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ღ Treinos de Hillary W. Schartter

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ღ Treinos de Hillary W. Schartter

Mensagem por Convidado em Sab 17 Maio 2014 - 15:44



Tópico destinado aos treinos de

Hillary Woodley Schartter.


valeu @ carol!

Convidado

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Re: ღ Treinos de Hillary W. Schartter

Mensagem por Convidado em Sab 17 Maio 2014 - 15:50




Hey Lolita!
I know there is a rainbow for me follow to get beyond my sorrow, so I'll be alright if I can find that raibows end  ----------------------------------- ♥



Há pouco tempo eu começara a perceber que o mundo não era aquilo que meu pai sempre me fazia acreditar ser. Não existiam castelos, não existiam pessoas totalmente bondosas, nem princesas e muito menos príncipes encantados que jurariam estar ao seu lado para sempre. Em minha mente, tudo não passava de uma farsa, um modo ridículo e egoísta que meu pai tinha de esconder a verdadeira realidade de mim, de me privar do mundo a qual eu pertencia. Um mundo totalmente diferente.
Vez ou outra começava a me perguntar se eu era algum tipo de ser “indefinido”, alguém ou algo anormal, fora das leis da ciência. Por muito tempo isso me incomodou, porém, já era hora de assumir a minha verdadeira identidade, a qual não assumi durante os míseros e ridículos dezessete anos de minha vida.
Naquele manhã, o Sol brilhava intensamente, chegando até a causar um pouco de dor aos meus olhos que o apreciavam da sacada do chalé dezessete. O céu não possuía nuvens e, o azul estava mais lindo do que nunca. O dia estava perfeito para algo diferente, mas o que?
Em minhas mãos estavam o mesmo pacote de jujubas, abundante de cores e sabores não tão industriais como as outras jujubas. Sempre achei que aqueles doces eram mágicos, na verdade, sempre acredito nessas coisas. Pessoas iam e vinham em meio ao acampamento. Algumas levavam suas armas e escudos, outras apenas levavam seus estômagos vazios para dar um fim ao refeitório. Enquanto isso, eu apenas me deliciava com minhas jujubas mágicas e observava ao meu redor.
Por um momento, a ideia de ir até a arena e tentar fazer o que os outros semideuses faziam me veio a cabeça. Mas e se eu não fosse boa com aquelas armas¿ Se eu fosse um zero à esquerda? E então minha consciência começou a dar sinal de vida. “Vamos Hillary, vai ser divertido.” Ela me dizia enquanto eu brincava com os doces. “Não custa nada tentar. Pare de ser preguiçosa, garota.”
Infelizmente ou felizmente, acabei por me levantar do pequeno degrau e logo retornei para o interior do chalé de Íris. Corri até o dormitório e tentei ao máximo me lembrar onde tinha deixado minhas armas, e como sempre, eu havia esquecido. “Nossa Hillary, como você é irresponsável.” Ignorei o comentário da minha consciência e tornei a fuçar minhas coisas. Revirei todo o dormitório e nada de espada, besta ou escudo, foi quando avistei ao longe algo brilhante e tingido em várias cores. Até que enfim eu havia encontrado.
Tudo estava basicamente pronto, fora o nervosismo que sentia, poderia dizer que estava muito ansiosa pelo meu primeiro treino, bastava eu chegar à arena antes.
Meus passos eram razoavelmente rápidos. O par de coturnos que calçava emitiam alguns ruídos ao entrarem em contato com o solo do acampamento. Em meio ao meu trajeto cumprimentava alguns conhecidos que também rumavam para seus treinos diurnos e, em poucos minutos eu já estava em frente aos enormes e arquitetados portões da arena.
A espada que estava rente ao meu corpo, antes de tom dourado, agora tomava uma coloração esverdeada. Talvez tenha se tornado verde pelo fato de eu ter esperança naquele momento, não sei. O escudo preso ao meu antebraço esquerdo reluzia ao entrar em contato com a luz do Sol, era incrível a sensação que eu sentia.
Sem mais delongas, segui para o interior da arena com um certo receio. Perguntava-me se estava na cara que aquele seria o meu primeiro treino, pois as pessoas me olhavam feio, ou era apenas coisa da minha cabeça?
- Ei, ei, garota! O que faz aqui? - Uma semideusa um tanto “sombria” chamou-me e eu a olhei um pouco desorientada.
- Eu só queria...treinar. – Disse um pouco sem jeito, afinal, ela parecia querer me matar com os olhos.
- Treinar? Você parece uma daquelas menininhas mimadas pelos pais, do tipo que não sabe nem amarrar um cadarço. – Ela debochou de mim e eu apenas suspirei, estendendo minha mão para cumprimentá-la.
- Sou Hillary, filha de Íris. E você, quem é? - Sorri de forma meiga e pude ver a garota me olhando com repulsa e cruzando os braços.
- Sou Megan, filha de Nyx. Pelo o que vejo, já sei porque não gosto de você.
Meu Zeus, como as pessoas são clichês com essas coisas de gostar e não gostar das outras pessoas. Não vejo problema em uma filha de Íris e uma filha de Nyx serem amigas, e daí que elas são deusas opostas¿ Isso não muda nada.
Revirei os olhos e sorri novamente para ela.
- Hm...que pena.
Antes mesmo que eu pudesse pensar em dar meia volta e ir para o outro lado da arena, Megan golpeou-me com sua espada, desferindo um corte em meu ombro esquerdo, criando uma brecha na minha blusa preferida. Pude sentir minhas bochechas queimarem de raiva e meus olhos ficarem vermelhos, igualmente a cor da lâmina de minha espada. Não pensei se aquilo daria certo, apenas flexionei meu braço esquerdo como se estivesse a ponto de dar uma cotovelada em Megan e, assim que movimentei meu membro para este fim, o escudo colidiu-se com uma certa força contra o corpo da filha de Nyx, a fazendo ficar com mais raiva de mim.
O corte ardia, porém eu não podia me preocupar com aquilo agora, afinal, uma garota estava prestes a me matar. Recuei com alguns passos e posicionei-me como os guerreiros de alguns filmes que eu já havia visto. Pé esquerdo à frente e pé esquerdo atrás. Segurei firme no punhal da espada de lâmina vermelha e mantive meu antebraço esquerdo à frente de meu peito.
Megan avançou em minha direção e seu rosto estava repleto de ódio. Ela tentou me atingir com um golpe no braço direito, mas consegui bloquear sua espada com meu escudo, erguendo meu braço e o posicionando rapidamente na altura de minha testa. Após isso, a olhei e na tentativa de ganhar tempo flexionei minha perna esquerda, chutando o joelho da minha oponente que caiu ao chão levando as mãos ao joelho atingido por meu lindo coturno.
- Desgraçada! – Ela gritou jogando uma adaga que Zeus sabe lá de onde ela tirou em minha direção.
Praticamente, acabei por me jogar no chão para desviar da lâmina da arma branca. Minhas roupas estavam todas sujas agora, ótimo! Ignorei o ocorrido e me levantei o mais rápido possível, mas por extinto olhei para trás a fim de encontrar o lugar atingido pela adaga, abrindo a brecha perfeita para Megan me atacar.
Ela me empurrou com força, fazendo-me cair e bater as costas no solo árido da arena. Imediatamente uma dor insuportável percorreu meu corpo e pude sentir meus olhos se encherem de lágrimas. Megan sorria e apontava a espada para minha garganta e, eu sentia que ela sentia que conseguiria acabar comigo, mas não seria tão fácil assim.
Antes que ela conseguisse me atingir, girei a espada na direção de seu tornozelo e, por sorte ou não, a lâmina vermelha acabou por atingir a filha de Nyx, fazendo-a cair novamente ao chão. Então eu levantei mais uma vez, mas antes, utilizei meu escudo mais uma vez, o colidindo contra a semideusa diversas vezes, de forma frenética, até que senti uma dor ao redor de meu corte e uma exaustão de forças se apossar de meu corpo.
Larguei o escudo e parei para respirar um pouco, pois minha respiração encontrava-se ofegante e falha. Megan contorcia-se de dor e eu me perguntava se tinha passado dos limites. “Ela ia te matar, Hillary. Para de ser boazinha!” Minha consciência intrometida dizia, enquanto eu buscava apoio para me levantar dali.
Eu realmente não queria prosseguir com aquilo, não queria que ela me machucasse e muito menos queria machucá-la mais. Enfim, resolvi me retirar daquele recinto antes que Megan estivesse pronta para outro round, poderia ficar para depois, certo?
- Tchau Megan, te vejo por aí. – Disse baixinho, recolhendo meus pertences e prendendo meus fios alaranjados em um coque frouxo, saindo o mais rápido possível dali.

Armas::

► Rainbow Cut - Espada de 110 centímetros de ouro tingido com as cores do arco-íris, depende do sentimento do usuário - (Espada boa para lutas rápidas, se for usada contra o filho de algum deus de "escuridão" da 5 de HP a mais.)
► Escudo Projetor - Ao ser reconhecido como filho de Íris, o semideus ganha o escudo capaz de cura o semideus a cada 3 golpes no escudo.

Poderes e Habilidades::

Bondade – Íris era descrita como uma deusa bondosa, filhos de Íris levaram essa característica marcante com eles.
Perícia com Espadas e Bestas – Íris não é uma deusa violeta, porém quando é necessário ou quando participa de uma das vinganças de Hera, Íris utilizava uma besta para ataques á distâncias ou uma Espada para curta distância, era descrita como tão boa como deuses da guerra, seus filhos herdaram a habilidade com essas armas mesmo que nunca tenha tocado em uma Espada ou Besta.


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Re: ღ Treinos de Hillary W. Schartter

Mensagem por Nêmesis em Dom 18 Maio 2014 - 17:38




Atualizado

Hillary Schartter


Realmente um ótimo treino, Hillary. Parabéns. Rico em detalhes e bem descrito; apenas tente prolongar um pouco mais as coisas de forma que não fique tão corrido da próxima vez. No mais, continue assim.


+ 90XP

- 15EP

Atualizado por Ártemis.






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Re: ღ Treinos de Hillary W. Schartter

Mensagem por Convidado em Sex 23 Maio 2014 - 13:52




Hey Lolita!
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Me encontrava perdida. Desorientada em meio aos meus próprios devaneios noturnos. Os pensamentos insanos que sempre invadiam minha consciência começavam a perturbar o meu sono.  Pressionava meus olhos, minha boca, minha cabeça contra o travesseiro macio, porém nada conseguia acabar com meus pesadelos. Que droga!
O silêncio pairava sobre o chalé dezessete, onde eu e alguns poucos irmãos dormíamos todas as noites. Chegava a ser irônica a ideia de se ter pesadelos no chalé de Íris, afinal, aquele era conhecido como “Chalé dos Sonhos”, por suas cores, doces e fantasias. Para mim, aquele recinto não passava de mais um local onde meus pesadelos me atormentavam, porém, claro que de forma menos perturbadora. Eu sabia que estava protegida, porém ainda tinha medo.
- Preciso de um ar. – Sussurrei para mim mesma, levantando-me vagarosamente da cama e calçando minhas pantufas de unicórnio. Segui, abraçada com minha pelúcia de ursinho – Eu sei, é um pouco infantil, mas eu amava aquela pelúcia.  – até o banheiro feminino. Peguei um jeans gasto e uma blusa com a frase “Born to Die” bordada em um tom prateado, sobressaindo sobre o tecido negro. Não demorei muito, afinal, queria sair dali o mais rápido possível.
Aproximadamente, 20 minutos se passaram e, após esse tempo eu já me encontrava pronta. Portando minhas armas e pronta para qualquer coisa que atrapalhasse minha noite, esperava eu que as minhas tias me ajudassem.
Eu podia ouvir o barulho do bater de asas das Harpias. Era um som engraçado, que não me incomodava e que me passava segurança de certo modo, algo totalmente contrário para os outros semideuses, talvez aquele fosse um privilégio. Meus passos eram rápidos e, meu corpo ansiava pela arena, algo parecia puxar-me para lá, como algum tipo de imã, algo inexplicável.
Continuei a caminhar, até que enfim havia avistada os imensos portões da arena do Acampamento. Antes de adentrar tal recinto, mordi meu lábio inferior e saquei minha espada de dentro de sua proteção, a qual havia feito há pouco tempo. Claro que eu não podia arriscar, vai que algo ou alguém aparece do nada e tenta fazer algo contra mim.
Meus olhos permaneciam alarmantes, meu braço direito – o qual segurava a espada – estava erguido, em posição de ataque. Tentava ao máximo dar passos silenciosos, porém meus coturnos não ajudavam muito. “Por favor, por favor, que não tenha nada muito perigoso por aqui.” Implorei, enquanto alguns sons vagos ecoavam em meus ouvidos momentaneamente.
- O que será isso? - Perguntei-me enquanto tentava tomar coragem para olhar o que estava atrás de mim, porém, aquilo foi mais rápido, me derrubando com uma rasteira realizada por um de seus rabos de cobra. Não tive tempo de buscar apoio ou até mesmo de gritar. Meu corpo já atingira o solo e aquele ser descritível me encarava, passando sua língua de cobra por seus lábios de mulher.
“Uma dracaena, Hillary. Você já leu sobre elas, no sétimo ano, lembra?” Minha consciência dizia, enquanto eu estava a ponto de sair correndo de tanto medo que sentia.
Dracaena. Um misto de mulher com cobra. Especificamente, um ser híbrido. Aquela possuía umas quatro caudas escamosas e asquerosas, como as de uma cobra. Seu tronco era esverdeado, porém era o tronco de uma mulher, com seios cobertos pelas mesmas escamas das caudas e o rosto notavelmente desfigurado. Olhos alaranjados e invés de cabelos, a criatura usava um elmo verde em sua cabeça, portando uma espada prateada e um escudo de madeira.
Minha espada tomava uma coloração esverdeada com um pouco de azul, era quase uma cor indescritível . Meu escudo já se encontrava pronto e eu também, por um lado. Sentia medo, é claro, mas nada que me impedisse de tentar acabar com aquela coisa. Não tive muito tempo para pensar, antes que pudesse se quer levantar, a espada prateada zumbia vindo ao meu encontro e, a única coisa que pude fazer foi me abaixar, rolar no chão e bloquear a lâmina com meu escudo refletor.
Enquanto forçava meu braço esquerdo contra a lâmina prateada, estiquei-me e pressionei os lábios buscando força suficiente para chutar aquela criatura. Assim que o fiz, a mesma pareceu grunhir de dor e se afastar de mim, emitindo um barulho similar ao de uma cobra furiosa. Corri o mais rápido que pude para ganhar um pouco mais de espaço. Minha respiração estava ofegante, desalinhada, porém eu não poderia parar por ali, afinal, a luta estava apenas começando.
Dessa vez, corri em direção à dracaena, empunhando minha espada firmemente, pedindo aos deuses que a lâmina colorida a atingisse. Minhas madeixas alaranjadas flutuavam perante a brisa que me atingia e cada vez mais eu sentia vontade de acabar com aquilo em minha frente. A lâmina verde-azul desferiu um golpe quase perfeito na região lombar da barriga do híbrido, fazendo-a emitir mais um grunhido e colidir seu escudo de madeira contra meu rosto, fazendo-me cair ao chão mais uma vez.
- Droga! – Gritei sentindo meu rosto arder por conta do último contato. Minhas bochechas antes pálidas, começavam a adquirir um tom vermelho. Cerrei os dentes com certa raiva e sem me preocupar se iria ou não acertar minha oponente, lancei a espada contra uma das caudas dela, ouvindo apenas um barulho agudo, seguido de um grito infernal.
Pude ver metade de uma das quatro caudas se separar do resto do corpo da dracaena, murchando como algo tóxico, não sei bem como explicar. Porém ela continuava viva e, seus olhos alaranjados queimavam em ódio, lançando a lâmina prateada em minha direção novamente. Por muito pouco não adquiri um corte no meio do rosto, pois por sorte, ou não, movi meu braço esquerdo de forma rápida, bloqueando novamente a espada da criatura, impedindo que um corte maior fosse desferido em mim.
Puxei o cabo de minha adaga de dentro do coturno e a girei entre meus dedos, lançando-a contra o rosto horroroso daquele ser, vendo-o cair ao chão em uma série de gritos e grunhidos assustadores. Sentia meu corpo exausto, minha respiração falha e meus cabelos suados. Pedi força e engatinhei até aquela coisa que se contorcia no solo. Ajoelhei-me ali perto e segurei no punhal da espada com ambas as mãos, as erguendo e apontando sua lâmina para o centro da barriga da dracaena.
- Diga...adeus...queridinha... – Sussurrei com a voz falha e cansada, quase não conseguindo segurar meu próprio corpo. Quando sinto um terceiro golpe vindo de encontro ao meu escudo.
O tal golpe foi feito com uma precisão enorme, derrubando-me mais uma vez com o tamanho da força que aquele ser ainda possuía. E então eu cai, assim como minhas armas e meu escudo sobre o meu peito. Seria aquele o meu fim?
Foi então que senti uma sensação forte percorrer todo o meu corpo. Deixá-lo mais forte, acabar com a exaustão, dar um fim a dor que o percorria desde o primeiro golpe desferido. Era algo similar a uma sensação de cura. Enquanto tudo em mim começava a voltar ao normal, o escudo sobre meu peito brilhava, emanando uma luz fraca, porém visível. Seria tudo obra daquele objeto?
Tudo voltara ao normal, porém aquela criatura horrenda continuava a gritar e a se contorcer. Era hora de acabar com aquilo e voltar para meus pesadelos no chalé do sonhos.
Com mais garra e força, segurei firme no cabo da espada e andei até a dracaena em passos firmes e barulhentos, cerrando os dentes. – Agora sim, diga adeus! – Gritei erguendo a espada mais uma vez, apontando-a para minha oponente. Fechando os olhos e cravando a espada colorida no centro da barrigada verde daquela criatura, trazendo o silêncio novamente para o ambiente.
Talvez tudo aquilo fosse apenas sorte, ou talvez eu tenha feito tudo corretamente, ou talvez a dracaena fosse um monstro fraco demais. O que importava naquele momento era sair o mais rápido possível dali, afinal, ninguém gostaria de me ver na cena do crime e, certamente me culpariam pelas correntes quebradas e a jaula aberta onde provavelmente aquela criatura estava.
Juntei minhas armas e dessa vez deixei meus fios alaranjados soltos e, saí correndo portões afora, pedindo aos deuses para que ninguém me achasse e para que as minhas tias limpassem aquela bagunça. 
Observações:

Não sei se é correto mas uma pessoa me falou que a palavra "dracaenae" se refere ao plural da palavra "dracaena", por isso utilizei o último termo para me referir ao NPC. Caso esteja errado peço que não reduza minha pontuação do treino, e que me avise, por favor.
Veja a descrição do escudo para saber o que ele pode fazer.
Obrigada ><

Armas:

► Rainbow Cut - Espada de 110 centímetros de ouro tingido com as cores do arco-íris, depende do sentimento do usuário - (Espada boa para lutas rápidas, se for usada contra o filho de algum deus de "escuridão" da 5 de HP a mais.)
► Escudo Projetor - Ao ser reconhecido como filho de Íris, o semideus ganha o escudo capaz de cura o semideus a cada 3 golpes no escudo.

Poderes e Habilidades:

Bondade – Íris era descrita como uma deusa bondosa, filhos de Íris levaram essa característica marcante com eles.
Perícia com Espadas e Bestas – Íris não é uma deusa violeta, porém quando é necessário ou quando participa de uma das vinganças de Hera, Íris utilizava uma besta para ataques á distâncias ou uma Espada para curta distância, era descrita como tão boa como deuses da guerra, seus filhos herdaram a habilidade com essas armas mesmo que nunca tenha tocado em uma Espada ou Besta.
Empatia com Harpias - Harpias são irmãs de Íris, ou seja, tias dos filhos de Íris, elas nunca atacarão um filho de Íris, pelo contraio, ajudará em uma situação perigosa.


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Re: ღ Treinos de Hillary W. Schartter

Mensagem por Nêmesis em Sex 23 Maio 2014 - 16:06




Atualizado

Hillary Schartter


Realmente um ótimo treino, Hillary. Rico em detalhes e bom desenvolvimento da luta. Parabéns!


+ 1 Nvl.

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Atualizado por Éolo.







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