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♆ Treinos Alasca Köhler D'Fiore ♆

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Mensagem por Alasca Köhler D'Fiore em Ter 17 Jun 2014 - 12:06




TREINO!

Aqui ficarão os treinos realizados por Alasca Köhler D'Fiore - semideusa filha de Poseidon. Não serão admitidas cópias ou algo do gênero, sendo seu acesso restrito a demais usuários exceto divindades e é claro, as postagens de seu respectivo responsável.

Atenciosamente,
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Re: ♆ Treinos Alasca Köhler D'Fiore ♆

Mensagem por Alasca Köhler D'Fiore em Ter 17 Jun 2014 - 12:12


More of a workout
annoying
destroying a pretty face

Dou um passo para o lado e fico em frente ao espelho do chalé, eu vejo músculos que não podia ver em meu braço, pernas e estômago anteriormente, os treinos roubaram qualquer suavidade que meu corpo tinha. Isso é bom ou ruim? Pelo menos eu sou mais forte que antes. Eu envolvi a toalha em mim novamente e deixei o banheiro. Espero que não tenha alguém no dormitório para me ver de toalha. Revirei os olhos, graças a Poseidon meus irmãos não estavam ali por hora, respirei fundo, coloquei a calça de pano flexível a blusa do acampamento, deixei os cabelos soltos e então saí do chalé rumo a arena.

Hoje iria treinar combate corpo a corpo, particularmente não era um dos meus preferidos, mas era necessário. A arena estava cheia, parecia que todos estavam dispostos a lutar um contra o outro até sabe quando. Geralmente Quíron ou algum sátiro interrompia antes de que alguém morresse, uma visitinha a enfermaria era de praxe. Um quadro negro ali dizia quais seriam os combates do dia, nem todos iriam lutar, apenas alguns dos filhos dos três grandes iriam. E meu nome estava ali. E o nome que seguia era o de Camille. Respirei fundo, minhas desavenças com a filha de Dionísio começaram quando ela entrou para o acampamento, se sentido a loira patricinha. E ela sorria, como se fosse fácil aquilo. Algumas lutas começavam enquanto eu apenas esperava, não demorou mais que trinta minutos para a minha vez, me coloquei em posição de combate, mas uma coisa era certa Camille começava, ela sempre tentava atacar primeiro.

Como se fosse premeditado, a loira começa avançando para mim e joga seu peso no soco. Enquanto seu corpo vem para frente, eu escorrego para o lado e dirijo meu punho para sua barriga, bem em cima do umbigo. Antes que ela coloque as mãos em mim, deslizo para suas costas, minhas mãos para cima, pronta para sua próximo tentativa. Ela não está sorrindo mais. Ela corre para mim como se fosse me derrubar e eu saio do caminho. Eu ouço a voz de meu pai na minha cabeça, “utilize arma mais poderosa que você tem a sua disposição, seu cotovelo.” Suspirei, ofegante, eu só tenho que arrumar um jeito de usá-lo. Eu bloqueio seu próximo soco com meu antebraço. O golpe dói, mas eu mal noto. Ela range os dentes e salta um gemido frustrado, mais animalesco que humano. Ela tenta um chute na minha lateral, mas eu evito e enquanto seu equilíbrio estava fraco, eu avancei para frente e forcei meu cotovelo em seu rosto. Ela puxa a cabeça para trás a tempo e meu cotovelo raspa em seu queixo.

Ela me soca nas costelas e eu esquivo para o lado, recuperando meu fôlego. Há algo que ela não está protegendo, eu sei. Eu quero bater em seu rosto, mas talvez não seja o movimento mais inteligente. Eu a observo por alguns segundos. Suas mãos estão altas demais: elas estão protegendo seu nariz e suas bochechas, deixando o estômago e as costelas expostos.Nossos olhos se encontraram por um segundo. Eu avanço, dou um soco baixo, abaixo de seu umbigo. Meu punho afunda em sua carne, forçando uma respiração profunda de sua boca que eu sinto contra minha orelha. Enquanto ela ofega, eu dou uma rasteira e ela cai duramente no chão, levantando poeira no ar. Eu puxo meu pé para trás e chuto suas costelas, o mais forte que posso. Experientes em combate não aprovariam eu chutar alguém enquanto se está no chão. Mas eu não me importo.

Ela se enrola em uma bola para proteger e eu chuto de novo, dessa vez a acerto em seu estômago. Como uma criança. Eu chuto de novo, dessa vez em seu rosto. Sangue brota de seu nariz e espalha-se por sua face. Olhei para ela. Outro chute em seu peito. Puxo meu pé para trás de novo, mas a mão de alguém segura meu braço e me puxa para longe dela com uma força irresistível. Eu respiro entre dentes, encarando o rosto coberto de sangue de Camille, a cor profunda, rica e bonita, de certa forma. Ela geme e eu ouço um gorgolejo vindo de sua garganta, vejo um fio de sangue saindo de seus lábios. — Você já ganhou, agora pare. — dizia um dos campistas mais velhos. Estava ofegante, meu peito subia e descia e aquilo era demais para mim. Dei as costas e comecei a sair da arena. — Ainda não acabou o treino Alasca. — gritou o rapaz. — Eu não me importo. — gritei de volta, caminhando em direção a floresta.


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Re: ♆ Treinos Alasca Köhler D'Fiore ♆

Mensagem por Íris em Sab 21 Jun 2014 - 21:27


Avaliado & Atualizado!

Perdas: -20 de EP

Recompensas: + 30 EXP.

Cuidado com os erros de concordância.



Última edição por Íris em Dom 22 Jun 2014 - 20:56, editado 1 vez(es)



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Re: ♆ Treinos Alasca Köhler D'Fiore ♆

Mensagem por Alasca Köhler D'Fiore em Sab 21 Jun 2014 - 22:26


More of a workout
annoying
destroying some robots

Ergui uma sobrancelha com a face erguida para o teto, o tédio estava me consumindo naquela manhã e não havia nada para fazer. De certo modo, eu gostava de não fazer nada, me dava um tempo livre principalmente no chalé que, de manhã, estava totalmente evacuado devido aos treinos. Treinos esses que deveria fazer para inicio de conversa, mas ainda deveriam ser o que? Cinco ou seis horas da manhã? Ainda estava escuro do lado de fora e a única coisa que eu ouvia era a minha própria respiração ofegante depois de um sonho perturbador e o barulho dos grilos lá fora que já começavam a se pronunciar. Sentei-me na cama com os olhos já semicerrados, sendo vítima da preguiça que já pairava em mim, mas era hora de levantar, embora fosse necessário até porque se eu passasse mais um minuto naquele chalé eu seria engolida pelo tédio e ficaria lá para o resto do dia se fosse necessário. Antes de girar a maçaneta do chalé e finalmente sair daquele local consumido por tédio, apanhei o meu anel colocando-o no anelar, dando uma olhadinha no espelho ajeitei aquela camisa laranja do acampamento. Enfim, saí dali em direção à arena.

Assim, eu não gostava de ter que treinar e isso era óbvio, mas como Quíron sempre dizia: “com grandes poderes se tem grandes responsabilidades” ou algo assim. Dei de ombros, definitivamente não queria pensar em minhas responsabilidades como uma semideusa filha do todo poderoso do inferno, quer dizer submundo. Eu não sou um exemplo de guerreira, prefiro ficar dormindo no meu chalé a sair por ai em combates aleatórios, mas enfim, não posso perder minhas poucas habilidades e experiências que tenho em combate. Ao adentrar a arena eu estava portando uma espada do próprio acampamento, nem de longe era uma das melhores, mas apenas a desejável para um treino qualquer. Dei de ombros. — Girando, girando, girando. — Pronunciava enquanto girava minha espada até onde ficavam os autômatos. Um bocejo longo e lá estava eu, tentando programar um autômato para lutar comigo. A arena estava com alguns campistas treinando outras armas, programei-o para não muito fraco, mas também não num nível impossível de que eu pudesse lutar. Bati meus pés no chão, cortei o ar na horizontal e declarei a batalha iniciada.

Soltei um suspiro profundo, arrastando meus pés para a posição de luta. De repente o homem de lata começou a se mover e igualmente fixou os pés para dar inicio a luta. Corri em sua direção com minha arma empunhada em mãos, não demorou muito e o autômato tentou me acertar na lateral direita do corpo com uma lâmina — que não sei da onde apareceu — posicionada na diagonal, de modo decrescente. Usei a tática para impedir que o ferro colidisse com a minha pele, só que a diagonal que minha espada formava era em sentido crescente. Girei meu corpo para o lado esquerdo e com a base da espada toquei sua cabeça com força. Afastei meu corpo dele em um giro, meus cabelos graciosamente se moveram e então finquei meus pés no chão. Semicerrando os olhos ataquei. Minhas mãos moveram-se como se já soubessem o que fazer indo bater de encontro com a lâmina da espada do meu adversário autômato. O retinir de metal contra metal foi estridente, ainda mais pelo esforço em demasia para que eu ao menos conseguisse erguer um pouco a lâmina.

Joguei o corpo para frente. — Vamos lá lata velha, me dê tudo que tem. — Grunhi para o homem de metal que parecia entender minhas palavras, no mesmo instante sua cabeça de lata se chocou conta a mim, eu nem sabia que era possível isso, até ter certeza de que os filhos de Hefesto haviam feito um bom trabalho na criação da memória desses autômatos. Soltei um bufo, já me sentindo um pouco ofegante. Minha franja colara na testa com um pouco do suor, ou seria sangue pela cabeça que levei? Sorri. — Bom, mas não o bastante. — Grunhi e desferi uma sequência de golpes rapidamente, golpe direto, golpe lateral e golpe por baixo, o autômato não foi tão rápido para desviar de todos os golpes. Mas não havia muito efeito nenhum golpe, já que o centro de seu mecanismo não tinha sido atacado ou quebrado. Mas algo me disse que o autômato tinha ficado com raiva, ou quase isso, pois ele tentou atingir todas as partes desprotegidas do meu corpo — que não eram poucas já que não utilizava proteção. Abaixei-me quando ele tentou atingir meu pescoço, se ele tivesse conseguido acertar o golpe, não teria sido muito agradável para mim tampouco para os demais que teriam que limpar o meu sangue da arena.

Levantei o corpo no instante em que o autômato tentou outro golpe, por sorte consegui prender nossas lâminas. Dava para ver pequenas faíscas saírem de nossas espadas a cada golpe preso naquelas lâminas. A disputa durou alguns segundos, tempo suficiente para que meus músculos começassem a fraquejar. Empurrei o autômato com a força que me sobrara e escapei do entrave. Respirei fundo, fôlego naquela hora era a única coisa que poderia me manter mais forte. Fechei os olhos e visualizei o local onde eu deveria acertar... Suas costas. Era onde em todos os robôs se encontra o painel de controle. Quando notei, ele já estava a poucos metros de mim, pronto para me dividir em dois, três ou mil pedaços. Consegui desviar com dificuldade dos ataques, joguei meu corpo em uma cambalhota para ir o mais longe possível daquelas investidas, mas um de seus golpes acertou minha perna esquerda deixando um corte não tão profundo. Ocorreu-me que estava próximo as costas do homem de lata, chutei seu traseiro de metal para desequilibrá-lo. — E lá vamos nós. — Gritei aproveitando a deixa para fincar minha espada no ponto vulnerável do robô.

Ele por sua vez começou a entrar em curto, sorri passando a mão na testa molhada. O sangue em minha mão definitivamente me mostrava que aquela cabeçada tinha surtido em um bom rasgo por ali. Minha respiração estava ofegante e meu corpo exausto, a visão começava ficar embaçada. Joguei a espada no chão e com a ajuda de algum campista não identificado caminhei para a enfermaria, por sorte filhos de Apolo eram ótimos para cuidar de ferimentos.




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Re: ♆ Treinos Alasca Köhler D'Fiore ♆

Mensagem por Íris em Sab 21 Jun 2014 - 22:42


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Re: ♆ Treinos Alasca Köhler D'Fiore ♆

Mensagem por Alasca Köhler D'Fiore em Qui 3 Jul 2014 - 9:11


More of a workout
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Arm, aim ... fire!

Alasca acordou com o barulho de movimentação de manhã - o que, no chalé de Poseidon, era novidade. Surpresa, tirou a cabeça do travesseiro e a mente dos sonhos e olhou em volta, meio absorta nos acontecimentos recentes. Soprando a franja dos olhos, ergueu o corpo, sentando-se; seus poucos irmãos arrumavam tudo, pegavam suas armas e faziam fila para usar o banheiro. Alasca bufou, irritada por ter sido acordada, e levantou. A preguiça tomava cada parte do seu corpo, tornando-a pesada como uma bola de concreto e sonolenta como um bicho preguiça; sem vontade nenhuma de sequer respirar. Perdera totalmente o ritmo do Acampamento Meio-Sangue; não treinava, não lembrava o horário de acordar e tampouco o de comer. Isso precisava mudar; ela se convencera, após perder o horário de almoço duas vezes. A filha de Poseidon levantou, e espreguiçou-se; estava com sono, muito sono. Pegou uma muda de roupas qualquer e, assim que a porta do banheiro se abriu, furou a pequena fila que havia se formado ali e entrou no banheiro, passando a chave logo em seguida. Alasca teve que controlar o riso ao ouvir seus irmãos esbravejando do lado de fora, batendo na porta e tentando arrombar ela com suas próprias mãos. — Idiotas. — murmurou.

[...]

Depois de um café da manhã rápido, ela dirigiu-se ao campo de treinos; não iria ficar mais uma manhã sozinha no chalé, jogando o dia fora. Alguns campistas treinavam sob a supervisão de semideuses mais velhos e experientes; uns treinavam por conta própria por se acharem bons o suficiente ou por terem anos de acampamento; outros, ainda com a barriga cheia ou com sono, conversavam num canto. Alasca tinha um arco e sua aljava pendurados nos ombros - ela os pegara emprestados de um irmão - e ponderou sobre de que jeito treinar. Ela era realmente horrível com o arco, e estava com uma preguiça enorme de pensar em algo para fazer sozinha, então decidiu que iria fazer o treino mestrado. Ela até que gostava dos treinos mestrados, embora odiasse que mandassem ou dissessem a ela o que fazer. Com uma expressão suave, se aproximou do grupo de semideuses que estava reunido em volta de um instrutor.

Quando chegou, o instrutor já estava no final de sua explicação, mas Alasca conseguiu entender o que fariam. Haveria alvos, para os iniciantes; alvos que se mexiam para os mais velhos e alvos que se mexiam e atacavam para os que se achavam realmente fodas. A filha de Poseidon optou pelos que se mexiam; não queria se sentir menos indo treinar com os mais iniciantes. Não que ela não o fosse; mas era orgulhosa demais para admitir que não sabia. Dirigiu-se, então, com o grupo que faria com os alvos que se moviam.

Uma fila foi formada, e Alasca já começava a pensar que não fora uma boa ideia essa a de se juntar aos “ avançados” . Ela nunca havia sequer tocado em um arco, e sabia que ia ser um fiasco; mas manteve-se ali, no sexto lugar da fila. Atrás dela, duas garotas conversavam; uma filha de Éolo e uma de Apolo. Elas falavam sobre suas vidas, festas, roupas e essas coisas de menininha que Alasca nunca teve paciência para fazer, ter, pensar e falar. Elas já deveriam estar ali há um tempo, deduziu Alasca, e de certo sabiam usar um arco. A filha de Poseidon ficou tentada a pedir ajuda, as resolveu deixar para lá. Talvez elas a dedassem; isso não seria nada bom, e para ela que odiava chamar a atenção, um pesadelo. Então, a garota manteve-se atenta ao que os campistas na sua frente faziam. Eles se posicionavam retos, erguiam os arcos e encaravam os alvos, que começavam a se mexer quando o determinado campista acenava com a cabeça. Eles se moviam rápidos, e eles deveriam acertar três e voltar ao fim da fila. Tinham dois minutos.

— Eu consigo. — murmurou Alasca. Não parecia tão difícil. Os outros meio-sangues faziam aquilo com uma facilidade tão grande quanto respiravam; afinal, se conseguiam, deveria ser porque era realmente fácil. A filha de Poseidon já estava mais tranquila e ficava olhando os outros, imaginando que seria moleza.  E então chegou a sua vez. Ela deu um passo à frente e ficou reta. Segurou o arco com confiança, e tirou uma flecha da aljava que tinha nas costas. Alasca pousou a flecha no arco e puxou sua corda até perto dos lábios. E deu um aceno leve com a cabeça. Os alvos começaram a se mexer, e era mais rápido do que ela havia imaginado. Ela acertou um por pura sorte, e errou todos os outros. Depois de três minutos, o instrutor parou os alvos, recolheu as flechas dela e mandou-a voltar para o fim da fila para repetir depois.

Alasca se sentia humilhada. Ela se sentia idiota por ter escolhido os difíceis e queria poder escapulir para os outros treinos mais fáceis, mas permaneceu ali, fingindo estar arrumando as flechas para se distrair. Ela ficou fazendo aquilo até não ter mais o que arrumar e ouvir uma voz atrás de si. — Ei, posso te fazer uma pergunta? Se não sabe atirar, por que veio para essa fila? Sem querer ser grossa. — era a morena, filha de Éolo. Alasca se levantou e a encarou. — E isso lá é da sua conta? — retrucou-lhe Alasca. Pouco tempo depois era vez de Alasca de novo. Então, Alasca colocou-se na posição, segurou o arco com a mão esquerda, encaixando a flecha por baixo do anel da corda, usou os três dedos do meio da mão, o dedo indicador por cima da flecha e o médio e anelar por baixo, usando a ponta dos dedos entre a primeira e segunda falange... A garota puxou a corda com a flecha ate o canto da boca, tocando-a para não tremular no disparo, respirou fundo por alguns poucos segundos, os alvos começaram a se mexer. Estreitou o olhar. — Aqui vai uma! — sussurrou, quando relaxou os dedos e a flecha automaticamente voou com um “zum”, atingindo o alvo bem ao centro, no círculo.

Alasca esticou o corpo, colocando o arco na diagonal para equipa-lo novamente, elevou o braço desocupado para apanhar outra flecha, e refazendo todo o processo. Esperava o momento certo para atirar, para que a instrutora pudesse dar o aval. Respirou fundo, puxando a flecha junto com a corda o máximo possível, no "fogo" os dedos relaxaram e a flecha foi zunindo novamente para o centro. Repetiu o processo de novo. E de novo. Mais algumas cinco flechas foram atiradas e o treino se deu por encerrado. Alasca sorriu quando o instrutor a parabenizou, dizendo que sua pontaria era perfeita, e ela ruborizou; E por fim se direcionou pra fora da arena, satisfeita com o treino bem praticado.




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Re: ♆ Treinos Alasca Köhler D'Fiore ♆

Mensagem por Íris em Qui 3 Jul 2014 - 16:24


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Re: ♆ Treinos Alasca Köhler D'Fiore ♆

Mensagem por Alasca Köhler D'Fiore em Sab 26 Jul 2014 - 9:32


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Autômatos…

Passei a minha mão por minha testa, tirando o suor que ali havia se acumulado, Respirei fundo antes de arquear minhas costas e observar o horizonte, onde o sol quase estava se pondo. Tinha dado uma corrida básica em volta do Acampamento apenas para um aquecimento e esperava que ainda desse tempo de treinar antes que o jantar fosse servido. Encaminhei-me para o campo de treinamento, os legionários que passaram por mim me olharam com curiosidade, já que não era um horário muito comum para se treinar. Não dei muita atenção para eles e fui direto para o depósito de armas pegando a minha prefira, a lança. Todos estavam sempre atentos prontos para um novo ataque surpresa, principalmente porque todos tiveram suas honras manchadas. E claro que eu sentia o peso da responsabilidade, se tivesse percebido antes o cheiro dos monstros, talvez tivesse conseguido evitar todo aquele desentendimento. Saí do depósito e me coloquei diante do autômato que uns filhos de Hefesto haviam construído. Se eu melhorasse, se me tornasse uma semideusa mais competente e que respondesse a qualquer necessidade de meu Acampamento, então realmente me tornaria alguém digna daquele cargo. Não podia conviver comigo mesmo e com aquele arrependimento, precisa melhorar para proteger pessoas além de mim. Dei mais uma olhada no horizonte do acampamento, aquele era o meu lar, onde cresci e vivi. Então ataquei o autômato com rapidez e voracidade.

Assim que sentiu a minha aproximação agressiva o autômato em forma de semideus com uma espada e escudo foi ativado, com um movimento perfeito ele bloqueou o meu ataque com a ponta da lança com o seu escudo no alto. Ele contra atacou bradando a sua espada no clássico movimento romano, uma girada para baixo e então uma investida direta na altura da cintura. Defendi o primeiro golpe com o cabo da lança a colocando em pé, entretanto o segundo movimento foi um pouco mais rápido, e tive que desviar com o corpo. Logo depois girei o meu corpo, com passos rápidos e girei a lança na direção de seu peito. Enquanto isso o autômato deu um passo para o lado, chocou seu escudo em meu peito e me jogou no chão. Rolei para o lado quando sua espada veio na direção de meu pescoço e coloquei-me rapidamente em pé empunhando a lança contra ele. O autômato se virou para mim deferindo golpes rápidos dessa vez, que defendi todas com o cabo da lança, mas os golpes eram tão rápidos que não tive tempo de contra atacar.

Girei a lança e com a ponta oposta da mesma ataquei a cabeça dele, que cambaleou para trás. Aproveitei o a oportunidade e chutei o autômato e em seguida tentei fincar a minha lança em seu pescoço. O problema foi quando ele simplesmente jogou a cabeça pro lado e girou a sua espada. Gritei de dor caindo no chão e olhei imediatamente para a minha perna onde o jeans estava rasgado e o sangue estava escorrendo. Observei o autômato se colocar de pé enquanto eu o xingava baixinho. Desviei o meu olhar para a minha lança e então a peguei a alguns metros de distância de mim, ainda surpresa com aquela situação. Desde de quando minha técnica havia decaído tanto? Eu era a filha de Poseidon, vencia qualquer batalha, contra qualquer adversário sob qualquer situação que fosse. Coloquei-me de pé, com raiva por ter sido pega daquele jeito e parti para cima do autômato. Ele tentou se defender novamente com o escudo, mas já conhecia aquela técnica, simplesmente dei dois passos para o lados e investi contra sua mão de lado. O escudo caiu de sua mão, mas ele não parou, rapidamente me atacou sem evitar. Um golpe de lado que defendi novamente com o cabo da lança e investi direto no peito do autômato com rapidez.

O autômato se contraiu e começou a se desmoronar por inteiro. Dei alguns passos para trás tentando colocar em ordem a minha respiração que estava desregulada por causa do exercício. Joguei o meu corpo para trás caindo de costas e observei o céu que já estava escuro dando origem às inúmeras constelações. Fechei os meus olhos suspirando e aproveitei a brisa fresca que passou exatamente naquele momento. Ainda não estava totalmente satisfeita com aquilo, com certeza ainda havia muitas coisas para melhorar, porém, tinha que dar um tempo para mim mesmo. Por fim me levantei e guardei a lança, em seguida seguindo para a casa de banho ao invés do refeitório.




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Re: ♆ Treinos Alasca Köhler D'Fiore ♆

Mensagem por Convidado em Seg 25 Ago 2014 - 18:16


Avaliação


Bom treino mas fique atenta aos erros que cometeu, alguns ortográficos já outros de digitação. Reler sempre é bom. Gostei da forma como narra e como expõe o que está se passando por sua mente mas achei que faltou um pouco de realidade na postagem, melhore quanto a isso.

- 50 Xp
-(-10Ep)

Att por Selene


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Re: ♆ Treinos Alasca Köhler D'Fiore ♆

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