar para as tarefas diárias do acampamento.

Arma Utilizada:

Ψ Espada da Ira
Habilidade utilizada:

Ψ Nenhuma
Obervações:

Ψ Um treino simples, rapidamente feito e editado, espero que tenha detalhado ao máximo.
Ψ Creio que alguns erros de digitação serão encontrados, pois incrivelmente estou postando este treino pelo celular, uma tarefa dificil isso é fato.
Ψ Agradeço sua compreensão e tempo para avaliação deste humilde teste.

STATUS: Cansadinho :3




I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Convidado em Qua 9 Jul 2014 - 21:26


Avaliação!

Ficou bom, mas houve repetição de palavras, erros gramaticais e no inicio você foi de primeira para terceira pessoa, cuide isso.

+ 60 XP
- 15 HP/EP

Atualizado por Apolo


Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Qui 10 Jul 2014 - 18:21


Treino contra monstros
Sobreviver um dia já é um milagre



Respiração ofegante, gotas de suor condensadas em minha camisa agora encharcada, minha mão estendia a força para que o cabo de minha espada não escapasse, meus pés afundavam levemente na areia esperando um avançar de corrida e em minha frente a morte, e ela se aproximava.  Mas não tão cedo.

Naquela manhã eu treinava na arena, o local estava lotado, diversos campistas se enfrentavam, alguns amigos me cumprimentaram, algumas conversas aqui outras lá, mas treinar perfeitamente, não era possível, pois espaço não existia. Depois de ensinar alguns golpes aos novatos, resolvi que tinha de me retirar, não existia porquês de ter permanecido.  Então caminhei até o chalé três. Foi no caminho que meu dia mudou de rumo. – Kael, tome este convite, não pergunte e nem fale nada. Se quiser participar é só comparecer. – Um dos filhos de Ares e parou e entregou um pequeno envelope azul com meu nome escrito.  Percebi que era algo importante, então assenti com a cabeça ao aviso do filho de Ares, logo guardei o envelope em meu bolso e tornei a caminhar para o chalé. Quando adentrei o chalé, repousei minhas armas ao lado da porta e fui até a cama, deitei-me na mesma abrindo o envelope sem que rasgasse seu conteúdo.  O papel dobrado em seu interior era da mesma cor que o envelope, o desdobrei, lendo o convite.

“Caro Sr.Deschler, venho convidá-lo para um treino especial, realizado e inspecionado pelos filhos de Ares.  Sua presença será de nosso agrado, caso queira participar, nos encontre esta noite na floresta, não conte a ninguém, pois isto é secreto. “ Sob a escritura uma rubrica excepcionalmente rabiscada, mesmo assim entendi a escrita. “Athor”.  Um treino “especial”,parecia uma ótima ideia, mas me perguntava se isso era mais uma das brincadeiras sacanas de Athor, até lá tinha tempo de pensar, ainda havia tempo ainda estava ao inicio da tarde, tinha algumas horas para descansar.   Guardei o envelope na gaveta no criado mudo ao lado de minha cama sem levantar da mesma, em seguida recostei minha cabeça o macio travesseiro e adormeci instantaneamente.

Quando o sol se escondeu ao oeste, levantei-me da cama um tanto grogue, aquela sensação de “onde estou?” se estendeu por alguns segundos, até que assimilei minhas lembranças e as coisas que tinha para fazer hoje. Dei alguns passos lentos e fracos até o outro lado do chalé, onde meu baú de roupas e equipamentos se localizava, o abri e peguei minha muda de roupas de corrida, moletons quentes e bem flexíveis para movimentos longos, a vesti e voltei para cama.    Peguei meu cantil de água que estava no criado mudo e prendi em meu cinto, ao lado da bainha de minha espada, em seguida abri a gaveta e peguei o convite da atividade, colocando-o em meu único bolso da calça. Em seguida fui até a porta, coloquei minha aljava de flechas nas costas, segurei em minha mão esquerda o arco, e chequei meu anel-tridente, com tudo pronto para mais uma atividade, retirei-me do chalé e fui em direção à floresta.
A lua cheia se estendia ao céus que agora escurecia, e alguns campistas se direcionavam para o pavilhão do acampamento. – Pelos veados de Ártemis, como estou com fome! Porém estou atrasado, já escureceu. – Falava sozinho e ao mesmo tempo olhava para o céu estrelado, devia estar parecendo um maluco para meus colegas , mas me detive a pensar sobre isso e continuei a caminhar, tentando adivinhar como era feita aquela atividade “secreta” dos filhos de Ares e se realmente aquilo não era mais uma das sacanagens das proles da guerra.  Mas logo esqueci as dúvidas, pois já adentrava a mata variada da floresta, escutando sons de gritos, mas não de medo ou “socorro” e sim de “Vai mate-a” “Você consegue” , eram vozes familiares, porém muitas.   Não sabia ao certo o que acontecia, então corri em direção ao local donde vinham as vozes, desviando de galhos baixos, espinhos e raízes expostas.

O caminho não foi extenso como imaginava, pois nem estava ofegante com aquela corrida.  Meu destino estava a minha frente e minhas dúvidas se esvaíram. –Ora, ora... E não é que realmente estavam falando sério. – Os filhos de Ares realmente organizavam uma atividade, em uma clareira. O local era aberto e extenso, nos limites da clareira, diversos campistas gritavam e assistiam algo ao centro do local, uma batalha.  Um campista que aparentava ter minha idade, lutava contra um monstro que conhecia, uma Dracaenae, sorte dele ela ser pequena, caso contrário estaria “morto”,  e por mais que estivéssemos em período noturno, o centro da clareira era bem iluminado. “Trabalho de Ártemis talvez...”, pensei eu, ai estava outra coisa que não tinha certeza, dúvidas e dúvidas, minha vida era assim, minha mente sempre preocupada com as consequências, e no momento a dúvida que reluzia em minha mente era. – Será que devo participar? – Essa dúvida ecoou em minha cabeça até que Athor me retirou do “transe”. – Kael, que bom que veio... – Ele não me devia achar corajoso o suficiente para aparecer aqui. – Sim vim... O que é isso? – Apontei para a batalha que agora terminava, e logo Athor respondeu. – Um treino com monstros, isso ajuda os campistas em sua perícia em lutas contra os que querem nos matar. – Ele observou a luta, fiz o mesmo.  A Dracaenae avançava para cima do jovem campista, alguém tinha de ajudar o garoto.  Athor pensou o mesmo, pois gritou “Agora!”, e uma fração de segundo depois, uma rajada de flechas atingiram a Dracaenae, perplexo com a agilidade e precisão dos tiros, procurei os percursores de tal feito, obviamente eram os filhos de Apolo, alguns seguravam arcos, outros caixas com uma cruz vermelha.   Athor percebeu minha boca aberta, por causa da organização de tal evento. – Esta atividade acontece desde os primórdios do acampamento, organizamos tudo, desde os campistas escolhidos até os filhos de Apolo mais confiáveis. – Meu olhar mais uma vez perplexo, se direcionou ao rosto de Athor. – Confiáveis? – Arqueei uma sobrancelha esperando uma resposta. – Sim, pois isto tudo é segredo, nem mesmo Quíron sabe. – Quíron não sabe... Mais um motivo de me fazer querer entrar. – Então esta atividade é ilegal? – Soltei um sorriso maléfico, Athor me olhou surpreso, ou talvez com dúvidas de que eu contaria ao nosso diretor de atividades. – Me coloque, serei o próximo! – Ele bufou de alivio e disse. – Muito bem, aguarde naquela parte. – Ele apontava para o local nos limites da clareira onde não havia campistas, logo caminhei até lá.

Logo que cheguei ao limite da clareira, Athor me chamou, procurei sua pessoa, logo a encontrei, ele apontava para o centro da clareira, entendi o que ele gesticulava.   Caminhei até o centro da clareira e esperei que alguma coisa acontecesse (monstros), mas nada, então cravei meu tridente na areia úmida e em seguida assoviei o mais alto possível, o som ecoou entre as árvores até sumir de vez, logo outro tipo de som ecoava em resposta. – Mas o que? – Pressionava minhas pálpebras a procura de foco na escuridão que se estendia a minha frente.   Uma... Duas silhuetas se detalhavam entre as árvores e antes que pudessem distingui-las, elas sumiram, pior... Alçaram voo, já temia o que eram.   Colei meu olhar nas silhuetas escuras que voavam sobre as árvores, as mesmas circularam os limites da clareira, dando-me chances de tentar assimilar os corpos, pois o céu estrelado facilitava o trabalho, esmo assim era difícil pois o voo daqueles seres era incrivelmente rápido.  

Os sons agudos cessaram, o silêncio permitiu-me escutar o som de meus batimentos cardíacos, estava nervoso.  Uma espécie de piar agudo ecoou em minhas costas, me virei e por um segundo distingui o ser.  A figura monstruosa mostrava suas asas  e garras, sua penugem era escura, e seu bico parecia afiado, reconhecia aquele monstro, aquela espécie convivia conosco no acampamento. – Harpias! – No meu aviso, o monstro mergulhou voou em minha direção, quando alcançou uma altura rasante a Harpia abriu suas garras, demonstrando sua destreza, mas antes que pudesse me alcançar, mergulhei para o lado em um gesto de desvio, o monstro sem êxito passou reto e com as garras vazias.   Quando me recompus, retirei da aljava em minhas costas uma flecha, posicionando-a no descanso de flechas do arco, e puxando sua parte traseira junto ao cordão de couro, posicionei a mira ao céus, esperando uma nova aparição surpresa da monstra.   Algum tempo depois ela apareceu planando em uma altura de dois metros e ao seu lado uma colega, outra Harpia, menor, mas com as mesmas características.  Atirei a flecha, porém errei.  Temendo o avanço das monstras, catei mais uma flecha, posicionando-as com agilidade e precisão, a mirei no peito da Harpia maior, quando percebeu meu ato, a monstra tomou como um gesto nada adequado – Porém era para minha sobrevivência, totalmente adequado – E logo ela avançou contra mim, novamente abrindo suas garras em uma tentativa de me agarrar.  Acompanhei a Harpia com a mira e flechas pronta, até que no momento de sua aproximação, soltei a corda, a flecha dançou velozmente no ar, até atingir o braço da monstra, e ela perder a aerodinâmica do voo e despencar direto ao chão em minha direita.   Enquanto a Harpia maior estava caída, posicionei mais uma flecha, atirando-a em seguida na Harpia menor, porém a mesma estava em uma distância consideravelmente difícil para mim e fácil para os filhos de Apolo.
Não queria esperar que a Harpia maior se levantasse.   Então me virei e corri por uns dez metros, para longe daquele corpo caído.   Posicionei mais uma flecha, me virando, porém a Harpia menor havia sumido, e no momento que senti sua falta, meu coração disparou, minha respiração ficou ofegante e minha mão trêmula, pressentia algo ruim. Só fui ter razão daquele pressentimento, quando Athor gritou. – Atrás de você! – Me virei com o arco e flecha pronto, porém lento demais, a Harpia já havia me agarrado pelo ombro, fazendo-me soltar o arco e sentir uma dor imensa, logo ela alçou voo em uma altura consideravelmente fatal, estava em que... Cem metros de altura? Definitivamente iria morrer, mesmo assim...

As garras expressas da Harpia cravaram em meu ombro esquerdo, o sangue encharcava parte de minha camisa, e a dor tomava conta daquele membro.   Tentei imaginar o que a monstra iria fazer comigo, talvez me levar para um covil assustador? Não queria pagar para ver:  Com a mão direita peguei minha espada da bainha, presente concedido por meu pai. Tentei desferir um golpe em sua asas, mas a espada não a alcançava, então cravei a lâmina até atravessar o membro que ela usava para segurar-me, em seguida ela “piou” de dor, e com um espasmo as garras se abriram, soltando-me para uma queda fatal.

Os ventos zuniam em meus ouvidos, enquanto meus olhos estavam fechados esperando pelo impacto.  “Mas que ótimo, morrerei assim... Que “Heroico”, pensei.  Toda minha vida terminaria ali, e o que as pessoas falavam era verdade; A vida realmente passa em um flash, quando se esta prestes a morrer. Lembrei de minha infância, de meus amigos, desde os da escola, até os do acampamento, Athor, Joy, Will, Lola, todos aqueles que amava, até Kário, aquele Pégaso sacana... Isso! Um Pégaso!” Tinha de tentar, era a única forma de sobreviver. Primeiro esvaziei minha mente, tornando-a acessível para um único pensamento. – Kário! -  As chances de ele ouvir meus pensamentos e gritos eram poucas, mas minhas esperanças agora estavam nas mãos... Patas de um equino alado. O chão se aproximava, meu coração acelerava e meus olhos se fechavam, era o fim... “Não, não é!” uma voz se mostrou em minha cabeça, era um alivio, um verdadeiro milagre. – Kário, meu amigo, você não sabe o quão feliz estou em te ver. – Falei ao abrir meus olhos e aliviar-me psicologicamente, pois estava sobre as costas de meu amigo Kário, um Pégaso que agora salvou minha vida mais uma vez.   Ajeitei-me sobre sua cela, que por algum motivo estava posta e falei mentalmente. “A questão é a seguinte, duas Harpias, uma caída na clareira sob nós e outra desaparecida e ferida, temos de mata-las” Kário relinchou ansioso em resposta. Aquele Pégaso gostava de lutar, isso me deu mais vontade de terminar aquela batalha.  

O Pégaso mergulhou entre as nuvens, direcionando-se até a clareira.  Quando nos aproximávamos do local, a Harpia maior já estava levantada e alguns filhos de Ares a atiçavam com lanças, a monstra estava entretida, dando-nos chances para um ataque, “Kário, atija-a!”.  O Pégaso logo se reclinou mais, fechou suas asas, ele parecia um projétil de penas e cascos, sua velocidade no mergulho era tão alta que meus cabelos sacudiam furiosamente, quando nos aproximamos da clareira, todos os campistas nos olharam perplexos e confusos, mas quando Kário a atingiu transformando-a em pó dourado, todos gritaram em ânimo, pois a batalha atinha apenas começado.

Todos os campistas estavam se aproximando de mim, mas logo gritei. – Para trás, a outra ainda esta viva e temo sua volta. – No mesmo instante todos voltaram ao seus lugares no limite da clareira. “Kário, prepare-se!” avisei o Pégaso, e logo me virei a procura de meu arco, com exatidão a luz da lua refletiu no armamento, facilitando sua localização, logo corri em direção a luz que se mostrava entre as árvores, encontrei meu arco, o recolhi e voltei para o lado de Kário, e no mesmo instante a Harpia menor voltou, o licor dourado escorria de sua pata e ela parecia enfurecida. – Olá de novo. – No termino de minhas palavras a Harpia simplesmente avançou em minha direção, mas Kário a rebateu feito uma bola de beisebol, utilizando suas enormes asas como bastão.     A monstra caiu no chão, sem esperar caminhei em sua direção lentamente, atirando meia dúzia de flechas e incrivelmente a acertando.  Kário caminhava ao meu lado esperando sua chance.   A Harpia já não tinha forças para levantar, logo disse. – Você mexeu com o semideus errado. – Olhei para Kário como se eu dissesse “Sua vez”, logo o Pégaso rodeou a Harpia até ficar do lado oposto ao meu, ele me relinchou e empinou, suas patas dianteiras desceram velozmente e atingiram as costas da monstra, fazendo-a se desfazer em pó. Eu soltei um sorriso e disse mentalmente à Kário. “Eu realmente não sei o que faria sem você”.


Armas Utilizadas:

♆ Tridente de Atlantis — Forjado pelos ciclopes, o Tridente de Atlantis é uma arma extremamente útil. Totalmente feio de prata, possui três pontas, cada qual muito afiada e pungente. Possui uma aura verde-mar que ajuda no controle da água e diminui em - 10 o gasto de energia em habilidades que envolvam a criação, manipulação e qualquer atividade com água. Quando o semideus desejar, se transforma em um anel de prata com um tridente incrustado em si. no modelo de relógio que ele escolher, não importando se é feminino ou masculino.

♆ Espada da Ira — Desde os primórdios da civilização, o Oricalco é usado em Atlantis na construção de armas, armaduras, obras de arte etc, dessa maneira, ele é o metal utilizado na confecção dessa espada para as crias do Mar. Com 95 centímetros, sendo 80 de lâmina e 15 de cabo, a espada possuí guarda-mão de prata em uma esmeralda verd-mar presa em seu pomo, que impede a mão de escorregar e também faz o contra-peso, facilitando assim o manejo. Uma vez por missão, ou a cada 5 níveis, o semideus pode desferir um golpe, usando de toda a Ira de Poseidon. Esse ataque não tem defesa e tira 35 de HP.

◊ Τοξοβολία Ωκεάνιος - Corresponde a um arco e flecha de porte alto, feitos de madeira e revestidos por um aço de tom azulado. As pontas das flechas são pequenas barbatanas de tubarões afiadas, podendo cortar facilmente. A aljava de couro azul marinho guarda 25 destas flechas, que sempre voltarão para as mãos do semideus de Poseidon.
Habilidades utilizadas:

♦ Perícia com Tridentes (inicial). [Nível 01] Possuem facilidade para manusear tal arma, utilizam-no com facilidade. Mesmo nunca tendo tocado na arma, possuirá a força, a agilidade e a velocidade necessária.

♦ Equinoglossia. [Nível 05] Esta habilidade consiste em fazer com que os filhos de Poseidon consigam se comunicar inicialmente com seres eqüinos verbalmente. Em níveis maiores, pode se comunicar pela mente com estes. Ainda pode ordenar o ser para com que siga suas ordens, fazendo qualquer coisa.
Monstros citados:

Harpias
São grandes seres femininos alados. Famintas e muito perigosas, possuem garras afiadas e grande resistência ao fogo. No Acampamento Meio-Sangue, atuam na parte de limpeza e estão autorizadas a devorar qualquer campista que continuar no campo sem autorização durante as férias de verão.

Pégaso
É um cavalo alado, detentor dos céus, capaz de voar longas distâncias em grandes velocidades. Gostam de doces, como torrões de açúcar, foram criados por Poseidon, e por isso, conseguem se comunicar com seus filhos através de seus pensamentos. (Aliado)
Observações:

• Este treino por mais extenso que tenha ficado ele seria maior, pois estava pensando em adicionar um cão infernal, porém deixarei para o próximo treino com monstros.
• Por mais que os Estábulos fiquem longe da floresta, eu considerei o chamado de Kário em minha queda, pois a altura que eu despencava era grande, e provavelmente difícil de distinguir.
• Sei que não sou nível cinco para ter o poder de Equinoglossia, mas o coloquei para deixar o post mais interessante. (Um "Tcham")
• Mais uma vez fiquei sem o meu PC, estou digitando este treino no PC de meu primo (não tem World) por isso terão alguns erros de digitação.
• Fiz este treino principalmente para que meu personagem tenha mais experiencia com monstros.
•Não descrevi muito as coisas na introdução para não ficar muito extensa.
• Tenho noção de que monstros não morrem tão fácil, mas desta vez tive ajuda de Kário (Pégaso citado em minha ficha).
• Um pedido: Poderia avaliar e apontar os pontos confusos? seria de grande ajuda.
• Obrigado por avaliar.




I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Convidado em Qui 10 Jul 2014 - 18:54


Avaliação!

Ficou bom, mas houve repetição de palavras, erros gramaticais e no inicio você foi de primeira para terceira pessoa, cuide isso.

+ 50 XP
- 10 HP/EP

Atualizado por Apolo


Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Sex 11 Jul 2014 - 15:04


Treino com esferas de água
Ψ BEACH / BITCH Ψ


Kael já tinha passado por coisas que a maioria dos campistas espera a vida toda, como matar uma Dracaena duas vezes, destruir Telquines e recuperar o arco de Apolo, a pedido de Poseidon seu pai, o Deus dos mares e terremotos. Todas as lembranças assustadoras, o atormentavam nos sonhos, era horrível ter pesadelos sendo um meio-sangue, eram breves premonições ou avisos, um jeito de comunicação, mas Kael sabia que nada ia lhe acontecer tão cedo, pois só viu imagens do passado, seria possível que ele se repetisse? Não, melhor não. Era inútil pensar no passado e se preocupar com o futuro, sem ter noção do presente, era o hoje, era o agora que Kael tinha de viver, um segundo por vez, mas sem desperdiçar, fazer coisas úteis como treinar, era um passatempo, assim se esquecia das preocupações e ao mesmo tempo as diminuía, pois saber lutar daria um pouco de esperança para a sobrevivência.

A prole das águas acordou cedo se espreguiçando e esfregando os olhos, sua irmã, Amélia ainda dormia feito uma pedra no chalé 3, ela babava enquanto dormia, sua respiração era ofegante, também... Sua carteira de cigarros estava vazia jogada no criado mudo, agora eu me pergunto... Ter uma irmã viciada em nicotina não seria mais um motivo de preocupação? Sim seria, mais uma coisa de cada vez. O garoto andou lentamente sem fazer um barulho, mesmo sabendo que sua irmã dormia feita uma pedra, mas não queria arriscar. Pegou seu casaco e vestiu-o, depois pendurou a mochila em um ombro, caminhou até a porta, pegou o tridente que estava recostado na parede ao lado da saída e abriu a mesma lentamente, sem sequer deixar sair um som.

Olhou para o sol que o cegou por alguns segundos, mas logo recuperou a visão, era um belo dia no acampamento meio-sangue, como sempre, mas isso era bom dava-lhe chance de visitar seu local predileto. Kael foi para praia, um local que descreve perfeitamente um filho de Poseidon. Ele se sentou na areia, deitando seu tridente e largando a mochila, a leve brisa soprava em seu rosto, as ondas estavam um tanto agitadas, mas logo se acalmaram, pois a presença de Kael mudava o clima, suas emoções estavam calmas, serenas e as ondas se igualaram a tais sentimentos.

Depois de descansar um pouco de sua caminhada, Kael se levanta, se despe e caminha em direção o mar, no simples toque de seus pés na água, uma onda de arrepio percorreu seu corpo de baixo para cima, estava revigorando as energias, ele respirou fundo e mergulhou, não era necessário prender a respiração, mas ele segurava o folego para não perder o costume. Nadou até depois da linha de quebra das ondas, submergiu na superfície, ficando ali por alguns minutos, brincando com seus poderes lançando diversas esferas de água, só por diversão, testando sua força de lançamento. Depois de não aguentar aquela solidão do mar, nadou novamente até a areia, saiu da água, não se secou esperou os ventos secarem seu corpo. Kael queria testar seus poderes, era o que ele queria fazer desde que teve a ideia de treina, pegou seu tridente e caminhou até as águas, elas logo começaram a agitar-se, Kael invocou as águas transformando-as em duas esferas do tamanho de bolas de basquete, por mais que seja água, uma pancada deste poder faria um grande estrago. Lançou-as para o horizonte, mais longe do que quando brincava, era o Tridente, a arma o ajudava no controle das águas, deixava-o mais poderoso e destemido. Por incrível que pareça, Kael não gostava de parecer poderoso, mas era de seu sangue não podia evitar e nem recusar, pois isso facilitava em sua tão desejada sobrevivência.

Lançou uma dúzia de esferas por longos minutos, até esgotar-se por completo, por mais que estivesse em contato com a água, ele gastava mais energia que ganhava, ele então resolveu se sentar ali na areia onde os finais de ondas tocavam suas pernas. Kael ficou ali por um bom tempo até conseguir sentir sua vida por completo, levantou-se pegando seu tridente e foi até sua mochila, pegou-a e colocou nas costas. Tomando seu rumo em direção ao chalé três, para tomar um banho e descansar mais um pouco, talvez fosse limpar o chalé, pois ele e Amélia eram “furacões” naquele lugar.

Armas Utilizadas:

• Tridente
• Espada da Ira
Habilidades Utilizadas:


♦ Hidrocinese. [Nível 05] Essa habilidade permite com que o filho de Poseidon apenas controle água, podendo fazer pequenas manipulações. Essa habilidade também envolve fazer uma bolha de ar enquanto se está debaixo d'água, permitindo a respiração por algumas rodadas. (O narrador que decide)

♦ Esferas de água. [Nível 01] Os filhos de Poseidon poderão fazer com que de suas mãos cinco esferas de água surjam, assim lançando-as contra o oponente. Possui um pouco poder impactante e serve para causar uma pequena distração.

♦ Água da cura. [Nível 03] As mãos do filho de Poseidon ficarão recobertas por um líquido azulado, este contém poder curativo. Pode curar ferimentos leves, até mais graves.


♦ Anfíbio. [Nível 02] Os filhos de Poseidon conseguirão respirar debaixo d'água. Assim como conseguir se movimentar como se estivesse fora da água, mas com sua velocidade triplicada. Pode também fazer com que suas roupas molhem apenas quando quiser e ainda permite andar sobre a superfície da água.
Observações:

- Mais um post criado rapidamente, porém este foi feito no computador, espero que esteja bom.
- Obrigado por avaliar.

STATUS: Com a mente serena.




I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Nyx em Sex 11 Jul 2014 - 18:04


Avaliação!
 
  + 70 xp;
  - 15 HP/EP

 Att por Ártemis <3



Nyx 
♥️Primordial♥️Deusa da Noite♥️
avatar
Deuses
$D :
10049967

Idade :
23

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Dom 24 Ago 2014 - 2:14


Treino  de Espadas
A muito tempo atrás...



 15:00 às 16:00 // Quando entrei para o acampamento ainda como indefinido.

O Sol brilhava alto no céu e irradiava um calor infernal por todo o acampamento. O ar quente que subia do solo distorcia a visão. A caminhada de minutos até a arena pareceu se transformar em horas, mas nada disso impediria o treinamento de ocorrer, porque nenhum inimigo desistiria de nos atacar por causa do sol quente.
Era meu primeiro treinamento de armas de curta distância, então, eu não conseguia esconder o nervosismo. Meu coração batia forte em meu peito e eu podia ouvi-lo claramente zunindo em meus ouvidos. Metade do suor que meu corpo soltava era por causa dessa inquietação. Os campistas do chalé de Ares estavam percebendo e soltavam algumas risadinhas de deboche para mim. Se eles estavam querendo transformar minha inquietação em raiva eles estavam conseguindo.
Respirei fundo tentando controlar tanto o nervosismo quanto a raiva. Em seguida o responsável pela arena começou a discorrer sobre o treinamento de hoje.

-Boa tarde a todos. Hoje faremos um treinamento com armas curtas. Nos vamos formar duplas e praticar as táticas que aprendemos na última aula para que podemos firmá-las. Como o novato, Kael, não as conhece, eu irei passá-las para ele enquanto vocês as praticam. Agora vamos começar, eu não quero ver ninguém parado.

Os campistas começaram a formar suas duplas e em questão de minutos todos já estavam batalhando ao meu redor. Eles desferiam estocadas e golpes nos flancos uns dos outros, porém, estavam apenas pegando leve, os ataques eram muito lentos para serem sérios e ainda estavam usando a parte chata da espada. Me distrai completamente observando as lutas, logo, o monitor me chamou:

-Kael, você não vai aprender a usar uma espada parado aí. - disse o filho de Ares em um tom um tanto brincalhão.
-Ok, já estou indo.

Marchei rumo ao monitor e observei o garoto alto, moreno e um pouco mais alto que eu, enquanto tirava uma espada de dois gumes de um enorme suporte de espadas. O monitor começou a girá-la de um lado para o outro como se fosse um nunchaku. No mesmo instante eu soube que iria ser feito de saco de pancadas. Quando eu estava a apenas um metro, ele repentinamente parou de fazer as manobras; colocou a ponta de sua espada em minha garganta e disse:

-A lição mais básica é: não baixe sua guarda nunca. - Ele me encarava freneticamente, respirando calmamente.
-É verdade.-Eu disse colocando a mão na ponta de sua espada, a afastando de minha garganta, suspirando de leve, desembainhando minha espada de bronze e a erguendo de modo que ficasse na diagonal, fechando minha guarda.
-Sim, é verdade. Agora eu vou te passar alguns golpes, então, preste bastante atenção. - Ele caminhou até o meu lado, arrastando as pontas dos pés no chão, de modo que a poeira se levantasse de leve.
-Ok. - Respondi, relaxando o meu pulso e me virando para ele.

Enquanto todos batalhavam ao nosso redor, eu e meu mestre só ficamos no básico do básico que já foi o básico. Ele me mostrava os golpes lentamente, para mim se adaptar a todos eles, explicando suas funções e resultados, desde cortes para decepar membros até os mais simples como contra-ataques de cortes rasos. Depois de alguns minutos de explicação ele disse:

-Muito bem Kael. Está preparado para a parte séria da coisa? - Ele sorria maleficamente e, me encarava deixando transparecer a sua vontade de me ferir.
-Batalhar? - Perguntei perplexo, temendo o pior.
-Exato. E aí?, está preparado? - Ele perguntou mais uma vez, parecendo estar com pressa.
-Claro que estou monitor. - Sorri de canto, tentando esconder meu pavor de ser cortado ao meio, um exagero devo dizer.
-Ah! meu nome é Jacob. - Ele finalmente se apresentou, mal educado.
-Prazer em conhecê-lo Jacob. Agora vamos para a ação. - Pelas barbas de Poseidon, agora estava ansioso, como era possível?

Logo Jacob partiu para o ataque. Comecei a defender os golpes que ele investia contra mim, mas isso era quase inalcançável, pois eu estava desajeitado. Tudo que ele havia me passado desapareceu de minha cabeça. Tentei manter a calma, porém, isso era impossível de se fazer com uma espada descendo constantemente sobre minha cabeça. Eu já estava no limite e Jacob estava percebendo, então, ele começou a gritar:

- Kael, levante a espada! - plaft! O barulho das espadas se chocando era ensurdecedor.- Foco, Foco, Foco! - plaft! - Não levante ela tanto assim! - plaft! - recue, recue, recue!- plaft!.

Jacob percebeu uma falha minha, encaixou nossos gumes, girou a espada até que completasse um circulo perfeito e fizesse minha espada se desequilibrar e se soltar de minha mão.

-E agora você morre! - Disse Jacob sarcástico.- Vá pegar sua espada e vamos tentar uma segunda vez.

Jacob balançou a cabeça em desgosto e, logo fui pegar minha espada. Eu vi aquela expressão durante toda a minha vida na escola, em casa, na rua e em vários outros lugares. Eu não podia deixar aquilo entristecer meu coração; isso só iria me fazer mais fraco; com vontade de desistir. Se eu desistisse eu seria um verdadeiro fracassado, Então, eu me lembrei de uma coisa que a professora de filosofia me disse na quinta série.

-O campo da derrota não está povoado de fracassos, mas de homens que tombaram antes de vencer.

Eu tombaria antes de vencer? Esse não é o tipo de pessoa que eu sou; eu não vou deixar minha história terminar assim, no esquecimento completo. Começando a partir de agora. Peguei minha espada do chão e me coloquei perante Jacob, preparando minha base de ataque.

-Preparado? - Perguntou Jacob, esperando uma resposta.
-Vamos lá. - Meu tom saiu mais confiante do que realmente deveria ter sido.
-Hunf! - Jacob resmungou, tentando me deixar mais “para baixo”.

Logo o jovam campista, começou desferir golpes tão intensos quanto antes, mais rápidos, mais fortes, mas dessa vez eu estava diferente, eu queria continuar, eu estava confiante. Eu comecei a rebater os ataques e a abrir algumas brechas na guarde de Jacob, para poder atacar. Jacob desferiu um golpe em diagonal em direção a meu pescoço, mas eu consegui defendê-lo, jogando minha espada em sentido contrário e recuando. Em seguida  girei minha espada sobre minha cabeça, dando início a um golpe semelhante ao de Jacob, tentei golpeá-lo no flanco. Jacob facilmente repeliu meu ataque e soltou um sorriso amigavelmente irônico. Jacob avaçou contra mim, dando um salto raso para a minha esquerda e utilizando o final de seu cabo para uma estocada, mas percebi sua tentativa e rolei para a direita, me afastando do garoto. Mas antes que pudesse me levantar por completo, o bronze celestial da espada de Jacob já tocava minha garganta, mais uma vez.

-Muito bom Kael. O treinamento está encerrado por hoje.

Suspirei de desapontamento comigo mesmo. Agradeci à Jacob utilizando um tom um tanto triste, saindo aos arrastos da arena, para mais um final de tarde repleto de tarefas. Percebi o sol se pondo ao oeste, deixando com que a escuridão tomasse o acampamento e, mais uma vez lembrei-me da citação de minha professora. - Não foi desta vez que venci antes de tombar. - Caminhei até o pavilhão do refeitório, onde tomei mais um maravilhoso café da tarde junto ao chalé de Hermes.

Arma utilizada:
Espada de bronze simples.
Observações.:
Considero este o post mais rápido que fiz em todo a minha vida e o mais sem criatividade.

Ficou uma "bostinha".




I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Convidado em Seg 25 Ago 2014 - 18:11


Avaliação


Bom treino, prole de Poseidon. Boa escrita, poucos erros e uma narração que além de realista, me prendeu do início ao fim.

-70 Xp
-(-10Ep)

Att por Selene


Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Qua 27 Ago 2014 - 13:54


Treino  de Espadas
Como um treinador.



Depois de uma refeição vespertina, me desloquei até a arena para mais um de meus treinos com espadas. O local estava cheio, como sempre, ainda mais por ser começo de tarde, era o horário perfeito, por motivos de o sol estar disposto em um ângulo que permite à arena ser tomada apenas por sombras. Tive dificuldades de achar um boneco de treino vago, até que um dos campistas havia terminado seu treino e consecutivamente possibilitando-me um.

Caminhei em direção ao boneco já semidestruído parando a poucos centímetros do mesmo, retirando minha caneta do bolso e a clicando em seguida, logo uma espada de bronze celestial pendia equilibradamente em minha mão direita. Ter uma caneta espada parecia loucura, mas era minha realidade.

Iniciei meu treino.

Depositei meu pé esquerdo a minha frente e afastei o direito, dobrando levemente os joelhos, preparando minha base de luta. Girei a lâmina em minhas mãos, e logo desferi um golpe no boneco, diagonalmente o iniciando da direita e acertando brutalmente o chão a minha esquerda. Ajeitei-me novamente na mesma base e distância a frente do boneco, e repeti o golpe, desta vez utilizando menos força, permitindo que o golpe fosse eficaz e curto. Me endireitei e analisei a situação do pobre boneco; Sua palha já transbordava por sua barriga, sua cabeça totalmente destruída e, só neste momento que percebi que o pobrezinho não tinha os braços desde o começo. E desde quando eu me preocupo com bonecos? Nossa.

Olhei em volta a procura de outro ser de palha vago, mas nenhum boneco estava, desapontado me comecei a caminhas para fora da arena. - Ei você! Peixinho! - Obviamente me achamavam. Já tinha me acostumado com os apelidos. Girei meu corpo procurando o dono da voz, até que meus olhos encontraram um dos filhos de Ares – grandes como sempre – olhando em minha direção e com sua espada avermelhada erguida.

Caminhei até o filho de Ares, e indaguei perguntando. - Do que precisa, “engraçadinho”? - Sabia ser irritante e grosso ao mesmo tempo, mas temia ser um erro, fazer isto com um filho de Ares. - Bom, preciso que ajude esta garota, com um treino de espadas. - Ele deu um passo para o lado, revelando uma garota um “pouco” mais baixa que eu, com cabelos escuros, olhos e pele de cor clara. - Olá. - A voz da garota parecia ser de criança, daquelas que choram no supermercado quando a mãe não os compra uma bala. - Olá. - Sorri com um pouco de vergonha e, logo lancei um olhar de desgosto ao filho de Ares, como quem dissesse, “Sério? Quantos anos ela tem?” O filho de Ares deu de ombros e disse. - De seu jeito, tenho que treinar com os veteranos. - O “maromba” se retirou de minha frente. Sorte dele, pois, eu estava prestes a despedaçá-lo só por diversão. - Não queria ter sido rude com você, mas tudo bem vou ajudá-la, pode até ser bom para mim. - Já que não havia bonecos, pelo menos, uma oponente estava vaga, bastava ela ser boa. - Tenho dezesseis anos, sei que sou baixa, mas fazia aulas de atletismo no colégio, resumindo sou rápida. - Ela lançou me um trocadilho devido a minha grosseria anterior, logo respondi sorrindo de canto. - Veremos. - Me afastei cinco metros da garota, para iniciarmos o duelo.

- Vamos lá, pode vir! - Avisei-a. A garota empunhou sua espada de gelo totalmente desajeitada, mesmo assim, ela avançou em minha direção, fazendo completamente tudo errado. A base da garota era nula a “acertos”. Seu pé direito ficava a frente e o esquerdo atrás, sendo que ela segurava a espada com a direita, seus pés deviam estar invertidos. A postura dela era tensa e seus membros não eram tão alongados quanto esperados de uma atleta. O ataque da garota com a lâmina, veio de cima para baixo, em um ângulo reto, percebi seu feito e logo pendi minha lâmina sobre minha cabeça deixando-a em uma posição horizontal, e pouco tempo depois nossas lâminas se chocaram em som agudo e metálico, percebi no rosto da garota sua feição sobre o som, desviando sua atenção às lâminas, ficando distraída. Com a distração da garota pude utilizar minha mão esquerda para agarrar o pulso direito dela – Do qual utilizava para segurar a espada - e o torci, fazendo com que a garota soltasse a espada, logo minha mão esquerda fez o mesmo, se encarregando de pegar o cabo da espada livre. No momento em que agarrei o cabo da espada gélida, dei um passo com minha perna direita indo para a esquerda da garota e no mesmo movimento passando a meu braço direito sobre a cabeça da garota que seguia meus movimentos.

Quando minha lâmina da mão direita, assumiu um sentido horizontal tocando levemente a nuca da garota, direcionei minha atenção a espada gélida da mão esquerda, criando uma emboscada. Dobrei totalmente meu braço esquerdo, juntado-o em meu tronco, fazendo com que meu cotovelo recostasse-se em minhas costelas, permitindo com que a lâmina da garota ficasse na horizontal, apontando para a garganta dela. - Perceba minha postura. - Pedi para a garota analisar, referindo-me a meus braços que estavam em uma linha reta, porém as lâminas estavam em posições diferentes.

Meu braço direito – com minha espada – Estava totalmente esticado, apoiando-se de leve no ombro esquerdo da garota e com a lâmina em um ângulo de noventa graus para a esquerda, deixando o fio da espada tocar sua nuca. Já meu braço esquerdo – Com a lâmina da garota - estava dobrado para trás, com a lâmina reta e a ponta direcionada à garganta da menina. - Deste movimento não tem como você escapar. Quer tentar, apesar de meu aviso? - Ela sorriu de canto e início um contra-ataque. Inútil.

Ela investiu contra meu braço direito, o que estava esticado. A garota o empurrou com força até que a lâmina libertasse sua nuca, porém um erro, nivelei rapidamente meu braço direito enquanto armava outra emboscada. Dei um passo para a esquerda ficando perante as costas da garota, com as lâminas novamente a encurralando. - Viu? - Desta vez as lâminas estavam alternadas, porém com a mesma posição de antes. Somente meu braço esquerdo tinha mudado um pouco, pois o desci para as costas da garota, ficando em um ângulo de vinte graus, com a ponta encostada na coluna vertebral dela. Já meu braço direito, estava com a mesma posição de antes, porém com a lâmina recostada ao pescoço da garota. A garota tinha desistido, levantou as mão em sinal de desistência e logo disse. - Eu entendi, eu entendi!. Pode retirar estas lâminas de perto de meu corpo? - Realmente parecia meio bruto um ataque deste nível contra uma garota. - Está bem... Só queria que entendesse.

A garota se recompôs, ajeitando suas roupas e analisando sua garganta e nuca, para ver se não faltava algo. - Não se preocupe, eu tomo cuidado com o que faço. - Tentei acalmá-la, com a verdade, claro. - Muito bem, análise inicial… - Parecia um treinador com aquele tom, só faltava um apito. - Sua base está invertida, você utiliza a mão direita para segurar a espada, seus pés devem estar nesta posição... - Mostrei-lhe a posição, levando a perna esquerda à frente e afastando a direita. - Está vendo? - Ela assentiu com a cabeça, com uma expressão de quem diz “Muito bem, muito bem”.

- Tente novamente – Entreguei-lhe sua espada e me afastei, falando. - Prometo que desta vez eu não ataco, somente defenderei. Ataque-me até cansar!

A garota logo correu, parando em minha frente com o pé esquerdo à frente e o esquerdo para trás, parecia ter sido calculado, mas desviei minha atenção a isto. Sua lâmina veio novamente de cima em um ângulo reto, ela teve a proeza de fazer o mesmo ataque, mas desta vez eu não iria atacar, como havia prometido. Utilizei minha espada para desviar a sua, deixando com que os “fios” das lâminas se esfregassem até o fim em um desenho circular. Uma falha da garota ocorreu, ela não segurou a espada corretamente, deixando com que sua lâmina escorregasse até se chocar ao chão próximos a outros campistas na nossa esquerda. - O que aconteceu? - Perguntei tentando entender o ocorrido, ou, pelo menos, conseguir uma razão para meus intuitos. - O cabo... Ele é grande demais para minhas mãos. - Ela sacudia a mão direita freneticamente, parecendo frustrada pelo motivo. - Tudo bem, não tem problema, é só levar para as forjas do acampamento que os filhos de Hefesto a consertam para você – Soltei um sorriso, parecido com os que os pais dão ao ver os filhos felizes. - Por hoje é só, pode ir, arrume sua espada, faço questão de terminar este treino outro dia. - Falei brincando à garota, pois tinha mais afazeres, do que a maioria dos campistas, motivos de meu chalé ter somente dois campistas, mas quem sabe um dia… Ela parecia uma oponente em potencial. A garota agradeceu-me, limpando o suor de sua testa e guardando sua espada na bainha de sua cintura e, logo se retirando da arena, mas antes de desaparecer ela falou. - Aliás, meu nome é Yukii, sou filha de Quione. - Somente agora tinha notado que não havia me apresentado, que falta de educação de minha parte. - Kael, filho de Poseidon. - Ela então sorriu e se retirou da arena, por fim.

Suspirei em alívio, notando minha camiseta encharcada de suor, “como poderia ter suado tanto em tão pouco tempo, aliás, que horas são?” Olhei em meu relógio, eram quatro e quarenta da tarde. Assoviei baixo revirando os olhos, junto. Como podia ter passado-se tanto tempo? A resposta vinha do ronco de minha barriga. - Entendi, refeitório. - Por mais que adorasse comer muito, parecia que meu estômago tinha vida própria, tanto que nós conversávamos de vez em quando.

Tirei minha camiseta encharcada, logo que sai da arena, sentido uma leve brisa fria tocando meu corpo, suspirei e tornei a caminhar para a direção do pavilhão. - Comer!

Armas utilizadas:

Kael:
• Espada de bronze celestial [ Volta sempre ao bolso de seu dono em forma de uma caneta, essa espada amedronta muitos de seus inimigos refletindo o poder do mar]

Yukii:
Espada de Gélida
Obervações:

A espada de gelo utilizada pela NPC Yukii, foi uma cração minha. :v
Obrigado pro avaliar.



Cadê meu apito?




I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Convidado em Qua 27 Ago 2014 - 17:22


Avaliação


Parabéns, prole de Poseidon. Outro ótimo treino. Não vi erros alarmantes e tens uma boa narração que me prendeu. Gostei da criatividade e do jeito como se desenvolveu seu treino, continue assim.

-75 Xp
-(-15Ep)

[Aguardando atualização]


Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Qua 27 Ago 2014 - 17:31


Treino com Adaga.
Porfissional? Não.



Minha cabeça latejava, talvez pelo fato de ter saído da obscuridade que sempre se encontrava meu chalé. Por incrível que para hoje estava de saco cheio de ficar parada dentro do chalé, e quando digo incrível é porque realmente isso é verdade, passava mais tempo dentro do que fora do chalé. O sol estava extremamente forte naquela tarde. Tão forte que mesmo com as enormes árvores do bosque do acampamento ao meu redor eu não conseguia me esconder de seus raios reluzentes. Era difícil encontrar sombra e eu corria por toda a floresta, queria treinar sozinho por um momento. Quando passei pela Arena, haviam alguns semideuses por lá, treinando. Alguns o faziam em conjunto, outros sozinhos. Existiam, também, aqueles que treinavam com fantoches e os que golpeavam o vento.

Caminhei para longe dos demais, como sempre, não queria ficar perto de outros semideuses, o interessante é que deveria ser o contrário, já que por ser filho de Poseidon sendo ele um dos três mais poderosos do Olimpo, era quase que dever ser o melhor e o mais forte, mas durante treinos com socos, chutes e pontapés gostava de os fazer sozinho em um canto, ajudava na concentração e consequentemente na perfeição dos golpes. Respirei fundo, duas, três, quatro vezes, estalei o pescoço segurando-os nas laterais. Estiquei o braço esquerdo rente ao peito e o puxei para mais perto com o direito, repetindo o inverso também. Repeti esse processo dez vezes com cada braço antes de passar para o próximo. Um aquecimento antes seria de muito bom agrado.

[...]

Caminhei para um boneco, o que estava mais longe dos demais, um dos que estavam espalhado pelo bosque após a arena, desembainhei a adaga de bronze celestial que sempre carregava comigo, a arma havia se encaixado perfeitamente em minhas mãos, mesmo assim, com o treino contínuo a arma se adaptaria ainda mais. Começaria a treinar com golpes simples, que qualquer pessoa seria capaz de fazer. O primeiro golpe foi uma estocada na altura do abdômen, não muito preciso ainda. O golpe atingiu alguns centímetros fora do lugar exato onde eu queria, admito, mas nada tão humilhante assim para um novato com adagas, não? Exatamente, preferiria mil vezes um treino com espadas e lanças do que com um instrumento pequeno.

Insisti mais duas vezes na estocada, aumentando um pouco a velocidade delas. A primeira das três fora lenta, a segunda numa velocidade mediana e a terceira mais rápida. O próximo golpe escolhido foi um corte de baixo para cima começando na barriga e indo rumo ao pescoço. Foi um pouco melhor que o anterior. Aproveitei a deixa do golpe para, com um giro, acertar um golpe com a mão aberta na barriga do fantoche para desestabilizá-lo.

Minha mente começava a trabalhar a pleno vapor, dei um passo longo para trás, tomando distância do alvo imóvel. Segurei a Adaga com um pouco mais de força e investi contra o boneco, golpeando novamente o mesmo, agora da direita para a esquerda. Sentia como se o sangue divino que corria em suas veias e que tinha total conhecimento facilitavam em certas coisas. Talvez todo semideus tenha nascido com um dom que o permita sobreviver nas situações mais adversas e, por isso, aprendiam certas coisas de modo mais fácil.

Sendo ou não por influência do sangue divino, sentia  como se pudesse ir um pouco mais longe sem se preocupar tanto com o cansaço. Começou a se utilizar um pouco de combos, então. A cada golpe com a adaga, usava algum outro golpe com a mão vazia ou chutes e pontapés para aproveitar as defesas baixas do “adversário” por causa do primeiro golpe dado. Intercalava os ataques com movimentos defensivos, como utilizar a adaga para bloquear uma arma invisível que almejava atingir-me, abaixar para desviar de um golpe ou até mesmo girar para o lado para evitar o ataque. Aproveitava a deixa ainda para as vezes tentar passar uma rasteira no fantoche, apesar de saber que este não cairia. Era como um grande frenesi, sentia meu sangue correndo pelas veias, o tempo parecia ir mais lento, sentia cada movimento, cada respiração e as estocadas no boneco.

Por fim, o suor tomava conta de meu corpo, meu topete caiu formando uma franja que colara na testa, minha respiração, por fim, depois de horas que mais pareciam minutos estava ofegante, girei o corpo uma última vez e finquei a adaga no centro de seu corpo, onde ali deveria existir um coração. Deixei um sorriso malicioso e ainda sim satisfeito escapar entre meus lábios. E então caminhei de volta ao chalé, esperançoso por um longo banho para acalmar.

Arma Utilizada:

Ada de bronze celestial [inicial]


Cut cut cut cut!




I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Convidado em Qua 27 Ago 2014 - 18:52


Avaliação


Outro treino curto porém bem eficiente. Você tem grande potencial narrativo mas em comparação aos outros treinos que pude avaliar, vi que deixou a desejar em algumas partes. Confesso que fiquei bastante confuso e perdido em alguns trechos mas, no geral, gostei.

-70 Xp
-(-10Ep)
Atualizado por Zeus.

Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Qua 27 Ago 2014 - 19:02


Treino  de Espadas
***********************************



 [ 19:00 às 20:00 ]
Mais uma vez lá estava eu, na arena sozinho no meio da noite, mais uma vez para um novo treino. O acampamento todo devia estar no pavilhão do refeitório, festejando a chegada do verão, pois muitos dos campistas voltaram de suas casas, para passar o verão no acampamento. Era uma festa de boas vindas. Eu particularmente não estava com vontade de beber suco até se encher, e falar cobre coisas superficiais como as filhas de Afrodite e os arcos de Apolo, eu queria era fazer algo que eu gostava e, festas não se aplicavam a esta lista.

Depois de me alongar meticulosamente, sem deixar um músculo passar, saquei minha espada. Tecnicamente, a “cliquei”, sim eu a cliquei, pois minha espada se transformava em uma caneta e vice e versa. Um presente de meu pai.

- Vamos lá. - Falei um pouco empolgado demais. Caminhei até o boneco mais próximo e me posicionei a um metro de distância, defronte ao mesmo o encarando como se fosse um inimigo real. - Que idiota. - Indaguei notando minha breve loucura.

Esqueci-me de meus problemas e dos barulhos dos gritos vindos do refeitório, começando a me concentrar no treino. Levantei a espada na vertical, a segurando com as duas mãos firmemente em minha frente. Desferi o primeiro golpe o iniciando da direita para a esquerda, em uma linha diagonal. Precisei girar levemente meus pulsos para que a lâmina se regulasse a um ângulo perfeito para um corte e, claramente o fiz perfeitamente. A lâmina se cravou até a metade no tronco de madeira do boneco, decepando seu braço/saco de palha, o pobrezinho ficou aleijado.
Repeti o golpe mais uma dúzia de vezes, acoplando ao seu fim um recuo para trás e uma investida com uma estocada no pescoço. Fiquei parecendo um idiota, indo para frente e para trás, mas foi eficaz, tanto que minha respiração ficou ofegante após o fim do trigésimo golpe.

- Mas que merda, estou enferrujado. Que irônico. - Piadas para quem? Ninguém, talvez para meu ego. Fazia tanto tempo que não treinava, estava sem foco e vontade, não era como antes.

Meus músculos se contraiam de dor, meus olhos ardiam fracamente e minhas mãos atrofiaram de leve, pois havia segurado o cabo com muita força. Mas meu estado físico não era o pior daquela arena, o boneco estava esfarrapado: Não existia mais sacos de palha, seus membros totalmente decepados e no tronco onde desferia os golpes com a lâmina, um vácuo de dez centímetros se direcionava ao centro do tronco. Notei que se tivesse continuasse teria derrubado aquele tronco.

- Nem tão “enferrujado” - Soltei um sorriso irônico, pousando minha lâmina no ombro direito e me retirando lentamente da arena e contemplando a lua cheia daquela noite.

Armas Utilizadas:

Espada de bronze celestial dos filhos de Poseidon.
Habilidade Utilizada:

Pericia com espadas.

Ficou uma "bostinha".




I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Deimos em Qui 28 Ago 2014 - 9:18


Avaliação
O treino em si foi bom, mas com muitos erros de concordância, digitação e repetições. Da última vez avisei que você deveria relê-los antes de postar e quase não descontei seus prêmios por causa disso, pois foi a primeira ocorrência comigo. Não serei tão bonzinho desta vez.

+56 XP
-17 HP
-12 EP

Deuses
$D :
1010823

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Christopher McCory em Ter 23 Set 2014 - 23:03


Treino  de Espadas *
No dia em que conheci Athor



  08:00 às 12:00 am // Em uma manhã qualquer.

As manhãs eram o que iluminavam o meu acordar. Como já de costume, um pequeno feixe de luz reluzia entre as finas cortinas do chalé três, anunciando a chegada de mais um dia cansativo. Ao me levantar, pude notar que Joy e Choi faziam o mesmo, ambas se organizando rapidamente, diferentes de mim, pois algo me impedia de levantar e tomar meu rumo para fora do chalé. Algo como o cansaço. Fechei novamente meus olhos, entrando em um breve cochilo, um tanto rápido, seu fim foi dado pelo bater da porta do chalé - possivelmente proposital - por onde Joy e Choi sairam. Logo que o silêncio tornou ao chalé, me ergui, ficando sentado rente a borda da cama e observando o nada a minha frente, tentando focar em meus futuros e próximos afazeres. O primeiro deles era um treino livre, ou seja, poderia escolher o que fazer, deste que este fosse um treino.

Com a decisão tomada, caminhei ainda que semi nu, até o baú perante a minha cama e comecei a me vestir com a tipica roupa do acampamento; Blusa laranja e calça jeans, junto a um par de tênis de corrida. Chequei várias vezes a presença de minha caneta-espada em meu bolso (por mais que ela não saisse dali) e meu anel que se transformaria em um tridente com simples pedido. Já pronto, retirei-me do chalé, fechando a porta calmamente, foi ai que percebi. O bater da porta havia sido proposital, totalmente direcionado para me acordar. "Aquelas malditas!"

[...]

Após caminhar por alguns minutos sem rumo, encontrei a arena, quase que totalmente vazia, somente com alguns campistas. Claramente filhos de Ares. Aproximei-me de dois que duelavam entre si, tomando cuidado para que não se machucassem, sendo meticulosos a cada ataque ou defesa.

Quando terminaram, um deles - o mais alto - me fitou, sorrindo e indagando um desafio.

- Você sabe lutar? - Claramente ele me desafiava, querendo mais treino, mais luta. Talvez um erro da parte dele.

- Sei, claro que sei. - Falei escondendo as mãos no bolso e agarrando minha caneta, ainda permanecendo com as mãos escondidas.

- O que me diz? Um treino? - Ele sorriu mais uma vez, confiante de si, totalmente ignorante do futuro.

- Isto nem poderá ser taxado como "treino", já que você vai desistir muito rápido... - Sorri como ele, tirando de meu bolso a caneta e deixando claro que talvez fosse maluco. - É... Realmente será bem rápido.

- Ora, ora! Confiante de suas habilidades, mas acho que com uma caneta não será tão de certeza. - Ele tirou sarro de minha caneta, rindo espontaneamente e alisando sua espada cor de sangue. Novamente, totalmente ignorante.

- Isto não é uma caneta. - Falei, dando o "clic" no botão na parte superior da caneta esferográfica, que logo se transformou e se estendeu na espada de bronze, a sua verdadeira forma. O filho de Ares recuou um passo, com seus olhos arregalados, mas não de medo e sim de surpresa. Ele então indagou.

- Nossa... - Em um tom irônico ele continuou. - Uma espada! E olhe! Ele é um dos filhos de Poseidon! - Ele realmente não me conhecia. Eu obviamente fiz muito mais favores à este acampamento do que qualquer um daquela arena, como era possivel ele não me conhecer? Ainda mais por ter sido o vencedor da corrida de biga! Maldito, devia ser um novato.

- Vamos logo com isso, estou atrasado para próxima tarefa. - Falei ao perceber a posição do sol, quase que ao centro do céu azulado, aproximadamente eram exatas onze e meia da manhã. O filho de Ares não precisou responder, soltou somente um sorriso, como todas as outras vezes e ergueu sua espada. Sinal de que eu podia avançar. Foi o que fiz.

Avancei na direção do filho de Ares, deixando minha espada pender para o lado direito enquanto trazia seu cabo empunhado por minhas duas mãos em sentido contrário. Já perante ao filho de Ares, esquivei-me para a minha direita, invertendo a posição da espada, trazendo em um impulso rapido o cabo para o lado direito e a lâmina para o esquerdo. Já na lateral do corpo do filho de Ares, direcionei meu ataque aos seus pés, usando a parte plana para acerta-los, pois tinha consciencia de que treinos eram limpos, sem sangue. O filho de Ares, desequilibrou-se, tombando de barriga ao chão e levantando com um olhar enfurecido em seguida.

- Maldito! Vai me pagar! - Ele falou limpando a areia que se grudou nos lábios dele com a base de sua regata preta colada, deixando que seus musculos ficassem saltados e expostos. "Nojento", falei ao ver o modo que as pessoas se matavam para ficar "bombados".

- Estou esperando me cobrar a divida... - Sorri, preparando a espada perante meu corpo, segurando seu cabo com as duas mãos e deixando sua lamina ereta. O filho de Ares então avançou, como previsto.


[...]


O ataque da prole de Ares foi mais que claro, simples e de um novato. Seu ataque iniciou-se de minha esquerda em um angulo diagonal, vindo de cima para baixo, com total objetivo de acertar meu ombro. Mas filhos de Ares se iludiam que o ódio e a raiva os preenchiam de força, um erro que poderia ser fatal, se aquilo não fosse um treino e se seu inimigo fosse alguém diferente de mim, um ser totalmente compreensivo. Desviei de seu ataque, jogando meu tronco e pernas para a direita e trazendo junto o cabo da espada que logo permitiu que sua lâmina tombasse quinze graus para a esquerda. Fiquei novamente ao lado esquerdo do filho de Ares, desta vez, não iria deixar barato. Resolvi então, finalizar o duelo.
Dei mais um passo longo para a direita, em um angulo um pouco mais curvo, para que meu corpo ficasse perante as costas do monstro bombado. Feito isso, o filho de Ares permaneceu imovel - Ao meu ver com a adrenalina - então continuei a estrategia. Soltei minha mão direita do cabo, passando-a em seguida sob a axila do lado direito filho de Ares e, a erguendo até envolver todo o seu ombro dele. "nojento" pensei, dando progresso ao meu plano. Em seguida lancei minha espada sobre seu ombro esquerdo, deixando com que o centro da lâmina de bronze, roçasse sua garganta nua e desprotegida.

- Mas acho que não será hoje! - Falei em um tom sarcástico, dando permissão para mais rostos perplexos dos filhos de Ares, que perceberam a imobilização perfeita. Eu mesmo me surpreendi, ao ver minha perna direita entre as pernas do filho de Ares que se fizesse qualquer movimento, seria bloqueado. "Eu realmente tenho esta habilidade?" perguntei a mim mesmo mais assustado que nunca. "Meu corpo agiu por conta própria? Eu estou sem controle?" perguntas se formaram em minah cabeça, mais uma vez pensei estar desprecavido ao motivo "váriedade de habilidades", isto não me faltava.

Meus pensamentos foram esvaidos pelo som da espada do filho de Ares tobando ao chão arenoso da arena. O som metálico ecoou entre as arquibancadas da arena, anunciando a desistencia do filho de Ares.

- Muito bem, fez o melhor. - Sorri ao ver perceber suas mãos erguidas sobre as linhas do ombro. Logo o soltei, deixando-o livre e caminhando em direção à saída da arena, deixando mais uma lição.

"Não se deve julgar o livro pela capa", isso se referia tanto a mim quanto ao filho de Ares. Ele não podia me julgar por ser mais baixo que ele e supostamente pior em esgrima e, eu não podia julgar o filho de Ares por ser "bombado" e supostamente perfeito em esgrima. Todos aprendemos uma lição, em tão pouco tempo. Em muito pouco tempo.

Arma utilizada:
Espada de bronze celestial.
Habilidade Utilizada:

Pericia com espadas

Ficou uma "bostinha".




I Can't
I Can't stand it

avatar
Filhos de Poseidon
$D :
60195

Idade :
19

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Atena em Sab 27 Set 2014 - 13:45


Avaliação
Faço as mesmas palavras de Zeus a minha... Erros de coerência e concordância e também muitas repetições o que faz o texto a ficar um tanto mais cansativo. 
+36 XP
+13 HP (Pelo que vi você deveria ter postado no refeitório precisa de HP)
-10 EP

Att por mim.


avatar
Deuses
$D :
10088561

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: ♦ Treinos de KAEL ELTZ DRESCHLER ♦

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum